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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Praia de Faro terá novos acessos e estacionamento antes do Verão


Praia de Faro_PassadiçoA obra de construção de um passadiço pedonal e ciclável de acesso à Praia de Faro, inserida na requalificação do troço de estrada entre a chamada curva do Aeroporto e a ponte, e a empreitada de construção de um Parque de Estacionamento exterior a esta zona balnear da capital algarvia, foram consignadas na sexta-feira pela Sociedade Polis Ria Formosa.
O presidente da Câmara de Faro Rogério Bacalhau não esconde a sua satisfação pelo lançamento de obras que há muito pedia e espera, agora, que «comecem já este mês e que tudo esteja concluído antes do Verão».
Tendo em conta os prazos de execução das obras, cujos autos de consignação foram já assinados, tudo indica que assim será. A construção de um Parque de Estacionamento exterior à praia, junto ao Aeroporto de Faro, está prevista durar 5 meses e custará 815 mil euros. Já a requalificação do acesso rodoviário à ponte e o passadiço que o passará a ladear devem demorar 7 meses a ser concluídos e obrigarão a um investimento de cerca de 543 mil euros.
Praia de Faro_estacionamento exterior















«O Tribunal de Contas já visou os dois contratos e há financiamento garantido. Uma fatia do dinheiro é a parte do capital social da Polis com que a Câmara entrou, a restante verba é garantida pelo Estado», explicou Rogério Bacalhau, em declarações aoSul informação.
«Foi muita pressão, mas conseguiu-se. Agora, é preciso é que comecem depressa», desejou.
Esta é uma intervenção que há muito é reclamada pela Câmara e população farense, reivindicação que ganhou força a partir do momento em que foi anunciado que a construção de uma nova ponte para a Praia de Faro iria ser adiada indefinidamente, numa altura em que já estavam a decorrer demolições nas zonas poente e nascente deste núcleo.
As demolições são, de resto, um assunto que criou mau sangue entre os eleitos e a população da Ilha de Faro e a Sociedade Polis. Isso levou a que a Câmara de Faro aprovasse uma moção, em que mandatava o presidente do executivo para votar contra a continuidade da Polis Ria Formosa, que se extinguirá no final de 2015, caso os seus associados (autarquias de Faro, Olhão, Loulé e Tavira e Estado) não decidam pela extensão do seu “prazo de vida”.
Mesmo na eventualidade de ser decidida a extinção da Polis, nas próximas semanas, a obra não está em causa, garante Rogério Bacalhau. «Mesmo que se decida pela sua extinção no dia 31 de dezembro, a Sociedade não acaba no dia seguinte. Há um processo para o fazer, que pode demorar meses. E há que decidir o que se fará com todo o património da Polis, já que há várias obras a correr e contratualizadas», ilustrou o edil.
Assim, dentro de mais ou menos cinco meses, a população de Faro e os que visitam o concelho podem contar com uma nova bolsa de estacionamento num terreno que se estende desde os terrenos limítrofes do aeroporto até ao acesso à praia.
«Com esta intervenção, pretende-se aliviar a carga de viaturas sobre o sistema dunar da Praia de Faro, sobretudo no auge da época balnear, quando a procura é muito mais elevada, tornando o estacionamento existente insuficiente, o que dificulta a acessibilidade ao espaço público e à praia», ilustrou a Câmara de Faro, numa nota de imprensa.
Projeto da nova ponte de acesso à Praia de Faro













Quanto à requalificação do Acesso à Praia de Faro, inclui a obra na estrada de alcatrão, já existente, bem como «a construção de um passadiço em madeira pedonal e ciclável, que funcionará como elo de ligação entre o parque de estacionamento exterior e a praia de Faro». «Esta infraestrutura será construída paralelamente à via automóvel e proporcionará a contemplação e valorização da paisagem envolvente», segundo a autarquia.
O edil farense lembrou que, no Verão, já há muitas pessoas que optam «por estacionar o carro na estrada de acesso, de forma desgarrada, e seguir a pé para a praia, sem quaisquer condições de segurança».
Para Rogério Bacalhau, para esta “prenda de Natal” ser perfeita, só falta mesmo uma nova ponte. «Fica a faltar uma ponte nova. Vamos ver qual a evolução em relação à Polis, para ver se é possível avançar com a obra em breve. De qualquer forma, conseguimos duas em três, no que toca a obras nos acessos à Praia de Faro», considerou Rogério Bacalhau.
www.sulinformacao.pt

O Jornalismo ainda é um pilar da democracia?

