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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

A CATATUA ROSA


INCOMODA O TOM FALSETE E CONSTANTE DE AUTO ELOGIO DESTA SENHORA QUE É UM GRANDE EXEMPLO DO TAXISMO POLÍTICO DAS ÚLTIMAS DÉCADAS

A busca milenar pelo ouro azul


A busca pela água é uma das mais antigas atividades humanas. Ao longo dos séculos, os homens desenvolveram técnicas cada vez mais sofisticadas para controlar cursos fluviais e armazenar seu conteúdo, chegando a guerrear por eles. A abundância do líquido é também um dos fatores responsáveis pelo nascimento das grandes civilizações antigas.

Uma das primeiras etapas na história da domesticação da água foi o surgimento da agricultura, o que levou ao desenvolvimento das técnicas de irrigação. De acordo com os indícios arqueológicos, as primeiras sociedades que transferiram a água dos rios para suas lavouras foram a babilônica, no atual Iraque, e a egípcia. Esta última foi responsável também por construir, no Nilo, as primeiras barragens conhecidas, inventando o que hoje chamamos de hidrologia.

Os antigos tiveram de criar também uma maneira de levar água às plantações que estavam acima do nível dos rios e canais. Os mesopotâmicos foram os pioneiros, criando o chadouf, sistema de alavanca e contrapeso que elevava alguns metros cúbicos de água por hora. O invento foi sucedido pela nória, uma roda vertical com copos que alimentavam uma canaleta, responsável por transportar o líquido até as lavouras.

Outra preocupação do período foi o excesso de água. Os mesopotâmicos novamente saíram na frente e inventaram o primeiro sistema de drenagem da história: um pequeno declive que levava o excedente do líquido para um fosso de coleta na parte mais baixa do terreno. Graças a essas técnicas criadas na Idade do Bronze, as superfícies cultiváveis se multiplicaram.

Coleção Particular
Representação do século III a.C. mostra uma lavoura em Acádia, na Mesopotâmia, berço das técnicas de irrigação
Mas egípcios e babilônios não foram os únicos capazes de controlar a água na Antiguidade. Por volta de 2500 a.C., a ilha de Creta já contava com um sistema de canais que levava o líquido até as casas. O palácio de Cnossos, por exemplo, possuía água corrente, fontes, banheiras e latrinas. Na mesma época, a civilização harappeana, originária do vale do rio Indo, no atual Paquistão, também possuía casas com chuveiros e latrinas, além de contar com uma rede urbana de esgotos. Por volta de 700 a.C., foi a vez dos assírios construírem um canal com mais de 100 km de comprimento para transportar a água das montanhas da região do atual Iraque para o palácio de Nínive. Enquanto isso, na Grécia, Arquimedes inventava um aparelho de elevação da água que ficaria conhecido como “parafuso”.

Roma também se destacou na domesticação do líquido. No século VI a.C., a cidade inaugurava seu primeiro sistema de esgotos. Cerca de 300 anos depois, o primeiro aqueduto, chamado de Aqua Appia, começava a levar água até a cidade por canais de alvenaria. Os romanos souberam também explorar e aperfeiçoar as invenções dos povos que conquistavam. Em meados do século I a.C., por exemplo, a nória mesopotâmica era usada pelos latinos na região do estreito de Bósforo, na Turquia.

No final do império, Roma contava com 11 aquedutos, e o maior deles, chamado Aqua Claudia, percorria 68 km e transportava cerca de 1 milhão de metros cúbicos de água por dia. Isso não quer dizer que a população comum era bem abastecida. Cerca de um quarto da água que chegava à cidade ia para a casa imperial; metade ficava com os cidadãos “ilustres”, como os senadores; e a população comum tinha de se contentar com apenas um quarto de todo o líquido, que era coletado nas fontes públicas.

Embora as civilizações antigas tenham desenvolvido vários tipos de sistemas hidráulicos, a sociedade medieval parece ter abandonado esses conhecimentos. O abastecimento de água do período era irrisório, e a falta de locais para coletar o líquido usado causava graves problemas: as tinturarias e curtumes instalavam-se nas margens dos rios, poluindo-os; como não havia esgotos, cada família jogava seus detritos nas ruas, onde permaneciam até que a chuva os levasse; e as nascentes e os poços eram muitas vezes contaminados pela água suja.

