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sábado, 11 de junho de 2016

Grupo Parlamentar do PCP questiona o Governo sobre o reforço do orçamento da Universidade do Algarve.

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Paulo Sá deputado do PCP

Grupo Parlamentar do PCP questiona o Governo sobre o reforço do orçamento da Universidade do Algarve.
A estratégia do anterior Governo PSD/CDS de desresponsabilização do Estado no financiamento do ensino superior público afetou todas as universidades e politécnicos e, em particular, a Universidade do Algarve. Neste contexto de desinvestimento público, a UALG desenvolveu um importante esforço de contenção da despesa e de aumento das receitas próprias, tentando evitar que fossem comprometidas a formação inicial e avançada e as atividades de investigação científica, assim como os direitos laborais dos seus funcionários, docentes e não docentes. Apesar deste esforço, a UALG necessitará, este ano, de um reforço de financiamento público para poder continuar a cumprir a sua missão. Foi neste sentido que o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Governo.

ALGARVE - Centenas formaram cordão humano em Aljezur contra exploração de petróleo

A Câmara Municipal de Aljezur foi rodeada por um cordão humano de protesto contra a exploração de hidrocarbonetos em terra e em mar no Algarve.


A Câmara Municipal de Aljezur foi neste sábado rodeada por um cordão humano de protesto contra a exploração de hidrocarbonetos em terra e em mar no Algarve, onde participaram cerca de 300 pessoas de diferentes nacionalidades.
“Vão-se embora”, “Fora”, gritaram os participantes, muitos deles envergando cartões vermelhos, outros cartazes ou cruzes de madeira pintadas de vermelho com apelos ao Governo para que trave o processo de prospeção e exploração no Algarve.
“Este cordão humano de hoje é um apelo ao Governo de António Costa e ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa para saírem do sono profundo em que se encontram em relação à exploração de petróleo e gás natural na região do Algarve”, disse à Lusa João Martins, do Movimento Algarve Livre de Petróleo (MALP).
Defendendo que os responsáveis políticos nacionais não podem consentir esta atividade no Algarve, atividade que descreve como “um crime público”, João Martins deixou um apelo para a travagem do processo em prol da natureza, do turismo, da economia e da paz social da região.
“Quando foi o próprio responsável da Entidade Nacional para o mercado dos combustíveis, Paulo Carmona, a dizer que estes contratos têm irregularidades, só há uma coisa a fazer: parar já com estes contratos e ir ao encontro das expectativas legítimas das populações do Algarve”, destacou.
A alemã Andrea Peters tem residência em Aljezur há oito anos e disse à Lusa que quando decidiu adquirir casa no Algarve, para viver rodeada de natureza, nunca pensou que a exploração petrolífera fosse um problema. “É mau para a natureza, para as pessoas, para a região”, comentou admitindo ter medo que o Governo português deixe o processo avançar.
Anabela Batista é natural de Aljezur e também participou no protesto, apesar de lamentar que os portugueses não tenham tido uma presença tão ou mais numerosa que a comunidade estrangeira residente. “Não sou a favor da exploração de petróleo na nossa zona. A costa vicentina sempre foi conhecida por ser um parque natural e não um parque industrial, portanto, não queremos transformar aquilo que temos de bom numa situação menos boa que não traz vantagens”, explicou.
À Lusa, disse manter a esperança que, caso a prospeção avance no terreno se prove que não existe possibilidade de lucro e as petrolíferas se afastem de vez da região. A ação incluiu ainda a recolha de assinaturas, uma assembleia popular e um ‘flash mob’. A iniciativa foi organizada por várias associações da região e pelo Movimento Algarve Livre de Petróleo (MALP) e contou com o apoio da autarquia.
“A Câmara Municipal de Aljezur aderia a esta forma tolerante mas determinada para dar um grande cartão vermelho à exploração de hidrocarbonetos no Algarve, em terra e em mar, mas muito particularmente para apelas a esta discussão pública em curso até dia 22 (junho) para evitarmos o primeiro furo na bacia do Alentejo, ao largo de Aljezur”, disse o autarca José Amarelinho.
Aquele responsável municipal mostrou-se confiante que o processo vai ser travado e salientou que a região tem mostrado a sua posição relativamente a esta questão tanto ao nível popular como ao nível dos seus representantes políticos, tendo a Comunidade Intermunicipal do Algarve avançado com ações judiciais. “Obviamente poderemos estar quase, quase, a ganhar uma batalha que tem a ver com o ‘on-shore’ [terra] mas esta batalha no mar não é de todo uma batalha perdida”, observou.
Os movimentos envolvidos na luta contra a exploração de hidrocarbonetos no Algarve garantem que vão continuar a promover protestos e ações de sensibilização da população assim como a recolha de assinaturas para petições. A ida para a praia para esclarecer os turistas sobre a atividade petrolífera no Algarve é uma das possibilidades que estão em avaliação, explicou João Martins da MALP.
observador.pt

