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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Em rota de despedida


ESCUTA Ò CRISTAS INCONSEGUIDA ! - Rótulos de carne de suíno, ovino, caprino e aves vão ter de identificar país de origem



Rótulos de carne de suíno, ovino, caprino e aves vão ter de identificar país de origem 

 então ò inconseguida !?

Os rótulos da carne de suíno, ovino, caprino e aves vão passar a ter de identificar o país de origem ou local de proveniência, bem como substâncias que possam causar alergias, segundo um diploma aprovado no Conselho de Ministros. 

A rotulagem obrigatória aplica-se à carne fresca, refrigerada e congelada e decorre da legislação comunitária, visando " garantir o direito à informação dos consumidores, assegurando uma escolha livre e consciente e prevenindo situações suscetíveis de causar dano à saúde". 

O ministro da Agricultura, Florestas e do Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, já tinha revelado na terça-feira que o diploma ia avançar e seria aprovado no Conselho de Ministros esta semana.



http://www.cmjornal.xl.pt/cm

Móvel do Ikea provoca terceira vítima mortal

Económico

Acidente aconteceu nos Estados Unidos e já levou a marca a garantir que está a colaborar com as investigações do regulador da segurança.
Móvel do Ikea provoca terceira vítima mortal
A queda de uma cómoda da colecção Malm do Ikea provocou a morte de mais uma criança. A vítima foi um bebé de 22 meses do Minnesota, nos Estados Unidos, que foi encontrado debaixo da cómoda depois de esta ter caído sem que os pais dessem conta.
O acidente, que aconteceu em Fevereiro, já levou à abertura de uma investigação por parte do regulador de segurança norte-americano.
Em 2014, duas crianças também morreram na sequência de um acidente com a mesma peça de mobiliário. Na altura, a cadeia de mobiliário sueca retirou este modelo de móveis do mercado e forneceu aos clientes que tinham comprado a cómoda novos materiais de fixação à parede.
O Ikea já garantiu que está a colaborar com a investigação, sendo que lembra que o móvel não estava fixado à parede.

Suinicultores detidos em manifestação vão ser julgados por injúria, resistência e coação






Os dois suinicultores detidos na terça-feira durante uma manifestação foram hoje constituídos arguidos, acusados dos crimes de injúria agravada, resistência e coação, e vão aguardar com termo de identidade e residência o julgamento no Tribunal de Alcobaça.
Suinicultores detidos em manifestação vão ser julgados por injúria, resistência e coação
A informação foi avançada por Valentim Morgado, advogado dos manifestantes, que foram hoje inquiridos no Tribunal de Alcobaça e vão começar a ser julgados a 09 de maio.

Dinis do Carmo, de 25 anos, e Luis Rodrigues, de 51, foram detidos na terça-feira durante um durante um corte de estrada ao quilómetro 92 do IC2 (Itinerário Complementar 2, também conhecido por Estrada Nacional 1), próximo da localidade de Casal da Charneca, em Évora de Alcobaça.

Num comunicado emitido na quarta-feira, a GNR justificou a detenção com agressões aos militares que, no local, tentavam "manter a ordem pública".

Os militares estavam também, segundo a guarda, a evitar riscos para o operador de uma máquina que retirava brita despejada pelos manifestantes na via.

Os militares da GNR e os arguidos prestaram hoje declarações ao Ministério Público entre as 12:30 e as 17:30, período durante o qual mais de meia centena de suinicultores se mantiveram no tribunal, numa manifestação de solidariedade para com os detidos.

Dinis do Carmo e Luis Rodrigues "esclareceram todas as questões que foram colocadas", declararam-se inocentes e "rejeitaram a suspensão temporária do processo", acrescentou o advogado.

Em declarações aos jornalistas, Luis Rodrigues - que além da detenção sofreu ferimentos e teve de receber assistência no Hospital de Leiria - negou qualquer agressão aos militares.

O detido referiu que a GNR entrou em confronto com os manifestantes por estes "terem mostrado desagrado ao operador da máquina" que estava a retirar as pedras da via.

