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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Lá, na Madeira, onde o PSD impera, lá onde o conhecem, Edgar Silva teve uma votação histórica: 19,70% dos votos expressos pelos madeirenses.


frase do dia




http://cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt/

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS – POSIÇÃO DA CGTP-IN


Portugal









Apresentando-se como independente, Marcelo Rebelo de Sousa venceu as eleições para Presidente da República. Beneficiando da campanha mediática que lhe foi proporcionada ao longo dos anos, Marcelo Rebelo de Sousa contou ainda, de forma dissimulada, com o apoio inequívoco dos grupos económicos e financeiros e das direcções do PSD e do CDS, responsáveis pela política que acentuou a exploração, as desigualdades e o empobrecimento dos trabalhadores e do povo.
A CGTP-IN faz notar a elevada abstenção registada (51%), factor que não pode ser dissociado da crescente descredibilização do órgão Presidente da República, em consequência dos posicionamentos de Cavaco Silva ao longo de dois mandatos marcados, nomeadamente, pelo confronto com o texto constitucional e a opção por uma política de hostilização permanente dos direitos individuais e colectivos dos trabalhadores e das populações.
Após as eleições e depois de ter afirmado inúmeras vezes o compromisso de respeitar a Constituição da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa não pode agora deixar de assumir a ruptura com a postura do seu antecessor e as medidas que identificou como fracturantes da coesão económica e social de Portugal.
A sua intervenção como Presidente da República não pode ficar indiferente à necessidade de acompanhar a exigência, expressa pela nova maioria de deputados na Assembleia da República, de uma mudança de política que ponha termo aos baixos salários, ao desemprego, à precariedade laboral, às desigualdades e à pobreza; uma política que destruiu o aparelho produtivo, agravou a dependência externa e pôs em causa a soberania nacional; uma política que promoveu a degradação da Escola Pública, do SNS e da Segurança Social e, em simultâneo, negou o acesso a serviços públicos essenciais ao bem-estar das populações.
Para a CGTP-IN, mais do que prometer, é preciso que o novo Presidente da República defenda, cumpra e faça cumprir a Constituição da República Portuguesa e o que ela consagra para a resolução dos problemas nacionais, na implementação de uma política que aumente a produção, assegure o pleno emprego e promova uma mais justa distribuição da riqueza, com a valorização do trabalho e a dignificação dos trabalhadores, criando condições para impedir a saída forçada para o estrangeiro, designadamente, dos quadros jovens mais qualificados.
Os trabalhadores e o povo português sabem que o caminho para a resolução dos problemas e para a construção de um futuro melhor é dar vida à democracia, participar e reivindicar, não desistir dos objectivos e das lutas que são justas e necessárias.
Este é o compromisso da CGTP-IN, e por isso vamos intensificar a nossa acção, desde logo nos locais de trabalho, para garantir:
· O aumento geral dos salários e a valorização do trabalho, com uma nova política de rendimentos e um sistema fiscal que alivie os trabalhadores e as suas famílias da brutal carga de impostos a que têm sido sujeitos e que ponha o capital a pagar o que deve aos trabalhadores e à sociedade.
· A concretização dos princípios constitucionais da estabilidade e segurança no emprego e da defesa e promoção da contratação colectiva, como instrumentos de consagração de direitos, indissociáveis do bem-estar e da qualidade de vida dos trabalhadores e das suas famílias;
· O financiamento e a melhoria do funcionamento do Poder Local democrático, dos Serviços Públicos e das Funções Sociais que, constitucionalmente, cabe ao Estado garantir;
· Uma política de esquerda e soberana que efective e projecte os direitos e os valores de Abril, o emprego com direitos, a soberania nacional e o progresso social.
Via: CGTP-IN

Eleições presidenciais: contributo para um balanço



PRESIDENCIAIS 2016
Foram os resultados das eleições presidenciais surpreendentes? Não. Mas tiveram algumas meias surpresas. A possibilidade de uma segunda volta, não sendo impossível era muito difícil. Ficam os erros que as esquerdas teimam em repetir.

