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domingo, 8 de novembro de 2015

Old Navy / Marine survival skill. - QUANDO CANSADO EIS A TÉCNICA DE SOBREVIVÊNCIA DENTRO DE ÁGUA











VÍDEO

NO FACEBOOK ERAM 5000 NA RUA ESTAVAM 200 - Duzentos manifestaram-se no Porto contra moção de rejeição

Duzentos manifestaram-se no Porto contra moção de rejeição

Manifestantes contra as moções de rejeição ao governo de Passos Coelho e Paulo Portas

Concentração sob o lema "Não a uma moção de rejeição" juntou sobretudo militantes do PSD, que apareceram com bandeiras e cachecóis de Portugal
À hora marcada, 15.30, não estavam os cinco mil que confirmaram presença no Facebook, mas apenas duzentos na Praça D. João I, no Porto.
No mesmo local onde a coligação Portugal à Frente fez um dos maiores comícios da campanha eleitoral, há pouco mais de um mês, era pouca a adesão à manifestação com o lema "Não a uma moção de rejeição", que pretende nas ruas prestar apoio ao governo liderado por Pedro Passos Coelho.
Eram sobretudo militantes de base do PSD, a maioria estreantes em manifestações. Muitos traziam bandeiras de Portugal; da república e mas também da monarquia.
Gente militante como Joana Valério, que há um mês fazia campanha pela PAF e há dois anos andava nas ruas ao lado de Luís Filipe Menezes, na campanha autárquica. Agora, coube-lhe a ela a iniciativa de lançar o evento nas redes sociais.
"Vim com um cachecol de Portugal porque sou uma cidadã indignada", disse ao DN. Figuras conhecidas do PSD eram poucas. Ricardo Almeida, ex-presidente da concelhia do Porto, era o único militante que já teve funções diretivas no partido.
Não queria falar, mas lá acedeu para dizer que nos últimos anos não esteve em nenhuma iniciativa de rua: "As que aconteceram foram contra o PSD e contra o governo. Sou apoiante acérrimo de Passos Coelho e acredito no bom trabalho que ele fez."
A manifestação foi pacífica: discursos, palavras de ordem, hino de Portugal. Agressividade só no discurso de alguns.
Como António Lima, técnico comercial e militante do PSD, que veio de Santa Maria da Feira para "mostrar revolta".
"Estou contra a atitude de António Costa, contra o Partido Comunista, apesar de eles manterem alguma coerência em alguns assuntos, e sobretudo contra o Bloco de Esquerda. O grosso da coluna daquilo que está no BE é um bando de canalhas que mereciam de ser corridos a pontapé e responsabilizados por aquilo que estão a fazer ao país", diz António Lima, que aos 49 anos reconhece que esta é a primeira vez que encontrou um motivo para vir para a rua. "A primeira "manifestação" em que estive foi o comício da PAF em Santa Maria da Feira", revela.
O tom era de crispação neste e noutros manifestantes e também de desilusão por ter aparecido muito menos gente do que a que era esperada.
Terça-feira há nova manifestação, sob o mesmo lema, mas em Lisboa, à porta da Assembleia da República.

DN

Jerónimo e a montanha

Jerónimo e a montanhaJerónimo tinha o microfone da sala da conferência de imprensa na sede do PCP a atrapalhar a sua leitura da declaração onde anunciou que, por unanimidade, o comité central do PCP deu o seu acordo a uma “solução estável e duradoura na perspetiva da legislatura” de um governo liderado pelo PS.
Mas, apesar do ruído do microfone, Jerónimo não se atrapalhou e repetiu, devagar e com segurança para que ninguém duvidasse, a frase-chave que muitos esperavam mas outros não queriam ouvir dita por ele em nome do comité central: “na perspectiva da legislatura”.
Jerónimo estava sereno, ainda com as marcas do cansaço de uma campanha eleitoral árdua e de um mês de negociações “difíceis”, os ombros descaídos do casaco a denunciarem uns quilos a menos. Ontem mesmo, ainda ouvimos os comentadores afirmarem que a tarefa de Jerónimo não era fácil, que era mesmo muito difícil, num comité central onde muitos representam ainda o “velho e ortodoxo PCP” que dificilmente aceitariam comprometer-se com o apoio a um governo do PS. Iria haver votos contra, asseguravam as pitonisas.
Os repórteres que ouviam  Jerónimo na sala de imprensa do PCP anunciar o apoio unânime do comité central, olhavam para um Jerónimo para eles desconhecido. Era uma espécie de admiração contida misto de incompreensão e de resignação. Afinal o PCP move-se….
Jerónimo fez história. «Se a montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha.»