Essa situação de escassez fez com que leis rígidas fossem criadas para regulamentar o uso dos recursos hídricos. No ano 960, por exemplo, o califa de Córdoba criou o Tribunal das Águas de Valência, uma instância responsável por organizar a distribuição do recurso natural e julgar eventuais irregularidades em seu uso. Essa corte especial ainda existe na Espanha e é sem dúvida a mais antiga instituição de justiça da Europa. Há mais de mil anos, oito síndicos (representantes nomeados pelos camponeses locais) se reúnem em um pequeno recinto e discutem os problemas referentes à divisão das águas do rio Turia. Se acusado, o agricultor é convocado diante dos magistrados e tem, no máximo, três dias para comparecer. Muitas vezes, os camponeses que vivem às margens do Turia respondem por roubo de água – crime que há séculos é cometido durante os períodos de fome e estiagem – ou rompimento dos canais e muros, o que causa um excesso de irrigação nas plantações locais.

(C) Richard Semik / Shutterstock
Arqueduto romano
A água sempre esteve associada à agricultura e à alimentação. Somente no início do século XIX essa situação se alterou, com a ascensão de uma função até então secundária: a higiene. O progresso científico fez com que a mentalidade do Ocidente mudasse, e passou-se a compreender o papel da água poluída nas epidemias de cólera ou de febre tifoide que assolavam as grandes cidades da época. Em meados do século, Paris contava com mais de 1 milhão de habitantes e só havia 90 mil m3 de água disponíveis por dia. Somente em 1854 a cólera matou mais de 11 mil pessoas.

Duas décadas depois, a Cidade Luz já contava com uma ampla rede de esgotos (boa parte dela é utilizada até hoje), e cerca de 448 mil m3 de água eram distribuídos por dia para a população. Em 1910, a profissão de carregador de água desapareceu completamente, dando espaço a um sistema de abastecimento e coleta composto por canais e galerias subterrâneas. Tinha início uma nova etapa na história da domesticação da água.

Embora quase todos os problemas sanitários tenham sido solucionados até o início do século XX, a água continuou a ser motivo de disputas e embates militares. Em alguns casos, se tornou até uma arma. Na década de 1980, por exemplo, durante a guerra entre o Irã e o Iraque, Saddam Hussein inundou algumas zonas de conflito para impedir que os iranianos atravessassem suas defesas. Por outro lado, após a Guerra do Golfo (1991), ele drenou os pântanos do rio Chatt-el-Arab, onde vivia a maioria dos xiitas, opositores do regime instituído em Bagdá.

A água tornou-se o “ouro azul”, um trunfo estratégico. No Oriente Médio, seu controle é um dos motivos do atual conflito árabe-israelense, pois 60% da água consumida no Estado judeu provém dos territórios palestinos ocupados. Na Turquia, a construção de barragens nos rios Tigre e Eufrates, obras indispensáveis para a região, ressecou as reservas de países como Síria e Iraque. Em 1975 foi a vez de a Síria anunciar a criação de uma barragem, quase provocando uma guerra com os vizinhos iraquianos.

Além de estar repleta de conflitos e embates militares, a história da domesticação da água é marcada também por vários exemplos de catástrofes ecológicas. Uma das maiores é a do mar de Aral, entre a Sibéria e o Uzbequistão. Os dois rios que alimentam a reserva foram explorados por décadas para o cultivo de algodão, fazendo com que o mar perdesse mais da metade de seus 64.000 km2 originais. Além disso, as margens ressecadas e saturadas pelo sal se tornaram verdadeiros desertos.

(C) Styve Reneck / Shutterstock
Nora mesopotâmica: mostra do avanço de uma das primeiras civlizações a domesticar a água
Outro exemplo é o mar Negro, que, entre 1988 e 1991, perdeu três quatros de seus peixes por causa da emissão de poluentes. Esse também é o caso no mar Cáspio, a maior extensão de água fechada do mundo (380 mil km2), que tem suas reservas de petróleo e gás exploradas de maneira totalmente desordenada. Por fim, o lago Chade, que em 1963 era o quarto maior reservatório de água da África, tem hoje uma extensão 20 vezes menor, pondo em perigo a sobrevivência de 22 milhões de pessoas. A gestão das águas do rio Indo, na Índia, do rio Mekong, que percorre países como China, Laos, Tailândia e Camboja, e do rio Amur, entre a Rússia e a China, são exemplos de pontos de tensão.