Segundo o manifestante, "não houve ofensas aos militares", mas sim ao operador, que "já trabalhou para a maior parte dos suinicultores da região", o que motivou desagrado.

Luis Rodrigues defendeu ainda não haver razão "para a ação da GNR", que considera ter agredido os manifestantes quando se encontravam num terreno privado, propriedade da família de Dinis do Carmo.

"Penso que nós fomos a moeda de troca [para que a GNR negociasse o fim do protesto], porque tinham que levar alguém e calhou sermos nós", concluiu.

O protesto durou quase 12 horas, entre as 14:00 de terça-feira e as 01:30 de quarta-feira e ficou marcado por uma concentração junto à fábrica Carnes Nobre, em Rio Maior, no distrito de Santarém, e por dois cortes de estrada no concelho de Alcobaça, o primeiro em Venda das Raparigas e o segundo em Casal da Charneca.

Dos protestos resultaram ainda danos na máquina usada para retirar as pedras da via.

sapo.pt

Bloco e PCP indignados com promoção de filho do subdiretor da PIDE

Nuno Barbieri, capitão da Marinha, ligado ao terrorismo de extrema-direita, foi promovido e aguarda que o Estado lhe diga quanto vai receber.


Dizer que o BE e o PCP discordam da promoção de Nuno Barbieri é pouco. “É uma situação injusta e grave”, reage o bloquista João Vasconcelos. Para o deputado da Comissão de Defesa Nacional, “o absurdo e inaceitável da lei é que acabou por beneficiar bombistas”, enquanto “os mesmos critérios não foram aplicados a elementos que contribuíram para a queda do fascismo ou lutaram pela afirmação da democracia”. Nesse sentido, “o BE reprova publicamente a reintegração de uma pessoa que combateu a revolução de Abril e a democratização do País”, desafiando: “Seria de interesse público que este e outros casos fossem conhecidos a fundo.” João Vasconcelos reforça “a exigência” de que o caso do capitão piloto-aviador Artur Gomes seja resolvido, anunciado que o BE voltará a apresentar uma proposta nesse sentido no Parlamento.
Para António Filipe, do PCP, “o caso do Barbieri é o contrário do que a lei previa, mas houve outros do género”, adianta. “É emblemático pela negativa e foi uma decisão infeliz da comissão”, assume. O parlamentar desafia o Ministério da Defesa “a fazer um levantamento exaustivo das situações injustas e que não tiveram acolhimento, estabelecendo um período suplementar transitório para que essas pessoas possam ser reintegradas”. Segundo o deputado da Comissão de Defesa Nacional, justificava- -se que o Governo reabilitasse esse processo, “que teve muitas anomalias. Sempre houve um grande mal-estar nos meios militares relativamente à forma como as comissões funcionaram”, garantiu.

COMO SE ENGANAM AS PESSOAS - VEJA COMO ELA TROCA SURREPTICIAMENTE OS PRODUTOS DENTRO DOS SACOS OBSERVE O VÍDEO COM ATENÇÃO



A pirateagem humana não conhece limites. Seja o país que for sempre há gente criando maneiras de enganar os demais. Às vezes me pergunto o que estas pessoas poderiam conseguir se o tempo que dedicam em criar formas de enganar os demais fosse investido em coisas úteis para a humanidade. Mas claro, em uma sociedade onde até as empresas que alardeiam transparência nos enganam, não podemos esperar outra coisa.


Aproveitando-se das circunstâncias, estas pessoas não tem nenhum escrúpulo à hora de defraudar idosos ou pessoas deficientes. Por isso temos que andar de antenas ligadas, estarmos muito atentos e, se presenciarmos algo raro, chamar à polícia.

Veja como exemplo esta peixaria na China. A balconista, e provavelmente dona do negócio, engana seus clientes diante de seus próprios olhos. Aproveitando da cobertura proporcionada pelo balcão, esta mulher troca a compra de seus clientes. Não sabemos se os produtos trocados são de pior qualidade ou têm menos quantidade, ainda que seguramente seja um pouco das 2 coisas.

