AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


domingo, 15 de novembro de 2015

FERIDAS DE GUERRA - STRESS PÓS TRAUMÁTICO GUERRA COLONIAL PORTUGUESA (VÍDEOS)















VÍDEOS



Veteranos Sem-Abrigo e Stress de Guerra por terraweb


CLIQUE NA SETA PARA ABRIR
video













CLIQUE NA SETA PARA ABRIR
video

EXPULSO DA QUINTA*

EXPULSO DA QUINTA*

sinais de fogo


Foi há uns anitos mas na quinta ainda se lembram bem do dia em que o toparam a  olhar através  das  grades  do  portão. Tinha pêlo claro e um ar simpático. Tanto que alguém logo o baptizou de “Coelhinho”.
O “Coelhinho” acabou por ser adoptado por dona Genoveva,  a mãe-galinha, que achava piada ao seu ar de menino envergonhado e logo o aconchegou junto dos seus pintos.
Em poucas semanas, o “Coelhinho” cresceu e perdeu o seu ar de menino  envergonhado.   Ele  gostava de se ouvir e, por isso, falava alto. Tinha uma voz forte e chegou mesmo a imaginar-se como primeira figura do Scala de Milão.

Mas, como se sabe, a vida raramente nos dá  aquilo que desejamos e o nosso “Coelhinho”, depois de largos anos a fazer de conta, começou a ganhar as suas primeiras massarocas a abrir portas…

Dona Genoveva  orgulhava-se  do  seu  “rapaz”, pois ele sobressaía dos demais da quinta e quando foi preciso substituir a velha galinha Manela sentenciou:
– O mais capaz é o meu “Coelhinho”!
Os habitantes mais velhos e sábios da quinta ainda torceram o nariz mas a verdade é que foi “Coelhinho” o escolhido para render a velha galinha.
Por essa altura, a quinta vivia um período de grande confusão e “Coelhinho” acabou sentado na cadeira do poder. Apesar de ser coelho e de a maioria da população da quinta ser constituída por animais de outras e variadas espécies.
Agora, “Coelhinho” era o manda-chuva.  Só conversava  com quem queria e mesmo dona Genoveva, a mãe-galinha, só conseguia falar-lhe quando ele passava perto do seu galinheiro.
“Coelhinho” mandou construir uma coelheira nova e ali meteu os seus “boys”, isto é os seus amigos, a quem atribuiu todas as benesses.
Foi assim, ao longo de vários e penosos anos.   Anos marcados por cortes na ração para a esmagadora maioria dos animais da quinta e onde muitos dos mais velhos acabaram a tiritar de frio e os mais novos a escapulir-se para  quintas vizinhas à procura de melhor sorte.
Aos poucos e poucos o descontentamento assentou arraiais na quinta. Os mais velhos não gostavam de ser maltratados e não suportavam ser privados da companhia dos seus filhotes.
Começaram a protestar, a fazer greves e até os burros, sempre dóceis, acabaram a mostrar as suas grandes dentuças  a  “Coelhinho”  – o ex-simpático coelho que alguns anos antes tinham acolhido na quinta.
“Coelhinho” era um mau feitor e um feitor mau. Mas esqueceu-se de um pequeno-grande-pormenor. A quinta tinha uma lei e bastava que a maioria a fizesse respeitar para que “Coelhinho” e os seus comparsas fossem corridos. E se bem o pensaram, melhor o fizeram: realizaram uma assembleia e votaram.
A assembleia durou várias horas e quando dona Genoveva presidiu à contagem dos votos percebeu, sem surpresa,  que o seu filho adoptivo tinha sido corrido da coelheira principal pela maioria dos habitantes da quinta.
“Coelhinho” e o seu cãozinho de colo ainda espernearam mas de nada lhes valeu. Foram corridos da quinta. Para desespero de alguns e do galaroz da quinta da Belenzada (**)  que, pela calada da noite, o instruía…

________
* Esclareço que toda e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência e que os personagens da história são mera ficção. O agricultor João Pedro Gorjão  Cyrillo  Machado,  presidente da prestimosa CAP, nunca permitiria que a sua quinta fosse dirigida por um tão mau feitor.

