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terça-feira, 17 de maio de 2016

CONVOCADOS PARA O EUROPEU DE FUTEBOL




VÍDEO

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Em menos de 24 horas, petição da Fenprof recolhe o dobro do necessário


A petição lançada na segunda-feira pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) em defesa da escola pública recolheu mais do dobro das assinaturas necessárias para ser discutida em plenário na Assembleia da República.
De acordo com os números hoje divulgados pela estrutura sindical, o documento está a ser subscrito ao ritmo de duas pessoas por minuto, totalizando a meio da tarde de terça-feira 2.400 subscrições na internet e 8.326 em papel.
“O desafio é que esta seja uma das maiores petições de sempre”, afirma a FENPROF em comunicado.
A petição destina-se a impedir o financiamento de colégios privados em zonas onde há oferta da rede pública escolar, bem como exigir as mesmas condições de trabalho para os docentes do setor público e privado. Rejeita igualmente as acusações que ponham em causa a qualidade do ensino público.
A recolha de assinaturas vai continuar online, em bancas de rua, em órgãos autárquicos e junto de movimentos associativos em todo o país.
Entre os primeiros subscritores estão os músicos Sérgio Godinho, Fausto e Pedro Abrunhosa, o poeta Manuel Alegre, a autarca Helena Roseta, a historiadora Raquel Varela e o catedrático Santana Castilho.
A petição é igualmente assinada pelos presidentes das duas associações de diretores escolares, Filinto Lima (ANDAEP) e Manuel Pereira (ANDE).
O Ministério da Educação e a Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) reúnem-se hoje ao final da tarde, em Lisboa, para discutir o futuro dos contratos de associação financiados pelo Estado.


AQUI clique na palavra petição

Trabalhadores do Pingo Doce concentraram-se contra "trabalho escravo"


Perto de duas dezenas de trabalhadores do Pingo Doce concentraram-se hoje, no Porto, em protesto pelo que consideram ser um "trabalho escravo" e em luta pelo respeito pelo contrato coletivo de trabalho.


Em declarações à agência Lusa, Natália Pinto, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), que organizou o protesto em frente à loja do Pingo Doce na rua de Costa Cabral, afirmou que os trabalhadores daquela loja estão sujeitos a um "trabalho escravo" e a "assédio moral", sendo "pressionados" a violar a lei.

Nesta loja do Porto, exemplificou, "os trabalhadores que entram às 06:00 apenas picam o cartão às 07:00 ou então picam os cartões uns dos outros, porque são pressionados a fazê-lo".
Contactada pela Lusa, fonte oficial do Pingo Doce refutou "de forma veemente as acusações de assédio moral sobre os seus colaboradores e de desrespeito pela lei".
"O Pingo Doce rege-se por princípios firmes de respeito pelos direitos dos seus colaboradores, conforme Código de Conduta em vigor. Tais princípios aplicam-se em todas as vertentes da relação laboral", acrescentou a fonte.
"A delegada sindical e uma dirigente sindical [que trabalham naquela loja de Costa Cabral] são vítimas de discriminação", disse ainda Natália Pinto, acrescentando "há um condicionamento" na atribuição do prémio anual aos trabalhadores, que tem por base a avaliação de desempenho.
Ana Paula, que trabalha no Pingo Doce há 21 anos mas noutra loja da cadeia, disse à Lusa que se os funcionários "não fizerem mais horas [de trabalho] são mal avaliados e não têm direito ao prémio".
"Perante esta pressão, os trabalhadores fazem tudo o que lhes é pedido", frisou, lamentando que "uma empresa com tantos lucros tenha muitos dos seus trabalhadores avaliados como fracos, que são aqueles que não cedem às pressões".
Para esta trabalhadora, "a situação tem-se degradado muito nos últimos anos".
Milene Fernandes, também presente na concentração e trabalhadora de uma outra loja no Porto, disse estar ali para "lutar" pelos seus direitos, referindo que "há troca de escalas sem consentimento dos trabalhadores e não são dadas duas folgas seguidas".
A fonte oficial da cadeia de supermercados do Grupo Jerónimo Martins acrescentou ainda que "o Pingo Doce disponibiliza a todos os seus colaboradores canais internos de comunicação através dos quais podem denunciar - salvaguardando o seu anonimato -- qualquer eventual incumprimento dos princípios [já] acima referidos".
Num comunicado distribuído à comunicação social no local, o CESP refere pretender "denunciar toda uma política que a empresa tem vindo a implementar de silenciamento e de não resposta aos problemas e reivindicações dos trabalhadores".

www.noticiasaominuto.com

FECHAR ALMARAZ, DESCANSE EM PAZ – MANIFESTAÇÃO IBÉRICA – 11 de JUNHO, em CÁCERES - A Manifestação, organizada por mais de 20 organizações portuguesas e espanholas, terá lugar em Cáceres, no dia 11 de Junho.


