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quarta-feira, 18 de maio de 2016

FERNANDO SANTOS ESQUECEU-SE DESTE


em rota de despedida


MAIS UM VÍDEO DO CARRO DE POLÍCIA INCENDIADO EM FRANÇA



VÍDEO

video

VEJA AQUI O VÍDEO DA VIOLÊNCIA EM FRANÇA E DO INCÊNDIO DO CARRO DA POLÍCIA NUMA MANIFESTAÇÃO CONTRA A BRUTALIDADE POLICIAL



Os manifestantes atacaram um carro da polícia com dois agentes dentro durante uma manifestação contra a brutalidade da polícia em Paris na quarta-feira 18 de abril de 2016.

Incendiado um carro da polícia no centro de Paris na terça-feira, forçando os dois policiais a fugir do veículo, uma vez que explodiu em chamas.

Cerca de 300 pessoas desafiaram a proibição de realizar uma contra-manifestação contra a brutalidade policial, marchando pelas ruas gritando "Policiais, porcos, assassinos!".
Os confrontos eclodiram quando a polícia disparou uma saraivada de bombas de gás lacrimogêneo para forçar os manifestantes de volta.
Nas imagens dramáticas postadas no YouTube, os manifestantes com rostos cobertos podem ser visto esmagando os lados a traseira e janelas da frente do carro com o que parecem ser barras de ferro e outros objetos com o veículo estiver preso no trânsito.
Em seguida, o que é, possivelmente, um fogo de artifício ou um flare é jogado pela janela traseira esmagada. Quando um dos agentes vai deixar o veículo em chamas,  é atacado por um manifestante.
Uma investigação por tentativa de homicídio foi aberta por autoridades da cidade após o incidente.
Uma fonte da polícia disse à Reuters quarta-feira que três pessoas haviam sido levadas sob custódia.
Aviso: Este vídeo contém imagens violentas.
www.france24.com

Dois portugueses deportados após condenados por violação - Por crime cometido em Guernsey, ilha do Canal da Mancha.




Dois portugueses acusados de violar uma mulher em Guernsey, ilha do Canal da Mancha, foram deportados para Portugal, avança esta terça-feira a BBC News. 

De acordo com a estação de televisão britânica, Ruben Almeida, de 32 anos, e Bruno Loreto, de 34, condenados em 2012, juntamente com outro português, José Pinto, por violação de uma jovem de 23 anos em St. Peter Port, foram deportados pela Guernsey Border Agency, autoridade da ilha que pertence ao Reino Unido. 

Segundo a informação, Ruben Almeida foi deportado para Lisboa a 28 de abril passado, enquanto Bruno Loreto, seguiu na segunda-feira passada para a Madeira. 

José Pinto já tinha sido deportado para a Ilha da Madeira em abril de 2015, depois de cumprir parte da pena na prisão de Les Nicolles, onde estavam também os outros dois portugueses. Fonte da polícia de Guernsey disse à BBC que "foram feitos todos os possíveis" para remover os estrangeiros que cometeram crimes graves e persistentes na região. 

O porta-voz da polícia elogiou ainda a vítima, que foi atacada em agosto de 2011, avançando que esta "mostrou uma força incrível ao longo do inquérito e posterior julgamento". Bruno Loreto e Ruben Almeida haviam sido condenados a 10 anos de prisão, enquanto José Pinto, de 40 anos, foi condenado a oito anos. 

Os três portugueses negaram em tribunal ter violado a jovem em St. Peter Port, mas José Pinto admitiu atentado ao pudor. 

O juiz do caso, Russel Finch, recomendou na altura do julgamento que os três homens fossem deportados assim que as suas sentenças fossem cumpridas. 

Acabaram por ser enviados para Portugal depois de terem cumprido parte das penas a que foram condenados e estão agora em liberdade em Portugal.

 http://www.cmjornal.xl.pt/cm_

Comentário a escrito de Bernardo Pires de Lima sobre a Venezuela





Bernardo Pires de Lima tem por vezes escritos ou 

declarações equilibradas. No 

que respeita a este escrito do Diário de Notícias de 

ontem dia 17, sobre a 

Venezuela isso não aconteceu


Isso suscitou-me o seguinte comentário no DN:




























A questão da carência na distribuição de bens alimentares pelos grandes distribuidores é ou não um acto de sabotagem, já que a produção de bens alimentares existe?


