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quarta-feira, 8 de junho de 2016

ENA TANTOS ! E O ALGARVE CHEIO DE CARÊNCIAS NA AGRICULTURA, PESCAS E COM MUITO DO INTERIOR ESQUECIDO Algarve com 15 representantes nos órgãos nacionais do PS

Congresso do PS Lx 2016
























O Algarve tem 15 representantes nos diferentes órgão nacionais do PS eleitos no 21º congresso deste partido, que decorreu no passado fim-de-semana, em Lisboa.
Jorge Botelho, Luís Graça, Ana Passos, Joaquina Matos, Fernando Anastácio, António Miguel Pina e Miguel Freitas (efetivos) e Francisco Martins, Vítor Guerreiro, Célia Brito, Ana Sofia Belchior e Ricardo Calé (suplentes) foram eleitos para a Comissão Nacional.
Também foram eleitos para órgãos nacionais Francisco Oliveira (efetivo da Comissão Nacional de Jurisdição) e Pedro Pimpão (suplente da Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira). O presidente do PS/Algarve António Eusébio integra a Comissão Nacional e a Comissão Política Nacional, por inerência de funções.
Segundo os socialistas algarvios, os delegados da região destacaram «as medidas tomadas em matéria de defesa do Estado Social, do Serviço Nacional de Saúde e da Escola Pública, de forma a reduzir as desigualdades e promover a recuperação de rendimentos ao longos dos primeiros seis meses de Governo e os benefícios daí resultantes para a região do Algarve».
«Os delegados algarvios alertaram igualmente para os prejuízos potenciais da exploração de gás e petróleo no Algarve para a economia e para o tecido económico da região, sublinhando que com o avançar deste processo, se não forem tomadas as devidas cautelas, fica claro que para o país e para o Algarve ficará o “osso”, ou seja, o lado ainda oculto, para muitos, dos riscos do que tudo isto significa», segundo o PS Algarve.
Os restantes órgãos nacionais do PS – Secretário-geral Adjunto, Secretariado Nacional e Comissão Política Nacional – são eleitos na primeira reunião da Comissão Nacional, agendada para 15 de junho.

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Lambreta de street food é a novidade da Maria do Mar para o Verão


Maria do MarA lambreta de street food da Maria do Mar, a loja de conservas de Lagos e de Portimão, já fez a sua estreia oficial noLota Cool Market, que decorreu em finais de Maio na zona ribeirinha portimonense.


O petisco servido é o cacete de cavala, na realidade um sanduíche de conserva de cavala, em cama de salada e num pão especial, em que o segredo é a frescura de tudo, mas também o molho, feito com maionese, alcaparras e outros ingredientes que não são revelados.

Os donos das duas lojas Maria do Mar – uma em Lagos, a mais antiga, a outra em Portimão – até querem ir mais longe com a sua lambreta de street food, já fizeram várias propostas, mas até agora têm esbarrado com a intransigência das entidades públicas.

Pedro Estorninho, um dos sócios da loja portimonense da Maria do Mar, revelou a Sul Informação que o investimento feito na motorizada adaptada à street food – e que até funciona toda, quando parada, à base de energia solar fotovoltaica – tinha como objetivo «fazermos venda ambulante, pura e dura, da nossa comida, em vários pontos do concelho de Portimão, como por exemplo à saída das praias, agora no Verão. Gostávamos que acreditassem na nossa ideia, que era acompanhar o movimento das pessoas, entre a praia e as zonas de maior concentração turística».
Maria do Mar 2Mas «a resposta que obtivemos da Câmara foi “não”! Disseram-nos que a Câmara está a acabar com a venda ambulante em alguns pontos e a tentar impor regras e que não iam agora dar-nos uma licença a nós. Como se uma carrinha de street food como a nossa, que acrescenta qualidade à oferta turística e gastronómica, fosse o mesmo que um vendedor de roupas ou bugigangas…», lamentou o empresário.

Não baixando os braços, Pedro Estorninho e os seus sócios Pedro Franco e Ana Costa Franco, propuseram instalar no Jardim Bivar, junto à zona ribeirinha e à Casa Inglesa, «três ou quatro carrinhas de street food, criando ali um local de animação. Propusemos até ter lá música ao vivo, de vez em quando». Além da Maria do Mar, estavam ligadas a esta ideia outras pequenas empresas de street food algarvias, como a «Em Pão Torrado», a «Fiesta Mex» e uma de crepes.

