AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

desenhos de António Garrochinho (3)


desenhos de António Garrochinho (2)


desenhos de António Garrochinho


Comunistas votarão a favor da PMA e contra "barrigas de aluguer"



O PCP vai manter sexta-feira os sentidos de voto expressos no grupo de trabalho sobre Procriação Medicamente Assistida (PMA) e gestação de substituição ("barrigas de aluguer"), a favor da primeira e contra a segunda, segundo fonte da bancada comunista.

O PS anunciou hoje ter dado indicação de voto favorável a ambas as iniciativas legislativas na próxima sessão plenária do parlamento, enquanto o PSD indicou liberdade de voto aos seus deputados, embora com orientação de voto contra por parte dos órgãos nacionais sociais-democratas.
No início do mês, o projeto do Bloco de Esquerda para legalização da gestação de substituição foi chumbado no grupo de trabalho parlamentar que esteve a seguir este processo, tendo-se registado votos contra do PSD, CDS-PP e PCP.
Com este projeto, o Bloco de Esquerda pretende permitir o recurso a outra mulher em casos de problemas de saúde que impeçam a gravidez.
O mesmo grupo de trabalho, porém, aprovou as alterações à procriação medicamente assistida (PMA), na sequência de um texto de substituição apresentado pelo PS.
Caso esta votação se repita na sexta-feira em plenário, passa-se a permitir o recurso a técnicas de fertilização a mulheres sozinhas, ou com um casamento ou união de facto com outra pessoa do mesmo sexo.
Pela lei em vigor, só é permitido o recurso a estas técnicas (nomeadamente a bancos de óvulos ou de esperma) a casais ou uniões de facto heterossexuais.

www.rtp.pt

DE BORDA D´ÁGUA A GRALHA DA VOZ DO DONO

PASSOU DE BORDA D´AGUA ADIVINHADORA DE CHUVA A GRALHA DE SERVIÇO DOS GRANDES INTERESSES. PAULINHO DAS FEIRAS TREINOU-A, ATIROU-A PARA A FOGUEIRA E AGORA VAI SAIR DA AR ATÉ ARRANJAR TERRENO E TEMPOS MAIS PROPÍCIOS PARA NOVOS GOLPES E VIGARICES.
PASSOS COELHO AGRADECE POIS TEM EM CRISTAS UMA PONTA DE LANÇA VENENOSA DESEJOSA DE ENCHER A MALA, ARRECADAR MAIS DINHEIRO EM NOVOS LUGARES GOVERNATIVOS.


Costa 3, Ferreira 0.






Estive a ver a entrevista de António Costa na SIC.
O que mais me chamou a atenção foi a postura do entrevistador, o pafioso Gomes Ferreira.
Nenhuma das perguntas que trazia na manga tinha implícitos quaisquer pressupostos de sucesso para o Governo e daí – esquece o personagem -, para o País. O estilo foi mais ou menos este:
Dr. António Costa há uma cobra a sair do bolso da Comissão Europeia, por causa dodeficit excessivo, como pretende matá-la? Eu acho que não tem fisga para tanto.
Dr. António Costa o desemprego está a aumentar, as exportações caem, o investimento cai, em suma, o senhor diz que não é bem assim e que as causas não tem a ver com a atual governação e que o crescimento vai ocorrer mas eu não acredito.
Dr. António Costa, tem-se dado muito bem com o Dr. Marcelo, mas olhe que nessa história dos colégios privados, eu acho que ele vai discordar de si, e vai-se acabar a lua-de-mel.
Dr. António Costa, quanto quer receber pelo Novo Banco? A banca quer que o Novo Banco seja nacionalizado porque lhe convém, e o Governo vai fazer a vontade aos banqueiros. Aí está mais uma manobra oculta aos olhos dos portugueses.
Em suma, o pafioso Gomes Ferreira mais parecia o chefe da oposição a querer destruir as explicações e os argumentos do Primeiro-Ministro. Seria ele capaz de fazer uma entrevista, no mesmo tom truculento a Passos Coelho ou ao irrevogável Portas?
A Direita, quando as coisas correm bem quer que elas corram menos bem, quando as coisas correm menos bem quer que as coisas corram mal. Espécie de arautos da desgraça, trombeteiros do apocalipse.
O que esta solução governativa veio mostrar, com o ineditismo da aliança à esquerda, foi que a Direita só poderá vir a ser poder de novo em Portugal num hipotético cenário de catástrofe financeira e económica. Pois bem, é esse o cenário que a Direita almeja e para o qual trabalha com ímpeto e afã, quer no plano nacional quer no plano internacional, de forma a poder regressar ao poder que perdeu e às prebendas a que acha que tem direito, por direito de berço ou de unção divina.
Como a realidade nunca mais sai do sítio, como a desgraça nunca mais se concretiza, a Direita empurra o que pode para que a realidade funerária que ela adora se concretize.
António Costa foi respondendo a todas as provocações, implícitas ou explícitas, com a bonomia de um santo homem, tendo como objetivo desmontar a narrativa da desgraça, substituindo-a por uma proclamação de serenidade e confiança, que é o que o País precisa, e os portugueses merecem.
Dou os meus parabéns ao Primeiro-Ministro. Eu não teria paciência para aturar o pafioso Ferreira com a tranquilidade e a boa cara com que ele o fez. À primeira pergunta teria posto logo o personagem em sentido, ainda que reconheça que isso seria um grave erro político que a Direita exploraria até à náusea, e que o Ferreira se esforçou por provocar com insistência.
Mas claro, ó Ferreira, ainda és muito novinho para conseguires tourear o António Costa e conseguires tirá-lo do sério. Ainda andavas de cueiros e já ele tinha quilómetros de debates políticos, entrevistas e declarações públicas.
Eu se fosse ao Balsemão despedia-te, ó Ferreira, porque acabaste por dar um grande tiro no pé, já que o resultado do prélio foi: Costa 3, Ferreira 0 e virou-se o feitiço contra o feiticeiro. A geringonça está de boa saúde e recomenda-se e no horizonte não se vê borrasca a não ser aquela que a Direita catastrofista teima em anunciar todos os dias.