** A  quinta  em causa fica em Belém e passou a ser assim designada após um malogrado golpe palaciano que na noite de 4 para 5 de Novembro de 1836 tentou calar a oposição. Não resultou e D. Maria II foi obrigada, contra a sua vontade política, a demitir o governo e a chamar para o poder a esquerda. Tal alarmou as cortes da Europa e a Inglaterra deslocou para o Tejo  uma  esquadra  com  tropas  prontas  a desembarcar.  Os senhores da Europa são sempre a favor da tradição. Da tradição que sempre protege os ricos e poderosos em detrimento do povo.

EDGAR SILVA INCITA COMUNIDADE PORTUGUESA A NÃO REAGIR COM INTOLERÂNCIA


"Se sabemos que há muita indignação, para além da consternação, importa também dizer que à gramática das bombas – esta linguagem do terrorismo – não se pode responder com a gramática da violência. Há uma pedagogia da paz indissociável da defesa da justiça social, que nós queremos sublinhar como alternativa", declarou o candidato apoiado pelo Partido Comunista Português (PCP).
12241442_1166682666692631_6269194235982388102_n.jpg?oh=7c951ff763ad61711a1a8865ea1f9616&oe=56F232BC
O candidato a Belém falou aos jornalistas perto da sala de concertos Bataclan, um dos locais visados pelos atentados de sexta-feira em Paris, onde morreram mais de 80 pessoas, justificando a sua presença "como expressão de solidariedade com a comunidade portuguesa" e "uma solidariedade profunda com o povo francês".
"Perante a indignação, muitos poderão ser impelidos a reagir com intolerância a estes bárbaros acontecimentos e esse não é o caminho", frisou, sublinhando que "é importante repudiar os atos hediondos que estão associados a esta prática de terrorismo" e lamentando "as vidas e os valores da democracia, da liberdade e da tolerância de uma sociedade pluralista que estão a ser postos em causa".
Edgar Silva encontrou-se este domingo com a comunidade portuguesa, em Nanterre, nos arredores de Paris, um dia depois de se ter reunido com emigrantes em Genebra, na Suíça.
"Estivemos a falar de um conjunto de problemas que afectam a comunidade portuguesa, de um conjunto de práticas que não dignificam o Estado português que, em muitas situações, tem virado costas aos que aqui vivem e trabalham. Estivemos também a falar dos meus compromissos enquanto candidato à presidência da República", detalhou Edgar Silva quando questionado sobre o encontro em Nanterre.
O candidato disse, ainda, que "ao contrário do actual presidente da República e até de outros candidatos que agora se apresentam às eleições", o PCP tem "uma intervenção consequente com os deveres do Estado relativamente à diáspora portuguesa", acusando o Estado português de ter "virado costas" aos emigrantes, apontando, por exemplo, "o encerramento dos serviços consulares e os obstáculos ao ensino da língua e da cultura portuguesas".
Quanto ao encontro com os emigrantes em Genebra, Edgar Silva disse que se fez "uma radiografia dos grandes problemas da comunidade portuguesa" e se apontaram "linhas de intervenção", depois de uma jornada em que ouviu "os problemas daqueles que trabalham na construção civil, na hotelaria e daqueles que estão ligados a projectos de investigação".
Fonte: Lusa

“ESTADOS UNIDOS ESTABA AL TANTO DE LOS ATENTADOS DE PARÍS”