«O Jardim Bivar, neste momento, em especial à noite, é um local pouco recomendável em Portimão. E nós íamos povoá-lo, dar-lhe vida, afastando de lá os frequentadores indesejáveis. Por outro lado, íamos acrescentar à oferta de animação e de comidas daquela zona outras coisas, no âmbito da street food, como está a acontecer nas principais cidades e locais turísticos de toda a Europa, até de Lisboa e do Porto», salientou. Com o seu projeto, a ideia era «atrair pessoas novas à zona e devolver o jardim à população».

Pedro Estorninho defende que «nem íamos fazer concorrência aos negócios que já estão instalados ali ao lado, nomeadamente gelatarias e cafés, antes pelo contrário, iríamos acrescentar serviços. Não estamos a roubar negócio a ninguém, estamos a acrescentar».

«Para mais, no nosso caso, com os snacks da Maria do Mar, sempre à base das conservas de peixe, estaríamos a oferecer algo que tem a ver com a identidade de Portimão e com a Dieta Mediterrânica. Mas o vereador Pedro Xavier, que é responsável por esta área, e ao qual apresentámos o projeto, não o aceitou. É pena!»
Pedro Franco, o outro sócio e um dos fundadores da Maria do Mar, lamenta que «o investimento que fizemos, que é pago inteiramente por nós e que, a brincar a brincar, ficou nos 10 mil euros», corra agora o risco de não poder ser rentabilizado.

«Se não se faz nada, é porque não se faz. Se se faz alguma coisa, não nos deixam trabalhar», lamenta Pedro Estorninho. «A Maria do Mar já é uma referência, foi pioneira nas lojas dedicadas às conservas de peixe portuguesas no Algarve. Se nos deixarem trabalhar, podemos ir muito mais longe. Não queremos favores de ninguém, mas queremos alguma liberdade», acrescentou.

Perante a falta de recetividade às suas ideias em Portimão, a Maria do Mar já está a estudar a hipótese de ir para outros concelhos ou, quem sabe, sair do Algarve. Por cá, este Verão, quem gosta dos petiscos bem fresquinhos e 100% algarvios da Maria do Mar poderá encontrar a sua lambreta de street food em algumas das principais feiras e festivais em toda a região.

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A ONU, a UE e a esquizofrenia Daesh Thierry Meyssan


É suposto as organizações inter-governamentais juntarem-se aos esforços dos Estados-membros para atingir os resultados que eles, por si sós, não conseguiriam. Deveria poder-se concluir, pois, que a ONU e a UE coordenam a luta contra o Daesh (E.I.). Em vez disso, estas duas organizações metem grãos de areia nas engrenagens, aos actores no terreno, e mascaram os apoios estatais ao terrorismo internacional.

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Jeffrey Feltman, o director dos Assuntos 

Políticos da ONU, e Federica Mogherini, a Alta-

Representante da União para os Negócios 

Estrangeiros e política de Segurança. Estes 

altos-funcionários trabalham para a paz, ou 

mentem em proveito do imperialismo dos E.U. 
?

