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segunda-feira, 18 de abril de 2016

O DRAMA CONTINUA ! - 400 migrantes morreram hoje no Mediterrâneo


Mais de 400 migrantes morreram hoje em naufrágios no Mediterrâneo, depois de quatro barcos terem afundado quando tentavam fazer a ligação entre o Egipto e a Itália. A notícia foi avançada pela BBC Arabic.

Segundo a mesma fonte, a maioria das pessoas que se encontravam nas embarcações era da Somália, mas também havia cidadãos da Eritreia e da Etiópia. 
A imprensa da Somália indica que as equipas de resgate chamadas ao local só conseguiram salvar 29 pessoas. Centenas terão morrido no mar.

dnoticias.pt


Os analistas militares dos EUA que se recusaram a encobrir o Daesh foram demitidos


Sabia-se que 50 analistas do CentCom se tinham queixado que os seus relatórios haviam sido alterados pelos seus superiores, de forma a fazer crer que os jiadistas não eram perigosos e que eles iam derrubar a República Árabe Síria. Duas investigações estão actualmente em curso a este respeito, uma no interior das forças armadas, a outra no exterior, no Congresso.
Segundo o The Guardian, o responsável dos analistas, o general Steven Grove, e o seu adjunto, Gregory Ryckman, teriam feito reinar o terror entre o seu pessoal [1].
Segundo o The Daily Beast, o chefe de analistas para o Iraque, Gregory Hooker, teria sido transferido para o Reino Unido, o coronel William Rizzio teria sido castigado e o chefe de analistas para a Síria teria sido demitido [2]. O Sr. Hooker, por outro lado, redigiu um relatório em 2005, por conta da AIPAC-WINEP, pondo em causa a ausência de reflexão prévia à ocupação do Iraque, o que o havia colocado no centro de outra polémica [3].
Segundo o Director Nacional de Informações, James Clapper, o General Grove teria recebido instruções para agir do modo como agiu. As suas declarações perante a Comissão Senatorial para as Forças Armadas, a 29 de Setembro de 2015, levam a pensar que estas instruções vinham da Casa Branca, sem que se saiba de quem precisamente, nem se ele agia ou não em nome do Presidente.
O comandante do CentCom, o General Lloyd J. Austin III, fora nomeado devido à sua lealdade ao Presidente Obama.
O General Steven Grove, que ainda está em funções, deverá ser substituído pelo General Mark R. Quantock.
Este assunto foi tornado público após a demissão do Director da Defense Intelligence Agency-D.I.A. (Agência de Inteligência de Defesa- NdT), General Michael T. Flynn, a 7 de Agosto de 2014. Ele tinha tentado, em vão, persuadir a Casa Branca a não apoiar o Daesh (E.I.).
Tradução
Alva
www.voltairenet.org

Porquê os «Papéis do Panamá» ? Thierry Meyssan


Contrariamente às aparências, a campanha dos «Papéis do Panamá» não terá por consequência restringir os desvios financeiros peculato e aumentar as liberdades, mas, exactamente o contrário. O sistema irá contrair-se um pouco mais em torno do Reino Unido, da Holanda, dos Estados Unidos e de Israel, de tal modo que eles, e só eles, terão o seu contrôlo. Violando, nisto, o princípio da igualdade perante a Justiça e a sua ética profissional, os membros do International Consortium of Investigative Journalists («Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação»- ndT) colocaram-se ao serviço dos inimigos da Liberdade e como defensores do Grande capital, e, o facto de, na passada, eles terem apanhado alguns malfeitores nada aí mudará. Explicações.


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A doutrina Romer : forçar os paraísos 

fiscais 

não Anglo-saxónicos a desistir, e 

desestabilizar a União Europeia até que os 


capitais refluam de volta para os paraísos 

fiscais do Reino Unido, da Holanda, dos 

EUA 


e de Israel.

