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sábado, 2 de abril de 2016

2abr2016 - IMAGENS CURIOSAS E ENGRAÇADAS + GIFS ANIMADOS PARA ALEGRAR O SEU DIA


















GIFS ANIMADOS

















Sara Moreira foi nona na Meia Maratona de Praga
















A atleta portuguesa Sara Moreira classificou-se este sábado em nono lugar na Meia Maratona de Praga, prova dominada pelas atletas africanas. 
 



A sportinguista, que só agora vai iniciar a sua preparação para a maratona dos Jogos Olímpicos Rio'2016, concluiu no tempo de 01.10,25 horas, numa prova que proporcionou à vencedora, a queniana Violah Jepchumba, o melhor tempo mundial do ano: 01.05.51 horas.

Seguiram-se-lhe a etíope Worknesh Degefa, com 1:06.14, e a queniana Gladys Jepkemoi Yator, com 1:08.39.

No setor masculino, o vencedor foi o queniano Daniel Wanjiru, com 59.20 minutos.

SOBRE ANGOLA E LUATY BEIRÃO

















Num artigo intitulado «Angola: carta aberta aos meus amigos do PCP», o encenador Castro Guedes manifesta a sua (sincera) incompreensão com aquilo que diz ser «os silêncios» do PCP, partido cuja dedicação à causa da liberdade reconhece, sobre o caso dos jovens angolanos acusados de prepararem um golpe de Estado.

Caro Castro Guedes, compreendo as tuas preocupações: a greve de fome é um gesto de protesto tão extremo que não nos pode deixar indiferentes. Soberania dos Estados não é o mesmo que soberania dos povos e não pode nunca impedir que, como o Che, estremeçamos perante qualquer injustiça cometida em qualquer parte do mundo. Por outro lado, como tu reconheces, a política económica e social do governo angolano reveste-se de opções semelhantes às que afligem os trabalhadores de outros países europeus, asiáticos ou americanos onde o capitalismo se desenvolve.

Mas isto não basta, Castro Guedes. O facto de alguns de nós não nos identificarmos com o governo líbio liderado por Gaddafi (e longe de mim comparar Angola à Líbia), não bastou para apoiarmos uma intervenção imperialista que representou a morte de centenas de milhares de pessoas, o regresso civilizacional à idade média, a pulverização do Estado em infinitas lutas tribais ou a instauração da Sharia. Não é por não gostarmos do Gaddafi que queremos o Estado Islâmico. E, na Líbia, antes das bombas, também houve manifestações por «liberdade de expressão», presos políticos e greves de fome.

Não, não estou a comparar Luaty Beirão ao Estado Islâmico. Mas pergunto-me, com a mesma sinceridade com que questionas o PCP, qual é a alternativa ao MPLA? Não podemos ser ingénuos: ambos sabemos porque é que o National Endowment for Democracy, o braço político da CIA, financia projectos de «solidariedade» e «promoção dos direitos humanos» em Angola como o Maka, muito próximo do autodenominado Movimento de Jovens Revolucionários de Angola.

A UNITA, que vem instrumentalizando os jovens activistas angolanos, é a alternativa que se perfila na agenda dos EUA para substituir o MPLA. Quem conheça a História de Angola sabe a UNITA que representa o equivalente angolano ao Estado Islâmico. Por outro lado, já ninguém acredita que os EUA invadiram o Iraque porque estavam preocupados com os direitos humanos.

É que se o nosso único critério para a solidariedade internacional for a reivindicação de «liberdade», vamos acabar muito mal acompanhados entre neonazis ucranianos, golpistas cubanos e fascistas venezuelanos.

Por isso pergunto-te, sinceramente, Castro Guedes: sabes, para além da liberdade de expressão, o que defende o Movimento de Jovens Revolucionários?

A soberania que me interessa reside nos povos. Não devem, portanto, ser os EUA ou a Europa a vestirem a farda de polícias dos direitos humanos. Muito menos devem ser os portugueses a dizer aos angolanos como se governar: para isso já bastaram 500 anos de colonialismo. É que qualquer análise da situação angolana que não tenha em consideração o legado português de atraso, opressão e escravatura, não merece ser levado a sério.

