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sábado, 18 de junho de 2016

Milhares de pessoas em defesa da Escola Pública


unir vozes
Mais de 80 mil pessoas concentraram-se, este sábado, na Praça Marquês de Pombal, em Lisboa, em defesa da escola pública.
Nesta concentração marcada pelo colorido das bandeiras dos sindicatos de professores e da CGTP-IN, milhares de pessoas pretenderam mostrar que a escola pública é de qualidade, mas precisa de ter mais investimento.
“Escola pública é de todos, a privada é só de alguns”, “A educação é um direito, sem ela nada feito”, “Duplicar o financiamento é esbanjar o orçamento” e “Dinheiro do Estado não pode ir para o privado” foram algumas das palavras de ordem proferidas pelos manifestantes, que empunhavam cartazes alusivos ao tema da marcha.
Na intervenção feita pelo secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, afirmou que esta manifestação “não é do contra, mas sim pela escola pública”, considerou que “não é justo manter as escolas privadas que fazem concorrência às públicas” e acrescentou ainda que “não é de estranhar que o PSD e o CDS não vejam com bons olhos esta manifestação”, relembrando as políticas dos últimos quatro anos. Concluiu a sua intervenção defendendo a necessidade de combater “o embuste” do número de colégios privados que andavam “a viver à custa do Orçamento do Estado”, que são 39.
Já Mário Nogueira disse, no final do desfile que contou com a participação de pais, alunos, professores, sindicalistas, políticos, reformados e ativistas de movimentos sociais, além de centenas de famílias – “Esta foi a maior manifestação de sempre em defesa da escola pública”.
Quando os primeiros manifestantes estavam a chegar ao Rossio, a cauda do desfile estava no Marquês de Pombal, verificou a agência Lusa no local.



Via: Entrada – CGTP-IN http://bit.ly/1XwxchU

CONCORDO EM ALGUNS PONTOS NOUTROS NÃO ! A EUROPA É A NOSSA RUÍNA - Chamar os bois pelos nomes

Chamar os bois pelos nomes

Augusto Santos Silva TSFO que aprecio em Augusto Santos Silva, além da inteligência´e da capacidade política, é a frontalidade com que encara as situações e lhes dá o devido nome.
Numa entrevista à TSF, este domingo, na qualidade de ministro dos Negócios Estrangeiros, Santos Silva defendeu o projecto europeu, mostrando-se optimista em relação à permanência do Reino Unido na  UE mas não dramatizando as consequências de uma eventual saída. Numa análise lúcida e desapaixonada, o ministro dos Negócios Estrangeiros não deixou porém de exprimir uma dura crítica ao comportamento adoptado relativamente a Portugal por “funcionários” europeus. Disse o ministro:
Santos Silva foi certeiro na qualificação das declarações que porta-vozes e outros funcionários europeus, incluindo membros do Eurogrupo, insistem em fazer com regularidade, ameaçando Portugal com hipotéticas futuras sanções, criando percepções negativas sobre o País e descredibilizando o governo português.
Ainda bem que há um ministro com o peso do ministro dos Negócios Estrangeiros que não tem medo de dizer o que todos vemos e ouvimos, isto é, que “funcionários” europeus  criam um “clima de ameaças e hostilização permanente” contra Portugal.
Em  português popular, chama-se a isso “chamar os bois pelos nomes”.

vaievem.wordpress.com

ATENÇÃO ! UMA VERGONHA !

ATENÇÃO
UMA VERGONHA !
NO SITE DO "DN" JUNTO ÀS NOTÍCIAS DO DIA APARECE ESTA PUBLICAÇÃO QUE PARA OS MAIS DESCUIDADOS OS LEVA A ABRIR A NOTÍCIA SENSACIONALISTA E ENTÃO
APARECE UM AVISO A DIZER QUE ( DETECTÁMOS QUE O SEU SMARTPHONE ESTÁ INFECTADO COM 8 VIRUS E SE NÃO O DESINFECTAR O OPERADOR IRÁ BLOQUEAR O SEU APARELHO. DEPOIS APARECE UM QUADRADO COM O (OK) PARA QUE VOCÊ CONFIRME E O LEVARÁ A UM SITE QUE TEM UM ANTIVIRUS QUE TERÁ QUE ADQUIRIR E PAGAR.
PENSO QUE NÃO DEVERIA SER PERMITIDO ESTE TIPO DE PUBLICIDADE ALARMISTA E FALSA E QUEM SABE SE NÃO ELA PRÓPRIA CONTENDO O VIRUS PARA LIXAR A VIDA DO PAGANTE.
COMPETE AO PRÓPRIO JORNAL VERIFICAR DA AUTENTICIDADE DOS SEUS ANÚNCIOS E NÃO SE LIMITAR SÓ A ARRECADAR A MASSA DA PUBLICIDADE PREJUDICANDO E ABORRECENDO OS QUE VISITAM O SITE QUE JÁ LEVAM COM TONELADAS DE MENTIRAS E AINDA TÊM QUE ATURAR ESTES ALDRABÕES
QUANTO À NOTÍCIA DO FALECIMENTO DO DITO CUJO JÁ DEVERIA TER ACONTECIDO À MUITO TEMPO E TALVEZ PORTUGAL E A VIDA DOS PORTUGUESES TIVESSE LEVADO OUTRO RUMO.