VÍDEO



 http://www.mdig.com.br

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Acedendo a https://history.google.com/history/, o utilizador só tem de fazer o login na sua conta Google e pode consultar toda a atividade também no YouTube, pesquisas de voz que tenha feito e os controlos que foram dados. A informação só é visível pelo utilizador da conta e podem ser eliminados itens, mas nada impede que a Google também esteja a recolher estes dados.

A IVG E OS DIREITOS DA MULHER - O MUITO QUE AINDA HÁ POR FAZER



Imagina que engravidas.
Imagina que decides fazer uma IVG.
Imagina que vais ao hospital fazer a consulta.
Primeiro, fazem-te uma ecografia, para aferir o tempo de gravidez.
Depois, marcam-te para uma semana depois, para a consulta com o/a médico/a.
Agora imagina:

Entras. Perguntam-te as habilitações académicas. Dão-te um papel. Não te explicam nada. Perguntas como é o procedimento.
«Está no papel que lhe dei».



Não percebes bem o que se está a passar.

«Quer falar com um psicólogo? Tem que esperar obrigatoriamente três dias» - Não tem, a lei da direita foi revogada. Esta sim dizia:  c) A obrigatoriedade de acompanhamento psicológico, durante o período de reflexão; »

Contudo, em 2016 foi repristinada a sua redacção anterior que diz que a informação devem proporcionar o conhecimento sobre:

a) As condições de efectuação, no caso concreto, da eventual interrupção voluntária da gravidez e suas consequências para a saúde da mulher; 
b) As condições de apoio que o Estado pode dar à prossecução da gravidez e à maternidade; 
c) A disponibilidade de acompanhamento psicológico durante o período de reflexão; 
d) A disponibilidade de acompanhamento por técnico de serviço social, durante o período de reflexão. 


Pagaste taxa moderadora - mas afinal não tens que pagar porque como a lei da direita foi revogada, é aplicável o Decreto-Lei 113/201, de 29 de Novembro (repristinada pelo art.º 3.º da Lei n.º 3/2016, de 29 de fevereiro), logo estás isenta.

«E agora o que se segue, eu não sei quais os procedimentos!» - Estão no papel.

Quando posso então voltar cá? «Quando houver consulta. Nós ligamos».

Levantas-te e trazes um papel contigo em que a médica assinalou, por ti, em como foste esclarecida e informada e terás que assinar esse papel.

O meu conselho foi: regista tudo. No fim, faz uma participação da médica e do hospital por violarem a lei e desrespeitarem, desta forma tão aviltante, quem se dirige a uma consulta destas.

Não foi para isto que lutei tantos anos. Estive lá, de corpo, de alma, anos seguidos até conseguirmos a alteração da lei. Mas a igualdade e a dignidade não se impõem por decreto e ainda há muito a fazer. E a julgar por este exemplo, muitas mulheres estarão a ser maltratadas por profissionais de saúde que não têm o direito de julgar ou tratar mal quem quer que seja.

Que sirva de alerta e que todas denunciem estes comportamentos.

manifesto74.blogspot.pt

Não quer ver os AC/DC? Peça o dinheiro de volta



Não quer ver os AC/DC? Peça o dinheiro de volta 

Promotora devolve o dinheiro a quem não quiser ouvir Axl Rose. 


Depois de alguma polémica e especulação, eis que surge a resposta oficial da promotora do espetáculo dos AC/DC em Lisboa.  

A Everything is New, responsável por trazer a banda ao país, anunciou, esta quinta-feira, que iria autorizar a "devolução do preço dos bilhetes" já adquiridos para o concerto a que não quisesse assistir ao espetáculo com Axl Rose no microfone, a solução que os AC/DC encontraram para fazer face à ausência forçada do vocalista Brian Johnson.  "Como é do conhecimento geral, o vocalista dos AC/DC, Brian Johnson, foi proibido pela sua equipa médica de atuar na 2016 AC/DC Rock or Bust World Tour, por tal facto comprometer, de forma irreversível, qualquer recuperação do seu sistema auditivo", diz a empresa, numa publicação feita esta manhã no Facebook.  "Perante este imprevisto de última hora, os AC/DC optaram por manter os compromissos assumidos (...) substituindo o seu vocalista por Axl Rose, convictos de manter intacta a qualidade artística a que o seu público está habituado", explicam.  

