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sábado, 14 de maio de 2016

poesia:António Garrochinho


poesia:António Garrochinho


PCP lança campanha «Basta de submissão à União Europeia e ao Euro»


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O PCP lança uma campanha nacional sob o lema «Basta de submissão à União Europeia e ao euro» com um conjunto de iniciativas e com o contacto directo com os trabalhadores e as populações através de material de propaganda através de um folheto, cartazes mupi e outdoors.
No folheto afirma-se a necessidade de «defender o interesse nacional», destaca-se a «nova fase da vida política do País», com «as limitações inerentes a um Governo PS», mas também «com as possibilidades que o contributo que o PCP criou para dar resposta aos problemas e aspirações mais imediatas». Na Assembleia da República e fora dela, os comunistas assumem ainda o compromisso de criação de um Plano Nacional de Combate à Precariedade Laboral; combate à desregulação do horário de trabalho; reposição do princípio do tratamento mais favorável do trabalhador e eliminação da caducidade dos contratos colectivos de trabalho; consagração das 35 horas como duração semanal de trabalho para todos os trabalhadores; subida do salário mínimo nacional para os 600 euros; aumento extraordinário das pensões de reforma.

CLIQUE ABAIXO NO LINK AZUL PARA TER ACESSO AO FOLHETO

Folheto «Basta de submissão à União 


Europeia e ao Euro»

PJ prende presidente do Leixões e jogadores de futebol



Carlos Oliveira Presidente do Leixões Sport Club

A Polícia Judiciária deteve, esta tarde de sábado, 15 pessoas, entre dirigentes e jogadores de futebol, em todo o país, suspeitos de participarem em "combinações de resultados".

A operação chamada "Jogo Duplo", na Unidade Nacional de Combate à Corrupção fez várias detenções, logo após o apito final do jogo entre o Oriental e o Atlético.

Os jogadores André Almeida, Diego Tavares, João Pedro e Rafael Veloso, todos do Oriental, foram surpreendidos por inspetores, no estádio da Tapadinha, e conduzidos para as instalações da PJ.







A PJ também esteve presente no jogo entre a Oliveirense e o Leixões. Carlos Oliveira, presidente do Leixões, também foi detido no âmbito desta operação que investiga jogos viciados. Nuno Silva, diretor desportivo do mesmo clube, foi ainda levado pela PJ.

"No final do jogo desta tarde com o Atlético no Estádio da Tapadinha, a Polícia Judiciária abordou os jogadores do Oriental André Almeida, Diego Tavares, João Pedro e Rafael Veloso e levou-os para as suas instalações para serem ouvidos", lê-se na página oficial do Oriental da rede social Facebook.

Em curso está uma operação em todo o país relacionada com o "combate à corrupção no fenómeno desportivo".

Em comunicado, a Procuradoria-Geral da República avançou que "neste processo investigam-se factos suscetíveis de integrarem crimes de corrupção passiva e ativa na atividade desportiva, nele figurando como suspeitos dirigentes e jogadores de futebol, bem como outras pessoas com ligações ao negócio das apostas desportivas".

"Em causa estão suspeitas de manipulação de resultados de jogos da II Liga de Futebol, com
recurso ao aliciamento de jogadores. A investigação é dirigida pelo Ministério Público, o qual tem a coadjuvação da Polícia Judiciária", acrescentou a PGR, sem adiantar mais pormenores.


 http://www.jn.pt

Romagem a Catarina Eufémia


OS BÁRBAROS


Art. 1º Ficam extintos:


V – O Ministério da Cultura.


VIII – O Ministério das Mulheres, da 


Igualdade Racial e dos Direitos 

Humanos.