A estratégia económica dos Estados Unidos

No início de seu mandato, o Presidente Obama designou a historiadora Christina Romer para presidir ao seu Comité de Conselheiros económicos. Esta professora, na Universidade de Berkeley, é uma especialista na crise de 1929 (conhecida como «A Grande Depressão»- ndT). Segundo ela, nem o New Deal de Roosevelt, nem a Segunda Guerra Mundial permitiram sair dessa recessão, mas, sim o afluxo de capitais europeus a partir de 1936, fugindo da «subida dos riscos».
Foi em cima desta base que Barack Obama conduziu a sua política económica. Em primeiro lugar, agiu para fechar todos os paraísos fiscais que Washington e Londres não controlam. Depois, ele organizou a desestabilização da Grécia e de Chipre, de maneira a que os capitais europeus se refugiem nos paraísos fiscais anglo-saxões.
Tudo começou na Grécia, em Dezembro de 2008, com manifestações após o assassinato de um adolescente por um policia. A CIA transportou, por autocarro, gorilas do Kosovo para desfazer uma manifestação e montar um princípio de caos [1]. O Departamento do Tesouro pode, então, verificar que os capitais gregos fugiam do país. A experiência era conclusiva, a Casa Branca decidiu mergulhar este frágil Estado numa crise financeira e económica, que pôs em causa a própria existência da zona Euro. Como previsto, cada vez que alguém se interroga sobre uma eventual expulsão da Grécia do euro. ou sobre uma dissolução da zona do euro, os capitais europeus precipitam-se para os paraísos fiscais disponíveis, principalmente britânicos, norte-americanos e holandeses. Em 2012, uma outra operação foi concretizada contra o paraíso fiscal de Chipre. Todas as contas bancárias para além dos 100. 000 Euros foram confiscadas. Foi a primeira, e única vez, numa economia capitalista que observamos esse tipo de nacionalização [2].
No decurso dos últimos oito anos, assistimos a numerosas reuniões do G8 e do G20 que estabeleceram todo o tipo de regras internacionais, supostamente para prevenir a evasão fiscal [3]. No entanto, uma vez estas regras adoptadas por todos, os Estados Unidos –-e, em menor escala Israel, a Holanda e o Reino Unido--- isentaram-se delas, a si próprios.

Os paraísos fiscais

Cada paraíso fiscal tem um estatuto jurídico especial, geralmente absurdo.
Actualmente, os principais paraísos fiscais são o Estado independente da City de Londres (membro do Reino Unido, da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte), o Estado de Delaware (membro do Estados Unidos) e Israel, mas existem muitos outros paraísos fiscais, especialmente britânicos, a começar pelas ilhas de Jersey e de Guernsey (membros do Ducado da Normandia e, como tal, colocados sob a autoridade da Rainha da Inglaterra, mas, nem membros do Reino Unido nem da União Europeia), Gibraltar (um território espanhol, cuja contrôlo do terreno é inglês e que o Reino Unido ocupa ilegalmente) até Anguila, Bermudas, Ilhas Caimão, ilhas Turcas, Ilhas Virgens ou Montserrat. Há também alguns ligados à Holanda: Aruba, Curaçao e Saint Maarten.
Um paraíso fiscal é uma «zona franca» alargada a todo um país. No entanto, no imaginário colectivo, uma zona franca é indispensável para a economia, enquanto um «paraíso fiscal» é uma calamidade, ora trata-se exactamente da mesma coisa. Claro, certas empresas abusam de zonas francas para não pagar impostos, e outras tiram proveito abusivo de paraísos fiscais, mas isso não é razão para pôr em questão a existência destes dispositivos indispensáveis ao comércio internacional.
Na sua guerra contra os paraísos fiscais não Anglo-saxões, os EUA tem-se centrado em desferir golpes contra a Suíça [4]. Este país tinha desenvolvido um estrito sigilo bancário, permitindo a pequenos empreendedores realizar transações ao abrigo dos graúdos. Ao forçar a Suíça a abandonar o seu sigilo bancário, os EUA estenderam a sua vigilância em massa às transacções económicas. Desta forma, eles podem facilmente aldrabar a concorrência e sabotar a acção dos pequenos empreendedores.
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Durante uma dezena de 

anos, 

a Forbes classificou Fidel 

Castro como o chefe de 

Estado mais rico do mundo. 