Essa situação tem poucas chances de melhorar nos próximos anos, já que a procura por água não para de crescer. Em apenas um século o consumo mundial do líquido foi multiplicado por sete. Esse fenômeno é consequência de fatores como o aumento da atividade agrícola e industrial, a melhoria do conforto doméstico e o crescimento demográfico. De acordo com os especialistas, são necessários 1.500 litros de água para produzir um único quilo de trigo; 4.500 litros para um quilo de arroz e quase dez vezes mais para um quilo de carne. Entre 65% e 70% de toda a água consumida pelo homem se destina à irrigação de lavouras e pastos; as atividades industriais utilizam entre 20% e 25% do total do líquido, e somente os últimos 10% são dedicados ao uso doméstico.

Existe um dado ainda mais alarmante e extremamente simbólico: a manutenção de um campo de golfe nas proximidades do mar Mediterrâneo consome 500 mil m3 de água por ano, a mesma quantidade necessária para alimentar uma cidade de 13 mil habitantes. Isso indica que a batalha pelo “ouro azul” só está começando.
http://www2.uol.com.br

AS SETE MARAVILHAS DA CHINA

história da China é complicada e densa. Trata-se de uma cultura milenar que já vivenciou centenas de acontecimentos. É preciso emendar a tudo isso a questão territorial, visto que a China é um império de enormes dimensões (onde estão englobados diversos povos e civilizações).
China, em seu idioma nativo, significa literalmente Tien Hia (aquilo que está sob o céu). Curioso é o fato do povo chinês contar sua história em ciclos de 60 anos, uma vez que o povo ocidental tem por hábito narrar seus fatos históricos utilizando séculos ou décadas. Na verdade, estes ciclos chineses correspondem aos ciclos de 12 anos (signos do zodíaco chinês) multiplicados pelos 5 elementos.

Na China já foram encontradas evidências de vida datadas de 250.000 anos aproximadamente e as primeiras referências históricas são muito antigas. Isto tem sido confirmado pela grande quantidade de restos arqueológicos e vestígios encontrados nas últimas décadas. Por sua vez, tais restos demonstraram a presença de antigos palácios, tumbas de príncipes, reis e imperadores.

As dinastias são um dos elementos mais importantes na estrutura histórica deste país que estendeu, de maneira notável, sua influência e poder. A primeira dinastia conhecida foi a Xia, que chegou a governar a China desde o século XXI ao século XVI a.C. Existiu, também, uma dinastia chamada Han (associada à evolução da linguagem chinesa e ao seu sistema de escrita baseado nos caracteres), que promoveu o pensamento de Confúcio e começaram, dessa forma, a aparecer os primeiros funcionários que administraram a China durante séculos. O papel foi inventado na China e muito contribuiu para a educação. As dinastias marcaram fortes períodos de sua história, algumas ficaram conhecidas por incrementar a economia, outras por instaurar períodos de maior repressão.

Durante muito tempo, o norte da China esteve dominado pelos bárbaros. O sul tinha ficado bem dividido em diversas regiões. Um general do exército Qin Shi Huang Di, primeiro imperador chinês (desde 247 até 221 a.C.), conseguiu iniciar o processo de reunificação do país, depois de muitas lutas sangrentas e conflitos políticos da época. Nos anos que se seguiram, seus filhos continuaram a reunificar o que, hoje, conhecemos como China.
rota da seda foi criada, pois a seda chinesa foi um dos materiais mais apreciados e comprados no mundo todo.

A tendência a acreditar nas coisas metafísicas é tão antiga quanto a história do país. Assim, os chineses entendiam os desastres naturais como um sinal divino, aliás, alguns imperadores e governantes decidiam alterar suas políticas e decisões quando acontecia um terremoto ou alguma catástrofe qualquer, pois encaravam tais fatos como uma advertência das “esferas superiores”.
A China foi um país rico durante muito tempo, tinha a seu dispor portos e mercados muito importantes que, além de tudo, eram estratégicos para o desenvolvimento de todo o continente asiático, incluindo os países vizinhos.


Arquivado em: ChinaHistória
www.infoescola.com

As Sete Maravilhas da China


Durante séculos, a China resistiu a inúmeras guerras e disputas políticas para se tornar a potência global dos dias de hoje. Com uma população de 1,3 bilhões e 55 grupos étnicos compartilhando as mesmas fronteiras, a China é um caldeirão de culturas, mitos e lendas. De obras de arte fantásticas a tumbas cercadas de mistério, segue abaixo as sete principais maravilhas, dentre as incontáveis atrações desse país.


