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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Responsáveis portugueses pela invasão do Iraque chamados PCP confronta Durão Barroso e Paulo Portas



Paulo Portas era ministro da Defesa do governo do PSD e do CDS-PP que decidiu integrar a agressão ao Iraque

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Durão Barroso e Paulo Portas vão ser chamados, por iniciativa do PCP, a explicar a participação portuguesa na invasão do Iraque, após a divulgação do «relatório Chilcot».
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AbrilAbril apurou que Durão Barroso e Paulo Portas vão ser chamados a dar explicações na Assembleia da República pela participação na decisão de invadir o Iraque, arrastando Portugal para a lista de países que participaram na ocupação. Barroso era primeiro-ministro português e foi anfitrião da cimeira das Lajes, onde foi tomada a decisão de invadir o Iraque.
O pedido de audição foi enviado pelo PCP ao presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas ao início da tarde.
A iniciativa dos comunistas cita o «relatório Chilcot», onde se concluiu que «as informações que indiciavam a existência de armas de destruição maciça no Iraque eram falsas». Para além de Durão Barroso, o PCP quer que Paulo Portas, o ministro de Estado e da Defesa Nacional em 2003, dê explicações pelo envolvimento de Portugal na guerra do Iraque.

abrilabril.pt

De Fergunson a Dallas: Explosão de violência entre polícias brancos e cidadãos negros


“Já vimos tragédias como esta muitas vezes. No ano passado o número de afro-americanos mortos pela polícia foi duas vezes superior aos brancos. Quando ocorrem incidentes como este há um grande número dos nossos cidadãos que sentem que não estão a ser tratados de forma igual por causa da sua cor de pele”.

Barack Obama estava visivelmente chocado quando falou sobre os dois afro-americanos mortos há apenas alguns dias por polícias brancos. O incidente provocou protestos anti-racismo em diversas cidades americanas. De acordo com o presidente dos Estados Unidos, os afro-americanos são 30% mais perseguidos e investigados do que os cidadãos brancos.

Na quarta-feira, um polícia disparou sobre um homem em Falcon Heights, durante uma operação rodoviária. Philando Castile viria a morrer mais tarde no hospital de Minneapolis. A namorada da vítima filmou a cena e divulgou as imagens no Facebook. Segundo o governador do Minnesota, o racismo foi determinante na morte de Castile.

O incidente ocorreu apenas 48 horas depois de um outro tiroteio em Baton Rouge, no estado da Luisiana. Dois agentes brancos detiveram pela força Alton Sterling, no exterior de uma loja de conveniência. Como no caso do Minnesota, o evento foi registado em video e correu de forma viral pelas redes sociais.

A revolta tem-se intensificado pelo facto de, no passado, os agentes envolvidos neste tipo de incidentes terem sido ilibados ou não acusados firmalmente nos tribunais, como foi o caso de Fergunson: há dois anos, um agente de segurança branco disparou vários tiros sobre um jovem desarmado, Michael Brown, sem nunca ter sido acusado. Isto desencadeou uma série de protestos violentos, durante os quais numerosos carros foram incendiados e muitas lojas pilhadas.

Apesar de o inquérito não estar ainda concluído, as declarações da polícia de Dallas fazem pensar que o tiroteio que custou a vida a cinco polícias, é mais um capítulo da história negra que a América vem escrevendo sobre as relações entre polícias brancos e cidadãos negros.


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Governo alemão assinala redução das entradas de refugiados em 2016



O governo alemão tenta virar a página sobre a crise dos refugiados ao anunciar uma diminuição da entrada de migrantes no país, nos primeiros seis meses do ano.

Segundo o ministro do Interior alemão, o país assistiu a cerca de 16 mil chegadas em Junho, um número mais de cinco vezes inferior aos 91 mil registados em Janeiro.

Uma diminuição saudada por Berlim como o reflexo do recente acordo migratório com a Turquia, e o encerramento da chamada rota migratória dos balcãs.

