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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

[Escândalo] “ O ex-chefe da DST: Valls recusou receber a lista dos jiadhistas franceses por motivos ideológicos ”

 

 

 

Selecção, tradução, notas e montagem por 

Júlio Marques Mota

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[Escândalo] “ O ex-chefe da DST:  Valls  recusou receber a lista dos jiadhistas franceses por motivos ideológicos ”

Olivier Berruyer,  [Scandale] “L’ex-chef de la DST : M. Valls a refusé la liste des djihadistes français pour des raisons idéologiques

Les-Crises.fr, 19 de Novembro de 2015

(CONCLUSÃO)

Enfim, se falam de Valls, eu imagino a porteira da kamikaze ou da sua infância …

Valls - XI
Valls - XII

Senti como que um murro no estômago ao  ver até onde vão “os cães de guarda”. Não me venham falar de união nacional durante uma situação de  Estado de emergência, esta clique de pilotos irresponsáveis que esmagou o nosso avião, 130 passageiros morreram, mas pede-se-nos, a nós sobreviventes, de subirmos para um avião com os mesmos pilotos em nome da união nacional com a companhia aérea em questão, não obrigado!

Acessoriamente, a embaixada da França não é reaberta em Damasco, e assim  nós não cooperamos absolutamente nada com Assad. Por  conseguinte, nunca chegaremos a ter esta lista  que contem talvez a identidade de  kamikazes actualmente escondidos na sombra. Talvez, pessoalmente não sei nada. Mas é possível. Quem questiona este problema junto do executivo? Quem é que lhe pede contas? Poderiam e com  urgência  oferecer uma estada na França a Bob Woodward e Carl Bernstein, de maneira que pelo menos DOIS jornalistas corajosos pudessem questionar  o executivo, fazendo o seu verdadeiro papel de  4º poder – estou de acordo para contribuir…

Recordo por conseguinte que este sítio não tem vocação de  substituir toda a imprensa francesa para informar o país sobre as acções irresponsáveis do executivo (Hollande  como Sarkozy, responsável do caos Líbio e dos primeiros delírios na  Síria –  e “Ouvir Bernard-Henri Lévy prejudicar  gravemente a saúde dos nossos concidadãos ”). É pois  necessário que a Imprensa e os Cidadãos reajam  (divulguem estes  artigos, redijam  comentários sobre os meios de comunicação social mainstream, etc.).

Se não reagirmos, isto irá  terminar como no  11 de Setembro nos Estados Unidos: uma política dedicada ao malogro e amplificando os problemas, e NENHUM responsável sancionado  – e, no caso francês, com  novos atentados…

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Quarcini: “ Manuel  Valls recusou a lista dos jihadistas franceses por razões ideológicas”

Valls - XIII
Afirmações recolhidas por  Louis de Raguenel, Valeurs Actuelles, 19/11/2015

Os serviços de informações franceses estavam prontos?

Claramente, sim. Estava  previsto desde os atentados de Bombay, em 2008, que tais acções coordenadas e determinadas se façam  também  sobre o território francês e que a ameaça se instala  no tempo longo.   Sabíamos que íamos ter de aumentar a nossa capacidade de resposta para fazer face à este tipo de atentado. Não houve nenhuma surpresa. Em contrapartida, os serviços franceses pagam as consequências de certas decisões políticas. Como   Hollande trata  Bachar al-Assad com todos os adjectivos, os serviços sírios já não querem mais cooperar com os serviços franceses.

Como trabalham os nossos serviços, então?

Somos obrigados a recorrer a  parceiros estrangeiros que nos eles desejam. Sem estas recusas  ideológicas, talvez pudéssemos evitar  que dramas se  produzam.

Propôs ao vosso antigo serviço há dois anos atrás transmitir-lhe uma lista dos Franceses que combatem na Síria. Porque acha que recusaram?

