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sábado, 30 de janeiro de 2016

A HABITUAL SÉRIE DE GIFS ANIMADOS - DIVIRTA-SE !















































Ano novo, crise nova


por Jorge Cadima
"A crise não foi, seguramente, para todos. Não só não houve “sacrifícios repartidos”, como a crise do capitalismo foi usada para promover uma autêntica pilhagem de classe que engordou muito o grande capital à custa dos povos. "
"Os orçamentos do Estado são usados para salvar os banqueiros (o Banif é o mais recente exemplo no nosso País), mas os banqueiros nem sequer pagam impostos para financiar os orçamentos do Estado. O Jornal de Negócios online publicou (12.12.16) uma notícia sobre o nosso País com o título «As 1000 famílias que mandam nisto tudo (e não pagam impostos)». Não é um problema só nosso. A Reuters noticiou (22.12.15) que «Sete dos maiores bancos de investimento que operam em Londres pagaram poucos ou nenhuns impostos na Grã-Bretanha no ano passado». 
"Conscientes de que uma nova ronda de «austeridade» para os trabalhadores e povos e «maná do céu» para os multimilionários não é compatível com a democracia, as liberdades e a paz, sectores importantes da classe dominante preparam a via da repressão, do autoritarismo e da guerra. Para os trabalhadores e povos não há outra opção, senão preparar-se para o embate."
O ano começou com uma nova crise bolsista mundial. Apesar das flutuações, é claro que estamos perante uma nova convulsão do sistema financeiro internacional. Há um facto incontornável: as políticas de miséria para os povos, mas de subsídios para o grande capital financeiro (como os chamados programas de Quantitative Easing – QE que o banco central dos EUA procura agora reduzir), promovidas após 2008, não resolveram os problemas de fundo do sistema capitalista mundial: agravaram as dívidas e as bolhas especulativas, sem redinamizar a economia produtiva. 
Mas o capitalismo mundial já não funciona sem essas injeções de dinheiro fácil na veia. William White, ex-economista-chefe do BIS (o «banco dos banqueiros») e actual figura de destaque na OCDE é claro: «A situação hoje é pior do que era em 2007. Já foram usadas praticamente todas as nossas munições macro-econômicas. […] As dívidas continuaram a avolumar-se durante os últimos oito anos e alcançaram níveis tais em todo o mundo que se tornaram uma fonte séria de problemas. Tornar-se-á óbvio na próxima recessão que muitas destas dívidas não serão [pagas] e isto será pouco confortável para muita gente que pensa que tem bens com valor» (Telegraph online, 19.1.16). O jornalista que obteve estas declarações na véspera da abertura do recente Fórum Econômico Mundial de Davos acrescenta que o «QE e as políticas de dinheiro fácil da Reserva Federal dos EUA e seus congêneres» são uma espécie de «tóxico-dependência», em que se gasta hoje aquilo que não se possui, mas que «acaba por perder efeito» e o dia chega em que «não há dinheiro para gastar amanhã».
«Dinheiro fácil» só existiu para os grandes banqueiros e capitalistas. Na semana passada (18.1.16), a organização de caridade inglesa Oxfam publicou um relatório com o título «Uma economia para os 1%». Cita o gigante financeiro Credit Suisse para afirmar que os 1% mais ricos detêm hoje mais riqueza do que os restantes 99% da população mundial. 
A Oxfam acrescenta outros números impressionantes: em 2015, 62 indivíduos possuem a mesma riqueza que 3,6 mil milhões de pessoas (metade da população do planeta). Desde 2010, a riqueza destes 62 multi-milionários aumentou 44%, enquanto que para a metade mais pobre da Humanidade se verificou uma quebra de 41%. A crise não foi, seguramente, para todos. Não só não houve “sacrifícios repartidos”, como a crise do capitalismo foi usada para promover uma autêntica pilhagem de classe que engordou muito o grande capital à custa dos povos. 
Os orçamentos do Estado são usados para salvar os banqueiros (o Banif é o mais recente exemplo no nosso País), mas os banqueiros nem sequer pagam impostos para financiar os orçamentos do Estado. O Jornal de Negócios online publicou (12.12.16) uma notícia sobre o nosso País com o título «As 1000 famílias que mandam nisto tudo (e não pagam impostos)». Não é um problema só nosso. A Reuters noticiou (22.12.15) que «Sete dos maiores bancos de investimento que operam em Londres pagaram poucos ou nenhuns impostos na Grã-Bretanha no ano passado». Os sete referidos gigantes financeiros tiveram em 2014 lucros de 5,3 mil milhões de dólares naquele país, mas pagaram de imposto apenas 31 milhões, ou seja, menos de 0,006% dos seus lucros. Cinco dos sete nem pagaram um penny. Quem esteja à espera que o problema se resolva com «mais regulação» ou «mais Europa» bem pode esperar sentado: entre os sete mega-caloteiros encontra-se a Goldman Sachs, de onde saiu o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi.
A nova explosão de crise em 2016 vai agravar todas as já agudíssimas contradições no seio do capitalismo mundial. Conscientes de que uma nova ronda de «austeridade» para os trabalhadores e povos e «maná do céu» para os multimilionários não é compatível com a democracia, as liberdades e a paz, sectores importantes da classe dominante preparam a via da repressão, do autoritarismo e da guerra. Para os trabalhadores e povos não há outra opção, senão preparar-se para o embate.
 