 

jornaisO encerramento da empresa angolana Newshold detentora dos jornais i e Sol, levou ao despedimento de cerca de 120 pessoas, das quais 66 transitarão para uma nova empresa detida pelo ex-administrador Mário Ramires se aceitarem as drásticas condições impostas por este para a manutenção dos dois títulos .
Costuma dizer-se que o capital não tem pátria. Mas o problema é que o capital tem donos e rostos e esses têm história e passado e isso conta quando se trata de avaliar as condições de independência política e solidez económica para deterem empresas jornalísticas que assegurem o pluralismo e a diversidade no quadro ético-legal em que se inserem.
O que está a acontecer nos jornais i e Sol mostra que o interesse da Newshold, detida pelo empresário angolano Álvaro Sobrinho, ex-presidente do BES Angola, nos media portugueses não era apenas um projecto jornalístico nem um investimento de natureza económica, uma vez que ambos os jornais foram sempre deficitários. Temos então de constatar que outros interesses moveram  Álvaro Sobrinho, personalidade ligada ao mundo político e financeiro em Portugal e em Angola. A posse de dois jornais em Portugal conferiram-lhe um poder de influência e de combate político que provavelmente considerou estar agora esgotado. Manter os dois jornais serviu a sua estratégia durante um determinado tempo, após o qual suportar os prejuízos não se terá justificado.
A Newshold tem em Portugal um historial muito pouco transparente quanto à identidade dos seus accionistas, durante muito tempo desconhecida do público e dos próprios jornalistas da empresa. Já então se adivinhava que o projecto não era jornalístico mas sim político, independentemente das intenções e até da qualidade de muitos dos profissionais que o apoiaram e o fizeram.
A decisão de encerrar abruptamente o Sol e o i, lançando no desemprego mais de uma centena de trabalhadores devia servir de aviso a jornalistas e outros trabalhadores dos media para não embarcarem em projectos sem viabilidade económica oriundos de entidades cujos interesses nos media não são claros nem transparentes. Criar jornais não pode ser uma arma contra ou a favor de interesses particulares.
A crise da imprensa  não pode ser encarada apenas como um problema dos accionistas e dos jornalistas. É sobretudo um problema de um modelo que não encontrou ainda uma alternativa ao modelo de negócio tradicional. Os cidadãos procuram e encontram informação gratuita nas redes sociais, o jornalismo distingue-se cada vez menos de outras formas de escrita, dar “notícias” está ao alcance de todos, a publicidade investe sobretudo na televisão novas plataformas e nos novos media.
Os jornais, tal como os conhecemos hoje, não desaparecerão mas estarão cada vez mais confinados a nichos. O jornalismo sobreviverá na internet mas resta saber se continuará a ser um pilar da democracia.

vaievem.wordpress.com

PAULO NOJO RANGEL OU…


… ou o esplendor 
da mentira e da calúnia !

No Público de hoje, Paulo Rangel volta a fazer a enésima demonstração da sua visceral desonestidade política. Afirma ele que «tenho repetido muitas, em escritos e na televisão ( e ainda o fiz na semana passada): no Parlamento Europeu a extrema-esquerda e a extrema -direita votam quase sempre no mesmo sentido. (….) Sim, o Bloco de Esquerda e o PCP, no Parlamento Europeu, têm uma identidade de posições quase sistemática com a direita radical, nacionalista, proteccionista e antieuropeia».

Sobre esta infâmia, e a respeito da FN, algumas breves notas:

1. Paulo Rangel bem podia ter-nos lembrado o tempo em que Mitterrand, na ilusão de «lixar» a direita, fazia telefonemas ao presidente da televisão estatal para que Jean-Marie Le Pen fosse entrevistado.

2. Paulo Rangel bem nos podia ter lembrado quantas alianças locais e regionais a direita francesa fez, repetidas vezes, coma Frente Nacional.

3. Paulo Rangel bem nos podia ter contado o que muito sabe, a saber, que sob a direcção de Marine Le Pen, a FN empreendeu em palavras uma viragem absolutamente demagógica de cópia, em matérias sociais e outras, das posições do PCF e do Front de Gauche.

4. Paulo Rangel, se queria bater a tecla de uma inventada identidade, podia ao menos, por razões de antiguidade sentenciar antes que é a FN que tem uma identidade com o PCP ou o PCF e não o seu contrário.

