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domingo, 15 de maio de 2016

IMAGENS - VÍDEOS -A FESTA DO GLORIOSO SLB FESTEJANDO O 35º CAMPEONATO NACIONAL

Benfica faz a festa do 'tri' no Marquês 

Equipa de Rui Vitória terminou com mais dois pontos que o rival Sporting. 

O autocarro que transporta o plantel do Benfica e restante comitiva dos encarnados chegou há instantes ao Marquês de Pombal. 

A viagem, do Estádio da Luz ao palco da festa encarnada, demorou cerca de dez minutos. Durante o percurso, dezenas de simpatizantes saudaram os campeões nacionais.  Será no centro de Lisboa que os encarnados vão festejar com os seus sócios e adeptos a conquista do tricampeonato, que ocorreu este domingo.  


São esperadas cerca de 200 mil pessoas.  


Renato Sanches tem sido um dos jogadores mais animados da formação da Luz.  


Tudo começou após a vitória sobre o Nacional 


É caso para dizer: o campeão voltou. 


Empurrado por 64.235 mil vozes, o Benfica venceu este domingo o Nacional da Madeira por 4-1 e conquistou o 35.º título de campeão nacional de futebol da sua história.  


Rui Vitória em êxtase com o título O "capitão" Gaitán com um bis, aos 23 e 65 minutos, o goleoador Jonas, aos 65, e Pizzi, aos 84, marcaram os golos da formação comandada por Rui Vitória, que terminou a prova com um recorde de 88 pontos, contra 86 do Sporting, de Jorge Jesus. Salvador Agra, aos 90+1 minutos, fez o golo de honra dos insulares. Na primeira época de águia ao peito, Rui Vitória levou o clube a vencer a Liga pela terceira temporada consecutiva. 


Algo que não ocorria desde a 1976/1977, há 39 anos, quando Bento, Minervino Pietra, Fernando Chalana, Shéu Han, Toni, Nené e companhia. Desta forma, a formação encarnada consolidou a liderança do ranking dos campeões, ao somar o 35.º troféu, contra 27 do FC Porto e 18 do Sporting. 


Com um ataque demolidor, que apontou 88 golos em 34 jornadas, o Benfica conseguiu 29 vitórias, um empate, na Choupana diante do União, e quatro desaires – duas vezes ante o FC Porto, na Luz diante do Sporting e em Aveiro contra o Arouca. Números que ajudaram o clube encarnado a atingir, este domingo, a maior pontuação de sempre da história do campeonato nacional de futebol. 


O Benfica terminou a Liga com 88 pontos em 102 possíveis, perdendo, apenas, 14 pontos na prova. Maratona de jogos teve final feliz Numa maratona que só foi decidida nos derradeiros metros, a turma de Rui Vitória conseguiu resistir à pressão do Sporting e conquistou a prova com 88 pontos contabilizados, mais dois que o eterno rival da 2.ª Circular.  


Depois de ter sido humilhado em casa, na 1.ª volta, na receção aos leões, perdendo por 0-3, a equipa de Vitória encetou uma recuperação a todos os níveis assinalável e nem o soco no estômago que sofreu na Luz frente, na 22.ª ronda, ante o FC Porto, travou a redenção vermelha. Após recuperar de uma desvantagem pontual que chegou a ser de sete pontos, o Benfica "tirou", na 25.ª jornada, a liderança que pertencia à equipa de Jorge Jesus. Um remate certeiro de Mitroglou embalou a equipa de Rui Vitória para o título. 