A solidariedade que me interessa é com os que lutam pela emancipação social dos trabalhadores. No dia em que os trabalhadores angolanos se dispuserem a lutar pelo fim do capitalismo, contarão com o meu apoio.

Até lá, estou como o PCP: solidário com a situação de Luaty e dos seus companheiros, preocupado com o respeito por princípios que são universais; firme na minha oposição à ingerência do imperialismo estado-unidense e europeu; inamovível na convicção de que cabe aos angolanos, e só aos angolanos, decidir sobre o seu futuro.

"Nova fase da vida política" é oportunidade para consagrar Constituição


O secretário-geral do PCP disse hoje que a atual fase da vida política 

nacional, marcada pela nova correlação de forças no parlamento, é uma 

oportunidade para Portugal retomar, "com urgência", uma política que respeite 

e consagre a Constituição.

© Lusa

Perante a "grave situação" a que o país foi conduzido nos últimos anos, Portugal 
precisa, segundo Jerónimo de Sousa, "de concretizar, com urgência, uma política 
que retome, na sua plenitude, o projeto de sociedade e de organização" da vida 
coletiva dos portugueses que a Constituição consagra.
"Nesta nova fase da vida política nacional, marcada pelo afastamento do 
governo do PSD/CDS e pela nova correlação de forças na Assembleia da 
República, é um tempo de oportunidade que se impõe aproveitar para a construção 
desse projeto que a vida e a solução dos problemas nacionais reclamam", sublinhou 
o líder comunista no seu discurso da sessão comemorativa do 40.º aniversário da Constituição, que decorreu no Fórum Lisboa.
www.noticiasaominuto.com

ÉPOCA REVELA COMO GOVERNO OBAMA SUBSIDIA A LAVA JATO







ÉPOCA REVELA COMO GOVERNO OBAMA SUBSIDIA A LAVA JATO


Brasil 247

Reportagem deste fim de semana da revista Época, da Globo, deixou escapar, inadvertidamente, que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, um dos principais braços da administração Barack Obama, entregou à força-tarefa da Lava Jato dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht; o email comprovaria que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um encontro no México a pedido da empreiteira de Marcelo Odebrecht; ação de Obama revela disputa geopolítica por trás da Lava Jato, que já fez com que a Odebrecht demitisse 70 mil pessoas, paralisasse a construção do submarino nuclear e pode também produzir a abertura do pré-sal; governo russo, de Vladimir Putin, já denunciou a ação dos Estados Unidos para desestabilizar a economia brasileira; em recente viagem à Argentina, Obama deixou transparecer que apoia o golpe de 2016, assim como ocorreu em 1964; reportagem recente da Foreign Affairs também apontou como, na era Lula, o Brasil vinha se transformando em potência global

Uma reportagem da revista Época, do grupo Globo, revela, de forma inadvertida, as digitais da administração Barack Obama na produção de provas da Operação Lava Jato.

A revelação está na reportagem "PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht" e aponta que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuperou dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:

A caixa de e-mails de Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, motivada pela Lava Jato. Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de presidente”, diz o relatório da polícia enviado aojuiz Sergio Moro e obtido por ÉPOCA. O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que Lula fez tráfico de influência para a Odebrecht – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.

O que Época retrata como uma ação corriqueira pode ser algo muito maior, inserido numa ação geopolítica dos Estados Unidos, para enfraquecer a economia brasileira.

Desde o início da Operação Lava Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht, sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100 bilhões.

Além disso, foram paralisados projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros.

De 1964 a 2016

Na recente viagem que fez à Argentina, o presidente Barack Obama ensaiou um discurso pró-democracia. Ao lado do presidente argentino Mauricio Macri, disse que os Estados Unidos devem perdão aos argentinos por terem apoiado a ditadura sanguinária no país vizinho. Ao comentar a crise no Brasil, Obama se esquivou de condenar o golpe em curso e disse que o "Brasil possui instituições fortes" – a senha que traduz seu apoio à deposição da presidente Dilma Rousseff, que sua própria administração grampeou ilegalmente por meio da NSA. Depois disso, Macri, que vinha condenando o golpe no Brasil, decidiu se calar.