Sampaio da Nóvoa (22,89% dos votos expressos) atingiu valores apenas razoáveis. Maria de Belém (4,24%) e Edgar Silva (3,95%) ficaram muito aquém do que seria expectável. Marisa Matias (10,13%) foi além do que se esperava. Dos candidatos mais “pequenos” apenas a meia surpresa Tino de Rans. Ou seja, a soma de todos eles (48%) foi incapaz de evitar que a campanha de Marcelo Rebelo de Sousa (52%) quase que fosse um “passeio pelo parque”.

Ficará a pairar a dúvida sobre se uma candidatura que dinamizasse as várias sensibilidades da esquerda não seria a melhor estratégia. Constatou-se, mais uma vez, que as esquerdas não só não conversaram entre si, como se combateram. Perante um PS estrelhaçado e na ausência de um “peso pesado” multiplicaram-se os candidatos das esquerdas. E a história registou uma repetição do que já víramos acontecer na primeira eleição presidencial de Cavaco Silva em 2006: um país politicamente à esquerda elege um presidente oriunda da direita.

A candidatura de Maria de Belém foi “abalroada” pelo escândalo das subvenções vitalícias – com a deliberação do Tribunal Constitucional a ser divulgada num timing muito (in)oportuno. Também é verdade que Belém conseguiu confirmar e exponenciar pela negativa a “falsa frágil” (vide debates televisivos) que Manuel Alegre já prenunciara em Agosto do ano passado.

É verdade que Edgar Silva e o PCP/CDU fizeram uma campanha activa e recheada de iniciativas, como sempre é timbre do Partido Comunista Português. Mas o que falhou? Para onde foi o mais de um quarto de milhão eleitores que em Outubro de 2015 votou na CDU e que agora não escolheu o candidato apoiado pelo PCP? Parte importante deste eleitorado ter-se-á distribuído por outras candidaturas, porventura não tão afirmadas partidariamente, numa eleição que não é, em última instância, entre partidos.

A votação de Marisa Matias indicia o que poderá ser uma certa recomposição no voto das esquerdas, já que quase confirma a votação do Bloco de Esquerda em Outubro passado. Não há que duvidar que as “novas” caras femininas do Bloco lhe tem conseguido emprestar um notável poder comunicacional. Não só pela sua competência, mas também pelo facto de o serem. Atenção a Assunção Cristas, quase a chegar ao CDS!


Esta eleição presidencial volta a demonstrar que numa eleição uni-pessoal há outros factores em jogo para além dos políticos. O reconhecimento mediático e a notoriedade pessoal, a projecção do afecto (“a marmita” de Marcelo!), o percurso pessoal…

É certo que Marcelo Rebelo de Sousa partiu com grande vantagem. 

Mas teve a vida facilitada.


 https://pracadobocage.wordpress.com


VÍDEO - A PALHAÇADA CONTINUOU ATÉ AO FIM ! O POVO DE RANS ATÉ GOSTA DE SI !






VÍDEO













cmtv

Não haverá devolução da sobretaxa de IRS - Défice de 2015 foi superior a 4,5 mil milhões de euros.




Não haverá devolução da sobretaxa de IRS 

Défice de 2015 foi superior a 4,5 mil milhões de euros. 

Os contribuintes não vão receber qualquer devolução da sobretaxa paga em 2015, porque a evolução da receita de IRS e IVA durante o ano não foi superior à prevista no Orçamento do Estado do ano passado, segundo a DGO. 



De acordo com a síntese de execução orçamental publicada hoje pela Direção-Geral de Orçamento (DGO), a receita do Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS) no conjunto de 2015 atingiu 12.693,3 milhões de euros, menos 1,3% do que os 12.854 arrecadados em 2014. Já no que diz respeito à receita em sede de Imposto sobre o Valor 

Acrescentado (IVA) foram arrecadados 14.834,5 milhões de euros nos doze meses do ano passado, mais 7,4% do que os 13.814,1 milhões amealhados no mesmo período de 2014.. 