A paragem da produção em empresas privadas resulta ou não de decisão patronal não fundamentada?


A queda dos preços do petróleo resulta ou não de uma decisão política em que participaram EUA e Arábia Saudita com vista a influir no crescimento de países produtores como a Venezuela, Brasil, China e Angola, entre outros, mas com particular incidência nestes?


Esta arma tem ou não sido utilizada no quadro de outras condições para a realização de golpes constitucionais, sem (obrigatória) intervenção militar, com outras como o domínio dos principais media pelos grupos 
económicos, sua capacidade de propagação no mundo “ocidental” com silenciamento que também intervêm como grupos de pressão anti-constitucionais, uma 
instrumentalização política de decisões judiciais? 


A arma do preço do petróleo tem ou não sido usado nas últimas décadas pelos grandes países produtores por razões estritamente políticas que não têm nada a ver com a oferta-procura?


Chamar-lhe-ão chavismo/madurismo, lulismo/dilmismo, correaismo, luguismo, evomoralismo, até o castrismo ou o kircherenismo? Mas estamos a falar de quê? Não são opções populares desses povos através de eleições livres e democráticas? 

Não têm como traços comuns a elevação social das populações, a concretização dos direitos à saúde, educação, segurança social, a libertação do domínio do grande vizinho do norte?


E nada disto terá a vêr com o aparecimento de uma nova realidade planetária no início dos seus efeitos, os BRICS, ou com a fuga ao dólar como única base, logo manipulável, das relações comerciais, com a criação de um banco internacional de investimento em infraestruturas que reduzam o abismo com os países mais ricos? E que a que os EUA querem pôr fim?
A História ainda foi escrita há pouco tempo mas promete ser uma das realizações humanas mais empolgantes das últimas décadas.  


VER COMENTÁRIO  ABAIXO

BERNARDO PIRES DE LIMA


Cumplicidades



A vida está difícil para os iludidos do chavismo. A maioria optou pelo silêncio da vergonha ao ver o magnífico rumo do "socialismo do século XXI". Tal como certa direita europeia tem sido escandalosamente cúmplice de Viktor Orbán, certa esquerda portuguesa e espanhola (sobretudo estas, a que se juntaram alguns deslumbrados na nossa direita) têm sido incapazes de se demarcar da hecatombe em que mergulhou o sonho revolucionário chavista. O mercado negro dos bens essenciais é dominante, o pequeno comércio foi rapinado pelo instinto de sobrevivência, com uma incidência na trabalhadora comunidade luso- descendente, que tem sido, nos últimos anos, alvo do crime violento sem que Lisboa tenha mexido uma palha para influenciar Caracas a reforçar a sua segurança. A inflação pode chegar aos 400%, a taxa de mortalidade disparou, os serviços públicos estão em colapso, a função pública trabalha dois dias por semana e 70% da população está na pobreza. Isto num país com as maiores reservas de petróleo do mundo e que arrecadou, nestes 17 anos de Chávez/Maduro, cerca de um bilião de dólares em receitas vindas dali. Mais: beneficiou de um pico histórico e prolongado no preço do barril. Dir--me-ão que muitos programas sociais só foram possíveis graças a isso. Certo. Mas a verdade é que não foi promovida qualquer diversificação económica para acomodar a queda do preço do petróleo, como a que vivemos, e o mais provável é que esses benefícios sociais não sobrevivam à gestão revolucionária: se há culpas a atribuir é ao chavismo, não ao barril. Aliás, a retórica incendiária do regime também não ajudou e foi propositadamente pirómana para cavar o fosso ideológico que o protegia. O institucionalismo foi sempre um logro no madurismo, tal como a assunção de responsabilidades. E nisto não fica atrás dos muitos que, por cá, foram bajulando a Caracas revolucionária. Aí têm a consequência.