Há já dois anos, os serviços sírios tinham-me proposto efectivamente uma lista dos Franceses que combatem na Síria. Eu tinha  falado ao meu antigo serviço que  disso deu conta a  Manuel Valls. A condição dos Sírios era que a França aceite cooperar de novo com os seus serviços de informações.  Deparei-me com  uma recusa por razões ideológicas. É pena, porque a proposta era um  bom anúncio para renovar as nossas relações e sobretudo  para conhecer, identificar e supervisionar todos os Franceses que transitam entre o nosso país e a Síria. Resultado: não se sabe nada deles e perde-se muito tempo pedindo informações às agências alemãs, que nunca se deslocam a lado nenhum  mas também aos  jordanos, russos, americanos e turcos. Não se está mais,  de modo nenhum,  no plano  do concreto..

Considera que estamos a  pagar as consequências?

Consciente destes erros políticos e diplomáticos, os  islamitas de Dae’ch cometeram um atentado notável. Porque se passa em  Paris, numa região ultra protegida, exactamente antes da Cop21, com alvos trabalhados e por ocasião do concerto de um grupo americano que acaba  justamente de chegar de Israel. Os jihadistas atingiram toda a gente. Em face de  tais ataques e tendo em conta as tomadas de posição do governo, é difícil que os serviços de informações antecipem  de maneira precisa a passagem à acção.  Os atentados deram-se. Mas quem sabe se os comanditários desejavam  verdadeiramente passar à acção ?

Aquando dos atentados de Paris, não houve disfuncionamentos entre a DGSI e a DGSE?? 

O inquérito revela que se trata seguramente da pista de uma fileira franco-belga, ligada à  Síria que atingiu metodicamente a França. Para a DGSI, que conheço efectivamente por ter sido o seu director central, sei que entre as agências de informações internas francesas e belgas, as relações são estreitas. Mas interrogo-me: qual foi  o trabalho da DGSE sobre as fileiras sírias compostas de Franceses na  Europa?

Certos atores franceses dos serviços de informações ainda não o compreenderam: já não há mais diferenças hoje entre a ameaça interna e à que vem do exterior. É necessário imperativamente que haja  cooperação reforçada  entre estes dois serviços. Há vários meses, tínhamos identificado o formador de Mohamed Merah que tinha  residido na Bélgica. Sabíamos que formava todos os comandos europeus e tínhamos solicitado à  DGSE “que o neutralizasse” mas não se fez nada… felizmente, ele finalmente tinha sido “dronado” pelos Americanos, mas bem depois.

Diz-nos  que a Bélgica é “uma plataforma do terrorismo”…

Efectivamente,  este país é a base de retaguarda do terrorismo na Europa. Os terroristas marcam encontros pela Internet para partirem e ir fazer a  Djihad e encontram-se na Bélgica para passar  à acção. É necessário efectivamente compreender que o Estado belga não tem o mesmo estado de estabilidade que nós temos em  França, ainda que os seus serviços de informações  internas  trabalhem  muito bem  connosco.

Acusa a  imprensa de escrever sobre não se sabem o quê, sobre  as fichas S…

Sim, é necessário partir novamente de zero: uma ficha “S” é um levantamento de dúvidas, atribuída  a  um indivíduo quando está sob os ecrãs radares e que não fez nada de repreensível para o interpelarem. As fichas permitem observar este indivíduo durante vários meses e identificar se este apresenta  uma perigosidade específica, pelo seu modo de vida, pelas suas companhias  e pelas suas  viagens, e se deve ser alvo de meios de  meios operacionais mais pesados em termos de vigilância. A ficha está vocacionada para  ser actualizada pelos serviços do Estado que intervêm diariamente  (passagens de fronteira, controlos rodoviários) e que cruzam este indivíduo. A ficha pode enriquecer-se mas também empobrecer-se para finalmente ser suprimida. As fichas S vivem.

Não há um melhor meio para controlar estas pessoas perigosas?

