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sexta-feira, 15 de julho de 2016

JOVEM CICLISTA MULTADO EM 30 EUROS POR FAZER "CAVALINHO" NA BICICLETA ONDE NÃO EXISTIAM PESSOAS NEM VIATURAS




Um jovem ciclista foi multado em 30 euros por ter "sacado um cavalo", quarta-feira, quando estava a passear, junto à zona da Fuseta, em Olhão.

Apesar de não ser frequentemente reprimida, a verdade é que a infração ao Código da Estrada correspondente ao "sacar de cavalo" é a de condução perigosa.

O jovem que ficou surpreendido com a multa publicou a mesma numa rede social para alertar outros ciclistas para a infração.

"Ando muitas vezes naquela zona de bicicleta e estava na estrada, onde não havia nem pessoas, nem carros quando "saquei um cavalo".

Apareceu-me de frente uma patrulha da GNR que me mostrou e me fez ler a lei. Agora tenho uns dias para pagar a multa." explicou ao JN Ricardo Carmo.


 http://www.jn.pt

JOVEM CICLISTA MULTADO EM 30 EUROS POR FAZER "CAVALINHO" NA BICICLETA ONDE NÃO EXISTIAM PESSOAS NEM VIATURAS




Um jovem ciclista foi multado em 30 euros por ter "sacado um cavalo", quarta-feira, quando estava a passear, junto à zona da Fuseta, em Olhão.

Apesar de não ser frequentemente reprimida, a verdade é que a infração ao Código da Estrada correspondente ao "sacar de cavalo" é a de condução perigosa.

O jovem que ficou surpreendido com a multa publicou a mesma numa rede social para alertar outros ciclistas para a infração.

"Ando muitas vezes naquela zona de bicicleta e estava na estrada, onde não havia nem pessoas, nem carros quando "saquei um cavalo".

Apareceu-me de frente uma patrulha da GNR que me mostrou e me fez ler a lei. Agora tenho uns dias para pagar a multa." explicou ao JN Ricardo Carmo.


 http://www.jn.pt

MAIS UM VÍDEO DO ATENTADO EM NICE - O MOMENTO EM QUE A POLÍCIA INVADE E ABATE O CONDUTOR DO CAMIÃO



VÍDEO


OLHÓ AVANTE ! - O País precisa de uma política energética soberana, como uma das bases do desenvolvimento nacional - Estudar, avaliar, ponderar, decidir Petróleo e gás no Algarve e Costa Alentejana


Vasco Cardoso 

O País precisa 
de uma política energética soberana, 
como uma das bases do desenvolvimento nacional
Estudar, avaliar, ponderar, decidir
Petróleo e gás 
no Algarve e Costa Alentejana


O gás natural e o petróleo, sem prejuízo de desenvolvimentos científicos e tecnológicos em curso susceptíveis do aproveitamento de outras formas de energia, são um recurso estratégico nas sociedades contemporâneas. Como qualquer recurso, ainda para mais limitado e escasso como é o caso, a decisão sobre o seu aproveitamento e utilização não é independente das condições em que se realiza, do tempo e do modo em como é efectuado, dos impactos económicos e ambientais da sua exploração, da natureza da propriedade em que esta actividade se desenvolve, da relação com outros recursos e actividades humanas.





Todas estas questões estão e devem estar naturalmente em cima da mesa quando se discute a possibilidade da prospecção, pesquisa, exploração e produção de petróleo e gás seja no Algarve e na Costa Alentejana, seja no resto do País. Sobretudo quando o actual processo – com concessões já atribuídas a várias empresas – foi espoletado a partir do anterior governo PSD/CDS que assinou contratos duvidosos, sem qualquer consulta pública, sem qualquer estudo de impacto ambiental ou económico, sem qualquer articulação com uma estratégia de desenvolvimento do País, particularmente no plano energético.

Uma atitude que motivou inquietações e preocupações no seio das populações e dos agentes económicos, particularmente no Algarve, e que tem estado na base de diversas movimentações ocorridas naquela região que, sem prejuízo de aproveitamentos e instrumentalizações que possam existir, tem como pano de fundo a possibilidade de uma intervenção significativa naqueles territórios à margem ou mesmo em conflito com outras actividades económicas e valores ambientais ali existentes.

A avaliação de uma matéria tão complexa e multifacetada como esta implica um estudo prévio rigoroso e abrangente onde nenhuma das dimensões seja ignorada: a dependência energética; o direito do povo português conhecer os seus recursos; os impactos ambientais e noutras actividades económicas; a intervenção do Estado e a relação com os grupos monopolistas que operam no sector; o emprego, o desenvolvimento e a soberania nacional.