PEV dirige pergunta ao Ministério dos Negócios Estrangeiros quanto à contestação do acórdão do Tribunal Europeu sobre Acordos de Pesca e Agricultura entre a UE e Marrocos

 


Hoje, os Deputados Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira, do Partido Ecologista Os Verdes – PEV (Portugal), dirigiram uma pergunta ao Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre a contestação do Governo Português ao acórdão do Tribunal Europeu sobre os Acordos de Pesca e Agricultura entre a União Europeia e o Reino de Marrocos.
 
Na pergunta enviada ao Presidente da Assembleia da República, destinada ao Ministro dos Negócios Estrangeiros os deputados do PEV indagam por que razão o Governo português solicitou que o Tribunal de Justiça admitisse a intervenção da República Portuguesa neste processo, em apoio das conclusões do Conselho da União Europeia.
 
Recordam que os acordos internacionais celebrados pelo poder administrativo de um território não autónomo não se aplicariam nesse território, salvo se estivesse expressamente escrito em extensão. Logo, se não existe um acordo com tal extensão, o Acordo de Associação com Marrocos aplica-se apenas aos produtos originários do Reino de Marrocos, Estado que, de acordo com a lei internacional, não inclui o Sahara Ocidental.
 
Perante estes factos, e se a soberania de Marrocos sobre o Sahara Ocidental não é reconhecida nem pela União nem pelos seus Estados-Membros, nem pela ONU, um acordo com o Reino de Marrocos nunca poderá aplicar-se ao Sahara Ocidental.
 
Os deputados do PEV citam a Constituição da República Portuguesa, que é muito clara no seu artigo 7º (Relações Internacionais) e que consagra que Portugal se rege “pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos, da igualdade entre os Estados, da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade” e que “preconiza a abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração nas relações entre os povos, bem como o desarmamento geral, simultâneo e controlado, a dissolução dos blocos político-militares e o estabelecimento de um sistema de segurança coletiva, com vista à criação de uma ordem internacional capaz de assegurar a paz e a justiça nas relações entre os povos”.
 
Terminam o texto solicitando ao Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo as seguintes perguntas, para que o Ministério dos Negócios Estrangeiros possa prestar os seguintes esclarecimentos:
 
1- De que informação dispõe o Governo sobre este processo?
 
2- Não considera o Governo que há um duplo critério a nível da União Europeia uma vez que os Estados europeus não reconhecem a soberania de Marrocos sobre o Sahara Ocidental, mas aceitam a aplicação de acordos comerciais com Marrocos no Sahara Ocidental?
 
3- Qual a posição do Governo sobre qualquer presença europeia no Sahara Ocidental no âmbito de um acordo com Marrocos?
 
4- Qual a posição do Governo relativamente à exploração dos recursos naturais do Sahara Ocidental por parte do Reino de Marrocos?
 
5- Qual a razão que leva o Governo a contestar um acórdão do Tribunal Europeu que é claro na sua aplicação, em conformidade com a lei internacional e de acordo com os princípios subscritos por Portugal no seio da ONU?
 
Recorde-se que o acórdão emitido pelo Tribunal de Justiça Europeu em Dezembro do ano passado, foi contestado por Portugal, Espanha, Bélgica e Alemanha.
 


http://bit.ly/1sKCPwg
FONTE: Por un Sahara Libre
Via: Sahara Ocidental Informação http://bit.ly/268qbpc

Em Lisboa, muitos, muitos milhares, na Marcha em defesa da Escola Pública!





fotos: Paulo Sá  deputado pelo Algarve do PCP (facebook)

ESPERO QUE PORTUGAL FAÇA MELHOR DO QUE ESTA CANÇÃO BAJULADORA. POBRE, PINDÉRICA, PIMBALHONA



A Antena1 é a rádio oficial do Europeu de Futebol 2016 e vai criar canções originais dedicadas a cada um dos adversários da seleção portuguesa.