Segundo o ministro Thomas de Maizière:

“A implementação do acordo entre a União Europeia e a Turquia está a funcionar bem até agora, o que não garante que esta situação não possa alterar-se, assim como a situação na rota dos Balcãs que poderia piorar de forma significativa”.

O anúncio serve também para conter as críticas à “política de portas abertas” com que a Alemanha acolheu mais de um milhão de migrantes no ano passado.

Berlim afirma ter já aceite este ano 283 mil pedidos de asilo, mais de metade relativos a refugiados sírios (171.488), seguidos de afegãos (60.611) e iraquianos (56.540).

Em paralelo, Berlim anunciou a atribuição de 2500 bolsas escolares a refugiados instalados atualmente em campos na Turquia e na Jordânia, Líbano, Egito e Iraque.

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Golpe de teatro de Eduardo Cunha no Congresso brasileiro


A demissão de Eduardo Cunha como presidente do Congresso Brasileiro era algo que há muito se impunha. Corrupto, alvo de vários processos da operação Lavajato, foi um dos principais operacionais da destituição ilegal de Dilma Roussef.
Nesse sentido pode considerar-se uma vitória do povo brasileiro na sua luta de vários meses pela reposição da legalidade no país e contra o golpe que então ocorreu.
Mas, na altura em que é feita, esta demissão tem outros objectivos.
Em primeiro lugar, e a um mês pelo julgamento no Senado da Presidenta Dilma, procura dar algum ar de respeito por normas democráticas e beneficiar os golpistas, procurando recuperar votos perdidos no seio do Senado.
Por outro lado, deixando de ser presidente do Congresso e passando a deputado, Eduardo Cunha, deixará de ser julgado pelos seus crimes no Supremo Tribunal Federal, sendo as acusações apreciadas numa outra instância judicial que os golpistas dominam, presidida por um outro operacional do golpe, Gilmar Mendes.



Via: antreus http://bit.ly/29tyQwb

Artista modifica totalmente fachadas e praticamente cria novos prédios


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Se você está cansado de olhar para a mesma fachada do seu prédio, o francês Patrick Commecy dá uma dica: pinte-a.
Mas no caso dele, o grande destaque fica por parte doas desenhos hiper-realistas que ele faz. Dá só uma olhada…
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Assembleia Municipal de Faro unânime quanto à revisão orçamental


A Câmara Municipal de Faro vem por este meio informar de que viu aprovada por unanimidade  na reunião ordinária da Assembleia Municipal que esta semana teve lugar, a sua proposta de revisão orçamental para o exercício de 2016. Na verdade, em Faro não havia memória de semelhante ocorrência nos anos mais recentes. Com efeito, todos os últimos exercícios orçamentais aprovados em Faro, foram-no contabilizando pelo menos a abstenção de uma das bancadas.
Com esta aprovação, o exercício de 2016 fica reforçado com cerca de 4,66 milhões, provenientes do saldo da gerência de 2015, que vão permitir um investimento decisivo na melhoria da rede viária e equipamentos públicos. O plano, que já havia sido aprovado em reunião de Câmara no passado dia 13 de Junho, prevê também a recuperação do parque escolar e desportivo, a duplicação de apoios ao associativismo e juntas de freguesia bem como a dinamização do comércio. Foram ainda contempladas verbas para amortização de PAEL e para habitação social.
Tendo merecido o voto favorável de todos os membros da Assembleia Municipal presentes, esta revisão orçamental que, recorda-se, foi concertada com todos os partidos, tendo sido já aprovada por unanimidade na reunião de Câmara do passado dia 13 de Junho, vem demonstrar que a atenção que é dada por este executivo ao diálogo e à negociação com todas as partes do processo político, vem trazendo para Faro, e para o exercício deste mandato em particular, um capital de credibilidade democrática que nos cumpre hoje, com orgulho, reconhecer.
Paços do Concelho de Faro
Paços do Concelho de Faro

planetalgarve.com

08 de Julho de 1621: Nasce o autor de fábulas Jean de La Fontaine


Jean de La Fontaine nasceu em 8 de Julho de 1621. Era filho de um inspector de águas e florestas, e nasceu na pequena cidade de Chateau-Thierry. Estudou Teologia e Direito em Paris, mas o seu maior interesse sempre foi a literatura.


