AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


terça-feira, 19 de abril de 2016

Os 10 mais estranhos grupos de soldados que já foram para o campo de guerra


lovat2Como bem sabemos, na guerra e no amor vale tudo, e “tudo” é uma palavra realmente ampla. Por isso, veremos aqui os 10 grupos mais estranhos de soldados incomuns a irem para ofront, em especial quando não foram e mesmo assim salvaram milhares de vida. Por isso, sempre que pensar que soldado é um cara com um desejo suicida e um rifle na mão, pense de novo: existem todo tipo de estrategista quando a criatividade é usada para a guerra.

O Exército Fantasma

0118
Como dissemos na introdução, não é preciso lutar para ser um soldado, e foi isso que o Ghost Army (Exército Fantasma) fez na Segunda Guerra Mundial, sem jamais disparar um único tiro. Com 1,100 “soldados”, que na verdade eram designers, ilustradores, atores, operadores de rádios e engenheiros de som, fotógrafos, pintores e outros tipos de artistas e especialistas inusitados, foram criadas táticas dignas de desenho animado, usadas para salvar o que se estima entre 15 e 30 mil vidas.
Entre as artimanhas estavam sons de explosões ou colisões misteriosas feitos com amplificadores de som, atores fingindo ser generais bêbados e passando informação falsa para espiões em pubs e até mesmo transmissões de rádios falsas – mas perfeitamente encenadas.
No total, 20 missões foram feitas pela equipe, mas talvez a mais impressionante tenha sido quando o “soldado” Arthur Shilstone levantou um tanque (inflável, por acaso) na frente de dois soldados franceses, que ficaram maravilhados. Para explicar, Shilstone foi realista: “americanos são muito fortes”. HUE HUE HUE, quer dizer, que ironia.

A Force

v2spyspy-pa
A “Força A” foi a inspiração para o Exército Fantasma, e foi um grupo criado pela inteligência britânica e comandada pelo super espião Dudley Clarke, que criou a unidade inicialmente de mentira – ele era o único membro – mas mais tarde acabou recrutando mais pessoas e tornando-se algo real.
Suas principais missões eram no Oriente e no norte africano, mas acabou ficando mais conhecido internacionalmente por uma vez em que foi preso vestido de mulher, em Madrid, e afirmou que “era um repórter do The Times fazendo um estudo sobre a reação de homens a mulheres”. Sei.

Os 13 Imundos

0323
Serviram de inspiração para o filme Dirty Dozen (Doze Condenados, no título brasileiro), que é inspirado na história real de um grupo de desajustados (e não foras-da-lei ou criminosos, como no filme), e não respeitavam nenhum tipo de hierarquia ou disciplina de guerra. Na verdade, tinham barracas imundas (daí o nome, Filthy Thirteen), abandonavam seus postos para dar festas e roubavam jipes e trens, além do whiskey do coronel. Oficialmente, seu nome era 506º Regimento de Infantaria de Paraquedismo, ou 101ª Divisão Aeronáutica.
Durante a Segunda Guerra, explodiram uma ponte e invadiram o território inimigo antes de ataques, com missões que, ao melhor estilo Dirty Harry, eram as piores e dadas aos “piores” soldados. Por isso mesmo, eles eram dispensáveis e indispensáveis ao mesmo tempo – ao melhor estilo Expendables. É, como deu pra ver, você já conhecia a história deles, só não sabia que era real.

A 61ª

Quando pensamos em exércitos do século XVIII, uma das primeiras coisas que vem à mente são cavalarias, essenciais desde a Idade Média, mas nem tanto hoje em dia. No processo de transição entre animais e máquinas, entretanto, um elo perdido sobrevive até os dias de hoje: a 61ª Unidade da Cavalaria da Índia, que foi criada para a guerra contra o Paquistão, e hoje é usada em casos extremos pela Polícia. Voluntários se oferecem para a equipe com frequência, mas em torno de 1/3 deles é rejeitado por não conseguir cavalgar bem o suficiente. No tempo livre, a 61ª é usada para jogar Polo – bom, melhor do que bater em manifestantes.

