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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

The Internationale ( arabic ) - a Internacional cantada em Árabe - as imagens são do Partido Comunista Sírio

The Internationale ( arabic )

A Internacional em árabe. É uma homenagem a todos os comunistas que lutam nos Países Árabes por um Mundo melhor e mais justo. As imagens são do Partido Comunista Sírio الحزب الشيوعي السوري ( Syrian Communist Party )

O Menos Estado da direita. Afinal que (neo)liberalismo era este?!


O Portal das Finanças (1) emitiu a lista dos benefícios fiscais concedidos em 2014. Um exemplo das “reformas estruturais” e do “menos Estado despesista” que a direita e seus comentadores proclamam. É ouvir (quem tiver suficiente dose de masoquismo) por exemplo as soturnas catilinárias do sr. Medina Carreira, para quem o aumento da pobreza nunca é suficiente.
Os benefícios fiscais, isenções, deduções totalizam a linda quantia de 1 027,8 milhões de euros. Mas o rabo de fora da direita está nisto: 0,7% (de um total de 16 487 entidades) recebem mais de 47% do total! Além disto, os grandes grupos económicos estão representados várias vezes. Por exemplo, EDP 10 entidades, SONAE/Continente 12, Jerónimo Martins/Pingo Doce 6, etc.
Este processo de separação de atividades do mesmo grupo capitalista proporciona que possam obter também apoios concedidos a PME. É a “engenharia" fiscal e financeira…
Assim temos deBenefícios Fiscais – 73 024,9 M€
Dos quais: Majoração á criação de emprego – 36 967,3 M€ (a precariedade subsidiada pelos contribuintes!) Majoração aplicadas a donativos – 23 009,3 M€ (mecenato idem…)
Deduções á Coleta – 363 443,8 M€

Dos quais: Grandes projetos de investimento - 29.519,5 M€
Incentivos fiscais em investigação e desenvolvimento empresarial - 85.073,3 M€
Apoio ao investimento - 118.713,4 M€ 
Crédito fiscal extraordinário ao investimento - 62.482.7 M€
Dedução por lucros retidos e reinvestidos pelas PME - 46.872,4 M€ (tanto apoio ao investimento que em termos líquidos – descontando amortizações – é negativo!)
Entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira - 16.094,5 M€

Isenções Fiscais – 381 824,3 M€
Dos quais: Pessoas coletivas de utilidade pública e de solidariedade social - 127.602,8 M€ (as mersericórdias levam grande fatia…)
Fundos de pensões e equiparáveis - 198.505,2 m€

Regime de Reduções de Taxa – 206 782,4 M€

Dos quais: Entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira - 201.829,5 M€

Não deixa de ser importante verificar as verbas que o Estado entrega a entidades privadas para realizarem as funções sociais que a direita estava a alienar para os privados. Outros factos curiosos encontramos nos incentivos ao investimento numa situação em que não deixou de reduzir, ou nos incentivos à investigação (no qual é possível detetar situações ao nível da fraude) enquanto se cortou drasticamente o financiamento público na área. Um escândalo.
Às PME calham apenas algumas migalhas deste maná à custa da austeridade. Uma política progressista não deixará de prestar apoio ao sector privado em particular ás MPME – no âmbito de uma economia mista – porém não de uma forma cega que apenas favorece o grande capital, mas enquadrada no planeamento económico, como determina a Constituição, de acordo com critérios de prioridades e avaliação de custos e benefícios sociais.

foicebook.blogspot.pt

Silva Carvalho diz que foi convidado para o SIRP - Convite partiu do gabinete de Passos Coelho.



Silva Carvalho diz que foi convidado para o SIRP 

Convite partiu do gabinete de Passos Coelho. O "ex-espião" Jorge Silva Carvalho revelou esta quinta-feira que esteve muito perto de ser nomeado pelo governo de Passos Coelho como diretor do Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP), mas que o "caso das secretas" impossibilitou essa nomeação. 

O ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), arguido no processo das secretas, disse em julgamento que, em maio de 2011, quando já trabalhava para a empresa privada Ongoing, teve um encontro no hotel Ritz, em Lisboa, com Miguel Relvas (PSD), que lhe perguntou se estava interessado em voltar ao serviço de informações. Segundo Silva Carvalho, depois de ter recusado o convite de Miguel Relvas, em junho do mesmo ano, quando o governo PSD tomou posse, foi novamente contactado, através de um assessor do gabinete do então primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, para ocupar o cargo de secretário-geral do SIRP. 