Esta é a canção criada especialmente a pensar na Islândia, o primeiro confronto de Portugal na competição.



A letra da canção é de João Gobern, a música de Tozé Brito e a produção, arranjos e voz principal de Pedro Vaz.


OUÇA AQUI O REGISTO AUDIO

video

http://media.rtp.pt

A raposa no galinheiro com a participação de Portugal




Se levássemos sério o que as pessoas dizem ser, ou ter sido, ficaríamos surpreendidos por o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal ter aceite, sem estrebuchar, a eleição do terrorista Estado de Israel para integrar o «Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros» da ONU que, entre outros assuntos, se vai pronunciar, sobre as «Medidas para eliminar o terrorismo internacional», «O primado do direito aos níveis nacionais e internacionais» e «Responsabilidade dos Estados por actos internacionalmente impróprios»!
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal pertence a um governo do PS. Normal, não?



Israel acaba de ser nomeado para presidir à Sexta Comissão da Assembleia Geral da ONU pelo Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros, integrado actualmente (além de um observador, os EUA) por 28 Estados, entre os quais se incluem Portugal e — estranhamente — Israel.
A Sexta Comissão é descrita pela ONU como «o fórum principal dedicado ao exame das questões jurídicas na Assembleia Geral».


Entre os assuntos em agenda para discussão na 71.a sessão, que terá início em Outubro de 2016, encontram-se questões como «Medidas para eliminar o terrorismo internacional», «O primado do direito aos níveis nacionais e internacionais» e «Responsabilidade dos Estados por actos internacionalmente impróprios».


Trata-se de temas que Israel conhece bem, mas perversamente, pelo lado da prática do terrorismo de Estado contra o povo palestino e outros países da região, pelo lado da violação do direito internacional, pelo lado do desrespeito pelas resoluções da ONU.


Israel, impedido de aderir ao Grupo Asiático devido à oposição dos países árabes, é membro permanente do GEEOO desde 2004.


Em 2014 Israel tinha já sido nomeado por este bloco regional para presidir à Quarta Comissão da AG da ONU, dedicada à descolonização, o que só por si constituía um insulto às decisões e afirmações da ONU relativamente à erradicação do colonialismo, já que Israel exerce ele próprio um colonialismo de povoamento no território da Palestina e viola persistentemente os direitos nacionais do povo palestino.


É inaceitável que Israel, que continua a infringir o direito e as convenções internacionais, o direito humanitário internacional e incontáveis resoluções da ONU, seja nomeado para encabeçar uma comissão jurídica que visa promover o direito internacional e proteger direitos e liberdades humanos básicos.


Ao nomear Israel, o Grupo dos Estados da Europa Ocidental e Outros está a pôr em causa o sistema jurídico internacional e a recompensar Israel pelas suas violações flagrantes do direito internacional e pelos seus actos de violência e de punição colectiva.


Assim sendo, e tendo em conta as disposições da Constituição, nomeadamente do seu artigo 7º, ao afirmar que «Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios da independência nacional, do respeito dos direitos do homem, dos direitos dos povos» e que «Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência», o MPPM – Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente:
— condena esta nomeação e lamenta a participação nela de Portugal;— exorta o governo português a retirar o apoio à nomeação de Israel pelo GEEOO;
— exorta ainda o governo português a desenvolver na ONU acções tendentes a responsabilizar Israel pelas suas persistentes violações do direito internacional e dos direitos humanos e a assegurar o reconhecimento efectivo do direito do povo palestino a um Estado viável, dentro das fronteiras de 1967, com capital em Jerusalém oriental e uma solução justa para o problema dos refugiados.