Se durante a Guerra Fria, as dotações para pesquisa em ciências sociais e políticas eram orientadas para os estudos do «totalitarismo» — quer dizer, para a assimilação do nazismo e do estalinismo —, eles foram reorientados para o «terrorismo», após os atentados de 11 de Setembro de 2001. De repente, milhares de peritos surgiram, pagos para justificar a posteriori a versão oficial dos atentados, as guerras no Afeganistão e contra o Iraque, e a proclamação do Patriot Act.
Treze anos mais tarde, o fenómeno repetiu-se por ocasião da proclamação do Califado pelo Daesh (E.I). Trata-se, agora, menos de lutar contra uma ameaça terrorista difusa que combater um Estado bem real, embora não reconhecido, e prevenir as transferências de armas, de dinheiro e de combatentes que ele gera.
Duas organizações inter-governamentais, a ONU e a União Europeia, concluíram um trabalho gigantesco para definir uma estratégia de «prevenção do extremismo violento», e lutar contra o Daesh (E.I.). A Assembleia-Geral das Nações Unidas irá examinar esses trabalhos a 30 de Junho e a 1 de Julho. Pode-se, evidentemente, temer que a «prevenção do extremismo violento» não seja nada mais que uma justificação para a repressão de toda a oposição.
Ao ler os documentos disponíveis — os (1)do Secretário-geral da ONU, (2) do Comité 1373 de luta anti-terrorista, (3) da Equipe de apoio analítico e vigilância das sanções, e (4) do Serviço de acção exterior da União Europeia —, é-se tomado por uma vertigem diante do que se assemelha não a um plano de batalha, mas, sim à elaboração de uma retórica politicamente correcta.
A ONU e a UE baseiam-se exclusivamente em fontes ocidentais, afastadas do terreno, e não mencionam nunca as informações transmitidas pelo Iraque, pela Síria e pela Rússia, aliás, sequer dão conta da sua própria existência. Ora, estas foram apresentadas ao Conselho de Segurança pelos embaixadores Mohamed Ali Alhakim, Bachar Ja’afari e Vitali Tchourkin. Elas podem ser consultadas à vontade.
A Síria, e em muito menor grau o Iraque, forneceram, dia a dia, informações sobre as transferências de dinheiro, armas e jiadistas, enquanto, por sua vez, a Rússia distribuiu cinco Relatórios temáticos sobre
- 1. o Comércio ilegal de hidrocarbonetos ;
- 2. o recrutamento de combatentes terroristas estrangeiros ;
- 3. o tráfico de antiguidades ;
- 4. os fornecimentos de armas e de munições ;
- 5. os componentes destinados ao fabrico de engenhos explosivos improvisados.
O conjunto destes documentos põe directamente em causa a Arábia Saudita, o Catar, e a Turquia. Estes três Estados –-aliados de Washington--- responderam a isso com negações gerais, sem nunca discutir a menor imputação, em particular
O Daesh (E.I.) funciona para os quatro objectivos da estratégia dos Estados Unidos, quer seja em relação à criação da guerra civil sunitas/xiitas no Iraque, depois o projecto de partição do Iraque em três partes federadas, o de corte da estrada ligando Irão ao Líbano, ou, ainda, o projecto de derrube da República Árabe Síria. Deste modo, podemos interrogar-nos : se o Daesh não existisse Washington iria inventá-lo?
Seria errado acreditar que a colocação de parte dos documentos acima citados seria consequência de um preconceito anti-iraquiano, anti-sírio e anti-russo. Com efeito, as fontes ocidentais, públicas e privadas, que abundam neste sentido são igualmente ignoradas. Por exemplo, os documentos desclassificados da U.S. Defense Intelligence Agency (DIA, ou Agência de Inteligência da Defesa- ndT) ou os artigos da Jane’s, revista fetiche dos oficiais da OTAN. Não, a ONU e a UE abordam a questão do Daesh (EI) com um a priori simples e claro : este Estado teria surgido de maneira espontânea, sem beneficiar de nenhuma ajuda.
A cegueira das Nações Unidas é tal que o seu Secretário-geral, Ban Ki-moon, atribuí à Coligação Internacional, conduzida por Washington, as vitórias obtidas pelo sacrifício dos exércitos Iraquiano e árabe da Síria, da Resistência libanesa, assim como pelo envolvimento massivo do exército Russo.
O «resultado» de quinze anos de «guerra contra o terror», asseguram-nos, seria ter morto mais de 1 milhão e meio de civis por 65 a 90 000 presumíveis terroristas, e ter passado de um ataque terrorista difuso (Al-Qaida) directamente para um Estado terrorista (Daesh)! Depois de nos terem explicado que uma quinzena de Estados-membros da ONU «faliram»(Failled States), apesar de anos de ajuda internacional, tentam levar-nos a crer que, em alguns meses, um grupo de combatentes incultos conseguiu, sozinho, criar um Estado e ameaçar a Paz mundial.
A Al-Qaida passou, subtilmente, do estatuto de «ameaça» para o de «aliado», conforme o caso. Pôde financiar o AKP na Turquia, ajudar a OTAN a derrubar Muammar el-Qaddafi, na Líbia, e a fazer «bom trabalho» na Síria, ao mesmo tempo que permanecia na lista Onusina de organizações terroristas. Ninguém se deu ao trabalho de explicar esta evolução e esta contradição. Pouco importa, uma vez que o estatuto de «inimigo» é, agora, novamente devolvido ao Daesh.
No decurso dos últimos quinze anos, temos visto o campo Ocidental desenvolver a sua teoria do 11-de- Setembro e da ameaça da Al-Qaida. Após a publicação da minha crítica desta história da carochinha a dormir em pé, e apesar dos atentados que se multiplicaram, vimos as opiniões públicas duvidar da sinceridade dos seus governos, depois afastarem-se, lentamente, das suas declarações oficiais ao ponto de, actualmente, não acreditarem mais nelas. Isto, muito embora, alguns chefes de Estado — em Cuba, no Irão, na Venezuela — terem publicamente declarado não serem trouxas.
Sabendo que desta vez o ponto de vista contestatário é defendido, desde o início, por vários Estados, incluindo dois membros permanentes do Conselho de Segurança — a Rússia e a China —, iremos nós passar os próximos quinze anos numa idêntica esquizofrenia a propósito da «ameaça Daesh» ?
Tradução
Alva


