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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Conceito de futuro sistema anti-blindados/míssil anti-tanque

























VÍDEO



INSTANTÂNEO NA MINHA ALDEIA Anna & Darren com os moradores, (Twitter)

LARGO DO ROSSIO - SANTA BÁRBARA DE NEXE

Atentados de Paris: um terrorismo de proximidade - Desta vez, os grigris do governo não irão funcionar

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota


Atentados de Paris: um terrorismo de proximidade


Desta vez, os grigris do governo não irão funcionar


Alain Nueil, Attentats de Paris: un terrorisme de proximité – Cette fois, les grigris du gouvernement ne fonctionneront pas


Revista Causeur.fr, 14 de Novembro de 2015

 

 

 

 


Publicação autorizada


Desde o início desta triste e  cinzenta  manhã de sábado 14 de Novembro de 2015, os comentários nervosamente expressos  nas   diversas cadeias de informação parecem-me feridos de dois erros graves. O primeiro é o de  sublinhar o grande profissionalismo dos assassinos. Pela primeira vez, não são amadores cujas kalachnikov se encravam,  como no comboio Thalys ou que  disparam uma bala  no pé antes de chamar o serviço de urgência.  São ases  do terrorismo, que terão passado  muito tempo nos campos de treino, depois,  sobre o próprio solo de Daech. Realmente  passámos para uma outra etapa, estamos doravante numa guerra efectuada por verdadeiros soldados, etc., etc.

Falsas, muito falsas, estas afirmações.  Os dois djihadistes do Stade de France erraram completamente o seu golpe e fizeram   explodir as suas cinturas no mau  momento e no mau local.  Mau para eles, certamente, e bom  para todas as vidas poupadas pela sua falsa manobra.  Os comandos em automóvel que metralharam as esplanadas dos cafés  nos 10º e no 11º bairro  não fizeram prova extrema de nenhuma  sofisticação tecnológica. Um deles está ao volante   e circula devagar ao longo das ruas, outro utiliza o seu telefone portátil para se coordenar   com os outros automóveis dos assassinos, o terceiro arrasa   com a sua   kalach os calmos consumidores do pequeno Cambodja, e tudo está feito.  Onde é que está o sucesso de elevada tecnologia djihadista? Mesmo eu, pobre pessoa já um pouco fatigada com a idade  poderia fazer aquilo com uns amigos numa noite de grande bebedeira, contra as bonitas esplanadas  dos cafés de Brantôme ou de Périgueux. Deus me livre.

Os assaltantes da sala   Bataclan tiveram muito sangue frio  e sobretudo muita sorte.  Se os comentadores  de televisão fossem um pouquinho mais cultos  não teriam deixado de  ver o último filme de Woody Allen L’homme irrationnel e de rever  Match Point. Os dois filmes dizem-nos a mesma coisa: o azar tem   um papel excessivo e escandaloso no destino humano. Os infelizes espectadores de Bataclan  tiraram a má carta  aquela em que   ninguém não pôde parar ou vencer a equipa dos assassinos, aquela em que  nenhuma marinha americana se apresentou com atraso  para  o espectáculo e que lhes poderia partir a cara, aquela em que  as armas não se encravaram


É tudo, mas é muito. Isto  quer dizer que a vida diária dos Franceses vai doravante desenrolar-se numa atmosfera de roleta russa  e que viverão na dependência de qualquer banda de   amigos tocados pelo haschich e desejosos de armarem uma grande bronca na cidade.

Segundo erro grave dos nossos comentadores a quente nas  cadeias de televisão: na sequência do governo, todos dizem e repetem que os massacres de Paris são comanditados desde o Médio Oriente, que são a obra de um comando internacional vindo da Síria, que somos a presa de uma guerra de civilização total, etc., etc. “Os jovens”, nas poucas frases que disseram aos infelizes reféns do Bataclan  falavam um excelente francês e com boa pronúncia, como não se fala lá para os lados  de Raqqa ou de Mossoul. A reivindicação escrita de Daech é redigida em excelente francês, o que tranquilizará o nosso amigo Brighelli sobre a qualidade dos cursos leccionados nas escolas públicas das periferias nos subúrbios (perdão por estar a utilizar  uma graçola  particularmente abjecta e deslocada).