Embora seja actualmente 

aceite que era pura 

propaganda, a Forbes nunca 

se desculpou.

Os «Papéis do Panamá»

É neste contexto que Washington forneceu ao Süddeutsche Zeitung 11.500. 000 de ficheiros informáticos, pirateados no quarto escritório de advocacia no mundo encarregue de criar empresas off-shore. Sendo esta espionagem um crime, os pretensos «atiradores de lamirés» que o realizaram permaneceram anónimos. É claro que Washington primeiro triou cuidadosamente os dossiês e excluiu, antes de tudo, todos os relativos a cidadãos ou empresas norte-americanas, depois, provavelmente, os que dizem respeito aos seus bons aliados. O facto de alguns pretensos aliados, às boas com a administração Obama, —como o Presidente Petro Porochenko— figurarem nesses documentos, confirma-nos que eles acabam de ser revelados pelo seu poderoso protector.
Muito embora o Panamá seja um país de língua espanhola (Castelhano- ndT) e o Süddeutsche Zeitung seja publicado na Alemanha, os arquivos roubados foram nomeados pelos espiões em Inglês : «Panamá Papers».
De passagem, os autores desta fantochada tentam persuadir-nos que todos os que se levantam contra Washington seriam ladrões. Lembremos, por exemplo, das campanhas que foram lançadas contra Fidel Castro, acusado de ser um traficante de drogas e colocado pela Forbes entre as maiores fortunas do mundo [5]. Por ter visto as difíceis condições de vida da família Castro, em Cuba, eu pergunto-me como foi possível montar uma tal atoarda. Os novos secretos magnatas seriam, pois, Vladimir Putin Bashar, Bachar el-Assad e Mahmoud Ahmadinejad —cujo frugalidade é aliás legendária—.
Esta propaganda contra os adversários políticos, não é senão a ponta visível do icebergue, sendo que o mais importante é o futuro do sistema financeiro internacional.
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Violação da ética pelos jornalistas

Süddeutsche Zeitung faz parte do International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), uma associação especializada não em jornalismo de investigação, como o título pode sugerir, mas na denúncia de crimes financeiros.
Nas sociedades republicanas, a Justiça deve ser igual para todos. Mas o ICIJ, que já tornou públicos mais de 15 milhões de ficheiros informáticos desde a sua criação, jamais atacou os interesses dos Estados Unidos. Ela não pode, portanto, de certeza pretender agir por preocupação de justiça.
Por outro lado, os princípios republicanos da nossa sociedade determinam obrigações para os jornalistas. Estas foram formalizados na Carta de Munique, adoptada em 1971 por todos os sindicatos profissionais do Mercado Comum, depois estendidas ao resto do mundo pela Federação Internacional dos Jornalistas.
Eu compreendo, perfeitamente, que este texto impõe limitações, por vezes difíceis de suportar. E eu, há alguns anos, fiz parte daqueles que acreditavam ser útil violá-la de vez em quando. Mas, a experiência prova que ao violá-la se abre a via para outras violações, que se voltam contra os cidadãos.
Os jornalistas do International Consortium of Investigative Journalists não se colocaram nenhuma interrogação ética. Eles aceitaram trabalhar com documentos roubados, e escolhidos de avanço, sem ter a menor possibilidade de conferir a sua autenticidade.
A Carta de Munique estipula que os jornalistas só publicarão informações cuja origem é conhecida, que eles não suprimirão informações essenciais e não alterarão os textos e os documentos; finalmente, que eles não usarão métodos desleais para obter informações, fotografias e documentos. Três requisitos que eles violaram, com perfeito conhecimento de causa, o que deveria excluí-los de organismos profissionais e provocar a saída dos directores da BBC, da France-Télévisions, da NRK, e por que não da Radio Free Europe / Radio Liberty (a rádio da CIA, a qual é também membro do Consórcio de Jornalistas).
Este não é o primeiro caso do International Consortium of Investigative Journalists. Foi ele que tornou públicos, em 2013, 2,5 milhões de ficheiros informáticos roubados em 120.000 empresas off-shore. Depois, ainda foi ele quem revelou, em 2014, os contratos assinados entre multinacionais e o Luxemburgo, para beneficiar de uma fiscalidade privilegiada. E, foi sempre ele que revelou, em 2015, as contas do banco britânico HSBC na Suíça.
O International Consortium of Investigative Journalists, suspeita-se, é financiado por diversas organizações ligadas à CIA, como a Fundação Ford, e as fundações de George Soros. Este último exemplo é o mais interessante : para os membros do ICIJ o dinheiro do Sr. Soros não vem da CIA mas das suas especulações financeiras, em desfavor dos povos, o que tornaria a coisa mais aceitável.
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Princípio fundamental das 

