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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Onde é que o fado nasceu? Alfredo marceneiro - fado laranjeira



O fado descende directamente do romanceiro, o canto narrativo tradiconal , cuja origem remonta à Idade Média. É, pelo menos, a convicção do investigador José Alberto Sardinha, plasmada no livro "A origem do fado", resultado de 20 anos de investigação.




Em "A origem do fado", José Aberto Sardinha contraria tudo o que até hoje se escreveu sobre a matéria. Que a história da chamada canção de Lisboa sempre andou envolta em mistério e que o género terá sofrido influências do Brasil, de África e do Médio Oriente era o que até agora se sabia. Mas, na investigação de José Alberto Sardinha, todas estas teorias são postas de parte. Para o autor, o fado não é só de Lisboa porque, explica com ironia, "nunca existiu à entrada de Lisboa uma alfândega musical que determinasse que dali nem saía o fado nem entravam chulas e malhões. Para mim, o fado tem a sua génese no romanceiro tradicional".

O investigador defende ainda a ideia de que o fado não nasceu nas tabernas, mas, sim, na rua e nas feiras. "Há 35 anos que sou investigador da música de tradição oral no campo. E, como tal, o fado não ocupava as minhas preocupações. Também eu partia do preconceito que toda a gente tem de que o fado é uma canção de Lisboa e que, portanto, não tem nada a ver com o campo".

Apesar de tudo, sublinha, "nessas minhas investigações no terreno, ia gravando alguns fados bailados, que apareciam sempre. Claro que, na altura, levava isso sempre à conta de que seriam importações do campo em relação à cidade. Mas, o que é verdade é que sempre notei que havia um certo género poético musical muito semelhante ao fado, em termos melódicos e na própria entoação".

Rural versus urbano

O investigador explica que essas semelhanças entroncam no romanceiro tradicional. "O romanceiro tem a sua origem nas gestas em que se narravam histórias da guerra contra os mouros e que, a partir do século XVI, começou a contar histórias de amores e desamores de reis e de rainhas e que mais tarde, no século XVII, passou a contar histórias do dia a dia de gente simples. Todo esse reportório foi, durante séculos, cantado por músicos ambulantes, os jograis, e, posteriormente, pelos ceguinhos".

O ponto de viragem na investigação de José Alberto Sardinha aconteceu em 1988. "Um dia, depois de gravar uma velhota durante uma tarde inteira a cantar romanceiros, percebi que havia pontos de contacto com o fado. Voltei para casa, voltei a ouvir gravações antigas que fizera e pensei: "se substituirmos o conceito de semelhança pelo conceito de identidade, pode ser uma revolução. E, então, investiguei mais profundamente nos anos seguintes".



"Ao longo de 22 anos", conta José Alberto Sardinha, "comecei a direccionar a minha investigação na procura dos ceguinhos, na gravação do seu reportório, na gravação de romances e na busca da génese do fado. E é isso que dá origem a este volume, que é sutentado por quatro CDs. No fundo, o que defendo é que, do século XVI até princípios século XX, Lisboa comungava de um mesmo substracto cultural com as aldeias, vilas e cidades do resto do país. Isto é, havia uma realidade, uma prática e uma vivência musicais que eram comuns".

José Alberto Sardinha também avança outra teoria para a origem da palavra "fado". De acordo com o investigador, a palavra, ao nível popular, tem o sentido de vida. "Portanto", defende, "o fado chama-se fado porque conta histórias".

http://www.jn.pt


DEPOIS DE TE BEIJAR, A BOCA PURPURINA
UM NOME ALI GRAVEI, O TEU NOME ... MARIA
Digitalizar0026.jpg

Alfredo Marceneiro canta Fado Laranjeira
letra de Júlio César Valente e música  (Fado Laranjeira) de Alfredo Marceneiro

vídeo


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"LARANJEIRA FLORIDA"

Letra de: Júlio César Valente
Música: Fado Alexandrino Laranjeira de Alfredo Marceneiro


Em tenra a laranjeira
Ainda pequenina
Onde poisava o melro
Ao declinar do dia
Depois de te beijar
A boca purpurina
Um nome ali gravei
O teu nome Maria

Em volta um coração
também com arte e jeito
Ao circundar teu nome
A minha mão gravou
Esculpi-lhe uma data
E o trabalho feito
Como selo de amor
No tronco lá ficou

Mas no rugoso tronco
Eu vejo com saudade
O símbolo do amor
Que em tempos nos uniu
Cadeia de ilusões
Da nossa mocidade
Que o tempo enferrujou
E que depois partiu

E à linda laranjeira
Altar pregão d´amor
Que tem a cor da esperança
A cor das esmeraldas
Vão as noivas colher
As simbólicas flores
Para tecer num sonho
As virginais grinaldas    
patriarca-do-fado.blogs.sapo.pt

Vírus no Facebook espalha mensagens com a sua identificação!