vaievem.wordpress.com

OS COMUNISTAS HONRAM OS SEUS COMPROMISSOS


ESPIONITE - A imprensa da Alemanha dá conta de que os serviços de espionagem do país (BND) devassam entidades governamentais e não-governamentais de países “amigos e aliados” e de organizações internacionais, designadamente o Comité Internacional da Cruz Vermelha.


Mundo Cão

A imprensa da Alemanha dá conta de que os serviços de espionagem do país (BND) devassam entidades governamentais e não-governamentais de países “amigos e aliados” e de organizações internacionais, designadamente o Comité Internacional da Cruz Vermelha. Entre os espiados estão ministérios dos Estados Unidos da América, Polónia, Áustria, Dinamarca e Croácia – alguns dos quais não passam de protectorados económicos germânicos – e serviços de representações diplomáticas da União Europeia, Nações Unidas, França, Reino Unido, Suécia, Grécia, Espanha, Itália, Áustria, Suíça, Portugal e do próprio Vaticano.

Correspondendo a sigla BND à prestimosa designação de Serviço de Defesa da Constituição, ficamos a saber que os espiões de Berlim estendem o zelo profissional e coscuvilheiro ao respeito pelas Constituições dos outros e à fiscalização abusiva de entidades que tutelam tratados de âmbito continental e mundial, aliás um velho vício germânico com as dramáticas consequências sobejamente conhecidas.

Até aqui dizia-se que as actividades “internacionais” do BND se realizavam a mando da central mundial de espionagem, a norte-americana NSA (Agência Nacional de Segurança), tão bem retratada pelo conhecedor Edward Snowden. Agora sabe-se que a espionagem berlinense também age por conta própria, o que nada tem de surpreendente num mundo onde as grandes potências espreitam à socapa os negócios de umas e outras, e de todos, procurando as vantagens económicas e as recompensas financeiras que ditam o resto onde se inclui a vida de cada um de nós, pobres mortais.

Sabíamos até que a dita NSA, além de mandar o BND espiar por sua conta também escuta os telefonemas pessoais da chanceler Merkel, prática a que esta respondeu com uma reprimenda diplomática tão enérgica que cabe na frase “espionagem entre amigos não é coisa que se faça”. Pois é, e quando isso acontece paga-se na mesma moeda, ao que parece, embora aqui se aplique a velha história do ovo e da galinha: quem e quando terá começado? Não custa admitir que o remoto pontapé de saída tenha sido dado pelo intervencionismo norte-americano há longas décadas instalado no coração europeu, mas serve a situação ora conhecida para demonstrar que os alunos europeus aprendem depressa e se equivalem aos mestres, pelo menos no que diz respeito ao proteccionismo alemão sobre os seus “amigos” continentais, quiçá mais súbditos que “amigos”.

Diz-nos o convívio com a comunicação social mundial que estes episódios de espionite são recorrentes, denunciados tanto por meios ditos de “referência” como pelos mais truculentos megafones sensacionalistas. E, contudo, la nave va, a devassa continua em todos os sentidos e direcções porque nada acontece a não ser a existência, aqui e ali, de exercícios de contorcionismo para a legitimação da espionagem sem qualquer controlo. Lembremos o caso do governo de Manuel Valls em França ao teorizar sobre o facto de “o direito à privacidade não ser um direito humano”.