sociedades republicanas: 

para 

ser legítima, a Justiça deve 

aplicar-se por igual a todos 

(artigo 6 da Declaração dos 

Direitos do Homem e do 

Cidadão de 1789). Ora, desde 

a sua criação, o ICIJ abstêm-

se de revelar os crimes dos 

EUA. Ao fazê-lo, ele 

acrescenta à injustiça.

Sem paraísos-fiscais não Anglo-saxões, mais Resistência

Que o Hezbolla detêm empresas e contas secretas no Panamá, e por outros lados, nada têm de surpreendente. Eu referia num artigo recente os esforços da Resistência libanesa para se auto-financiar, sem ter que depender de subvenções iranianas. A complexa montagem financeira à qual se dedicou deverá ter de ser inteiramente reconstruida, à mingua do qual o Líbano se tornará a presa dos seus vizinhos israelitas.
Que o Presidente Ahmadinejad tenha criado sociedades off-shore, para contornar o embargo do qual o seu país era vítima e vender petróleo, não só não é um crime, mas, sim todo um elogio.
Que a família Makhlouf, os primos do Presidente el-Assad, tenha utilizado uma montagem financeira para contornar o embargo ilegal das potências ocidentais, e permitir aos Sírios alimentar-se durante cinco anos da guerra de agressão, é também totalmente legítima.
Que vai restar desta vasta revelação ? Primeiro, a reputação do Panamá fica destruída e levará muitos anos a reparar. Em seguida, os pequenos malfeitores que se aproveitaram do sistema serão processados na Justiça, enquanto uma enorme quantidade de comerciantes honestos terão de se justificar perante os tribunais. Mas, ao contrário das aparências, os que animam esta campanha velarão para que nada mude. O sistema irá permanecer, portanto, em acção, mas, sempre, cada vez mais em exclusivo benefício do Reino Unido, da Holanda, dos Estados Unidos e de Israel. Acreditando defender as suas liberdades, aqueles que participarem nesta campanha irão tê-las, na realidade, mais diminuídas.

VÍDEO
Tradução 
Alva
www.voltairenet.org

O português que os pariu





Não vale a pena  estar aqui a falar sobre o circo de Brasília. O que se passou ontem foi demasiado triste para ser verdade. O importante é lembrar como começou toda esta treta do impeachment: porque Dilma foi acusada de ter mandado o Tesouro atrasar as transferências  de dinheiro para os bancos.


Foi a reboque desse pretexto ( que se fosse seguido  em países democráticos  levaria ao impeachment na maioria dos países europeus) que se seguiu todo este processo caricato, que irá promover um corrupto ao Palácio do Planalto, com o apoio daquilo que a sociedade brasileira tem de pior. 

Mas, como é hábito no Brasil - e em Portugal também, já agora- se corrupto for de direita, ou mesmo fascista, não tem problema. Se for de esquerda, mesmo que não haja provas de que é corrupto, condena-se o tipo na praça pública, escarnece-se da democracia e coloca-se no poder quem satisfaça os interesses dos DDT


O sangue brasileiro que me corre nas veias está em ebulição. Hoje é um dia triste para a democracia e para toda a América do Sul, demasiado sofrida com os governos corruptos de direita que martirizam os povos. Uma coisa, porém, me alegra. 

Pelo menos no Brasil, o povo soube reconhecer quem o tirou da fossa. 

A classe mérdia é que não tolera que faxineira deixe de ser pobre. Nem em telenovela, quanto mais na vida real!