Depois do dérbi, foi sempre a somar, apesar das inúmeras dificuldades que surgiram no caminho das águias. Nos últimos 27 jogos do Campeonato, as águias venceram em 25 ocasiões, empataram na Choupana com o União e perderam com o FC Porto em casa. Após um início de época em que foi muito contestado, Rui Vitória resistiu, sempre com apoio do presidente Luís Filipe Vieira, e tornou-se no quarto treinador português a sagrar-se campeão nacional pelos encarnados, depois de Mário Wilson, Toni e Jorge Jesus. Vitória é, ainda, o 17.º técnico a sagrar-se campeão nacional.    Campeonato Nacional da I Divisão / I Liga, os 35 títulos do Benfica: 1935/1936 | 1936/1937 | 1937/1938 | 1941/1942 | 1942/1943 | 1944/1945 | 1949/1950 | 1954/1955 | 1956/1957 | 1959/1960 | 1960/1961 | 1962/1963 | 1963/1964 | 1964/1965 | 1966/1967 | 1967/1968 | 1968/1969 | 1970/1971 | 1971/1972 | 1972/1973 | 1974/1975 | 1975/1976 | 1976/1977 | 1980/1981 | 1982/1983 | 1983/1984 | 1986/1987 | 1988/1989 | 1990/1991 | 1993/1994 | 2004/2005 | 2009/2010 | 2013/2014 | 2014/2015 | 2015/2016 


















  
VÍDEO








Sai um adulto mal passado


Existem dois tipos de adultos neste nosso admirável mundo novo: os AA e os AI. Os AA são Adultos-Adultos; os AI, Adultos Infantis. Infelizmente, anda aí uma invasão dos segundos.
Os AI não são fáceis de identificar a olho nu. Podem vestir-se como os Adultos a sério, têm emprego fixo, contas para pagar e relações estáveis, onde muitas vezes perpetuam o papel de filhos. Cuidados e protegidos, crêem ser eles os protectores. Também têm filhos e podem cumprir formalmente o papel de pais, mas, por baixo da patine de crescidos, surge, não raras vezes, a embirrenta criança que nunca deixaram de ser. Por mais amor que dediquem, as suas necessidades vêm sempre primeiro e, com mais frequência do que seria desejável, são por vezes os filhos a fazerem de pais deles. O lado infantil tolda a consciência e, portanto, se as coisas correm mal, o problema está com certeza nos outros. Se eles fazem tudo com as melhores intenções...
Os Adultos-Adultos têm as mesmas vidas a prestações, amores nem sempre felizes e criancinhas para aturar. Fazem porcaria sim senhora mas não têm por hábito apregoar regularmente as suas qualidades porque a maior parte do que fazem pelos outros, filhos, marido, amigos e até desconhecidos, é cumprida em silêncio e com a noção de que faz parte. Talvez a prova de que já se é AA seja mesmo essa: praticar o silêncio. E ter paciência para as birras dos outros. Tenham eles que idade tiverem.
Dulce Garcia
IN "SÁBADO"
09/05/16
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VÍDEO - E SE A ALEMANHA NAZI TIVESSE GANHO A 2ª GUERRA MUNDIAL



A idéia de que Hitler pudesse concretizar seus planos megalomaníacos hoje soa absurda. Mas os alemães estiveram perto de ganhar a guerra. Tanto que o historiador inglês Stephen Ambrose atribui a derrota dos nazistas a um meteorologista escocês. Ele chamava-se J.M. Stagg e fazia a previsão do tempo para as tropas aliadas. No dia 5 de junho de 1944, apesar da tempestade que castigava a costa francesa, ele garantiu que o céu abriria mais tarde.

Foi um chute, pois o clima naquela região é tão instável que até hoje os satélites erram metade das previsões. Mas Stagg acertou. Se a chuva continuasse, os soldados que desembarcaram na França na manhã seguinte – o Dia D – chegariam à costa enjoados, incapacitados para lutar. E não haveria visibilidade para soltar pára-quedistas ou bombas. Resultado: a operação para libertar a França seria um fiasco.



Por outro lado, o historiador militar inglês John Keegan acredita que Hitler perdeu sua chance de vencer 3 anos antes, em 1941. Nessa época, quase toda a Europa estava em suas mãos ou na de seus cúmplices italianos e simpatizantes espanhóis. Animado, o ditador encarou de frente a Rússia e foi derrotado pelo inverno. Keegan argumenta que Hitler poderia ter optado por uma invasão indireta. Ele entraria fácil na Turquia e de lá estenderia seus tentá­culos pelo Oriente Médio. Garantiria, assim, um suprimento inesgotável de petróleo para suas tropas. Depois, tomaria o sul da União Soviética, onde o inverno não é tão cruel. E deixaria Stálin sem suas maiores reservas petrolíferas.

