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sábado, 26 de março de 2016

Anta ou dólmen.



























Monumento megalítico que consiste numa lájea, de ordinário muito larga, descansando sobre outra, quase sempre duas, bastante elevadas acima do solo onde estão enterradas as suas bases. À pedra horizontal dá-se o nome de mesa; às verticalmente colocadas o de esteios. 


Se o monumento só consta de três pedras, chama-se linlhaven, derivado de duas palavras celtas que querem dizer mesa de pedra, ou trilhita, derivado do grego, três pedras. A anta é descoberta ou revestida duma capa de terra, e nesse caso recebe o nome de mamoas ou mamunhas, pelos quais é conhecida na Galiza e no norte do reino. 

Muitas das antas que hoje se encontram, aparecem descobertas, o que vários arqueólogos atribuem a escavações ou quaisquer outros acidentes, visto serem quase todos de opinião que eram primitivamente cobertas. 

Anta é vocábulo propriamente português, derivado pelos antigos dicionaristas de antáo ou caminho, e geralmente definida d'esta forma: "aras antigas de pedra espalhadas pelos caminhos como marcos ou balizas". (V. Dólmen). 

Em vários pontos de Portugal se encontram, com esta designação rudes altares, que serviam, segundo a tradição, a uso sagrado. Junto á cidade da Guarda, perto do pequeno lugar de Guilhafonso, em um vale largo ou campina cercada de outeiros, havia uma anta, na forma de mesa de pedra tosca, com treze palmos de largura e quinze de comprimento, correndo do nascente ao poente, elevada nove palmos da terra sobre cinco toscos padrões; existia outra junto do lugar das Antas de Penalva, muito maior (V. este nome); outra, que estava junto da Matanca, com trinta palmos de comprimento, e outra junto da Carrapichana, não muito longe de Celorico. 

No Alentejo também se notava uma anta, ao pé de Nisa. 

Das duas ultimas arruinou o tempo algum dos padrões ou colunas, e conservavam-se só quatro no meado do seculo XVIII, que, como nelas se estribava o grande peso da pedra, que serve de mesa, resistiram ao curso de tantos séculos, vendo-se as outras derribadas, de sorte que a união destes padrões, que se juntaram uns aos outros, quanto lhes permitia a figura irregular, constituíam um muro cerrado, sobre o qual descansava a mesa ou pedra grande, que o cobria, sem que o vão, que ficava dentro, tivesse entrada alguma. 

A palavra anta ou antas é muito antiga, no nome das povoações de Antas de Penalva, Antas de Penedono, S. Tomás de Antas; e na família, que de alguns destes lugares tomou o apelido. 


Acerca da origem da palavra anta, há diversas opiniões; uns querem que seja hebreia, outros da antiga fenícia, grega, latina, etc. 

As antas parece que se edificaram antes da invasão dos árabes, porque o termo não é arábico, nem se lhe pôde atribuir uso algum profano ou religioso, porque os maometanos não têm altar, nem a sua lei lhes permite o uso dos sacrifícios. pois unicamente conservou o rito, que se executa na vila de Muna, junto a Meca, e o sacrifício, a que chamam Corban, no fim do grande Bairão, que executam, não em altares, mas em covas; também parece que não foram edificadas pelos godos, alanos e suevos, que tanto dominaram esta parte da Espanha, porque, quanto entraram estes povos, já tinham conhecimento de Cristo, e não adoravam a idolatria, nem esta depois dos romanos foi dominante em Espanha. 

Todos confessam que as antas não são obra de romanos, que todas faziam de pedra quadrada e muito bem lavrada: e as aras fabricavam com especiais adornos de frisos, molduras e relevos, como se vê nas que resistiram ao tempo, e nas que se acham gravadas nas medalhas romanas, e tinham ordinariamente inscrições que declaravam, não somente a divindade a que se consagravam, mas a pessoa que as erigia; e se fossem aras para uso da idolatria dos romanos, não se conservariam de pé tanto tempo, pelo zelo com que os cristãos de Espanha. apenas a igreja teve paz e foi protegida pelos imperadores, procuraram destruir as aras, os templos e os edifícios públicos, dedicados aos ídolos. 

Pode-se quase afirmar que as antas são o mais antigo monumento artificial, talvez no mundo todo, porque não se mostrará edifício algum a que se possa atribuir igual antiguidade. 

Diz-se monumento artificial, porque as conchas petrificadas, que se encontram nalguns montes, são monumentos que a natureza deixou desde tempos pré-históricos. Dizem os cronistas que apesar dos seus profundos estudos, não puderam descobrir noticia alguma das nossas antas, ou de monumentos que as imitassem.

SOCIEDADE MISERÁVEL ~ AO CONTRÁRIO DE NÓS E DOS BELGAS… que somos gente de primeira e de outra civilização.