O arguido explicou que, nesse almoço, voltou a recusar o convite, invocando os mesmos motivos pelos quais recusara o convite de Relvas, designadamente a vontade de ter mais tempo para os filhos. Relatou que, posteriormente, houve outro almoço e que, perante a insistência dos interlocutores, aceitou, na condição que o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho formalizasse o convite. 

Lembrou que houve ainda "uns contactos", mas que depois surgiram as primeiras notícias relacionadas com "o caso dos cidadãos russos" e dos "metais preciosos" e tudo ficou sem efeito. 

À saída do tribunal, aos jornalistas, Silva Carvalho garantiu que não chegou a almoçar ou a reunir-se com Passos Coelho para discutir a sua eventual nomeação como secretário-geral do SIRP e disse "estar convencido" de que se não fosse o caso das secretas ter aparecido nos jornais teria sido efetivamente nomeado para o lugar.

http://www.cmjornal.xl.pt

Um Governo sem tempo para errar



malheiro
    José Vítor Malheiros
Os últimos dias deram muitas razões de alegria aos democratas. Não, não digo às pessoas de esquerda. Digo aos democratas. Àquelas pessoas que acreditam que a soberania reside no povo e que todos os cidadãos, todos sem excepção, são iguais em direitos e devem ser livres para exercer esses direitos e para beneficiar dos seus frutos.
Àquelas pessoas que acreditam que a liberdade é um valor universal e que pertence a todos por igual e não apenas aos que têm mais rendimentos, um nome de família mais ilustre, mais instrução ou mais qualquer outra coisa.
Depois de um Governo onde a desigualdade foi transformada em valor supremo, onde nos tentaram convencer de que a educação devia ser distribuída conforme a origem de classe dos estudantes, que a cultura apenas devia servir para benefício dos ricos, que o desenvolvimento do país exigia que se aumentassem as desigualdades salariais porque aí estava o segredo da competitividade, que a posição de Portugal na União Europeia devia ser a de um subalterno dos países mais poderosos, que a segurança no desemprego, na doença e na velhice dos cidadãos apenas podia ser garantida a quem tivesse um pé-de-meia considerável no banco, pôr um ponto final nessa iniquidade não pode ser visto senão como um sinal de esperança pelos democratas.
O grande motivo de alegria é pois o fim de um Governo de patriotas de lapela e colaboracionistas no coração que se dispunha a destruir alegremente o país, pilhando o património que pudessem, destruindo o Estado e humilhando os trabalhadores, aumentando a dívida pública e recusando-se a defender o país nos organismos internacionais para não indispor os poderes.
Outro motivo de alegria é o programa do Governo do Partido Socialista, onde o combate ao empobrecimento, ao desemprego, a defesa dos serviços públicos e a aposta na educação, na investigação e na inovação ocupam um papel central. É curioso que os senhores antiliberais que se chamam a si mesmo “liberais” para fingir que prezam a liberdade, mas que apenas defendem a liberdade dos poderosos explorarem os mais frágeis, nunca vieram a terreiro dizer que a pobreza e o desemprego eram intoleráveis porque reduziam a nada a liberdade de escolha dos cidadãos.
Outro motivo de alegria – aqui, principalmente para os cidadãos de esquerda – são os acordos de incidência parlamentar celebrados entre os PS e os partidos à sua esquerda para viabilizar o Governo, o programa e a governação socialista.
Estes acordos não deveriam ser apenas motivo de satisfação para as pessoas de esquerda porque eles significam algo que todos os democratas deveriam prezar: o fim do famigerado conceito antidemocrático de “arco da governação”, que defendia e pretendia incutir no espírito dos cidadãos a ideia segundo a qual alguns partidos possuíam um direito divino a exercer a governação e que outros deveriam para sempre ficar relegados à oposição, numa espécie de coro sem poder; e o fim de uma tradição de acção política por parte dos partidos à esquerda do PS baseada na crítica e no protesto mas que só raramente era submetida à prova da realidade. A entrada do BE, do PCP e do PEV para o clube dos partidos que podem participar na governação – como manda o direito, a democracia e a decência em relação a todos os partidos com assento parlamentar – significa que, pela primeira vez na história da democracia, a reserva de ideias onde mergulham as raízes da governação é mais rica do que antes e permite, por isso, encontrar melhores soluções.
Agora que o Governo está em funções e que tivemos uns dias para celebrar, entramos na fase mais séria da acção política. Sabemos todos que os riscos são imensos: a nossa economia está tão frágil como antes do XIX Governo de Passos Coelho; as nossas finanças estão ainda mais frágeis (apesar da propaganda); as reformas estruturais necessárias (justiça, administração pública, energia, inovação, formação profissional, etc.) não foram feitas e apenas se procedeu, com esse nome, à redução dos salários e à precarização do trabalho; a fragilidade dos bancos é maior; a situação económica e financeira da Europa está mais frágil; o ambiente internacional mais agitado. O que nos espera é difícil e será provavelmente duro. Como cidadãos, o que nos cabe é exercer o dever da maior exigência cívica que este país já viu em relação ao Governo de António Costa. A nossa responsabilidade é – ao contrário da deselegante descarga de fel de Cavaco Silva e da irresponsável oposição sistemática prometida pelo PSD e pelo CDS – garantir ao novo Governo toda a lealdade e toda a cooperação mas nenhuma condescendência, nenhuma complacência. Não temos tempo. Este Governo vai ter de governar bem em tempos difíceis e isso também depende de nós, da exigência que demonstrarmos, da vigilância que exercermos, das críticas que fizermos, dos debates que promovermos.
Uma das circunstâncias que me dão maior confiança neste Governo é, curiosamente, uma que preocupa alguns comentadores: a sua dependência parlamentar do BE e do PCP. A mim, essa vigilância dá-me confiança e espero que, com ela, o PS possa mostrar o melhor de si.