Rejeitando a perspectiva e os interesses daqueles que apenas olham para esta questão como uma oportunidade de negócio para o grande capital, mas também contrariando visões sobre esta matéria que, em nome de justas preocupações, ignoram que explorando ou não este recurso no nosso País, Portugal continuará a precisar desta forma de energia durante as próximas décadas com todas as consequências que daí decorrem, o PCP considera que é necessário estudar, avaliar, ponderar, para depois decidir sobre a forma e o modo da gestão e utilização destes recursos.



 Um país 100% dependente
de petróleo e gás importado

 Sendo a principal fonte de energia de todo o século XX e arranque do século XXI, os hidrocarbonetos têm um papel central nas dinâmicas e relações de poder entre classes e também entre estados, razão pela qual a disputa pelo seu controlo à escala mundial é um dos aspectos centrais nas estratégias de dominação económica e nos posicionamentos geopolíticos à escala mundial no quadro do funcionamento do sistema capitalista. Portugal é um dos muitos países que até ao momento não explorou quaisquer potenciais recursos, quer em terra quer no mar. É por isso um país completamente dependente do exterior desta fonte de energia, pesando de forma significativa não apenas no grau de dependência externa, mas também nas diferentes balanças.

O défice energético é hoje um factor de atraso e dependência nacional e uma marca estrutural das muitas fragilidades da economia portuguesa, que depende em cerca de 80 por cento das suas necessidades energéticas do exterior. Uma situação que é inseparável de décadas de política de direita e de integração capitalista na União Europeia; que privatizou todas as empresas do sector – GALP, EDP, REN; que degradou o investimento público, bem como as estruturas públicas no plano científico e tecnológico; que se atrasou na introdução e aproveitamento de todo o potencial no plano das energias renováveis (com alguma evolução nos últimos anos); que não promoveu no plano mais geral uma política de redução da intensidade e aumento da eficiência energética – transportes, indústria, habitação/edifícios; que atrelou o País aos interesses dos grupos monopolistas que intervêm no sector.

As consequências desta opção estão reflectidas nos crónicos défices comerciais e na balança de pagamentos do País, contribuindo para o seu endividamento e dependência externa, mas também no definhamento do aparelho produtivo nacional e perda de competitividade da economia portuguesa. Dependência que assume ainda impactos, quer na elevada pegada ecológica do actual perfil energético do País, quer nos custos no acesso à energia para as famílias e empresas. Consequências que o Partido combateu e denunciou ao longo dos anos exigindo uma outra política para o sector.

O PCP, sublinhando a necessidade do combate ao défice energético do País, sempre se bateu por uma outra política, incluindo a articulação da possibilidade do aproveitamento de todos os recursos nacionais, seja no plano das energias renováveis – aeólica, hidroeléctrica, solar, geotérmica e outras – seja no plano das energias não renováveis, como os hidrocarbonetos: petróleo e gás natural, com a redução da intensidade e aumento da eficiência energética do País.




Governo PSD/CDS fez contratos
nas costas das populações

 Portugal possui recursos geológicos com importante valor económico, em alguns casos com evidente carácter estratégico, todos eles capazes de permitir o lançamento de múltiplas fileiras industriais e de constituir uma das alavancas do desenvolvimento económico nacional. Entre eles, os recursos em hidrocarbonetos, como o petróleo e o gás natural. Em Portugal, desde 1939 que se realizam operações de pesquisa e prospeção de petróleo e/ou gás natural, traduzindo-se em 175 sondagens de pesquisa em terra e no mar. Estas operações de pesquisa e prospeção – desenvolvidas por empresas como a Shell, Texaco, Neste Petroleo, Pectem, Taurus, Chevron Oil e ESSO – nunca determinaram a viabilidade da exploração comercial de petróleo ou gás natural, mas permitiram um conhecimento mais aprofundado do nosso território e dos seus recursos naturais.
A privatização da GALP, a degradação do sistema científico nacional, a falta de conhecimento acumulado neste sector, os elevados custos que só a pesquisa e prospecção envolvem, levaram o País a uma situação de não ter, por si só, capacidade de desenvolver no imediato o levantamento das possibilidades existentes no território nacional (offshore e onshore) para o eventual aproveitamento deste recurso, colocando-se por essa via nas mãos do grande capital.