El líder del Partido Comunista de Rusia, Guennadi Ziugánov, declaró que Estados Unidos estaba al tanto de que los atentados terroristas iban a acaecer en Francia.
La Agencia de Seguridad Nacional de EE.UU. (NSA, por sus siglas en inglés), al utilizar los programas de espionaje, estaba al tanto de los planes de los terroristas para perpetrar los ataques del viernes en París, capital francesa, afirmó el sábado Ziugánov en declaraciones al canal dos de la televisión estatal rusa.
“Estados Unidos ha mantenido silencio ante los atentados de París, ya que busca justificar sus políticas y demostrar que los países europeos son víctimas de ataques terroristas (…) y necesitan apoyo militar de Estados Unidos para defenderse”, subrayó el titular ruso.
Además reafirmó que Estados Unidos busca fervientemente que el continente europeo dependa de Washington, por lo tanto permite a los terroristas cometer actos violentos y sangrientos en diversas ciudades europeas.
Ziugánov aseveró que Estados Unidos optó por el silencio de manera intencional con el fin de aprovecharse de los atentados de París para infiltrarse en Francia y otros países europeos.
Hasta que Estados Unidos siga apoyando a los grupos takfiríes y piense en sus intereses y su seguridad, tales ataques terroristas serán cometidos, incluso realizados en otros países europeos, añadió.
Tres estallidos cerca de un estadio, tiroteos en varios restaurantes y la toma de rehenes en una sala de conciertos en París han dejado hasta el momento 129 muertos y 350 heridos.
hispantv
Fonte: elcomunista
abrildenovomagazine.wordpress.com

MEDITAÇÃO CAVACAL



SÍRIA


O dilema de Caetano Veloso após visitar a Palestina


Caetano teve que passar por um processo difícil quando foi à Cisjordânia. Lá confrontou-se com uma realidade que não esperava. De repente, o projeto colonial sionista se tornou evidente
Desde que postou seu texto na Folha de São Paulo, Caetano Veloso tem recebido críticas de quase todos os lados. Os sionistas estão irritados com o fato de ele não querer mais voltar a Tel Aviv. 
Os ativistas pela causa palestina não se conformam com a sua não adesão completa ao movimento de boicote. Já eu vejo nas dúvidas que Caetano levantou o início de um debate essencial para entender a questão palestina. Como Israel pode ao mesmo tempo ser tão amado por uns e tão odiado por outros?



Sandro Fernandes/ Opera Mundi

Músicos brasileiros Gil e Caetano comemoram 50 anos de carreira e amizade ao abrir turnê internacional com show em Amsterdã


A novidade de seu texto foi que, em lugar de tratar do tema de forma exclusivamente racional, trazendo fatos históricos e confrontando abordagens teóricas, Caetano também relatou sua experiência pessoal e os detalhes que lhe fizeram ir mudando de opinião. Ele contou que, antes desta turbulenta experiência pela que passou, se “sentia como um israelense”, e que ao fim dela, “se sentia mais próximo dos palestinos do que jamais imaginou”. Apesar das saudades de Tel Aviv, ele prefere não voltar mais.
          
Quando fui à Palestina, vivenciei algo semelhante. Meus colegas na viagem me perguntavam constantemente, “mas como os judeus apoiam isso? Não faz sentido!”. Não mesmo, e essa é a questão. Israel, para os sionistas, não é visto como algo político. Ele é parte de sua própria identidade. Podem-se discutir os partidos políticos, os diferentes governos, etc. Mas a existência de Israel é inquestionável, por que isso faria os sionistas questionarem sua própria existência enquanto judeus.
              
Toda a argumentação sionista tem como fundamento o antissemitismo. “Os judeus foram, são e serão perseguidos por todos, sempre”. É a partir deste conceito que tudo se justifica. Afinal, Israel, do ponto de vista sionista, mesmo que cometa inúmeros crimes, é a garantia da existência do povo judeu. É assim que milhares de jovens, assim como eu fui, são ensinados a respeito de sua identidade judaica. É essa educação que cria com Israel um vínculo que transcende a política. Uma relação existencial. Por isso, sempre que alguém critica Israel é automaticamente tachado de antissemita.


EFE

Soldados israelenses se posicionam diante de civil palestino na terça (10/11) em Hebron, na Cisjordânia ocupada
É raro ver hoje judaísmo sem sionismo. Esta narrativa tomou praticamente todas as comunidades judaicas do Ocidente depois do Holocausto, quando a tese do “todos querem nos aniquilar” ganhou uma força brutal. Aos poucos, escolas e sinagogas começaram a içar a bandeira de Israel. O que antes era uma cultura e uma religião tornou-se uma nação com um hino e um idioma oficial. O novo Estado inseriu essa narrativa no seu modelo educacional e a exportou para as comunidades do mundo todo. Até hoje, se usa o antissemitismo como uma fórmula para garantir a imunidade das ações de Israel.
              