Isto significa que os 27.527,2 milhões de euros arrecadados em 2015 com IRS e IVA cresceram apenas 3,2%, ficando abaixo do aumento de 3,7% previsto no Orçamento do Estado para 2015 que teria de ser ultrapassado para que existisse alguma devolução da sobretaxa paga durante o ano. Estado arrecada quase 39.000 ME em impostos O Estado arrecadou quase 39.000 milhões de euros em impostos em 2015, mais de 1.800 milhões de euros do que em 2014, um aumento de 5%, sobretudo devido aos impostos indiretos, segundo a DGO. 

Os números constam da síntese da execução orçamental de 2015, publicada esta segunda-feira pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), que dá conta de que, em 2015, a receita fiscal atingiu os 38.984 milhões de euros, mais 1.863,6 milhões do que a arrecadada em 2014. 

Os impostos diretos aumentaram 4% face a 2014, para os 18.241,7 milhões de euros, o que se deveu exclusivamente à receita do IRC - Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Coletivas, que aumentou 16,1%, para os 5.246,6 milhões de euros. Isto porque a receita do IRS - Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares caiu 1,3% até dezembro, para os 12.693,3 milhões de euros, uma evolução que a DGO justifica com a "redução da receita proveniente de rendimentos de capitais". 

Quanto aos impostos indiretos, verificou-se um aumento das receitas de 5,9%, totalizando estes impostos os 20.742,4 milhões de euros em 2015, sendo que - à exceção das receitas do imposto sobre o tabaco (que caíram 11,3%) - as receitas dos restantes impostos indiretos aumentaram no ano passado face ao ano anterior. 

O IVA - Imposto sobre o Valor Acrescentado, o imposto com mais expressão dentro da categoria, rendeu aos cofres do Estado receitas de 14.834,2 milhões de euros em 2015, um aumento de 7,4% face ao ano anterior. 

Também a receita do ISP - Imposto sobre Produtos Petrolíferos cresceu 6,9%, para os 2.237,6 milhões de euros, e a relativa ao ISV - Imposto sobre Veículos aumentou 23,1%, para os 573,4 milhões de euros. A DGO destaca ainda que "o crescimento [da receita] dos outros impostos diretos refletiu o desempenho da Contribuição sobre o Setor Bancário (+13,5%) e da Contribuição Extraordinária sobre o Setor Energético (77,4%)". Défice das administrações públicas 

O défice das administrações públicas foi de 4.594,2 milhões de euros em 2015, em contabilidade pública, um valor que fica 499 milhões abaixo do previsto no Orçamento do Estado inicial, segundo dados hoje divulgados pela Direção-Geral do Orçamento (DGO). Na síntese de execução orçamental até dezembro de 2015, hoje publicada, a DGO refere que "em 2015, e de acordo com a execução provisória, o saldo das administrações públicas, apurado na ótica da contabilidade pública (isto é, dos recebimentos e pagamentos), situou-se em -4.594,2 milhões de euros", ou seja, "499 milhões de euros abaixo da meta fixada no Orçamento do Estado inicial". 

Considerando o universo comparável das administrações públicas, que exclui as entidades que foram reclassificadas em 2015 e que no ano anterior estavam fora do perímetro das administrações públicas, o défice orçamental registou uma melhoria de 2.567,5 milhões de euros, "explicada pelo efeito combinado da diminuição da despesa e do aumento, em menor proporção, da receita". 

A receita total subiu 0,8%, devido ao aumento de 5,2% da receita fiscal, o qual foi, no entanto, "parcialmente anulado pela evolução negativa das restantes componentes da receita". 

Já a despesa teve uma redução de 2,4%, que foi "determinada pelo decréscimo da despesa com subsídios à formação profissional, com pessoal, com prestações de desemprego e com juros que mais do que compensou o acréscimo registado na rubrica de investimento", de acordo com a DGO.

http://www.cmjornal.xl.pt

A CNE

O QUE FALTA AGORA É A COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES APLICAR UMA MULTA DE 5 EUROS AO PAULINHO DAS FEIRAS POR FAZER PROPAGANDA À BOCA DAS URNAS E TAMBÉM UMA COIMA DE 10 EUROS À SIC, À TVI E PRINCIPALMENTE À TELEVISÃO PÚBLICA A RTP POR COLOCAREM DURANTE ANOS OS SEUS SERVIÇOS À DISPOSIÇÃO DO MARCELO.
CLARO QUE AS TELEVISÕES PODEM SEMPRE RECORRER DESTA COIMA E PODERÃO SER INDEMNIZADAS SE GANHAREM O RECURSO OU ESPERAR QUE PRESCREVA.
António Garrochinho