estatuadesal.com

A VARA SUÍNA DO JORNALIXO PORTUGUÊS

QUANDO ROTULO O "JORNALIXO" DE VARA SUÍNA, QUANDO LHES CHAMO VENDIDOS, FASCISTAS, LAMBEDORES DE CUS, A VOZ DO DONO.
QUANDO OS CHAMO DE IGNORANTES QUE ESCREVEM COM MAIS ERROS DO QUE QUALQUER CIDADÃO COM A ANTIGA 4ª CLASSE, QUANDO ME ENOJO E OS DESPREZO POR VER NESTA GENTE ÓDIO A QUEM TRABALHA, ÓDIO A QUEM TEM IDEAL E NÃO PRATICA O CARNEIRISMO E NÃO VIVE DAS MIGALHAS QUE RECEBE DE QUEM ARRECADA MILHÕES COM MENTIRAS E TRAFULHAS, FAÇO-O COM DESPREZO E SEI QUE ESTOU CERTO.
EIS O RECORTE DUM "JORNALISTA" DO "EXPRESSO CURTO" (COMO CURTA A INTELIGÊNCIA DO PORCO QUE ESCREVEU ISTO). NÃO É PRECISO PENSAR MUITO PARA VER A QUEM SE REFERE ESTE VERME !
AGarrochinho

MUDAM MUITO MAS HÁ COISAS QUE NÃO MUDAM


Eu podia «matar» este assunto relembrando apenas a expressão de sectarismo e de nenhuma abertura que, durante alguns anos, representou para o Bloco de Esquerda a sua autodefinição do «correr por fora». E também podia limitar-me a propôr a visita a este vídeo, referente à Convenção do BE de 2012, e sobretudo à declaração que nele Fernando Rosas faz.

VÍDEO


video





Mas como este assunto tem um historial mais antigo e complexo, a quem interessar, aqui deixo dois extractos de duas crónicas minhas, respectivamente de 1999 e 2005: 

8.10.1999
Legítima defesa


Artigo de Vitor Dias no «Semanário» 

Entendeu Fernando Rosas que não podia usar a sua última coluna de opinião no “Público” antes da votação de domingo sem reincidir em mais uma das deturpações sobre a orientação, acção e objectivos do PCP que, em assinalável medida, têm sido a grande terraplanagem operada pelo Bloco de Esquerda para melhor exibir a sua alegada diferença e valia.

Com efeito, só porque o “Expresso” titulou uma entrevista de Carlos Carvalhas com a afirmação de que “para mudar o PS é preciso termos força”, logo Fernando Rosas se apressou a dar o precipitado passo de gigante que foi daí concluir que a tanto se resume o projecto e os objectivos do PCP, apesar de qualquer pessoa séria e interessada ter muitas maneiras de comprovar que o PCP está enfatizando outras, e bem mais cruciais, razões de voto na CDU.

E, como não se pode acreditar que um intelectual com as responsabilidades de Fernando Rosas já só leia títulos e estruture comentários e juízos políticos sobre outras forças com base em títulos de entrevistas, cresce então uma terrível suspeita. A de que ele sabe perfeitamente, mas resolveu escondê-lo dos leitores, que a citada afirmação de Carlos Carvalhas foi feita no contexto de uma pergunta que inquiria das razões porque o PCP não tinha desafiado o PS para “uma aliança de governo”. E também sabe perfeitamente que, na entrevista de Carvalhas ao “Expresso”, há passagens que, embora com as limitações de desenvolvimento inerentes ao tipo de entrevista, distanciam claramente o PCP de concepções de meros “arranjos de cúpula” ou de “alianças entre partidos”, antes evocam o papel dos movimentos sociais, sublinhando mesmo a ideia de que “é possível, certamente com tempo, que o avanço do movimento social permita uma recomposição política, com efeitos no interior dos partidos”.
Mas há mais: F. Rosas conhece perfeitamente a densa reflexão do PCP, consagrada no seu último Congresso (1996) e já exposta com suficiente clareza num colóquio em F. Rosas também participou em Coimbra, sobre a complexa questão da construção de uma alternativa de esquerda ao rotativismo e alternância entre PS e PSD. Só que não resiste ao lamentável truque de, por um lado, absorver importantes componentes dessa reflexão e depois fazer de conta que o PCP não a tem e que, em lugar dela, tem orientações resumíveis ao objectivo de ser “flor de esquerda na lapela” da governação socialista ou uma “espécie de corrector apendicular das leis e das políticas do Governo” PS.