Corrija-se,  “subúrbio”! Não ouvi  esta palavra uma só  vez durante toda a minha manhã a ver televisão.  O politicamente correcto é responsável de muitos erros e de  cegueiras, mas desta vez não o criticarei. É a realidade que é demasiado aterradora, é o seu pavoroso sol que não se pode olhar de frente. Os comentadores dizem não importa o quê, falam do planeta inteiro, do apoio que nos traz   Barack Obama, dos grandes desafios estratégicos na África e no Médio Oriente para não ver a insustentável simplicidade de que acaba de se passar: o subúrbio está  montado em  Paris para fazer tiro ao alvo.  A França inventou o terrorismo de proximidade. Genial.

Não direi “não há amálgama”, a expressão está  de tal modo gasta  que ninguém a  pronunciou esta manhã. Mas tenho um pensamento comovido para todas as pessoas corajosas dos subúrbios, muçulmanos simplesmente culturais ou crentes sinceros, que vão viver doravante num labirinto de questões  dolorosas. ” O meu filho vai deixar-se tentar um destes dias? Tem-me dito  que gosta   de viagens, mas como na  Córsega, como no verão passado  com os seus amigos, ou então mais longe? “Haverá lágrimas, rangidos de dentes, pesadelos de mãe, soluços no escuro da noite, na cama. E até onde irá a reacção dos franceses não  muçulmanos? Patrões que contratarão menos que nunca ao verem o nome no CV? Velhos amigos cristãos que se convidavam no Ramadão  e que deixarão de telefonar? De todos estes rostos que se cruzam no metro e que desviarão imediatamente?

Desta vez, os grigris e encantações  do governo não funcionarão. Falta de  união nacional? A união entre os irresponsáveis  que deixaram um outro povo constituir-se no hexágono e os lançadores de alertas que tem sido arrastados  na lama desde há anos? A união sagrada entre Finkielkraut e Joffrin quando este  insulta o primeiro  quase que dia a dia  no seu jornal? Serão necessárias respostas políticas de outro modo bem fortes, talvez um Estado autoritário que corte necessariamente nas liberdades.


Em contrapartida, só se  pode  aprovar um comentário que saiu esta manhã de quase   todas as bocas. Os admiradores da morte, os  Viva la  muerte desta sinistra  sexta-feira 13 quiseram-se atirar contra a  doçura de se  viver à francesa, esta presença comum das mulheres e dos homens que conversam alegremente nas esplanadas dos  cafés ou num estádio, aplaudindo juntos um efeito de bateria particularmente bem conseguido na sala Bataclan . Gostaria efectivamente  que a famosa expressão  “ infelizes os povos  que não sabem que a história é trágica” se revele como falsa,  por uma vez, por esta vez.

Alain Nueil,  Revista Causeur, Attentats de Paris: un terrorisme de proximité -Cette fois, les grigris du gouvernement ne fonctionneront pas. Texto disponível em :

http://www.causeur.fr/attentats-de-paris-un-terrorisme-de-proximite-35404.html

 http://aviagemdosargonautas.net

 

PARA AS SENHORAS - VÍDEOS - Penteados simples e bonitos para fazer sozinha





Criar seus próprios penteados em casa não é uma tarefa impossível e com as dicas e as ferramentas certas, você fará penteados incríveis sozinha



Cabelo – um item precioso na vida da maioria das mulheres. É difícil conhecer uma mulher que não goste de cuidar e de arrumar os cabelos e mesmo quem prefere um visual mais básico, não dispensa uma mudança no look do cabelo vez ou outra.
E para variar o cabelo solto natural ou o rabo de cavalo que são os estilos mais comuns que as mulheres fazem na correria do dia a dia, nada melhor que aprender alguns penteados que são fáceis de fazer em casa mesmo por quem não tem costume ou experiência com isso.
Mas, antes mesmo de tentar fazer qualquer penteado, é necessário conferir se você tem em casa as ferramentas usadas para fazer estes looks.


VÍDEOS



























Depois de escolher seus penteados favoritos, pratique as técnicas fazendo os looks em você, na mãe, na irmã, nas amigas… enfim, quanto mais prática, melhor ficará o resultado. E logo você estará fazendo outros penteados mais complexos e ainda mais diferentes.