Por desejo do pai, casou-se em 1647 com Marie Héricart, na época com apenas 14 anos. Embora o casamento nunca tenha sido feliz, o casal teve um filho, Charles.


Em 1652 La Fontaine assumiu o cargo do seu pai como inspector de águas, mas alguns anos depois colocou-se ao serviço do ministro das finanças Nicolas Fouquet, mecenas de vários artistas, a quem dedicou uma colectânea de poemas.


Escreveu o romance "Os Amores de Psique e Cupido" e tornou-se próximo dos escritores Molière e Racine. Com a queda do ministro Fouquet, La Fontaine tornou-se protegido da Duquesa de Bouillon e da Duquesa d'Orleans.


Em 1668 foram publicadas as primeiras fábulas, num volume intitulado "Fábulas Escolhidas". O livro era uma colectânea de 124 fábulas, dividida em seis partes. La Fontaine dedicou este livro ao filho do rei Luís XIV. As fábulas continham histórias de animais, magistralmente contadas, contendo um fundo moral. Escritas em linguagem simples e atraente, as fábulas de La Fontaine conquistaram imediatamente seus leitores.

Em 1683 La Fontaine tornou-se membro da Academia Francesa, a cujas sessões passou a comparecer com assiduidade. Na famosa "Querela dos antigos e dos modernos", tomou partido dos poetas antigos.


Várias novas edições das "Fábulas" foram publicadas em vida do autor. A cada nova edição, novas narrativas foram acrescentadas. Em 1692, La Fontaine, já doente, converteu-se ao catolicismo. Morreu a 13 de Abril de 1695. A última edição de suas fábulas foi publicada em 1693.


Fontes: UOL Educação
wikipedia (Imagens)

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Jean La Fontaine - Fontaine por Hyacinthe Rigaud





Ilustração de "A Cigarra e a Formiga" -Gustave DoréFile:La cigale et la fourmi illustration dore.jpg

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08 de Julho de 1840: Nasce Manuel de Arriaga, Primeiro presidente constitucional da República Portuguesa


Manuel José de Arriaga Brum da Silveira nasceu em 8 de Julho de 1840, na cidade da Horta, filho de Sebastião de Arriaga e de D. Maria Antónia Pardal Ramos Caldeira de Arriaga, ambos descendentes de famílias nobres açorianas.

Casou com D. Lucrécia de Brito Berredo Furtado de Melo, neta do comandante da polícia do Porto e partidário das forças liberais à data da revolução de 1820, de quem teve seis filhos, dois rapazes e quatro raparigas. Faleceu em 5 de Março de 1917, com 77 anos de idade.

 Na Universidade de Coimbra, onde se formou em Leis, cedo manifestou simpatia pelas ideias republicanas, o que provocou um conflito insanável com o pai, que o deserdou e lhe deixou de custear os estudos. Para sobreviver e pagar a Faculdade, teve então de dar aulas de Inglês no liceu.

Em 1866, concorreu a leitor da décima cadeira da Escola Politécnica e da cadeira de História do Curso Superior de Letras. Não conseguindo a nomeação para qualquer delas, teve de continuar, agora em Lisboa, a leccionar a mesma disciplina de Inglês. Dez anos depois, em 26 de Agosto de 1876, já faz parte da Comissão para a Reforma da Instrução Secundária. Simultaneamente, vai cimentando a sua posição como advogado, tornando-se um notável casuísta graças à sua honestidade e saber. Entre as várias causas defendidas destaca-se, em 1890, a defesa de António José de Almeida, após este ter escrito no jornal académico O Ultimatum, o artigo "Bragança, o último", contra o rei D. Carlos.