Em face destas pessoas, é necessário aplicar medidas administrativas firmes. Como não nos podemos ocupar de toda a gente  não se deve hesitar a colocar  sob o controlo de um juiz administrativo e determinar a situação de  residência vigiada ou até de  impor a aplicação da  bracelete electrónica, a de retirar os passaportes, a de colocar em centros de  des-radicalização, ou a de  expulsar. Isto permite saber uma coisa:  saber onde são e o que fazem para evitar que passem à acção.

Desde há três anos que o senhor censura o governo de andar a perder tempo  …

É incompreensível: entre o ataque de Mohamed Merah e o trabalho muito completo efectuado pelas comissões de inquérito parlamentares, e o crime  contra Charlie Hebdo, pôs-se em relevo as necessidades necessárias para a acção dos serviços de  informações  mas perdeu-se um tempo louco para reagir dado que estas medidas têm sido postas  em prática apenas a partir de Janeiro de 2015! Nos serviços, um mês perdido provoca um ano de perda de tempo! Entretanto, o inimigo prepara-se e atinge-nos. on a mis en

Que é necessário fazer para evitar um novo atentado?

É necessário acelerar os modos de recrutamento no domínio dos analistas. Sobretudo, parar de andar a fazer divulgação. Os bombardeamentos  anunciados na noite de domingo passado são importantes mas não significativos em relação às pessoas operacionais que ameaçam directamente a Europa e a França. Além disso, nas suas declarações, Manuel Valls não anunciou nada de novo. A panóplia de medidas de que ele fala existe desde há anos. Em 1994, eram já aplicadas contra o GIA, o terrorismo islamita argelino! Deixemos de andar a falar, coloquemo-los no seu lugar !

Em matéria de política europeia, é necessário criar um ficheiro dos passageiros aéreos, um serviço  reclamado desde há  vários anos. É necessário imperativamente restabelecer os controlos nas  fronteiras de maneira duradoura e colocar meios para bloquear a circulação das armas que vêm do norte e do leste do continente. Para colocar o terrorismo de  joelhos, devemos reflectir ao restabelecimento do serviço militar obrigatório, porque a polícia, os serviços da guarda e o exército estão sobre mobilizados por toda a parte. Sobre a questão  do fundamentalismo, a polícia deve controlar melhor os imams e não mais  hesitar, sob o controlo da justiça, em mandar parar e  expulsar aqueles  que pregam o ódio. Além disso, os responsáveis muçulmanos devem dizer alto e bom som quais são as suas  posições, assinalar todos os indivíduos  desviantes e não manter  a mínima ambiguidade com o Islão radical.

O período da pós-guerra frio acabou.  Estamos agora no terror e no terrorismo de massa. É o guerrilha que chega à  França. Mas sejamos  realistas, a solução não é apenas policial; é igualmente política e diplomática, em ligação com os nossos tradicionais aliados, a Europa bem como com os países árabes.

Propos recueillis par Louis de Raguenel, Valeurs Actuelles, 19/11/2015

Uma montagem de diferentes textos, de diferentes fontes mass em que os elementos centrais foram obtidos em  www.les-crises.fr/  e sobretudo o trabalho disponível em:

http://www.les-crises.fr/scandale-lex-chef-de-la-dst-m-valls-a-refuse-la-liste-des-djihadistes-francais-pour-des-raisons-ideologiques/
________

http://aviagemdosargonautas.net

Venezuela: Após direita vencer eleições, produtos escondidos aparecem nos supermercados

acaparado






Venezuela - Diário Liberdade - Logo após o resultado daseleições legislativas do último dia 6 de dezembro, em que a direita opositora conquistou maioria qualificada na Assembleia Nacional, usuários das redes sociais na Venezuela vêm denunciando que os produtos antes escondidos nos armazéns dos supermercados estão, aos poucos, aparecendo. Mas estão com o prazo de validade vencido.

Segundo as denúncias de vários cidadãos, houve uma aparição repentina de produtos antes em falta. Além disso, com a data de validade dos produtos vencida, isso revela que não havia um “desabastecimento” ou uma dificuldade na produção por causa da crise econômica, mas sim uma verdadeira estocagem dos produtos básicos para o povo venezuelano por parte das grandes redes de supermercados. Há meses isso vem sendo denunciado pela população e também pelo governo venezuelano, como uma “guerra econômica” para desestabilizar o governo.