ATENÇÃO SENHORAS !
















VÍDEO
video

MAIS UMA PUBLICAÇÃO COM GIFS ANIMADOS - DIVIRTA-SE !






















Submarinos: Salgado quis esconder comissão



A VISÃO teve acesso à carta em que os Espírito Santo pedem ao MP para ocultar gratificação de €5 milhões



Ricardo Salgado contou numa reunião com os cinco principais ramos da família, em novembro de 2013, que cinco dos 30 milhões de euros de comissão paga à Escom pelos alemães, no âmbito do negócio da compra dos submarinos, tinham ido para a própria família Espírito Santo. Esse dado só se tornou público porque a conversa, que viria a ser revelada pelo jornal i, ficou gravada em áudio. No mesmo dia, Ricardo Salgado insistiu com os outros quatro familiares: todos deveriam assinar uma carta para enviar ao Ministério Público (MP). A missão era urgente.
"Quando o processo terminar, o processo vai-se tornar público e isto vai-se saber", avisava o então presidente do BES. Mas afinal o que constava nessa carta que Salgado dizia ter de ser enviada o quanto antes? O mistério está resolvido nas páginas do processo que investigou suspeitas de corrupção na aquisição dos submarinos, e que a VISÃO consultou. Na carta, de dezembro de 2013, a família Mosqueira do Amaral, Ricardo Salgado, António Ricciardi, José Manuel Espírito Santo e Manuel Fernando Espírito Santo pedem ao MP para nunca tornar público que tinham recebido 5 milhões de euros do total pago pelos alemães. Mesmo quando o processo tivesse desfecho, a informação não deveria ser divulgada, pedia a família, argumentando que os pagamentos eram matéria da vida privada. O documento consta dos autos do processo arquivado, mais de dez anos depois da celebração do negócio entre o Estado português e o German Submarine Consortium.
No final de 2013, quando é enviada a carta dos Espírito Santo, não era ainda público quem tinha recebido dinheiro dos alemães além dos próprios administradores da Escom, a empresa do Grupo Espírito Santo (GES) que assessorou o negócio.
A suspeita do MP era outra: que os cerca de 30 milhões pagos à Escom pelos alemães teriam servido para pagar a decisores políticos. O circuito financeiro só ficaria completo depois de a Suíça identificar quem eram os beneficiários de contas naquele país, em nome de sociedades offshore, que tinham recebido dinheiro dos administradores da Escom. Mal souberam que esses dados estavam a caminho de Portugal, os cinco Espírito Santo, por incentivo de Ricardo Salgado, enviaram cinco cartas ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), assumindo serem os beneficiários das referidas contas. A justificação cabia numa frase: a comissão tinha sido paga a título de "remuneração extraordinária" do Conselho Superior do GES, órgão que juntava os cinco ramos do clã. Apesar de os Espírito Santo terem recebido aquela quantia e não terem desempenhado qualquer tarefa no negócio, nunca foram chamados a testemunhar. O DCIAP arquivou o processo, concluindo que alguns dos factos já teriam prescrito. Salgado remeteu explicações sobre a carta para o então presidente do Conselho Superior do GES, António Ricciardi, que a VISÃO não conseguiu contactar.

Do que se trata! - Aquilo a que se chama extrema-direita em França é talvez a expressão mais benigna do fenómeno geral. E a expressão que se aproxima mais da resposta necessária. O sistema é criminoso. Está dirigido por monstros.

Do que se trata!