Além disso, não estamos a ver o primeiro-ministro polaco, a senhora presidente da Croácia, o patronal Rajoy, o patético Ban Ki-moon ou primeiro-ministro português de saída a protestarem contra a espionagem de tais serviços, nem ao menos zangando-se como fez a senhora Merkel alegando que “espionagem entre amigos não é coisa que se faça”. Faz sim senhor, e para bem de todas estas amizades e confrarias, de que as vítimas são sempre as mesmas. Dignidade para quê? Seja tudo em nome da democracia e da segurança.


aviagemdosargonautas.net
PARA QUEM ESTIVER INTERESSADO PODE LER AQUI OU BAIXAR EM PDF A PROPOSTA DE FORMAÇÃO DO GOVERNO PARA A XIII LEGISLATURA
TSF.PT

Acordo fechado entre PCP e PS para durar quatro anos

Acordo fechado entre PCP e PS para durar quatro anos

Acordo entre socialistas e comunistas tem horizonte de uma legislatura: "Quatro anos, obviamente", diz Jerónimo de Sousa. Da parte do PCP, Governo da direita cai já na terça-feira


Jerónimo de Sousa revelou este domingo que o Comité Central do Partido Comunista "confirmou os termos da posição conjunta do PS e do PCP sobre a solução política" para derrubar o governo PSD/CDS-PP na próxima terça-feira. Ou seja, o acordo está fechado. Era o partido que faltava: BE e PEV já se tinham entendido oficialmente com o partido liderado por António Costa.  


Da parte do PCP, será possível "um governo de iniciativa PS", que entre "em funções", não vendo Jerónimo de Sousa "nenhuma razão político-constitucional" para que assim não seja.

E o horizonte é de uma legislatura, disse, já em resposta aos jornalistas, numa conferência de imprensa que começou rigorosamente à hora marcada:
"Um governo que adote uma política que crie condições para uma solução duradoura na perspetiva da legislatura. Quatro anos, obviamente"

Assim, e em primeiro lugar, "estão preenchidas as condições pela parte do PCP que assegurem derrota do Governo PSD/CDS-PP". Os comunistas irão, confirmou, apresentar uma moção de rejeição ao programa de Governo da direita.

Jerónimo de Sousa destacou a "responsabilidade" do seu partido no processo negocial com os socialistas:
"Tudo faremos para que seja solução duradoura. Em quatro anos posso morrer eu, pode morrer muita gente, mas isso logo veremos".

As negociações decorreram, de resto, num "quadro de grande franqueza". O secretário-geral comunista frisou que "não há nenhuma crispação" entre socialistas e comunistas, ao mesmo tempo que "nenhum partido deixou de ser o que é".

"De forma séria e o PCP tem estado e está em coerência com a sua posição", tinha frisado antes, notanto que reunidos à mesa, os dois partidos conseguiram "identificar um conjunto de matérias onde é possível assegurar uma ação convergente".

Por isso, "está aberta a possibilidade real, entre outros, de dar passos na reposição de rendimentos, valorizar salários e travar a degradação das pensões".

Segundo revelou ontem o PS na Comissão Nacional, que aprovou o programa de Governo socialista com apoio parlamentar à esquerda, são 51 as medidas acordadas com PCP, BE e PEV.

António Costa defendeu que o programa é  "coerente e com medidas consistentes", garantindo que encontrou naqueles partidos um "diálogo sério e responsável". Por isso, não tem dúvidas:  "É hora de pôr termo ao que resta do PREC e do muro de Berlim" e avançar com a sua alternativa política para derrubar o Governo da direita. 

Entrámos na semana decisiva, com a discussão e votação do programa de Governo agendadas para esta segunda e terça-feira, dias 9 e 10 de novembro. O segundo Executivo de Passos Coelho será, ao que tudo indica, o mais curto da História da Democracia Portuguesa.


Cavaco debaixo de fogo


O Comité Central do PCP esteve reunido durante várias horas e, na conferência de imprensa, Jerónimo de Sousa começou logo por referir o que foi discutido sobre o discurso de indigitação do primeiro-ministro proferido pelo Presidente da República.

