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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

IRONIA "ESMAGADORA"


A Igreja Católica Portuguesa, uma pequena sucursal da poderosíssima empresa multinacional que é a Igreja oficial do Estado do Vaticano, está preocupada com as alterações que uma qualquer mudança de política fiscal no IMI possa introduzir na sua "complexa" contabilidade e na possível quebra dos lucros expectáveis.
Como qualquer empresa que "trabalha" os seus planos fiscais, está reunida para combinar uma resposta ao Estado Português, concertada entre todas a dioceses, na defesa do seus interesses.
A tal "ironia esmagadora" de que falo no título, é o facto de terem decidido reunir-se em FÁTIMA… exactamente o "balcão" da empresa em que o negócio é mais escuro, mais opaco, mais fraudulento… com MILHÔES de euros a entrar, sem parar e sem qualquer controlo, sem qualquer contrapartida de recibos, facturas… o que quer que seja que registe a entrada das fortunas que sabemos, em dinheiro, ou em peças de ouro, nos cofres da empresa/igreja.
Só os impostos sonegados às Finanças por este processo, apenas no "balcão" de Fátima e dando de barato as "esmolas" que milhares de crentes "depositam", igualmente sem qualquer recibo e diariamente, nas igrejas, igrejinhas e capelas do país, fazem o coitado do IMI parecer uma brincadeira de adolescentes!

Samuel Quedas
Os responsáveis pelas finanças das dioceses reúnem-se em Fátima. Em causa as notificações do fisco para pagarem o IMI relativo a bens e equipamentos que estão isentos pela Concordata.
TSF.PT|DE TSF

EM ROTA DE DESPEDIDA


DAS LEIS NECESSÁRIAS


Foi hoje publicado o Decreto-Lei n.º 58/2016 que determina que em todas as entidades “públicas e privadas, singulares e colectivas que prestem atendimento presencial ao público” as pessoas com deficiência, grávidas, com crianças pequenas e idosos passam a ter direito, agora em forma de lei, a atendimento prioritário.


Vejamos o seu artigo 3º.

Dever de prestar atendimento prioritário
1 — Todas as pessoas, públicas e privadas, singulares e colectivas, no âmbito do atendimento presencial ao público, devem atender com prioridade sobre as demais pessoas:
a) Pessoas com deficiência ou incapacidade;
b) Pessoas idosas;
c) Grávidas; e
d) Pessoas acompanhadas de crianças de colo.
2 — Para os efeitos estabelecidos no presente decreto-lei, entende -se por:
a) «Pessoa com deficiência ou incapacidade», aquela que, por motivo de perda ou anomalia, congénita ou adquirida, de funções ou de estruturas do corpo, incluindo as funções psicológicas, apresente dificuldades específicas susceptíveis de, em conjugação com os factores do meio, lhe limitar ou dificultar a actividade e a participação em condições de igualdade com as demais pessoas e que possua um grau de incapacidade igual ou superior a 60 % reconhecido em Atestado Multiusos;
b) «Pessoa idosa», a que tenha idade igual ou superior a 65 anos e apresente evidente alteração ou limitação das funções físicas ou mentais;
c) «Pessoa acompanhada de criança de colo», aquela que se faça acompanhar de criança até aos dois anos de idade.
3 — A pessoa a quem for recusado atendimento prioritário, em violação do disposto nos números anteriores, pode requerer a presença de autoridade policial a fim de remover essa recusa e para que essa autoridade tome nota da ocorrência e a faça chegar à entidade competente para receber a queixa nos termos do artigo 6.º

Algumas notas.

Idealmente, uma sociedade desenvolvida, eticamente saudável e atenta a todos os seus elementos e às suas necessidades não deveria precisar de leis desta natureza. No entanto, de há muito que aprendi que a realidade não é a projecção dos meus desejos apesar de muitos discursos de lideranças políticas definirem o que é a realidade por maior que seja a diferença entre o que dizem e o que vemos e sentimos.