By joaompmachado 



A Manifestação, organizada por mais de 20 organizações portuguesas e espanholas, terá lugar em Cáceres, no dia 11 de Junho.

Será organizado transporte de Lisboa e outros pontos do país, para engrossar uma mobilização que se exige ampla e forte e que conte com o máximo de pessoas possível. Quanto mais gente se inscrever em cada região, mais provável será haver um autocarro que parta da mesma.

O preço da viagem é: 5€ (Normal); 10€ (Apoio). Podes te inscrever e obter mais informações no site www.fecharalmaraz.org

Porquê fechar a Central Nuclear de Almaraz? 8 razões:

1. A Central, em funcionamento desde a década de 80, é a mais antiga do Estado Espanhol. Ultrapassa em mais de 5 anos o seu período de vida útil,… representa um risco constante para o território português, por estar a menos de 100km da fronteira e à beira do Rio Tejo.

2. Representa um risco enorme para o Rio Tejo, que hoje já é muito poluído, no qual é refrigerado o seu reator e onde são feitas descargas nucleares através do embalse de Arrocampo.

3. Almaraz reprovou nos testes de resistência feitos pela Greenpeace, que indicou que esta: não tem válvulas de segurança e sistemas de ventilação filtrada para prevenir uma explosão de hidrogénio como a de Fukushima; não tem dispositivo eficaz para contenção da radioatividade em caso de acidente grave; não tem avaliação de riscos naturais; não está sequer prevista a implantação de um escape alternativo para calor.

4. Tem registados 54 acidentes desde a sua inauguração, o seu desenho já sofreu 4000 modificações.

5. A Central parou de emergência 32 vezes e 3 vezes para manutenção.

6. Em Janeiro de 2016, cinco inspetores do Conselho de Segurança Nuclear espanhol afirmaram que as repetidas falhas no sistema de refrigeração colocam um sério risco de segurança. Depois do relato dos inspetores, já se registou em fevereiro nova avaria e um incêndio. As empresas acionistas (Endesa, Iberdrola e União Fenosa) não querem encerrar a Central porque o investimento inicial já está pago e hoje representa lucros no valor de 161 milhões de euros anuais.

7. A energia produzida por Almaraz é irrelevante para o sistema energético espanhol atual e nulo para o português.

8. Um acidente grave em Almaraz teria implicações profundas na vida e na saúde de gerações, com contaminação em larga escala, levando mesmo ao êxodo de povoações.

aviagemdosargonautas.net

TEMPOS MODERNOS - Vivemos os tempos de "todos os perigos", e a Humanidade, enquanto avança nos domínios científicos e tecnológicos, mantém-se com a inteligência dos primatas da idade das cavernas, em termos sociais e de valores.


TEMPOS MODERNOS

by estatuadesal
Em 1866, a 1.ª Internacional, no Congresso de Genebra, consagrou a reivindicação das 8 horas de trabalho diário. O Congresso Operário americano, que decorreu em simultâneo, aprovou idêntica reivindicação. Em 2016, cento e cinquenta anos depois, nos Estados Unidos (para já), os trabalhadores dos aviários são obrigados pelo patronato a usar fraldas, são ridicularizados, ou […]

Excelente texto de Carlos Matos Gomes. É o mundo que temos. Vivemos os tempos de "todos os perigos", e a Humanidade, enquanto avança nos domínios científicos e tecnológicos, mantém-se com a inteligência dos primatas da idade das cavernas, em termos sociais e de valores.

Em 1866, a 1.ª Internacional, no Congresso de Genebra, consagrou a reivindicação das 8 horas de trabalho diário. O Congresso Operário americano, que decorreu em simultâneo, aprovou idêntica reivindicação.