Foi, para os comunitas, uma "comunicação deplorável ao país, com um conteúdo de assinalável gravidade".
"O comité central não reconhece a Cavaco nem legitimidade politica nem democrática para tecer considerações sobre o papel o PCP na democracia portuguesa"
A "brutal ofensiva ideológica" que se seguiu aos resultados eleitorais teve no chefe de Estado o primeiro impulsionador, para o PCP. 
CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA VER O VÍDEO



VÍDEOS - HISTÓRIA - REPÚBLICA PORTUGUESA - OS PRESIDENTES








REPÚBLICA PORTUESA

PRESIDENTES







Vídeos recolhidos do youtube por:António Garrochinho


vídeos




















A fátua do aiatola de Boliqueime



A fátua do aiatola de Boliqueime



O aiatola de Boliqueime solicitou ao xeique de Massamá que orientasse as orações na mesquita de S. Bento e pusesse o vice-mullah a acomodar os amigos. Apesar de serem poucos os devotos e de se acharem fatigados os incréus, o aiatola apelou à dissidência entre os hereges e lançou uma fátua contra os insubmissos.


Nenhum jihadista surgiu a executar a fátua, nenhum quis 72 virgens, rios de mel doce e, quiçá, uma vivenda à beira-céu. Nem um só devoto se voluntariou para transportar bombas da Rua de São Caetano ou do Largo do Caldas para o Largo do Rato, R. Soeiro Pereira Gomes ou R. da Palma. Os jihadistas do ELP e do MDLP já estão em lares ou em perpétua defunção. Só alguns dissidentes se reuniram à porta fechada na Bairrada, pouco Seguros, a marcar lugar para o dia de Juízo Final no Vale de Josafat do próximo congresso do PS. 

A zitaseabrização de Assis foi o haraquíri prematuro, pouco honroso e mal acompanhado.
Perante a ausência de voluntários para o martírio, o aiatola empossara os seus jihadistas e ajudantes, indiferente aos adversários que o desprezam e que, em inédito ecumenismo, decidiram pôr fim ao califado neossalazarista.


O terrorismo verbal continua nos jornais, madraças juvenis e televisões mas o jejum do poder no longo ramadão da incerteza deixou-os ressentidos e vingativos, mas exaustos.
Reina a incerteza na Europa e no Mundo mas o pior PR, o pior Governo e a pior maioria da segunda República portuguesa já marcaram viagem para Meca a fim de apedrejarem o Diabo. Precisam de longo jejum do poder para se civilizarem e cumprirem o primeiro pilar, acreditarem nos programas dos seus partidos
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Carlos Esperança (facebook)

UNS QUE SÃO SEMPRE PIORES QUE OUTROS SUCEDEM-SE ! UM PULHA QUE ABENÇOA OS QUE EXPLORAM E ROUBAM, É PRECISO DIZER MAIS !? - D. Manuel Clemente. Aumento do salário mínimo é um objectivo mas há necessidade de respeitar “compromissos internacionais”

07 Nov, 2015 
Cardeal patriarca diz que aumentar o salário mínimo é “um desiderato” mas isso significa que haja meios para o cumprir.


Numa altura em que discute a questão da subida gradual do salário mínimo nacional para os 600 euros, D. Manuel Clemente lembra a “responsabilidade dos agentes políticos”. O cardeal patriarca fala de um objectivo comum de todos os portugueses, o de “uma vida mais justa”, mas relembra que para isso são necessários meios financeiros e que o país está preso a “compromissos internacionais”.
A proposta tem de aumento em 95 euros mensais o valor do salário mínimo tem estado em discussão entre os partidos de esquerda.
Em declarações este sábado à Renascença, o cardeal patriarca de Lisboa sublinha a importância de Portugal cumprir com os compromissos internacionais e garantir que há meios para conseguir dar melhores salários aos portugueses.
“Todos nós queremos que todos ganhem mais no sentido de uma vida mais justa para todos, mas isso significa que haja meios para cumprir tal desiderato. Creio que todos os agentes políticos com a responsabilidade que têm saibam conjugar estes factores: o ideal que temos e os meios que temos para o atingir num quadro nacional e internacional que implica responsabilidades aqui e compromissos de fora. Mas os agentes políticos até pelo acesso que têm acesso a dados e conhecimentos encontrem a melhor forma de o fazer”, explica D. Manuel Clemente à margem da conferência anual da Comissão Justiça e Paz que decorre hoje na fundação Calouste Gulbenkian.
Sobre o mesmo tema, o arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, diz que “há que colocar o bem comum acima do bem particular”. “Até agora não temos sido capazes de o fazer”, lamenta.
“O bem universal dos bens é para todos e todos têm direito”, rematou.
"As desigualdades porque há muita vida indigna"
Em relação às questões da desigualdade, D. Manuel Clemente considera que esta é uma realidade negativa que só pode ser ultrapassada com fraternidade
Em declarações à Renascença na abertura da conferência anual da Comissão Nacional Justiça e Paz, o cardeal patriarca de Lisboa lembrou a actualidade da doutrina social da Igreja e apelou ao esforço conjunto para vencer as desigualdades sociais
“A desigualdade é uma realidade negativa que temos de ultrapassar, a fraternidade é o bom espírito que isso pode acontecer. Se nós olharmos para cada ser humano como o potencial infinito que nós temos de respeitar e promover. Ai poderemos resolver a desigualdade” , defendeu D. Manuel Clemente.
Para D. Jorge Ortiga há muita vida indigna fruto das desigualdades que existem e isso deveria escandalizar a sociedade portuguesa. O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana alerta para a importância de uma sociedade mais fraterna.
“A base de tudo é também uma base do cristianismo, a fraternidade. É a síntese da doutrina cristã. Somos todos irmãos, dizemo-lo, afirmamo-lo mas nem sempre o praticamos. Se praticarmos a fraternidade a igualdade também acontece. As desigualdades acontecem porque há muita vida indigna. Isso devia escandalizar-nos”, rematou.