Guerreiros de Terracota, Xi’An (Província de Shaanxi)

Em 1974, enquanto cavavam um poço na cidade de Xi’An, fazendeiros chineses descobriram uma tumba guardada por 8.000 estátuas de antigos guerreiros chineses. Construídos em torno do ano de 220 A.C., esses guerreiros protegiam a tumba do Imperador Qim. De acordo com a tradição chinesa, a morte é simplesmente a continuação da vida e as pessoas podem levar consigo os bens que possuíam em vida. Porém, o Emperador Qim levou essa crença mais além (e um pouco longe demais), construindo um mausoléu de 90 quilômetros quadrados.  Apesar de grande descoberta de 1974, os arqueólogos ainda tentam localizar a entrada da tumba, que os historiadores acreditam conter riquezas monumentais.

O Monastério Suspenso, Monte Hengshan (Província de Shanxi)

Localizado aos pés do Monte Hengshan, na parede ocidental do desfiladeiro de Jinxia, o Monastério Suspenso (Hanging Monastery) tem encantado visitantes por mais de 1.400 anos. O templo sagrado está localizado em uma altura equivalente a um edifício de quinze andares, incrustado na rocha. Resistindo às mais severas condições climáticas (incluindo um destruidor terremoto, em 1303), o templo se mantém intacto devido à genialidade de sua arquitetura milenar.


A Grande Muralha da China

A mais icônica das atrações chinesa certamente é a Grande Muralha. Estendendo-se magnificamente por mais de 21.000 quilômetros (!!), ela certamente faz jus à sua fama. A construção da Grande Muralha começou por volta de 220 A.C. e continuou até a Dinastia Qing, com o objetivo de proteger o império chinês dos invasores do norte. Com o passar dos anos, a muralha foi expandida e foram construídas novas torres, tornando-a mais eficiente e ainda mais grandiosa. Nos dias de hoje, a Grande Muralha da China é a principal atração turística do país.

Buda de Leshan (Província de Sichuan)

A estátua de Buda localizada nas redondezas da cidade de Leshan é a maior do mundo. Com 71 metros de altura e mais de 27 de largura, foi esculpida por monges budistas há mais de mil anos, em um trabalho que demorou 90 anos para ser concluído. De acordo com as lendas locais, as águas do rio que cerca a cidade eram turbulentas e traiçoeiras, tendo ceifado muitas vidas ao longo dos anos. Após a construção da estátua (numa tentativa de agradar à divindade), as águas de acalmaram e a cidade pode crescer com mais tranqüilidade.

Monte Wudang (Província de Hubei)

As encostas do Monte Wudang são adornadas por magníficos templos, palácios e pontes – todos construídos em harmonia com a natureza do local. O Monte Wudang também é conhecido pelas artes marciais. Tanto o Tai Chi quanto o Wudang Kung Fu surgiram nesse local. Com tanta beleza e tanta história, não é à toa que milhares de visitantes percorrem suas trilhas todos os anos.



Templo de Shi Bao Zhai, margem sul do Rio Yangtze

Localizado na margem sul do poderoso Rio Yangtze, o Templo de Shi Bao Zhai possui 12 andares e foi construído todo em madeira, sem a utilização de nenhum prego. Como o templo conseguiu resistir todo esse tempo às mais duras condições climáticas? O segredo está nas suas janelas, que permitem a passagem do vento durante tempestades inclementes.



Cidade Proibida, Pequim

A Cidade Proibida, localizada na capital chinesa, é o maior dentre os antigos palácios do mundo. Por mais de 500 anos, ele representou o poder político chinês, se estendendo por mais de 650.000 metros quadrados, e contendo quase 10.000 cômodos. A Cidade Proibida foi construída para representar o palácio de Deus no paraíso e, antes do século XX, o público não podia cruzar as suas muralhas (qualquer tentativa era punida com a morte por decapitação). Atualmente, milhões de turistas vasculham o interior da Cidade impunemente.

O POVO....


CONHEÇA AQUI ATRAVÉWS DE VÍDEOS NO DESENVOLTURAS & DESACATOS OS INSTRUMENTOS MUSICAIS MAIS ESQUISITOS

A música é produto da criatividade e engenhosidade das civilizações, mas também é uma expressão de seu desenvolvimento tecnológico. Diferentes materiais e disposições tonais dão um caráter único (ainda que vagamente familiar) aos diferentes instrumentos que apresentamos a seguir. Seja por seu impressionante desenho, seu peculiar som ou sua importância folclórica, estes instrumentos são apenas uma amostra mínima da diversidade musical de nosso planeta.