Em 2016, cento e cinquenta anos depois, nos Estados Unidos (para já), os trabalhadores dos aviários são obrigados pelo patronato a usar fraldas, são ridicularizados, ou ameaçados com despedimento quando pedem para ir à casa de banho. Não existem pausas adequadas para o efeito. Os trabalhadores lutam para se adaptar a esta negação de uma necessidade humana básica usando fraldas para urinar e defecar enquanto se encontram na linha de produção!

Há 150 anos os trabalhadores lutavam pela limitação das horas de trabalho, hoje lutam pela ida à retrete. É a modernidade! O direito à retrete não é exclusivo dos Estados Unidos. A regulação da ida à “privada” faz parte dos contratos de trabalho. A indústria têxtil portuguesa,  com os seus empresários de grande visão social, há muito que fiscalizam os tempos dos “alívios” dos seus “colaboradores” e “colaboradoras”. Uma diarreia ou uma infecção urinária são ofensas graves à competitividade.

A questão da exploração humana é muito antiga. Já no direito romano, escravo era um objeto e não uma pessoa. Era considerado propriedade de alguém, o seu senhor, e não desfrutava de liberdade pessoal. Neste caso, falando com propriedade, nem tem sequer a cagar ou a mijar.

A sociedade industrial da primeira fase produziu uma obra de arte no cinema, a que, ironicamente, Charles Chaplin deu o título de – Tempos modernos – quando, na realidade, eram tempos muito antigos. O famoso personagem “O Vagabundo” (The Tramp) tenta sobreviver no mundo dito moderno, porque industrializado. É uma crítica aos modernos (na altura) maus tratos que os sucessores dos escravos passaram a receber durante a Revolução Industrial, quando as máquinas começaram a tomar o lugar dos homens. O princípio é o mesmo do usado nos aviários americanos, mas também nos call center, nas caixas dos supermercados, nas linhas de montagem, no entanto, nestes antros, agora são agora os homens que substituem os robôs. Daí o problema da perda de competitividade causada pelas necessidades fisiológicas humanas. O capitalismo ainda não faz homens e mulheres com uma torneira à frente, que abra às horas certas, e um rolhão atrás, só retirável depois de picar o ponto de saída!

O resultado destes avanços na modernidade foram o aumento da criminalidade, e guerras para eliminar mão de obra em excesso. Sim, as duas grandes guerras do século passado tiveram também a finalidade de libertar escória humana que o desenvolvimento tecnológico tornara supérflua. Como, aliás, a caldeira a vapor tinha acabado com a escravatura nas plantações das américas, pois era muito mais barata e eficaz do que as legiões de escravos transportados de África.

O filme «Tempos modernos» a personagem de Chaplin é um trabalhador de uma grande indústria que realiza sempre a mesma tarefa, cada vez mais depressa para aumentar o lucro e sujeito ao ritmo da máquina, em aceleração contínua.

Já no início da revolução industrial Charles Dickens tinha descrito as taras do sistema que deu origem ao que hoje chamamos de neoliberalismo. Em «Tempos Difíceis»:

“Havia umas casas, todas muito semelhantes umas às outras, e umas ruelas ainda mais semelhantes umas às outras, onde moravam pessoas mais semelhantes umas às outras, que saíam e entravam às mesmas horas, com os mesmos sons nas mesmas calçadas, para fazer o mesmo trabalho, e para quem cada dia era o mesmo de ontem e de amanhã, e cada ano o equivalente do próximo e do anterior.”

Mais perto de nós, entre as duas guerras do século passado e com prefácio de 1946, Aldous Huxley escreveu no início de “O Admirável Mundo Novo”:

A enorme sala do andar térreo estava virada a norte. Apesar do Verão que reinava no exterior, apesar do calor tropical da própria sala, apenas fracos raios de luz crua e fria entravam pelas janelas. As batas dos trabalhadores eram brancas, e as suas mãos, enluvadas em borracha pálida, de aspeto cadavérico. A luz era gelada, morta, espectral. Apenas dos cilindros amarelos escorria um pouco de substância amarela e viva, que se espalhava ao longo dos tubos como manteiga…”

Era a sala de reprodução da nova espécie. Aquela que, para já, tem de usar fralda para não escorrer as necessidades sobre o soalho do local de trabalho e reprodução…

Chegaremos, por este caminho, ao ponto de o progresso, dos novos tempos modernos, eliminarem essa necessidade…  de voltarmos à condição de objectos, como os Damnati in metallum – os escravos romanos condenados às minas – servi poenae – que deviam viver e morrer nas minas (já agora sem cagarem nem mijarem)..