Michel Temer


Planalto, 12 de maio 2016-05-14




*


LIBERDADE


Bandeira mutilada 
onde enrolaste um coração de pássaro.
Se foi para abafar o canto
e a voz de um povo,
pois que se faça amiga da revolta.
Liberdade 
é o teu nome
e toada dos companheiros em marcha.
Primeiro tu foste a  inocência
correndo pelas areias ensolaradas do meu mar,
correndo no pátio dos recreios
no bairro operário onde vivi
e na praça principal da minha infância.
Depois  foste minha rebelde bandeira
e a mágica certeza na adolescência do meu ser.
Tu me trouxeste a paixão e a fantasia
e aquele sonho imenso de ser marinheiro um dia.
Mais tarde
a história me mostrou que era ainda maior tua beleza,
e me ensinou a escrever teu nome
na saga gloriosa de Espártaco,
no martírio heróico de Tupac Amaru e de Caupolican
e no exemplo imperecível dos Inconfidentes.
E assim… de busca em busca,
na biografia dos heróis, 
pelas páginas da poesia
e pela verve da eloquência,
tu te abriste, dia a dia, como uma rosa no meu peito…
e depois, quando a pátria cavou suas trincheiras,
como um corcel de luz,
ressurgiste na aldeia de minh’alma,
com teu galope indomável
tua resistência
teu rastro clandestino
e me trouxeste tuas cicatrizes
tuas amarras rompidas
e o teu sonho inabalável.
E desde então marcho nos teus passos…
e éramos dez, éramos cem, éramos mil…
e eras então o ar com que respiravam os ideais de um povo inteiro…
e no coração do nordestino eras a esperança do pão,
da água e da terra repartida.
Eras tu que no sul comandavas a greve,
o comício e a passeata…
cantávamos contigo a canção popular…
eras tu que inspiravas a arte, o teatro e a poesia…
tu eras em toda a nação a véspera de um amanhecer inadiável.
Subitamente…
te atiraram ao chão…
e te pisaram…
te torturaram e te baniram.
E como Prometeu,
foste acorrentada a estes anos de martírio,
onde uma hierarquia de abutres  se sucede e te devora;
e sentimos em nossas entranhas
a tua própria  entranha devorada.
Um murmúrio apenas é hoje o teu nome na solidão da pátria…
uma legião de sombras te observa
segue teus passos
te vigia nas ruas, nas casas, nas escolas, nas fábricas…
mil línguas mercenárias delatam os que te pronunciam
teus lábios de rocio… há sete anos amordaçados
tua boca bebendo a taça do tormento
teus punhos algemados
teu corpo flagelado
teu nome silenciado com o grito dos caídos.
Liberdade, liberdade…
um pedaço de ti sobrevive aqui,
na intimidade e no lirismo do meu canto.
Em alguma parte da América,
por essas terras e montes,
apesar dos meus pesares,
cantam os rios  e cantam as fontes…
mas eu canto a negra angústia
por teu sangue…liberdade
na minha pátria ferida.
.
Liberdade, liberdade…
suprema promessa da esperança…
tu  serás ainda a terra por inteira repartida,
os campos finalmente semeados
e o nosso sonho a dançar nas espigas onduladas pelo vento.
Na imorredoura certeza do amanhã
renascerás como raiz ardente;
e no seio de uma primavera palpitante 
tu crescerás como uma árvore de beijos
para seduzir os homens, as aves e as estrelas…
e,  flor da insurreição
irás desabrochar no retalhado coração dos oprimidos.
Liberdade, liberdade…
lâmpada do abismo, estandarte de luz,
melodia do vento na rota das aves peregrinas,
barca misteriosa do destino
a singrar… sempre a singrar
formosa e impassível em busca do amanhecer.
Liberdade, liberdade…
Tu és o tribunal na consciência dos tiranos
dos oprimidos és o baluarte e a véspera da vitória
O sonho americano de Bolívar foi escrito com teu nome,
 porque tu és a fonte, o cântaro, a água que embriaga,
sede perene da alma, da vida tu és a dádiva suprema.
Foste a tribuna dos abolicionistas
e assinaste a glória da pátria com  a mão de uma princesa
és o hino dos militantes, o cântico triunfal, delírio
bandeira dos Inconfidentes, ainda que tardia
liberdade, ó liberdade
meu único amor
meu peito de viola te entoa enamorado.
Liberdade… ó liberdade…
hoje somos apenas os guardiões de um sonho
os que sustentamos em tantas pátrias a bandeira da bravura
hoje somos os guerreiros do silêncio
para que teu hino possa  ser entoado com alegria pelos filhos do amanhã.
Manoel de Andrade
Cidade do México, fevereiro de 1971