“Daí para a frente, seria fácil conquistar a Rússia e depois a Índia, então colônia inglesa”, diz Keegan. Enquanto isso, seus aliados japoneses ocupariam a China, ligando o Japão à Alemanha. E não pararia por aí. “A Inglaterra é pouco populosa e pobre em recursos naturais”, afirma Keegan. Sem suas colô­nias, viraria presa fá­cil. Na época, boa parte da África era colô­nia européia e acabaria nas mãos do führer.

Resultado: antes mesmo de 1950, o “império nazista” já teria se estendido por Europa, Ásia e África – mais do que os Impérios Romano e Mongol somados. “Seria um mundo de duas classes”, diz Christian Lohbauer, especialista em história alemã, da USP. Os arianos, considerados superiores, mandariam. Eslavos, negros e asiáticos virariam cidadãos menores. Outros povos, como judeus e ciganos, seriam dizimados.

É bem possível que nem assim os nazistas sossegassem. “Eles dependiam da guerra”, diz Lohbauer. “As empresas alemãs cresceram fornecendo equipamento para o Exército e precisavam da mão-de-obra escrava dos prisioneiros.” Ou seja: continuariam invadindo país após país para manter esse esquema. Iriam para o Pací­fico e de lá para a Oceania. “Podemos ter um século de luta à nossa frente”, disse Hitler certa vez. “Antes isso do que ir dormir.”



Assim, ele esbarraria nos interesses de outra potência: os EUA. “Não permitiríamos que eles se apoderassem da América Latina”, afirma o americano Robert Cowley, fundador da revista Militar History Quarterly, especializada em história militar.

Neste cenário, a Guerra Fria teria ocorrido entre Alemanha e EUA. “Mas o mais prová­vel seria uma guerra quente mesmo”, diz Keegan. E o palco seria a América Latina. A luta duraria para sempre? “Acho difícil”, diz Cowley. “O império nazista baseava-se numa figura carismática. Uma hora Hitler morreria. Quem o substituiria?”

Depois da morte do ditador, os oprimidos iriam se rebelar e o império se despedaçaria. Chegaríamos ao ano 2000 nos reerguendo dos destroços. É bem possível que a ciência estivesse estagnada, depois de dé­cadas torrando dinheiro em bombas. A informática seria primitiva. E a internet não existiria: regimes autoritá­rios, que dependem do controle da informação, impediriam que ela se difundisse. Na pró­xima vez que navegar na rede mundial de computadores, agradeça, portanto, àquele sortudo meteorologista escocês.

Veja também este video do canal "Acredite ou Não" que resume todo este texto escrito pelo site "Super Interessante".

Vídeo





www.magianerd.com.br

A PROPÓSITO DA COR LARANJA


VOCÊS SABEM PORQUE É QUE OS PRISIONEIROS USAM UNIFORME COR DE LARANJA !?
Acontece que o laranja impede que os detidos se camuflem em ambientes como florestas e bosques, assim com também facilita a identificação
ANDA POR AÍ MUITO CAMUFLADO !
AG

BENFICA 4 - NACIONAL DA MADEIRA 1 - GLORIOSO SLB - TRI CAMPEÃO NACIONAL


10 estratégias de manipulação em massa utilizadas diariamente contra você


Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, reverenciado em âmbito acadêmico como “o pai da linguística moderna“, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.
manipulacao-em-massa
Inspirado nas idéias de Noam Chomsky, o francês Sylvain Timsit elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa“
Sylvain Timsit elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.
Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites e praticam incansavelmente várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.
1. A estratégia da Distração
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais“
2. Criar problemas e depois oferecer soluções
Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.
Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.
Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência).
Este post PORQUE A GRANDE MÍDIA ESCONDE DE VOCÊ AS NOTÍCIAS BOAS? retrata bem porque focar nos problemas é interessante para grande mídia.
3. A estratégia da gradualidade
Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estratégia também utilizada por Hitler e por vários líderes comunistas. E comumente utilizada pelas grandes meios de comunicação.
4. A estratégia de diferir
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.
Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como crianças
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.
Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”
6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.
Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade
Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a auto-culpabilidade
Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.
Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!
10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem
No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.
Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.
O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.

www.pavablog.com

Fuga louca de ladrão provoca três feridos - Dois militares da GNR foram assistidos e hospitalizados.