A situação da escravatura moderna dos trabalhadores dos aviários americanos devia alertar os senhores do império e os seus fiéis de que os escravos acabam sempre por se revoltar. Mas eles não lêem História, lêem gráficos e folhas de Excel, nas Business Schools. Em Roma, essa revolta deu origem às “guerras servis”. Quando, após a vitória sobre Cartago, os prisioneiros feitos escravos se tornaram. o sustentáculo da economia romana, ganharam força para resistirem à exploração. A mais conhecida dessas revoltas foi liderada pelo gladiador Espártaco, ou Spartacus (entre 73 e 71 a.C.). O conflito ficou conhecido como a “Terceira Guerra Servil” ou “Guerra dos Escravos”. Foi o prenúncio do fim da República Romana.

Entretanto, o império atual apresenta na nova Roma, como candidatos a imperador, uma figura grotesca e uma patrícia ambiciosa que pressente a chegada do fim de uma época. Pela colónia europeia subiram dos esgotos as ratazanas do Eurogrupo e da Comissão Europeia. Na província da Lusitânia, duas moscas varejeiras fazem pela vida como comentadores na TVI e na SIC. Ao domingo, no dia em que os trabalhadores dos aviários americanos não usam fralda e podem fazer as necessidades a céu aberto, os portugueses gramam horas de futebol, ouvem os mexericos de Portas e Mendes,.

Para finalizar: quando os escravos já não são autorizados a cagar e a mijar, o fim do império está próximo!


 estatuadesal.com

MEGA MEMÓRIA – O ETERNO ALBERT EINSTEIN



Albert Einstein, 2 prêmios Nobel, cientista alemão
18-04-1955 D.C.
Após ser diagnosticado com uma hemorragia, em 16 de abril de 1955, o físico Albert Einstein disse: “Quero ir embora quando tiver que ir. É de mau gosto prolongar artificialmente a vida. Eu fiz minha parte, é hora de partir. E eu o farei com elegância”.
Ele morreu no Hospital de Princeton, nas primeiras horas de 18 de abril de 1955, aos 76 anos.
Na sua escrivaninha, ele deixou o rascunho do discurso que daria a milhões de israelenses pelo sétimo aniversário da independência de Israel.
Começava assim: “Hoje, eu me dirijo a vocês não como cidadão norte-americano nem como judeu, mas como ser humano”.
Seu corpo foi cremado naquela mesma tarde, antes que a maior parte do mundo soubesse da notícia.
Durante a autópsia, o patologista Thomas Stoltz Harvey extraiu seu cérebro para conservá-lo, com a esperança de descobrir o que fez com que Einstein fosse tão inteligente.
Até agora, o único dado científico obtido foi que a parte do cérebro relacionada à capacidade matemática era maior que o normal.
megaarquivo.com

O Governo tem de cumprir o prometido (VÍDEOS)


O Secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, disse, esta terça-feira, no protesto dos trabalhadores da Administração Local, em Lisboa, que o Governo tem de cumprir o prometido, referindo-se directamente ao processo legislativo sobre a reposição das 35 horas de trabalho.
Foi integrada na Semana Nacional de Acção e Luta promovida pela CGTP-IN, que os trabalhadores da Administração Local agendaram para o dia de hoje, uma acção de luta, em Lisboa – um desfile que teve início no Largo da Estrela e culminou na Presidência do Conselho de Ministros, onde foi entregue uma resolução que reivindica o aumento de salários, o emprego com direitos, a renovação da contratação colectiva e a reposição das 35 horas de trabalho semanal.
Durante o discurso, o secretário-geral da CGTP-IN lembrou que o limite máximo para a aplicação do horário semanal para os trabalhadores da administração central, regional e local seria o dia 1 de Julho. Frisou que as promessas têm de ser cumpridas e a palavra tem de ser honrada. Arménio Carlos na sua intervenção disse ainda várias vezes que a central sindical está disposta a negociar em nome dos trabalhadores, mas ao mesmo tempo avisou que o Governo pode contar com oposição se “porventura pensar sequer” em dar continuidade à política de desequilíbrio e das desigualdades.
Afirmando cContem connosco para isto andar para a frente, não contem connosco para isto continuar tudo na mesma”,sublinhando que a CGTP-IN jamais irá pactuar com qualquer lei ou medida que ponha em causa os direitos dos trabalhadores.