Caetano teve que passar por um processo difícil quando foi à Cisjordânia. Lá confrontou-se com uma realidade que não esperava. De repente, o projeto colonial sionista se tornou evidente. Como fica aquele amor por Tel Aviv, sabendo que o seu preço é tão alto? É então que a narrativa sionista, tão difundida e aceita, desmorona. Os israelenses, que supostamente eram as vítimas, provam ser o contrário. Mas mesmo assim, aqueles sentimentos persistem. Não é de um dia para o outro que nossas emoções se transformam.

Eu também já amei Israel, e também fui à Cisjordânia. Não foi fácil descobrir que escondido entre o amor ao meu povo e à minha cultura havia um terrível projeto político. Tive que gritar, chorar, rir, odiar, desconfiar, conversar, observar, escutar. Tive que me enfrentar, e a tudo que sempre acreditei e defendi. Não é fácil colocar sua própria identidade em questão. É normal que Caetano, mesmo que não seja judeu, esteja confuso e perdido. Ele estava se reencontrando no mesmo lugar de antes, mas o via com outros olhos.
              
O diálogo entre israelenses e palestinos é quase impossível. Enquanto estes reclamam seus direitos a uma vida normal, ao retorno a seus lares originais, ao fim da ocupação e da opressão, aqueles apenas ouvem “Juden Raus!” (“judeus fora”, em alemão, grito ouvido aos montes durante os tempos do nazismo), traumatizados pelo seu passado e apavorados com a hipotética aniquilação. Apenas quando os sionistas entenderem que para sobreviver como judeus devem lutar junto a outras minorias oprimidas por justiça e igualdade, independentemente de onde estejam, é que uma solução verdadeira poderá ser alcançada. Afinal, qual a diferença entre antissemitismo e racismo?

Amigos sionistas, não tenham medo, ninguém quer matá-los ou exterminá-los. Quebrem os muros das escolas e das sinagogas e mostrem a riqueza de sua cultura para o mundo. Caetano, não se aflija, entender que até nossas emoções são políticas é um processo doloroso. E obrigado. Graças a seu gesto e sua linguagem, imagino que vários jovens brasileiros judeus se perguntaram como você, um ídolo, acabou mudando de opinião. São estes os que amanhã serão capazes de abrir mão de seus privilégios e contribuir para garantir justiça aos palestinos.

(*) Israelense residente no Brasil, Shajar Goldwaser é bacharel em Relações Internacionais pela PUC-SP
operamundi.uol.com.br

COLECTÂNEA DE GIFS ANIMADOS (2)

































Acordo com PS assegura solução política duradoura sem hipotecar projeto comunista — PCP


O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou que o acordo com o PS para a formação e viabilização de um governo socialista assegura uma solução política duradoura.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou neste domingo que o acordo com o PS para a formação e viabilização de um governo socialista assegura uma solução política duradoura sem hipotecar o projeto comunista. “Fizemo-lo [o acordo] assegurando uma solução política, sem hipotecar o nosso programa, sem hipotecar o nosso projeto, que permanecem no presente e no horizonte da nossa intervenção e da nossa ação política”, disse Jerónimo de Sousa.
Terça-feira foi aprovada uma moção de rejeição do programa do XX Governo Constitucional, que, de acordo com a Constituição, implica a demissão do executivo PSD/CDS-PP. No mesmo dia foi assinado um acordo entre PS e PCP.
Num comício na Marinha Grande, distrito de Leiria, o secretário-geral do PCP garantiu que neste processo “foram os pontos de convergência que se valorizaram”, insistindo que nesta solução o PCP não prescindiu “da sua independência ideológica e política”.
Perante cerca de 300 pessoas, Jerónimo de Sousa explicou que neste processo o PCP esteve determinado “a fazer os maiores esforços para pôr um ponto final definitivo na governação PSD/CDS e dar uma solução política que garantisse a necessária resposta governativa que a nova situação exigia”.
Para Jerónimo de Sousa, neste trabalho foi identificado “um conjunto de matérias onde é possível assegurar uma ação convergente, abrindo uma possibilidade real de, entre outros, dar passos na devolução dos salários”, na reposição “dos complementos de reforma dos trabalhadores do setor empresarial do Estado”, na restituição de parte das prestações sociais, na reposição dos feriados e na reversão dos processos de concessão e privatização de empresas de transportes terrestres.
Segundo o secretário-geral do PCP, esta é “uma posição conjunta que assegura as condições para, nas atuais circunstâncias, garantir uma solução governativa que impeça PSD e CDS de prosseguirem a sua política de destruição do país, e onde se confirma e reafirma a existência de um novo quadro parlamentar com uma maioria de deputados que constituem condição bastante para a formação de um governo de iniciativa do PS que permita a apresentação do seu programa, a sua entrada em funções e a adoção de uma política que assegure uma solução duradoura na perspetiva da legislatura”.
Jerónimo de Sousa considerou, depois, que o compromisso firmado com o PS originou uma “reação descabelada e revanchista dos partidos da coligação governamental e dos seus aliados que dominam o espaço público do comentário político e no estalar do verniz falsamente democrático”, sublinhando que “o que está em causa nem sequer é um governo das esquerdas”, mas, ainda que fosse, “era tão legítimo como qualquer outro”.