Uma perseguição policial a um carro furtado terminou numa colisão da qual resultaram três feridos, dois dos quais militares da GNR de Penafiel, ao final da tarde deste sábado, em Guilhufe, Penafiel. 

Foi a proprietária do Opel Corsa que alertou as autoridades depois de ter visto, nas Termas de S. Vicente, a viatura que foi furtada, na segunda-feira, na estação de comboios de Valongo. "Apercebemo-nos do carro a passar em direção a Penafiel", afirmou Maria Augusta Duarte. 

O casal ainda iniciou também uma perseguição ao condutor. "Mas perdemo-lo", lamentou Sérgio Duarte. 

Quatro patrulhas da GNR - de Penafiel, Paço de Sousa, Termas de S. Vicente e Paredes - foram no encalço da viatura. Na fuga louca, o ladrão, de Duas Igrejas, Paredes, executou uma ultrapassagem na rua que liga Guilhufe a Paço de Sousa e embateu num carro da patrulha de Penafiel, colidindo de seguida contra o muro de uma habitação. 

O assaltante, sem carta e cadastrado por furtos, sofreu ferimentos graves. Os militares sofreram ferimentos ligeiros, tendo um deles tido alta pouco depois. Apesar dos estragos, o casal ficou "aliviado" por ter encontrado o carro.


http://www.cmjornal.xl.pt

Palestinianos recordam Grande Catástrofe



Uma coluna de veículos deixa o campo de refugiados de Duheisha, próximo de Belém, em direção ao túmulo de Raquel. A iniciativa tem como objetivo assinalar a Grande Catástrofe (Nakba) resultante da declaração de independência de Israel em 1948.

VÍDEO

video
pt.euronews.com

Um grupo de ingleses angariou mais de 63.000 euros (50.000 libras) para ajudar o ex-coordenador da Polícia Judiciária portuguesa, Gonçalo Amaral


Um grupo de ingleses angariou mais de 63.000 euros (50.000 libras) para ajudar o ex-coordenador da Polícia Judiciária portuguesa, Gonçalo Amaral,  a defender-se em tribunal da acção interposta pelo casal McCann a propósito do livro A Verdade da Mentira, sobre as investigações do desaparecimento da sua filha Maddie, em Maio de 2007.


Apesar do Tribunal da Relação de Lisboa ter decidido, em Abril,  a favor do recurso interposto por Gonçalo Amaral da decisão do Tribunal Cível de Lisboa que o condenava a pagar meio milhão de euros aos pais da criança, desobrigando-o do pagamento, os McCann recorreram para o Supremo Tribunal de Justiça.
site de angariação de fundos para ajudar o ex-inspector da Judiciária a defender-se da acusação de difamação foi criado em Abril por Leanne Baulch, uma estudante de psicologia, por achar uma injustiça Gonçalo Amaral ter ficado sem meios para se defender por os seus bens terem sido penhorados, o livro ter sido retirado das livrarias e devido ao afastamento da PJ.

Segundo o Daily Mail, uma das doações, no valor de quase 1.300 euros, veio de um grupo de agentes da Polícia Metropolitana inglesa.
Muitos doadores fizeram comentários pouco simpáticos para os McCann, o que levou os críticos a acusarem-nos de ser "trolls". Alguns assumiram-se como tal, outros argumentaram que o que os move é a busca da verdade e outros que Gonçalo Amaral estava a fazer o seu trabalho como polícia.


Madeleine McCann tinha cinco anos quando desapareceu, em 2007, do apartamento onde os pais a tinham deixado, com os irmãos mais novos, a dormir, enquanto jantavam num restaurante com amigos.