O governo PSD/CDS, na continuidade de passos dados pelo governo PS/Sócrates, iniciou um processo de atribuição de concessões ao longo da costa portuguesa com particular incidência no Algarve e Alentejo, envolvendo as diferentes fases de pesquisa, prospecção e exploração de petróleo no Algarve e na Costa Alentejana. Concessões cujos contratos, na sua maioria com a Repsol (num consórcio que envolve também a PARTEX – Fundação Gulbenkian), foram construídos nas costas das populações, à margem de qualquer envolvimento, estudo ou consulta, e com condições claramente vantajosas para as concessionárias caso se venha a verificar interesse comercial e viabilidade na exploração.

Concessões cujos contratos foram tornados públicos pela acção e iniciativa do Partido que obrigou o governo a divulgar o conjunto de documentos que propositadamente ocultou. Contratos que, apesar de a lei não o exigir, foram celebrados sem qualquer tipo de estudo de impacto ambiental ou económico (face a outras actividades, designadamente o turismo ou as pescas). Contratos que revelaram que a concessionária, após recuperar integralmente os custos de pesquisa e desenvolvimento e após descontar todos os custos operacionais de produção (isto é, depois de atingir um resultado líquido positivo) pagaria ao Estado português apenas cinco por cento do valor dos primeiros cinco milhões de barris de óleo equivalente, sete por cento entre os cinco e dez milhões de barris de óleo equivalente e nove por cento acima dos dez milhões de barris de óleo equivalente.

Nas regiões do País abrangidas por estes contratos, particularmente no Algarve, e sobretudo pela forma opaca como o processo de atribuição de concessões tem sido conduzido, surgiram dúvidas e inquietações por parte de sectores da população, de alguns agentes económicos e das autarquias. A grande questão que é colocada é a da incompatibilidade entre, por um lado, a protecção dos valores ambientais e da actividade económica predominante na região – o turismo – e, por outro, a prospecção e a exploração de petróleo e/ou gás natural.

Na actual fase, sendo justas e legítimas as preocupações das populações quanto ao impacto nestas regiões (num quadro em que a produção de qualquer forma de energia arrasta sempre consigo impactos ambientais e económicos de diversa ordem), o processo de contestação à pesquisa, prospecção e exploração de petróleo e gás natural tem sido conduzido contra a admissão de qualquer hipótese da utilização dos potenciais recursos existentes. Um processo que se intensificou no plano político particularmente após as eleições de 4 de Outubro.





O que defende o PCP

 O povo português tem o direito de conhecer com detalhe o conjunto de recursos geológicos que detém, entre eles os hidrocarbonetos, os quais, a existirem, exigem a ponderação das vantagens e desvantagens, da oportunidade e das condições do seu aproveitamento e devem ser sempre colocados ao serviço do desenvolvimento do País. Recursos cujo tempo e modo de exploração não são indiferentes e que requerem uma apreciação rigorosa quanto aos impactos que as acções de pesquisa, prospecção e exploração podem ter quer no conjunto das restantes actividades económicas quer no meio ambiente.

Ao contrário de PS, PSD e CDS, que privatizaram a GALP, destruíram quase completamente setores da indústria básica e parte importante das estruturas científicas e técnicas públicas, o PCP sempre defendeu que os interesses nacionais e a salvaguarda das actividades económicas e dos valores ambientais estarão tão mais garantidos quanto a prospeção e exploração de hidrocarbonetos seja feita por empresas e estruturas públicas.

Ao contrário do PSD, do CDS e do PS, o PCP não assume uma posição na Assembleia da República e outra, completamente diferente, no plano local como fazem muitos dos deputados e presidentes de câmara destes partidos, que se associam à contestação das populações para branquear as posições dos governos de que foram ou são responsáveis. O PCP não «acordou» para os riscos ambientais nos últimos meses como demonstra a denúncia e proposta apresentada sobre o intenso tráfego de embarcações de grande porte – incluindo de transporte de hidrocarbonetos – ao largo da costa portuguesa com elevado risco ambiental. Denúncia que o Partido voltou a retomar neste processo.

O País precisa de uma política energética soberana, como uma das bases do desenvolvimento nacional e que exige necessariamente mais investimentos com vista à melhoria da eficiência energética e da intensidade energética no produto, o inventário tão exaustivo quanto possível dos nossos recursos em energias renováveis e não renováveis, assim como a continuação da redução do nosso défice energético, designadamente através da exploração planeada dos recursos nacionais.