www.voltairenet.org

O mentiroso contumaz


Passos Coelho afirmou ontem que  há uma diminuição do investimento privado porque o PCP e o Bloco dão suporte parlamentar a este governo e ” os capitalistas e as forças de mercado ” não investem por falta de confiança .
Se é assim qual a razão para o investimento privado , sublinho privado , ter caído 24% , uma queda brutal , com o governo de Passos Coelho , governo do PSD e CDS dois partidos que segundo as próprias palavras do ex- primeiro ministro tinham a confiança ” dos capitalistas e das forças de mercado ” ?
O investimento público caiu ainda mais.
Não é verdade também que a ligeira e frágil recuperação do investimento verificada no ultimo ano , depois da queda a pique  já vinha a abrandar ainda antes da entrada em funções deste governo ?
O que os inquéritos ao investimento nos mostram é que a principal razão que tem travado  o investimento privado é a dificuldade de  escoamento dos produtos por falta de poder de compra , procura interna , e encolhimento de mercados importantes como Angola , Brasil , Venezuela ..,procura externa.
O que motiva o investimento privado é a perspectiva de lucro e , como a experiência mostra no nosso país este corre sempre impulsionado pelo investimento público que teve no governo de Passos Coelho uma das maiores quebras de sempre e que deixou a este governo uma situação desastrosa e um  “quadro comunitário de apoio” totalmente armadilhado.

Ao contrário do que diz Passos Coelho foi por o seu governo ter como apoio parlamentar o PSD e o  CDS, partidos da banca e do capital financeiro que desviaram o grosso dos recursos publicos e dos rendimentos dos assalariados- salários ,pensões ,reformas , cortes na saúde e ensino- e dos pequenos e médios empresários – encargos , taxas . energia – para o apoio ao grande capital financeiro ( para o desendividamento e capitalização da banca privada ) que o investimento   e o PIB cairam  e a divida publica e privada aumentaram para valores impensáveis!
Via: FOICEBOOK http://ift.tt/1VKtRL5

Moção de Censura


Ao contrário de Alberto João Jardim, que só depois de muitos anos de governação é que foi confrontado com semelhante iniciativa, o governo presidido por Miguel Albuquerque, em cerca de um ano, pelo seu desgoverno, já está exposto a uma forte censura política.
O propagandeado “novo ciclo político” deu lugar a um ciclo de demissões e de contradições. Alguns meses de desgoverno bastaram para que se demitisse Manuel Brito, Secretário Regional da Saúde, a que se somaram as demissões da Directora Regional da Cultura e da Directora Regional do Ambiente e Ordenamento. Já depois do conflito público com a Presidente do IVBAM, surgiram ainda mais demissões, nomeadamente da Direcção Clínica e de todos os directores de departamentos do serviço hospitalar, seguida da demissão da Presidente do Conselho de Administração do SESARAM.
A promessa de mudança e de renovação não passou de propaganda. Mantém-se a natureza da antiga política de, sobretudo, satisfazer os senhorios, sem qualquer outro projecto. Persiste a navegação à vista, em que o importante é anunciar, propagandear obras e investimentos avulsos, mesmo sabendo não ter como os concretizar.
Quando se vulgarizam as falsas promessas, quando escasseiam os meios financeiros e não existe uma rigorosa definição das prioridades, a determinada altura, já não são silenciáveis os descontentamentos, já não é possível conter os protestos. Por isso, cresce o desnorte, o descrédito, a confusão provocadas pelo desgoverno.
Está na hora de mostrar o cartão vermelho ao Governo!