No livro, de 2008, Gonçalo Amaral  descreveu que a PJ investigou a hipótese de os pais serem responsáveis pelo desaparecimento da criança. Depois de ter visto a sua publicação suspensa pelo tribunal, A Verdade da Mentiraestá de novo à venda.

www.sabado.pt

Benfica campeão europeu de hóquei em patins


"Encarnados" venceram por 5-3.
benfica Hoquei
 sapodesporto@sapo.pt
O Benfica sagrou-se hoje campeão europeu de hóquei em patins pela segunda vez na sua história, ao vencer a Oliveirense por 5-3, na final da edição 2015/2016 da Liga Europeia, no Pavilhão Fidelidade, em Lisboa.
Diogo Rafael (dois), Jordi Adroher e Carlos Nicolía (dois) marcaram os golos dos ‘encarnados’, que passam a ser a equipa portuguesa com mais títulos europeus, em igualdade com o FC Porto.
A formação ‘encarnada’, que sucedeu ao FC Barcelona (21 títulos), tinha conquistado o seu primeiro cetro há três anos, em 2012/13, na outra final 100 por cento lusa, então face ao FC Porto, em pleno Dragão Caixa.

DAS TURMAS MISTAS (COM VÁRIOS ANOS DE ESCOLARIDADE)



No Público de hoje divulga-se o bom trabalho desenvolvido numa escola de uma aldeia do concelho de Santarém que é composta por alunos do 1º ciclo a frequentar os diferentes anos de escolaridade, do 1º ao 4º.
Esta turma é uma das 226 que existem com diferentes anos de escolaridade segundo os dados recentes e de acordo com CNE são um risco para o sucesso na aprendizagem.
Nesta turma, devido às estratégias adoptadas pelo professor titular e pelo Agrupamento o trabalho tem sido bem-sucedido.
Ainda bem que assim é.
Algumas notas.
Em primeiro lugar sublinhar o trabalho do professor a variável individual mais contributiva para o sucesso do trabalho dos alunos e que tantas vezes é esquecida a ver pelos tratos sofridos pelos docentes e pelas suas condições de trabalho.
Em segundo lugar sublinhar os dispositivos de apoio estruturados pelo Agrupamento no exercício da sua autonomia apesar das dificuldades e constrangimentos conhecidos. Mais autonomia melhor trabalho, é assim na generalidade dos sistemas educativos. No entanto, falar recorrentemente de autonomia não é o mesmo que promover, de facto, a autonomia de escolas e agrupamentos, matéria onde há muito que fazer.
É ainda relevante que a turma tem 18 alunos e não os 26 que a lei define e que o encerramento das escolas e a concentração de alunos nos centros educativos pode potenciar.
Uma nota ainda para relevar o recurso pelo docente da turma ao trabalho entre os alunos como forma de melhor gerir e diferenciar a diversidade do grupo. Na verdade, o aluno pode e deve ser também um recurso para a “ensinagem” e não apenas um destinatário da aprendizagem.
No entanto, importa não esquecer que existem ainda constrangimentos importantes no 1º ciclo que aumentam as dificuldades sentidas em muitas escolas no trabalho com turmas do 1º ciclo de aluno em diferentes anos de escolaridade.
Para além do número de alunos por turma que nem sempre tem a dimensão desta escola, temos as metas curriculares que, tal como estão definidas e não por existirem, burocratizam o trabalho dos docentes, são excessivas, prescritivas pelo que dificultam seriamente a acomodação da diversidade dos alunos.
Acresce ainda a disparidade e modelos de resposta no trabalho dirigido a alunos com necessidades educativas especiais que leva à existência de escolas com unidades especializadas de diferentes naturezas em que os professores de educação especial se concentram e escolas em que as turmas têm mais alunos com NEE do que está determinado legalmente e se deparam com falta de apoios adequados e suficientes.
Na verdade, a existência de alunos de diferentes anos de escolaridade na mesma turma não tem que necessariamente ser um problema inultrapassável e com consequências negativas inevitáveis. Mas é bom que que se assegurem as condições necessárias.
http://atentainquietude.blogspot.pt/ 

 veja a publicação do "Público" mais abaixo






Nesta sala há alunos do 1.º ao 4.º ano (e não se queixam)
CLARA VIANA (texto) e RUI GAUDÊNCIO (fotos) 15/05/2016 - 08:32
Os alunos do 4.º ano que vieram das turmas onde se aprende em conjunto foram os que tiveram melhores notas em Alcanena. No conjunto do país há 226 turmas com alunos dos quatro anos do 1.º ciclo.


 Qual é o preço de termos turmas com 20 alunos? 