PS: comentário: Dêem ao povo Fátima, hóstia, fome e caridadezinha enquanto estes trastes vivem na opulência e não hesitam em vomitar cá para fora as suas falsas, pias, convicções. Havia na minha aldeia um homem que contava muitas anedotas da padralhada e então um dia perguntaram-lhe se era contra a igreja ao que ele respondeu: eu sou contra os que se servem da igreja e até sou a favor da promoção dos padres ! como assim respondeu o outro ! pois sou a favor de transformar os padres todos em papas !

NÓS INVADIMOS, DESTRUÍMOS, MATAMOS, FINANCIAMOS....




































Natália Sousa (google+)

VÍDEOS - A PLANTAÇÃO DO ARROZ E O SEU APROVEITAMENTO COMO ARTE PARA ATRAIR TURISTAS







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Japoneses recriam cena de 'E o vento levou' em ... - YouTube




VÍDEOS RECOLHIDOS DO YOUTUBE POR:António Garrochinho

















"JORNALISMO" DE CÁ

QUEM NAVEGA NA NET PODE FACILMENTE CONSTATAR A DIFERENÇA QUE HÁ ENTRE OS JORNALISMO QUE SE FAZ NO ESTRANGEIRO A COMPARAR COM OS BABACAS QUE OCUPAM OS JORNAIS, A TELEVISÃO CÁ NO NOSSO BURGO.
JORNALISMO DE INVESTIGAÇÃO É ZERO EM PORTUGAL, QUALIDADE DE INFORMAÇÃO É ZERO EM PORTUGAL, REPÓRTERES CRIATIVOS É ZERO EM PORTUGAL, CONSTRUÇÃO DAS REPORTAGENS, IMAGEM, VÍDEO, É ZERO EM PORTUGAL.
VEJAM NA NET COMO SE NOTICIA. COMO SE FAZEM REPORTAGENS EM FRANÇA NA ALEMANHA, NA ITÁLIA E ATÉ NO BRASIL.
AQUI AS FELÍCIAS. AS JUDITES, OS RODRIGUES E O VASTO EXÉRCITO DE INCOMPETENTES E IGNORANTES ENGANAM OS PORTUGUESES E LAMBEM O CU AOS BALSEMÕES DONOS DA INFORMAÇÃO E O TRABALHO QUE EXECUTAM É MEDÍOCRE E DESPROVIDO DE SERIEDADE E INTELIGÊNCIA.
SÓ SERVEM O CAPITAL E OS PATRÕES, INFORMAR PARA ELES NÃO EXISTE, NÃO SABEM, NÃO APRENDERAM, CONSEGUIRAM O CANUDO COM CUNHAS E OUTROS ARTIFÍCIOS.
António Garrochinho

