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domingo, 20 de dezembro de 2015

Novo Banco perdoa 80 milhões à Prébuild



Recuperação da TGlobal e da Goldenpar aprovadas por mais de 90% dos votos. Planos em risco pela oposição da Segurança Social 

O grupo Prébuild já chegou a acordo com os credores para a renegociação da dívida das suas participadas TGlobal Supply e Goldenpar. Os planos de recuperação preveem 40% de perdão de dívida aos credores comuns financeiros, entre os quais se contam o Novo Banco, que abre, assim, mão de cerca de 80 milhões de euros. E apesar de terem sido aprovados por uma larga maioria de votos, acima dos 90%, contam com a oposição do Estado. A Segurança Social votou contra e promete interpor recurso. O que pode por em risco todo o processo negocial já realizado. 
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  João Gama Leão
PRESIDENTE DA PREBUILD
A TGlobal Supply era a trading do grupo – hoje constituído por mais de 40 empresas de construção, indústria e serviços -, a Goldenpar é a ex-SGPS, entretanto substituída pela Prébuild Internacional. 

 O descalabro do BES, com a transferência de 100 milhões de euros em cartas de crédito abertas para o universo do banco mau, obrigou à reestruturação da Prébuild, tem dito o seu presidente, João Gama Leão, e levou ao esvaziamento das duas empresas, que se apresentaram ao processo especial de revitalização em agosto. 

A negociação com os credores decorreu nos últimos 90 dias, prazo máximo permitido por lei, e os planos de viabilização foram aprovados com 93,8% de votos favoráveis na TGlobal Supply e de 94,83% na Goldenpar. 

Em causa estão dívidas da ordem dos 260 milhões de euros, embora a lista de créditos de ambas contabilizem valores superiores. Quem conhece o processo explica que há acertos a fazer e dívida duplicada por via dos avais que ligam as duas empresas. 

 Deste total, 220 milhões correspondem à dívida ao Novo Banco. Sem juros. A maior parte é financiamento sem garantia, e portanto, sujeito às regras dos credores comuns: perdão de 40% de capital, carência de dois anos, pagamento em 20, ou seja, em 240 prestações mensais. Os juros vencidos são incorporados no valor em dívida, sujeitos a um spread de 1%. 

 Os juros futuros vão ser contabilizados a um spread Euribor seis meses 0,125% no primeiro ano, de 0,25% no segundo, de 0,75% no terceiro ano e de 1% a partir do quarto ano. Já os fornecedores abrem mão dos juros, mas, em contrapartida, recebem em 15 anos (30 prestações semestrais). Dois anos, com um de carência, é o prazo para pagar aos trabalhadores, que não recebem juros. Quanto ao Estado, está previsto o pagamento no prazo máximo previsto na lei e que é de 12,5 anos (150 meses). 

Os créditos subordinados, ou seja, as dívidas às restantes empresas do grupo Prébuild e a acionistas sofrem um perdão total. “Foi um processo difícil, atendendo aos montantes envolvidos, mas ninguém sai vencedor nem vencido. Foi possível construir soluções de equilíbrio para viabilizar o futuro do grupo”, afirma fonte contactada. Mas tudo pode estar em causa com a oposição da Segurança Social. 

É que, embora este organismo assuma que só pretende requerer a declaração “da ineficácia do plano” em relação à sua dívida, “uma vez que não deu o seu consentimento expresso à modificação e redução dos seus créditos”, a verdade é que, nestes casos, os juizes da Relação têm vindo a decretar nula a homologação do plano de viabilização. O que tem levado à falência inúmeras empresas viabilizadas pelos credores. É que a Lei Geral Tributária estabelece que os créditos do Estado são “indisponíveis”, o que “prevalece” sobre qualquer legislação especial, designadamente o Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas. A introdução desta disposição na Lei Geral Tributária é da responsabilidade do Governo de José Sócrates, no âmbito da Lei de Orçamento de Estado de 2011. 

O Partido Socialista já tentou, por diversas vezes, alterar a lei, de modo a facilitar o papel do Estado-credor na salvação de empresas em dificuldades, mas as suas propostas foram sucessivamente chumbadas pela maioria PSD/CDS. A expectativa dos agentes envolvidos nos processos especiais de revitalização é que agora que é Governo, o PS proceda a essa alteração. 