Aliás, a orientação do Bloco de Esquerda em certos aspectos é bastante confusa (ou talvez não) : desvalorizam manifestamente o perigo e as consequências de uma maioria absoluta do PS, não falam muito contra o PS, tem apoiantes que, como é publico, tem boa parte do seu coração no PS, parecem sobretudo preocupados em disputar influência a quem foi – combativamente, no duro, sem favores dos “media”, e tanto no terreno social como parlamentar – a oposição de esquerda ao Governo do PS, e depois, numas linhas impressas, dão-se ares de radicalismo decretando, para a eternidade, um nulo lugar do PS em futuras soluções de esquerda. (…)»
Artigo de Vítor Dias em
4.2.2005 no «Semanário»

«(…) A segunda observação tem que ver com um enésimo testemunho de que alguns responsáveis do Bloco de Esquerda parecem ter caído em pequeninos no caldeirão da arrogância e da sensibilidade tipo flor de estufa. Com efeito, beneficiando de um privilégio que naquelas páginas não é concedido a qualquer comunista, Fernando Rosas, em artigo no “Público” (2/2) onde coloca o BE no centro do mundo, veio lamentar “esta opção do PCP acerca de quem são os adversários nesta disputa eleitoral, privilegiando os ataques ao PS e agora ao BE”. Por detrás desta falácia não está apenas que, sem especial admiração, Fernando Rodas reduza o discurso real dos dirigentes do PCP aos títulos ou temas que, em regra, a imprensa escolhe e, segundo os quais, parece que só o PCP sempre “ataca” alguém. Está também e sobretudo a ideia de que o BE é uma entidade política vocacionada para um estatuto singular de impunidade e intocabilidade que lhe permite tudo sobre os outros e que aos outros nada permite sobre o BE. É assim que o BE pode espalhar, num folheto de propaganda, que foi ele que inscreveu na agenda política a despenalização do aborto e que foi com ele que começou a reforma fiscal, a resposta à violência doméstica contra as mulheres, a consideração dos toxicodependentes como doentes em vez de serem presos e também que se fez frente às direitas no poder, mas já o PCP não pode lembrar que, em todas essas causas ou batalhas, o PCP teve ou um papel pioneiro ou fundamental que só por intrínseca desonestidade política se pode querer apagar ou menosprezar. (…)»


Via: o tempo das cerejas 2 http://ift.tt/1shDDsy

Contratos de associação de escolas: direita ao ataque, com o apoio da generalidade da comunicação social


A direita saiu a terreno para dizer que os contratos de associação com os colégios privados devem prosseguir tal como têm estado a funcionar mesmo quando ultrapassem a área de intervenção definida nos contratos, indo disputar alunos ao ensino público a outras zonas, com as quebras de frequência das escolas deste e mantendo um subsídio por aluno superior ao custo para os contribuintes de um aluno na escola pública.
Estudantes "pobrezinhos" reivindicam privilégio de “poderem optar”

Os contratos de associação são estabelecidos em situações onde exista falta de oferta do ensino público mas no governo Passos Coelho as “parcerias público-privadas” tornaram-se moeda corrente, na sequência do veto a um modelo do anterior governo, de José Sócrates, em final de mandato, e que este deixou ser pirateado pela diligência presidencial “porque não queria ter problemas com a Igreja”.
Disse a direita que se não mantivessem todos os apoios a todos os colégios e externatos “as crianças mais pobres seriam prejudicadas por não poderem optar por um melhor ensino nesses estabelecimentos. Hipocrisia sacripanta! Então e os filhos de pais ricos que deixaram de pagar propinas que conseguiram que fossem os contribuintes as pagarem?  Querem poder “optar” à custa do erário público. Então e a exploração dos trabalhadores dos colégios que não foram equiparados aos seus colegas da rede pública?
Há tanta história mal contada! E até vem um porta-voz da conferência episcopal a incentivar à luta dois colégios contra o governo!
Algum decoro se perdeu e ficou claro que esta operação faz parte de um plano mais vasto, com actores internos e comunitários para derrubar o governo.
Eles que tirem daí a idéia. 
O governo tem o apoio maioritário na AR e nos portugueses que o elegeram.
 
Via: antreus http://ift.tt/1NrZcQC

12mai2016 - Imagens curiosas e engraçadas + gifs animados para alegrar o seu dia









GIFS ANIMADOS














12MAI2016 - O MUNDO MARAVILHOSO DOS GRAFFITIS