Além disso, como está sendo discutido nas redes sociais daquele país, o aparecimento repentino dos 
produtos antes “raros” nas prateleiras dos 
supermercados ocorre logo após a vitória da 
oposição nas eleições legislativas. 
Ou seja, a guerra econômica das grandes empresas 
serviu para desestabilizar o país e culpar 
o governo venezuelano pela falta de produtos 
básicos, o que foi talvez o principal motivo da 
derrota chavista nas eleições. 
Mas, como num passe de mágica, quando a 
direita vence, rapidamente os produtos aparecem.
Uma das empresas denunciadas por estocar 
produtos e não disponibilizá-los para a população 
é a Heinz, empresa alimentícia famosa por produzir 
ketchup. Ela anunciou neste domingo (13) 
que retomaria a produção, após meses de inatividade.

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No começo de dezembro, o presidente 
venezuelano Nicolás Maduro ordenou a 
inspeção da empresa, após os trabalhadores de 
uma das fábricas da Heinz 
informarem que o estabelecimento estava 
operando normalmente mas os donos se 
negavam a permitir a produção das mercadorias.
Segundo a Telesur, no sábado (12) o 
sindicato de trabalhadores da Heinz informou 
que após vários meses de tentativas em vão 
para alcançar um contrato coletivo com 
a empresa, finalmente na quarta-feira 
(09) eles conseguiram um acordo e começarão 
a trabalhar. Apenas três dias depois da 
vitória da oposição, a fábrica aceitou entrar em 
um acordo com os funcionários para voltar à 
produção, o que significa, reforçado com as 
informações anteriores, que o problema não 
é a escassez de produtos mas sim uma má 
vontade das grandes empresas em produzir e 
distribuir as mercadorias, colocando a culpa 
no governo pela “crise de abastecimento de produtos”.

vídeo








Um dado importante é que a Heinz é 
uma empresa estadunidense e sua proprietária 
é Teresa Heinz Kerry, esposa do secretário de 
Estado dos Estados Unidos, John Kerry. 
O governo dos EUA, desde a chegada de 
Hugo Chávez à presidência da 
Venezuela, vem organizando ações 
desestabilizadoras e golpistas contra 
este país, financiando a oposição e impondo 
restrições à sua economia, ao mesmo 
tempo em que culpa o governo venezuelano 
por tudo o que há de errado no país.

A Heinz não é a primeira empresa 
comandada por inimigos do governo 
e do povo venezuelanos a estocar produtos 
como parte da guerra econômica. 
Em janeiro, mais de mil toneladas de 
alimentos foram encontradas estocadas em 
um galpão da empresa de distribuição 
Herrera S.A., que detém o monopólio na 
distribuição de produtos básicos de 
marcas como a Kellog's ou a Nestlé na Venezuela.
Essa empresa tem como um de seus 
acionistas a companhia Diamante Trading 
Investments LTD, representada por Peggy 
Carolina Ordaz Quijada, membro do partido 
Vontade Popular. Este partido faz parte da 
MUD (Mesa de Unidad Democrática), 
coligação que venceu as eleições recentes. 
A principal figura do Vontade Popular é Leopoldo 
López, que foi preso responsável pela 
geração dos protestos de 2014 que causaram 
mais de 40 mortes e incendiaram prédios 
públicos, exigindo a queda de Nicolás 
Maduro da presidência do país.


www.diarioliberdade.org

Empresa de médicos levantou suspeitas - Clínico assume que poderá ter trabalhado doente para colmatar faltas em zonas carenciadas.




Empresa de médicos levantou suspeitas 

Clínico assume que poderá ter trabalhado doente para colmatar faltas em zonas carenciadas.

 Uma empresa que fornecia médicos para centros de saúde e hospitais esteve na origem do processo de investigação que levou à acusação de cinco clínicos por uso e passagem de atestado falso, que começaram ontem a ser julgados no Tribunal de Portimão. 