SÓ ISTO !? - CNE considera cobertura da RTP à votação de Marcelo de "duração desmensurada"


LUSA
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) considera que a cobertura que a RTP realizou à votação do candidato Marcelo Rebelo de Sousa teve uma "duração desmensurada" em relação às outras candidaturas.
CNE considera cobertura da RTP à votação de Marcelo de "duração desmensurada"
O porta-voz da CNE, João Almeida, disse à agência Lusa que este órgão emitiu já uma deliberação no sentido de expressar a preocupação com o tempo que a RTP dispensou na cobertura do candidato recomendado por PSD e CDS-PP.
As preocupações da CNE estendem-se ainda a "alguns comentários" que foram proferidos ao longo da programação que se seguiu à votação de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nos próximos dias a CNE voltará a pronunciar-se sobre este caso.
Além desta situação, a CNE entendeu que as afirmações do líder do CDS-PP, Paulo Portas, após votar podem ser entendidas como "declaração de apoio" a um dos candidatos à Presidência da República.
Após votar em Caxias, Paulo Portas afirmou aos jornalistas que "se houver uma boa participação hoje, o assunto pode ficar resolvido à primeira volta" e que ele é "daqueles que acha que o que se pode resolver à primeira volta não se deve deixar para uma segunda".
A CNE, em reunião plenária, considerou que as declarações do líder do CDS-PP "podem ser entendidas como declaração de apoio a um dos candidatos".
SMM (FC/CC) // ZO
Lusa/Fim

A PINTURA DA AUSTRALIANA MARGARITA GIORGIADIS

MARGARITA GEORGIADIS









































VÍDEO


A marrar contra as paredes



Aleksei: “É o fim da propriedade privada: vai ser maravilhoso!” Pobres de nós, os bandalhos de terceira! Já que estamos privados do único bem terrestre – a propriedade –, então dá jeito cantarem-nos essas cantigas. Mas mesmo em sonhos continuamos aferrados ao que é nosso: “a minha trouxa, as minhas peúgas, a minha Maria”! O “meu”, que lá nisso nós somos iguaizinhos aos animais. Estás a ver, vocês andam a fazer propaganda a animais! Querer mudar os homens é como marrar contra uma parede: estão à espera de enganar quem?

Comissária: Achas que contra o “eu” e contra o “meu” não há nada a fazer?

Aleksei: O bem-estar egoísta, a propriedade privada, o salário, o pilim, o bónus, o lucro! Desde que o Homem é Homem que esbarramos contra esse muro! Por todo o país hão-de ser sete cães a um osso! Matilhas de proprietários engalfinhados a espumarem por um frango raquítico. Trazemos este fado dentro de nós.
(Cala-se de repente, como se tivesse sido arrancado a uma visão.)

Comissária: Muito bem, a Humanidade é ainda imperfeita – e é melhor assim. Só quer uma coisa: ter um pouco menos de fome. Basta uma galinha para virar os homens uns contra os outros. Fecham-se em casa, barricados com a sua galinhita bem segura… E não vêem as manadas de vacas gordas que lhes passam mesmo diante do nariz. E tu vês isso tudo e não queres saber. Deixas andar e ainda te gabas. É preciso gritar aos ouvidos de cada um: “Estás a ficar sem a tua parte! Estás a ser roubado!”. E se mesmo assim ele ainda não entende, então é preciso agarrá-lo pelo toutiço, a esse piolhoso, levantar-lhe a cara da lama e dizer-lhe: “Queres viver e comer melhor? Queres lavar-te pela primeira vez? Queres desenvolver os miolos? Queres amar?… Então levanta a cabeça, porra! Enfrenta o inimigo, olhos nos olhos, até à morte, se for preciso. Entra no combate – e respira! Percorre a Terra: ela pertence-te! Abandona a noite em que te fecharam e grita, a plenos pulmões: “Viva o sol, e viva a vida digna que eu, enquanto Homem, posso ter!”.
(Silêncio)

Excerto do texto de “A Tragédia Optimista”, de Vsevolod Vichnievski, tradução de António Pescada. 
Em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, até ao próximo dia 31 de Janeiro.