UM PINTOR TALENTOSO MAS UM PÉSSIMO MÚSICO - A VIDA DE VICTOR SUTCLIFFE, O QUINTO BEATLE

Nascido em Edimburgo, Escócia, em 1940, Stuart Fergusson Victor Sutcliffe cresceu em Liverpool, Inglaterra. Ele demonstrou um talento artístico afiado desde tenra idade. Ao mesmo tempo que ganhava uma grana recolhendo lixo, frequentava o Colégio de Arte de Liverpool. Ele era considerado o melhor pintor de sua classe, trabalhando principalmente em um estilo expressionista abstrato. Foi na faculdade que ele conheceu John Lennon, que se tornou seu companheiro de quarto. Depois que Stuart vendeu uma de suas pinturas por 65 libras, um valor avultado pra a época, Lennon convenceu o amigo a comprar um baixo.

Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 01
O problema é que ele não sabia tocar muito bem e ainda assim se juntou a banda que Lennon tinha formado com seus amigos Paul McCartney e George Harrison. O nome da banda já tinha mudado várias vezes, e quando Stuart chegou Lennon teve a ideia de mudar o nome para "Beetles" ("Besouros") como uma reminiscência a Buddy Holly and The Crickets. Ao longo dos próximos meses, o nome acabou evoluindo para Silver Beetles, em seguida Silver Beatles, e, finalmente, para Beatles.

- "Ele realmente não era um músico muito bom. Na verdade, ele nem era músico, até que foi convencido a comprar um baixo", contou certa vez George Harrison. - "Ele foi aprendendo uma música aqui e outra ali e foi praticando um pouco. Stu errava muito, mas isso não importava muito naquela época, porque ele era um cara muito legal".

Em 1961, Stuart deixou os Beatles para se concentrar em sua carreira na pintura e para viver com a noiva Astrid, por quem se apaixonara em uma turnê do grupo a cidade de Hamburgo. Ele ganhou uma bolsa de estudos de pós-graduação para frequentar a Escola de Arte da cidade alemã e, ansioso para estudar com o escultor Eduardo Paolozzi, não pensou duas vezes para largar aquele bandinha de amigos adolescentes.

Sua carreira artística parecia promissora, mas foi interrompida, no entanto, quando após uma série de dores de cabeça inexplicáveis e cada vez mais graves, morreu de hemorragia cerebral repentinamente em 10 de abril de 1962, quando tinha apenas 21 anos. Sua noiva e antigos companheiros de banda ficaram devastados.

- "Pouco antes de morrer, ele apareceu em Liverpool e saímos juntos para comemorar, quase como se ele tivesse tido uma premonição de que não ia nos ver novamente", disse George Harrison.




rosto de Stuart ainda pode ser visto no lado esquerdo da capa do álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.
Uma versão inicial dos Beatles, fotografados por John Lennon: o empresário Allan Williams, sua esposa Beryl, o parceiro de negócios Lord Woodbine, Stuart Sutcliffe, Paul McCartney, George Harrison e Pete Best. (1960)
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 01
Os "Silver Beatles" - Stuart Sutcliffe, John Lennon, Paul McCartney, o baterista Johnny Hutch, e George Harrison, tocando em Liverpool. (1960)
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 02
Stuart toca baixo com os Beatles no Top Ten Club, em Hamburgo. (1961)
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 03
Juntamente com o baterista Pete Best, recrutado às pressas, Stuart e os Beatles viajaram para Hamburgo, Alemanha para tocar em clubes e aprimorar suas habilidades.
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 04
Lá, Stuart se apaixonou pela fotógrafa Astrid Kirchherr, que se tornou sua noiva apenas dois meses após conhecê-lo. Ela fez nele um corte de cabelo chamado mop-top (tigelinha) que o resto da banda adotou em breve.
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 05
Stuart no palco com os Beatles em um clube de Hamburgo.
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 06
- "Quando eu tocava alguma coisa, eu olhava para Stu. Eu dependia dele para me dizer a verdade, pois sabia que iria me dizer se algo tinha ficado bom ou não e eu acreditava nele", comentou John Lennon anos depois. - "Às vezes éramos terríveis com ele. Especialmente Paul, que sempre zoava seu jeitão meio sorumbático."
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 07
Aqui eles voltam ao Top Ten Club, em Hamburgo.
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 08
Stuart toca baixo atrás de John Lennon e George Harrison no Top Ten Club, em Hamburgo.
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John Lennon canta e toca guitarra com Stuart Sutcliffe e George Harrison no Top Ten Club, em Hamburgo.
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Stuart tocando atrás de George Harrison.
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Astrid Kirchherr e Stuart posam junto em Hamburgo.
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Astrid foi a responsável tanto pelo estilo de corte de cabelo quanto pelo design dos terninhos pretos que os Beatles passaram a usar. Ela também fez os registros fotográficos deste período inicial da banda.
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Esta foi uma das últimas fotos que Astrid fez de Stuart.
Stuart Sutcliffe, a breve vida de um pintor talentoso e um baixista medíocre, o “quinto Beatle” 14