Scout Lovats

0419
Os “escoteiros de Lovat” eram um regimento composto por cavaleiros escoceses comandados por um lorde britânico, comandados por um major dos EUA e que foram enviados para uma guerra na África do Sul (a dos Bôeres). Foram unidos em 1900 por Joseph Fraser, o 14º Lorde Lovat, e usados também na Primeira Guerra Mundial. Já o comandante americano citado, Frederick Russell Burnham, foi quem mais tarde fundou os Escoteiros. Só que aí entra um detalhe cultural: o nome original, scouts, na verdade significa algo como “batedores” ou “caçadores de rapina”, como águias, só que em português a tradução virou “escoteiro”, que basicamente não significa nada. Brasil e suas traduções Herbert Richards.
Além da miscigenação cultural, o ponto forte do batalhão era outro: snipers. O grupo é responsável pela invenção das roupas Guillie (foto título) e usavam armas normais, e não rifles especializados, mas mesmo assim atiravam a distância de centenas de metros. Seu único instrumento de visão era uma lente de amplificação 20x, mas mesmo assim, eram tão precisos na observação de exércitos inimigos – a quilômetros – que criaram um ditado: “se um Lovat vê algo de um jeito, é daquele jeito que a coisa é”.
Na volta para casa, o Lorde britânico difundiu a ideia no exército inglês, responsável por introduzir o conceito de sniper em tropas modernas que existe até hoje, assim como o uso da roupa Guillie – e você poder usar uma AWP no Counter-Strike, coisa de n00b camper.

Jessie Scouts

0615
Esse grupo irregular, com mais ou menos 60 soldados, lutou durante a Guerra Civil dos EUA, no território Confederado e em missões de rebelião, coletando informações independente do que estivesse acontecendo ao redor. Normalmente usavam uniformes de Confederados para se mesclarem, o que lhes dava o risco duplo de tanto serem pegos como espiões quanto alvejados pelos companheiros.

Os Ritchie Boys

0524
Essa unidade militar especial dos EUA era composta majoritariamente por adolescentes judeus da Alemanha e Áustria, com milhares de membros voluntários – muitos deles, na verdade, eram apenas crianças quando desembarcaram nos EUA.
Seu treinamento, no Camp Ritchie, que deu nome à unidade, desconsiderou sua idade e fez dos garotos corajosos instrumentos de guerra: eles eram especializados em inteligência, e não combate, e invadiam as linhas inimigas, faziam interrogatórios e guerrilha psicológica. Seu maior atributo, provavelmente, era a compreensão da cultura alemã, algo essencial para derrotar a Alemanha na Segunda Guerra e que possibilitou que fossem espiões perfeitos, chegando a capturar e interrogar membros do alto escalão do exército nazista.

Os Saqueadores de Merrill

0819
Os Merrill’s Marauders – ou 3407ª Unidade Composta Provisional – eram também chamados de Galahad, um cavaleiro da Távola Redonda. Seu líder, o Brigadeiro Frank Merrill, havia preparado o grupo para missões que ninguém mais queria e geralmente envolviam invasões atravessando selvas e linhas inimigas, com 6 equipes de 400 homens (voluntários) cada.
Seu treinamento foi na Índia e suas primeiras missões no Japão. Com o ataque à Myitkyina, quase todos ficaram doentes, foram infestados por bactérias, infecções, febre e disenteria. Mesmo assim, receberam reforços das tropas chinesas e conquistaram a cidade.

O Batalhão Mormón

0921
O único baseado em religião na história dos EUA, esse grupo de mexicanos e americanos foram reunidos em 1846 para colonizar a Califórnia, e tinha membros com faixas etárias de 14 a 67 anos, além de mulheres e recém-nascidos. Ao todo, eram 600 pessoas que fizeram um viagem de 3,250 km de Council Bluffs, em Iowa, até San Diego, na Califórnia. Apesar de parecer moleza, o caminho não foi fácil, e contou com visitas a cidades saqueadas e destruídas, minas de ouro antes da época da corrida do ouro, cadáveres canibalizados e muito mais.

Scallywags

1019
Quando o exército nazista dominava a Segunda Guerra e o território europeu, todos acreditavam que era apenas uma questão de tempo até a Inglaterra também cair, e com isso, planos sofisticados (ou nem tanto) foram elaborados – pra ser mais exato, uma guerrilha utilizando o sistema de esgoto e outros esconderijos urbanos.
O termo scallywagging que dá nome ao grupo se refere à missões de espionagem durante a noite. Eram ultra-secretos e os integrantes não sabiam praticamente nada acerca um do outro, para evitarem ser interrogados, e entre os soldados havia dentistas, padres e outros guerrilheiros inesperados, no mínimo.

www.megaantenados.com

FOTOS ANTIGAS COM "UM NÃO SEI QUÊ DE ESQUISITO" A DO PORCO É GIRA !



obutecodanet.ig.com.br

AS ARTES CIRCENCES NO PASSADO

No passado artes circenses as apresentações de animais 

selvagens e de pessoas com habilidades incomuns eram 

atração, entre lindas bailarinas sombrias, palhaços 

horripilantes e anomalias de todo o tipo, não tenho certeza 

se esse circo fazia rir ou chorar! 


























pinappe.blogspot.pt

MAIS FIGURAS QUE PASSARAM PELA 


ARTE CIRCENCE