 Da parte da Prébuild, a convição é que a oposição da Segurança Social tem mais a ver com “questões de timing e de semântica” do que com o teor do plano em si e que será possível ultrapassar o problema. 

Com mais de 40 empresas, o grupo Prébuild opera nos setores da construção, indústria e serviços. Dá emprego a 5.700 pessoas e faturou, em 2014, cerca de 700 milhões de dólares (650 milhões de euros). Os mercados africanos, com um destaque especial para Angola, e a Colômbia asseguraram cerca de 90% do volume de negócios. 

Com o descalabro do universo Espírito Santo – são conhecidas as declarações de João Gama Leão reconhecendo que perdeu 20 milhões de euros, a título pessoal, já que havia subscrito 10% do aumento de capital de 200 milhões da Espírito Santo Internacional em 2011 -, a Prébuild viu-se privado da única ferramenta de crédito de que dispunha para suportar o seu ritmo de exportações, os tais 100 milhões em cartas de crédito acima referidos, e a solução foi reestruturar o grupo. 

Sem apoio financeiro para suportar a aposta internacional em variadas geografias – estava no Médio oriente em várias frentes, nos países de Leste, na Venezuela, etc -, a Prébuild focou-se nos mercados africano, com destaque para Angola e Argélia, que começa agora a dar frutos, na América Latina, em especial na Colômbia e no Brasil, e em Portugal. 

Na Colômbia, um diferendo com a Terranum, plataforma de investimento na área imobiliária do grupo Santo Domingo, com acusações de incumprimentos de parte a parte, levou ao abandono do mercado, onde a Prébuild estava a construir um parque industrial na zona franca de Gachancipá para instalar a sua base logística e operacional, num investimento da ordem dos 230 milhões de euros. 

* Mais uma contribuição para o  bolso do contribuinte, vamos acabar de vez com estes empreendedores, tão ao gosto dos líderes do anterior governo.



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

“Já ninguém pára as sauditas”

“Já ninguém pára as sauditas”

Há pelo menos uma década que a historiadora, académica e escritora Hatoon al-Fassi esperava um dia assim. Ver as mulheres concorrerem e votarem em eleições. O resultado superou as expectativas: 18 eleitas para conselhos municipais, com a “bênção” do rei Salman e a ira dos líderes religiosos. 
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Hatoon al-Fassi
“Eu e o meu marido celebrámos, no domingo, ao pequeno-almoço, os esforços dos últimos anos, sobretudo o início, em 2004, quando comecei a tentar convencer o Estado e a sociedade a respeitar os nossos direitos”, conta Hatoon al-Fassi, numa entrevista ao Expresso, por e-mail. “Nessa altura, coloquei em risco a minha primeira gravidez. Tive de ser hospitalizada devido ao stresse intenso. Estou, agora, naturalmente, muito entusiasmada.”

Se há alguém que pode reivindicar crédito pelo escrutínio do passado fim de semana é esta professora universitária em Riade — a capital e uma das cidades mais conservadoras da Arábia Saudita. Foi ela quem, em 2014, herdou de Fowziyah al Hani a liderança da Iniciativa Baladi, que formou e apoiou muitas mulheres neste “processo histórico”.

Surpresa no feminino
Hatoon al-Fassi explica porque ficou surpreendida — com o número de eleitos e a afluência (a das mulheres superou, em algumas regiões, os 80%, contra 50% dos homens). “Esperava o mínimo porque o ministério responsável fez o mínimo dos esforços e, como sociedade civil, a nossa capacidade de organização é limitada. As mulheres enfrentaram obstáculos permanentes a cada etapa eleitoral. Os resultados mostraram como as sauditas são determinadas. Já ninguém as pode parar.”

De uma família descendente de Maomé, profeta do Islão, mas seguindo uma escola sufi progressista e não retrógrada como a corrente wahabita dominante no país, Hatoon al-Fassi lamenta que alguns candidatos tenham recorrido a “termos religiosos fora de contexto para desencorajar os eleitores a votarem em mulheres”.

Nem todos lhes deram ouvidos e os sinais parecem encorajadores: “Mulheres que são membros do Shura [conselho consultivo] foram insultadas por condenarem leis discriminatórias. Os caluniadores foram processados judicialmente. As queixosas recebem cada vez mais apoio de outras mulheres que vão ganhando maior consciência.”