Esta questão e sobretudo o disposto no ponto 3 recordou-me um episódio passado não há muito tempo num evento realizado numa cidade alentejana e dedicado às questões da inclusão, em particular das pessoas com deficiência e no qual colaborei.
Uma das pessoas presentes, que se desloca em cadeira de rodas, contou uma história interessante e elucidativa.

Ao deslocar-se de automóvel para uma zona comercial da cidade onde vive e quando se preparava para estacionar no espaço reservado a pessoas com deficiência, estava a estacionar um cidadão sem deficiência a quem o nosso amigo chamou a atenção para a sua condição e para o facto de aquele ser um espaço reservado.
Sintetizando a história, acabou por ouvir do "cidadão" que "tinha sorte em ser deficiente porque se o não fosse as coisas não ficavam assim". Esclarecedor.

O meu amigo, homem que entende não dever resignar-se procurou um agente da autoridade para apresentar queixa da ameaça e da infracção.
O agente da autoridade aconselhou o nosso amigo a não se "chatear" só por causa de um lugar de estacionamento. O nosso amigo não aceitou o conselho e continuou a reclamar os seus direitos. Acontece que é brasileiro e o agente da autoridade acabou por achar que ele devia era estar no país dele em vez de andar por aqui a chatear cada um.
Creio que é dispensável comentar quer a atitude do "cidadão", quer a atitude e comportamento do "agente da autoridade".

Por este tipo de coisas e a regularidade com que acontecem, o nosso amigo que usa a cadeira de rodas dizia que mais do que o "peso" da cadeira de rodas é difícil suportar as dificuldades criadas pelas atitudes e valores de muitas pessoas.
É só um exemplo do muito que está por fazer.
Assim sendo, que se protejam legalmente os direitos das pessoas bem como se regulamentem os deveres. Pode ser que contribua para a mudança de comportamentos.

atentainquietude.blogspot.pt

QUE GRANDES BANDIDOS E ASSASSINOS PRIMEIRO APOIAM E DEPOIS LAVAM AS MÃOS - O Pentágono considera “inaceitáveis” e “fonte de profunda preocupação” os relatos de combates a sul de Jarablus entre “forças armadas turcas, grupos da oposição e unidades ligadas às SDF (Forças Sírias Democráticas)”, lideradas pelos curdos.




No norte da Síria, a ofensiva apoiada pela Turquia começou a provocar críticas da parte dos Estados Unidos, aliado de Ancara na NATO.
O exército turco lançou, na semana passada, a operação “Escudo do Eufrates”, que tem por alvo o autoproclamado Estado Islâmico, mas também os curdos das Unidades de Proteção do Povo (YPG), que são apoiados por Washington no combate aos jihadistas.
O Pentágono considera “inaceitáveis” e “fonte de profunda preocupação” os relatos de combates a sul de Jarablus entre “forças armadas turcas, grupos da oposição e unidades ligadas às SDF (Forças Sírias Democráticas)”, lideradas pelos curdos.

DOD: We want to make clear that we find these clashes -- in areas where  is not located -- unacceptable and a source of deep concern.

Ancara assumiu pela voz do vice-primeiro ministro, Numan Kurtulmus, que a operação em curso visa também impedir a formação de um corredor controlado pelos curdos, a oeste do Rio Eufrates, ao longo da fronteira da Síria com a Turquia.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Turquia, Mevlut Cavusoglu, acusa mesmo as milícias curdas YPG de estarem a levar a cabo na zona uma “limpeza étnica, incluindo de curdos que não pensam como eles”.
Jarablus foi conquistada ao Daesh na semana passada e desde essa altura a ofensiva apoiada por Ancara tem visado essencialmente áreas controladas pelas chamadas Forças Sírias Democráticas. A Turquia considera as milícias curdas que lideram esta aliança como uma organização terrorista.


VÍDEO - PORTUGAL SELVAGEM A RIA FORMOSA ALGARVE




VÍDEO


HISTÓRIA COM FOTOS - Convair, o carro voador, 1946




O ConvAirCar foi um protótipo criado na década de 1940 que carregava o sonho do ser humano de unir a paixão por dirigir com o desejo de poder realizar voos particulares por qualquer um. 

