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sábado, 9 de julho de 2016

Exercícios táticos russo-chineses: Guarda Nacional da Rússia e Polícia Armada chinesa treinam em conjunto


Nos exercícios perto de Moscovo participam as unidades da Polícia chinesa Leopardo-das-Neves e Falcão e a unidade Vityaz da Guarda Nacional russa.











br.sputniknews.com

Jornalista chama ‘diva’ e ‘maricas’ a Cristiano Ronaldo



A jornalista suíça Andrea Vetsch fez duras criticas ao internacional português Cristiano Ronaldo.


“Ronaldo entrou no relvado com o cabelo perfeitamente penteado e cheio de gel, sobrancelhas perfeitamente aparadas e um corpo totalmente depilado”, começou por dizer, em tom irónico.
Andrea Vetsch continuou o ataque e recuperou um episódio do Campeonato Europeu de 2012, no jogo entre Portugal e Holanda, quando o capitão português mudou de penteado ao intervalo.
“A diva até voltou do relvado com um penteado completamente diferente depois do intervalo. Estes homens, a quem alguns chamam ‘maricas’, estão, agora, de saída do futebol”.

VÍDEO

video
sol.sapo.pt

Relativamente à Cimeira da NATO a decorrer em Varsóvia «Paz sim, NATO não!», gritou-se nas ruas de Lisboa


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Centenas de manifestantes,
numa acção de protesto hoje em Lisboa,
exigiram a dissolução da NATO 
e alertaram para as consequências da sua intervenção.




Palavras de ordem foram 
hoje gritadas pela paz 
na baixa de Lisboa
Realizou-se hoje em Lisboa uma manifestação inserida na campanha de protesto
contra a cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), 
iniciada hoje em Varsóvia. 
Com 25 organizações promotoras, esta campanha denominada 
«Sim à Paz! Não à NATO» reafirmou, na manifestação em Lisboa, 
que a NATO «é o maior e mais agressivo bloco político-militar do mundo, 
instrumento da política externa dos Estados Unidos da América, 
que definiu a União Europeia como seu pilar europeu»,
 sendo uma das principais responsáveis pela 
«desestabilização, violência e guerra que marcam hoje a realidade 
do Iraque, da Líbia, da Síria, do Afeganistão ou da Ucrânia», 
como afirma o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) 
no seu comunicado.
Da Rua do Carmo até ao Largo Camões, ecoaram centenas de vozes 
que gritaram palavras de ordem contra este bloco político-militar
e contra a guerra. 
«Paz Sim, guerra não!», «NATO é agressão, dissolução é solução», 
foram algumas das palavras mais ouvidas.
(…)


Via: anónimo séc. xxi http://bit.ly/29vwo8A

Estas são as “malhas que o Império tece” (*)


Estas são as “malhas que o Império tece” (*)


Os portugueses escreveram na História uma página bem negra, ao levantarem do chão de África o gigantesco mercado global da escravatura. 
Marcados a ferro e fogo, como gado, os escravos eram encurralados nos negreiros, que os levariam para o Brasil e para as Américas. Mais de metade morria de doença, na dolorosa viagem, sem regresso. Muitos morriam de saudade. 
Os que chegavam, acorrentados ao ferro de um cruel destino, eram vendidos em leilão, na praça pública, e tratados como animais domésticos. 
Desapossados de tudo, principalmente da sua dignidade, quando morriam, apenas deixavam à sua descendência, como herança, a sua humilde condição: a condição de escravo, em mercadoria transformado.
Portugal ainda não fez a catarse. Ainda não fez tudo, para se redimir desta dor, que do Império nasceu, e que na escuridão dos porões, caminhou pelos mares, lado a lado, com a incandescência da glória, ostentada pela cruz e pela espada, nos pendões pendurados nos mastros das caravelas.
Estas são as “malhas que o Império tece”.
Alexandre de Castro
09 JUL 2016
***«»***
(*) Texto escrito,  a propósito da inauguração do primeiro memorial da escravatura, em Cacheu, no norte da Guiné-Bissau (Ver aqui), e onde vão ficar guardados vários artefactos, relacionados com o tema: colheres de cozinha, tachos, chicotes e ferros que, depois de ficarem em brasa, pelo lume, serviam para marcar os escravos.



