AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Asli Erdogan.


Enquanto as almas mais histéricas de Bruxelas lançavam violentas jaculatórias contra os ingleses, que tinham decidido – e não de um dia para o outro – abandonar a galé, o pequeno sultão de Ancara, Recep Erdogan colocava a Turquia a ferro e fogo depois de um golpe militar que parece encenado numa má república sul-americana. Fechou 29 casas editoras (e cerca de 20 jornais e televisões), despediu 40 mil professores, milhares de jornalistas, sem deixar de embolsar algum pagamento que as mesmas almas histéricas europeístas lhe deixam à porta para que controle as fronteiras com a Síria e o Iraque. É um bom negócio. Entre os presos está a romancista Asli Erdogan (há já 3 semanas); um abaixo assinado, que é encabeçado por Olivier Rolin e Patrick Deville, circula por Bruxelas, mas as almas da burocracia europeia têm o correio lacrado. De que vale ser europeu se a Europa for uma galé governada por merdosos que hesitam em ter voz, seja contra a Venezuela, seja contra a Turquia? A Turquia não é para lá da a China, caso tenham dúvidas. É ao virar da esquina e estão-se nas tintas para os estados de alma europeus.

Na coluna do CM.
origemdasespecies.blogs.sapo.pt

Comam maçã podre








Esta semana ficámos a saber que a Comissão Europeia quer obrigar a Apple a devolver 13 mil milhões de Euros à Irlanda, porque considerou que a multinacional norte-americana recebeu ajudas de Estado ilegais, sob a forma de benefícios fiscais desenhados especificamente para as operações desta empresa, em linha com uma prática habitual, filha da ideia de política industrial por via da competitividade fiscal.

Esta decisão, que deixou Vital Moreira ou Rui Tavares cheios de certezas ou de esperanças, respectivamente, confirma, na realidade, a natureza da Comissão Europeia, enquanto entidade política pós-democrática capaz tantas vezes de promover uma certa interpretação do princípio da concorrência de mercado dita livre e não-falseada à escala supranacional, princípio neoliberal que pelos vistos colhe apoios entre gente de esquerda.

O que a Comissão Europeia vem dizer parece simples de interpretar: uma coisa é a corrida para o fundo em matéria de fiscalidade empresarial, promovida idealmente, de forma geral e abstracta, por uma integração europeia desenhada para estender o princípio da concorrência a certas e determinadas regras, outra é a política industrial de Estados, um alvo sempre a abater. Agora desprovidos de instrumentos decentes de política por esta integração, os Estados usam o que têm, beneficiando empresas em concreto por via fiscal. Este reduto da discricionariedade estadual é agora pelos vistos limitado.

Esta decisão é a expressão da ideia de que as entidades políticas puramente capitalistas são no seu melhor um velador dos interesses gerais e de mais longo prazo do capital; neste caso, do capital que tem um horizonte de operações supranacional ou não fosse a UE o outro nome da globalização no continente, criando um terreno regulatório uniforme que serve os seus interesses coletivos, mesmo que possa, por vezes, não muitas vezes, prejudicar os interesses particulares de empresas particulares em momentos particulares. A força material da UE advém também desta capacidade, como sabe quem esteja atento ao que se tem passado desde pelo menos o Acto Único europeu, nos anos oitenta, e às posições das organizações representativas dos interesses do grande capital nessa escala. Nunca deixaram de apoiar a integração.

De resto, dizer que a União Europeia é uma forma de corrigir uma falha de mercado gerada pela coexistência entre estados nacionais e integração supranacional, como faz Vital Moreira, é um erro crasso, típico de economia de manual, porque esquece que a União Europeia, pelo seu papel na construção das forças de mercado à escala supranacional, na construção da globalização no continente, foi a geradora principal aí dos problemas de concentração de poder nas multinacionais. Esta decisão limita-se a reduzir a discricionariedade fiscal dos Estados, quando a verdadeira solução começa pela redução do alcance da globalização económica, através, entre outras, da recuperação de instrumentos decentes de política industrial. As periferias precisam destes instrumentos mais do que o centro, claro.


ladroesdebicicletas.blogspot.pt

em rota de despedida


1SETEMB2016 - O MUNDO MARAVILHOSOS DOS GRAFFITIS


































Almodôvar volta a garantir transporte gratuito para Beja e para Faro a estudantes


A Câmara de Almodôvar vai garantir, pelo terceiro ano consecutivo, transporte gratuito para estudantes quer do ensino superior, quer do ensino profissional, que estudem em Faro e em Beja e residam no concelho.