Esperemos que aquilo  não dê para o torto senão, em breve, sentiremos duas graves  consequências em Portugal:

- Apesar das dívidas da Cofina ao Estado,  o Correio da Manhã safa-se graças à imigração de brasileiros, porque terá de fazer  um caderno extra para anúncios de cariz sexual;


- As seitas religiosas multiplicar-se-ão, porque os seus líderes já sabem que o negócio em Portugal é muito rentável.

O cante e a dança




O cante e a dança


VÍDEO

MA YAN YAN - BAILADO E MAGIA




VÍDEO



18 de Abril de 1951: É criada a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço.


No dia 18 de Abril de 1951, a Alemanha e mais cinco países europeus fundam a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), que iria preparar o caminho para a actual União Europeia.

"A Europa não surgirá de repente nem por meio de uma simples junção. Ela surgirá por meio de medidas concretas que promovam, antes de tudo, a solidariedade. A unificação da Europa exige que se ponha fim à oposição de séculos entre França e Alemanha. Por isso os nossos esforços devem, em primeira linha,  voltar-se para a França e a Alemanha", disse, em 1950, o então ministro francês das Relações Exteriores, Robert Schuman.

As palavras do "pai da União Europeia", apenas cinco anos após o final da Segunda Guerra Mundial, eram um olhar visionário para o futuro. Em 9 de Maio de 1950, Schuman havia proposto um plano para uma comunidade europeia do carvão e do aço. A ideia era integrar e gerir em comum a produção franco-alemã de carvão e aço. Outros países europeus também deveriam integrar a organização.

O  acordo de fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), assinado em 18 de Abril de 1951 em Paris pela Alemanha, França, Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda, preparou o caminho para a actual União Europeia.

O acordo possuía cem artigos e regulamentava a cooperação entre os seus membros. Estes comprometeram-se a garantir um mercado livre de taxas para exportação e importação de aço e carvão e a não prejudicar o livre comércio.

Jean Monnet, então comissário francês do Plano de Modernização, nomeado por Charles de Gaulle em 1945 para assegurar a recuperação económica do país, era um dos europeus mais influentes do mundo ocidental. Já na Primeira Guerra Mundial, havia organizado as estruturas comuns de abastecimento das forças aliadas.

A criação da CECA tinha significado histórico e era, ao mesmo tempo, revolucionária. Através de uma administração conjunta, seria coordenado o mercado de aço e carvão, dois importantes produtos que já haviam sido motivos várias guerras.

A sua importância histórica deve-se ao facto de o governo francês ter oferecido ao inimigo na Segunda Guerra uma política conjunta de decisão sobre um sector que oferece a matéria-prima para a indústria de armamentos. Um acordo importante também, pois pela primeira vez depois do fim da guerra a Alemanha era vista como parceira numa comunidade internacional.


Fontes: DW
wikipedia (imagens)

 File:Flag of the European Coal and Steel Community 12 Star Version.svg
A Bandeira da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço
Mapa da organização
Os membros fundadores da CECA (Bélgica, França, Itália, Luxemburgo, Holanda e R.F.A.) A Argélia era na altura parte integrante da República Francesa

Brasil: "Hoje, sou um parceiro da vossa tristeza"




Para entender basta ver (sem deixar de considerar o pior)