Os próximos desafios, adianta Hatoon al-Fassi, serão “abolir o sistema do guardião masculino, mudar o código de família, pôr fim à interdição de conduzir e nomeações para cargos de decisão, a nível ministerial, em particular”. A saudita para quem outras olham como fonte de inspiração diz que não se importaria de seguir uma carreira política, mas admite que não tem muitas opções. “Decidimos dividir as tarefas entres grupos de mulheres. Por enquanto, estamos a festejar, mas não abdicamos de reclamar todos os nossos direitos.”

Uma das candidatas vencedoras foi Rasha Hefzi, diretora da Think N Link Cooperation, 38 anos, solteira e sem filhos. Vive em Jidá, principal entreposto comercial e “a cidade mais liberal”. A sua empresa fornece vários serviços, designadamente sondagens e campanhas para a promoção do desenvolvimento socioeconómico. Não se estranha, pois, quando diz, em conversa telefónica: “Usámos todos os meios ao nosso dispor: redes sociais, cartazes nas ruas, call centers, e-marketing, porta a porta...”

Mais mulheres a trabalhar
Desde os 15 anos que Rasha Hefzi milita ativamente por causas como o feminismo, o diálogo inter-religioso e a democracia. Membro de várias organizações não-governamentais, como a Assembleia Mundial para a Juventude Muçulmana, ajudou a fundar diversas associações comunitárias. “A minha prioridade é encorajar maior civismo”, declara. “Interessa-me que as pessoas compreendam a importância de participar na vida pública. As mulheres já são ativas em muitas esferas, em particular no sector privado. Na Câmara de Comércio de Jidá, são figuras notáveis, embora discretas.”

A segregação de sexos permanece uma realidade, mas Rasha Hefzi prefere valorizar o número crescente de mulheres no mercado de trabalho. “Fui eleita graças aos votos de muitos homens, muitos dos quais empresários”, garante. “Há indicadores de mudança e quero contribuir para dar mais poder às mulheres, através do conhecimento e da experiência. Os direitos vão-se conquistando. A Arábia Saudita não é um Estado monolítico. Cada região tem as suas especificidades.”
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 Ensaf Haidar com uma foto de 
Raif Badawi, Prémio Sakharov
Aplicar um plano diretor que garanta ordenamento urbano foi uma das promessas eleitorais de Rasha Hefzi, uma das maiores críticas do sistema de saneamento quando, em novembro, chuvas intensas causaram cheias que romperam condutas de esgotos em Jidá matando dez pessoas. Entre os que lhe deram o voto está Reem Asaad, conselheira financeira na Saudi Fransi Capital Corporation, aclamada pela “Arabian Business Magazine” como uma das “100 mulheres árabes mais influentes” (no 3º lugar).
Licenciada em Ciência, com um mestrado em Química e pós-graduação em Investimento, Reem Asaad foi uma das primeiras mulheres em cargos outrora ocupados só por homens no poderoso National Commerce Bank. Na manhã das eleições, fez-se acompanhar pela sua filha de cinco anos para ser ela a fazer “deslizar o boletim de voto” na urna. “Acredito que o meu país avança no sentido de ‘normas’ mais universais”, exulta, por e-mail. “Haverá momentos sombrios mas o sol brilhará. Assim se faz história.” Num tweet que se tornou viral, Reem Asaad escreveu: “Votei! Pela primeira vez na minha vida adulta na #Arábia Saudita. Podem rir-se, mas é um começo.”

Prémio Sakharov
por razões diferentes acabou por caber, também, a uma mulher receber o Prémio Sakharov deste ano. Foi o que fez Ensaf Haidar, mulher do blogger saudita Raif Badawi a cumprir pena de prisão. Não podendo Badawi estar presente em Estrasburgo, no Parlamento Europeu para receber a distinção atribuída, foi portanto Ensaf Haidar a estar presente na cerimónia, na passada quarta-feira (dia 16) exibindo, simbolicamente, uma fotografia do marido.

O ano passado, Badawi foi condenado a dez anos de cadeia, multa e mil chicotadas que, a terem sido aplicadas, lhe teriam custado a vida. É acusado de insultos à religião, crime informático e desobediência ao seu pai. Crimes e castigo dizem-nos algo sobre a Arábia Saudita.