 
Fonte: Avante
Mafarrico Vermelho

EDITORIAL – SOMOS UM PAÍS DE SUICIDAS?


logo editorial
Uma série da autoria de José Brandão sobre suicidas famosos em Portugal por nós publicada, tem colhido grande número de visualizações. É um tema recorrente que o grande humanista basco, Miguel de Unamuno, ao estudar a Alma portuguesa, não deixou de abordar. Seremos, de facto, um país de suicidas? Será a nostalgia do fado um sintoma da angústia de viver e de saudade de uma não-existência que  um precipício, um tubo de comprimidos, ou um revólver nos podem proporcionar? Ou será um mito, como aquele que o conceito de saudade contido num vocábulo, só existe na nossa língua?

Suicídio em Portugal: determinantes espaciais num contexto de crise económica, um estudo que a revista internacional Health & Place publicou em Agosto passado, analisando com rigor os últimos vinte anos repõem a questão Os reflexos da crise económica, assumem uma incidência visível a partir de 2009, havendo uma relação causa-efeito,visível no maior número de casos nos locais com índices mais elevados de privação material – a taxa de desemprego, a taxa de iliteracia e más condições de habitabilidade.

«Às vezes, em horas de desânimo, chego a crer que esta tristeza negra nos sobe da alma aos olhos; e, então, tenho a impressão intolerável e louca de que em Portugal todos trazemos os olhos vestidos de luto por nós mesmos.» Diz Unamuno na obra referida. Claro que esta reflexão tem de ser enquadrada numa realidade social que não é a de hoje. Quando diz que para os portugueses, a vida « não tem um sentido transcendente. Querem viver, sim, talvez; mas para quê?, diríamos que um jovem português tem as mesmas motivações que um francês ou um sueco para viver e os mesmos motivos que podem conduzir ao suicídio. Mulheres excepcionais, como Florbela Espanca, grandes homens,  como Antero,  Camilo Castelo Branco, António Laranjeira, Soares dos Reis, de Camilo, de Mouzinho de Albuquerque, tal como o foram Obermann, Thomson, Leopardi,  Kierkegaard, impedem-nos de classificar o suicídio como «uma estupidez ou como uma cobardia. Será talvez uma disfunção que. em dado momento, no-lo apresenta como a única saída. Porque há alternativas, há-as sempre. Diz o estudos que nos espaços rurais havia mais suicídios[…].“As características dos locais de residência têm um efeito relevante no comportamento suicidário a nível local”,[…]O interior alentejano continua a apresentar um risco muito alto de suicídio, mas nos mapas incluídos no trabalho nota-se que, de 2008 a 2012, os maiores aumentos das taxas maiores de suicídio incluem municípios rurais do distrito de Bragança junto a Espanha, assim como o interior centro do país.O director do Programa Nacional para a Saúde Mental, o psiquiatra Álvaro Carvalho, que hoje se vai referir a este estudo na conferência “Prevenção do Suicídio: Responsabilidade Partilhada”, que se realiza em Beja, assinalando o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, constata que o estudo “mostra uma relação dos suicídios com a crise”. E se é verdade que mais pode ser feito ao nível do diagnóstico precoce de situações de depressão, “em situação de crise não é com antidepressivos e psicoterapia que se resolvem os problemas, pode-se amenizar o desespero”. O médico sublinha que é “com medidas concretas que levem à redução do desemprego é que se pode alterar o estado de humor das pessoas. A solução não está na saúde mental, está na segurança social, no desenvolvimento de programas activos de criação de trabalho”.

 A coordenadora do estudo, a geógrafa Paula Santana, nota que encontraram uma relação entre o suicídio e os municípios “com maiores graus de privação material e social”, medidos através do chamado “índice de privação material”. Este indicador junta a taxa de desemprego, a taxa de iliteracia (Ou seja, “independente ou além das características individuais de cada um, o local onde se vive pode influenciar actos de suicídio”, explica o artigo. Nos municípios com maiores níveis de privação o risco de suicídio é de mais 46% do que no grupo dos municípios mais afluentes».