Na sequência dos acontecimentos de 5 de Outubro de 1910, e para serenar os ânimos agitados dos estudantes da Universidade de Coimbra, é nomeado reitor daquela Universidade, tomando posse em 17 de Outubro de 1910.


Filiado no Partido Republicano, foi eleito por quatro vezes deputado pelo círculo da Madeira. Em 1890, foi preso em consequência das manifestações patrióticas de 11 de Fevereiro, relativas ao Ultimato Inglês.

Em 1891, aquando da revolta de 31 de Janeiro, já fazia parte do directório daquele Partido, em conjunto com Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro, Teófilo Braga e Francisco Homem Cristo.

Nos últimos anos da monarquia, sofre um certo apagamento, dado que o movimento republicano tinha chegado, entretanto, à conclusão que a substituição do regime monárquico não seria levada a cabo por uma forma pacífica. Os republicanos doutrinários são, então, substituídos pelos homens de acção que irão fazer a ligação à Maçonaria e à Carbonária.

Depois da proclamação do regime republicano foi então chamado a desempenhar as funções de Procurador da República.


ELEIÇÕES E PERÍODO PRESIDENCIAL


Foi eleito em 24 de Agosto de 1911, proposto por António José de Almeida, chefe da tendência evolucionista, contra o candidato mais directo, Bernardino Machado, proposto pela tendência que no futuro irá dar origem ao Partido Democrático de Afonso Costa.

O escrutínio teve o seguinte resultado:

Manuel de Arriaga 121 votos

Bernardino Luís Machado Guimarães 86 votos

Duarte Leite Pereira da Silva 1 voto

Sebastião de Magalhães Lima 1 voto

Alves da Veiga 1 voto

Listas brancas 4 votos


Assiste-se na época à divisão efectiva das forças Republicanas. De 27 a 30 de Outubro de 1911, reúne-se, em Lisboa, o Congresso do Partido republicano em que é eleita a lista de confiança de Afonso Costa, passando o partido a denominar-se Partido Democrático. Em 24 de Fevereiro de 1912, por discordar da nova linha política seguida pela nova direcção, António José de Almeida funda o Partido Evolucionista, e dois dias depois, Brito Camacho, o Partido União Republicana, divisão que, no entanto, pouco adiantará para a resolução das contradições deste período deveras conturbado. O início da Primeira Grande Guerra vem agravar ainda mais a situação, dando origem à polémica entre guerristas e antiguerristas.

O Ministério de Victor Hugo de Azevedo Coutinho, alcunhado de Os Miseráveis, que vigora entre 12 de Dezembro de 1914 e 25 de Janeiro de 1915, não vem alterar em nada a situação, acabando por ser demitido na sequência dos acontecimentos provocados pelo "Movimento das Espadas", de âmbito militar, onde se destacaram o capitão Martins de Lima e o comandante Machado Santos.

O Presidente Manuel de Arriaga tenta inutilmente chamar as forças republicanas à razão, envidando esforços no sentido de se conseguir um entendimento entre os principais dirigentes partidários. Goradas estas diligências, não dispondo de quaisquer poderes que lhe possibilitassem arbitrar os diferendos e impor as soluções adequadas e pressionado pelos meios militares, vai então convidar o general Pimenta de Castro para formar governo que é empossado em 23 de Janeiro de 1915.

O encerramento do Parlamento e a amnistia de Paiva Couceiro vão transformar em certezas as desconfianças que os sectores republicanos tinham acerca daquele militar, desde o governo de João Chagas onde ocupara a pasta da Guerra e evidenciara uma atitude permissiva face às tentativas monárquicas de Couceiro. A revolta não se fez esperar. Em 13 de Maio do mesmo ano, sectores da Armada chefiados por Leote do Rego e José de Freitas Ribeiro demitem o Governo que é substituído pelo do Dr. José de Castro, que inicia as suas funções em 17 do mesmo mês.