Só há uma coisa que pode "justificar" o facto de esta notícia não conseguir passar de um título seguido de uma linhas, sem nenhum eco nas televisões, apesar de ter acontecido nos mesmos dias em que somos bombardeados por directos, directos, mais directos, testemunhos, mais testemunhos e imagens e homenagens e flores e muito choro e desgosto, vindos da Bélgica.
É tratar-se de um atentado terrorista-suicida, algures num estádio do Iraque, apesar de ter provocado sensivelmente o mesmo número de vítimas que os dois da Bélgica.
A única "justificação" possível, como ia dizendo, será o facto "conhecido" de os iraquianos que estavam no estádio serem praticamente pouco mais que animais, os feridos não sentirem dores… e os familiares e amigos dos mortos não sentirem qualquer coisa que se pareça com amor pelos pais, filhos e irmãos, nem qualquer sentimento de perda e desgosto… AO CONTRÁRIO DE NÓS E DOS BELGAS… que somos gente de primeira e de outra civilização.
Sociedade miserável, esta!!!!
Samuel Quedas(facebook)








Ataque suicida faz pelo menos 30 mortos num estádio no Iraque



Embora tenha conseguido impedir que os jiadistas do Estado Islâmico dominassem a região, a verdade é que o Governo iraquiano não conseguiu - como continua sem conseguir - evitar ataques tão mortíferos quanto este

Um bombista suicida detonou esta sexta-feira um engenho explosivo no meio de uma multidão após um jogo de futebol, numa localidade a sul da capital iraquiana de Bagdade. Pelo menos 30 pessoas morreram e outras 95 ficaram feridas, segundo números avançados pela Al-Jazeera, ainda que os números de vítimas mortais e de feridos oscilem segundo outras fontes.
“Estavam a atribuir o troféu aos vencedores, o suicida fez-se explodir no meio da multidão”, afirmou à AFP o capitão da polícia da vila de Al-Asriya, perto de Iskandariyah, uma cidade ocupada por sunitas e xiitas, a cerca de 40 km da capital iraquiana. O ataque foi reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico (Daesh).
Impedir os avanços do Daesh nesta região foi uma das grandes prioridades do Governo iraquiano e das milícias xiitas desde que os combatentes do grupo terrorista começaram a invadir as primeiras cidades do país. Embora tenha conseguido impedir que os jiadistas tivessem uma presença dominadora na região, a verdade é que o Governo não conseguiu - como continua sem conseguir - evitar atentados tão mortíferos como este.
Outro ataque, no início do mês, também reivindicado pelo Daesh, resultou na morte de pelo menos 60 pessoas na cidade de Hilla, localizada também a sul de Bagdade. Um camião carregado de explosivos embateu contra um posto de controlo militar, onde se encontravam vários membros das forças de seguranças iraquianas.

FELIZ PÁSCOA


Debaixo da terra: 9 incríveis cidades subterrâneas


As cidades subterrâneas são alicerces fascinantes que revelam segredos da vida à superfície. Muitos destes mundos subterrâneos estão obsoletos, outros são espaços urbanos ainda funcionais.
As minas de Sal de Wieliczka, a cidade subterrânea secreta da Polónia, são um complexo labiríntico de câmaras e passagens secretas espalhadas por ao longo de nove andares
As minas de Sal de Wieliczka, a cidade subterrânea secreta da Polónia, são um complexo labiríntico de câmaras e passagens secretas espalhadas ao longo de nove andares
Passagens secretas, túneis anciãos e boatos e lendas urbanas terríveis – o universo subterrâneo está repleto de histórias mágicas de vidas passadas, e actividades de que poucas pessoas já terão ouvido falar. Descobre estas 9 incríveis cidades subterrâneas à volta do mundo.

Derinkuyu, Capadócia, Turquia


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Derinkuyu é literalmente uma cidade subterrânea secreta, construída para hospedar 20.000 pessoas
A cidade da Capadócia, situada na região central da Turquia, tem 36 cidades subterrâneas e, a aproximadamente 85 metros de profundidade, Derinkuyu é a mais profunda. Descoberta em 1963, a rede subterrânea de túneis e quartos inclui todas as instituições e espaços que esperarias encontrar numa cidade normal: residências, cocheiras, igrejas, armazéns, refeitórios e adegas – e diz-se que poderá ter hospedado potencialmente mais de 20.000 pessoas.
Aberta ao público desde 1965, apenas 10% da cidade subterrânea é acessível para visitantes. Exclusiva a Derinkuyu é a igreja cruciforme localizada entre o terceiro e quarto andar, e o tecto em abóboda de berço.

