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terça-feira, 10 de novembro de 2015

A mentira tem perna curta...


Mocao rejeicao psd 1999
Ao cuidado de Pedro Passos Coelho, Paulo Portas, Luís Montenegro e tutti quanti no rescaldo do debate na Assembleia da República do Programa do XX Governo...

A mentira tem perna curta!!!

ocastendo.blogs.sapo.pt

Explosão de alegria na manifestação da CGTP


 | Hoje
Os milhares de pessoas que enchem a lateral esquerda da Assembleia da República, no protesto organizado pela CGTP, manifestaram a sua alegria depois da votação da moção de rejeição do Governo.
 

Arménio Carlos

Muitas pessoas acompanhavam a votação através do telemóvel e fizeram passar a mensagem na rua.

No grupo, além das bandeiras da central sindical, há bandeiras da CGTP e faixas e cartazes do bloco de esquerda, do MAS - Movimento Alternativa Socialista e dos estivadores.
"O momento que vivemos confirma que valeu a pena lutar!", disse Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, no início da sua intervenção.
O dirigente sindical afirmou que os próximos tempos serão de muito trabalho, mas agora com mais motivação, e garantiu que a CGTP manterá uma postura aberta ao diálogo e à negociação.
"Uma nova maioria implica uma mudança de política que dê resposta concreta aos problemas concretos que se avolumaram ao longo dos anos e de forma brutal na última legislatura", afirmou Arménio Carlos, que deixou um aviso: "o Governo que em breve assumirá funções não pode deixar de corresponder aos compromissos que assumiu!"
Logo após a votação, os deputados Pedro Nuno Santos e João Galamba (PS), Jerónimo de Sousa e João Oliveira (PCP) e Catarina Martins e Pedro Filipe Soares (BE) saudaram as pessoas que participavam na manifestação da CGTP.

Vencemos! O Governo de coligação PSD/CDS CAIU!

cgtp parlamento









A consumação da derrota que hoje foi infligida ao PSD e ao CDS, conclui uma etapa decisiva de um longo processo de acção e de luta dos trabalhadores e do povo português contra a política de direita - aprofundada nos últimos quatro anos pelas medidas de agravamento da exploração, do empobrecimento e de retrocesso social – e pela afirmação de um Portugal com Futuro, que tenha no centro das suas preocupações os interesses dos trabalhadores, do povo e do país.
A CGTP-IN saúda os trabalhadores e todos aqueles que travaram intensas lutas nos locais de trabalho e nas ruas de Portugal inteiro e que, dessa forma, permitiram parar muitos ataques do patronato contra os direitos dos trabalhadores, foram determinantes para conquistar aumentos salariais e defender os postos de trabalho e contribuíram decisivamente para o desgaste do Governo PSD/CDS e a erosão da sua base política, social e eleitoral, culminando com uma significativa derrota destes partidos nas eleições legislativas de 4 de Outubro.
A rejeição do programa de Governo apresentado pelo PSD/CDS na Assembleia da República, com a consequente demissão imediata, é inseparável do imenso caudal de lutas que foram realizadas e constitui uma redobrada vitória dos trabalhadores e do povo que, aspirando a uma efectiva mudança de política derrotaram, mais uma vez, as manobras do grande capital e das forças ao seu serviço, com particular destaque para o Presidente da República, na tentativa de perpetuar o PSD/CDS no Governo.
A nova relação de forças na Assembleia da República e as possibilidades que comporta, exigem dos trabalhadores e do povo português que se mantenham vigilantes e actuantes quanto a posições revanchistas e golpistas das forças retrógradas, e do próprio Presidente da República, que tem provas dadas na confrontação com as regras da democracia e na violação dos princípios constitucionais, decorrentes da sua preferência em servir os interesses do grande capital, em detrimento dos interesses dos trabalhadores, do povo e do país.
Neste novo quadro da vida política nacional, a CGTP-IN exorta os trabalhadores a reforçarem a unidade e a sua organização nos locais de trabalho para prosseguirem a luta, condição necessária e insubstituível para a defesa dos seguintes objectivos imediatos:
· Intensificar a acção reivindicativa e a negociação colectiva, exigindo respostas para os problemas dos trabalhadores, nomeadamente quanto ao aumento dos salários, o combate à precariedade e à defesa dos direitos, a redução dos horários de trabalho e o combate à sua desregulação, a melhoria geral das condições de trabalho;
· Reclamar medidas legislativas que concretizem as aspirações dos trabalhadores quanto à mudança de política, designadamente: a revogação das normas gravosas da legislação laboral e a promoção da contratação colectiva, o que implica o fim da caducidade dos contratos colectivos; o aumento do salário mínimo nacional; a reposição integral dos salários e das pensões, bem como das 35 horas de trabalho na Administração Pública, dos feriados, férias e outros direitos roubados; a melhoria da protecção social aos desempregados e das prestações sociais aos trabalhadores e às famílias; a reversão das privatizações dos sectores e empresas fundamentais para o desenvolvimento do país e a defesa dos direitos e dos postos de trabalho; a valorização e defesa da Escola Pública, do Serviço Nacional de Saúde e da Segurança Social pública, universal e solidária;
· Exigir uma nova política para o País que, colocando os trabalhadores e o povo no centro de referência do desenvolvimento da economia, afirme os direitos, as conquistas, os valores e os ideais de Abril que a Constituição da República consagra.
Com os Trabalhadores, Lutar por um Portugal com Futuro!
Lisboa, 10 de Novembro de 2015