FALAR, ESCREVER, MAS NÃO CONDENAR, NEM LUTAR PARA ERRADICAR A CAUSA DO TERRORISMO SOBEJAMENTE IDENTIFICADA.

FALAR, ESCREVER, MAS NÃO CONDENAR, NEM LUTAR PARA ERRADICAR A CAUSA DO TERRORISMO SOBEJAMENTE IDENTIFICADA.

LEIO TODOS OS DIAS, COMENTARISTAS, ARTICULISTAS, HOMENS MULHERES DE OPINIÃO QUE LAMENTAM OS ATAQUES TERRORISTAS EM FRANÇA, OS CHARLIES, E OUTROS CASOS DE VIOLÊNCIA QUE ATINGEM O OCIDENTE MAS QUE PORCAMENTE NUNCA ESCREVEM SOBRE O QUE ACONTECE NA ÁFRICA, NA ÁSIA, NA AMÉRICA LATINA, NO MÉDIO ORIENTE E NO RESTO DO MUNDO.
IGNORAM TODA A VIOLÊNCIA, A FOME, OS ASSASSINATOS QUE SE ABATEM SOBRE OUTROS INFELIZES E INOCENTES QUE ANO A ANO VÃO SOMANDO MILHARES E MILHARES.

HOJE LI UMA SENHORA CONHECIDA NOS MEIOS POLÍTICOS QUE LAMENTAVA QUE JOVENS MATASSEM JOVENS, JOVENS QUE NÃO HESITAM EM MATAR NUMA DISCOTECA, NUMA ESCOLA, EM PLENA RUA O CIDADÃO INOCENTE.
DIZ A SENHORA QUE O INIMIGO ESTÁ ENTRE NÓS E NÃO O CONHECEMOS.

TEM TODA A RAZÃO A SENHORA QUANDO ESCREVE 
ISTO MAS MAIS ADIANTE DIZ QUE NÃO CONHECEMOS O MOTIVO QUE LEVA ESTES JOVENS A COMETEREM TAIS CRIMES, O QUE OS IMPELE.
SERÁ QUE A SENHORA QUANDO CHEGOU AQUI DEIXOU DE PENSAR, PERDEU A LUCIDEZ ?

SERÁ QUE A SENHORA (x) NOS QUER ENGANAR COM A SUA TOLERÂNCIA EXCLUSIVA PARA UNS E A CONDENAÇÃO DE OUTROS, SEMPRE OS MESMOS ? SERÁ QUE O MUNDO NÃO CONHECE O FENÓMENO DO TERRORISMO DO ISIS, QUAIS AS SUAS ORIGENS E QUAIS AS SUAS METAS ?

SIM! PORQUE É PRECISO CONDENAR O ISIS MAS RESPEITAR O RESTO DOS MUÇULMANOS QUE NÃO SÃO ADEPTOS DESSAS CHACINAS !