conversavinagrada.blogspot.pt

POLÉMICO !? SIM OU NÃO ? - Políticos Brasileiros vs. Políticos Portugueses


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Ontem estive a ver o impeachment ou impugnação de mandato da Presidente do Brasil Dilma Rousseff. Sei que muitos Portugueses também estiveram a ver. Na mente desses Portugueses, certamente que houve a seguinte questão: "O Brasil tem 513 Deputados!? Não me admira que estejam falidos..."
Pois bem, o Congresso Brasileiro tem 513 Deputados e, por ser uma República Federal com 25 Estados, também tem 81 Senadores. Por outro lado, A Assembleia da República Portuguesa tem 230 Deputados. O Brasil tem cerca de 205 Milhões de Habitantes e Portugal tem um pouco mais de 10 Milhões.
Fazendo as contas, cada Deputado Brasileiro representa cerca de 399.540 Brasileiros. Por outro lado, cada Deputado Português representa apenas 45.108 Portugueses. Fazendo também as contas e mantendo a representatividade brasileira, a Assembleia da República bastaria ter apenas 26 Deputados.
Mas, porquê 230 Deputados em vez de apenas 26 Deputados!? 
Há um conjunto de razões para haver este número de Deputados em excesso. A principal razão está relaccionada com o Partidarismo em si, ou seja, há uma demanda em cada Partido para ter Deputados. Sim, essa demanda existe porque, assim que se chega à Assembleia da República, cada Partido recebe um valor monetário por cada Voto depositado em Urna. Por outras palavras, a Assembleia da República representa uma fonte de rendimento para os Partidos.
Depois desta razão principal, existem as razões pessoais de cada Deputado. Como é sabido, o Cargo de Deputado é um passatempo para quem o ocupa. Deste modo, podem ter outros trabalhos em empresas que lucram com as Leis que são criadas na Assembleia da República. Um exemplo disso é a Maria Luís Albuquerque que é Administradora não Executiva da "Arrow Global". No caso do Deputado ser Advogado ou Jurista, coisa que Maria Luís Albuquerque não é, ainda têm tempo para trabalhar em diversas Sociedades de Advogados em que, muitas defendem indivíduos que lucram e se "safam" com as Leis criadas na Assembleia da República.
Paralelamente, há a questão Partidária. Ter muitos Deputados com um regime de passatempo, permite um grande volume de contratação interna em prol dos Partidos, o famoso "Jobs for the Boys". Este volume de contratação, a maior parte em Acessoria, tem como tarefa manter fora do desemprego inúmeros Militantes que, de outra forma, não poderiam trabalhar devido aos seus fracos Currículos. Currículos esses que são fracos devido à sua longa carreira isolada da Realidade mediante as Juventudes Partidárias.
Finalmente, isto não acontece só na Assembleia da República mas também no Governo e na Presidência da República. Quem é que paga este verdadeiro "enxame" de individualidades que vivem para os seus interesses e para os interesses partidários!? Nós, o Povo que vive numa constante sobrecarga fiscal para pagar este exagero de ordenados.
Mas no Brasil não acontece isto!? 
Claro que sim. Mas, no Brasil, ser-se Político ou Governante não é um passatempo. É uma actividade a Tempo Inteiro e isso faz uma colossal diferença. O Político ou Governante Brasileiro pode ser corrupto mas, trabalha com afinco para essa corrupção, enquanto que o Político Português, como preguiçoso que é, nem para cometer estes crimes, que só o beneficiam a si e ao seu Partido, tem vontade de trabalhar.
Qual o impacto exterior desta Preguiça Política Portuguesa (PPP)!? 
O impacto desta PPP é enorme. Quando o Político Português é eleito para Cargos Internacionais como os da União Europeia, da Organização das Nações Unidas e outros Organismo Internacionais, tem um choque devido à quantidade de trabalho que tem pela frente. 
Curiosamente, quando temos visitas internacionais como as mais recentes da Troika, somos conotados de preguiçosos e que somos um Povo que odeia o trabalho. É natural que assim seja mas, mais uma vez, essa imagem é apenas a dos nossos Políticos e Governantes. Só tenho pena que essas visitas não conheçam o verdadeiro Povo que trabalha, que sofre e que não tem dinheiro para pagar as suas contas.

Assim sendo, é fácil perceber as palavras da Presidente da Alemanha, a Sra. Angela Merkel, que diz que "vivemos acima das nossas possibilidades". No entanto, esta Presidente comete o pecado de só conhecer a Classe Política e de Governantes de Portugal. Como tal, sugeria que se deslocasse à Sede da Volkswagen em Wolfsburgo e perguntasse ao seu Presidente, o Sr. Matthias Müller, o quanto os Portugueses trabalham na sua fábrica em Palmela, a Auto-Europa.

oourico.blogs.sapo.pt

AS BICI-MÁQUINAS UTILIZADAS PELO POVO POBRE NA AMÉRICA LATINA




O pessoal do projeto Común Tierra trabalha em pesquisa sobre comunidades sustentáveis na América Latina desde 2010. No vídeo, Carlos e Sonia, pais da pequena Carla, ensinam-nos como fabricam bici-máquinas em Oaxaca (México) mediante truques de baixa tecnologia que reconvertem bicicletas em aparelhos de outra natureza que funcionam com a energia da pedalada humana.