Via: Alpendre da Lua http://bit.ly/29vxWiT

Dirão alguns…










Pois, no México é assim, e viram a página das suas preocupações.
Eu sei que amanhã há futebol e está em causa a nossa identidade como portugueses, e sei também que os mercadoscertamente terão em conta o resultado de tão importante peleja, além do sagrado dever de sermos dignos dos nossos egrégios avós.


Compreendo-vos, mas porque continuam a morrer mais professores a juntar aos muitos baleados e feridos durante uma manifestação pacífica, não posso ignorar José Caballero Julián, ‘professor de educação indígena’. 

Não era professor catedrático, estes senhores normalmente não perdem tempo em manifestações, sabem muito. 

José Julián seria, em suma, um professor sem importância dos que lutam por uma escola digna para o seu povo.
Os seus companheiros prestaram-lhe comovente homenagem, e 

continuam lutando.


E por pieguice ou qualquer outro transtorno, emociono-me.
(mais fotos aqui)



Via: as palavras são armas http://bit.ly/29DBeAY

Atrocidades cometidas pela polícia secreta do Japão durante a 2ª Guerra

Se você já se aprofundou um pouco nos estudos sobre a Segunda Guerra Mundial, deve ter visto algo sobre a Gestapo. A Gestapo era a polícia secreta de Hitler, criada em 1933 para perseguir aqueles que se opunham ao regime nazista. Você pode ter lido passagens sobre a KGB, polícia secreta soviética que atuou durante a Guerra Fria. Mas bem antes destas nasceu o braço militar do Exército Imperial Japonês, a Kempeitai, pouco mencionada nas aulas de história, mas com uma história surpreendente que o Ultra te apresenta hoje.

A Kempeitai era uma organização tão sórdida, senão mais, que a Gestapo. Mas eles não mediam forças. Japão era aliado da Alemanha durante a 2ª Guerra. A Kempeitai tinha casas de tortura e campos de prisão, onde aplicavam o que estava estabelecido nos seus “Manuais do Interrogador”. No manual eram aconselhadas técnicas de tortura como espancamento, ferros em brasa na genitália, lascas de metal marteladas em baixo das unhas, eletrochoques etc.
As mulheres, independentemente da idade, tornavam-se escravas sexuais nos bordéis das cidades ocupadas. Um episódio de 1944 relata que um grupo de mulheres holandesas que estavam em um acampamento em Java foram arrastadas e estupradas uma a uma, próximo aos seus familiares. Mas isso foi o “de menos” que eles aprontaram. Dá uma olhada em outras atrocidades cometidas pela polícia secreta do Japão:

1- As caixas para carregar porcos

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Um grupo de 200 militares britânicos foram capturados e presos em Java. Eles foram colocados dentro de gaiolas de bambu que eram utilizadas para transportar os porcos que iam pro abate. Eles foram transportados em caminhões e vagões de trens abertos, expostos a 38 graus de temperatura. Já exaustos e desidratados eles imploravam por água e os soldados da Kempeitai abriam as braguilhas e urinavam na cara dos prisioneiros. Eles foram depois levados de barco e jogados ao mar para morrerem afogados ou comidos por tubarões.

2- Perseguição aos chineses

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Quando ocuparam Singapura, a Kempeitai rebatizou a cidade e acertou os relógios de acordo com o horário de Tókio. Depois disso, decidiram limpar os chineses das ruas, povo que eles consideravam indesejáveis e preguiçosos. Eles determinaram que todo homem chinês, com idade entre 15 e 50 anos se apresentassem para serem avaliados. Os que passavam nessa avaliação, eram marcados com a palavra “Examinado” no rosto, braços e roupas. Os que não passavam na avaliação eram em maioria professores, funcionários públicos, membros de sociedades secretas e criminosos de acordo com a Kempeitai. Para eles, uma simples tatuagem qualquer indicava que a pessoa pertencia a uma entidade secreta ou era um criminoso.
Depois de duas semanas de triagem, os rejeitados na avaliação foram levados para a execução, que variou de acordo com os caprichos dos condenados e desejo dos executores. Todos foram amarrados, metralhados ou decapitados e jogados ao mar.