O Presidente é obrigado a resignar em 26 de Maio de 1915, saindo do Palácio de Belém escoltado por forças da Guarda Republicana.

 Manuel de Arriaga não conseguiu recuperar deste desaire, morrendo amargurado dois anos depois, em 5 de Março de 1917. Foi substituído pelo Dr. Teófilo Braga.

wikipedia (imagens)
 
Manuel de Arriaga
Cartaz comemorativo da eleição de Manuel de Arriaga

Dos mentecaptos e afins - Baptista Bastos


Baptista Bastos


O embaraço do ministro alemão das Finanças, em desdizer o que, na realidade, dissera, porque era o que, afinal, desejava, dá-nos uma ideia, embora pálida, das trapalhadas em que a “União” Europeia se enredou. Falar da “União” com o grotesco entusiasmo de Durão Barroso é pecaminoso, embora se entenda com repulsa: ele tratou lá da vidinha, e aquilo foi um maná. O senhor tem tendência para serventuário, viu-se, sobretudo, na cimeira dos Açores, onde atingiu o nível de indecoroso.
O que está em causa, nesta organização, é, também, a qualidade dos seus representantes. São meros funcionários, técnicos de contas, que desconhecem, totalmente, as características fundamentais das nações e dos povos, e apenas obedecem a outras ordens, emanadas dos grandes senhores do dinheiro, de face oculta, e que determinam as famosas “leis do mercado”.
A “União” nem sequer foi uma utopia: foi um mito reabsorvido pelo sistema, e arduamente defendido por sicários que cedo viram na organização um modo de vida fácil e muitíssimo bem pago. Bem vistas as coisas, a solidariedade nunca existiu por aquelas bandas. Um filme exibido há anos, “os Eurocratas”, dava-nos um pouco da secreta realidade da “União.” Foi retirado da circulação, por “criar mal-estar”.
Mas os agora 27 países do conglomerado não parecem estar totalmente sossegados, e isso reflecte-se nas dramáticas manifestações de racismo e de xenofobia, nas muralhas de aço e de arame farpado, no medo que certos países têm dos estrangeiros. O Reino Unido fez saber, recentemente, que os europeus eram todos bem-vindos. Os europeus, note-se. O velho nacionalismo ressurgiu dos escombros de uma “União” que provocou o renascimento desse espectro. Seria instrutivo ler ou reler “A Ideologia Alemã” ou “História da Literatura Alemã”, de György Lukács, pela actualidade da visão e pela profundidade dos conceitos.
E provoca dó e compaixão assistir aos salamaleques de François Hollande, convencido de que é uma figura importante quando não passa de um títere de Angela Merkel e dos seus propósitos. Schäuble, aquele ministro de má catadura, que, em tempos, animou o ministro português Vítor Gaspar, tranquilizando-o com palavras cúmplices na ideologia, é o mesmo que não esconde o seu ódio ao actual Governo de Portugal e aquele que armadilhou a Grécia, numa das mais indecorosas intervenções invasivas de que há memória.
Todo o cuidado é pouco quando se trata de relações com a Alemanha. Historicamente, ela possui uma noção de superioridade. Como tem sempre sido vencida pelas armas, voltou-se para os esquemas da economia, com intensa satisfação por alguns pequenos mentecaptos que pululam pelos jornais e televisões, neste caso portugueses.

Jornal de Negócios

Este ‘grande’ servidor público…


Ministro Nuno Crato em aula sobre eclipse solar
O ex-ministro da Educação Nuno Crato confirmou que vai ser testemunha dos colégios privados nas ações que estão a ser apresentadas a contestar a redução pelo Governo dos contratos de associação.
Nuno Crato, que vai testemunhar contra o Ministério pelo qual foi responsável nos últimos quatro anos. Um verdadeiro ‘servidor público, não haja dúvida… (Não passa de um vendido..).