VÍDEOS


PJ acredita que empresário de Braga foi morto - o empresário terá sido assassinado pelos suspeitos, que são advogados e empresários com idades entre os 27 e os 41 anos. (inclúi vídeo/imagens)

Homem desapareceu em Braga no dia 11 de março à frente da filha de 8 anos. Empresário desaparecido Sete pessoas foram detidas esta terça-feira, durante uma megaoperação da Polícia Judiciária, por suspeitas de envolvimento no rapto e homicídio do empresário de 42 anos, João Paulo Fernandes, que foi raptado no dia 11 de março, em Braga. Segundo avança a PJ, o empresário terá sido assassinado pelos suspeitos, que são advogados e empresários com idades entre os 27 e os 41 anos. 

As detenções foram feitas na zona do Porto e em Braga, onde a Polícia Judiciária fez 15 buscas. Uma das buscas foi efetuada no escritório do advogado do empresário, Pedro Grancho Bourbon, e do irmão Manuel Grancho Bourbon, em Braga. 

O advogado Pedro Grancho Bourbon foi detido pela Polícia Judiciária. A Polícia Judiciária investiga a tese de homicídio e acredita que o empresário tenha sido morto poucas horas depois de ter sido raptado. O cadáver ainda não foi encontrado.  

Rapto de empresário de Braga em imagens A PJ tem estado a investigar um grupo que se dedicava a cobranças difíceis. 

Há registo de casos de violência que resultaram em braços e pernas partidos durante as cobranças. 

Foram apreendidas várias viaturas que serão alvos de perícias. Há dois dias, apareceram no Porto dois carros queimados. Estas duas viaturas estão associadas a este grupo e podem ter sido usadas no crime.  

Filha pede socorro João Paulo Fernandes foi levado à força por dois homens encapuzados e armados com caçadeiras, quando entrava na garagem do prédio onde tem um apartamento, em Lamaçães. 

Estava acompanhado da filha de 8 anos, única testemunha do rapto. 

A menina pediu ajuda na farmácia do edifício e contou que o pai tinha sido agredido e forçado a entrar num Mercedes. 

O rapto aconteceu há precisamente um mês e até agora nem raptores nem vítima estabeleceram qualquer contacto com a família. 

A Polícia Judiciária do Porto, que desde a altura do crime lidera a investigação, mantinha todos os cenários em aberto. 

Ajuste de contas A PJ admitia a possibilidade de João Paulo Fernandes ter sido raptado num ajuste de contas relacionado com cobrança de dívidas. 

Os inspetores centraram a investigação nos negócios do empresário de 42 anos, que trabalhava em Bordéus, França, há cerca de dois anos, e que deixou dívidas de 3,6 milhões de euros após a falência da empresa de climatização que administrava, em Braga. Os negócios do pai, um empreiteiro bracarense também falido, foram igualmente passados a pente fino. 

Em 2011, depois de várias ameaças e episódios de agressões, toda a família de João Paulo Fernandes refugiou-se na Madeira. Os pais, assim como os irmãos do empresário têm colaborado com a investigação.









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 http://www.cmjornal.xl.pt

NÃO HÁ NADA A FAZER....ELES SEMPRE ASSIM FORAM !


O COMPUTADOR NA SALA DE AULA. SIM? NÃO? PARA QUÊ?




Como aqui há dias escrevi, “de há uns tempos para cá instalou-se de forma mais generalizada o recurso a “Segundo um estudo …”, “De acordo com um estudo …”, “Foi divulgado um estudo que …” ou a outras variações do mesmo tema, para afirmar ideias ou opiniões. A educação não escapa a este tipo de funcionamento.


Neste espaço faço-o com alguma frequência, também.
Mais recentemente, importa ir actualizando, deixámos de referir os estudos e passamos a usar a “evidência”, ou seja, “Segundo a evidência ...”, “De acordo com a evidência …”, “A evidência mostra …), etc.