Fazer um catálogo extensivo dos instrumentos musicais mais estranhos seria um trabalho que precisaria sua própria enciclopédia para ser apresentado. O teórico da realidade virtual, Jaron Lanier, tem uma coleção de mais de 10 mil deles somente da Ásia. No entanto, os que apresentamos a seguir não só são sonoramente particulares, senão que destacam também no aspecto visual, criando uma harmonia ou equilíbrio entre impacto visual e sonoro.

Contrabaixo Balalaika

Conheça os 13 instrumentos musicais mais estranhos do mundo
Desenvolvido na Rússia no século XVII, este instrumento triangular pode ser tocado com os dedos ou palhetas de couro. Capaz de diferentes tonalidades segundo seu tamanho, o balalaika pode ser encontrado em versões prima, secunda, alto, baixo e contrabaixo, o maior de todos.



2. O American Fotoplayer

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Combinação de piano e órgão de fole, o Fotoplayer consistia em uma elaborada maquinaria que incluía tambores e instrumentos de percussão, podia recriar efeitos de som, como o canto de um pássaro ou o disparo de uma arma de fogo, motivo pelo qual é considerado o avô dos sintetizadores modernos. Foi produzido entre 1912 e 1925; apesar de que foram fabricados entre 8 e 12 mil unidades, só 50 chegaram até nossos dias e só 12 estão em condições de uso.



3. Órgão do Auditório Boardwalk

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Em seu momento foi o maior instrumento desenhado e construído. A companhia Midmer-Losh, fabricantes de órgãos precisou de três anos só para terminá-lo, e consiste em um sistema de sete teclados, 1.235 tabuladores, 35 percussões melódicas e 46 não melódicas, 18 trêmulos, 120 pedais de seleção e seis pedais.
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4. Stylophone

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Este mini sintetizador utilizava um stylus analógico para ser executado. Inventado em 1967, mais de três milhões de unidades foram vendidas até 1975.






6. O theremin


O theremin foi um dos primeiros instrumentos musicais eletrônicos. Foi inventado pelo russo Leon Theremin em 1928, e além de seu som, o mais curioso é que o executante não tem nenhum contato físico com ele.





8. Harmônica de vidro

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Este instrumento foi inventado pelo político americano Benjamin Franklin em 1762, um ano após ver Richard Pockrichan interpretando um instrumento feito de cristal em Londres.



9. Crwth

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De procedência galesa, o crwth ou crowd foi tocado em Gales ao menos desde o século 11; só existem quatro daqueles séculos, mas os músicos modernos costumam fazer cópias.




11. Ondes Martenot, ou ondium Martenot, ou ondes musicais

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Este instrumento musical foi inventado em 1928 por Maurice Martenot; as notas são produzidas graças a variações na freqüência oscilatória dos tubos de vácuo. Foi fabricado até 1988. Músicos como Frank Zappa, Arthur Honegger e Pierre Boulez ocuparam o Ondes Martenot em diferentes discos, além de filmes como "Ghostbusters", "Lawrence da Arábia" e "Amélie".



12. Harpa judia ou gewgaw (berimbau de boca no Brasil)

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Deve ser presa entre os dentes ou os lábios e pulsa-se com os dedos. O gewgaw originalmente veio da Ásia e é um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo. Em países como Vietnã ou Camboja é fabricado também de bambu, além de alumínio.
Conheça os 13 instrumentos musicais mais estranhos do mundo




13. Piano desenhado para gente que não pode se levantar da cama

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Qualquer explicação pouco poderia acrescentar à imagem. Foi fabricado na Inglaterra em 1935.


http://www.mdig.com.br/

Ciudadanos admite abster-se para partido mais votado governar Espanha


O líder do Ciudadanos admitiu esta sexta-feira - último dia da campanha eleitoral que o dá em queda - viabilizar um governo do partido que ganhe as eleições de domingo em Espanha, opondo-se a uma coligação que incluísse o Podemos.
 