* Arábia Saudita uma feroz ditadura de quem o ocidente tem medo há mais de 50 anos.

apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

As 6 maiores e mais insanas festas promovidas na história da humanidade

Há uma lista com mais seis festas extremamente insanas da História publicada pelo site Cracked. Ela mostra que há pelo menos seis eventos com maior grau de loucura nos anos de civilização. Isso mesmo, “terminar com o estoque de vodka na Rússia” deixou a comemoração pós-guerra apenas na sétima colocação. Nós vivemos em uma época boa, mas a lista nos mostra que ainda ficamos devendo para nossos ancestrais quando o assunto é grandes comemorações. Veja:

6. Andrew Jackson, o presidente que teve um grande começo… e um grande final!

Você se torna presidente dos Estados Unidos e o que você faz? A) dá início aos trabalhos como líder da nação mais poderosa do planeta; B) recebe a imprensa para a primeira coletiva como presidente eleito; ou C) promove uma festa convidando muitas pessoas para um open bar de inauguração da sua nova residência. Se você for igual ao presidente Andrew Jackson, nem precisa responder…
O 7° presidente dos Estados Unidos, Andrew Jackson
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O cara tomou posse em 4 de março de 1829 e sua primeira atitude foi promover uma festa, na qual mais de 20 mil pessoas compareceram, no melhor estilo “Open House” na Casa Branca. Com tudo liberado, como você pode imaginar, a bagunça tomou conta da residência oficial dos EUA de forma que o presidente teve que sair por uma janela. A baderna só foi diminuir quando um iluminado ser teve a ideia de levar os barris de uísque para o jardim da Casa Branca.

Mas uma boa história não é feita só de um grande começo…

Andrew Jackson foi deixar o cargo de presidente em 1837, mas, antes disso, em 1835, ganhou uma enorme roda de queijo com mais de 600 kg. Após dois anos com o "petisco" parado para fermentação, ele convidou quase o país inteiro para sua despedida e o convite era claro: “Venha me ajudar a comer o queijo”. Mais de 10 mil estadunidenses levaram cerca de duas horas para terminar a incrível peça derivada do leite. O resultado: uma bagunça nos tapetes e nos sofás, além de um cheiro de queijo que levou semanas para ser totalmente retirado do ambiente, incomodando até o sucessor de Jackson no cargo, Martin Van Buren.

5. Henrique VIII e Francis I: que dupla...

Duas potenciais nações agressivas e ambiciosas por poder não conseguiriam promover uma festa sem confusão, correto? Sim, mas poderiam tentar, e foi o que de fato aconteceu quando o rei Henrique VIII, da Inglaterra, resolveu se juntar a Francisco I, da França, a fim de “liberar geral” os tesouros das nações e promover uma festa de pelos menos três semanas de orgias e extravagâncias.
Henrique VIII
Francisco I
O local do evento ficou conhecido como “O Campo do Pano de Ouro”, no qual o pavilhão principal era uma tenda pintada como um castelo com mais de 1,1 mil metros quadrados de área. Foi um absurdo com fontes de vinho, jogos, tendas com tecidos de pano de ouro (por isso o nome), música e, entre outras coisas, lutas e batalhas. Pois então, falando em lutas...

Aí é que o “baguio” ficou louco...

Os dois reis, no êxtase de sua festança, em discussão sobre suas contravenções, acabaram por disputar uma batalha de wrestling, estilo do qual faz parte a famosa "luta olímpica" ou "greco-romana". Henrique desafiou Francisco e acabou se dando mal quando o francês o deixou no chão. Chateado, o rei inglês acabou com a festa. Como se não bastasse, seu rancor era tamanho que resolveu se aliar com um dos rivais de Francisco I, o Sacro Imperador Romano-Germânico Carlos V.
O que aconteceu? Em um mês, os três estavam em guerra.

4. A festa da Constituição americana

Cerca de cinco meses de reunião na Filadélfia, com grandes nomes intelectuais dos Estados Unidos, se passaram para que a constituição do país fosse concluída. Se algumas reuniões que duram cerca de uma ou duas horas já conseguem ser entediantes, imaginem como foi a convenção que deu origem à Constituição americana. Diante disso, segundo o site Cracked, em 15 de setembro de 1787, dois dias antes de assinarem o documento, George Washington, Benjamin Franklin e os outros 53 delegados participantes deram início a uma grande festa.
Os 55 delegados representados na cena do momento da assinatura da Constituição dos Estado Unidos, por Howard Chandler Christy
E a vontade de beber foi grande, pois na conta constavam mais de 100 garrafas de vinho, 12 de cerveja, 22 garrafas de cerveja porter, 8 barris de whiskey, 8 de cidra e mais 7 jarras de ponche. Com certeza há mais álcool aqui do que o que a ciência presume ser o limite para que 55 humanos bebam sem risco de morte, ou seja...