NÃO APRECIO ESTE BEATISMO PIO EM QUE QUE SE CONDENAM OS ACTOS MAS NÃO SE ABORDAM AS CAUSAS DE TAIS DESGRAÇAS E DE TAIS CRIMES.
CHEIRA-ME A FALSIDADE, AO POLÍTICAMENTE CORRETO E À CONVENIÊNCIA DE CRUCIFICAR OS QUE JÁ VIVEM UMA VIDA DE CRUZ E SÃO IGUALMENTE VÍTIMAS DA BARBÁRIE DO FASCISMO E DO CAPITALISMO.

ESTOU HABITUADO MAS ODEIO QUEM ESCREVE ASSIM, GENTE QUE NÃO QUER VER A VERDADE TORNAM-SE INSTRUMENTOS DAQUILO QUE SUPOSTAMENTE TENTAM CONDENAR.
António Garrochinho

VALEU A PENA



O Governo anterior do PSD e do CDS impôs a todo o pessoal da Administração Pública o aumento para 40 horas da semana de trabalho. Foi uma decisão que procurou humilhar e desprestigiar centenas de milhares de portugueses e que surgiu no âmbito de uma quebra significativa de rendimentos e de precaridade do emprego. Foi uma medida que atacava interesses dos funcionários da Administração Pública, com uma suposta posição privilegiada em relação aos trabalhadores do privado.


O acórdão do Tribunal Constitucional declarou agora inconstitucional a interferência abusiva do Governo na negociação e contratação de ACEP’s (Acordos Colectivos de Empregador Público) entre as autarquias locais e as organizações sindicais representativas de trabalhadores. Eram cerca de seiscentos os ACEP’s negociados, assinados e enviados ao Secretário de Estado da Administração Pública, que os retinha e bloqueava abusivamente e ilegalmente impedindo a sua publicação. Nesses ACEP’s (recorde-se) contempla-se a duração máxima de 35 horas da semana de trabalho e na sua maioria não são contemplados quaisquer “bancos de horas” ou normas de adaptabilidade de horários.


Esta decisão do Tribunal Constitucional constitui uma enorme derrota do anterior governo e repõe a normalidade na vida dos trabalhadores, o respeito pelas 35 horas. Esta decisão do Tribunal Constitucional faz respeitar a liberdade de exercício á contratação colectiva e contraria a violação da autonomia do Poder Local Democrático. Esta decisão do TC consagra o discernimento tenacidade e a luta dos sindicatos, nomeadamente do STAL e STML, contra o abuso de autoridade. Foram já publicadas as primeiras ACEP’s. 

Vale a pena lutar!    


CR
cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

QUE DIZEM O PSD E O CDS DISTO ? DO CAVACO NEM ESPERAR ANÁLISE POIS NESTE MOMENTO DEVE ESTAR A SOPRAR AS PENAS ÀS CAGARRAS - Portugal volta a empobrecer face aos parceiros: só três países estiveram pior

Portugal volta a empobrecer face aos parceiros: só três países estiveram pior

Considerando as variações face a igual período de 2014 a situação e menos ma, mas mesmo assim só sete dos 21 países têm pior registo do que Portugal.
Não surpreende assim que Portugal tenha entrado em novo período de  divergência face à evolução registado quer no grupo dos 19 países da Zona Euro, quer no grupo dos 28 países que integram a União Europeia.
Uma evolução que consideramos particularmente significativa para aferir da situação portuguesa e que temos acompanhado ao longo dos últimos trimestres é a comparação com o nosso principal parceiro: a Espanha. 
Apesar de Espanha ser o nosso principal importador e exportador de bens e serviços e de a sua situação económica estar um franca melhoria e em contínuo crescimento e aceleração do mesmo, a economia Portuguesa deixou de acompanhar esta evolução e quando partilhou a tendência fê-lo sempre a uma ritmo muito inferior.
Portugal volta a empobrecer face aos parceiros
No terceiro trimestre, a economia espanhola acelerou o crescimento homólogo de 3,1% para 3,4% sendo agora a 5ª economia que mais cresce só sendo superada por países de leste como a República Checa, a Polónia, a Roménia e a Eslováquia. A portuguesa como já referimos em artigo anterior (ver “PIB desacelera no 3º trimestre de 2015 e põe em risco previsões do governo e da Comissão Europeia“) desacelerou de 1,6% para 1,4%. O diferencial no ritmo de crescimento é assim de mais de 2 para 1 e está a aumentar e, apesar de poderem existir fatores intrínsecos a este desempenho da economia espanhola (setor bancário melhor resolvido, reação a uma forte queda do setor imobiliário e maior dinâmico da investimento) o certo é que a economia portuguesa não está a revelar capacidade de aproveitar na magnitude desejável os incentivos externos que estará a receber .