 

  http://aviagemdosargonautas.net

O SOL E A EIRA


SÁBADO, 30 DE JANEIRO DE 2016


Há uma razão para a oposição dos comunistas (e só dos comunistas) à União Europeia: não é possível obedecer às regras de Bruxelas que nos mandam empobrecer e, simultaneamente, parar de empobrecer. Como demonstra a crescente irritabilidade da Comissão Europeia e da Alemanha perante os parcos sinais de mudança dados pelo governo do PS, o próximo Orçamento do Estado dificilmente se poderá equilibrar entra o sol da eira e a chuva do nabal.

A parcimónia com que, de resto, o primeiro-ministro António Costa promete cumprir os acordos assinados à esquerda e as restrições macro-económicas da UE ilustram a contradição de fundo que, desde os tratados de Roma, em 1957, opõem a ruptura à continuidade. A inacabada crise grega prova que a resposta a este desafio não depende da agilidade dos agentes políticos, da boa vontade dos burocratas de Bruxelas nem da capacidade negociadora dos governos. Trata-se, muito pelo contrário, da resposta a uma pergunta simples: dizer basta ou aprofundar a submissão.

O OE será a prova de algodão à questão axiomática, não do futuro de Portugal na UE, mas do governo do PS. A diversidade de sinais dados pelo governo e as contradições latentes nas classes sociais que o apoiam desembocarão necessariamente num cenário inaceitável para uma das partes: se, por um lado, o governo cumprir as promessas assumidas com o povo e puser fim às privatizações, começar a devolver os rendimentos roubados aos trabalhadores e decidir valorizar o trabalho, terá, forçosamente, que encetar uma política fiscal desfavorável a alguns sectores do capital; se por outro lado, o governo decidir aumentar as propinas, continuar as privatizações, insistir nas 40 horas de trabalho e continuar o esbulho fiscal dos trabalhadores, perderá o apoio parlamentar.

Para António Costa, a solução mais fácil não é a melhor. Tentar a paz com deus e com o diabo, transferindo a austeridade de uns trabalhadores para outros, parando umas privatizações e começando outras, tirando com a mão direita para devolver com a esquerda e procurando enganar Bruxelas com previsões de crescimento deixará Portugal numa situação semelhante à grega, ou seja, numa estranha agoniosa mas contrafeita submissão voluntária.

Como já defendi aqui, mais do que nunca, e independentemente do grau de intervenção das políticas concretas, Portugal tem duas opções sem meio-termo: desobedecer à União Europeia ou à vontade do povo português.


manifesto74.blogspot.pt

VÍDEO - TIROTEIO EM HOSTEL DO PORTO - HOMEM QUE ESTAVA BARRICADO JÁ FOI DETIDO - TUDO LEVA A CRER QUE TIROTEIO QUE CAUSOU DOIS FERUIDOS TENHA MOTIVOS PASSIONAIS ADIANTOU A TSF






Um homem feriu duas pessoas e esteve barricado, na tarde deste sábado, num hostel do Porto. 

O atirador é um homem português de 32 anos. 

Por volta das 17h00 o atirador foi capturado pela PSP. Segundo o Comando Metropolitano do Porto da PSP, após ter estado barricado durante cerca de duas horas, o indivíduo "acabou por entregar-se" às autoridades e foi transportado para a divisão de investigação criminal daquela polícia para ser ouvido. 

Após a detenção, a polícia apreendeu "um revolver supostamente utilizado na prática dos ilícitos criminais", afirmou o agente policial, que apenas leu um comunicado aos jornalistas no local, numa declaração sem direito a quaisquer perguntas. A unidade hoteleira está localizada na Rua Miguel Bombarda.  

Segundo o Comando Metropolitano do Porto da PSP, cerca das 14h40 um homem disparou vários tiros no interior do Mercador Guesthouse, tendo atingido duas pessoas que foram transportadas para o Hospital de Santo António. 

Todos seriam hóspedes do 'hostel'. Um dos feridos, do sexo masculino e de 51 anos, "já terá tido alta", enquanto a outra vítima, uma mulher de 41 anos, terá sido atingida "de raspão" na cabeça e ficado com uma munição alojada num braço, mas o seu estado "não inspira cuidados". As autoridades estão no local.


VÍDEO






http://www.cmjornal.xl.pt

O QUE ESCONDE O TTIP



PROTECÇÃO AMBIENTAL: Diminuição dos padrões de protecção ambiental. Autorização da exploração de gás de xisto (fracking) . Venda de produtos com químicos não testados. Desregulação dos níveis de emissões no sector da aviação.