Mais de 750 milhões, diz o CNE

Problemas de comportamento aumentam em turmas maiores
Todos querem reduzir as turmas, menos o PSD
Na sala, aquecida por uma salamandra para cortar o frio deste mês de Maio, estão sentados 18 alunos, entre os seis e os dez anos de idade. Para vários deles, tem sido ali, naquela mesma sala, que começaram a aprender a ler, a fazer contas, depois a resolver problemas, a escrever textos, a perceber que as palavras têm funções diferentes, como também os órgãos do corpo, a descobrir para que servem as estações do ano e como se podem preservar animais ou plantas. E tudo isso sempre ao mesmo tempo, porque ali, em Moitas Venda, pequena aldeia do concelho de Alcanena, distrito de Santarém, só existe mesmo uma sala e um professor para todos.

Sejam do 1.º, do 2.º, do 3.º ou do 4.º ano de escolaridade, a aprendizagem é feita em conjunto nesta turma, que é umas das 226 que ainda subsistem no país onde estão lado a lado alunos dos quatro anos de escolaridade do 1.º ciclo. Em Moitas Venda, a pequena escola construída nos anos 50 do século passado parece ser o único ponto de animação desta aldeia que, na manhã de uma quinta-feira, é feita de ruas sem vivalma. Lá dentro, Gabriela e André, do 2.º ano, ajudam-se um ao outro. Primeiro é ela a ler o texto indicado pelo professor, depois é a vez de ele prosseguir, com a colega atenta, a corrigir o que não é bem dito.

Ela está lá desde o 1.º ano. Ele chegou em Setembro passado, vindo de outra escola com uma turma para cada ano de escolaridade. André está contente com a mudança: “Assim é melhor. Trabalhamos mais juntos.” Gabriela diz que sim, apesar de ser essa a única realidade que conhece. E estar a ouvir o que os outros, de outros anos, têm de aprender, não é confuso? “Não me faz nada confusão. Até porque vamos ouvindo e depois até sabemos coisas do 4.º ano”, responde Gabriela, com o apoio de André.

Num canto em volta de um computador, os quatro alunos do 3.º ano ouvem uma história sobre o Natal, ao mesmo tempo que têm de assinalar nos seus manuais as respostas de interpretação correctas. Apesar da visita do PÚBLICO ter sido de surpresa, nenhum deles parece intimidado com aqueles estranhos que lhes entraram portas dentro. Pura e simplesmente, continuam o que estavam a fazer, com o à-vontade de quem se sente em casa.

Nas filas de trás, estão alguns dos oito alunos do 4.º ano, o grupo mais numeroso da sala, todos eles com um ditado para fazer, embora o professor esteja por agora lá à frente, junto das três meninas do 1.º ano, ajudando-as a completar frases. “Já demos as letras todas”, diz Marco Sousa, 41 anos, apontando para os mais pequenos. É o seu primeiro ano como professor titular daquela turma, embora já conhecesse vários dos seus alunos. No ano passado foi um dos professores do Agrupamento de Escolas de Alcanena, a que a escola pertence, a dar apoio extra a estes alunos e também a outros de outras escolas.


Em Moitas Venda, a pequena escola construída nos anos 50 do século passado parece ser o único ponto de animação desta aldeia que, na manhã de uma quinta-feira, é feita de ruas sem vivalma. A sala é aquecida por uma salamandra para cortar o frio deste mês de Maio

De aldeia em aldeia
Diz Ana Coelho, directora do agrupamento, que esta é uma das apostas que têm estado a reforçar logo a partir do 2.º ano de escolaridade, porque constataram que vários dos alunos chegavam ali “com muitas dificuldades, sobretudo a nível de leitura”. Foi esse o caso de André. Quando começou o ano quase não conseguia ler, conta o seu professor, satisfeito por ouvi-lo agora a ler quase sem hesitações, embora sob o olhar atento da sua colega de carteira, Gabriela.

No 2.º ano existe reforço a Português, no 4.º ano é a vez das Oficinas de Matemática, que, segundo Ana Coelho, têm como principal objectivo a promoção de estratégias de resolução de problemas, precisamente um dos domínios em que os alunos portugueses, do 1.º ciclo ao secundário, revelam maiores dificuldades. 