O esquerdismo é uma "doença" diz psiquiatra forense



É UMA DOENÇA ! diz o psiquiatra forense

Psiquiatra forense analisa os esquerdistas e faz comprovação científica: “É uma doença mental”

No livro The Liberal Mind: The Psychological Causes of Political Madness, Lyle Rossiter nos explica de forma acadêmica, as causas psicológicas do esquerdismo, mostrando todos os problemas que podem acontecer durante a formação da personalidade, causando uma sériede problemas psiquiátricos que podemos denominar como esquerdismo.

Rossiter classifica os esquerdistas em dois tipos: benignos e radicais. Os radicais são aqueles cujas ações (agenda) causam dano a outros indivíduos. De qualquer forma, os esquerdistas benignos (seriam os moderados) dão sustentação aos esquerdistas radicais.

O trecho abaixo é parte da obra de Rossiter e fala sobre o tratamento do esquerdismo de forma clínica, por um psiquiatra forense.

Liberal Mind traz o primeiro exame profundo da loucura política mais relevante em nosso tempo: os esforços da esquerda radical para regular as pessoas desde o berço até o túmulo.

Para salvar-nos de nossas vidas turbulentas, a agenda esquerdista recomenda a negação da responsabilidade pessoal, incentiva a auto-piedade e outro-comiseração, promove a dependência do governo, assim como a indulgência sexual, racionaliza a violência, pede desculpas pela obrigação financeira, justifica o roubo, ignora a grosseria, prescreve reclamação e imputação de culpa, denigre o matrimônio e a família, legaliza todos os abortos, desafia a tradição social e religiosa, declara a injustiça da desigualdade, e se rebela contra os deveres da cidadania.

Através de direitos múltiplos para bens, serviços e status social não adquiridos, o político de esquerda promete garantir o bem-estar material de todos, fornecendo saúde para todos, protegendo a auto-estima de todos, corrigindo todas as desvantagens sociais e políticas, educando cada cidadão, assim como eliminando todas as distinções de classe.

O esquerdismo radical, assim, ataca os fundamentos da liberdade civilizada. Dadas as suas metas irracionais, métodos coercitivos e fracassos históricos, juntamente aos seus efeitos perversos sobre o desenvolvimento do caráter, não pode haver dúvida da loucura contida na agenda radical. Só uma agenda irracional defenderia uma destruição sistemática dos fundamentos que garantem a liberdade organizada.

Apenas um homem irracional iria desejar o Estado decidindo sua vida por ele, ao invés e criar condições de segurança para ele poder executar sua própria vida. Só uma agenda irracional tentaria deliberadamente prejudicar o crescimento do cidadão em direção à competência, através da adoção dele pelo Estado.

Apenas o pensamento irracional trocaria a liberdade individual pela coerção do governo, sacrificando o orgulho da auto-suficiência para a dependência do bem-estar. Só um louco iria visualizar uma comunidade de pessoas livres cooperando e ver nela uma sociedade de vítimas exploradas pelos vilões.