www.dnoticias.pt

A boa UE, o mau FMI e o governo SYRIZA-ANEL



















A boa UE, o mau FMI e o governo SYRIZA-ANEL
por Dimitris 




Koutsoumpas, Secretário-geral do KKE
Publicado em Ethnos newspaper

"Além disso, finalmente, mais generalizadas do que nunca, há muitos cenários conflituosos acerca do futuro da UE, sempre combinado com o futuro da eurozona, com a Grã-Bretanha, França e Alemanha como os actores chave deste conflito.


Tudo isto acontece com o pano de fundo de preocupações quanto à economia global, porque em 2015 o crescimento capitalista global desacelerou, enquanto 2016 principia com mensagens perigosas. A ameaça de novos maus tempos sincronizados na economia capitalista global lança ainda mais “combustível para a fogueira” nos antagonismos entre grandes grupos de negócios, os respectivos estados e alianças internacionais, as quais actuam como gangs de ladrões. Suas alianças, acima de tudo, voltam-se contra o povo, enquanto são mantidas por tanto tempo – e em tantos campos – quanto a coerência dos seus interesses."

As discussões dos executivos do FMI, as quais foram publicadas no sítio do WikiLeaks, destacam as agudas contradições entre por um lado o FMI e secções do capital estado-unidense e por outro lado a UE, particularmente partes do capital alemão. Estas contradições são manifestadas quanto ao programa grego e às dificuldades relativas ao término da actual avaliação.

É ingénuo pensar que a publicação destas discussões, neste momento, bem como o que se seguiu, como a reunião Merkel-Lagarde, tem a ver só com o processo da negociação do governo e a atitude de tecnocratas como Thomsen e Velculescu.

As causas são muito mais profundas e estão relacionadas com a administração da dívida como um todo e não apenas a da Grécia, assim como o rumo da própria eurozona.

Por exemplo: os EUA e, por extensão, o FMI, propuseram o término da avaliação como requisito prévio para um “haircut” da dívida grega, o qual será suportado principalmente pela Alemanha.

A Alemanha reage a este perspectiva e levanta o término da avaliação como um instrumento de pressão para a aceleração das reformas, mesmo mantendo aberta a possibilidade de o país sair da eurozona.

Portanto, o surgimento deste confronto através de publicações nos media não é nem aleatória nem sem precedentes. Recordamos o conflito EUA-Alemanha depois das revelações do agente Snowden da NSA, respeitantes às escutas de responsáveis europeus por agências dos EUA com o envolvimento da WikiLeaks.

Além disso, finalmente, mais generalizadas do que nunca, há muitos cenários conflituosos acerca do futuro da UE, sempre combinado com o futuro da eurozona, com a Grã-Bretanha, França e Alemanha como os actores chave deste conflito.

Tudo isto acontece com o pano de fundo de preocupações quanto à economia global, porque em 2015 o crescimento capitalista global desacelerou, enquanto 2016 principia com mensagens perigosas. A ameaça de novos maus tempos sincronizados na economia capitalista global lança ainda mais “combustível para a fogueira” nos antagonismos entre grandes grupos de negócios, os respectivos estados e alianças internacionais, as quais actuam como gangs de ladrões. Suas alianças, acima de tudo, voltam-se contra o povo, enquanto são mantidas por tanto tempo – e em tantos campos – quanto a coerência dos seus interesses.

Em relação ao governo, é óbvio que ele ergue as discussões do pessoal do FMI a fim de repetir a conhecida e testada chantagem de que “ainda pode ser pior” – para a aceleração da avaliação e o novo pacote de medidas, a fim de embelezar o memorando assinado com a UE. O interessante é que enquanto o governo SYRIZA-ANEL durante todo o período anterior investiu no papel do FMI e dos EUA, agora parece estar mais próximo das posições da UE e da Alemanha. Naturalmente, esta mudança do papel do “bom e do mau” não pode ocultar o facto de que tanto o FMI como a UE têm como objectivo comum a implementação de medidas anti-povo e o fortalecimento da lucratividade dos seus grupos monopolistas, a expensas do povo grego.