«Para uma maior justiça e oportunidade de igualdade para todos os nossos jovens que estudam fora do concelho, sendo que não é possível ao município realizar o transporte com meios próprios para todas as universidades do país, a Câmara assume novamente a totalidade dos custos com os títulos de transporte dos transportes públicos que estes estudantes venham a apresentar», acrescenta a autarquia. 

www.sulinformacao.pt

Fábrica do Queijo de Olhão mostra que a criatividade pode ter (muito) sabor

A criatividade também pode ter sabor. Essa é, pelo menos, a sensação com que ficamos ao entrar na Fábrica do Queijo, em Olhão, dando de caras com a sua grande variedade de produtos lácteos, elaborados com matérias primas da região.


Esta empresa olhanense aposta nas tradições e nos produtos do Algarve, aos quais junta uma boa dose de imaginação. «O meu objetivo é pegar no que é tradição, no que é normal fazer-se, e inovar. O conceito é muito simples, mas dá muito trabalho», resumiu Ana Gancho, a jovem empresária que há cerca de um ano se lançou nesta aventura.




Ana Gancho

Apesar de não estar de portas abertas há muito tempo, a Fábrica do Queijo já habituou os seus clientes a ter novidades regulares. A mais recente são as queijadas, que saíram do forno pela primeira vez em Agosto, um produto no qual a empresa algarvia quer apostar. «São queijadas sem açúcar refinado ou amarelo. Como alternativa, uso a geleia de agave ou o açúcar de coco», disse Ana Gancho, ao Sul Informação.
«Quando tenho a possibilidade, lanço novos produtos. As pessoas procuram sempre novidades e é isso que faz mexer a loja. Estou a pensar aventurar-me em queijadas à base de mel e também já ponderei fazer queijadas salgadas. Hão-de surgir outras inovações, sempre à volta do nosso queijo», ilustrou.
Para chegar a este ponto, a engenheira zootécnica, natural de Olhão e formada na Universidade de Évora, teve de arriscar, arregaçar as mangas e criar o seu próprio negócio. Antes disso, aprendeu muito sobre a produção de queijos e de outros produtos lácteos num percurso profissional sempre ligado ao setor.


«Há mais de dez anos que estou na área. Depois de ter feito um estágio de final de curso em Itália, onde trabalhei com leite de cabra, vim para a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve [estágio profissional], onde aprendi a fazer queijo. Entretanto, fui para Castro Marim, para trabalhar com o Jacinto Paulo Matias, onde aprendi a fazer os iogurtes. Depois, fui para São Brás abrir o Portal dos Queijos, que ainda está em atividade», contou.
Mais tarde, foi convidada para iniciar o projeto da ANCCRAL – Associação de Criadores de Caprinos de Raça Algarvia, que geriu durante cinco anos, intimamente ligado ao leite de cabra. «Por motivos pessoais e por achar que já reunia os conhecimentos necessários para dar este passo, vim para o pé da família, em Olhão», explicou.
Nasceu assim a Fábrica do Queijo, numa loja situada na Avenida da República, uma das principais artérias de Olhão, onde Ana Gancho produz diferentes tipos de queijo e iogurtes e onde é feita a venda ao público. E clientes não têm faltado, garante a empresária.
«Olhão está em crescimento, há cada vez mais estrangeiros residentes e turismo. E, por incrível que pareça, eles interessam-se muito mais pelo que é nosso, por aquilo que é genuíno», disse. Os produtos de Ana Gancho não podiam ser mais nossos, já que usam como base leite de cabras de raça algarvia e produtos adquiridos localmente.
Esta linha, bem próxima da tradição, foi traçada logo de início, quando a jovem empresária decidiu investir no seu próprio negócio. «Achei que tinha de usar os métodos tradicionais. Optei, então, pelas panelas, até porque o espaço que tenho disponível é limitado. E achei que tinha de fazer diferente», disse.

