AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 20 de abril de 2016

MUNDO CÃO – O SEGREDO É A ALMA DA TRAPAÇA – por José Goulão


by joaompmachado

Revela a comunicação social que o Banco Central Europeu proíbe o Ministério português das Finanças de fornecer à Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o BANIF as mensagens relacionadas com os escândalos deste banco.

Lendo as coisas como elas devem ser lidas, verifica-se que os deputados eleitos pelos portugueses, e que tentam fazer alguma luz sobre uma monumental burla que vai custar muito pão para a boca a esses mesmos portugueses, estão impedidos de proceder à investigação plena por ordem de um sujeito não eleito emitindo arbitrariedades do seu cadeirão de Frankfurt. Diz o senhor Draghi, aliás solenemente convidado pelo chefe de Estado português para baptizar o Conselho de Estado, que os deputados não podem conhecer o conteúdo das “trocas de ideias” realizadas sobre o assunto. Por que não podem, e não se fala mais nisso.

Lei da rolha, documentos rasurados do Banco de Portugal, manutenção a toda a força de Carlos Costa, o desqualificado e manobrista governador desta instituição, são apenas alguns dos comportamentos golpistas que estão à vista de todos mas impedem que venha a saber-se tudo sobre os assaltos aos nossos bolsos cometidos pela banca.

Draghi, figura grada da linhagem corrupta da Goldman Sachs, a mesma que faz o papel de Deus na Terra, e que operou como maestro da quadrilha de luxo que viciou as contas públicas gregas na antecâmara do flagelo a que os foram condenados os gregos, não hesitará em fazer o mesmo aos portugueses, se isso for útil aos vampiros da finança internacional.

Draghi é a prova provada de que o segredo é a alma da trapaça. E o BCE que ele dirige – instrumento do império pan-europeu alemão solidificado através da moeda única – é o exemplo descarado de que as semelhanças entre o regime em que vivemos às ordens de Bruxelas (e Frankfurt) e a democracia já nem sequer chegam a ser coincidências. Vivemos sob a ditadura do euro através da qual – é um simples exemplo – os deputados eleitos democraticamente só podem conhecer o que o ditador de turno, neste caso Mário Draghi, permite que saibam sobre o latrocínio instalado na banca.

Por muito que me apeteça saudar os esforços do governo português em funções e da Assembleia da República para porem um pouco de transparência na burla institucional que nos leva o que temos e, sobretudo, o que não temos, as suas boas intenções não passam de fisgadas contra uma parede de betão.

Não foi para isto que se fez o 25 de Abril. Lembram-se dele?


https://aviagemdosargonautas.net/

O Programa de Estabilidade não pode condicionar o futuro do país!


Os números agora revelados sobre o Programa de Estabilidade colocam o défice em 1,4% do PIB (em vez dos 2,2%), uma revisão que significa reduzi-lo em mais 1.400 milhões do que a proposta anterior.
A pressão exercida pela Comissão Europeia, privilegia cortes sucessivos e indiscriminados no défice público, e prejudica políticas de crescimento económico e de melhoria das condições de vida da população. Ao anúncio de uma redução mais intensa do défice público soma-se, pois, a revisão em baixa das projecções para o crescimento do PIB, para um nível claramente insuficiente para a criação de emprego sustentado e com direitos. É aliás sintomática a manutenção da taxa de desemprego em 11,3% (igual a 2016), situação inaceitável face às expectativas geradas em torno do compromisso do Governo do PS em inverter o rumo de empobrecimento e de exploração preconizado pela política de direita.
É notória a diferença de tratamento que a Comissão Europeia dá a Portugal e outros países da União Europeia com economias mais robustas, nomeadamente forçando prazos mais curtos para uma maior redução do défice público, ao mesmo tempo que ataca medidas fundamentais ao crescimento e desenvolvimento do país, como a reposição dos salários, o aumento do salário mínimo nacional, a melhoria das pensões de reforma e a reposição dos quatro feriados.
Há muito que a CGTP-IN aponta as despesas públicas que são supérfluas e que não respondem aos interesses da população, mas que sufocam as contas públicas. Incluem-se os sucessivos e astronómicos apoios do Estado ao sector financeiro (últimos dos quais ao Novo Banco em 4,9 mil milhões de euros e ao Banif em 2,5 mil milhões), os encargos com as parcerias público-privadas, que somam 4,5 mil milhões entre 2016 e 2018, os encargos com os contratos especulativos a pagar à banca (contratos swap), os custos com contratação de serviços externos que podiam ser respondidos pelos recursos humanos da Administração Pública. E, claro, os encargos com juros da dívida pública, que retiram ao Estado anualmente mais de 7 mil milhões de euros. A CGTP-IN não aceita, pois, que eventuais novos cortes no défice sejam conseguidos através de mais sacrifícios para os trabalhadores e os pensionistas, nem com a penalização das funções sociais do Estado e serviços públicos para as populações.
A CGTP-IN considera que este é o momento de romper com a política de espoliação a que o país tem sido sujeito. Este é o tempo de colocar a economia ao serviço dos trabalhadores, do povo e do país. Um tempo que exige políticas que promovam o emprego com direitos, a dinamização da contratação colectiva, e a revogação das normas gravosas da legislação laboral dos sectores público e privado. Um momento que convoca todos os trabalhadores e trabalhadoras e demais camadas da população para as comemorações do 1º de Maio promovidas pela CGTP-IN, com o lema “Avançar pela Mudança – Defender, repor, conquistar”, pelo cumprimento das suas justas reivindicações.
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 20.04.2016
Via: CGTP-IN

Sem papas na língua

Sem papas na língua
Os pobretanas (ouvi eu um desabafo ) afinal não votam na direita só por ignorância. Votam porque está na moda ser rico e se não se puder ter as algibeiras recheadas pelo menos acompanhar com eles para passar também por afortunado na vida
Sim já tenho observado isso desde que o passos coelho levou gente da classe média a ir ao banco alimentar (a pobreza envergonhada) que verifico que há uma certa cagança por parte de quem não tem tostão e está desempregado em esconder as dificuldades porque passa desde que o ppd e o cds "ofereceram à maioria dos portugueses o desemprego, a miséria, a austeridade. Querem ser ricos e de direita os desgraçados ! mesmo que vivam rastejando a lamber cus à espera de um emprego a troco do voto ! Emprego esse que nunca vem pois está guardado para os boys e não para os pedintes estúpidos que acreditam em milagres. É vê-los cheios de fome e de dívidas mas arreganhando a taxa para os que os pisam e roubam.

QUE MERDA DE GENTE SERÁ ESTA !
AGarrochinho

VANESSA MAE - Vivaldi techno




VÍDEO

A PINTURA DE ERIC WALLIS - FOTOGALERIA/VÍDEOS

Eric Wallis, pintor americano, começou a pintura a óleo com a idade de sete anos juntamente com seu pai, Kent R. Wallis . Viajavam através das florestas e montanha e zonas ruraispintado juntos. Eric tornou-se uma criança prodígio ao lado do seu pai experiente. 














































vídeo


20abr2016 - O mundo maravilhoso dos graffitis