O primeiro protótipo do Convair Model 116, fez 66 voos de teste. O carro tinha motor de 130 cavalos e chegava a 177 km/h em voo e 100 km/h em terra. O plano inicial era a produção comercial de mais de 100 mil unidades. Mas em um dos testes da segunda versão do carro voador, o Convair Model 118, foi preciso fazer um pouso forçado e o veículo ficou destruído. O projeto foi cancelado logo em seguida.


historiacomfotos.blogspot.pt

Fectrans apresenta reservas à municipalização da Carris



A Fectrans demostra receio de que a Câmara Municipal de Lisboa subconcessione a Carris, afirmando ainda que a municipalização não contribui para um sistema integrado de transportes de toda a área metropolitana.

A Fectrans considera que a municipalização da Carris pode comprometer a visão do sistema de transportes em toda a área metropolitana Foto de Tiago Petinga / Agência LUSA
A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) comunicou à imprensa que tem «imensas reservas» quanto à municipalização da Carris, demonstrando também receio que a Câmara Municipal de Lisboa possa subconcessionar a empresa.

«Preocupa-nos esta questão. Levanta-nos muitas dúvidas. Até na questão dos meios financeiros. A Câmara de Lisboa já subconcessionou outras empresas precisamente com o argumento da falta de condições financeiras e não há uma garantia de que algo não aconteça no futuro», afirmou Manuel Leal, dirigente sindical.

Depois de ter suspendido o processo de concessão das empresas públicas de transporte iniciado pelo Governo do PSD e do CDS-PP, o actual Governo do PS decidiu entregar a gestão da Carris à Câmara Municipal de Lisboa.

Manuel Leal afirmou que a Fectrans tem muitas reservas em relação à questão da municipalização, defendendo que esta «não vai contribuir para a criação de um sistema integrado de transportes de toda a Área Metropolitana de Lisboa».

O sindicalista defendeu que devia ser criado um sistema integrado de transportes de toda a Área Metropolitana de Lisboa, «com a construção de uma Autoridade Metropolitana de Transportes a ter competências de gestão e de organização do serviço público das diversas empresas».

Segundo Manuel Leal, a municipalização da Carris pode «comprometer essa visão do sistema de transportes em toda a área metropolitana, vai criar problemas na oferta de transportes na cidade e vai tornar apelativa a utilização do transporte privado».

www.abrilabril.pt

“Nós temos um sistema fiscal injusto e bárbaro”- A Grécia está para Bruxelas como o Chile para Kissinger, um laboratório de extorsão e opressão.


A Grécia está para Bruxelas como o Chile para Kissinger, um laboratório de extorsão e opressão.
Desde 1 de janeiro de 2016 que os gregos estão obrigados a declarar às finanças todo o seu património (ver aqui), a partir de outubro deste mesmo ano, os contribuintes gregos deverão declarar ao fisco não só os seus rendimentos, mas também o dinheiro em espécie que têm na sua posse, bens pessoais, como objetos de valor (joias, obras de arte, etc.) e mesmo mobiliário doméstico. A que já estavam obrigados.
De acordo com o jornal grego TO VIMA, citado dia 18 pelo site RT, o projeto inicial só sujeitava a declaração bens superiores a 15 mil euros. Este patamar foi entretanto reduzido para o valor de cem euros, abrangendo virtualmente todos os cidadãos.
As declarações devem ser entregues até ao final de Dezembro, devendo ser renovadas sempre que a situação fiscal se altere. O governo prepara-se para introduzir uma taxa única a incidir sobre este património.

O próprio Ministro das Finanças Suplente Tryfon 

Alexiadis (29-8-2016) citado no mesmo jornal:


“Nós temos um sistema fiscal injusto e bárbaro”


E os bárbaros assim se afirmam, sem pudor!
 
Via: as palavras são armas http://bit.ly/2cmwEvP

29AGOST2016 - IMAGENS CURIOSAS E ENGRAÇADAS + GIFS ANIMADOS PARA ALEGRAR O SEU DIA













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