SEGURANÇA ALIMENTAR: Concorrência agressiva das empresas agroindustriais dos EUA. Autorização dos Organismos Geneticamente Modificados. Utilização de hormonas de crescimento na carne. Desinfecção de carne com cloro.

EMPREGO: Falsas promessas de um aumento do número de postos de trabalho. Aumento do desemprego em vários sectores, não estando prevista a atenuação dos efeitos negativos da Parceria. Diminuição dos Direitos Laborais e salários. Aumento da precariedade.

SAÚDE: Aumento da duração das patentes dos medicamentos,impossibilitando a venda de genéricos a preços mais acessíveis. Serviços de emergência poderão ser privatizados. Venda de produtos com químicos não testados.

LIBERDADE E PRIVACIDADE: Tentativa de ressuscitar a ACTA. Violação da privacidade e liberdade de expressão. Transformar os fornecedores de internet numa força policial de vigilância privada do sector empresarial. Bloqueio de projectos de investigação. Fortalecimento dos Direitos de Propriedade Intelectual.

SERVIÇOS FINANCEIROS: Liberalização e desregulamentação dos serviços financeiros. Maior participação do sector financeiro no processo legislativo. Maior liberdade na criação de novos produtos financeiros. Maior facilidade de deslocação dos bancos para países com impostos mais baixos.

VÍDEO - EL POZO MARIA LUÍZA - SANTA BÁRBARA BENDITA ( O QUE DEU ORIGEM AO HINO DOS MINEIROS A NÍVEL INTERNACIONAL




En el Pozo María Luisa - Santa Bárbara Bendita
Arquivo Libertarian

Apesar de agora ser sumariamente catalogado no vasto repertório
Anarquista de cancões de la Guerra Civil, 

 Pozu María Luisa
na verdade possui uma gênese demasiado complexa no histórico, ideológico e cultural.
A canção de batalha dos dinamiteiros asturianos durante a heróica resistência ao regime de Franco,
Hino dos sindicatos e, finalmente, ainda a trilha sonora
e fiel companheira de mineiros espanhóis durante a longa Marcha Negra para a capital, na sua justa luta envolvendo milhões de pessoas.
Além da tristeza do texto, o sincretismo religioso político singular
e o afeto populares extraordinários  são difíceis de explicar,

Em Pozu María Luisa - Santa Bárbara Bendita - Nuberu
Himno de los Mineros y Asturianos Leoneses

Santa Bárbara bendita
Trai Larai Larai laira lara
Santa Bárbara bendita
Trai Larai Larai laira lara
Patrona de los mineros
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
Patrona de los mineros
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Em Pozu María Luisa
Trai Larai Larai laira lara
Em Pozu María Luisa
Trai Larai Larai laira lara
Dieciséis mineros muertos
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
Dieciséis mineros muertos
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Que importa Categorias
Trai Larai Larai laira lara
Que importa Categorias
Trai Larai Larai laira lara
Quedarón en el testeru
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
Quedarón en el testeru
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Traigo a camisa roja
Trai Larai Larai laira lara
Traigo a camisa roja
Trai Larai Larai laira lara
De sangre de um compañeru
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
De sangre de um compañeru
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Tengo el alma Partia
Trai Larai Larai laira lara
Tengo el alma Partia
Trai Larai Larai laira lara
Nun soros últimu duelu
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
Nun soros últimu duelu
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Unos dicen que Dios y
Trai Larai Larai laira lara
Unos dicen que Dios y
Trai Larai Larai laira lara
Otros dicen freira lo creo
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
Otros dicen freira lo creo
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Casual y que el ca pouco
Trai Larai Larai laira lara
Casual y que el ca pouco
Trai Larai Larai laira lara
La muerte lama em Conceyu
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo
La muerte lama em Conceyu
Mirai Mirai Mirai maruxina
Mirai Como vem yo

Dirge Haunting  um mineiro morreu em um trágico acidente no poço Maria Luisa,
em um dos depósitos mais antigos e explorados de carvão Ibérico
Localizado em Ciaño, no Concejo de Langreo.
 Há também inúmeras outras versões diferentes 
enquanto o acompanhamento musical foi composto depois,
de originalmente ser um simples um coro à cappella de vozes masculinas,
apenas o refrão marcante manteve-se inalterado ao longo do tempo:

Santa Barbara abençoado
Padroeira dos mineiros
Procure olhar minha mãe *
Veja como eu venho
Eu tenho a camisa vermelha
O sangue de um sujeito ...

* Maruxina literalmente joaninha, termo carinhoso




VÍDEO