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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

GRUPO MUSICAL COMPANHIA LIMITADA "O PASSOS ESTÁ DE SAÍDA "











VÍDEO



16 anos de enjoos




«O ano termina com uma boa notícia. 16 anos depois, Portas sai da liderança do CDS. Foi a sua resolução de ano novo e um dos meus desejos quando mordi uma das velas no meu aniversário.

O anúncio foi feito segunda-feira na comissão política, mas claro que ninguém acreditou e toda a comissão política pensou que na terça já ia ser diferente. Mas não. Tudo indica que agora é mesmo verdade, o PP vai perder as iniciais. O partido com o ferro de Paulo Portas vai perder o ganadeiro. Poucos políticos conseguiram ter um partido com as mesmas iniciais que tinham nas cuecas ou nas meias em crianças. Um partido botão de punho. (…)

Recordar que Paulo Portas começa carreira no jornalismo com nojo da política e que termina a carreira de político sem enjoos. Muitas vezes nos questionámos, aqui no café ao pé de casa, o que diria o Independente dos submarinos. Ou do Irrevogável. Portas seria o Cavaco de Portas do Independente.

Portas, qual Luís Filipe Vieira, quer apostar nas novas gerações, na formação das escolas do PP. Nuno Melo pode ser aposta. Entra na categoria nova geração pois, apesar do cabelo branco, quando abre a boca fala como um miúdo de quinze alcoolizado. Para Nuno Melo, a política é uma viagem de finalistas.

Outra potencial candidata das oficinas do PP é Assunção Cristas. Representa um lado mais beato do PP já a roçar o CDS. Só o nome – Assunção Cristas – deve valer votos dos mais crentes. Há igrejas e cultos com nomes menos capazes. Dizem alguns fãs do ex-Governo que Assunção pode ter o voto dos agricultores, ou seja, para aí umas setenta pessoas. Assunção ficou famosa, enquanto ministra da Agricultura, por ter rezado a Deus para acabar com a seca e por ter ficado grávida. E uma coisa não teve nada a ver com a outra.

Pedro Mota Soares é outro candidato jovem. Ou melhor, uma daquelas pessoas de idade indefinida, como o actor Manuel Marques. Tanto pode parecer ter dezoito anos como cinquenta e dois. De moto é um puto, no Audi do Governo parece um velhinho marreco. Pedro Mota Soares é, provavelmente, o candidato mais queimado na opinião pública. A sua passagem pela Segurança Social faz com que muita gente pense que ele nem mota devia guiar. (…)

Vamos ver quem irá para o lugar de Portas. Aceitam-se apostas. Pelo meu lado, começo este ano com muita fé. Um 2016 sem Paulo Portas e Aníbal Cavaco Silva, seja o que lá vem, a coisa promete. Bom ano.»

João Quadros
entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt

OS DEZ CANDIDATOS


Há candidatos e candidatos, a comunicação social que o diga! Mas diga-se também que não é com a ajuda dela que eu vou lá!… É demasiado evidente a sua dependência e o seu propósito de ocultar informação! Se assim não fosse não passaria o tempo a tentar justificar a sua independência e o sua missão de informar.
Sei que são dez, já não é mau saber o número! Por direito, deveriam todos ter direito a igual consideração. Não é o caso no que toca a informação disponível, pelo que estou muito confuso.
No entanto, tirando uma daqui e outra dali, já sei quem são os dez.
Gosto da gravata e do mediatismo do  Paulo Morais.
Aprecio a pureza e os ideais do Edgar da Silva.
Dá-me gozo ver um tipo empreendedor e com a dureza do Henrique Neto.
Sinto prazer e afeto ao olhar para a Marisa Matias e para a sua sinceridade.
Emociona-me a lata, a laca e a fragilidade da Maria de Belém.
Admiro gente académica e que veste bem como o Sampaio da Nóvoa.
Fico contente por conhecer desconhecidos como o Jorge Cerqueira.
Entusiasma-me o sonho e a autenticidade do Tino de Rans.
Fico perplexo com as motivações do Cândido Ferreira.
Mas do que gosto mesmo,
que aprecio,
que me dá gozo e prazer,
que me emociona,
que admiro e me põe contente, 
que me entusiasma e me deixa perplexo,
é a humildade e a independência do Professor Doutor Marcelo!
Há tanto tempo que conheço o homem e nunca me tinha apercebido dessas suas qualidades!
Afinal a cobertura mediática das campanhas ainda serve para alguma coisa!
E só não voto nele, porque não estou convencido que alguém verdadeiramente humilde e independente alguma vez se lembre de se candidatar a Presidente do Reino!
Via: GPS & MEDIA http://ift.tt/22zjTON