O que me parece curioso é que se mantém a tentação de com alguma frequência se construir, interpretar e divulgar os estudos para mostrar … a evidência desejada.
Na educação, também”.


Estas notas recuperadas vêm a propósito de mais um estudo curioso. Um trabalho realizado pelo departamento de Economia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) conclui que nas turmas em que os alunos não usam computadores nas salas de aula os alunos obtêm melhores resultados do que em turmas em que podem usar as novas tecnologias de forma aberta ou com alguma restrição turmas que podem recorrer parcial ou totalmente a tecnologia.


A utilização deste tipo de dispositivos e tecnologias em sala de aula é objecto frequente de discussões acesas entre professores e investigadores, sendo certo que o seu uso tem vindo a ser incrementado sendo, aliás, um recurso essencial para alguns alunos com necessidades especiais.
Curiosamente, no Volume V do Relatório PISA 2012, era evidenciada uma relação entre o desempenho na resolução de problemas e a presença do computador na sala de aula, sugerindo os dados que a relação é negativa, ou seja, o uso do PC não faz aumentar a capacidade de resolução de problemas.


Esta "constatação", do meu ponto de vista e considerando o que o Relatório refere (pg. 73 e seguintes), dever ser considerada com precaução pois não sabemos como é "usado" o PC na sala de aula, ou seja, dizer que se usa é curto para saber em que termos, em que actividades, com que intensidade, com que objectivos, etc. Só com dados desta natureza seria possível estabelecer uma relação sólida entre o uso do PC e das suas potencialidades na sala de aula e os resultados na resolução de problemas.
No entanto, também temos evidência, lá está, que mostra vantagens no uso das tecnologias pelo que a discussão está em aberto.


Como já tenho afirmado, considerando o que se sabe em matéria de desenvolvimento das crianças e adolescentes, dos processos de ensino e aprendizagem e da sua complexa teia de variáveis, das experiências e dos estudos neste universo, mesmo quando parece contraditórios entendo que:


1 – O contacto precoce com as novas tecnologias é, por princípio, uma experiência positiva para os miúdos, para todos os miúdos, se considerarmos o mundo em que vivemos e no qual eles se estão a preparar para viver. Nós adultos estamos a pagar um preço elevado pela iliteracia, os nossos miúdos não devem correr o risco da iliteracia informática. Para muitos miúdos foi a única forma de acederem a estes dispositivos, conheço várias situações


2 –Do ponto de vista expresso acima, o Programa Magalhães e o e-escola foram iniciativas interessantes. Existiram erros, teve propaganda política, teve marketing a mais, sim teve isso tudo como é habitual mas, creio, o princípio é positivo.


3 – O computador na sala de aula é mais uma ferramenta, não é A ferramenta, não substitui a escrita manual, não substitui a aprendizagem do cálculo, não substitui coisa nenhuma, é “apenas” mais um meio ao dispor de alunos e professores para ensinar e aprender e agilizar o acesso a informação. Em termos provocatórios, por vezes afirmo que o computador é apenas um lápis mais sofisticado.


4 – É preciso evitar o deslumbramento provinciano do novo-riquismo com as tecnologias, reafirmo, são apenas ferramentas que a evolução nos disponibiliza e não algo que nos domina e é visto como uma panaceia.


5 – O que dá qualidade e eficácia aos materiais e instrumentos que se utilizam na sala de aula não é a tanto a sua natureza mas, sobretudo, a sua utilização, ou seja, incontornavelmente, o TRABALHO DO PROFESSOR é uma variável determinante. Posso ter um computador para fazer todos os dias a mesma tarefa, da mesma maneira, sobre o mesmo tema, etc. Rapidamente se atinge a desmotivação e ineficácia, é a utilização adequada que potencia o efeito as capacidades dos materiais e dispositivos.


6 – Para além de garantir o acesso dos miúdos aos materiais é fundamental disponibilizar a formação e apoio ajustados aos professores sem os quais se compromete a qualidade do trabalho a desenvolver bem como, evidentemente, assegurar as condições exigidas para que o material possa ser rentabilizado.


7 – Finalmente, como em todas as áreas, é imprescindível avaliar o trabalho realizado, única forma de garantir a sua qualidade.

Ponto.

http://atentainquietude.blogspot.pt/

17MAI2016 - O MUNDO MARAVILHOSO DOS GRAFFITIS