3- O petróleo de Borneo

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Com a ocupação da ilha de Borneo os japoneses tiveram acesso a uma grande quantidade de petróleo. Petróleo este que eles decidiram proteger com mão de obra dos prisioneiros de guerra. 1500 prisioneiros, em sua maioria australianos, foram enviados para os campos de petróleo onde só tinham uma escassa ração de legumes e arroz sujo para comerem. Com úlceras e desnutridos, alguns tentaram fugir e foram duramente punidos para servirem de exemplo para os demais.
Alguns eram colocados em gaiolas ao ar livre no sol. Os que eram suspeitos de conspirarem ou contrabandearem equipamentos de rádio e medicamentos, tinham partes do corpo queimadas até a carne ou taxas de metal crevadas embaixo das unhas.

4- Execução dos euro-asiáticos

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Durante a ocupação das Índias Orientais Holandesas os japoneses tiveram dificuldades para controlar a população euro-asiática. Para tal, se fez necessário que eles aplicassem execuções sem julgamento ou punições extra judiciais. Os japoneses justificaram que os indonésios mestiços, ou seja, com sangue holandês, eram leais à Holanda, por isso eram antecipadamente acusados de sabotagem e espionagem.

5- A revolta em Kota Kinabalu

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Em outubro de 1943, um grupo de rebeldes se levantou em Kota Kinabalu. Eles atacaram o escritório japonês na cidade, delegacias e hotéis militares armados apenas com rifles de caça, lanças e facas. Mataram entre 70 e 90 japoneses e taiwaneses e a Kempeitai foi enviada para conter a situação. As represarias foram cruéis e destinadas a toda a população. Centenas de chineses foram executados apenas por serem suspeitos de ajudarem os rebeldes.
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Na mesma época do acontecido em Kota Kinabalu, um grupo de soldados anglo-australianos se infiltraram em Singapura através de um velho barco de pesca e canoas dobráveis. Eles afundaram ou desativaram 7 navios japoneses, incluindo um petroleiro. A ação foi tão bem orquestrada que eles conseguiram sair do porto sem serem vistos.
Os japoneses acreditaram que eles atuaram com a ajuda de civis e acusaram 57 prisioneiros de envolvimento com a sabotagem no porto. Esses acusados foram colocados em celas bem iluminadas e sem camas onde passaram 5 meses, sendo submetidos a fome e torturas brutais nos interrogatórios.

7- Presença em Shangai

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Os jornalistas de Shangai fizeram publicações contra a Kempeitai em 1937. Como punição, muitos intelectuais foram decapitados ou presos e torturados na Bridge House, casa de tortura da Kempeitai em Shangai. Eles eram acusados de espionagem, desobediência e colaboração com os rebeldes. Ficaram presos por meses em gaiolas de metal em meio a ratos, piolhos e fezes.

8- Experiências com humanos

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Os japoneses mantinham laboratórios nos quais, entre outras coisas, criavam e testavam armas biológicas. As cobaias eram os soldados estrangeiros e os prisioneiros considerados incorrigíveis. Muitos foram expostos a doenças como peste bubônica, cólera, tuberculose e febre tifóide nos testes das armas químicas. Outros passaram por vivissecções acordados e sem nenhum tipo de anestesia. Nada interrompia os testes. As cobaias gritavam de dor até desmaiarem de dor e na sequência morrerem de hemorragia.
Talvez o posicionamento militar japonês tenha sido determinante na decisão dos Estados Unidos de bombardearem cidades japonesas com bombas nucleares. Você já tinha conhecimento de como agiam os japoneses durante a Segunda Guerra?

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