5. Paulo Rangel sabe perfeitamente que em França nenhuma outra força combate com mais determinação e coragem a Frente Nacional do que o PCF. Mas, como ele nunca o contará, que se assoe a este simples guardanapo (um panfleto do PCF nas recentes eleições regionais):

(clicar para ler melhor)

Se encontrar um destes na sua casa, não se aproxime!


Clathrus-Archeri-fungo-alien-1
Se você encontrar um destes ‘ovos’ em seu quintal, recomendamos que não se aproxime. 

Mas… O que será este estranho ser que se parece com um ovo de alien?
Quem não teria medo de ver uma destas coisas repugnantes no seu quintal?

O Clathrus archeri ou “Dedos do Diabo” parece ser um alienígena horrível. Mas não é originário do espaço exterior, mas sim da Austrália e da Nova Zelândia.
Também não são embriões pequenos de alienígenas que abrirão a ‘placenta’ e pularão em você. Na verdade eles são inofensivos cogumelos. Especificamente, o fungo Phalloide.
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E estes devem parecer mais “normais” quando “chocam”, certo? Errado!
Eles continuam parecendo um monstro horrível de desenhos animados que veio para a Terra semear o mal e causar destruição entre nossa “pacífica civilização”.
Mas agora o nome “Dedos do Diabo” começa a fazer sentido. Muito estranho! À medida que amadurece, o “casulo” é rompido por uma série de tentáculos vermelhos aterrorizantes.
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E à primeira vista, eles se parecem com algum tipo de demônio tentando vir ao mundo, mas são completamente benignos (exceto se você devorá-los, é claro).
Os quatro tentáculos são cobertos com um tecido viscoso, com cheiro forte, com a intenção de atrair moscas.

No entanto, o fungo não é carnívoro. Em vez disso, contamina as moscas com esporos, tornando-as agentes de dispersão.
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Os outros membros do gênero Clathrus também são muito fascinante. Por exemplo, o ruber Clathrus, que se expande neste estrutura treliçada incrível.
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E um outro primo, o fusiformis Pseudocolus, incrivelmente se parece com a prole de um homem lula monstruoso…
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Portanto, você não deve se aproximar, já que eles são muito sensíveis e podem ser danificadas facilmente. É melhor admirar esta incrível obra da natureza de uma distância segura.
popsapiens.net

MOTORISTAS UCRANIANOS ESTÃO ECONOMIZANDO NO COMBUSTÍVEL COM CARROS MOVIDOS A LENHA

Com o advento de uma crise energética e o aumento do custo da gasolina, as pessoas estão buscando formas alternativas de propulsão energética. Por exemplo, um número crescente de motoristas ucranianos estão usando a madeira para abastecer seus carros para poupar a grana do combustível. Com a indústria automobilística tendendo lentamente aos carros elétricos, o uso de madeira como combustível não parece ser a solução mais prática. A tecnologia não é exatamente nova e desde a invenção do gasogênio em 1920 pelo francês Georges Imbert, muitas pessoas já se aventuraram na tecnologia.

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Motoristas ucranianos estão economizando no combustível com carros movidos a lenha 01
Os carros movidos a lenha foram realmente muito populares durante a Segunda Guerra Mundial, devido a dificuldade de importar e refinar petróleo, mas no geral, nos tempos modernos, as pessoas só se arriscam em construí-los como experiência, para provar que podem ser feitos. No entanto, hoje em dia, mais e mais motoristas ucranianos estão ajustando seus carros antigos com queimadores de lenha e caldeiras para economizar.

Eugene Chernigov, 36 anos, converteu seu velho Opel em um veículo movido a lenha no ano passado. A alta do preço da gasolina causou estragos no orçamento mensal pela necessidade de se transladar de casa ao serviço todos os dias, então ele decidiu que era hora de uma alternativa. Professor de física e matemática por profissão, Eugene aprendeu sobre a utilização da lenha como combustível na Internet e passou dois meses lendo sobre o tema e desenterrando literatura sobre o assunto. Ele diz que a construção do sistema de combustível alternativo foi um caso simples, uma vez que leu quase tudo sobre o conceito.

Eugene anexou um fogão a lenha e um tanque de metal na parte de trás de seu carro, que estão conectados ao motor do carro. O gás emitido a partir da combustão da madeira é armazenado dentro do recipiente de metal, filtrado, arrefecido e encaminhado para dentro do motor.