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Tirar nacionalidade por crimes de . terrorismo deixa França em guerra



O Presidente da República, François Hollande, e o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, nem querem ouvir falar em críticas e contestação, mas é cada vez maior a polémica em torno do seu projecto de retirada da nacionalidade francesa a todos os cidadãos com dois passaportes que estejam envolvidos em casos de terrorismo – e que está a dividir os membros do Governo e a abrir um fosso nas fileiras socialistas.
 .
A LUTA CONTRA OS INFIÉIS
A proposta integra o pacote de medidas de segurança, com implicações constitucionais, que foram anunciadas no rescaldo dos atentados terroristas em Paris a 13 de Novembro, que mataram 130 pessoas.

Num emocionado discurso ao Congresso no palácio de Versalhes, o Presidente François Hollande lembrou aos deputados e senadores que França vivia sob um novo regime de excepção, que justificava a ampliação de poderes extrajudiciais.

Uma das reformas previstas, nesse quadro excepcional que prevê a condução de buscas sem mandado judicial, é a de retirar a nacionalidade a todos os cidadãos que tenham outro passaporte além do francês e que sejam condenados por crimes ligados à segurança do Estado. Em França, há cerca de 3,3 milhões de pessoas com dupla nacionalidade – esse era o caso de vários dos terroristas que participaram nos ataques de Paris.Segundo explicou Hollande, trata-se de uma punição reservada aos que, não sendo exclusivamente franceses, agem contra a segurança e os interesses do país, “atraiçoando os valores da República”. 

Mas para muitas figuras proeminentes do Partido Socialista, aquilo que o projecto do Governo atraiçoa é a ideologia e os valores da esquerda. “De tanto querer roubar o protagonismo à extrema-direita, o Governo arrisca-se a pôr em prática todo o seu programa”, censurou o deputado Pascal Cherki, um dos “rebeldes” da bancada socialista na Assembleia Nacional.

Ministra da Justiça contra
O ex-primeiro-ministro Jean-Marc Ayralt também lamentou a ideia de revogação da nacionalidade de cidadãos nascidos em França – uma proposta que a ministra da Justiça, Christiane Taubira, criticou publicamente e descreveu como divisiva e discriminatória. “Coloca problemas em termos de direitos fundamentais assegurados com o nascimento”, disse, em referência às garantias de igualdade perante a lei, independentemente de raça, género, origem ou religião.

Porém, a barragem de crítica e oposição não emocionou nem demoveu o primeiro-ministro Manuel Valls, que pretende fazer aprovar a legislação em Fevereiro (para tal, precisa de três quintos dos votos nas duas câmaras do Parlamento). “O Governo não desistiu da proposta de autorização da revogação da nacionalidade a todas as pessoas com dupla nacionalidade”, informou. “Mas o âmbito desta provisão é limitado, uma vez que apenas se aplica a pessoas que tenham sido condenadas por um juiz por crimes contra a nação, que incluem crimes de terrorismo”, precisou.