No caso do Algarve e Costa Alentejana, tal como no resto do País, deve ser exigida a realização de estudos sobre o impacto de uma eventual exploração de petróleo ou gás natural noutras actividades económicas. O País não pode, à partida, rejeitar a necessidade de conhecer e ponderar o aproveitamento dos seus recursos energéticos não renováveis, nomeadamente os hidrocarbonetos. É preciso estudar, avaliar, ponderar! Estudar a viabilidade da sua exploração comercial e os potenciais benefícios. Avaliar os riscos ambientais e a possibilidade de os eliminar. Ponderar os impactos noutras actividades económicas. Só com esse estudo, essa avaliação e essa ponderação é que o País estará em condições para, de forma esclarecida, tomar uma decisão.

Consideramos também que não devem ser assinados novos contratos de concessão de prospeção e pesquisa petróleo e/ou gás natural sem que, previamente, sejam realizados os necessários estudos de impacto ambiental e económico. Na situação actual, todos os contratos celebrados pelo governo PSD/CDS devem ser reavaliados o que implica a sua suspensão e pode envolver a sua anulação. Respondendo às questões de fundo que este problema suscita, o Governo deverá tomar todas as medidas adequadas para a recuperação do controlo público sobre o sector energético, assim como para o desenvolvimento das capacidades técnicas e científicas neste sector, no quadro da política alternativa, patriótica e de esquerda que o PCP propõe ao povo português.

Estas mesmas questões foram colocadas no Projecto de Resolução levado a votação no passado dia 1 de Julho na Assembleia da República, juntamente com iniciativas de outras cinco forças políticas – PEV, PS, BE, PSD e PAN – tendo sido parcialmente aprovado. Para além do combate à instrumentalização política desta questão que poderá, em vésperas de eleições autárquicas, continuar a ser brandida, o compromisso do PCP passará inevitavelmente pela fiscalização da acção do Governo face ao conjunto de recomendações que foram agora aprovadas na Assembleia da República, pela audição e esclarecimento das populações sobre as nossas posições, pelo contacto com o conjunto de forças vivas que têm manifestado interesse no acompanhamento deste problema, pela defesa intransigente dos interesses nacionais.

TURQUIA - CISÃO NAS FORÇAS ARMADAS - PARECE CONFIRMAR-SE O GOLPE DE ESTADO - DECLARADA A LEI MARCIAL E O RECOLHER OBRIGATÓRIO


Turquia. Militares dizem que país está agora governado por "junta pacífica"


Situação política na Turquia pouco clara. Militares dizem ter tomado o poder. Governo afirma estar em funções. Presidente no estrangeiro

Forças militares turcas encerraram esta sexta-feira as duas pontes sobre o estreito do Bósforo, em Istambul, e foram ouvidos jatos militares voando baixo sobre Ancara, tendo o primeiro-ministro admitido que esteja em curso um golpe militar, mas afirmando-se no poder. "O governo eleito pelo povo continua no poder e só sairá quando o povo quiser que saia". O governante garantiu ainda que os envolvidos irão "pagar um preço elevado".

Em comunicado lido na televisão do país, os militares afirmam que já tomaram o poder e que o país está neste momento nas mãos de uma "junta pacífica". Justificam a ação dizendo que o atual governo pôs em causa o poder secular e a democracia no país.

Na capital do país a imprensa fala também de movimentos militares, sem que se conheçam para já os motivos. Fontes ouvidas pela Agência Efe contaram que ouviram tiros junto do quartel do Estado Maior. Todos os voos em Istanbul foram cancelados.

Nas redes sociais, surgiram logo imagens de tanques nas ruas em Ancara.





VÍDEOS

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Terrorista tinha sido condenado por violência


 Autor do ataque de Nice tinha três filhos e vivia sozinho. 

O motorista do camião que avançou na quinta-feira à noite sobre uma multidão em Nice (sudeste de França), matando pelo menos 84 pessoas antes de ser abatido pela polícia, foi "formalmente identificado", indicaram fontes dos serviços de segurança franceses. 

De acordo com o 'Nice-Matin', trata-se de Mohamed Lahouaiej Bouhlel. 

Este homem, de 31 anos, é franco-tunisino e já tinha sido condenado por um crime de violência em março passado. 

Foi castigado por ter agredido um condutor com uma palete de madeira após uma altercação de trânsito. Era casado e pai de três filhos (de cinco, três anos e 18 meses) mas estava a divorciar-se da mulher, de quem estaria separado há quase dois anos. Trabalhava como condutor de uma carrinha de entrega de mercadorias. 