Lisboa, 10 de Junho de 2016


* A Direcção Nacional do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente

abrildenovomagazine.wordpress.com

Álfon: um ano depois, continua preso porque lutou contra as políticas antissociais e anti-trabalhadores


Ontem, 17 de Junho, conta-se um ano sobre a prisão de um jovem trabalhador, do Estado Espanhol, de Vallecas. Um ano de uma prisão injusta, sem quaisquer garantias processuais, com alterações de provas e acusações falsas.
Na passagem dos seis meses, deixei aqui ficar um texto que conta as manobras de culpabilização e de mentira da justiça espanhola para prender trabalhadores, activistas, sindicalistas. E convém relembrar que normalmente, não leva muito tempo a que as mesmas práticas se repitam do lado de cá. Por isso mesmo, deixo de novo o texto. Um jovem, já terá 25 anos, encarcerado porque lutou contra as políticas antissociais e contra os trabalhadores. E, essa notícia, não chega cá. Como sempre.
Alfonso Fernández Ortega, 24 anos, jovem trabalhador do bairro madrileno de Vallecas, foi preso a 14 de Novembro de 2012. No mesmo dia em que teve lugar uma greve geral em Portugal, Espanha, Grécia e Itália (parcial), numa acção conjunta dos trabalhadores contra as medidas de agressão e austeridade.
No mesmo dia em que em Portugal polícias agrediam violentamente manifestantes e alguns ficaram desaparecidos várias horas depois de detidos (enquanto regressavam a suas casas), Alfonso, também conhecido como Alfon, era detido, juntamente com a sua namorada, ao saírem de casa para se juntarem a um piquete. A acusação? Explosivos na mochila. Problema: nunca foi provado que algum deles tivesse em posse quaisquer explosivos ou sequer resíduos nas suas roupas, corpos ou casas. Convém saber o que se passou de seguida. Porque, afinal, o estado espanhol não é assim tão longe e não está tão distante em termos ideológicos ou legislativos do estado português (como, aliás, foram exemplo as detenções em Lisboa nesse mesmo dia).
Alfon e a sua namorada estiveram a ser interrogados de duas em duas horas por pessoas encapuzadas, sob constantes ameaças e tentando forçar confissões, não lhes tendo sido permitido (em total violação da lei) o contacto com família ou advogados durante, pelo menos, dois dias.
Alfon permaneceu encarcerado, a título de prisão preventiva, sob o pretexto de «alarme social» – figura inexistente no direito espanhol. Detido sob o regime FIES (Ficheros de Internos de Especial Seguimiento) – normas que determinam o tratamento de dados relativamente a pessoas detidas ou presas, designadamente o controlo total sob as comunicações e mesmo o impedimento destas com terceiros – Alfon ficou impedido de receber e enviar cartas e todos os seus contactos foram vigiados e monitorizados, incluindo as comunicações com o advogado e a família que, nos termos do direito nacional e internacional, são sigilosos.
Perante isto, as mobilizações populares de solidariedade multiplicaram-se: associações de bairro, movimento sindical, amigos e família, organizações sociais, partidos políticos, personalidades e milhares de pessoas exigiram a libertação de Alfon, o cumprimento da lei e a denúncia da corrupção policial e tentativa de incriminação através da falsificação de provas, prática corrente da polícia espanhola.
Durante os dois meses de detenção, até 9 de Janeiro, todos os amigos de Alfon passaram a ser também vigiados e em todas acções de solidariedade, quando a polícia aparecia, o confronto passou a ser latente dadas as contínuas provocações e instigação de tensões pelas forças policiais.
Em Junho de 2015 foi conhecida a sentença final: 4 anos de prisão, numa sucessão de audiências com várias contradições nos meios de prova (e sua obtenção), com a violação grosseira de direitos fundamentais (direito a comunicar sigilosamente com advogado e família, ameaças pessoais, acosso, vigilância de todas as comunicações, entre tantas outras), enfim, uma sentença injusta e, muito provavelmente, tão ilegal quanto infundamentada.
E agora, Espanha?
Talvez não seja despiciendo perguntar: e agora, Portugal?
A ley mordaza, que determina a proibição de manifestações junto dos órgãos de soberania, bem como a utilização de lenços ou máscaras para tapar as caras (curiosamente as forças policiais permanecem sempre sem identificação), determina ainda a fichagem de pessoas com actividades políticas e/ou sociais e a monitorização do seu activismo, numa perigosa afronta aos mais básicos direitos humanos, não está longe de algumas práticas em Portugal, que, a não serem devidamente combatidas, poderão tornar-se lei.