(Joseph Praetorius, in Facebook, 07/12/2015)
prae2   Joseph Praetorius


De Richard Durn – republicano, laico e emergindo da esquerda, que quis matar a morte por já não estar vivo – até ao Djiadismo, do que se trata – socialmente e politicamente – é do nihilismo.
Richard Durn com os tiroteios norte-americanos demonstram que não é preciso haver radicalização islamita para haver chacinas e há também alguns casos alemães a demonstrá-lo.
Em França, o desabamento do regime face à população que vota massivamente nos malditos e párias da “extrema-direita” pode não se afastar muito deste fenómeno (para desencanto e desilusão de quem aqui quer ver um regresso às fontes do nacionalismo integrista, soberanista e porventura romântico).
Uma coisa parece unir todos os fenómenos: a revolta dos que perderam qualquer perspectiva de vida. Do que se trata aqui – no fundamental – é de uma “jacquerie”. Os seus vectores diverjem e entre-afrontam-se, até, numa perigosa embriaguês da morte, para usar uma expressão de Marx. Mas têm em comum a origem e a natureza.
O sistema fê-los nascer e multiplicou-os por carecer de carne para canhão, preparando o incêndio da guerra que, como se vê, vai em adiantado estado de propagação. Tenciona usá-los como “inimigo” e soldados próprios, em alguns casos “voluntários”, noutros mercenários, noutros ainda simplesmente conscritos que nada têm a perder por irem matar para algum lado, em vez de se deixarem estar no sítio onde serão mortos pela indigência, i.e. pela polícia ou pela doença (se acaso houver uma diferença entre as duas). O sistema político-partidário, porém, não obedeceu com a rapidez necessária à sua direcção político-económica. A guerra fez-se. Mas tardou. E fez-se em casa alheia sem mobilização dos “recursos humanos” gerados em território próprio. E essa gente de “vida irrelevante”, nas terras onde o homem é “fim em si próprio”, segundo o discurso oficial, essa gente não vê vida para si.
O que se temia na extrema direita – o sarcasmo do sistema é portentoso – foi realizado pela corja sob bandeira socialista, demo-cristã, liberal. A extrema direita, propriamente dita, os resquícios do nazismo e fascismo, apelando embora à revolta geracional, não aglutinou em torno da suástiva ou do fasces nada que possa haver-se por significativo, excepção feita aos espanhóis que mantêm o fasces como simbolo operante da guardia civil (sem protesto público que se conheça).
Aquilo a que se chama extrema-direita em França é talvez a expressão mais benigna do fenómeno geral. E a expressão que se aproxima mais da resposta necessária. O sistema é criminoso. Está dirigido por monstros. Deve ser eliminado porque se eliminou a si próprio i.e. usou o inteiro projecto político como máscara para a concretização, por si e em si próprio, do seu contrário.
O sistema julgou-se a si mesmo, portanto. Pese embora a renitência de boa parte da classe média urbana, que ainda recebe pensões e salários sem se dar conta que as suas vidas valem tão pouco como as de quaisquer outros. E a sentença, como o sabem bem os que procuram flutuar entre escombros, a sentença é a morte. O sistema teve até a lucidez de colocar nos seus primeiros planos gente de aspecto execrando. Gente cuja queda valerá apenas o espectáculo que há-de ser: o horrendo Barroso, o execrando Hollande, a degenerescência que é Merkel, o anómalo Rajoy, o repugnante Aznar. Podemos também pensar no asqueroso Portas, no medonho Montenegro, na doentia Teixeira da Cruz. Gente que não é já, sequer, morfologicamente normal. Mas Portugal atravessa hoje um singular tempo de vésperas com refracções próprias destas cruéis luzes.
Esta é a linguagem que plausivelmente se ouvirá a partir de agora e será tendencialmente, a expressão da realidade política e social, institucional, até. Até agora temos visto a morte sem a chamar pelo nome. Agora veremos enfim o significado cabal do que se andou a fazer. A morte. Há todavia duas mortes: a de Nanterre, com Richard Durn nos gatilhos, a querer matar “os responsáveis”; ou a do Bataclan a cujos assassinos serve qualquer morte porque “não há inocentes”.
Quanto a Portugal, soube entretanto que a escumalha continua a penhorar fiscalmente casas de habitação por verbas de 1000 euros – e o faz, de resto, com todo o artifício, para que as pessoas não se apercebam e não possam defender-se. A voracidade das máfias das execuções e da corrupção é a única explicação para isso, porque não há outra explicação. Só a cegueira do lucro na venda de uma casa por dez vezes menos, pode explicar a insistência de se desalojar uma família de surpresa e por meios realmente fraudulentos… Como é que isto sobrevive tanto tempo?