Seu carro consome cerca de 18 kg de lenha por 100 quilômetros, o que lhe custa apenas 10 hryvnias (algo em torno de 1,50 reais). Em comparação, um litro de gasolina custa em média 20 hryvnias (3 reais). Dependendo da qualidade da madeira utilizada e se estiver bem seca, o carro pode atingir velocidades de até 100 km/h. Eugene diz que pode usar garrafas de plástico como combustível também, mas nada se compara a amoreira seca.

Acredite ou não, o ucraniano diz que seu velho Opel é agora não só mais barato de dirigir, mas também mais favorável ao meio ambiente. Em vez de fumaça e gases poluentes, o escapamento agora expele apenas vapor de água e dióxido de carbono.

Sergey Iagoon, da região de Donbass, projetou seu primeiro carro a lenha alguns anos atrás, e diz que depois de seu sucesso muitos outros seguiram seus passos. Ele primeiro converteu um velho Lada e, em seguida, mudou para um Volga. Como ele monta o sistema de combustível alternativo no porta-malas do carro, Sergey diz que nunca teve problemas com a polícia.

Eugene e Sergey foram destaques recentemente na mídia ucraniana, mas acredita-se que muitos outros motoristas estão migrando para a lenha como forma de economizar grana. Eugene disse que ele conhece pelo menos outras seis pessoas que já fizeram a troca.

Um porta-voz do Ministério de Assuntos Internos da Ucrânia afirmou que o uso de unidades de energia não-registradas para impulsionar carros é contra a lei. Segundo ele essa tecnologia tem que ser estudada para garantir que não represente qualquer perigo, quer para as pessoas no carro quer para os outros motoristas.
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Fonte: Eco-Town.


http://www.mdig.com.br

VINTE E UM MINUTOS EM VÍDEO COM O MELHOR DA INTERNET EM 2015







O MELHOR DA INTERNET



2O15











VÍDEO



BBC é processada por usar atores como “vitimas do gás sarin lançado pelo governo da Síria”

BBC é processada por usar atores como “vitimas do gás sarin na Síria”


O leitor jamais encontrará essa noticia na grande mídia brasileira ou em outros países, todos eles comprometidos de cabo e rabo com as transnacionais da comunicação que atuam em todo planeta, a serviço do poder global. (Valter Xéu)

Texto enviado por Ivo Pugnaloni*

Veteranos americanos denunciam: a BBC utilizou atores como “vítimas de gás sarin” na Síria em suas reportagens!

E agora a emissora Real está sendo PROCESSADA na Inglaterra!

Vejam a enfermeira síria que quando mais nova, já foi apresentada e deu declarações, como jovem muçulmana “bombardeada em Kosovo”…

Vejam mortos coçando o nariz e sorrindo após filmagem de seus “funerais” em reportagens que denunciavam a “violência” do governo da Síria.

Veja o treinamento dos actores na Síria, com o “diretor de cena” que também é um actor, maquilhado como que parecendo um zumbi, pedindo que os jovens contratados gritem mais, e que pareçam estar lutando por suas vidas no chão, sem poder respirar…

E uma série de outras “operações” nas quais a CIA impôs o uso de “repórteres” e “jornalistas” à CNN que na verdade eram agentes secretos da própria CIA. “Não eram profissionais de informação mas agentes de inteligência da CIA”, diz o promotor do caso.

http://www.veteranstoday.com/2015/12/06/busted-bbc-and-cia-caught-staging-phony-syrian-gas-attack-in-2013-use-crisis-actors/

Mais uma prova de como é fácil manipular milhões de pessoas com pouquíssimos recursos e talentos “artísticos” de quinta categoria…

E tudo vai ficando cada vez mais claro…

Mas infelizmente, como dizia minha mãe, “Meu filho, tem bobo para tudo!”