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VEJA VÍDEO - DEZENAS DE MILHAR DE MULHERES PROTESTARAM HOJE EM MADRID CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


Pessoas gritam palavras de ordem contra a violência de gênero durante uma passeata no centro de Madri, Espanha, 07 de novembro de 2015 © Susana Vera
Dezenas de milhares de manifestantes, incluindo ativistas da FEMEN e Podemos, tomaram as ruas de Madrid para exprimir os seus protestos contra a violência doméstica e a discriminação contra as mulheres.
Pelo menos 380 organizações regionais e 70 organizações feministas estatais, bem como membros dos principais partidos políticos espanhóis, sindicatos e organizações não-governamentais, participaram na manifestação.

vídeo
Participantes de outras cidades viajaram para a capital espanhola em, pelo menos, 300 autocarros,  do protesto, disseram à AFP os organizadores
Os ativistas seguravam faixas que diziam, "Parem a violência machista!" e gritavam: "Nós não estamos todos aqui, os mortos estão em falta!"
"A crise económica significa que muitas mulheres não deixaram os agressores, porque eles é que  têm os meios,"
Um dos manifestantes, Angela Gonzalez, disse à AP que sua filha foi assassinada por seu ex-marido  em 2003. Ela disse que, desde 1995, mais de 1.390 mulheres foram assassinadas na Espanha por homens.
"Eu sou um exemplo de uma mulher que foi capaz de sair da violência doméstica",  disse Olga Aranza, uma professora de 45 anos de idade.
Segundo o arquiteto de 34 anos de idade, Miguel Navarro,  "é essencial que nós, os homens também participem nesta manifestação, para que possamos enviar uma mensagem clara para as mulheres, dizendo-lhes que não estão sozinhos nesta luta."
"Em Espanha, há ainda uma necessidade de educar os homens para  eles colocaram um ponto final na machismo", 
Pelo menos 41 mulheres foram assassinadas por seus parceiros em 2014, e apenas sete delas apresentaram queixas oficiais contra seu atacante antes de suas mortes, de acordo com o governo espanhol.





no asfalto em destaque


PSP desmente rumores de sequestros por Máfias de Leste


 | 06/11/2015
A PSP emitiu, esta sexta-feira, via Facebook, um esclarecimento que visa garantir que não têm fundamento as informações que circularam hoje nas redes sociais sobre uma onda criminosa de uma suposta "Máfia de Leste" em Braga, Porto, Coimbra e Lisboa.
 
PEDRO NUNES/LUSA
PSP garante que a informação sobre sequestros é infundada

A Polícia garante que "o teor dessa informação é infundado não havendo qualquer indício que valide o teor do que é narrado. Esta questão já foi esclarecida há mais de um ano mas voltou novamente a circular em diferentes caixas de correio e nesta rede social [Facebook]".
De facto, um alerta sobre sobre um alegado sequestro dava como certo um que "romenos levaram uma miuda de 12 anos" e acrescentava pedia para que as pessoas não deixassem "as vossas crianças andarem sozinhas por aí". "A Polícia apanhou 2 mas falta saber quantos mais há por aí".
Dado o alarme provocado e a velocidade com que a informação se espalhou no Facebook, que causou até uma onda de telefonemas para a polícia, a PSP decidiu informar "que essas informações são construídas em pressupostos errados e desprovidas de qualquer sentido não devendo ser replicadas. A todos os cidadãos que nos contactaram nas últimas horas, o nosso agradecimento que permitiu este público esclarecimento"
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