O processo de conversão costuma consistir em mudar os mecanismos de motores elétricos por correntes e cabos que transmitem a energia mecânica do pedal desde um quadro de bicicleta. Na conversão de uma lavadora elétrica a sustentável, por exemplo, elimina-se o motor e utilizam-se pesadas polias para mover o eixo principal. O peso é para manter a inércia, de modo que o tambor atinja as rotações necessárias para uma boa lavagem. As peças das eco-máquinas são conseguidas de equipamentos velhos e de segunda mão, muitas vezes de ferro-velhos ou trastes abandonados, como carros.

Nos países ocidentais muitos aparelhos cotidianos são eliminados simplesmente porque os motores estão estragados e resulta mais caro trocá-los do que comprar um aparelho novo: liquidificadores, ventiladores, lavadoras... Trocando rolamentos, correntes ou correias de transmissão muitas coisas inúteis ganham nova utilidade.

A manutenção destes inventos não é muito complicada e demonstra que aquilo que é lixo para uns é matéria prima para outros. Em seu canal do YouTube há muitos outros vídeos com exemplos deste tipo de hacks e projetos.

Para difundir as ideias vão percorrendo países em um motorhome ecológico próprio da época mais hippie imaginável. Como dizem os responsáveis em seu site, "O trabalho de todas estas pessoas é uma grande contribuição na busca de um mundo mais sustentável".

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 http://www.mdig.com.br/

BOA SORTE E QUE TENHAM MESMO SORTE, MUITA SORTE.


coxinha Traidores da Patria 144HOUVE UMA ÉPOCA EM QUE HAVIA UMA CHANCE.
ENGANAR E 35AGORA, CONTUDO, NO PAÍS DA CORRUPÇÃO, DA SACANAGEM, DOS ASSASSINATOS LIBERADOS E DA ROUBALHEIRA CONSAGRADA, MELHOR BOTAR O RABINHO ENTREPrivataria Tucana no ataque 11AS PERNAS.
DESTE MODO, COM O RABO ENTRE AS PERNAS, VAMOS NOS PREPARAR PARA O ESTUPRO. COMO DISSE MILLÔR, LÁ NOS TEMPOS D’O PASQUIM , É RELAXAR E GOZAR!
ESSE PT E DEMAIS  103AOS QUE SE REGOZIJAM, QUE CURTAM ESTA VITÓRIA. QUE A DESFRUTEM. TODOS OS PROBLEMAS RESOLVIDOS DE AGORA EM DIANTE.
POBRE BRASIL, POBRE POVO BRASILEIRO, POBRES DE NÓS. A VOCÊ QUE É POBRE, QUE É RECÉM CHEGADO À ESTA CLASSE MEDIA, A VOCÊ QUE PENSA QUE É RICO E QUE PERTENCE À ELITE, SE VOCÊS SOUBESSEM O QUE ESTA GENTE PREPARA PARA NÓS…
BOA SORTE E QUE TENHAM MESMO SORTE, MUITA SORTE.
Símbolo da farsa: deputado do PSDB, que deu o voto de número 342 pelo golpe, está na lista de propinas da Odebrrecht por Rodrigo Vianna no Portal Fórum Depois de assistir à sessão do golpe, em Brasilia, entendi porque a TFP (Tradição, Família e Propriedade – velha instituição católica de ultra-direita, que defendeu a ditadura […]
Eduardo_Cunha_PMDB35

Hipócritas! Travestiram-se de Santos pro Golpe de Estado para Continuarem “Mamando” Impunemente!