O governo SYRIZA-ANEL, o qual foi eleito tendo como palavra-de-ordem o cancelamento dos memorandos, chega hoje, 15 meses depois, ao ponto não só de implementar as políticas anteriores da Nova Democracia e do PASOK como também de assinar mais uma, bem como fazendo sua “bandeira” a aplicação literal do memorando como um “acto de desafio” às exigências do FMI!

Deste modo, ele tenta ultrapassar as dificuldades existentes para completar a avaliação – dificuldades que também se relacionam com as diferentes opiniões dentro do Quarteto – mas também para ultrapassar a mobilização contrária do povo e a oposição às novas medidas, à tributação, aos planos para a segurança social, etc. Os decisores políticos burgueses, tanto na Grécia como lá fora, preferem o “término” da “avaliação” pelo governo SYRIZA-ANEL, mas também estão a preparar-se para outras possíveis eventualidades políticas. Enquanto (ao mesmo tempo) os outros partidos da oposição e especialmente a Nova Democracia levanta a questão da mudança governamental, ou através de eleições ou com base no actual parlamento.

Tudo isto deve ser conhecido do povo grego, o qual não deve assistir passivamente a estes desenvolvimentos, não deve ficar preso entre “Scila e Caribde”, não deve ficar fascinado pelos jogos de media por parte do governo e outros partidos – mas sim, mais significativamente, a fim de ficar em posição, o movimento dos trabalhadores deve colocar o seu selo sobre os acontecimentos, guiado pelos seus próprios interesses e não pelo enganoso “objectivo nacional” da recuperação, o qual é de qualquer modo incerto, sobretudo porque este objectivo será baseado nas ruínas dos direitos dos povos.

Acima de tudo, o povo deve estar em posição de organizar e dirigir o seu combate para a afirmação dos seus direitos, para a construção de uma nova grande Aliança Popular, a qual terá como alvo este mesmo sistema apodrecido e os seus grupos monopolistas.

Especialmente pessoas que reconhece a militância do KKE, a sua estabilidade e coerência na luta pelos interesses do povo, já está a reflectir profundamente. Elas podem e devem dar hoje o passo e apoiar activamente as propostas políticas do KKE para a saída da crise, para um novo tipo de organização social, a qual abolirá as relações bárbaras de exploração, organizará e dirigirá a produção, a economia, os serviços sociais, as relações com outros países destinadas a beneficiar a prosperidade do povo, as necessidades populares e a salvaguarda do trabalho permanente e estável para todos.

Quanto mais esta proposta ganhar terreno, melhor estaremos em posição de atrasar e impedir as medidas anti-povo, de exigir a melhoria da nossa vida, de alcançar objectivos. Há experiência suficiente. Mas o povo ainda não percebeu e recuperou o seu verdadeiro poder. Isto é o poder que ele deve e pode testar agora. O governo não deve ter a ilusão de que se apresentar a proposta de lei ao parlamento durante os feriados da Páscoa – junto com a crucificação e o epitáfio – o povo não estará nas ruas.




Fonte: KKE



VEJA VÍDEO - Mulher filmada a encomendar morte do marido vai ser julgada


Mulher filmada a encomendar morte do marido vai ser julgada


Fernanda Salomé Oliveira, de 39 anos, vai ser julgada por três homicídios qualificados, na forma tentada

O juiz de instrução do Tribunal de Instrução Criminal do Porto mandou para julgamento a mulher filmada a encomendar a morte do ex-marido, da sogra e da namorada dele, grávida. Recorde o vídeo.

Fernanda Salomé Oliveira, de 39 anos, vai ser julgada por três homicídios qualificados, na forma tentada, por alegadamente ter encomendado a dois capangas, e a troco de 175 mil euros, a morte do ex-companheiro - o advogado António Quintas - da mãe dele e da atual companheira.

Acusada pelo Ministério Público, Fernanda Salomé requereu a abertura de instrução, na tentativa de não ir a julgamento, alegando que os vídeos, onde aparece a combinar as circunstâncias e o preço dos três assassinatos, são "prova ilegal" porque obtida sem o seu consentimento. E a haver crime, segundo a sua defensora, seria apenas o de "instigação". De qualquer modo, diz que tudo não terá passado de "um processo de intenções", atos preparatórios "que nunca foram concretizados".