Túneis de Shanghai, Portland, Estados Unidos

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Descobre os eventos ilícitos que em tempos se passaram por baixo das ruas de Portland, Oregon, nos Túneis de Shanghai 
Portland tem a sua própria cidade subterrânea conhecida como os Túneis de Shanghai, ou pelo nome menos comum de ‘Portland Underground’. Esta complicada rede era composta em tempos, supostamente, de túneis de passagem que ligavam a Cidade Velha de Portland, também conhecida como Chinatown, à zona da Baixa. Infelizmente, uma grande parte destes espaços subterrâneos foram preenchidos ao longo de vários projectos de obras públicas, mas ainda sobrevivem alguns abertos para explorar.
Noutros tempos, as caves de muitos bares e hotéis da baixa estariam ligados à margem do Rio Willamette por via destes túneis, permitindo fazer o transbordo de mercadorias directamente dos navios atracados no porto, evitando a chuva e o trânsito. Embora ainda um tema controverso, há quem diga que os túneis eram também usados para a prática de ‘shanghaiing’: raptar pessoas para servirem de marinheiros.
Mas não te preocupes, hoje em dia podes fazer uma visita guiada em segurança e explorar uma parte dos Túneis de Shanghai para ficares com uma ideia da complexidade da rede de túneis e da história escandalosa de Portland.
E

Caves de Edimburgo, Edimburgo, Reino Unido


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Os fantasmas ainda assombram as passagens secretas por baixo das ruas de Edimburgo 
Por baixo das ruas da capital escocesa há um mundo escuro e húmido, datando do século XVIII. As Caves de Edimburgo, também conhecidas como ‘The South Bridge Vaults’, são uma série de câmaras formadas dentro dos 19 arcos de South Bridge.
Abertas em 1788, um período de grande expansão e crescimento, as caves datam de um período em que Edimburgo era um lugar supersticioso. Hoje em dia, ainda transpiram sensações sinistras e macabras. Construído originalmente para hospedar tavernas, sapateiros, cuteleiros, metalurgia e outros comércios, e para armazenar materiais ilícitos, diz-se também que os assassinos em série Burke e Hare esconderam aqui uns quantos corpos, que depois terão vendido para uso em experiências médicas. Mais tarde, quando saíram os negócios, as caves tornaram-se residência para as almas mais pobres da cidade, um bairro empobrecido completo com pubs e bordéis espalhados pelas câmaras molhadas. Um sítio tão lúgubre e sombrio que faria com que qualquer ‘red light district’ dos dias de hoje parecesse um mimo.
Desce abaixo da superfície elegante de Edimburgo e ouve o teu guia contar histórias horripilantes sobre os fantasmas que ainda pairam pelos túneis.
E

Dixia Cheng, Pequim, China


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cidade subterrânea secreta de Dixia Cheng em Pequim
A cidade subterrânea de Pequim, Dixia Cheng, foi construída nos anos 70 para servir de abrigo durante invasões, bombardeamentos e ataques nucleares. A extensa rede de túneis, frequentemente referida como a Grande Muralha Subterrânea, incluía quase 100 portas secretas e, alegadamente, foi construída com serviços completos, tais como escolas, hospitais e dormitórios, para o caso de os cidadãos precisarem de se refugiar durante períodos de tempo mais longos.
Felizmente, nunca chegou a haver uma ocasião que cumprisse o objectivo deste abrigo subterrâneo gigantesco e, no ano 2000, o complexo foi aberto ao público. Uma visita só inclui uma pequena porção circular do complexo, mas continua a atrair viajantes do mundo inteiro.
Dixia Cheng tem estado em renovações desde 2008 e portanto fechada a visitas, mas certifica-te que a pões na tua lista para quando reabrir numa data indefinida no futuro.
E

Wieliczka Salt Mine, Cracóvia, Polónia


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Os túneis subterrâneos da Mina de Sal de Wieliczka na Polónia 
Situada na cidade de Wieliczka a apenas 15 quilómetros de Cracóvia, a Mina de Sal de Wieliczka foi construída no século XIII e produziu sal de mesa continuamente até 2007.
Uma das principais atracções turísticas da Polónia, esta cidade de sal subterrânea evoluiu a partir de uma séria de grutas escuras para se transformar num labirinto complexo que agora abrange mais de 300 impressionantes quilómetros de galerias, algumas 3.000 câmaras e nove andares, os primeiros três estando abertos ao público.
Após desceres os 378 degraus da escadaria de madeira, serás recebido por um leque variado de opções de visitas guiadas: Se estiveres interessado na história da mina, participa na Visita do Mineiro e fica a conhecer a exigente profissão de um mineiro de sal. 
E