coxinha Traidores da Patria 143Será que os Deputados Golpistas acreditaram que terá coxinhas em número suficiente para reelegê-los? Pois mesmo que esteja nos planos acabar com os Blogues que os critiquem, terão também que acabar com os WhatsApp… Porque nós não deixaremos de informar uns aos outros do que eles estão fazendo! Numa corrente para que um grande número deles não se reelejam, assim como que não façam mais nenhum eleito dos Partidos Golpistas, e começando já nessa Eleição!
https://cadeiranteemprimeirasviagens.wordpress.com/2016/04/18/hipocritas-travestiram-se-de-santos-pro-golpe-de-estado-para-continuarem-mamando-impunemente/

‘Congresso hostil e manchado por corrupção’ derrota Dilma, diz ‘Guardian’

america latinaA decisão da Câmara dos Deputados de autorizar a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff recebeu destaque na mídia internacional, que citou a ampla derrota do governo na votação de domingo, mas questionou as credenciais políticas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do vice-presidente, Michel Temer (PMDB).
Os veículos também expressaram curiosidade com o clima da votação, em especial o comportamento dos deputados.
Acima de tudo, a imprensa estrangeira destacou a precária situação econômica do Brasil.

O esbulho está consumado. O golpe precisa do governo para se consumar

Sem títuloO esbulho está consumado, o golpe, não ainda.
O esbulho, para os que não sabem a palavra, é o ato de privar alguém da posse de algo que é legitimamente seu,por meios violentos ou clandestinos ou ainda por abuso de confiança.
O cargo de Presidente já foi tomado de Dilma. Não formalmente, o que nem a votação deste domingo faz, mas politicamente já há temos, quando se a impediu – e ela acedeu – de governar com o programa e as forças que a elegeram.
O golpe ainda se vai completar, porque ele depende da entrada de Michel Temer no exercício do cargo esbulhado de Presidente, para que comece a se reverter todo o leque de políticas sociais que, por uma década e meia, progressivamente se desenvolveu.

Este ato é um ato ilegítimo

orgia suruba bacanalDeputado petista classifica impeachment como: “estupro à democracia”

Impeachment de Dilma ainda precisa passar pelo Senado; saiba como vai funcionar

Com o sinal verde dado neste domingo (17) pela Câmara dos Deputados para abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, o futuro do mandato presidencial está agora nas mãos dos 81 senadores. Para senador Paulo Paim (PT-RS), nesta Casa impeachment não passa

Preparar a Greve Geral para garantir direitos e avançar

ENGANAR E 43Perdemos a batalha entre os corruptos da Câmara, mas a batalha das ruas vencemos.A esquerda esta unida.Agora é construir o Programa Mínimo, a Greve Geral e um novo Centro Político que consiga captar toda a diversidade que se juntou para combater o Golpe. Para o Governo, a luta segue no Senado, por que é lá que se julga o Impedimento. O que a Câmara aprovou é só um relatório, que pode ser aceito ou não pelo Senado. Em sendo aceito, Dilma será então julgada. Mas para a Esquerda, se trata de construir a partir da Unidade Conquistada, o novo Centro Político em conjunto com bandeiras bem sinalizadas pelo Stédile no Acampamento Nacional pela Democracia. Tudo isto terá que acontecer de forma rápida o bastante para manter a unidade conquistada, mas sem atropelos.

O GOLPE VENCEU: O PAÍS FICARÁ INGOVERNÁVEL | JORNALISTAS LIVRES

coxinha Traidores da Patria 141Uma noite vergonhosa. O golpe sufocou a democracia. Mas não instalou um novo governo. Haverá uma nova batalha no Senado a partir de agora, numa condição politicamente mais difícil. A guerra não está encerrada. Temer e Cunha são traidores do país, e não serão os governantes. O que farão os pobres do país, os movimentos sociais, os democratas? Resistência e luta aguerrida. 2016 não é 1964. O golpe não se consolidará.  A partir desta segunda-feira o país acorda incendiado. Manifestações, atos, greves, trancamentos, luta nas ruas. É esta a decisão dos movimentos sociais como MST, MTST, UNE, Os golpistas pensam que o país é dos ricos e poderosos. Verão a força do povo.
ESSE PT E DEMAIS  103
 gustavohorta.wordpress.com