 http://estatuadesal.com



CONTRA "FATOS" NÃO HÁ ARGUMENTOS


ÚLTIMA - Divulgado todos os rendimentos de Cavaco Silva


Cavaco Silva deu a aprovação final à lei que obriga o estado a sustentar as campanhas e os partidos políticos.
Cavaco Silva gastou 1,8 milhões na sua última campanha. "A candidatura de Cavaco Silva às eleições presidenciais de Janeiro gastou na campanha um total de 1,79 milhões de euros, menos de metade do limite legal máximo".
Cavaco Silva beneficiou da compra e venda de acções do BPN, que nem sequer estavam cotadas na bolsa, foram transaccionadas pelo próprio presidente do banco. Lucrando Cavaco Silva, mais de 300 mil euros, com prejuízo para o banco. Grande defensor dos interesses da empresa este senhor. "Caso BPN: Oliveira Costa vendeu a Cavaco Silva e filha 250 mil acções da SLN perdendo 1,10 euros em cada".
Cavaco Silva esteve envolvido em diversas coincidências, aquando da compra da sua casa de praia.
Cavaco Silva dispõe, apenas para a presidência, de um orçamento de 16 milhões de euros. Mais que o Rei de Espanha. "Para o primeiro ano deste segundo mandato de Cavaco Silva estão disponíveis 16 milhões de euros. Em 1976, havia apenas 99 mil euros para gastar. Mesmo sem contar com a inflação, em democracia, as despesas de Belém têm subido 18% por ano".
- Video que explica que Cavaco Silva exerce a presidência, com mais despesa que as famílias reais. "Presidência custa 5 vezes mais que a casa Real espanhola.
A Presidência da República portuguesa custa cinco vezes do que a Casa Real espanhola, em valores absolutos e 18 vezes mais por habitante(...) disse D. Duarte Pio de Bragança.
Cavaco Silva recebeu financiamentos da SLSN/BPN, para a sua campanha, 11 figuras ligadas à SLN entre os financiadores da campanha de Cavaco Silva a Belém em 2006. 130 MIL EUROS?? O processo BPN é claramente uma das balas mais perigosas para o atual Presidente da República. Além dos negócios com o banco (ainda que altamente lucrativos, todos legais) e de ex-ministros seus estarem envolvidos.
Cavaco Silva e o Pavilhão Atlântico, uma história com muitos enigmas, que lesou o interesse nacional.
Cavaco Silva, pai da primeira PPP - A CONSTRUÇÃO DA PONTE VASCO DA GAMA, A PRIMEIRA PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA, FOI UM NEGÓCIO RUINOSO PARA O ESTADO PORTUGUÊS.
A declaração de rendimentos de Cavaco Silva e de Maria Cavaco Silva, em 2010, entregue no Tribunal Constitucional, denuncia ganhos superiores a 999 mil euros, entre trabalho dependente, pensões, ajudas de custo, aplicações em bolsa, depósitos à ordem e a prazo, planos poupança reforma e ações. Ganharam uma média 83 mil euros por mês.
O Presidente da República e a mulher são ainda titulares de um plano de poupança reforma, no valor de 53 mil euros. Os investimentos do casal também são feitos em obrigações, com uma aplicação na Caixa Geral de Depósitos de 15 mil euros. Cavaco também é detentor de ações, em 10 empresas nacionais, com 101 960 ações.
Em 2010, Cavaco Silva reportou rendimentos de trabalho dependente que ascenderam a 138.942,02 euros
2. Pensões
Entre o fundo de pensões do Banco de Portugal e a reforma da Caixa Geral de Aposentações, o Presidente da República recebeu em 2010 141.519,56 euros.
3. Depósitos à ordem
De acordo com a declaração entregue no Tribunal Constitucional, Cavaco Silva era, em 2010, titular de quatro contas à ordem, cujo valor total era de 41.417,16 euros, distribuídos da seguinte forma: BCP (16.881,65 euros); BPI (5543,24 euros); CGD (10.688,15 euros); Montepio Geral (6.304,12 euros)
4. Depósitos a prazo
Cavaco Silva surgia, em 2010, como titular de cinco depósitos a prazo: BCP (185.000,00 euros); BCP (175.000,00 euros); BPI (91.000,00 euros); BPI (141.000,00 euros); CGD (20.000,00 euros)
5. PPR
O Presidente da República é detentor de um plano de poupança reforma que, no final de 2010, tinha 53.016,21 euros
6. Obrigações
Cavaco Silva reportou também uma aplicação em obrigações, constituída na CGD, que era de 15.000,00 euros.
7. Ações
O Presidente da República declarou ter 101.960 ações de 10 empresas portuguesas, incluindo da Jerónimo Martins e do BCP.
8. Subvenção vitalícia