Enfermeiros ameaçam vir para a rua se 35 horas não se estenderem aos colegas a contrato





O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses ameaça vir para a rua, caso se confirme o recuo do Governo em aplicar o horário das 35 horas semanais a todos os enfermeiros, deixando de fora da medida os profissionais com Contrato Individual de Trabalho (CIT).

O impasse nas negociações com o Governo já levou a delegação algarvia do SEP a convocar os enfermeiros dos Hospitais do Algarve para um plenário na sexta-feira, «para agudizar formas de luta».

Os sindicalistas dizem que a atitude do ministério da Saúde é «inqualificável», defendendo que este recuo «demonstra má fé negocial e gora as expetativas criadas».

«A 4 de maio, e desde então , o Governo tem vindo a assumir o compromisso, nas sucessivas reuniões com o SEP, com a presença de elementos das Finanças e da Secretaria de Estado da Administração Pública, chegando mesmo a assinar um protocolo negocial para a negociação de um instrumento de regulamentação coletiva de trabalho, com vista à fixação imediata das 35 horas. Agora, inesperadamente, retira esse compromisso», acusou a delegação algarvia do SEP, que apelida a decisão de «inaceitável».

www.sulinformacao.pt

Brexit: 300 judeus sefarditas no Reino Unido pedem nacionalidade portuguesa

Em 2015, foram feitos cinco pedidos deste tipo. Desde a vitória do Brexit, já são 300 os descendentes de judeus sefarditas (originários de Portugal) a pedir a nacionalidade portuguesa.

A legislação portuguesa permite que os descendentes de 

sefarditas que viveram em território português possam pedir 

a nacionalidade portuguesa

Cerca de 300 judeus britânicos descendentes de sefarditas portugueses pediram a nacionalidade portuguesa desde a vitória do ‘Brexit’, contra cinco solicitações em 2015, disse a Comunidade Israelita do Porto à agência Efe.
A legislação portuguesa permite — desde 2015 — que os descendentes de sefarditas que viveram em território português possam pedir a nacionalidade portuguesa.
Segundo publica esta segunda-feira a agência de notícias espanhola Efe, a perspetiva da saída do Reino Unido está a fazer com que muitos dos judeus sefarditas portugueses tentem uma forma de manter os direitos no quadro da União Europeia.
“É inevitável concluir que os judeus sefarditas que residam na Inglaterra correm o risco de perder os direitos da União Europeia e, por isso, é natural que usem um direito que a lei portuguesa lhes concede”, disse à Efe um porta-voz da Comunidade Israelita do Porto.
A Comunidade Israelita do Porto é uma das entidades autorizadas para expedir o certificado de descendência portuguesa e que é necessário para ativar o processo de nacionalidade.
Desde que foi anunciado o triunfo do ‘Brexit’, na sequência do referendo realizado no Reino Unido no passado dia 23 de junho, que a Comunidade Israelita do Porto recebeu 300 petições, contrastando com os cinco pedidos registados desde 2015, altura em que a Assembleia da República aprovou a lei sobre os direitos dos sefarditas de origem portuguesa.
Como qualquer Estado-membro da União Europeia, os cidadãos com nacionalidade portuguesa têm o direito de circular livremente, residir e trabalhar em qualquer país comunitário sem necessidade de fazer acionar o processo de solicitação, obrigatório para os cidadãos extracomunitários.
Os britânicos vão perder os direitos a partir do momento em que o Reino Unido abandonar a União Europeia e, no contexto do bloco europeu, vão passar a reger-se pelas normas que se aplicam aos cidadãos dos países não-comunitários.
A Comunidade Israelita do Porto disse à Efe que calcula que, dos 350 mil judeus que residem no Reino Unido, cerca de 50 mil são sefarditas — de ascendência portuguesa ou espanhola –, apesar de se desconhecer até ao momento quantos podem utilizar o direito de pedido de nacionalidade em Portugal.
“O processo para pedir [a nacionalidade] é igual para todos os sefarditas. Devem provar que são judeus descendentes de portugueses”, explicou a mesma fonte, recordando que, para certificar a origem portuguesa, os candidatos têm de provar as ligações com as tradições nacionais.
Aspetos como a árvore genealógica, o conhecimento da língua ou os apelidos podem ser utilizados como prova de origem, apesar de não garantirem a concessão da nacionalidade caso não fique claro que o requerente manteve relações com as comunidades portuguesas.
“Os apelidos que os judeus portugueses usavam antes de 1496 eram tipicamente judaicos. Depois passaram a utilizar nomes ibéricos. Foram obrigados a alterar o nome. As listas de nomes ibéricos por si só não provam nada”, assinalou o porta-voz da Comunidade Israelita do Porto.
Os processos mais simples dizem respeito a todos aqueles que conseguem provar que os antepassados se uniram a comunidades judaicas em outros países depois de terem sido expulsos de Portugal.
Em todo o mundo existem, cerca de 3,5 milhões de descendentes sefarditas de origem portuguesa e espanhola.
Milhares de judeus espanhóis estabeleceram-se em Portugal e uniram-se às comunidades sefarditas depois da expulsão ordenada pelos Reis Católicos em 1492.
Mesmo assim, o rei D. Manuel expulsou os judeus em 1496, impondo como condição o casamento com Isabel de Aragão, herdeira espanhola, tendo-se registado mortes e perseguições, além das expulsões.
Algumas das famílias judias estabeleceram-se em Londres nos séculos XVI e XVII e outras acabaram por emigrar para território britânico no século XX depois de passagens pelo norte de África e Médio Oriente.
A lei portuguesa, ao contrário da legislação espanhola, que também permite a obtenção da nacionalidade aos sefarditas, não estabelece um prazo limite para a solicitação, pelo que o número de pedidos pode vir a aumentar até á saída do Reino Unido da União Europeia (‘Brexit’).