Como outros países, a legislação francesa já contempla a possibilidade de revogação da nacionalidade, mas apenas no caso de cidadãos nascidos no estrangeiro e que requereram a naturalização. E mesmo nesses casos, a revogação só é automática se forem condenados por um crime, se ainda não tiveram passado dez anos da naturalização e se continuarem a deter a nacionalidade original.

Opinião pública a favor
O Governo acredita ter a opinião pública do seu lado, e as sondagens dão-lhe razão. Quase nove em cada dez franceses apoiam a proposta do Governo: 86% dos inquiridos pela empresa Elabe para o canal BFM-TV disseram concordar com o plano de Hollande, que para 67% não entra em contradição com os “valores da esquerda”.

No lado oposto do espectro político, o projecto é bem-vindo. A líder da Frente Nacional, Marine Le Pen, até reivindicou o crédito pelas reformas constitucionais anunciadas por Hollande, escrevendo no Twitter que a “retirada da nacionalidade é o primeiro resultado concreto dos 6,8 milhões de votos depositados [no partido de extrema-direita] nas eleições regionais”.

Para quem discorda dela, a medida representa uma facada nos princípios fundamentais consagrados na Revolução Francesa, nomeadamente o droit du sol, que concede a todos aqueles que nascem no país o direito à nacionalidade. Em 2011, o então Presidente Nicolas Sarkozy propôs revogar esse direito a todos os criminosos violentos – perante a feroz oposição dos socialistas.

Patrick Weil, um reputado historiador e cientista político que é conselheiro do Presidente, pediu a François Hollande para desistir da ideia, que a ser aplicada tornaria França “na primeira democracia do mundo a inscrever na sua Constituição o princípio da desigualdade de tratamento”, escreveu. A proposta, considera, ameaça a coesão social e “introduz a ideia de punição diferente para o mesmo crime, com base na circunstância do nascimento. Que haja pessoas (que muitas vezes nem sabem que detêm uma segunda nacionalidade) que possam simplesmente ser banidas da sociedade é um retrocesso”, considerou Weil, que ensina na universidade norte-americana de Yale.

A presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, classificou o efeito prático da medida, em termos de combate ao terrorismo como “irrelevante”. Já o efeito simbólico e político da sua aprovação será tremendo, observou: fazendo eco da opinião de historiadores e comentadores, a autarca disse que a proposta de Hollande e Valls evoca períodos menos “felizes” da História francesa, como quando o regime colaboracionista de Vichy retirou a nacionalidade a milhares de judeus e outros cidadãos estrangeiros, em plena Segunda Guerra Mundial.

* Uma proposta absurda e xenófoba. Os cidadãos que cometem crime são julgados em tribunal, uma garantia do "Estado de Direito".

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

"HUMILDE SERVO"


PREVISÕES 2016


Pés-de-lótus: Para se casarem, mulheres chinesas eram obrigadas a ter os pés com no máximo 10 centímetros


Este costume teve origem na China Imperial dos séculos X-XI e era uma prática entre as mulheres mais ricas e desejadas da época. Embora os pés-de-lótus fossem um símbolo de status e alta posição social, o costume se espalhou por toda cultura. Com a chegada do século XII, até as mulheres de famílias mais pobres passaram a praticar. A prática se tornou indispensável para que uma mulher encontrassem um marido, então, a maioria das famílias exigia as mulheres escolhidas para se casarem com seus filhos tivessem pés ligados. Quem não conseguisse ter um pé ligado conforme a tradição ficaria solteira para o resto da vida.
O procedimento parecia mais um tortura. Por volta dos três anos de idade, os dedos do pés das meninas eram fraturados e os pés firmemente amarrados com tiras de linho para impedir seu crescimento e cicatrizar as fraturas naquela posição. Um pé-de-lótus ideal media não mais que 8 centímetros e para alcançar o objetivo, os dedos quebrados era dobrados em direção a sola do pé que tomava um formato côncavo.
Não é preciso dizer que as consequências físicas eram inúmeras. As mulheres tinham muita dificuldade de caminhar e não podiam ficar de cócoras. As quedas eram muito comuns e as mulheres permaneciam sentadas a maior parte do tempo. Para se levantar da posição sentada, precisavam da ajuda dos seus maridos (e acredite: isso é considerado “chiquérrimo”!). Viverem assim por toda vida deformava os ossos do quadril e da coluna, aumentando também os riscos de fraturas do fêmur.
No século XX os pés-de-lótus foram proibidos pelo governo chinês, mas a prática continuou em segredo ainda por muitos anos. Hoje, a prática foi completamente abolida da cultura, no entanto, ainda é possível encontrar senhoras idosas que exibem orgulhosas seus pés ligados!
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Sapato usado mulheres adultas nos séculos X-XII.
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Depois de terem os dedos quebrados, as meninas já cresciam com os pés amarrados dessa forma.