Cavaco Silva foi primeiro-ministro entre 1985 e 1995 e teria direito a receber, todos os meses, uma subvenção vitalícia, mas renunciou a este direito.
9. Vencimento do Presidente
Em 2011, os aposentados que prestam serviço remunerado em serviços públicos ou ocupam cargos públicos, passaram a ter de optar entre receber o vencimento ou a pensão. Cavaco Silva optou pelas reformas, prescindindo assim do vencimento de 6523 euros que a lei atribui ao Chefe de Estado.
10. Despesas de representação
Apesar de não receber o vencimento de Presidente da República, Cavaco Silva tem direito a receber o valor referente às despesas de representação que rondam os 2900 euros."
O PAI DA DIVIDA 
(lei aprovada pelo Dr Cavaco Silva) " Lei prevê verbas específicas para eleições" Estado dá 70,5 milhões para financiar as três campanhas. O Orçamento do Estado para 2009 prevê 70, 5 milhões de euros para as campanhas campanhas partidárias das três eleições que vão acontecer em 2009 .O Orçamento do Estado prevê ainda que os sete partidos com representação parlamentar ( PS, PSD, CDS, PCP, Verdes e Bloco de Esquerda) venham a receber, no total, 17,2 milhões de euros de subvenção anual. O valor atribuído a cada partido é dependente do número de votos que obteve nas últimas eleições legislativas.
CAVACO SILVA NÃO DÁ CAVACO, recusa-se a revelar as despesas.
É caso para dizer que é preciso outro 25 de Abril para que esta situação mude. A Presidência da República continua a não publicar os seus contratos e despesas detalhadas. No portal Base, por exemplo, não se encontra qualquer despesa de Belém.
No site da Presidência da República existia desde 2011 uma secção chamada Contratos que nunca teve qualquer informação. Este órgão de soberania chegou a garantir à TVI24 que a situação iria ser corrigida. Como a Presidência nunca mostrou interesse em partilhar essa informação, a secção foi agora apagada!
BOYS E GIRLS DE CAVACO SILVA
O zé povinho ainda tem dinheiro para comer e sustentar ricalhaços? Ou já deixou de comer?
ELEMENTOS QUE INTEGRAM A CASA CIVIL
Quanto somou cada governo à divida?
Chefe da Casa Civil
– José Manuel Nunes Liberato
Assessora do Presidente da República
– Ana Palha
– Teresa Sanches
Assessoria para as Relações Internacionais
– Luísa Bastos de Almeida
Consultor para as Relações Internacionais e Comunidades Portuguesas
– Mário Martins
Consultora
– Maria Manuel Morais e Silva
Consultora
– Raquel Oliveira Martins
Assessoria para os Assuntos Políticos
– Nuno Sampaio
Assessor
– Ademar Vala Marques
Consultor
– António Araújo
Consultor para os Assuntos Políticos e da Sociedade
– José Luís Jacinto
Consultor
– Fernando Lima
Adjunta
– Teresa Byrne
Assessoria para os Assuntos Jurídicos e Constitucionais
– Ana Martinha
– Gonçalo Matias
Consultor para os Assuntos de Justiça
– António Macedo Almeida
Consultor para os Assuntos Constitucionais
– Carlos Blanco de Morais
Assessoria para a Juventude, Educação, Ciência e Ambiente
Assessora para a Educação
– Suzana Toscano
Consultor para o Ambiente, a Ciência e o Mar
– Tiago Pitta e Cunha
Consultora para os Assuntos da Juventude e Desporto
- Carla da Cruz Mouro
Assessoria para a Segurança Nacional
Consultor e Secretário do Conselho de Estado
– Abílio Morgado
Assessoria para os Assuntos Económicos e Empresariais
– Joaquim José Miranda Sarmento
Consultor para os Assuntos Económicos
– Luís Bernardes
Consultor para os Assuntos Económicos
– João Borges de Assunção
Consultor para os Assuntos Empresariais
– Pedro de Almeida
Consultor para a Inovação
– Jorge Portugal
Consultor para os Assuntos Agrícolas e o Mundo Rural
– Armando Sevinate Pinto
Consultor para os Assuntos Europeus
– Vítor Martins
Assessoria para os Assuntos Sociais
– David Justino
Consultor para os Assuntos da Saúde
– Manuel Antunes
Consultora para os Assuntos da Política de Saúde
– Clara Carneiro
Consultor para os Assuntos de Trabalho
- António Nunes de Carvalho
Consultora para os Assuntos Sociais
– Maria Luísa Cunha
Assessoria para os Assuntos Culturais
– Diogo Pires Aurélio
– Ana Maria Bustorff Martinho
Assessoria para a Comunicação Social
– José Carlos Vieira
– Ana Zita Gomes
Gabinete do Cônjuge
Assessora
– Margarida Mealha