observador.pt

DE PARIS - A LUTA CONTINUA - NÃO À LEI DO TRABALHO (VÍDEO) Confédération syndicale internationale



VÍDEO

video

PUM, PUM, PUM, CATRAPUM, PUM PUM ! - A luta continua (contra Garcia Pereira)


Garcia Pereira (à esquerda) junto de Arnaldo Matos 




Garcia Pereira, ex-secretário-geral do PCPT/MRPP, voltou a ser duramente criticado no Luta Popular. O órgão oficial do partido publica o perfil de um "anti-comunista", "canalha" e réptil seboso".




A guerra no interior do PCTP/MRPP continua. Depois de Garcia Pereira ter caído em desgraça e apresentado a demissão, o Luta Popular Online, órgão de comunicação oficial do partido, vem agora publicar um novo artigotecendo duras críticas ao seu ex-secretário-geral. É “o perfil do golpista sem caráter”, do “oportunista sem escrúpulos”, do “verme” e do “canalha sem vergonha, que tudo fez para liquidar o partido”.
O artigo, publicado a 11 de julho e assinado por “Frederico”, faz eco, na prática, das principais conclusões da reunião do Comité Distrital de Lisboa do partido, a 10 de julho. E é acompanhado pela transcrição de várias cartas trocadas entre Arnaldo Matos, o histórico fundador do PCTP/MRPP, e Garcia Pereira, que se vai tentando defender e justificar.
Numa dessas cartas Arnaldo Matos é particularmente duro para com Garcia Pereira:
Caro Garcia Pereira,
Estás a ir por um mau caminho, se continuas a fingir não perceber o que te digo.
Olhei para a primeira página do Luta Popular Online de hoje e fico sem saber se as alterações que apresenta são ou não a nova primeira página, subsequente às minhas críticas e concelhos [sic] de anteontem.
Se são, só me resta mandar-te à merda e deixar de aturar as tuas garotices.”
Arnaldo Matos não estava satisfeito com o comportamento de Garcia Pereira, que não dera atenção às suas sugestões sobre mudanças no grafismo do jornal. “As observações que te enviei visavam reunir os nossos melhores gráficos para redefinirem, segundo uma nova linha política e após ampla e livre discussão, a nova maqueta da primeira página, quanto à espacialidade, cor, títulos, letras e lugar de relevo a conceder ao editorial, como peça nobre da linha do Partido.Vejo que nada disso foi feito nem entendido, e que se optou por pequenas alterações isoladas“, queixava-se Arnaldo Matos.
Na volta do correio, Garcia Pereira justificava-se como podia. Assumia estar a viver vários problemas e pedia o apoio de Arnaldo Matos.
Li o teu mail. Sinto-me literalmente perdido e transtornado. A tua rutura para comigo é algo de praticamente inultrapassável. Na verdade, és e sempre serás uma referência, um farol na minha vida. Salvaste-me a vida, a física e a política, em 1978. Apoiaste-me sempre em todas as situações mais difíceis da minha vida. NUNCA o poderei esquecer!Reconheço a justeza das tuas críticas mas estou a sentir o chão fugir-me debaixo dos pés”, pode ler-se na carta enviada por Garcia Pereira, transcrita pelo Luta Popular Online.
A isto, Arnaldo Matos respondia com frieza.
Caro Camarada Garcia Pereira,
Estás permanentemente a misturar problemas e relações pessoais com problemas e relações políticas, e essa mistura não te permitirá nunca fortalecer nenhum dos tipos de relações, nem resolver nenhuma das espécies de problemas.
Em relação aos problemas políticos, que são os prioritários, a questão é simples e há muito está identificada: o atual comité central liquidou, nos últimos vinte e cinco anos, a base teórica marxista, a base ideológica comunista e a base política revolucionária do Partido e cortou a sua ligação às massas. (…)
A situação agora está brava, porque a contra-revolução tomou o freio nos dentes e vocês, com uma cobardia inaudita, abandonaram os operários, os pobres e o povo.
Todas as tentativas que fiz nos últimos sete anos — data da crise económica financeira mundial (2008) – não tiveram grande sucesso, porque os dirigentes do Partido não estavam para ai virados, não estudavam, não lutavam, nem se mostravam preocupados senão com os euros que a Europa alemã lhes pudesse proporcionar. (…)
Enquanto eu me esganhava para recuperar e refundar o Partido, tu e os teus amigos do Comité Central não só não apoiavam as iniciativas tomadas para alterar tudo o que devia ser alterado, mas até ensaiavam uma guerra especial contra o papão, destinada a mostrar que não tinham medo do papão…
Pobres estúpidos!”
Arnaldo Matos acabaria por escrever uma carta ao comité central do partido denunciando “o golpe oportunista pelo qual Garcia Pereira se alcandorou à direção do partido” e anunciando a cessão “total” da sua colaboração com o “atual PCTP/MRPP”.
Na reunião do Comité Central de 4 de setembro de 2015, o partido acabaria por retirar “todas as tarefas políticas de direção” a Garcia Pereira.
“Frederico”, o autor que assina o artigo, vai pincelando a peça com várias acusações a Garcia Pereira. E termina acusando o ex-secretário-geral de ser um “golpista sem caráter“, um “oportunista sem escrúpulos” e um “canalha sem vergonha, que tudo fez para liquidar o partido”.
“Garcia Pereira é um anticomunista primário e além disso um sujeito sem caráter, um pulha e um canalha. Teve sempre o camarada Arnaldo Matos à perna, que nunca o deixou pôr o pé em ramo verde, nem nunca aparou os seus golpes”, pode ler-se ainda. O artigo termina com uma ameaça: “Há mais documentos que confirmam o trajeto anticomunista e social-fascista de Garcia Pereira. Havemos de voltar a eles“.