A contrariar esta tese estiveram o Ministério Público (MP) os assistentes, que reafirmaram a convicção de que Salomé quis matar as três pessoas em causa, objetivo não logrado por razões alheias à sua vontade - um dos indivíduos contratados filmou e denunciou o caso às autoridades. Acusação e assistente reiteraram que a prova recolhida era legal e, por isso, a arguida deveria ser julgada pela tentativa de triplo homicídio.

Instado a decidir, o juiz de instrução, num despacho conhecido ontem, deu razão à acusação, quase toda ela suportada pelos fotogramas que a defesa considerou ilegais. Segundo fonte do TIC, o juiz aceitou os vídeos como prova, considerando que o direito à vida se sobrepõe a outros direitos, como o da imagem ou da palavra. O magistrado teve ainda em conta outros indícios, como a prova testemunhal - designadamente as declarações do indivíduo que decidiu denunciar o contrato - para considerar que o mais provável é a condenação de Fernanda Salomé em julgamento. E foi para aí que a mandou.


Vídeo mostra mulher a encomendar triplo homicídio


O JN teve acesso a um vídeo que mostra um excerto de um dos encontros entre uma mulher de 39 anos e dois homens, em que lhes encomenda um triplo homicídio. Segundo o Ministério Público, o objetivo era herdar uma fortuna, mas o plano não foi avante, porque um deles denunciou a intenção às autoridades. AVISO: O conteúdo do vídeo e a conversa nele mostrada podem ferir a sensibilidade dos leitores.





VÍDEO MOSTRA MULHER A ENCOMENDAR TRIPLO HOMICÍDIO

VÍDEO

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PARA QUEM GOSTA DE CARROS AQUI ESTÃO 50 MODELOS DOS MAIS BELOS EM TODOS OS TEMPOS

 A lista foi feita pela revista especializada Popular Mechanics e há algumas escolhas que são bem difíceis de justificar.

50 dos mais elegantes carros de todos os tempos
Para a escolha, Dennis Tang considerou os veículos que tenham tido ao menos duas unidades homologadas para rua (não foram considerados os one-off ou as versões tunadas ou personalizadas). Ele também diz não ter considerado os carros de corrida que não tiveram versões comerciais homologadas para a rua.


50. Porsche 928, 1987.
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49. Acura NSX, 1991.
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48. Bentley Speed Six.
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47. McLaren P1.
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46. BMW E30 M3.
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45. Datsun 240Z, 1972.
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44. 1967 Cord 812 Cabriolet, 1967.
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43. Audi Coupe Quattro, 1986.
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42. Austin-Healey 3000, 1969.
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41. Buick Riviera "Boattail".
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40. Dodge Challenger, 1970.
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39. Ferrari 275 GTB, 19765.
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38. Cadillac Eldorado Biarritz Conversível, 1959.
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37. Koenigsegg CCX.
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36. Lancia Stratos.
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35. GTO Judge, 1969.
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34. Jaguar XK140, 1954.
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33. Lamborghini Miura.
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32. Mini Cooper, 1963.
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31. 1990 Saab 900 Turbo, 1990.
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30. Porsche 911, 1976.
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29. Rolls-Royce Phantom.
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28. Chevrolet Corvette Sting Ray, 1963.
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27. Ferrari F40.
50 dos mais elegantes carros de todos os tempos 24
26. Maserati Quattroportte.
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25. Volkswagen Golf GTI Mark I.
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24. Aston Martin DB5, 1965.
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23. Delorean DMC-12.
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22. BMW 328 Roadster, 1937.
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21. Plymouth "Cuda, 1972.
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20. Mercedes Benz 230SL, 1966.
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19. Lancia Aurelia.
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18. Pagani Zonda F.
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17. Alfa Romeo 8C.
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16. Bugatti Type 41 Royale.
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15. Jaguar XKSS.
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14. Aston Martin DB9.
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13. Stutz Bearcat.
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12. Toyota 2000GT.
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11. Triumph TR6, 1971.
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10. Ford GT40, 1967.
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9. Lamborghini Countach, 1971.
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8. Series I Land Rover, 1952.
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7. Alfa Romeo Spider Duetto, 1967.
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6. Ford Mustang GT, 1968.
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5. Citroën DS.
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4. Ferrari 250 GT Spyder California SWB, 1962.
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3. Mercedes-Benz 300SL Gullwing.
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2. Talbot-Lago T150-C SS.
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1. Jaguar E-Type, 1969.
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