Fonte: Luso Jornal 2015
 http://www.lusopt.com

MARCELO REBELO DE SOUSA - OS RENDIMENTOS





Foto: flickr.comVejamos o caso de Marcelo Rebelo de 
Sousa, saltitante entre a política e a sua 
atividade profissional fora da política, que, como 
bem nos lembraram quando MRS foi presidente do 
PSD, lhe trazia largos rendimentos que perdeu com 
estas funções.
Estes largos rendimentos vindos dos pareceres 
caros, da universidade, dos comentários, levar-nos-iam a pensar que MRS acumulou já um simpático património. Ora há uns anos, no Conversas Improváveis com Marcelo Rebelo de Sousa e Ricardo Araújo Pereira, afirmou o político/celebridade mediática que antes da presente crise económica gastava o que ganhava, já havia avisado os filhos que não teriam herança e que apenas com a crise percebera a necessidade de mudar os hábitos. 
Fonte: Observador 2014
Marcelo Rebelo de Sousa decidiu renovar o seu contrato com a TVI durante mais dois anos. Apesar de ter sido aliciado várias vezes pela concorrência, o comentador do Jornal da 8 não exigiu um aumento do seu salário que, neste caso, se vai situar nos 12 mil euros.
«Não é o dinheiro que o faz correr na televisão, é a paixão pelo comentário e análise política», adiantou uma fonte da TVI à TV Guia desta semana. 
Fonte: Quinto-canal.com 2012

(em actualização)

www.lusopt.com

CUIDADO, O NATAL ESTÁ À VISTA


Estamos já no mês do Natal, está aberta a época de caça ao “comprador” de presentes e o destinatário fundamental de todas as campanhas será, como sempre, o grupo dos mais novos.
A publicidade nos ecrãs e por outros variadíssimos meios que já vai aparecendo direcciona-se em força para os miúdos estimulando o consumo, os pedidos, a que os pais dificilmente resistem.
Será ingénuo pensar que quem produz e promove produtos para crianças e quem gere os ecrãs, assuma uma preocupação com o equilíbrio entre o natural interesse das crianças por brinquedos e a natural vontade dos pais de proporcionarem prendas aos filhos, sobretudo numa época, o Natal, que está transformada num centro comercial decorado a vermelho e com barbas e num tempo em que cada vez mais “só se é o que se tem” e “ter mais é ser mais”.
No entanto, acredito que podemos fazer alguma coisa junto dos pais e dos mais novos para tentar atenuar os efeitos deste cenário.
As escolas poderiam ter um trabalho interessante debatendo com os miúdos, de todas as idades e de forma adequada, o papel da publicidade nas escolhas e nos gostos deles promovendo uma atitude mais consciente e crítica destes processos. Para isso, é verdade, teriam de ter um tempo que dificilmente cabe no cumprimento das centenas de metas curriculares estabelecidas por um programa extenso, prescritivo e normativo e um trabalho que não fosse esmagado pela burocracia e pela obsessão com a medida por orientação quase que exclusiva para resultados.
Poderia também ser interessante conversar com os pais sobre o papel dos “presentes” nas relações familiares, isto é, mais prendas não é igual a gostar mais e também não dever ser um modo de aquietar a sua própria consciência por uma menor atenção ou disponibilidade, sobre o papel da publicidade e a forma de lidar com a pressão desencadeada pelos filhos depois de verem os ecrãs e toda a restante e imensa publicidade.
Pode não ser claro, mas a minha ideia não é estragar o Natal, é ter um Natal por medida em vez de um Natal pronto a consumir.