Durante a primeira sessão de julgamento, os cinco médicos aceitaram falar perante o coletivo de juízas. "Sempre que pedi atestado estava mesmo doente. 

Só fui trabalhar doente foi para colmatar faltas em zonas carenciadas", explicou Diogo Bettencourt Barcelos, acusado pelo Ministério Público de pedir atestados médicos a colegas para justificar faltas no Centro de Saúde de Albufeira, em dias em que o seu nome estava em escalas de vários centros de saúde e hospitais no Alentejo. "A nível administrativo sou um zero. Poderá ter sido um colega que foi no meu lugar em nome da empresa", justificou o clínico, que alega que alguém poderá ter usado a sua identificação para entrar nos sistemas informáticos das unidades de saúde. 

A Administração Regional de Saúde do Algarve abriu um inquérito para averiguar as suspeitas referentes à empresa gerida por Diogo Barcelos. "Fui mandatado para fazer um inquérito mas não encontrei factos que comprovassem que era ele que estava a trabalhar noutros locais, nem que houve má-fé ao serem passados os atestados pelos colegas", explicou José Geraldes Simões, que esteve na direção do Centro de Saúde de Albufeira. A denúncia chegou depois à Polícia Judiciária que investigou as suspeitas. 

Os quatro colegas que passaram atestados considerados falsos e que também estão a ser julgados confirmaram que o clínico sofria com dores permanentes devido a "hérnias cervicais e lombares" e tinha problemas de "ansiedade e depressão"

http://www.cmjornal.xl.pt

BANIF - MAIS UMA FACTURA BANCÁRIA


Ângela Ferreira, Bárbara Bulhosa e Maria João entre as cinco Criadoras de Cultura 2015

A artista plástica Ângela Ferreira, a editora livreira Bárbara Bulhosa, a coreógrafa Madalena Victorino, a cantora Maria João e a produtora cinematográfica Maria João Mayer, são as cinco distinguidas como “Mulheres Criadoras de Cultura”, em 2015, anunciou hoje o Governo.
O galardão vai ser entregue pelas secretárias de Estado da Cultura, Isabel Botelho Leal, e para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, na segunda-feira, às 11h30, na sala D. Luís do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa.
“O objetivo [do prémio] é distinguir mulheres que se têm notabilizado em vários domínios da produção cultural em Portugal, e promover uma visibilidade equilibrada entre homens e mulheres, isenta de estereótipos e preconceitos”, segundo o comunicado divulgado pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, do Ministério da Cultura.
Ângela Ferreira  
 
Ângela Ferreira, vencedora do Prémio Novo Banco Photo 2015, que este ano expôs individualmente em Lisboa, Guimarães, São Paulo, Londres e Cidade do México, entre outras cidades, nasceu em Moçambique, em 1958, formou-se na Michaelis School of Fine Arts, na Cidade do Cabo, África do Sul, e tem-se distinguido pelo trabalho de reflexão sobre o impacto do colonialismo e do pós-colonialismo nas sociedades contemporâneas.
Segundo o Parque de Escultura Contemporânea de Vila Nova da Barquinha, no Ribatejo, “foi a primeira a eleger a questão do passado colonial como temática artística”. Ângela Ferreira está representada em diversas coleções em Portugal, nomeadamente na da Fundação EDP, em Lisboa, e também em Espanha, França, África do Sul, Itália e Alemanha.
 
Bárbara Bulhosa 
 
 
Bárbara Bulhosa, 43 anos, é diretora e fundadora da Tinta-da-China, casa editora presente há dez anos no mercado português, e esteve anteriormente na direção das Livrarias Bulhosa.
Lançou a edição portuguesa da revista literária Granta, publica Fernando Pessoa, Oblamov e Hasek, clássicos de Dickens e Diderot, autores como Dulce Maria Cardoso, Paulo Varela Gomes, Teresa Veiga ou Michel Laub. Enfrentou uma queixa de generais angolanos, pela publicação de “Diamantes de sangue”, de Rafael Marques, e afirmou que é uma editora “independente” e que não está “ao serviço de ninguém”.
 