*Com informações do site Veterans Today
www.marchaverde.com.br

AQUI - ATENÇÃO A TRADUÇÃO É DO MOTOR GOOGLE MAS DÁ PARA ENTENDER



Busted! BBC e CIA  encenam o ataque com gás sírio falso em 2013, usaram "actores "

Relatório de vídeo deve levar a processos para o pessoal da BBC e os seus apoiantes em Whitehall e Washington

VÍDEOS
Por Gordon Duff, Editor Sênior
Em 2013, Veterans Hoje, trabalhando em estreita colaboração com RT na Rússia e nossa equipe na República da Geórgia liderada por Jeffrey Silverman ex-Exército dos EUA especialista em armas químicas, chamou a gás sarin contrabando EUA, Ucrânia e Turquia para a Síria para ser usado sobre civis.
Em uma investigação Press TV em simultâneo, a sua correspondente Serena Shim foi assassinada por oficiais da inteligência turca depois de ela os detectar em trânsito na fronteira com a Síria da Turquia com as armas de destruição maciça.
Agora Russia Today traz-nos uma prova conclusiva de que a Grã-Bretanha e os Estados Unidos tentaram empurrar para uma guerra  a Síria e Rússia, encenando ataques químicos usando vídeo alterado e pagando actores .
Agora também há provas conclusivas de que ataques com gás sarin reais foram encenados na Síria, bem como com a cumplicidade americana com conhecimento da CIA e do Pentágono, mas não da Casa Branca.
Fontes em Washington dizem-nos que quando o presidente Obama tomou conhecimento da tática americana que matou centenas de civis sírios, ele ordenou os EUA para "limpar" a instalação de armas biológicas e químicas, o "Lugar Lab" em Tbilisi, Geórgia.
Durante este "processo de limpeza", VT ganhou acesso à facilidade e testemunhou trânsito de armas de destruição maciça equipamentos para aviões dos EUA antes de uma inspecção por meios de comunicação russos.



O PREDADOR - Mariana Mortágua

O predador
08.12.2015
MARIANA MORTÁGUA
Foi diretor do Caixa BI, o banco de investimento da CGD, onde se especializou em parcerias público-privadas. Esteve do lado da banca, a desenhar a estrutura financeira dos contratos que mais tarde se revelaram ruinosos para o Estado: as PPP rodoviárias da Beira Interior, do Pinhal Interior, do Litoral Oeste, do Baixo Tejo, do Baixo Alentejo, do Litoral Algarve, entre outras. Foi ainda enquanto representante do consórcio privado ELOS que assinou o contrato de financiamento, e respetivos swap, associados à construção da linha de TGV Poceirão-Caia entretanto cancelada. No processo foi nomeado administrador-executivo do banco.
Em 2011, passa a secretário de Estado, com duas funções principais: a renegociação para o Estado dos contratos feitos enquanto gestor e a privatização de empresas públicas. Para o assessorar na difícil tarefa, contratou em exclusividade Teresa Falcão, advogada da Vieira de Almeida, um dos maiores escritórios do país, onde trabalhava precisamente na área de Infraestruturas. No dia 22 de janeiro de 2014, a advogada é exonerada com louvores, para logo a seguir ter sido assinado um contrato de prestação de serviços, em que recebia 31 mil euros por assessoria jurídica. No total, só em 2014, a Vieira de Almeida recebeu do Estado e entidades públicas 1 milhão e 160 mil euros.
Privatizou a ANA, com direito a alterações na regulamentação do setor aeroportuário à medida do comprador (segundo o próprio relatório de acompanhamento). Vendeu os CTT em Bolsa à finança estrangeira que encaixou largos milhões com a súbita valorização em Bolsa da empresa. Foi responsável pelo gigante embuste que foi a privatização da TAP, despachou a CP Carga e concessionou os transportes urbanos de Lisboa e Porto, cujos contratos (da Carris e Metropolitano de Lisboa) foram barrados pelo Tribunal de Contas.
Ainda não tinha terminado o mandato, e já se sabia dos seus novos voos: responsável pela venda do Novo Banco, contratado pelo Banco de Portugal (BdP), por um período de 12 meses, pela quantia de 30 mil euros mensais (descontos para a Segurança Social incluídos). É o dobro do que recebe o governador e muito acima, já agora, do que recebem os atuais administradores da Caixa BI.
Ainda assim, segundo o BdP, o valor equivale ao anterior salário como administrador, esquecendo-se que o lugar na Administração já foi preenchido por outra pessoa, e que nada garante que o gestor para lá volte com o seu salário milionário.
Assim foram os cinco anos meteóricos de Sérgio Monteiro, gestor, facilitador, governante. Sob a capa da competência técnica, a eterna confusão entre o público, o privado e os escritórios de advogados que, sendo privados, trabalham para ambos.

VÍDEO - Pezarat Correia sobre o conflito na Síria










VÍDEO

A MANCHETE ALTERADA DO «NEW YORK POST»


Quando é o caso (e tem havido 
muitos nos EUA), o jornal também
escreve «christian killers» ?