Aqui também existem detenções e identificações policiais aleatórias (como foi o exemplo de pessoas identificadas por entregarem um abaixo assinado com mais de 300 mil assinaturas na residência do então primeiro ministro Sócrates, as identificações de pessoas de nacionalidade diferente nos transportes públicos, a constante intervenção ilegal e de coacção sobre os piquetes de greve, a identificação de manifestantes, prática de vigilância constante, acosso, intimidação sobre os habitantes dos bairros periféricos, …), violência policial (como foi o caso da tortura na esquadra de Alfragide a 5 jovens do Bairro da Cova da Moura), fichagem de activistas (como são exemplo as normas técnicas do direito de reunião e manifestação que obrigam os polícias a registar todas as palavras de ordem, as faixas utilizadas, os «habitués» presentes e a identificação dos «responsáveis» pelas manifestações), julgamentos que roçam a ilegalidade e a perseguição política (como são os julgamentos por manifestações nas galerias do parlamento que em nenhum caso, até hoje, interromperam quaisquer trabalhos e que são, tão só, a manifestação do direito fundamental à liberdade de expressão), entre tantos outros exemplos que não terminam nem terminarão aqui.
A verdade é que na origem destes procedimentos intimidatórios e persecutórios está uma causa antiga e simples: a luta de classes.
Os perseguidos e vigiados não são os banqueiros, não são os grandes corruptores, não são os poderosos: são os trabalhadores e o povo, particularmente quando organizados nos seus sindicatos, nas suas associações, no seu partido de classe.
E muitos dos que lêem estas palavras provavelmente já passaram por um qualquer processo judicial, identificação policial, intimidação, ou qualquer outro exemplo da prática de dissuasão coerciva da luta e da transformação social.
O problema das liberdades democráticas que estão a ser progressivamente cerceadas sempre a pretexto de uma suposta segurança não é um problema óbvio ou simples de entender. Muito menos de debater. Mas as consequências práticas são visíveis e aterradoras: em nome da segurança, em Paris proibiram-se manifestações e foram presos activistas ambientais que se pronunciaram contra a cimeira que ali decorria. Na Dinamarca discute-se uma lei que permite o confisco de bens a refugiados para que paguem a sua «estadia». Na Hungria levantam-se muros de arame farpado e autoriza-se o assassinato de pessoas que procurem asilo. E as pessoas vão, «voluntariamente», cedendo as suas liberdades em nome de uma suposta segurança.
Voltando a Alfon, a imprensa portuguesa não escreveu uma linha. Nada se diz sobre os constantes abusos policiais no estado espanhol. Nada se lê sobre as torturas dos independentistas, nada se vê sobre as cargas policiais protegidas pela ley mordaza, nada se escreve sobre a mobilização popular no bairro Gamonal em Burgos, nada se vê sobre a luta dos trabalhadores da Coca-Cola em Fuenlabrada (que quer despedir centenas de trabalhadores), sobre a luta dos bombeiros florestais, sobre a perseguição aos imigrantes africanos nas grandes cidades espanholas, etc. Lá, como cá, as lutas prosseguem e adensam-se e nada se vê na comunicação social.
O caso de Alfon é paradigmático na demonstração da deriva europeia de tentativa de criminalização (veja-se a ilegalização do Partido Comunista da Ucrânia) de todas as organizações políticas ou populares progressistas e da criação de ficheiros individuais sobre as pessoas envolvidas no combate sindical, operário, popular ou social.
A Europa aproxima-se novamente de um perigoso estado-polícia que deu origem aos maiores horrores já vividos pela humanidade, enquanto os exemplos concretos, como o de Alfon, são escondidos.
Ontem, como hoje, continua a ser o poder financeiro a determinar as liberdades individuais e colectivas dos povos, quer através da manipulação política com a reciclagem sistémica de governos burgueses que perpetuam as políticas austeritárias e autoritárias.
Passam agora 6 meses sobre a prisão de Alfon, a 17 de Junho. Exigir a liberdade de Alfon é defender a liberdade de cada um de nós. A liberdade dos trabalhadores e das camadas populares, a liberdade de transformar a sociedade.
Que ninguém fique indiferente


Via: Manifesto 74 http://bit.ly/1ZYtDz7

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto




"Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência."

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência..

1. Sacarina. John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs. Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno. Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares. Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT. Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas. Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja. Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo. Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp. Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal). Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH). Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM). No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornado com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator. No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).


*Fonte: Regeneración


https://gz.diarioliberdade.org/artigos-em-destaque/item/21034-os-12-produtos-mais-perigosos-criados-pela-monsanto.html


Mafarrico Vermelho