Lógico que ia dar m… coisa errada…

O que exatamente aconteceu não está bem claro, mas provavelmente uma grande confusão se iniciou na festa. Além do alto valor da conta em função de todo o álcool consumido, o hoteleiro responsável pelo local do encontro cobrou uma taxa de 2 % pelos danos causados, que incluíam garrafas, mesas, jarras de ponche, além de penicos (isso mesmo, penicos…) quebrados.

3. Os jogos de inauguração do Coliseu

Toda a arquitetura e história por trás do Coliseu engrandecem a importância deste monumento perante a sociedade. O local é uma das mais impressionantes construções humanas que perduram até hoje. O histórico de batalhas e competições do Coliseu não é lá tranquilo, mas, com certeza, à altura de sua grandeza foi a sua festa de inauguração. Os cidadãos de Roma participaram do evento com mais de 9 mil animais sacrificados e celebrações regadas a grande quantidade de vinho durante mais de três meses de comemoração.

As consequências…

Nessa festa não foram as consequências propriamente ditas que a fizeram ser considerada insana. Sem dúvida, a loucura no período em que milhares de gladiadores participaram de orgias com bebida e derramamento de sangue foi enorme, mas foi um adicional promovido pelo imperador Tito que realmente deixou esse evento tão inconsequente.
A representação das naumáquias
Não satisfeito com os mais de 100 dias de festa, o imperador promoveu duas grandes simulações de batalha naval em pleno Coliseu. Ao contrário das batalhas entre gladiadores, as quais raramente terminavam em morte, as “naumaquias”, como eram conhecidos os combates navais, eram batalhas em que os participantes lutavam até a morte. Muitos lutadores morreram no enorme oceano artificial montado na arena.

2. A vez em que Alexandre, o Grande, ficou bêbado e acabou com uma cidade

Junto de seu exército macedônio, Alexandre, o Grande, conquistou Persépolis, o antigo centro do império Aquemênida. Em virtude do grande significado da conquista, eles resolveram fazer uma grande comemoração, que seria uma das mais loucas da História. Foi considerada um simpósio, como eram chamadas algumas celebrações na Grécia Antiga que envolviam bebedeira após um banquete.

Bebe e perde a noção…

Segundo fontes citadas pelo Cracked, os guerreiros de Alexendre, bem como o seu próprio líder, eram bêbados sem controle emocional. Conflitos e discussões aconteceram até que, em certo momento, o conquistador terminou sua garrafa de vinho, quebrou na cabeça de um de seus companheiros e teve a brilhante ideia de se vingar de Persépolis, por causa da Grécia, e botar fogo na cidade.
Estátua de Alexandre Magno (o Grande)
A cidade, objeto de desejo de Alexandre durante boa parte de suas batalhas, foi destruída logo após ser conquistada. No dia seguinte, sobraram o remorso e a vergonha pela ação, além de, é claro, uma enorme ressaca.

1. O funeral da civilização Wari

A civilização Wari promoveu uma celebração tão misteriosa quanto a sua existência. Eles simplesmente deram uma festa sem explicações antes de partirem para a extinção de seu povo. Em certo ponto de suas vidas, os membros Wari se separaram para seguir individualmente na luta com outros reinos e, aos poucos, deixaram de existir. Depois de mais de mil anos, tudo o que se sabe sobre essa nação está baseado na descoberta de um grande túmulo coletivo, aberto em 2013, no qual havia milhares de objetos feitos de cerâmica, ouro e bronze, pertencentes ao império Wari.