Via: antreus http://ift.tt/1TfWKz3

OBVIAMENTE É UM GOLPE - O que está a acontecer no Brasil é, obviamente, um golpe de Estado. Desta feita os militares tiveram quem fizesse por eles o trabalho sujo da usurpação dos poderes executivos e não tardará que fiquem expostas, para quem esteja disposto a lê-las, as verdadeiras motivações dos golpistas.

 por José Goulão

by joaompmachado
Mundo Cão
brasil golpe 01

O que está a acontecer no Brasil é, obviamente, um golpe de Estado. Desta feita os militares tiveram quem fizesse por eles o trabalho sujo da usurpação dos poderes executivos e não tardará que fiquem expostas, para quem esteja disposto a lê-las, as verdadeiras motivações dos golpistas.

É um golpe, porém não é caso isolado nem original. Assistimos a um processo de reviralho na América Latina que tem como objectivo indisfarçado a aniquilação de todas as transformações sociais e estruturais que ameaçaram o sistema de rapina montado pelas oligarquias económicas e financeiras orientadas pela mais poderosa entre elas, o complexo militar e industrial governante dos Estados Unidos da América do Norte - e de boa parte do mundo.

Os governos de países latino-americanos que de alguma maneira ousaram contestar e transformar, numa perspectiva soberana, os hábitos políticos submetidos às directivas chegadas de norte vão caindo como um castelo de cartas. Recordemos o golpe sangrento e à moda antiga praticado nas Honduras, sob comando clandestino da senhora Clinton; a inversão da tendência eleitoral na Venezuela longamente tecida pelos agentes fascistas sob orientação da Secretaria de Estado de Washington e da CIA; a silenciosa conspiração, costurada através da asfixia financeira, que recentemente triunfou em eleições na Argentina; e agora o caso do Brasil, por sinal replicado do que há quatro anos pôs termo, no Paraguai, à administração democrática do presidente Fernando Lugo. Muitos já não se recordarão, nestes tempos de memórias curtas e lavagens cerebrais ensaboadas pelas centrais multinacionais de propaganda, as mesmas que são instrumentos indispensáveis dos golpes – o caso da Rede Globo no Brasil é paradigmático mas não o único – de como se deu a “correcção de rumo” no Paraguai. Em Junho de 2012, o Congresso de Assunción, onde residem as principais famílias oligárquicas e corruptas, herdeiras dos privilégios fundiários e financeiros da sinistra ditadura de Stroessner, derrubou o presidente Fernando Lugo num processo de “impeachment,” em nome do combate à corrupção, e serviram-se do vice-presidente Federico Franco para o substituir.

A semelhança com o que está a passar-se no Brasil não é simples coincidência, sabendo qualquer cidadão medianamente informado que, tal como no Congresso de Assunción, é no Senado de Brasília que assentam os principais beneficiários da enorme irmandade da corrupção. Se o golpe no Paraguai teve a bênção de Obama, como veio a provar-se, a semelhança metodológica seguida no Brasil, em que a teia corrupta se apossa das rédeas do poder em nome do combate à corrupção, é um caso típico de gato escondido com o rabo de fora. O que é absolutamente caricato, e exemplar quanto ao cariz estupidificante da mensagem que sustenta o golpe no Brasil, é a caracterização dos golpistas como justiceiros com as mãos limpas, supostos anjos de um exército de pureza para liquidar a corrupção no país, pelos vistos nascida nas gestões de Lula e Dilma. A memória social pode ter sido encurtada, a brutificação fruto da propaganda ganha terreno, mas há realidades que estão acima de tudo isso, e a corrupção como fenómeno endémico no Brasil é uma delas.

Agora há que aguardar novos episódios desta saga vingativa, tutelada militarmente pela ressuscitada quarta esquadra norte-americana, a que patrulha a América Latina. Equador, Bolívia e Uruguai que se cuidem.

Nestes países, a conspiração golpista está em actividade permanente; ficou conhecida, por exemplo, a tentativa de secessão na Bolívia montada pelo diplomata norte-americano autor da estratégia de criação do Kosovo, e depois colocado por Obama em La Paz, por certo para tirar proveito do seu know-how. O processo não vingou, mas agora a correlação de forças regional alterou-se radicalmente.