TV EM QUESTÃO - O agendamento da violência




TV EM QUESTÃO


O agendamento da violência


O efeito “cascata” na cobertura dos atentados terroristas
Por Taís Teixeira em 07/12/2015 na edição 879
É notável que os atentados em Paris (14 de novembro) trouxeram o tema terrorista à tona. O agendamento do tema nos veículos e nos meios de comunicação foi torrencial, cada qual explorando um conjunto de aspectos ou todos às voltas requentando as mesmas características sem apresentar grandes variações.

O fato é que o medo, o pavor, o ódio e a incompreensão formam os sentimentos mais aflorados com a cobertura que ficou massivamente em cima da identidade e origem dos criminosos, número de mortos, perfil dos atingidos, depoimentos e vídeos captados pelas câmeras de celulares de quem estava no momento do episódio.

Alguns capítulos dessa cabulosa história tentaram buscar justificativa na religião, política e ideologia para tentar entender o raciocínio de quem se prontifica a viver para assassinar e, se for preciso, usar como arma a própria vida. Ou seja: pessoas passam a ficar receosas e com temor de ser a próxima vítima de algum grupo, ou de alguém, e os grupos e/ou os “alguéns” passam a se sentir empoderados.

Eis que surge uma questão social entre mídia e realidade: até quando a cobertura midiática pode passar a influenciar outros grupos praticantes de extermínio ao dar tanta visibilidade e espaço ao evento morte por vingança ou qualquer sentimento ou razão que vise à marcação de território?
Ao dar ênfase e cobertura mundial a um fato que merece esse espaço pela carga pesada circunstancial e suas consequências destrutivas, que passa a permear as conversas, os pensamentos e os sentimentos das pessoas, somos contaminados pelo conceito de agenda-setting. A formulação clássica surge nos Estados Unidos no final da década de sessenta com Maxwell E. McCombs e Donald Shaw. A Teoria do Agendamento pressupõe que as notícias são como são porque os veículos de comunicação nos dizem em que pensar, como pensar e o que pensar sobre os fatos noticiados.

Neste caso, a visibilidade da morte como recurso de vingança marcado pela intolerância à diferença de um grupo que renega a existência de outros clãs humanos e se compreende possuidor da supremacia que o capacita a exterminar humanos, ganha repercussão e desdobramentos geolocalizados, com incidência de mortes “menores”, pois são conduzidos e contaminados por esta vertente de mortes que ficam sendo conhecidas através da mídia como solução ou como um grito de ordem, protesto ou imposição. A mídia não é culpada, mas a sua essência informativa será que não influencia? Fica para pensar…
Incentivo às mentes criminosas

Dias depois, outra situação de morte em uma festa na Califórnia resultou na morte de 14 pessoas e do casal que comandou a ação (2 de dezembro). Podem ser da mesma facção, grupo, comando, seja lá o que une ou lidera essas atividades com o evento morte, mas o fato é que houve morte mais uma vez em massa, num local fechado onde o sentimento de confraternização e felicidade motivava o encontro. Final trágico para quem estava no lugar errado e na hora errada, familiares e amigos e comemoração para quem ordenou a execução. Mais uma vez, os holofotes dão espaço nos veículos de comunicação ao derramamento de sangue.

O valor-notícia morte e inesperado sobressaem como resultado agradando aos agentes ativos dos crimes e desesperando os agentes passivos. Jornalismo como porta-voz do terror. Mas ao cumprir a função do cerne profissional de informar, não está estimulando um grupo de fanáticos a continuar agindo para ser temido através da visibilidade? Não está estimulando grupos facínoras a fazer o mesmo? Rende estudos.

No Brasil, ônibus são queimados por retaliação a assassinato de traficante. Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, após um traficante morrer em confronto com a polícia, ônibus coletivos da cidade e lotações foram incendiados (2 de dezembro), causando medo e insegurança e evitando que pessoas usassem o transporte público para se deslocar na cidade. Neste caso, a destruição dos coletivos foi uma reação e uma resposta à morte de um traficante que não gerou novas mortes, mas criou uma situação de pânico na comunidade porto-alegrense. Para ser mais claro, 14 ônibus foram queimados em 2015, totalizando um prejuízo de R$ 5 milhões aos cofres públicos do estado.