http://economiafinancas.com

“DEUS ESTÁ MORTO”, NIETZSCHE

11.997 – “DEUS ESTÁ MORTO”, NIETZSCHE


CARDS_CONTEMPORANEA_15_0
Aos 24 anos, Friedrich Nietzsche foi nomeado para lecionar Filosofia Clássica na Universidade da Basileia. O que podia ser o começo de uma promissora carreira acadêmica na verdade foi uma curta incursão, que durou apenas dez anos. 

Apesar da inclinação à rotina professoral, Nietzsche sofria com enxaquecas, problemas digestivos e respiratórios crônicos, que o fizeram abandonar o cargo na universidade. 

Na década seguinte, com ajuda de amigos e vivendo de uma minguada pensão, o filósofo realizou diversas viagens para outros países, atrás de climas mais amenos. Enquanto viajava, escrevia. Seus textos fizeram pouco sucesso na época. 
Assim Falou Zaratustra, por exemplo, só saiu porque o autor pagou parte da publicação do próprio bolso. Até que, em 1889, Nietzsche sofreu um colapso mental do qual nunca se recuperou.
O filósofo passou os últimos anos de sua vida entre manicômios e os cuidados de sua família. Faleceu 11 anos mais tarde, sem ter escrito mais nada. O que ele havia dito até ali? Valendo-se de textos romanceados e de personagens por meio dos quais manifestava algumas de suas ideias, ele se propôs a discutir o futuro de nossos valores morais. 

Quando escreveu “Deus está morto”, o filósofo não queria dizer que a entidade divina tinha deixado de existir – e sim questionar se ainda era razoável ter fé em Deus e basear nossas atitudes nisso. Nietzsche propunha que, recusando Deus, podemos também nos livrar de valores que nos são impostos. A maneira de fazer isso seria questionando a origem dessas ideias. Ele se definia como um “imoralista”, não porque pregasse o mal, mas por entender que o correto seria superar a moral nascida da religião.

De acordo com seus textos, tanto o pensamento cristão quanto certas doutrinas filosóficas (em especial a de Platão) davam a entender que o mundo em que vivemos é apenas “aparente”, havendo um outro mundo “real”, mais importante. No caso da religião, esse outro mundo só seria acessível após a morte. Para Nietzsche, essa ideia nos impedia de aproveitar a vida em prol de um objetivo imaginário. 

Ele dizia haver apenas um mundo – e afirmava que, quando percebemos isso, somos obrigados a rever nossos valores e aquilo que entendemos como humano. Influenciado pelo evolucionismo de Charles Darwin, Nietzsche sugere, em Assim Falou Zaratustra, o surgimento de um “super-homem” – um homem futuro, superior aos códigos morais da época do texto. Mais tarde, esse conceito seria distorcido e usado pelos nazistas para justificar sua ideia de uma raça superior e dominante.
Efeito explosivo
Nietzsche construiu sua filosofia juntando várias perspectivas sobre o mesmo tema. Ele não estava interessado em criar uma teoria fechada ou receitas acabadas, mas em experimentar. Toda a sua filosofia foi oferecer hipóteses interpretativas.
Mas seu experimentalismo dinamitou os alicerces da filosofia e do homem ao questionar a crença em Deus, as bases dos valores e a nossa própria forma de raciocinar amparada na dicotomia entre bem e mal ou certo e errado. Classificou os valores como “humanos, demasiado humanos” (nome de uma de suas obras) e não imutáveis como propôs Platão – o que os torna questionáveis.
megaarquivo.com

RIO DOCE -O RIO QUE MORREU E COM ELE LEVOU 400 PESSOAS E A VIDA NELE EXISTENTE







Imagens aéreas de Bento Rodrigues após o rompimento da barreira de rejeitos



Destruir o do Rio Doce é um crime que, nem todo dinheiro, em forma de multa, do mundo, reverteria a situação.