 in Público

VÍDEO - Artista chinês causa sensação com esculturas maleáveis - pasme-se !








escultura de papel














VÍDEO



A espectacular arte milenar chinesa em esculturas de madeira


Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (5)
A China tem uma longa tradição em esculturas de madeira. Há muitos séculos, os mestres do cinzel vêm transformando pedaços de madeira bruta em obras de arte inspiradoras, mas nenhuma tão impressionante como a criação de Zheng Chunhui. Este talentoso artista chinês passou os últimos quatro anos meticulosamente esculpindo uma réplica detalhada de uma famosa pintura tradicional chinesa chamada Ao longo do rio durante o Festival Qingming, num tronco de árvore de pouco mais de 12 metros de comprimento.
 
A beleza de tirar o fôlego do seu trabalho simplesmente não pode ser expressa em palavras. Zheng Chunhui precisou de uma montanha de paciência para completar a sua obra-prima de madeira que exibe barcos, pontes, edifícios e mais de 550 pessoas esculpidas individualmente.
 
Além do louvor de todos quando viram a escultura panorâmica de perto na sua inauguração recente no Museu do Palácio de Beijing, o artista chinês também foi homenageado pelo Guinness Book com o novo recorde mundial para a mais longa escultura em madeira, que mede 12,286 metros de comprimento, 3,075 metros de altura e 2,401 m de largura.
 
A pintura Ao longo do rio durante o Festival Qingming de Zhang tem quase 1.000 anos de idade e é conhecida como Mona Lisa Chinesa, com os seus 5,3 metros, celebrando o espírito festivo e retratando a vida quotidiana de ricos e pobres durante o Festival Qingming.
 
Veja algumas fotos do trabalho de escultura em madeira de Zheng Chunhui:
 
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (1)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (3)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (8)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (7)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (4)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (6)
Arte-Chinesa_Zheng-Chunhui (2)
Dica do Regi NatRock

www.criativodegalochas.com

A PINTURA DE JEAN BASILE PERRAULT


Leon Jean Basile Perrault (1832-1908) 
[Leon Perrault, Leon Basile Perrault, Leon-Jean-Basile Perrault, Leon Bazile Perrault]
Aluno de:  Francois-Edouard Picot e William-Adolphe Bouguereau
Outro dos grandes expoentes modernos de figura pintura na França, embora em uma sensação totalmente diferente e forma de Carolus Duran, é Leon Basile Perrault, que nasceu em Poitiers em 1832. Ele era um estudante de Picot e Bouguereau, e obteve uma Honrosa Mencione para sua primeira exposição  em 1861.

Os seus quadros são bem conhecidos nos Estados Unidos, onde  são muito populares entre os colecionadores. 









 JEAN BASILE PERRAULT


























O PS NÃO ESTÁ NAS MÃOS DE NINGUÉM, ESTÁ NAS MÃOS DELE PRÓPRIO E TUDO DEPENDERÁ DAS POLÍTICAS QUE PRATICAR.