Um inexplicável adeus

Imagem da escavação da tumba Wari
Mais de mil anos depois da existência e do fim da civilização Wari, só se tem informações de que, por algum motivo, alguns membros desse povo se juntaram e promoveram uma celebração com mais de mil litros de bebida alcoólica. Eles mesmos produziram a bebida para a festa e depois de beberem muito, até alcançarem níveis de estupor, botaram fogo nos estoques restantes, antes de se separarem para o resto das vidas. Acredita-se que esse tenha sido um ritual para se despedir de sua misteriosa cultura.

www.megacurioso.com.br

NOTÍCIAS BIZARRAS












 OUTROS CASOS - IMAGENS E VÍDEOS


Erupção vulcânica em Papua Nova Guiné




2 - Soldado saindo do Palácio de Buckingham - Um guarda do Palácio de Buckingham teve um momento embaraçoso. Ele escorregou e caiu durante a troca da guarda real. O jovem soldado foi filmado pela câmera de um turista quando perdeu o equilíbrio durante a cerimônia tradicional. Ele caiu para o lado e deixou cair seu rifle.
Soldado saindo do Palácio de Buckingham




3 - O ladrão cuja fuga foi frustrada - Um homem foi preso depois de uma luta dramática no Brooklyn. A cena foi filmada por turistas. Ahmed Hassan, 22, roubou $ 50 de um pedestre de 23 anos de idade e tentou fugir, mas a vítima pulou no carro do ladrão e forçou o veículo a parar. Os dois homens começaram uma briga.
O ladrão cuja fuga foi frustrada




4 - Tubarão perseguindo sua presa - Um italiano de férias encontrou uma boa razão para não ir para o mar. Ele gravou um vídeo do nascer do sol em uma praia abandonada, e acabou capturando a cena de um tubarão perseguindo um saboroso peixe na costa.
Tubarão perseguindo sua presa




5 – Noivado na Torre Eiffel – Um casal ficou noivo no topo da Torre Eiffel em 2015. Um turista da Califórnia, Jen Hurd Bohn, estava na fila do marco em Paris quando avistou o momento íntimo e o filmou. Infelizmente, o jovem não conseguiu obter informações de contato do casal para lhes enviar as fotos. Bohn postou as imagens em sua página no Facebook.
Noivado na Torre Eiffel


6 - Crocodilo mastigando a cabeça de um treinador - Um momento terrível foi capturado na câmera de um turista quando um crocodilo apertava suas mandíbulas em torno da cabeça de um treinador na Tailândia. O incidente ocorreu em Samut Prakan Crocodile Farm, em Banguecoque. Gritos podem ser ouvidos quando o réptil começa a morder a cabeça do treinador. O homem escapou apenas com ferimentos na cabeça.
Crocodilo mastigando a cabeça de um treinador





7 – Surfe na baleia – Uma imagem incrível mostra o momento em que um homem parece estar surfando em uma enorme baleia. Mark Jackson estava perto da costa de Kailua-Kona, no Havaí.
Surfe na baleia



8 - Tiroteio em praia da Tunísia - Um homem britânico capturou a cena de uma praia da Tunísia depois que um atirador abriu fogo em um resort em Sousse, em junho de 2015. Oito britânicos estavam entre as 39 pessoas mortas no ataque. Matthew Kenyon e sua namorada, Diane Darlington, tinham saído da praia quando ouviram o que inicialmente pensavam que eram fogos de artifício. Eles logo perceberam que era algo mais sério. O casal correu de volta para seu quarto de hotel e Matthew foi para a varanda e filmou a cena.
Tiroteio em praia da Tunísia





9 – Carro derretendo durante uma onda de calor - O momento surpreendente de um carro derretendo durante uma onda de calor intensa na Itália foi capturada na câmera por um turista britânico. John Westbrook ficou chocado quando viu o gotejamento de plástico do Renault Megane.
Carro derretendo durante uma onda de calor


ASSALTO À MÃO ARMADA

Assalto a mão armada



VÍDEO - QUENTINHO E SEGURO





VÍDEO


CLIQUE NA SETA PARA ABRIR

video

A HERANÇA DE POBREZA NO NATAL DE 2015 PARA MILHÕES DE PORTUGUESES DEIXADA PELO GOVERNO PSD/CDS


veja abaixo





«Este estudo tem como objetivo lembrar (é o mínimo que se pode fazer ), nesta época de Natal, até para que o manto do esquecimento e da indiferença não consiga ocultar, a situação de pobreza em que vivem milhões de portugueses fruto de uma politica de direita que tem privilegiado os mais ricos e sacrificado os mais pobres, que se agravou enormemente durante o governo PSD/CDS, como mostram os dados INE publicados em 18/12/2015, referentes a 2014 (v. quadro 1).»






















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