observador.pt

OS MERDAS

E O POVO SOFRE, POR TODO O MUNDO ÀS MÃOS DESTAS MERDAS QUE ASSASSINAM, FAZEM GOLPES, E LEVAM PROTEGIDOS E IMPUNES UMA VIDA DE JOGOS DE GUERRA E DE DINHEIRO ONDE OS INOCENTES NA MAIORIA DAS VEZES SÃO OS QUE TOMBAM ILUDIDOS E SEQUIOSOS DE PÃO E DE PAZ.


António Garrochinho

General confessa autoria de golpe de estado na Turquia



O antigo chefe da Força Aérea turca Akin Ozturk terá confessado, esta segunda-feira, ser o mentor da tentativa de golpe de estado, sexta-feira, na Turquia.

Segundo a agência oficial de notícias Anadolu, o general terá afirmado que "agiu com a intenção de organizar um golpe de estado", revela a BBC.

A agência Anadolu revelou imagens do general detido e com sinais de violência.


http://www.jn.pt

O RIDÍCULO JÁ NÃO MATA

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França: PM vaiado antes de homenagem às vítimas de Nice


Em França, o primeiro-ministro Manuel Valls foi alvo de apelos à demissão esta segunda-feira momentos antes do minuto de silêncio observado em todo o país em memória às vítimas do atentado de 14 de julho em Nice.

Na semana passada, o governo decretou três dias de luto nacional por todo o país com um minuto de silêncio observado esta segunda-feira ao meio-dia, hora local.

Foi na quinta-feira passada que um extremista matou 84 pessoas no principal passeio marítimo de Nice por ocasião dos festejos do Dia da Bastilha, a festa nacional francesa.

As sondagens mais recentes dão conta de uma queda de confiança no governo para lidar com a ameaça terrorista.

Um estudo publicado por um dos principais jornais franceses, Le Figaro, sugere que apenas 33% dos inquiridos confia na capacidade da atual liderança para lidar com este problema.

A menos de um ano das presidenciais, os acontecimentos recentes estão a reforçar a posição da extrema-direita, encabeçada pela líder da Frente Nacional, Marine Le Pen.

No sábado, Le Pen acusou o governo do que designou como “carências gravíssimas do Estado” relativas à proteção dos franceses.

As autoridades francesas têm em seu poder seis indivíduos suspeitos de estarem implicados no ataque de Nice.

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18JULHO2016 - O MUNDO MARAVILHOSO DOS GRAFFITIS




































18JULHO2016 - IMAGENS CURIOSAS E ENGRAÇADAS + GIFS ANIMADOS PARA ALEGRAR O SEU DIA