Uma nota comum a todos estes golpes, para que conste. As manobras políticas, diplomáticas, e também militares, que têm sido aplicadas na América Latina derrubam governos democráticos livremente eleitos por sufrágio directo e universal. Tal como no Chile de Allende, em 1973. É escusado invocar o primado da democracia como motivação. Com ou sem farda, são golpes de Estado contra a democracia.



aviagemdosargonautas.net

A EXAGERADA SABRINA JÁ GASTOU EM PLÁSTICAS 100 MIL DÓLARES

Nascida em março de 1975 em Buenos Aires a atriz, cantora, apresentadora de TV Sabrina Sabrok é considerada a mulher mais siliconada do mundo com uns peitos de, pasmen!, 7 litros. É mole? Mas nem sempre foi assim, foram 17 anos de mudança em 17 cirurgias que lhe custaram a bagatela de 100 mil dólares.

Em 1989 ainda como uma franzina, mas lindinha 

bailarina.
Sabrina Sabrok

Em 1991 fazendo um estilo FlashDance quando era modelo de roupa intíma, na verdade lembra um pouco a Madonna
Sabrina Sabrok

Em 1994 ainda deixava transparecer a sua beleza quase clássica.
Sabrina Sabrok

Em 1999 começa a verdadeira transformação. Começava aqui a tomar forma a deformação, note que o enchimento dos lábios deixa a com cara de traveco.
Sabrina Sabrok

Em 2001 ela toma a forma de como é mais ou menos hoje em dia.
Sabrina Sabrok

Em 2003 mais uma calibrada nos peitos para sair na Playboy Mexicana.
Sabrina Sabrok

Em 2006 deixa de lado as mechas ruivas para assumir um loiro platinado.
Sabrina Sabrok
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Em 2007 o produto, quase, final. Quase porque Sabrina pretende colocar mais um litro em cada mama para entrar para o livro Guinness dos recordes.
Sabrina Sabrok
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FOTÓGRAFO DOCUMENTA OS ÚLTIMOS CAÇADORES COLECTORES DE TRIBO NO HIMALAIA

O fotógrafo documentarista nepalês Ram Paudel lançou recentemente um projeto de fotos fascinante que explora o estilo de vida de uma tribo nômade chamada Raute. Esta comunidade tradicional, que está assentada, principalmente no sopé do Himalaia, migra mês a mês através das florestas do oeste do Nepal. Paudel retornou ao seu país de origem e caminhou profundamente na região para capturar uma visão intimista de seu modo de vida ancestral.

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Fotógrafo documenta os últimos caçadores-coletores de tribo do Himalaia 01
Historicamente, os auto-descritos "Reis da Floresta" sobrevivem da carne de macaco e troca de artesanato em madeira por grãos e legumes com outras aldeias. No entanto, a mudança climática global está afetando fortemente o seu estilo de vida nômade.

A população de macacos é cada vez menor e o influxo de produtos de plástico vai fazendo com que o futuro da tribo pareça mais incerto a cada ano que passa.

- "Ferozmente resistentes à mudança, os anciãos Raute estão determinados a manutenção de seus valores tradicionais e a preservar sua identidade única, enquanto, em contraste, a juventude busca chegar ao mundo exterior", disse Paudel.

A série impressionante do fotógrafo fornece uma perspectiva vital não só da forma antiga da vida dos Raute, mas também é uma documentação de sua existência mais autêntica em meio a novas circunstâncias.
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Fonte: Ram Paudel via MyModMet
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ELA NÃO CORTA O CABELO HÁ 17 ANOS

O cabelo desta bela mulher é tão longo que ela poderia sair à rua sem roupa e ninguém se daria conta. Dashik Gubanova é a bela russa que alvoroça o Instagram com suas fartas melenas de conto de fada. 

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A garota, que já foi batizada como "a Rapunzel do Instagram", cresce em popularidade, com mais de 100 mil seguidores, graças a sua beleza e seu frondoso cabelo, que assegura que nunca foi cortado desde 2003.

Dashik é amante da arte e do desenho, ainda que parte de seu hobby é dedicar muito tempo, lógico, aos cuidados de sua cabeleira. Ela afirma que seu cabelo é uma expressão artística, pelo tamanho que atingiu.

Mas levar o cabelo quase até os pés tem sua desvantagem. Dashik reconhece que o grande inconveniente é o peso de seu cabelo, que em ocasiões a incomoda e dificulta seus movimentos. Ela disse que pretende cultivá-lo até que alcancem o chão, quando talvez irá cortar e doar seu cabelo para fazer perucas.
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