Dias atrás, o jornal russo Pravda apontou as digitais do governo americano na tentativa de derrubada do governo da presidente Dilma (leia mais aqui). Recentemente, uma reportagem da revista Foreign Affairs também destacou como o Brasil vinha se transformando em player global, graças à ação do ex-presidente Lula e das construtoras brasileiras – especialmente na África e na América Latina (leia aqui).

Assim como apoiaram o golpe militar de 1964, ao lado de grupos de comunicação como a Globo, os Estados Unidos também parecem estar envolvidos no golpe de 2016, para que o Brasil volte a ser quintal do império.

VEJA FRIDA KAHLO - FOTOGALERIA ESPECIAL (269 FOTOS) COM FRIDA KAHLO


Frida Kahlo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Biografia
Frida Kahlo nasceu em 6 de julho de 1907 na casa de seus pais, conhecida como La Casa Azul (A Casa Azul), em Coyoacán, na época uma pequena cidade nos arredores da Cidade do México e hoje um distrito.
Seu pai, Guillermo Kahlo (1871-1941), nasceu Carl Wilhelm Kahlo, em Pforzheim Alemanha, filho de Henriette Kaufmann e Jakob Heinrich Kahlo. A própria Frida afirmava que seu pai era de ascendência judaico-húngara,3mas pesquisadores demonstraram que os pais dela não eram judeus, mas luteranos alemães.4 Guillermo Kahlo chegou ao México em 1891, aos 19 anos de idade, e logo mudou seu nome alemão, Wilhelm, para o equivalente em espanhol, "Guillermo".
A mãe de Frida, Matilde Gonzalez y Calderón, era uma católica devota de origem indígena e espanhola.5 Os pais de Frida se casaram logo após a morte da primeira esposa de Guillermo, durante o nascimento do seu segundo filho. Embora o casamento tenha sido muito infeliz, Guillermo e Matilde tiveram quatro filhas, sendo Frida a terceira. Ela tinha duas meio-irmãs mais velhas. Frida ressaltava que cresceu em um mundo cheio de mulheres. Durante a maior parte de sua vida, no entanto, Frida se manteve próxima do pai.
Em 1913, com seis anos, Frida contraiu poliomielite, a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofreu ao longo da vida. A poliomielite deixou uma lesão no seu pé direito, pelo que ganhou o apelido de Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). Passou a usar calças, depois longas e exóticas saias, que se tornaram uma de suas marcas pessoais.
Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira.
Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.
Em 1925, aos 18 anos, aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Então sofreu um grave acidente. Um bonde, no qual viajava, chocou-se com um trem. O pára-choque de um dos veículos perfurou-lhe as costas, atravessou sua pélvis e saiu pela vagina, causando uma grave hemorragia. Frida ficou muitos meses entre a vida e a morte no hospital, teve que operar diversas partes e reconstruir por inteiro seu corpo, que estava todo perfurado. Tal acidente obrigou-a a usar coletes ortopédicos de diversos materiais, e ela chegou a pintar alguns deles (como o colete de gesso da tela intitulada A Coluna Partida').
Durante a sua longa convalescença, começou a pintar, usando a caixa de tintas de seu pai e um cavalete adaptado à cama.
Em 1928, entrou no Partido comunista mexicano e conheceu o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Sob a influência da obra do marido, adotou o emprego de zonas de cor amplas e simples, num estilo propositadamente reconhecido como ingênuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita frequência temas do folclore e da arte popular do México.
Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit, com Rivera. Entre 1937 e 1939, recebeu Leon Trotski em sua casa deCoyoacán.
Em 1938 André Breton qualifica sua obra de surrealista em um ensaio que escreveu para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declarou mais tarde: Pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Em 1939 expõe em Paris na galeria Renón et Colle. A partir de 1943 da aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).
Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra.
Alguns de seus primeiros trabalhos incluem o Auto-retrato em um vestido de veludo (1926), Retrato de Miguel N. Lira (1927), Retrato de Alicia Galant (1927) e Retrato de minha irmã Cristina (1928).