MIGUEL TONA/EPA
Albert Rivera


O candidato do Ciudadanos à presidência do governo espanhol, Albert Rivera, mostrou hoje abertura para abster-se na votação que o parlamento recém-eleito terá de fazer para escolher o presidente do Governo.
Na primeira votação para presidente do Governo é necessária uma maioria absoluta no Congresso dos Deputados, mas na seguinte basta uma maioria simples.
As sondagens indicam que o PP vai ganhar as eleições, mas longe da maioria absoluta (um mínimo de 176 deputados), com PSOE num segundo lugar ainda desconfortável devido à perseguição próxima do Ciudadanos e do Podemos, muito equiparados mas perto dos 20%.
Rivera considera que deverá permitir que o vencedor das eleições de domingo tenha condições imediatas para começar o seu mandato e avançou que está contra uma coligação de forças políticas que inclua o Podemos, de Pablo Iglesias.
Para Rivera, um catalão constitucionalista, a proposta do partido de Pablo Iglesias de aceitar um referendo sobre a independência da Catalunha equivale a aceitar "quebrar a unidade de Espanha".
Por isso mesmo, disse hoje em Barcelona, caso o Ciudadanos não seja a força mais votada, então "exercerá uma oposição responsável". E especificou: não votará a favor nem de Mariano Rajoy (PP) nem de Pedro Sánchez (PSOE) e não participará num "acordo de legislatura" com um hipotético governo do PP ou do PSOE.
Se não ganhar, sublinhou Rivera, o Ciudadanos ficará na oposição, a "dialogar, lei por lei" com o governo que estiver.
Ao dar a entender que está disposto a abster-se para viabilizar o governo do partido mais votado - "Parece-me correto deixar começar a legislatura", disse - Rivera evitaria, assim, uma situação como vive a Catalunha, sem presidente regional por falta de acordo entre o partido de Artur Mas e a esquerda radical CUP.
Rivera sublinhou ainda que não colocará condições para uma eventual abstenção, porque não lhe parece apropriado "fazer exigências" sem integrar o governo.
Quanto a uma possível coligação "de três, quatro ou cinco partidos" que incluísse o Podemos - e cujo projeto comum admitisse quebrar a unidade de Espanha - Rivera foi mais claro: "Romper Espanha, pôr em perigo a economia de mercado, o Estado social e a continuidade na União Europeia? O Ciudadanos vota contra".
O líder do Ciudadanos descreveu-se assim como "o antídoto contra o imobilismo, a decadência da política e do bipartidismo que se desintegra", mas também contra o "populismo" dos partidos que querem "acabar com tudo".
No domingo, mais de 36,5 milhões de eleitores espanhóis vão às urnas para escolher um novo governo, elegendo 350 deputados em 52 circunscrições. Uma vez formado o novo parlamento, este votará para escolher o presidente do Governo, que até ao momento em Espanha sempre saiu da força mais votada.

Mais de 2,2 milhões de portugueses vivem em privação material


Mais de 2,2 milhões de pessoas vivem atualmente em privação material em Portugal, segundo um inquérito do Instituto Nacional de Estatística, que aponta uma redução de cerca de 425 mil pessoas a viver nesta situação face a 2014.
 