VÍDEO



E foi com esta filosofia que Ana Gancho criou dezenas de produtos distintos e inovadores. «Começámos pelo queijo fresco e adicionámos uma grande variedade de sabores. Temos aqui sempre o queijo de ervas e o simples. Depois vamos variando. Hoje fiz com leite condensado e coco, com tomate seco e manjericão e com doce de abóbora e nozes, para vender amanhã. Mas vai mudando, consoante os doces que me aparecem e os produtos que tenho à disposição. Nunca é igual, não há nada planeado. Por norma, temos sempre dois doces e um salgado. Até já perdi a conta aos diferentes tipos de queijo que aqui fiz», disse.
Entretanto, a empresária apostou nos queijos curados, também com aromas. Neste caso, só aposta nos sabores salgados, «como o picante, alho e salsa, azeitonas e alho, pimenta, orégão, caril e de sementes, entre outros».
«Não satisfeita, comecei a fazer bolinhas de queijo e a curá-las em azeite, numa parceria com o lagar de Santa Catarina. Nós aromatizamos o azeite e temos já cinco sabores distintos: o italiano, com tomate seco e manjericão, o algarvio, com louro, orégãos e alho, o espanhol, que é picante, o nortenho, com salva e alecrim, e o alentejano, com azeitona, poejo e orégãos», acrescentou.
Este é um produto que tem uma dupla utilização, já que, além do queijo em si, é possível reutilizar o azeite em que este está conservado, «para temperar saladas, massas e fazer outro tipo de pratos».
Por alto, Ana Gancho estima que sejam já mais de 20 os diferentes aromas de queijo fresco que experimentou, mais dez curados e as cinco variedades de queijo em azeite, a que se junta o queijo de aromas ralado, que vende em feiras.
A estes queijos juntam-se outros produtos lácteos, nomeadamente iogurtes e, mais recentemente, queijo creme, que também tem diferentes sabores, nomeadamente «alho e salsa, alho e coentros, alho e cebolinho, azeitona e tomate e manjericão».
Mas a Fábrica do Queijo é mais do que uma queijaria, é uma loja onde se podem encontrar outros produtos típicos, a larga maioria algarvios, mas também alguns do Alentejo, como compotas, vinhos, conservas, chás, sal tradicional e ervas. «Ao início, não tínhamos muitos produtos nossos. Agora, o nosso objetivo é ter um estabelecimento só com os produtos que fazemos e com os dos nossos parceiros mais próximos», disse.


www.sulinformacao.pt

VÍDEO - É A HORA DE MELHORAR SALÁRIOS E PENSÕES



VÍDEO

Na abertura do ano judicial Qual o caminho da nossa Justiça?


  • Entrar / Registar
Hoje, na cerimónia de abertura do ano judicial que decorreu no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, várias necessidades de mudança vieram ao de cima. Passados vários anos, continua a necessidade de concretização.


http://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/800px-tribunal_do_trabalho_de_viseu.jpg?itok=Oz_UOfyM
São vários os problemas apontados no panorama judicial do nosso país
 