O homem vivia sozinho num bairro de Nice e é descrito pelos vizinhos como uma pessoa muito séria, que raramente falava e "nem respondia aos bons dias", conta o Le Figaro. Muçulmano, não frequentava a mesquita e os próprios membros da comunidade dizem que fumava e bebia muito, não sendo especialmente devoto do Islão. 

O bilhete de identidade do motorista, encontrado no veículo pela polícia, dava conta de um cidadão franco-tunisino de 31 anos, residente em Nice. Veja o momento em que o terrorista é abatido "Estão várias operações atualmente em curso, nomeadamente em Nice", indicaram as fontes, incluindo na residência do autor, que tinha também em seu poder uma arma de calibre 7,65 milímetros que utilizou antes de ser abatido pela polícia. 

O autor do incidente tinha também em seu poder outras armas e uma granada de mão, todas de imitação. No camião, alugado alguns dias antes na região de Nice, também foram encontrados um cartão de crédito e um telemóvel, que poderão ajudar nas investigações. 

O atentado ocorreu na avenida marginal de Nice, a Promenade des Anglais, que, na altura, assistia a um fogo-de-artifício para celebrar o dia nacional de França, fazendo pelo menos 84 mortos. As autoridades francesas consideram estar perante um atentado terrorista e o Presidente de França, François Hollande, anunciou o prolongamento por mais três meses do estado de emergência que vigora no país desde o ano passado. 

A autoria do ataque ainda não foi reivindicada.



 http://www.cmjornal.xl.pt

Turquia. Militares nas ruas dizem ter derrubado governo. PM desmente




Tentativa de golpe de estado em Ancara. Alguns militares garantem que o governo já caiu

Forças militares turcas encerraram esta sexta-feira as duas pontes sobre o estreito do Bósforo, em Istambul, e foram ouvidos jatos militares voando baixo sobre Ancara, tendo o primeiro-ministro admitido que esteja em curso um golpe militar.

O governo eleito pelo povo continua no poder e só sairá quando o povo quiser que saia". O governante garantiu ainda que os envolvidos irão "pagar um preço elevado".

Os canais de informação turca falam numa tentativa de golpe de estado e numa "mobilização extraordinária em frente da sede das forças armadas".

Na capital do país a imprensa fala também de movimentos militares, sem que se conheçam para já os motivos. Fontes ouvidas pela Agência Efe contaram que ouviram tiros junto do quartel do Estado Maior.

Todos os voos em Istanbul foram cancelados.

Nas redes sociais, surgem entretanto imagens de tanques nas ruas em Ancara.





22:06  Militares confirmam golpe na televisão

Um comunicado do grupo militar foi lido na estação televisiva NTV. "O poder em todo o país foi tomado". 

22:04  Presidente Erdogan não está no país
Recep Tayyip Erdogan está fora da Turquia, de férias. Deve no entanto falar à comunicação social dentro de momentos 

22:00  Erdogan: "Este é um ataque contra a democracia turca"
A presidência turca, de Recep Tayyip Erdogan, emitiu um comunicado afirmando que as movimentações militares em curso são "um ataque à democracia turca". 

"Um grupo das forças armadas tentou derrubar um governo democraticamente eleito, fora da cadeia de comando. A declaração das forças armadas [declarando o controlo do país] não foi autorizada pelo comando militar. Pedimos ao mundo que esteja solidário com o povo turco"

21:51  Ouvidos tiros junto ao quartel do Estado Maior e aviões no ar
A situação está ainda um pouco confusa na Turquia, mas certo é que está a decorrer pelo menos uma tentativa de golpe de Estado. Caças sobrevoam a capital turca a baixa altura:

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DISCRIMINAÇÃO

DISCRIMINAÇÃO
indicações feitas por PS, PSD e BE. O PCP não foi consultado quanto aos nomes a integrar essa lista. Tal facto constitui uma exclusão movida por critérios discriminatórios. A lista apresentada é, assim, da exclusiva responsabilidade de PS, PSD e BE não merecendo o acordo do PCP.

2. O compromisso que o PCP assume com os trabalhadores, o povo e o País não foi nem nunca será determinado ou condicionado por decisões relativas a cargos institucionais de representação externa da Assembleia da República. O que se torna relevante neste processo e nas opções que determinaram as soluções agora conhecidas, são as atitudes e opções discriminatórias que o PCP deplora e recusa.