Esses dados indicam que essa ação é recorrente, mas chama a atenção o que foi colocado em prática novamente 15 dias após o ataque ao Bataclan na capital francesa. Ou seja, se observarmos bem, um atentado maior de repercussão mundial, devido à dimensão pontuada por ser em Paris, a cidade luz, numa casa tradicional, com muitas pessoas, foi seguido por crimes “menores”, todos com o mesmo intuito de causar morte, mostrar força, exigir respeito e ganhar visibilidade, pois a mídia ao fazer o seu trabalho de informar acaba, involuntariamente, prestando um serviço de assessoria de imprensa à criminalidade.

Esses foram dois exemplos, um na esfera internacional e outro na esfera brasileira, para mostrar como num curto espaço de tempo, após as mortes em Paris, houve um efeito de “morte em cascata” em diferentes locais, pois os incêndios começaram a partir de uma morte. Será que a visibilidade excessiva da mídia em todas as suas formas não acaba incentivando os criminosos a agir sendo usada como instrumento de submissão e persuasão às populações? O jornalismo precisa, deve e vive para e de informar. A mídia, no seu papel nato de informar, ao dar espaço demais (e como definir se é demais?), não estaria também incentivando mentes criminosas a agir para a visibilidade midiática ser um instrumento opressor? Fica para nossa reflexão.
***
Via: GPS & MEDIA http://ift.tt/1NfuCDF

FALSO, HIPÓCRITA ! Marcelo: “Era feliz não sendo candidato presidencial”




O candidato diz que deseja que a solução de Costa “dê certo” e lança farpas a Cavaco


Para quem à direita espera eleger um Presidente que ataque a legitimidade política do governo de António Costa, Marcelo tem uma resposta clara: “O Presidente da República não tem de assumir essas dores [dos partidos]. Deve estar acima disso.”
Confiante de que vai ganhar – “só não sei se a vitória à primeira volta será suficientemente folgada para não ir à segunda volta” –, Marcelo Rebelo de Sousa apresentou-se ontem, na sua primeira grande entrevista como candidato, como um Presidente que não será presidencialista “no sentido de se substituir ao primeiro-ministro”, mas também não pretende ser um mero espectador nem “um simples funcionário do cartório notarial” sem qualquer intervenção.
“Corro o risco de ser considerado hiperactivo”, assumiu, explicando que a sua magistratura será de “intervenção preventiva”. Por outras palavras, Marcelo quer ser um Presidente em permanente contacto com partidos e parceiros sociais, “e não só quando há crises”. Essa tem de ser, para o candidato, “uma tarefa diária”.
O professor, que fez questão de dar a entrevista à SIC na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tentou distanciar-se do comentador televisivo, mas não resistiu a afirmações críticas à actuação de Cavaco Silva, quando defendeu que prevenir as crises políticas “implica contactos prévios” e não as audições nos moldes em que as fez o actual inquilino de Belém. Marcelo, que não quis dizer se estará disponível para um segundo mandato, deixou palavras de apoio a Costa: “Eu espero que esta solução dê certo”.
Elogiando a forma como Passos Coelho assumiu a governação do país “em tempos muito difíceis”, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu, contudo, as “consequências graves” do programa de ajustamento. “Aumentaram as desigualdades, aumentou a pobreza, aumentou o risco de pobreza”, reconheceu o candidato, que acabou por retomar o “triplo desígnio” anunciado por António Costa na apresentação do seu programa de governo. Para Marcelo, aquilo de que o país agora precisa é de “mais emprego, mais crescimento e mais justiça social”, desde que isso se compatibilize com “um equilíbrio financeiro mínimo”.
A três dias de receber o apoio formal de PSD e CDS, o candidato quis apresentar--se como independente. “Aceito e agradeço os apoios que vierem”, disse, para logo em seguida frisar que o apoio partidário “não vincula em nada” a sua candidatura. De resto, o professor quer fazer uma campanha “diferente”, que fique “a séculos-luz dos dispêndios que têm sido registados” noutras candidaturas presidenciais. E, para quem está à espera de grandes gestos como o mergulho no Tejo que marcou a sua candidatura à Câmara de Lisboa, o antigo comentador avisa que esses tempos ficaram para trás. “Isso foi há 30 anos. O cargo é outro, as circunstâncias são outras.”
Se tudo correr mal, Marcelo tenciona voltar à sua antiga vida. “Eu era muito feliz não sendo candidato presidencial”, garante, lembrando que “muita gente até me diria que eu teria muito mais influência mediática se não me tivesse candidatado”.