RÉSO, Montreal, Canadá


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Foge ao inverno no RÉSO, a rede complexa de passagens subterrâneas de Montreal
RÉSO, que vem da palavra francesa réseau, significa rede, e é um dos marcos icónicos de Montreal. Este labirinto enorme fica debaixo das ruas de Montreal sob e à volta da área da Baixa e hospeda um leque variado de lojas, restaurantes, hotéis, galerias, sete paragens do metro, cinemas, uma biblioteca e até prédios de apartamentos.
As primeiras secções interconectadas foram construídas em 1962 com o objectivo de melhorar as condições de trânsito e disponibilizar um meio de transporte abrigado, especialmente prático durante o Inverno duro. Desde que o Metro de Montreal entrou em operação em 1966, foram acrescentadas mais ligações e o RÉSO consiste hoje de 32 km de túneis com mais de 120 pontos de acesso exteriores. Para além de ires às compras, vai espreitar as obras de arte em exposição permanente, as praças públicas e os centros culturais. Se quiseres descobrir os cantos escondidos, marca uma visita guiada e começa a andar.
E

Setenil de las Bodegas, Espanha


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Desfruta de um café sob uma rocha na aldeia de Setenil de las Bodegas no sul de Espanha
Ao contrário de outros lugares nesta lista, Setenil de las Bodegas, um pueblo (aldeia) no sul de Espanha, não é propriamente uma cidade subterrânea, mas fica por baixo de uma rocha enorme. Localizada ao longo de um desfiladeiro estreito que sofreu erosão pelo Rio Trejo, as casas foram construídas dentro e debaixo das paredes do próprio desfiladeiro. A população estabeleceu-se aqui por razões práticas: para fugir ao calor do Verão e ao frio do Inverno, construindo apenas a fachada da casa enquanto as traseiras eram protegidas pela natureza.
Embora pequena, Setenil de las Bodegas tem algo para oferecer: visita os pequenos bares de tapas aninhados na pedra e delicia-te com chouriço, azeite e vinho Andaluz local. E se és um amante da natureza, caminha pela El Escarpe de Río Trejo, uma zona de diversidade natural, ou pela Ruta de los Bandoleros, que inspirou muitas lendas românticas.

E

Cidade Subterrânea Histórica de Pilsen, República Checa


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Por baixo das ruas da cidade checa de Pilsen há uma rede complexa de passagens secretas
Na cidade de Pilsen, na zona oeste do país, encontras o Plzeňské historické podzemí (a Cidade Subterrânea Histórica de Pilsen), um labirinto de 20 km de comprimento composto de passagens, caves e poços, construídos sob a cidade no século XIV. Estas caves serviram em tempos de armazém para comida e barris de cerveja e, dizem alguns, como via de evacuação no caso de um ataque. Reza a lenda que há tesouro enterrado dentro das paredes das caves, embora a pilhagem não seja incentivada.
Faz uma visita guiada e explora este sistema subterrâneo engenhoso; alguns pontos altos são a cave do gelo, a torre de água e a exposição sobre encadernação na Idade Média. 
E

Túneis de Moose Jaw, Moose Jaw, Canadá


9-túneis-de-Moose-Jaw-cidades subterrâneas-secretas
Compra o teu bilhete para as visitas aos Túneis de Moose Jaw e começa a explorar o que está debaixo das ruas 
A cidade sonolenta de Moose Jaw, localizada no estado de Saskatchewan no sul do Canadá, tem uma série de túneis com duas histórias separadas.
No princípio do século XX, o Canadá impôs o agora famoso imposto sobre os imigrantes chineses com medo de que estes roubassem os empregos à população local. Assustados e sem meio de pagar o imposto, os imigrantes ilegais chineses foram forçados a fugir para debaixo de terra. Viveram aqui famílias inteiras, que trabalhavam no pequeno comércio local à superfície em troca de comida e mantimentos, até aos anos 20, quando este labirinto subterrâneo ganhou um novo propósito: Dada a proximidade aos Estados Unidos, os túneis foram utilizados para transportar álcool para os Estados Unidos através do Canadá durante a Era da Proibição. Há quem diga que o Al Capone estava ligado a todo este contrabando, embora nunca tenha sido provado.
Marca estas duas visitas teatrais guiadas e viaja para debaixo das ruas de Moose Jaw – refugia-te com um imigrante chinês e dá um passou-bem ao Al Capone.

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OLHARES ÍNTIMOS

O fotógrafo Robert Bahou sempre quis furar a fofura e capturar o que está realmente acontecendo na mente de um animal. "A ideia para este projecto tem sido a de capturar retratos íntimos de cães, gatos, cavalos. 
Esta fascinação com animais em um nível mais profundo foi o que levou Bahou a criar  Alma Animal , uma série dedicada a captar as muitas peculiaridades e personalidades de cães, gatos e cavalos, de uma forma visual. "Eu quero que as pessoas olhem para animais de uma forma que elas normalmente não fazem. . "Ao olhar para as minhas fotos,  muitas vezes acabam por vê-los de uma maneira diferente."
www.mymodernmet.com