As intervenções realizadas analisaram a situação da Justiça no país e, de uma forma geral, apontaram várias necessidades de mudança. A expectativa fica na concretização das medidas a efectuar, num contexto em que há muito tempo tem vindo a público a persistência de problemas nesta área.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu a criação de um pacto para a justiça que permita transformar este sector numa prioridade nacional. Um pacto que, na sua opinião, deve começar numa base de consenso entre os agentes da justiça e só depois evoluir para a aprovação dos partidos políticos. Chegou mesmo a afirmar que para os portugueses, a percepção da Justiça era «lenta, cara e classista»
Conceição Gomes, directora executiva do Observatório Permanente da Justiça, que funciona no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, recordou que já houve um pacto, assinado em 2006 entre os partidos do arco da governação, PSD e PS, que segundo a sua opinião, correu mal.
A questão da morosidade foi também mencionada pelo presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues: «Todos são unânimes em identificar os custos de contexto com a burocracia, os custos associados à morosidade como factores que dificultam a nossa capacidade exportadora e a nossa capacidade de atrair investimento, em especial investimento directo estrangeiro.»
A bastonária dos advogados, Elina Fraga, também reivindicou mais celeridade: «Como pode ter sucesso qualquer campanha contra o assédio moral no trabalho, se este hoje prolifera de forma impune, quando é do conhecimento geral que, quando não são vencidos pelo cansaço, os trabalhadores são vencidos pela morosidade processual?».
A ministra da Justiça, Francisca van Dunem, confrontada pelos agentes da justiça com a crónica falta de funcionários judiciais, reconheceu a necessidade de «investir seriamente» na formação específica não só de oficiais de justiça como de magistrados. Afirmou ainda o empenho do Governo em concretizar alterações, designadamente reactivar 20 tribunais e «alargar» a competência material das actuais secções de proximidade, de modo a que ali se realizem julgamentos criminais, a partir de Janeiro de 2017.
As considerações gerais desta cerimónia remeteram para uma necessidade de mudanças, mas faltou em grande medida aprofundar quais serão os caminhos da mudança, nomeadamente em que se poderia reflectir o dito pacto de Justiça. Há vários anos que são apontadas as necessidades, mas o que tem vindo a público confirma que o panorama continua problemático.
O panorama da Justiça em Portugal
Muitas são as queixas no que diz respeito ao acesso à justiça. Cada vez foi mais referenciado nos últimos anos o elevado preço deste acesso, a falta de apoio judiciário, ou o encerramento de tribunais.
As anunciadas correcções do mapa judiciário são lentas (agora adiadas para 2017). O fecho e a desqualificação dos tribunais foram factor de afastamento da justiça das populações.
Tem sido constantemente referenciado que a carência de magistrados é crónica, sobretudo no Ministério Público, afectando as próprias funções desta magistratura. Os dados revelam que faltam 1300 oficiais de justiça e já este ano se aposentaram 400, o que causa situações de quase ruptura em muitos tribunais e também de morosidade e pendências em muitas áreas.
No combate ao crime, são diminutos os resultados face à dimensão e ao alastramento do fenómeno – como são exemplo os casos de corrupção e de criminalidade organizada, nomeadamente do crime económico, tendo em conta a carência de meios de toda a ordem ao dispor da investigação criminal, de que se queixam os profissionais da área.
A falta de resposta tem sido justificada com a falta de meios. Os cortes nos orçamentos da Justiça têm sido recorrentes nos orçamentos dos governos.

www.abrilabril.pt

O TWITTER ESTÁ CHATO ! O TWITTER ESTÁ A LIMITAR AS PUBLICAÇÕES DOS BLOGUES.

O TWITTER ESTÁ A LIMITAR AS PUBLICAÇÕES DOS BLOGUES.
PARA DEMOVER (PARA CHATEAR) DE VEZ EM QUANDO BLOQUEIAM A CONTA E PEDEM PARA LHES CONFIRMARMOS O Nº DE TELEFONE QUE TEMOS NA NOSSA CONTA.
TODOS OS DIAS DESDE HÁ SEMANAS ME ACONTECE ISTO, AINDA HÁ MINUTOS LÁ TIVE QUE FAZER A CONFIRMAÇÃO E ENVIAR UM CÓDIGO .ANTES NADA DISTO ERA NECESSÁRIO.
CLARO QUE TUDO ISTO É TRETA E FAZEM-NO COM A DESCULPA DE IMPEDIREM O SPAM.
ARTISTAS !
AG