3. Tais opções, bem como o conteúdo político que lhe está subjacente responsabilizam inteiramente os seus promotores e constituem em si um elemento de esclarecimento político que confirma a caracterização que o PCP faz da nova fase da vida política nacional e da relação de forças existente na Assembleia da República quanto à inexistência de um Governo ou maioria de esquerda ou de um acordo de incidência parlamentar que condicione o PCP como força de suporte ao Governo.

4. O que tem orientado, orienta e orientará, a análise, as posições e as decisões do PCP em cada momento é o que pensa ser melhor para os trabalhadores, o povo e o País, desenvolvendo a sua acção com total liberdade e independência.


Partido Comunista Português Nota do Gabinete de Imprensa do PCP Sobre a eleição de juízes para o Tribunal Constitucional 15 Julho 2016 1. A lista para o…
PCP.PT

Zombar do Islão e dos muçulmanos é uma velha tradição da França.


Zombar do Islão e dos muçulmanos é uma velha tradição da França. A estampa retrata muçulmanos decapitados servindo de selo pelos correios franceses em 1912.
A França de hoje é uma caricatura do outrora poderoso império colonial que partilhou a África. a Ásia e as Américas com outras potências europeias. Desde então, em sua trajetória decadente, escreveu os mais tristes episódios da história africana e deixou um legado de injustiças, miséria e morte. O sistema colonial francês, fundado na superexploração, trabalhos forçados das populações nativas e expropriação de terras, produziu os países mais pobes e degradados do Continente Africano, além de ser racista e claramente discriminatório contra as populações muçulmanas: enquanto cristãos e judeus locais eram considerados franceses perante a lei, os muçulmanos não tinham o mesmo status, sendo muitas vezes julgados por códigos legais destinados às populações nativas. Crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos pelos colonos franceses e seus exércitos de ocupação foram marcantes durante o processo de independência de suas ex-colônias, em particular no caso da Guerra de Independência da Argélia, onde as tropas francesas recorreram de forma banal à execuções sumárias, massacres* e torturas. Veja o que diz o historiador Pierre Vidal-Naquet: -“ficou patente que na Guerra da Argélia (os franceses) rasgaram a Convenção de Genebra (…). Essa convenção, um marco na história dos direitos humanos, virou letra morta na Argélia. Não era essa uma preocupação dos militares franceses naquele momento. Obcecados por um racismo que desumanizava os autóctones, árabes muçulmanos, eles disseminavam preconceitos para estigmatizar os argelinos“.

CASTIGUEM O CHERNE



E QUE TAL SE OS DA JUSTIÇA, AQUELES QUE DIZEM SEMPRE QUE NÃO HÁ CORRUPÇÃO EM PORTUGAL ANALISASSEM AS "CONTAS" DESTE "SENHOR", O METESSEM ATRÁS DAS GRADES COM ESTE EXERCÍCIO DURANTE UM BOM PAR DE ANOS PARA QUE DE UMA VEZ POR TODAS SERVISSE DE EXEMPLO.
SIM ! QUE ISTO DE IR PARA A GOLDMAN SACH E SER PROTAGONISTA DA CIMEIRA DOS AÇORES DEVERIA SER "VASCULHADO A FUNDO" E APLICADA A ADEQUADA "RECOMPENSA" A QUEM LEVA A VIDA A ARRUINAR O POVO E O PAÍS.

SEM PAPAS NA LÍNGUA



NÃO É SÓ A DIREITA QUE DETURPA, DESCONTEXTUALIZA, E COM FINGIMENTO SÃO INFILTRADOS PERIGOSOS, DEMOCRATAS DE CAFÉ, ODIANDO OS VERDADEIROS COMUNISTAS.

ALGUNS NÃO PASSAM DE PUROS SACANAS E OUTROS UNS SOCIAIS DEMOCRATAZÉCOS SEMPRE DISPOSTOS A LAMBER O CU A QUEM LHES DÊ UNS TROCOS.

NÃO GOSTAM DOS QUE TÊM A PESTANA ABERTA, FRONTAIS E HONESTOS.

PÕEM O CRAVO AO PEITO MAS É SÓ PARA ILUDIR E TENTAR TRAIR OS QUE LHES CONHECEM A LÁBIA E O OPORTUNISMO.