Via: as palavras são armas http://ift.tt/23Qog5D

liberdade editorial versus liberdade de expressão


“Mas não é por acaso que se vê, de cada vez que se avançam perspectivas para uma beneficiação e elevação dos programas televisivos, que os remédios válidos mostram ser sempre e só remédios de ordem política; só a ideologização do meio técnico pode mudar o seu cunho e a sua direcção. Mas a ideologização não significa “partidarização”; significa apenas imprimir na administração do meio uma visão democrática do país; bastaria dizer: usar o meio no espírito da Constituição e à luz da inteligência. Todos os casos em que a nossa televisão tem dado boa prova de si, no fundo, não foram mais do que deduções correctas deste teorema.” (Umberto Eco em Apocalípticos e Integrados, 1964)
Foi esta semana conhecido o Barómetro de Comentário Político Televisivo Maio 2016, um trabalho do Laboratório de Ciências de Comunicação do ISCTE-IUL. E vale a pena a sua leitura e análise.
Barómetro no seu título conclui ainda por “Um quase empate entre a esquerda e a direita”, ora sobre esta conclusão possível, não deixa de ser criticável pela introdução de um grau de subjectividade na avaliação e caracterização da representatividade política que eu não subscreveria, embora generosamente entenda a ideia dos autores.
O Barómetro centra a sua análise na representatividade factual e eventual dos partidos políticos no espaço televisivo caso os resultados eleitorais fossem critério de representação nos espaços de comentário político. Assim foram analisados no Barómetro um total de 53 comentadores políticos, dos quais 27 terão filiação partidária conhecida. Também foi analisada a representatividade(no quadro dicotómico esquerda/direita) que poderão ter “personalidades” das quais apenas é conhecido algum apoio eleitoral pretérito ou antiga militância, ou seja, não filiação política actual.


Para ajuda na compreensão deste quadro, que apenas analisa os comentadores com filiação partidária identificada, consideremos a linha do PSD. Este Partido tem 11 comentadores em televisão, e de acordo com a proporcionalidade do seu peso eleitoral nas eleições para a Assembleia da República também teria 11, mas se o critério de selecção fosse os seus resultados eleitorais para o Parlamento Europeu então apenas teria 9.
As conclusões sobre o restante quadro são fáceis de retirar, partido a partido. Há partido muito sobre-representados como o CDS e o BE(o campeão neste quadro) e outros sub-representados como o PS e o PCP(muito prejudicado, quase clandestino).

Um quadro agravado

O quadro acima refere-se apenas a este mês de Maio mas, salvo uma ou outra alteração muito pontual, é significativo da situação global da representatividade em espaços de comentário político televisivo ao longo do restante ano.
Contudo, o quadro agrava-se se se atender a quadros de representatividade semelhante que se possam estabelecer  sobre a restante comunicação social dominante nomeadamente jornais e rádios, entre outros. Aí, e salvaguardando a honestidade do levantamento e da análise, e respeitando igualmente as mais elementares regras da matemática e da proporcionalidade, facilmente se concluiria que no quadro mediático dominante o PCP é absolutamente prejudicado à luz do critério da representatividade eleitoral.

Um problema da Democracia

As conclusões desta análise não serão novidade para muitos leitores do Manifesto 74, contudo será justo recordar que o critério eleitoral não pode nem deve ser o critério para selecção de comentadores políticos, embora também o possa ser. À luz do espírito da Constituição e da vasta legislação sobre o sector(dentro e fora dos períodos de campanha eleitoral), a liberdade de imprensa e a liberdade editorial serão também critérios.
O comentário político saudável pressupõe espírito democrático, a salvaguarda das forças minoritárias, a diversidade e o pluralismo e a assumpção de responsabilidades de todos os intervenientes(até daqueles que dizendo-se independentes no comentário ou no estatuto editorial nunca o são ou foram na prática).
Os perigos(como a formatação de ideias, a mediatização de realidades inexistentes, a construção de resultados eleitorais, entre outros) e o quadro geral cultural, mediático e económico que construiu a situação presente são conhecidos.
Assim, cumpre concluir que a concentração capitalista da riqueza, a concentração nos grandes grupos económicos da comunicação social dominante(televisão, jornais, rádios), a partidarização e ideologização da comunicação social detida pelo Estado, entre outros, são problemas da Democracia que devem ser denunciados e que objectivamente com ela conflituam.


Via: Manifesto 74 http://ift.tt/1XriY0P

"FÉZADA" BENFIQUISTA


"FÉZADA" BENFIQUISTA ALÉM FRONTEIRAS
Há adeptos apaixonados e depois há... Emma Runyun Zhang. Já aqui lhe demos conta de que a chinesa havia viajado de Los Angeles, nos EUA, onde reside, para Portugal em fevereiro especialmente para dar os parabéns a Nico Gaitán (seu jogador preferido) pelo seu 28.º aniversário e agora já vem a caminho de Lisboa novamente por causa da sua paixão encarnada.
Desta feita, o 'pretexto' é a última jornada da Liga NOS e a possibilidade de festejar o tricampeonato com as águias.
Gosto
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