Este sábado é dia de luta contra a prospeção de petróleo em Aljezur

Petróleo - Não Obrigado_Aljezur

















Um cordão humano contra a prospeção e exploração de hidrocarbonetos ao largo do Algarve vai ser formado este sábado, às 16 horas, no exterior do edifício da Câmara de Aljezur.
A iniciativa do Movimento Algarve Livre de Petróleo, que conta com o apoio da autarquia aljezurense, visa chamar a atenção para o iminente início da prospeção de hidrocarbonetos no mar, numa altura em que ainda se encontra a decorrer um período de Consulta Pública ao pedido de perfuração feito pelo consórcio ENI/Galp, que termina a 22 de Junho.
Paralelamente, ao longo desta manhã, a Praia de Odeceixe está a acolher uma performance coletiva coordenada pela artista Maria Lúcia Cruz Correia, natural de Odeceixe, mas que atualmente reside na Bélgica. Ao longo da sua carreira, esta performer algarvia tem desenvolvido diversos projetos artísticos, com uma base ativista, ou de sensibilização para a preservação dos sistemas naturais.
Este será um primeiro momento de um dia dedicado à luta contra a exploração de petróleo no Algarve, no concelho de Aljezur.
A realização do cordão humano foi justificada, há cerca de suas semanas, pelo MALP, que «considera inaceitável que o Estado e o Governo Português via Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos avancem à socapa para uma consulta pública com o objetivo de decidir da autorização da prospeção de petróleo ao largo das praias do Alentejo e do Algarve, quando, na semana anterior, as vozes dos principais representantes da região se posicionaram de forma clara e contundente contra a exploração de petróleo e gás natural na região do Algarve».
Tendo isto em conta, apelou para que  «as principais forças vivas das regiões do Algarve e do Alentejo, autarcas, empresários do turismo e da pesca, representantes do setor imobiliário, sindicatos, movimentos sociais, associações ambientais, partidos políticos, cidadãos nacionais e estrangeiros, se juntem em frente à Câmara Municipal de Aljezur para, mais uma vez, afirmarmos em conjunto um rotundo não à exploração de petróleo e gás natural no mar e nas terras do Algarve».
Esta semana, a Câmara de Aljezur reforçou o apelo, aproveitando para reafirmar a sua oposição à anunciada prospeção de hidrocarbonetos na sua costa.
«Desde a primeira hora que afirmamos que se trata de atividade incompatível e prejudicial à nossa estratégia de desenvolvimento sustentável, tanto em terra como no mar, corporizando, por um lado um profundo desrespeito pelos valores naturais e biodiversidade em presença, bem como, por outro, um perigoso desrespeito ao quadro de valores e herança cultural que as anteriores gerações nos transmitiram e que faremos questão de preservar e honrar», ilustrou a autarquia aljezurense.

A BOLA E MUITO MAIS






Para os nossos meios de comunicação associal, o 

mundo é uma 

bola rodeada de militares, serviços secretos e muito lixo 

na 

Cidade Luz.


E já não é pouco…!
 
No  Brasil que aguarda as olimpíades-espetáculo, em 40 cidades de 19 estados as ruas encheram-se e gritou-se “Fora Tremer”. 















  

Na Argentina as lutas contra as marionetes de Obama são diárias e neste momento os controladores aéreos e os camionistas estão em greve.








CHILE

No Chile os estudantes não desarmam e as lutas mantêm-se sob repressão policial que Pinochet muito apreciaria.


















Greve geral há onze dias na Colômbia, 


onde a repressão não brinca em serviço.

Na Venezuela o povo não desarma; milhões aprenderam a ler!
 
Outro tanto se está passando em todos os continentes.


Que “a luta de classes é o motor da história” é já um 

lugar-comum.


Via: as palavras são armas http://bit.ly/1UJNtcR

França O arranque do Euro2016 em imagens

























www.jn.pt