HÁ POR AÍ MUITOS QUE TÊM A MANIA DA "EVANGELIZAÇÃO" E ANDAM A "CONVERTER" FASCISTAS ,PRATICANDO O CINISMO E A DEMAGOGIA COM QUEM É FIEL AO SEU IDEAL E SEMPRE O HONROU.

SERÁ QUE ACREDITAM MESMO OU ANDAM À PROCURA DO QUE
SEMPRE FORAM !?

O TEMPO E CADA VEZ MAIS PRÓXIMO LHES DARÁ A ELES E A NÓS, A RESPOSTA.

QUEM NÂO DEVE NÃO TEME !

António Garrochinho

Sim à Paz! Não à NATO! Protesto contra a cimeira da NATO de Varsóvia





 CPPC     
A Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!”, promovida por 26 organizações portuguesas, levou às ruas de muitas cidades do nosso país a defesa da Paz e a denúncia dos propósito agressivos da NATO e da sua cimeira, realizada em Varsóvia nos passados dias 8 e 9 de Julho.



Ao longo do último mês e meio as organizações promotoras da campanha realizaram dezenas de iniciativas de sensibilização e debate, produziram e distribuíram materiais numa defesa comprometida e combativa da Paz como condição essencial ao desenvolvimento, ao progresso e à justiça.
A campanha culminou nos dias 8 e 9 de Julho com iniciativas em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro.
Em Lisboa, no dia 8, activistas pela Paz percorreram as ruas, distribuindo documentos e gritando palavras de ordem como “Paz Sim, NATO não!”, “Mais saúde e educação! NATO não!” ou “NATO é agressão, dissolução é solução”, entre outras, num percurso que terminou no Largo Camões com a actuação do grupo Marfa e intervenções de João Barreiros pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional, Regina Marques pelo Movimento Democrático de Mulheres, José Oliveira pelo Movimento pelos Direritos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente, David Frazier pela Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Ilda Figueiredo pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
No Porto, na manhã do dia 9, na rua de Santa Catarina, a Campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” realizou um Acto Público, com distribuição de documentos, que contou com a participação de muitos activistas da Paz, contou com intervenções, de Tiago Oliveira, coordenador da USP/CGTP e de Ilda Figueiredo, presidente da direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação.
Em Coimbra e em Faro realizaram-se, no dia 8, acções de contacto com a população com distribuição dos materiais produzidos pela Campanha.
Um pouco por todo o país a campanha “Sim à Paz! Não à NATO!” reafirmou a Paz como necessária ao desenvolvimento e ao progresso humanos e denunciou a NATO com os seus objectivos belicistas e o seu historial de agressão como contrária à segurança e aos interesses dos povos, denunciando que o aumento da tensão e de conflitos, de que a NATO e as potências que a compõem são as principais responsáveis, aumentam o risco de um conflito de grandes proporções que ameaçaria a própria humanidade.
Viva a Paz!