 http://atentainquietude.blogspot.pt

Brasil está no pódio dos países mais ignorantes do mundo


Brasil está no pódio dos países mais ignorantes do mundo







>Para elaborar o trabalho intitulado "Perils of Perception" ("Perigos da percepção"), foram realizadas pesquisas entre os habitantes da cada país (mais de 1500 pessoas foram entrevistadas), em que tiveram que responder a questões como:
    Brasil está no pódio dos países mais ignorantes do mundo
  • Quanto de um território pertence ao 1% mais rico.
  • Quão grave é o problema de obesidade em seu país.
  • Quantidade de pessoas.
  • Adultos jovens que vivem com seus pais.
  • Percentagem de mulheres que empregadas ou que trabalham na política.
  • Idade média da população, e quantidade de pessoas menor de 14 anos.
  • Percentagem da população que vive nas áreas rurais.
  • Penetração de acesso a Internet.
  • O que ocorre na política em seu país?
  • Quantas pessoas votaram nas últimas eleições?
  • Quantas pessoas de outras nacionalidades vivem em seu país?
  • Quantas pessoas estão desempregadas?
  • Quantas estão aposentadas?
Após as entrevistas, a consultora comparou as respostas com os dados reais para elaborar seu "Índice de Ignorância".

- "Em todos os 33 países do estudo, a população está muito equivocada", comentou Bobby Duffy, diretor geral do Ipsos MORI, que assevera que as pessoas tem o costume de sobreestimam as "preocupações". Um dos erros mais comuns está vinculado com a posse da riqueza, já que globalmente acredita-se que 1% tem 59%, ainda que, em realidade, o numero ronde 23% do total.

Quanto à imigração, a média estima que 23% da população de seu país é imigrante, quando o número real não supere os 10%; enquanto em torno da idade, a média que a sociedade percebe é de 50 anos pese que a realidade dite que só atinge os 37 anos.

Depois de comparar todos os dados, a Ipsos MORI outorgou as honras do pódio da "lista da ignorância" ao México, Índia e Brasil. No outro extremo, descobrimos que sul-coreanos, irlandeses e poloneses tem a melhor percepção da realidade de seus países. Veja a lista completa:

Pos.País
1México
2Índia
3Brasil
4Peru
5Nova Zelândia
6Colômbia
7Bélgica
8África do Sul
9Argentina
10Itália
11Rússia
12Chile
13Grã Bretanha
14Israel
15Austrália
16Japão
17Canadá
18Alemanha
19Holanda
20Espanha
21Noruega
22França
23Suécia
24Estados Unidos
25China
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Fonte: Quartz.
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A PINTURA DE LUIS RICARDO FALERO




Luis Ricardo Falero (1851 - 7 de dezembro de 1896), Duque de Labranzano, foi um  pintor espanhol. Ele se especializou em nus femininos emitológica, orientais e fantasia configurações.  A maioria de suas pinturas continham pelo menos um nu feminino ou topless. Sua forma mais comum foi a óleo sobre tela.

Biografia 

Falero nasceu em Granada e originalmente seguiu uma carreira na Marinha espanhola, mas desistiu para decepção de seus pais. Foi para Paris, onde estudou arte, química e engenharia mecânica.
Falero tinha um interesse particular na astronomia e incorporou constelações celestes em muitas de suas obras, como "O Casamento de um cometa" e "gêmeo Stars". Seu interesse e conhecimento de astronomia também o levou para ilustrar as obras de Camille Flammarion. [
Em 1896, ano da sua morte, Maud Harvey processou Falero por apaternidade. A ação alegou que Falero seduziu Harvey quando ela tinha 17 anos servindo como sua primeira empregada doméstica, e depois modelo.Quando ele descobriu que ela estava grávida, ele a dispensou. Ela ganhou o caso e foi premiado com cinco xelins por semana em apoio do seu filho. 
Falero morreu no University College Hospital, em Londres, com a idade de 45.

auto retrato Luis Ricardo Falero