Cabazes com produtos básicos



Os dados constam do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento das Famílias realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre rendimentos do ano anterior das famílias residentes em Portugal.
Considera-se privação material quando um agregado não tem acesso a pelo menos três itens de uma lista de nove relacionados com necessidades económicas e bens duráveis.
Na lista, estão incluídos itens como os atrasos no pagamento de rendas, empréstimos ou despesas correntes da casa, o facto de conseguir ou não comer uma refeição de carne e peixe de dois em dois dias, de ter ou não carro, televisão ou máquina de lavar roupa ou de conseguir ou não fazer face ao pagamento de uma despesa inesperada, entre outros.
Este ano, a taxa de privação material dos residentes em Portugal é de 21,6%, menos 4,1 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2014 (25,7%).
Também a taxa de privação material severa é menor este ano, situando-se nos 9,6%, menos 1 p.p. do que em 2014, adianta o inquérito.
Em 2015, para a maioria dos nove itens considerados, reduziu-se a proporção de residentes que referiram dificuldades económicas, refere o INE, que destaca que 51,3% das pessoas vivem em agregados sem capacidade para pagar uma semana de férias por ano fora de casa (55,5% em 2014).
Segundo o inquérito, 40,7% das pessoas vivem em agregados sem capacidade para assegurar o pagamento imediato, sem recorrer a empréstimo, de uma despesa inesperada próxima do valor mensal da linha de pobreza (42,2% em 2014).
Também baixou de 28,3%, em 2014, para 23,8%, este ano, o número de pessoas que vivem em agregados sem capacidade para manter a casa adequadamente aquecida.
Há ainda 10,1% que vivem em agregados sem capacidade para pagar atempadamente rendas, encargos ou despesas correntes, quando em 2012 eram 12%.
O inquérito refere também que a proporção da população em risco de pobreza ou exclusão social -- pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral 'per capita' muito reduzida ou em situação de privação material severa -- foi de 26,7%, menos 0,8 p.p. do que no ano anterior.
De acordo com o INE, a proporção da população com menos de 60 anos que vivia em agregados familiares com intensidade laboral 'per capita' muito reduzida foi de 10,9% em 2014 (menos 1,3 p.p. do que em 2013).
Consideram-se em intensidade laboral muito reduzida todas as pessoas com menos de 60 anos que, no período de referência do rendimento, viviam em agregados familiares em que a população adulta entre 18 e 59 anos (excluindo estudantes) trabalhou em média menos de 20% do tempo de trabalho possível.
A estratégia Europa 2020 define, entre outros objetivos, a redução de, pelo menos, 20 milhões de pessoas a viver em risco de pobreza ou exclusão social na União Europeia até 2020.
Neste âmbito, foi definido um indicador relativo à população em risco de pobreza ou exclusão social que conjuga os conceitos de risco de pobreza relativa - pessoas com rendimentos anuais, por adulto equivalente, inferiores ao limiar de pobreza -- e de situação de privação material severa, com o conceito de intensidade laboral 'per capita' muito reduzida.

Costa diz que maioria da TAP voltará para Estado mesmo sem acordo


O primeiro-ministro, António Costa, afirmou, esta sexta-feira, em Bruxelas, que o Estado retomará a maioria do capital da transportadora aérea TAP mesmo sem acordo com os compradores privados.
 

David Neeleman (e Humberto Pedrosa, os novos donos da 
TAP

Em conferência de imprensa, António Costa referiu que a negociação tem que continuar e espera que "haja um acordo", mas alertou que a execução do programa do Governo avançará mesmo sem acordo. António Costa sublinhou que "se não for com o acordo, é sem o acordo".

"Eu acho que o resultado final vai ser esse (privados com a minoria), espero que seja feito por acordo", afirmou o governante, garantindo que o "Estado retomará 51% do capital da TAP".
"Estou certo de que será feito por acordo e que, independente de declarações negociais que sejam feitas, o resultado final será a contendo de todas as partes", disse.
"A execução do programa do Governo não está sujeita à vontade de particulares que resolveram assinar um contrato com o Estado português, nas situações, no mínimo precárias, visto que estavam a assinar com um Governo que tinha sido demitido na véspera", disse o primeiro-ministro numa referência à transportadora aérea TAP.
Na quinta-feira, o empresário Humberto Pedrosa, acionista maioritário da Atlantic Gateway, reuniu-se com o Governo para o primeiro encontro oficial sobre a recuperação da posição maioritária do Estado.
Após o encontro, Humberto Pedrosa afirmou que o seu projeto "não se adapta" com uma posição de minoria.
"O nosso projeto não se adapta com minoria", afirmou o empresário, acrescentando: "Estamos a conversar [com o Governo]. Isto foi uma primeira conversa, com certeza que o Governo não quer fechar a porta e nós não queremos fechar a porta".
O acordo de conclusão da venda direta de 61% do capital da TAP foi assinado no dia 12 de novembro entre a Parpública, empresa gestora das participações públicas, e o agrupamento Gateway, na presença da então secretária de Estado do Tesouro, Isabel Castelo Branco, do então secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Miguel Pinto Luz.

VÍDEO -“SÓ QUEM DEFENDE A EDUCAÇÃO COMO UM NEGÓCIO PODE DEFENDER O TOP DE VENDAS QUE É O RANKING ESCOLAR”


No debate em torno dos Rankings Escolares e Políticas Educativas, Miguel Tiago afirmou que "não há rankings nem comparações que possam ser justas, baseados num sistema que não seja ele próprio justo. Enquanto persistirem as injustiças que dão origem às assimetrias, sejam elas regionais, sociais e económicas, não é justo medir pela mesma bitola aquilo que é diferente."

O MUNDO MARAVILHOSO DOS GRAFFITIS - 18DEZ2015