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior organização militar no mundo, instrumento de intervenção dos Estados Unidos, definiu a União Europeia como seu pilar europeu.
A partir da última década do século passado, com o seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias», os EUA e a NATO reforçaram a sua presença militar na Europa e projectaram a acção ofensiva deste bloco político-militar, apontando todo o planeta como a sua área de intervenção.
Na Europa, a NATO não cessa de aumentar as suas actividades militares e a expansão das suas bases, aproximando-se cada vez mais das fronteiras da Federação Russa.
A vasta rede de bases militares estrangeiras, as esquadras navais, os sistemas anti-míssil e de vigilância global que os EUA e os seus aliados da NATO têm por todo o mundo são instrumentos da sua estratégia de dominação mundial.
Como é reconhecido, a NATO e os seus membros intervieram directamente ou apoiaram intervenções militares em países da Europa, do Médio Oriente, de África e da Ásia Central. A NATO bombardeou a Jugoslávia e é igualmente responsável pela desestabilização, violência e guerra que marcam hoje a realidade do Iraque, da Líbia, da Síria, do Afeganistão ou da Ucrânia. Ao contrário do que foi anunciado em amplas campanhas de falsificação, em nenhuma destas intervenções o objectivo ou o resultado foi a democracia ou a Paz para os seus povos, mas a morte, a destruição, o drama de milhões de deslocados e refugiados, assim como o aumento do domínio sobre os seus recursos por parte de grandes empresas de países membros da NATO.
Os países membro da NATO, com destaque para os EUA, são responsáveis pela maior parte das despesas militares no mundo e pela corrida a cada vez mais sofisticados armamentos, incluindo armas nucleares. A NATO pressiona os seus membros a aumentar os orçamentos militares. Para a NATO não falta dinheiro para a guerra, enquanto, simultaneamente, são promovidas políticas contra os direitos e condições de vida dos trabalhadores e dos povos em muitos dos seus países membro.
Como tem sido alertado, esta acção belicista alimenta uma escalada de tensões e encerra a ameaça real de uma guerra generalizada, com o perigo de um confronto nuclear que significaria a destruição da civilização por todo o planeta.
A NATO é a principal ameaça à Paz na Europa e no mundo. Mas a guerra não é inevitável! As forças da Paz, os trabalhadores e os povos têm uma palavra a dizer!
O povo português, em importantes momentos, expressou a sua inequívoca opção pela Paz e contra a participação de forças portuguesas na agressão a outros povos – vontade que não foi respeitada por sucessivos governos que deram o seu apoio às acções da NATO, incluindo às suas guerras de agressões, e gastaram milhões de euros com a adaptação das forças armadas portuguesas às exigências da NATO e ao serviço das suas aventuras militares.
Portugal não deve ser envolvido nos propósitos belicistas da NATO que constituem uma ameaça à paz e à segurança internacional.
Há que respeitar as aspirações à paz do povo português! Há que cumprir os princípios consagrados na Constituição portuguesa de: desarmamento, dissolução dos blocos político-militares; abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração; soberania, independência, não ingerência, não agressão, resolução pacífica dos conflitos, igualdade entre Estados, cooperação.
Assim, as organizações subscritoras defensoras da causa da Paz e dos princípios orientadores das relações entre Estados inscritos na Constituição portuguesa e na Carta das Nações Unidas, apelam à realização de acções de oposição à NATO, pela dissolução deste bloco político-militar – nomeadamente, nos dias 8 e 9 de Julho de 2016, aquando da realização da Cimeira da NATO em Varsóvia.
Deste modo, e juntando a sua voz ao movimento da Paz na Europa, ao Conselho Mundial da Paz e a todos quantos denunciam a natureza agressiva da NATO e os objectivos belicistas da sua Cimeira em Varsóvia, as organizações subscritoras apelam à afirmação da exigência:
• da retirada de todas as forças da NATO envolvidas em agressões militares;
• do fim da chantagem, desestabilização e guerras de agressão contra Estados soberanos;
• do apoio aos refugiados, vitimas das guerras que a NATO promove e apoia
• do encerramento das bases militares em território estrangeiro e do desmantelamento do sistema anti-míssil dos EUA/NATO;
• do desarmamento geral e da abolição das armas nucleares e de destruição massiva;
• da dissolução da NATO;
• às autoridades portuguesas do cumprimento dos princípios da Constituição portuguesa e da Carta das Nações Unidas, no respeito pela soberania e igualdade de povos e Estados.
Em 8 e 9 de Julho
Dizemos Sim à Paz! Não à NATO!
Organizações subscritora:
• CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação
• CGTP-IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional
• CPCCRD – Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto
• STAL- Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Publicas, Concessionárias e Afins
• MDM - Movimento Democrático de Mulheres
• ID – Associação Intervenção Democrática
• Mó de Vida – Cooperativa
• Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
• USL - União dos Sindicatos de Lisboa
• JCP – Juventude Comunista Portuguesa
• Ecolojovem - «Os Verdes»
• MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente
• FENPROF – Federação Nacional dos Professores
• MURPI - Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos
• FIEQUIMETAL - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
• ACR – Associação Conquistas da Revolução
• FESAHT – Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal
• ARE – Associação de Reencontro dos Emigrantes
• SPRC - Sindicato dos Professores da Região Centro
• STEFFAS – Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
• STFPSSRA – Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas
• FNSTFPS - Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
• AAPC - Associação de Amizade Portugal-Cuba
• ABIC - Associação de Bolseiros de Investigação Científica
• APJD – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
• STIHTRSN – Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte

www.odiario.info

A SÍRIA QUE JÁ TEVE A CAPITAL DA CULTURA, A SÍRIA DOS MONUMENTOS, A SÍRIA PRÓSPERA DESTRUIDA PELAS PATAS DO IMPERIALISMO AMERICANO, PELOS JUDEUS SIONISTAS E PELA ARÁBIA SAUDITA É AGORA UM AMONTOADO DE MORTOS E UMA DESOLAÇÃO - VEJAS AS IMAGENS COMPARADAS COM FOTOS DE HÁ CINCO ANOS E DE HOJE

































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