A CORJA FOI PRÁ RUA !


MAIS UMA DO GOVERNO QUE JÁ FOI ! - Governo corta verbas a Observatório por ter revelado números da emigração

Governo corta verbas a Observatório por ter revelado números da emigração

O relatório estava concluído desde Julho mas a sua publicação foi adiada pelo Governo para depois das eleições de Outubro. Mesmo assim, Observatório da Emigração antecipou os números.
O Governo decidiu acabar com o financiamento do Observatório da Emigração (OEm) uma semana depois da divulgação no seusite dos números relativos à emigração em 2014, que se manteve nos níveis elevados de 2013, resultando numa notícia no PÚBLICO com data de 29 de Setembro, poucos dias antes das legislativas de 4 de Outubro.
A decisão de pôr fim ao acordo (que estabelece esse financiamento) foi formalmente tomada pelo director-geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), o embaixador João Maria Cabral, que depende directamente do Secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, nos primeiros dias de Outubro, logo a seguir às eleições.
João Maria Cabral, enquanto director-geral, denunciou o protocolo estabelecido em 2008 entre a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades e o CIES – IUL (Centro de Investigação e Estudos de Sociologia – Instituto Universitário de Lisboa), numa carta que dirigiu ao reitor do ISCTE – IUL, na qual apontava os acontecimentos da semana anterior como uma “quebra de confiança”.
O coordenador científico do OEm, Rui Pena Pires, não tem dúvidas de que a razão para a denúncia do protocolo de 2008 e o fim do financiamento ao OEm “foi exclusivamente a divulgação daqueles dados” da emigração que não favoreciam a tese do Governo ao mostrarem uma tendência para a emigração se manter em 2014 e não para abrandar como seria de esperar em ano de retoma económica, disse ao PÚBLICO.
O académico e sociólogo entende a medida como uma retaliação do Governo perante a publicação das estatísticas, no final de Setembro, que mostravam que a emigração se mantinha num patamar elevado. Esses dados levavam o OEm a descrever um quadro preocupante apenas semelhante ao que Portugal viveu nas décadas de 60 e 70, quando os números anuais aumentavam ou estabilizavam em níveis elevados, durante anos seguidos.
“Este protocolo está terminado”, confirmou ao PÚBLICO o secretário de Estado das Comunidades. José Cesário admite que “houve coisas que não correram bem” e que “o fluxo de informação várias vezes criou mal-estar”, mas não atribui directamente o fim do protocolo à divulgação, pelo OEm, de estatísticas que não beneficiavam o Governo, antes das eleições e antes da publicação do relatório na íntegra, ao expor os elevados números da emigração.
O protocolo estabelece, desde 2008, que a DGACCP assegura as condições financeiras e outras necessárias ao seu funcionamento do Observatório; e que o CIES se responsabiliza cientificamente pela produção dos dados do Observatório, lembra Rui Pena Pires.
A Lei do Sistema Estatístico, também de 2008, garante a todas as entidades que produzem estatísticas autonomia para decidir quando divulgar os dados. O OEm divulgou esses números, enquanto esperava pela publicação do relatório na íntegra, pela Secretaria de Estado, o que só viria a acontecer em 28 de Outubro.
Em 2014, o relatório relativo a 2013 foi publicado em Julho. O mesmo estava previsto em 2015. Mas a publicação foi adiada, ficando prevista para meados de Setembro, o que novamente não aconteceu por decisão da DGACCP e da Secretaria de Estado das Comunidades.
Rui Pena Pires defende que os dados foram divulgados em período eleitoral não para condicionar os resultados das eleições, mas a bem da transparência. “O que seria um tratamento eleitoral seria ocultar os dados por se estar em período eleitoral”, argumenta.
O secretário de Estado das Comunidades tem outro entendimento.  “[O protocolo] era para ter acabado há mais tempo. Foi feita uma reestruturação muito grande. Havia uma situação muito vantajosa para o ISCTE, que foi corrigida em 2012”, diz José Cesário em referência ao “apoio anual de 100 mil euros” depois reduzido em 2012. Desde então, passou a ser financiado com menos de 15 mil euros por ano, garantindo apenas uma bolsa de pós-doutoramento e meia bolsa de doutoramento a dois investigadores com os quais estavam agora três investigadores a produzir trabalho não remunerado.
“Continuará a haver uma verba para um observatório externo”, diz José Cesário. “Mas agora o objectivo é dar continuidade ao observatório em articulação eventualmente com outras instituições de investigação sobre as migrações. O objectivo é não ficar confinado a apenas uma instituição. Abrir a outras instituições de ensino superior, que também possam concorrer.” E conclui: “Esta é a razão de fundo” para o fim do acordo.