Quem tiver um bilhete indesejado, poderá devolvê-lo entre as 10h00 de sexta-feira, 22 de abril, e as 19h00 de terça-feira, 26 de abril, no local onde o ingresso foi adquirido. Os bilhetes que forem devolvidos passarão a estar imediatamente à venda novamente para os fãs que os queiram comprar.  

Recorde-se que a banda inicia a sua tour em Portugal, com um concerto marcado para 7 de maio (e que estava, até agora, esgotado).



 http://www.cmjornal.xl.pt

PROENÇA FOI A MACAU VENDER DN E JN - Atuais acionistas estão desconfortáveis com novos investidores.


Daniel Proença de Carvalho esteve em Macau a negociar a venda da Global Media e conseguiu captar a atenção da KNJ (Investment) Limited. 

Segundo apurou o CM, estes investidores enviaram uma ‘carta de intenções’ ao presidente do conselho de administração da dona do ‘DN’, ‘JN’ e TSF, em que declaram o seu interesse em entrar no capital do grupo de media. 

O projeto, batizado como ‘Delphinus’ (nome de uma constelação situada no hemisfério celestial Norte), já será do conhecimento dos atuais acionistas da Global Media, que, segundo apurou ainda o CM, ficaram desconfortáveis com a possibilidade de a KNJ investir no grupo português. 

A acontecer, a entrada dos novos investidores, sabe o CM, deverá ser feita via um aumento de capital. Apesar de ainda não existir uma proposta vinculativa, a KNJ estará disponível para investir 15 milhões de euros em troca de 30% da empresa, o que a tornaria na maior acionista da Global Media. Se os atuais acionistas não acompanharem o aumento de capital, a sua participação atual irá ser reduzida. António Mosquito e Joaquim Oliveira controlam, cada um, 27,5% da Global Media, enquanto Luís Montez, BCP e Novo Banco detêm posições de 15%. Contactada, a administração da Global Media optou por não fazer comentários. 

Até esta quinta-feira não foi possível obter uma posição dos atuais acionistas do grupo de media.



 http://www.cmjornal.xl.pt/


Deserções e guerra colonial

Uma indispensável rectificação


Público dedica hoje, e muito bem, duas 


páginas, à edição do livro «Exílios-

Testemunhos  de Exilados e desertores 

Portugueses na Europa (1961-1964». E devo 

registar com satisfação que, ao contrário do que já aconteceu 

no passado,  em nenhum dos depoimentos prestados para 

esta peça encontro qualquer pretensão de superiodade ou de 

«mais coragem» em relação às centenas de milhar de jovens 

portugueses que foram forçados a fazer as guerras coloniais.


Encontro porém uma falsificação ou ignorância a que uma 

historiadora parece dar aval. É a seguinte:


Face a isto, é imperioso esclarecer que é completamente 

falsa a asserção de que o PCP só defendia a deserção 

já no teatros de guerra pois, como  se pode 

demonstrar, entre muitos outros exemplos, pelas duas 

passagens abaixo assinaladas a vermelho, uma das quais diz 

expressamente que «a deserção é um acto de protesto 

contra a política colonial do fascismo. Os jovens 

não se apresentem à inspecção, abandonem os 

quartéis, recusem-se a embarcar.»


E, por fim, por causa de velhas e persistentes deturpações 

em torno desta matéria aqui deixo a Resolução do Comité 

Central de Julho de 1967 que, tendo como destinatários 

os militantes do Partido, afinou uma orientação já 

muitíssimo anterior :


Avante! nº 382 de Setembro de 1967)


Via: o tempo das cerejas 2 http://ift.tt/1qFoWhG