Nota: ontem, domingo, dia de eleições, a parede do Teatro tinha sido pixada. Alguém escreveu, “Podem limpar a História mas não podem apagar a nossa memória. Viva a Anarquia!”
 

Acho que é a primeira vez que participo num espectáculo em que alguém se deu ao trabalho de mostrar publicamente que o nosso trabalho o fez pensar e reagir.
 

Como actor, sinto que não pode haver maior felicidade e até finalidade no nosso trabalho do que esta. 


Via: Manifesto 74 http://ift.tt/1ZNxUnI

AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS, MAS NOS ESTADOS UNIDOS – UM CANDIDATO AGUERRIDO, EM TODOS OS SENTIDOS DA PALAVRA

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Anteontem, Donald Trump (sempre ele!) disse a quem o quis ouvir que os seus apoiantes eram os melhores do mundo. Gaba-se de, mesmo que desse um tiro a alguém no meio da Quinta Avenida (todos sabemos que é em Nova Iorque, cidade onde Trump nasceu em 1946), nem isso faria com que perdesse votos. As reacções a estas destrambelhadas declarações (não conseguimos deixar de fazer uma adjectivação, apesar de nos tentarmos conter, como é nossa obrigação) têm sido muitas, mas ainda não tivemos conhecimento de qualquer declaração do ilustre candidato a candidato à presidência da república norte-americana a pedir desculpa, ou pelo menos a tentar atenuar a enormidade do que disse.

Em comparação, o que ouvimos, vimos e lemos sobre disparates na campanha eleitoral portuguesa que ontem terminou não chegam nem à décima parte (nem à centésima!!!). Dizemos isto, não por qualquer arroubo de patriotismo que nos tenha atacado (sobre isto, podem discordar à vontade), mas porque: 1) É extremamente grave que um possível candidato à presidência da república, no país mais poderoso do mundo (militarmente falando¸ e também quanto à dimensão da economia), ou noutro país qualquer, diga tamanha selvajaria. Nem ao chefe da família Soprano deveria ser permitida tal barbaridade e depois continuar na mesma. 2) Os Estados Unidos, entre outros problemas, têm um problema de violência excessiva a todos os níveis, como é reconhecido por muita gente, de vários quadrantes. Não é com declarações destas de uma figura pública destacada que se vai conseguir que o país comece a enveredar por outro caminho.

Propomos que acedam a estes links:

http://edition.cnn.com/2016/01/23/politics/donald-trump-shoot-somebody-support/
http://www.dn.pt/mundo/interior/trump-podia-dar-um-tiro-em-alguem-na-5a-avenida-e-nao-perdia-votos-4996007.html
http://www.motherjones.com/contributor/2016/01/shorter-donald-trump-haha-my-supporters-are-so-stupid
http://www.theguardian.com/us-news/2016/jan/24/donald-trump-says-he-could-shoot-somebody-and-still-not-lose-voters


http://aviagemdosargonautas.net

Aviões, barcos ou tratores: os extravagantes depósitos de água das casas na Índia


região índia de Punjab tem dois grandes problemas com a água. Em primeiro lugar, 80% dos casos de cólera, febres tifoides e diarreias devem-se à contaminação da rede pública. E depois, como produzir água potável é muito caro, não se pode desperdiçar nem uma gota. Desta necessidade de armazenar nasceu a ideia de colocar depósitos nos telhados das casas, uma moda que com o tempo se transformou num curioso símbolo de estatuto.
Os vizinhos competem por ter o depósito maior e mais chamativo do bairro. Há quem opte por colocar um avião no telhado do imóvel e quem decida usar um trator ou um barco como depósito de água.
A maioria dos habitantes de Punjab não tem, no entanto, poder económico para instalar grandes depósitos de água, pelo que optam porversões mais modestas, como animais domésticos, por exemplo.

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