VÍDEOS

Acidente em mineradora devastou subdistrito de Santa Rita Durão,
distrito de Mariana




www.capixabadagema.com.br

Bento Rodrigues: povoado fantasma

Bento Rodrigues virou distrito fantasma após rompimento das barragens da Samarco em Mariana


VÍDEO

DOIS PINTORES DOIS ESTILOS - ALEXANDER SHEVERSKY e FREDERICO ANDREOTTI



Alexander Sheversky cresceu em Chisinau, República da Moldávia, ajudando o pai desenhar nas paredes. Literalmente. Seu pai era um artista que criou murais muitos em sua casa e aceitou comissões de funcionários soviéticos, que alinharam a sua corredor com telas. A partir do momento que ele tinha 12 anos de idade, até que ele tinha 16 anos de idade, Sheversky ajudou seu pai a completar estas pinturas. Ele estudou no IE Repin Academia de Arte. 

Depois de formado, trabalhou no campo das artes monumentais. Em 1986, Alexander começou a expor suas pinturas em Chisinau e aceitação da crítica e reconhecimento seguido. As autoridades russas o escolheram para apresentar no ambiente competitivo em Moscou. Seu sucesso levou-o a gerir um estúdio para artistas que aceitaram comissões do governo. 

Ele continuou a apresentar em Moscou, a cada ano até que ele mudou-se para Israel em 1991, onde viveu por sete anos. Em 1998, mudou-se para Toronto e em 2004, para Vancouver, British Columbia, onde ele se sente mais em casa.Sheversky o estilo artístico reflete sua admiração por Rembrandt e Vermeer. Seus efeitos magistrais chiaroscuro produzir realismo em suas pinturas que podem ser comparados aos últimos mestres europeus. Ele cuidadosamente cria naturezas-mortas com um sentido geométrico da ordem e, em seguida, pinta a luz de forma tridimensional para produzir efeitos dramáticos em suas obras. Os efeitos de luz e sombra visto em sua re-criação de material drapeado ou garrafas de vinho de perto aninhado mostrar sua habilidade e pintura a influência da moderna classicismo. Sheversky reconhece que a iluminação atrai seu olhar: 

"Quando o sol é de manhã na minha janela e a luz do sol cai sobre meus objetos em meu estúdio, com ela vem a felicidade, a vida chegou. Todas as manhãs eu espero por esse momento …. "

- Alexander Sheversky

https://i0.wp.com/3.bp.blogspot.com/_ucsME-AsFQU/S_kqV3q4jqI/AAAAAAAAYKI/pUehi-TscTQ/s800/Alexander+Sheversky+3.jpghttp://2.bp.blogspot.com/_ucsME-AsFQU/S_kqVGdiwQI/AAAAAAAAYJ4/8SlAY2kiq9I/s800/Alexander+Sheversky+16.jpg
https://i0.wp.com/4.bp.blogspot.com/-2TtQJq5YVZs/TyWj9hgaBTI/AAAAAAAA_oM/q98WqTGFfYY/s1600/Alexander+Sheversky+-+Tutt%27Art@+-+%2851%29.jpg

Imagen

https://i1.wp.com/4.bp.blogspot.com/-6vWMSegrAvQ/TyWkZY0wa9I/AAAAAAAA_q0/8NmstGp80j0/s1600/Alexander+Sheversky+-+Tutt%27Art@+-+%2820%29.jpg
https://i2.wp.com/3.bp.blogspot.com/-4KZF38WusAU/TyWkEm8nUTI/AAAAAAAA_os/EoZ2hgAt3mI/s1600/Alexander+Sheversky+-+Tutt%27Art@+-+%283%29.jpg
https://i0.wp.com/2.bp.blogspot.com/-gronFGgaHDk/TyWkGqGtYKI/AAAAAAAA_o8/aBTZTZNMj7U/s1600/Alexander+Sheversky+-+Tutt%27Art@+-+%285%29.jpg
 (560x256, 60Kb)
 (330x440, 120Kb)
 (560x353, 76Kb)