COMEÇOU HOJE UM PERÍODO DE REFLEXÃO E POSSIVELMENTE DE APRENDIZAGEM PARA OS QUE ACHAVAM QUE O PS ERA DE ESQUERDA FAZENDO A POLÍTICA À DIREITA.
OXALÁ QUE A PARTIR DE AGORA E PARA FAZER FRENTE À DIREITA QUE MOSTRA A TODA A HORA A RAIVA QUE TEM NOS DENTES, ATRAVÉS DA MAIOR CHAVASQUICE (ONTEM E HOJE) QUE JÁ VI NA CASA DA DEMOCRACIA, OS QUE AINDA ACHAM QUE POLÍTICAS DE AUSTERIDADE E PRIVATIZAÇÕES SEM NEXO, VENDENDO PORTUGAL A RETALHOS ERAM BOAS POLÍTICAS, DIZIA EU, OXALÁ AGORA ABRAM OS OLHOS E SAIBAM RETIRAR AS ILAÇÕES DO QUE SÃO OS NEO LIBERAIS FASCISTAS E O QUE É TER UM PRESIDENTE DA REPÚBLICA COMO CAVACO FAZENDO O MESMO JOGO LARANJA, SEMPRE ESPREITANDO A OPORTUNIDADE DE RECOMEÇAR COM AS POLÍTICAS DE DESASTRE QUE ARRUINARAM PORTUGAL.
O PS TEM ASSIS, TEM O SEGURO, TEM MUITA GENTE LÁ DENTRO QUE NÃO VÊ COM BONS OLHOS UMA GOVERNAÇÃO FEITA COM POLÍTICAS MAIS POPULARES E VIRADAS PARA A CRIAÇÃO DE POSTOS DE TRABALHO ASSIM COMO POLÍTICAS VIRADAS PARA O RESSUSCITAR DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS QUE DESAPARECERAM E ERAM FONTE DE MUITO GANHA PÃO PARA OS PORTUGUESES.
OS FASCISTAS DO PSD E DO CDS EM PARCERIA COM CAVACO SILVA TORNARAM ESTE PAÍS NUM DESERTO, UM PAÍS DE SERVIÇOS, UM PAÍS QUE NÃO PRODUZ E POR ISSO NÃO CRIA RIQUEZA.
AGORA VEM AÍ UMA ETAPA IMPORTANTE QUE É A DE ELEGER UM PRESIDENTE DA REPUBLICA QUE SEJA UM ÁRBITRO INDEPENDENTE E AMIGO DO SEU POVO E SERÁ DE TODA A IMPORTÂNCIA NÃO ELEGER SUCESSORES DE CAVACO COMO MARCELO REBELO DE SOUSA NEM MARIA DE BELÉM ROSEIRA DUAS PERSONAGENS AMBOS AMIGAS DO GATUNO RICARDO SALGADO.
É DITO DE MANEIRA CRUA MAS TODOS OS PORTUGUESES SABEM QUE É VERDADE, SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO LHE INTERESSA, É DE DIREITA, OU É BURRO !
AntónioGarrochinho

Após 47 dias à deriva, cabo-verdiano salvo perto do Brasil - foi resgatado a 2800 km de casa



Diz que pediu socorro a 15 navios que passaram por ele. Não o terão visto. Esteve à deriva desde o início de outubro até meio de novembro. Foi resgatado a 2800km de casa. "Foi tristeza mesmo", diz.


Foi encontrado a meio de novembro, mas só esta quinta-feira chegou ao porto de Santos, no Brasil.
Juvenal Ferreira Mendes, de 52 anos, contou ao portal de notícias G1, que quando regressava de uma pescaria próximo da ilha da Boavista, Cabo Verde, foi surpreendido por uma tempestade. Diz ele que "o vento rasgou a vela, uma coisa enorme, tristeza mesmo".
Acabou por se ver sem combustível e longe da costa e nada mais podia fazer do que esperar que algum barco o resgatasse.
Terão passado quinze embarcações mas nenhuma o detetou. Juvenal conta que acenava mas ninguém o resgatava. "Eu pensava na morte. Uma semana, duas, três semanas em alto mar, sozinho, era muito para mim", diz o pescador.
Finalmente, a 18 de novembro, 47 dias depois da tempestade, o navio brasileiro "Ouro do Brasil", um barco de bandeira libanesa, resgatou-o.
O embarcação transportava sumo de laranja da Flórida, Estados Unidos, para o porto de Santos, no Estado brasileiro de São Paulo. Foi um dos marinheiros que avistou a pequena embarcação do pescador cabo-verdiano e alertou o capitão do navio.
Uwe Hansen, o timoneiro, explica que depois de alertado, aproximou o navio do pequeno barco. Aí sim, foi possível observar um homem acenar com uma espécie de vela e foi dada a ordem de salvamento.
Juvenal ainda está no Brasil mas quer voltar o mais rapidamente possível a Cabo-Verde para se reunir com a família.





www.tsf.pt