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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

House Of The Rising Sun



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Resgatada mulher que deu queda de 30 metros em arriba de Portimão



  
Uma mulher espanhola que deu uma queda de  30 metros, numa arriba da Praia do Submarino, em Alvor, Concelho de Portimão, foi resgatada pelo salva-vidas do Instituto de Socorros a Náufragos de Ferragudo e pela Polícia Marítima, ontem, quarta-feira. A vítima, de 40 anos, terá caído quando caminhava junto à crista da arriba.

O alerta para a queda de uma pessoa numa praia de difícil acesso por terra na zona de Alvor, conhecida como Praia do Submarino, foi dado às 16h35. Para o local, foi despachado o salva-vidas da Estação do ISN e uma viatura da Polícia Marítima.

A mulher acabou por ser retirada do local por via terrestre, com a ajuda de um tripulante da embarcação do ISN, da Polícia Marítima, dos Bombeiros de Portimão e do INEM, tendo sido transportada para a unidade de Portimão do Centro Hospitalar do Algarve.

www.sulinformacao.pt

Hotel Pestana em Portimão evacuado - Incêndio que lavra na zona é motivo de evacuação preventiva. (INCLÚI VÍDEO)

 As povoações do Carriçal, Moinho da Rocha e Tabual e o Hotel Pestana Race junto ao Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, foram esta segunda-feira evacuados devido ao incêndio florestal que teve início em Monchique, disse à Lusa fonte da Proteção Civil. 

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, um total de 28 pessoas das três localidades e um número ainda não determinado de clientes do hotel foram retirados por precaução, face à intensidade do fumo que se regista na área, num fogo que tem uma frente "bastante extensa". 

A dificuldade de combate é acentuada devido ao forte vento que se faz sentir na área. A mesma fonte acrescentou que o fogo, que se reacendeu na última noite em Monchique, evoluiu para sul, para o concelho de Portimão, obrigando ao encerramento das estradas Senhora do Verde -- Casais e no sítio do Carriçal. O combate às chamas obrigou ainda à deslocação do posto de comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil em Fóia, Monchique, para o Autódromo Internacional do Algarve. "Noite não será amiga dos bombeiros" O comandante distrital de operações de socorro de Faro, Vítor Vaz Pinto, perspetivou que "a noite não será amiga dos bombeiros" no combate ao incêndio florestal em Portimão e Monchique, devido sobretudo ao vento forte. "O vento vai manter-se, as condições meteorológicas não nos vão facilitar muito a vida, por isso a noite não será amiga dos bombeiros", disse à Lusa. 

Num ponto de situação feito pouco depois das 18h00 aos jornalistas, o responsável referiu que o incêndio -- que deflagrou no sábado em Monchique e foi dado como extinto no domingo, mas teve um reacendimento na quarta-feira e chegou ao município de Portimão - continua a lavrar com "muita intensidade". 

Segundo Vítor Vaz Pinto, o vento dificultou o trabalho dos meios aéreos que foram mobilizados para o local, uma zona com muito edificado disperso pela serra. Ainda assim, não havia até àquela hora registo de primeiras habitações destruídas. "É estranho que um incêndio que estava consolidado se tivesse reacendido de forma tão fulminante, mas caberá às autoridades investigarem", referiu, quando questionado sobre a origem do fogo. Para o combate foram mobilizados mais de 500 operacionais e, segundo a página da Proteção Civil na Internet, cerca de 200 viaturas e nove meios aéreos.




A presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes, indicou que a maioria das pessoas que tiveram de abandonar as suas casas por prevenção está com familiares. "Só temos quatro pessoas no posto de acolhimento, maioritariamente situações de mobilidade reduzida", apontou, sublinhando que o município está preparado para acolher outros moradores que necessitem. Isilda Gomes indicou que os hóspedes foram levados para outra unidade do grupo Pestana no concelho.

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http://www.cmjornal.pt

Adesão à greve entre os 70 e os 80% Guardas-florestais protestam nas ruas de Lisboa


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Os guardas-florestais voltaram à rua. Com greve de 24 horas, realizaram uma manifestação e concentraram-se em frente ao Ministério da Administração Interna onde exigiram o fim da extinção da carreira.


http://abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/guardas_florestais_manif_8_stb.jpg?itok=VZhTH8v9
Guardas-Florestais manifestaram-se hoje em Lisboa e exigem que o Governo dê resposta
Os guardas-florestais do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR manifestaram-se hoje em Lisboa, contra a extinção da carreira, pela atribuição de suplementos remuneratórios de acordo com as funções específicas exercidas, e a aplicação do seu Estatuto que entrou em vigor em Novembro passado.
Depois do Ministério da Administração Interna, através do Secretário de Estado da tutela, ter recusado qualquer negociação sobre as propostas da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), seja para a revisão do diploma legal que prevê a extinção da carreira à medida que os lugares vagarem, seja para a atribuição de suplementos remuneratórios. Perante esta resposta, os guardas-florestais concretizaram hoje uma greve de 24 horas, na qual a adesão esteve entre os 70 e os 80% dos efectivos no activo, e uma manifestação com a participação de cerca de centena e meia dos 312 elementos que contém carreira.
Desfilando do Largo do Carmo, onde se situa o Quartel General da GNR, para o Terreiro do Paço, junto ao Ministério da Administração Interna, concentraram-se aqui para aprovar uma resolução em que decidiram dar seguimento às acções de protesto, com uma nova manifestação, desta vez na Residência Oficial do Primeiro-Ministro, em data a anunciar brevemente.
Na moção aprovada nesta acção, os guardas-florestais reivindicaram, como já haviam antes divulgado: a exigência da reversão do processo de extinção da carreira de guarda-florestal; a exigência do recrutamento de novos efectivos para a carreira de guarda-florestal; o reforço da exigência de negociação da proposta apresentada pela FNSTFPS, sobre a atribuição de suplementos; a exigência do pagamento dos retroactivos em dívida e a regulamentação em falta das matérias do Estatuto que a exige.

abrilabril.pt

A CIDADE DE HIROSHIMA NOS DIAS DE HOJE











CONHEÇA - Shanxi, China

UMA BELEZA COM LINDAS PAISAGENS E TEMPLOS BUDISTAS



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