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Raio-X de um pé-de-lótus.
Fonte: Okerry

diariodebiologia.com

A CORJA - BAPTISTA BASTOS


O empreendimento de destruição do Estado Social, levado a cabo por Pedro Passos Coelho e os seus, atrasou o País, civilizacional e económica e culturalmente, pelo menos dez a quinze anos. É um projecto monstruoso, tido como salvação do capitalismo e realizado por um homem desprovido de dimensão intelectual e política, e com muito poucos escrúpulos sociais.
Com o decorrer das semanas vamos tomando conhecimento da dimensão do desastre. Se o caso Banif adquiriu características de uma ocultação tenebrosa, e levou Passos, como medida de precaução pessoal, ao apoio a Costa, a pouca-vergonha chega a ser degradante. Tal como a declaração de fim-de-ano quando, falsamente humilde, disse à puridade que os portugueses e Portugal estavam na primeira linha das suas prioridades.
O escândalo do Hospital de São José veio a seguir e custou a vida, por ausência médica, de um jovem de 29 anos. Depois, foi noticiado que pelo mesmo motivo, falta de operadores neurocirurgiões, já tinham morrido, antes, mais quatro doentes.
O bastonário acusou o Governo da fatalidade, devido "aos cortes cegos e injustificados" aplicados à Saúde. O roldão neoliberal leva tudo em frente: Educação, Segurança, pensionistas e reformados, velhos e novos, estes convidados a abandonar a pátria, numa avançada cruel que deixa os portugueses em atroz miséria.
Torna-se-nos cada vez mais insuportável comportar, resignados e sem cólera, esta corja, apoiada pela Alemanha, sem pudor nem clemência. A alta finança e banqueiros dissolutos têm encontrado, neste sistema decadente, o pábulo para as suas indignidades. Resguardados numa impunidade que lhes proporciona o "sistema", e lhes vai mantendo uma vida de fausto, eles passeiam-se no infortúnio de quem não sabe defender-se.
Escrevo com mágoa e desalento, mas penso que o mundo está a modificar-se, movido pela repulsa e pela revolta. Nessa esperança e nesse sentido que, afinal têm encaminhado a minha vida, aqui vai, meus Dilectos, a convicção de que, em breve, as coisas serão melhores e mais belas.
Bom ano! A corja não vencerá pela natureza imperiosa das razões humanas.

PERSONALIDADES DO ANO:



Ei-las!
São os nossos irmãos de classe!
Os motores da história, os que nunca se renderão.
Não as conheço pessoalmente, sei que fabricam e cultivam com esforço e mestria o que consumimos e a trabalhar empobrecem, as que aprendem e ensinam nas escolas, as que adoecem e as que nos tratam nos hospitais e, não desistem de lutar.
As que não se resignam e dizem basta!
As que com serenidade e firmeza não se rendem.
As que exigem trabalho com salário e direitos
As que de punho firme continuam a defender Abril
 
E esta enorme personalidade, este sopro de futuro, que me enternece.



Via: as palavras são armas http://ift.tt/1IE4Oot

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