Vida pessoal

Após essa outra tragédia de sua vida, separa-se dele e vive novos amores com homens e mulheres, mas em 1940 une-se novamente a Diego. O segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro, marcado por brigas violentas. Ao voltar para o marido, Frida construiu uma casa igual à dele, ao lado da casa em que eles tinham vivido. Essa casa era ligada à outra por uma ponte, e eles viviam como marido e mulher, mas sem morar juntos. Encontravam-se na casa dela ou na dele, nas madrugadas.Casa-se aos 22 anos com Diego Rivera, em 1929, um casamento tumultuado, visto que ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Kahlo, que era bissexual, teve um caso com Leon Trotski depois de separar-se de Diego. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, mesmo eles sendo casados, mas não aceitava os casos da esposa com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina, há muitos anos, o que a revoltou. Ela os flagrou na cama e, num ato de fúria, cortou todo o seu cabelo, que era bem longo, de frente ao espelho. Sua irmã teve seis filhos com seu ex-marido e Frida nunca a perdoou.
Embora tenha engravidado mais de uma vez, Frida nunca teve filhos, pois o acidente que a perfurou comprometeu seu útero e deixou graves sequelas, que a impossibilitaram de levar uma gestação até o final, tendo tido diversos abortos.
Tentou diversas vezes o suicídio com facas e martelos.
Em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo, que havia contraído uma forte pneumonia, foi encontrada morta. Seu atestado de óbito registra embolia pulmonar como a causa da morte. Mas não se descarta que ela tenha morrido de overdose, devido ao grande número de remédios que tomava, que pode ter sido acidental ou não. A última anotação em seu diário, que diz "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida", permite a hipótese de suicídio.
Com base na autópsia de Frida, pesquisadores acreditam que ela pode ter sido envenenada por uma das amantes de seu marido.
Diego Rivera escreveu em sua auto-biografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico de sua vida.

Casa Azul, o museu

Quatro anos após a sua morte, sua casa familiar conhecida como "Casa Azul" transforma-se no Museu Frida Kahlo. Frida Kahlo, reconhecida tanto por sua obra quanto por sua vida pessoal, ganha retrospectiva de suas obras, com objetos e documentos inéditos, além de fotografias, desenhos, vestidos e livros.

Na cultura popular

  • No ano de 1992, foi mencionada na canção "Esquadros", de Adriana Calcanhotto.
  • No ano de 2002, sob a direção de Julie Taymor, foi lançado o filme Frida, que narra a história da pintora, interpretada pela atriz Salma Hayek. O longa metragem conta ainda com a presença de Alfred Molina, interpretando Diego Rivera.
  • Em 2008, a banda inglesa Coldplay lançou o álbum Viva la Vida or Death and All His Friends, cujo título é inspirado em um quadro de Frida, também intitulado "Viva La Vida" e que intitula também a principal canção do disco. Segundo o vocalista Chris Martin, o título foi escolhido devido ao otimismo de Frida, mesmo com os percalços percorridos pela artista, ao exaltar a vida no referido quadro. Ela se vestia mediocremente com vestes de pobre, mesmo tendo uma quantia relativamente grande de dinheiro.
  • Em 2010 foi homenageada pelo Google com um doodle estilizado de seu auto-retrato.
  • Em 2010 foi homenageada no carro abre-alas da escola de samba Viradouro da cidade de Niterói que desfila no Rio de Janeiro.
  • Em 2011 foi citada na música "Sucrilhos" do rapper brasileiro Criolo Doido. Além dela, são citados os artistas Hélio Oiticica e Di Cavalcanti.
  • Em 1986, Paul Leduc dirigiu o filme "Frida Kahlo, naturaleza viva", montado como colagem de recordações de Frida antes de sua morte.6