Há também apoios dirigidos a outros conteúdos e aos 150 alunos com Necessidades Educativas Especiais que estudam neste agrupamento onde estudam 1580 alunos, que se estende por 28 escolas do jardim infantil ao secundário, que distam entre si “entre dez a 12 quilómetros”, mas com acessos por pequenas estradas, que tornam a deslocação mais lenta. E, por isso, há que ter professores com tempo, para “percorrerem dez lugares diferentes” de modo a garantir nas aldeias o mesmo tipo de apoio que é dado nas escolas situadas na sede do concelho.

É outra das apostas deste agrupamento. Ana Coelho afirma-o na escola secundária de Alcanena, sede do agrupamento. Marco Sousa repete-o na pequena escola de Moitas Venda. “Temos que garantir igualdade de oportunidades a todos os nossos alunos”, o que passa também por “minimizar o isolamento” dos que vivem nas aldeias. 

Num estudo recente do Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre a organização das turmas, alertava-se que, “tendo em conta as tendências demográficas recentes e caso se mantenha a resistência ao encerramento de escolas com reduzido número de alunos, haverá uma tendência de aumento” das chamadas turma mistas, as que têm mais de um ano de escolaridade na mesma sala, o que não contribuirá para a melhoria das aprendizagens. No total, quase um terço das turmas do 1.º ciclo do país tem alunos de mais de um ano de escolaridade

Mas voltemos à pequena escola de Moitas Venda e ao grupo do 4.º ano, o que está a fazer ditados, embora não seja o professor quem esteja a ler os textos. Como acontece com a leitura, no 3.º ano, também no 4.º é o colega do lado quem dita o texto. É esta a tarefa do Tomás, enquanto Ricardo vai escrevendo o que ele lê, para pouco depois passar o caderno ao colega para este corrigir o que está mal escrito.

“Fazemos quantas vezes os erros?”, pergunta uma das alunas do 4.º ano ao professor, quando um dos colegas acabou de lhe corrigir o texto. “E os acentos ao contrário também são erros?”, pergunta outro.

“Com quatro anos ao mesmo tempo, os alunos têm de colaborar com o professor”, responde Marco Sousa, quando interpelado sobre esta prática de colaboração entre pares. Embora considere que esta situação de ter todo o 1.º ciclo na mesma aula não é a ideal — “só dois anos já era bom”, diz —, este docente também aponta algumas vantagens: “Os alunos aprendem a ser mais autónomos do que os que só estão numa turma do mesmo ano.” Mas, frisa, há uma condição prévia para que tudo possa correr bem. “O professor que ensina a quatro anos ao mesmo tempo tem de ter tudo muito mais planificado e preparado previamente do que os outros.”

Naquela escola com vista para a serra de Castro d’Aire, o próprio Marco Sousa é um fenómeno que se encontra em vias de extinção pelo país fora, porque quase já não há professores do sexo masculino no 1.º ciclo. Dizem as estatísticas da Educação que pelo menos 86% dos docentes deste nível de escolaridade são mulheres. “É verdade que os alunos não estão habituados a ter professores do sexo masculino nestas idades mais pequenas, mas até acho que o facto der ser homem constituiu uma vantagem no controlo do comportamento da turma. Claro que já me conheciam antes e, por isso, a habituação também foi mais fácil”, relata.

Num estudo recente do Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre a organização das turmas, alertava-se que, “tendo em conta as tendências demográficas recentes e caso se mantenha a resistência ao encerramento de escolas com reduzido número de alunos, haverá uma tendência de aumento” das chamadas turma mistas, as que têm mais de um ano de escolaridade na mesma sala, o que não contribuirá para a melhoria das aprendizagens. No total, quase um terço das turmas do 1.º ciclo do país tem alunos de mais de um ano de escolaridade. 


“Com quatro anos ao mesmo tempo, os alunos têm de colaborar com o professor”, responde Marco Sousa quando interpelado sobre esta prática de colaboração entre pares. Embora considere que esta situação de ter todo o 1.º ciclo na mesma aula não é a ideal, este docente de 41 anos também aponta algumas vantagens

A directora do agrupamento explica que a opção pelas chamadas “turmas mistas” tem ali duas vertentes: o de não existirem nas aldeias o número de alunos exigido por lei para abrir mais salas (são necessários 26 para se ter uma turma de um só ano), mas também a vontade de não os deslocar para locais longe da sua residência, que tornaria mais difícil a já complicada vida da maior parte dos pais destas crianças: “Muitos deles trabalham nas fábricas de curtumes e têxteis que existem aqui em Alcanena e os horários dependem da produção. Entram às 8h da manhã, mas em alturas de maior movimento não têm hora de saída.”