HÁ GENTE

HÁ GENTE QUE ENQUANTO TEM FORÇA FÍSICA E PODE GANHAR UNS TOSTÕES MALTRATA, ODEIA E ESCARNECE DOS QUE CONTESTAM E COMBATEM AS SITUAÇÕES SOCIAIS DE MISÉRIA A QUE O FASCISMO DE ANTES E O RECENTE IMPÕE A QUEM PRECISA DE APOIO QUANDO DOENTE OU VELHO.
DEPOIS SÃO OS MESMOS QUE QUANDO AUSENTES DE FORÇA OU DESEMPREGADOS QUE VEM VOCIFERAR A DIZER QUE NINGUÉM OS RESPEITA.
SÓ QUE SEMPRE SE DIRIGEM AO LADO ERRADO E NUNCA AOS CULPADOS DA SUA DESGRAÇA.
António Garrochinho

É ISTO QUE A POLÍCIA MILITAR FAZ A QUEM DEFENDE DILMA - A DITADURA TEMER EM CAXIAS DO SUL (DOIS VÍDEOS)




Veja o momento exato da agressão da PM em Ribeirão Preto contra uma manifestante mulher.
O golpe vem escancarar a violência policial no Brasil. Apenas no primeiro dia do fatídico golpe, manifestantes de todo o Brasil são atacados com gás de pimenta, bombas de gás e balas de borracha, além de muito cassetete. Isso não diz respeito somente a quem apanhou, correu, se machucou, fere o direito legal da manifestação em si.
Tchau democracia, nos vemos nas urnas e nas ruas.

VÍDEO

video

DitaduraTemer em Caxias do Sul/RS


A polícia militar agride manifestantes que já haviam dispersado do ato contra o impeachment da presidenta Dilma, na cidade gaúcha. Ações violentas da PM foram registradas na grande maioria das cidades que foram às ruas nesta quarta-feira histórica.

VÍDEO


video

Mauro Rogério Silva Dos Santos 

Eu sou a pessoa agredida no vídeo. Tenho vários machucados mas estou bem. O fato. tenho habito de buscar meu filho na faculdade, sempre em torno de 22 horas. Recebi um msg dele dizendo que não estava na faculdade e sim na praça central de Caxias do Sul onde estava acontecendo uma manifestação pelo fora Temer. Me dirigi para lá e já não haviam muitas pessoas. Não o vi. Recebi um pedido de ajuda dele dizendo que estavam precisando de um advogado pois haviam jovens sendo presos a uma quadra da praça, quando se dispersavam. Cheguei e vi uma moça e um jovem, certamente menor de mão na parede e os policiais se preparando para conduzi-los a delegacia. Retirei mina carteira e apresentei aos policiais para saber da razão da condução dos jovens e qual o nome deles. De imediato fui repelido com empurrões e não tive a condição de advogado reconhecida, talvez por eu ser negro. As agressões foram muitas e meu filho veio em meu socorro. ele está preso. Dizem que ele chutou um policial. Foi conduzido a penitenciaria de Caxias do Sul. Meu filho é estudante de direito. por longo tempo atleta da confederação brasileira de canoagem. O presido não é o lugar dele. Vou trabalhar para tirá-lo de lá.

CUIDADO !


QUEM FOI MARIA DA PENHA?



Maria da Penha Maia Fernandes, biofarmacêutica cearense, nascida em 1945, fez da sua tragédia pessoal uma bandeira de luta pelos direitos da mulher e batalhou durante 20 anos para que fosse feita justiça. O seu agressor, o professor universitário de economia Marco Antonio Herredia Viveros, era também o seu marido e pai de suas três filhas. Na época ela tinha 38 anos e sua
s filhas idades entre 6 e 2 anos.

Na primeira tentativa de assassinato, em 1983, Viveros atirou em suas costas enquanto ainda dormia, alegando que tinha sido um assalto. Depois do disparo, foi encontrado na cozinha, gritando por socorro. Dizia que os ladrões haviam escapado pela janela.

Maria da Penha foi hospitalizada e ficou internada durante quatro meses. Voltou ao lar paraplégica e mantida em regime de isolamento completo. Foi nessa época que aconteceu a segunda tentativa de homicídio: o marido a empurrou da cadeira de rodas e tentou eletrocutá-la embaixo do chuveiro.

Herredia foi a júri duas vezes: a primeira, em 1991, quando os advogados do réu anularam o julgamento. Já na segunda, em 1996, o réu foi condenado a dez anos e seis meses, mas recorreu. Por meio de recursos jurídicos, ficou preso por dois anos. Solto em 2002, hoje está livre.

Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada pelo então presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva a Lei Maria da Penha , na qual há aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher, quando ocorridas no ambiente doméstico ou familiar.

DATA DA FOTO: c.1983
FOTÓGRAFO: Desconhecido.
LOCAL: Ceará, Fortaleza.
FONTE: www.fotonahistoria.blogspot.com


Portugal em fotos da LIFE



Assim se faz Portugal


Palácio da Ajuda, Lisboa. Postal sem data.

Trajes típicos do Minho em Postais?, sem data.

Trajes típicos do Minho em Postais?, sem data.


Trajes típicos do Minho em Postais?, sem data.

Estoril, Portugal.1950. Gordon Parks.

Estoril, Portugal.1950. Gordon Parks.

Estoril, Portugal.1950. Gordon Parks.

Eurailpass na Europa: Estação de comboios de Aveiro (creio), Portugal. 1970. Carlo Bavagnoli.

Eurailpass na Europa: passagem de comboio, sobre a ponte ferroviária sobre o Rio Douro. Porto, Portugal. 1970. Carlo Bavagnoli.

Eurailpass na Europa: passagem de comboio, sobre a ponte ferroviária sobre o Rio Douro. Porto, Portugal. 1970. Carlo Bavagnoli.

Alcácer do Sal é uma das mais antigas cidades da Europa, fundada antes de 1000 a.C. pelos fenicios. Assim como as vizinhas e também fenícias Lisboa e Setúbal, fornecia sal, peixe salgado, cavalos para exportação e alimentos para os barcos que comerciavam estanho com a Cornualha. Durante o domínio árabe foi capital da província de Al-Kassr. D. Afonso Henriques conquistou-a em 1158. Reconquistada pelos mouros, só no reinado de D. Afonso II, e com o auxílio de uma frota de cruzados, a cidade foi definitivamente conquistada, tornando-se cabeça da Ordem de Santiago. Gravura sem data.

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha), situa-se na Batalha, Portugal, e foi mandado edificar em 1386 por D.João I de Portugal como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Este mosteiro dominicano foi construído ao longo de dois séculos até cerca de 1517, durante o reinado de sete reis de Portugal, embora desde 1388 já ali vivessem os primeiros dominicanos. Exemplo da arquitectura gótica tardia portuguesa, ou estilo manuelino, é considerado património mundial pela UNESCO. Foto sem data.

O Mosteiro dos Jerónimos é um mosteiro manuelino, testemunho monumental da riqueza dos Descobrimentos portugueses. Situa-se em Belém, Lisboa, à entrada do Rio Tejo. Constitui o ponto mais alto da arquitectura manuelina e o mais notável conjunto monástico do século XVI em Portugal e uma das principais igrejas-salão da Europa. Destacam-se o seu claustro, completo em 1544, e a porta sul, de complexo desenho geométrico, virada para o rio Tejo. Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos. O monumento é considerado património mundial pela UNESCO. Foto sem data.

A Praça dos Restauradores situa-se em Lisboa e é caracterizada pelo alto obelisco, de 30 metros de altura, inaugurado em 28 de Abril de 1886, como custo de 45 contos de réis, que comemora a libertação do país do domínio espanhol em 1 de Dezembro de 1640. Foto sem data.

O Miradouro de Santa Luzia tem uma ampla vista sobre Alfama e o rio Tejo. Os pontos característicos, da esquerda para a direita, são a cúpula de Santa Engrácia, a Igreja de Santo Estêvão e as duas torres brancas da Igreja de São Miguel. A muralha sul de Santa Luzia tem dois modernos painéis de azulejos, um da Praça do Comércio de antes do terramoto e outro com os cristãos a atacarem o castelo de São Jorge. Foto sem data.

A Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m² . Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. Os edifícios, com arcadas que circundam a praça, albergam alguns departamentos de vários Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa. Foto sem data.


A Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme. O monumento se destaca pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à Arquitectura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna). Classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983. Foto sem data.

(Fotos LIFE Archive e textos Wikipedia)

citizengrave.blogspot.pt