 
Madalena Victorino 
 
 
A coreógrafa Madalena Victorino, com trabalho como pedagoga e progrmadora cultural, estudou dança contemporânea na London School of Contemporary Dance e, em 1980, obteve o grau de professora de Dança na no Goldsmith’s College 1, Laban Centre for Movement and Dance, da Universidade de Londres.
Maria João  
 
Maria João, de 59 anos, é cantora de jazz, estudou na escola do Hot Clube de Portugal, em Lisboa. Em 1991 colaborou com o grupo Cal Viva, de Calos Bica e José Peixoto, e em 1994 formou duo com o pianista Mário Laginha, com quem continua a atuar. Trabalhou com músicos como Aki Takase e Niels Henning Orsted-Pedersen, Ralph Towner e Dino Saluzzi, David Linx e Diederik Wissels, entre outros. Tem um total de 22 discos, em nome próprio, o mais recente intitula-se “Plástico” (2015).
Maria João Mayer 
 
 
Maria João Mayer é produtora de cinema há mais de dez anos, tendo trabalhado com realizadores como Manoel de Oliveira, Margarida Cardoso, Sérgio Tréffaut, Fernando Lopes. Produziu “Montanha”, a primeira longa-metragem de João Salaviza, depois de ter produzido as curtas-metragens do realizador, nomeadamente “Arena”, que ganhou a Palma d’Ouro do Festival de Cannes, em 2009, e “Rafa”, que venceu o Urso d’Ouro do Festival de Berlim, em 2012. Também produziu a curta-metragem “Um dia frio”, de Cláudia Varejão, que participou nos festivais de Locarno, na Suíça, e Clermont-Ferrant, em França.
Este é o terceiro ano em que é entregue esta distinção, no âmbito do V Plano Nacional para a Igualdade-Género, Cidadania e não Discriminação.
Nos dois anos anteriores foram distinguidas a designer de moda Alexandra Moura, a ilustradora Danuta Wojciechowska, a atriz Glória de Matos, as artista plásticas Graça Morais e Joana Vasconcelos, a realizadora Teresa Villaverde, a maestrina Joana Carneiro, a bailarina Anna Mascolo, a declamadora Germana Tanger e a arquiteta Inês Lobo.
observador.pt

VÍDEO - UM ESPECTÁCULO ! - DUELO PAVAROTTI e FREDIE MERCURY INTERPRETADOS POR UM SÓ HOMEM




Você já imaginou como seria um épico encontro de 
Luciano Pavarotti e Freddie Mercury? Pois não precisa 
imaginar mais, graças a Marc Martel
Estas duas figuras musicais marcaram a aprendizagem e 
as aspirações deste cantor canadense. 
Lamentavelmente nunca conseguimos ver em vida 
uma colaboração destes dois grandes artistas e por isso 
Marc criou uma peça musical gravada em apenas uma 
tomada onde podemos ver como interpreta as vozes de 
seus ídolos em um dueto simulado. O resultado da 
interpretação da ária "Nessun Dorma" pelo duo que 
Martel chamou sugestivamente de Mercurotti satisfaz de 
longe nossos desejos.

VÍDEO






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DOIS PINTORES, DOIS ESTILOS - ARTHUR BRAGINSKY e COLLIN BOGLE



Arthur Braginsky!
ARTHUR BRAGINSKY , nasceu em Mukachevo (Ukrânia) em 1965 e graduou-se na Escola de Arte de Mukachevo em 1982 . Posteriormente estudou no Instituto Poligráfico de Fedorov . Trabalhou no Teatro Dramático Russo como decorador . Atualmente vive na Ukrânia e já expôs em vários países, como Alemanha, Hungria, França, Áustria , França e Bulgária.Imagens: Arthur Braginsky Painting Gallery.









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id_514_Sunset_landscape_oil_paintings_bArthur Braginsky
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Arthur Braginsky
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