Por agora, no agrupamento de Alcanena, não se concretizou o presságio do CNE quando à redução da qualidade das aprendizagens nestas turmas com mais de um ano. Pelo contrário. As duas escolas que têm os quatros anos do 1.º ciclo na mesma sala foram também as que no ano passado tiveram melhor médias nos exames finais de Português e Matemática: 3,7 numa escala de 1 a 5, o que as levou a ter um lugar entre as 600 com melhor posição no ranking, de um total de mais de quatro mil.

Provas finais

Ana Coelho considera que, para tal, contribuiu o facto de serem turmas mais pequenas do que as existentes noutras escolas e os seus alunos acabarem por ter, por isso, apoios mais personalizados. Mas também frisa que estes resultados se devem, em muito, ao facto de os professores do 1.º ciclo elaborarem planos de acção anuais, com base na análise feita aos resultados dos alunos, sendo estes monitorizados regularmente de modo a que as dificuldades possam ser diagnosticadas atempadamente. Por exemplo, em Novembro passado, uma equipa de professores também integrada por Ana Coelho correu todas as escolas do agrupamento com 2.º ano para fazer um diagnóstico de como os alunos se estavam a sair na leitura. No final do ano farão o mesmo, mas desta vez para testar o cálculo.

Por agora, no agrupamento de Alcanena, não se concretizou o presságio do CNE quando à redução da qualidade das aprendizagens nestas turmas com mais de um ano. Pelo contrário. As duas escolas que têm os quatros anos do 1.º ciclo na mesma sala foram também as que no ano passado tiveram melhor médias nos exames finais de Português e Matemática: 3,7 numa escala de 1 a 5, o que as levou a ter um lugar entre as 600 com melhor posição no ranking, de um total de mais de quatro mil

Por terem desenvolvido esta monitorização, e também porque os alunos do 5.º ano realizaram exames de final do 1.º ciclo no ano passado, o agrupamento decidiu não fazer, em Junho, as provas de aferição do 2.º, 5.º e 8.º ano que a meio do ano lectivo, por decisão do Ministério da Educação, vieram substituir os exames do 4.º e 6.º ano. Mas será um dos poucos agrupamentos do país onde os alunos destes anos farão provas finais, que serão elaboradas pelos professores da casa com base nas matrizes nacionais disponibilizadas pelo Instituto de Avaliação Educativa.

“São anos para os quais não temos ainda os indicadores de que necessitamos, porque estávamos a contar que houvesse exames”, justifica a directora que, contudo, aplaude a decisão do ministério em aplicar provas de aferição nos anos intermédios de ciclo, o que passará a ser obrigatório a partir do próximo ano lectivo: “Principalmente no 2.º ano, é uma decisão muito importante porque permitirá um melhor diagnóstico das dificuldades dos alunos”, diz, com uma ressalva: “Vai depender do grau de dificuldade das provas. Se forem para testar o que os alunos não sabem, como aconteceu com os exames, então será um descalabro.”

Na escola de Moitas Venda, Marco Sousa conta que os seus alunos do 4.º ano ficaram “aliviados” quando souberam que não iriam, afinal, realizar os exames: “Ainda são muitos novos e a pressão desta avaliação é demasiada para eles”, diz, acrescentando que, no que respeita ao estudo, o resto continuou igual.

Marco Sousa só sairá da escola para o intervalo de almoço, depois de verificar que todos os seus alunos lavaram as mãos e já se encontram sentados na pequena sala de entrada que funciona como refeitório. Antes, a única aluna com Necessidades Educativas Especiais da sala, que tem oito anos, virá apresentar as suas duas “princesinhas”: duas meninas que ao lado dela parecem ser muito pequenas, mas que têm sido as suas companheiras da aventura que também pode ser o início da escolaridade obrigatória.

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