HISTÓRIA - PROPAGANDA NO NACIONAL SOCIALISMO ALEMÃO: LENI RIEFENSTAHF

Fontes:Leni Riefenstahl. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012.




Wikipedia(Imagens)


Convenção do partido nacional socialista alemão filmada por Leni Riefenstahl, 1934

Ficheiro:Bundesarchiv Bild 183-2004-0312-503, Nürnberg, Reichsparteitag, Marsch der Wehrmacht.jpg


Leni Riefenstahl em filmagens em 1936

 Ficheiro:Bundesarchiv Bild 146-1988-106-29, Leni Riefenstahl bei Dreharbeiten.jpg

VÍDEO


O verdadeiro medo



«Para a coligação PAF é essencial que o governo PS caia o mais depressa possível. É fundamental, para o PSD, que o eleitorado do centro não tenha tempo para perceber que um governo apoiado pelos comunistas não comerá criancinhas, não nacionalizará, não deixará de cumprir no essencial os compromissos europeus. No limite, a possibilidade de as opções do novo governo não se distinguirem muito, em termos económicos, das do anterior governo são um cenário dantesco para a coligação.»

Pedro Marques Lopes

Não prestem demasiada importância à histeria, fúria e rasgar de vestes da coligação PàF, que se acentuarão ainda mais a partir de hoje. Nem liguem muito ao mau perder e à indigência crescente do argumentário utilizado, que faz sentir vergonha alheia. As razões profundas para tanta estridência e pavor são até bastante compreensíveis. O verdadeiro medo da direita é que as coisas não corram mal. Sobretudo quando alguns dos balões de oxigénio de que precisava como de pão para a boca, dos «mercados» à «Europa», em apoio da sua causa, lhes têm estado, até agora, a falhar.

ladroesdebicicletas.blogspot.pt

A PINTURA DE LOIS MAILOU JONES

Lois Mailou Jones

Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Lois Mailou Jones (3 Novembro, 1905-9 junho de 1998) [1] era um artista que pintou e influenciou outros pintores durante o Renascimento do Harlem ,durante a sua longa carreira no ensino e carreira artística Jones foi a única pintora  Africano-Americana de 1930 e 1940 a  alcançar a fama no exterior Ela nasceu em Boston, Massachusetts e foi enterrada em Vinhedo de Martha no Cemitério Oak Bluffs.

Juventude e educação 

Seu pai, Thomas Vreeland Jones era um superintendente  que mais tarde se tornou advogado depois de se tornar o primeiro Africano-Americano a ganhar um diploma de Direito da Suffolk Law School; [ Sua mãe, Carolyn Jones foi um cosmetologista 
Os pais de Jones a encorajaram a desenhar e pintar .


Em 1928 ela foi contratada por Charlotte Hawkins Brown depois de algumas reservas iniciais, e fundou o departamento de arte da Palmer Memorial Institute em Carolina do Norte. Como um professor de escola preparatória, ela treinou um time de basquete, ensinou dança folclóricaApenas um ano depois, ela foi recrutada para se juntar ao departamento de arte da Universidade Howard, em Washington DC, e permaneceu como professora de desenho , aquarela  e pintura até  à sua aposentadoria em 1977. Ao desenvolver seu próprio trabalho como artista, ela também era conhecida como uma mentora de excepcional.
Em 1934, Jones conheceu o haitiano Louis Vergniaud Pierre-Noel, que se tornaria um proeminente  artista, quando ambos eram estudantes de pós-graduação na Universidade de Columbia. Eles se corresponderam por quase vinte anos antes de se casar Eles não tiveram filhos. Ele morreu em 1982.