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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

MANIFESTO CLARIFICADOR



Em qualquer país democrático podem existir governos de direita, do centro ou da esquerda, tudo dependendo da escolha dos cidadãos e da vontade dos eleitos, podendo exercer o poder em maioria, em minoria ou com acordos que garantam a viabilidade do seu mandato.

Falo de democracias, porque existem outras realidades, como as ditaduras ou aqueles regimes manhosos em que a Democracia é apenas de fachada, existindo de facto um poder apoiado na força do medo, ou na força do dinheiro.

Em Portugal temos quem não aprecie especialmente a Democracia, quem não admita qualquer mudança, quem não goste de arriscar em situações sob as quais não possui algum controlo.

Qualquer alteração do status quo atrapalha uns quantos senhores que sempre viveram à sombra do Estado, que sempre gravitaram em torno do poder, e que quando são surpreendidos pela mudança, alegam a existência de falta de confiança no país e nos eleitos que formam governos co os quais não se identificam.

A promiscuidade dos negócios e do poder tem sido flagrante, e um governo com o apoio da esquerda, aterroriza certos empresários. Não é a iniciativa provada que está a ser posta em causa, mas sim a sua influência sobre quem exerce o poder, e alguns benefícios que podem estar em causa, e isso nota-se no tal Manifesto dos 100.



lusoinculto.blogspot.pt

A SELVA ESTÁ UMA SELVA


Os fachos os lambedores, os sacanas, os pides, os bufos, engraxadores, os saudosistas de Salazar, os parvos os ignorantes e depois os de  má fé, desde dia 5 de Outubro de 2015 que deram seriamente pela existência do PCP.
Raivosos, desesperados e apelando sempre ao sentimento anti-comunista andam doentes e com medo. Os corruptos sonham com grades e têm medo de perder os milhões que roubaram durante décadas ao Zé povinho, aos velhotes, aos que trabalham e aos que estão desempregados mas, pelo menos, agora já não ignoram e ganham respeito por medo e covardia a um partido formado por gente honesta que tem dado provas mais que suficientes da sua transparência e intransigência na defesa dos trabalhadores e do povo português.
Os cães de fila " a voz do dono" do jornalismo, da rádio, da televisão berram que nem hienas na savana.
Os comentaristas de direita tentam confundir os mais incautos e já falam bem do PCP embora o povo lhes conheça as manhas e a quem obedecem.
É bom existir a maioria de esquerda e se o PS não roer a corda (o que será difícil que não aconteça cedo ou tarde) aos que andam por aí agarrados à cabeça com medo do papão comunista só lhes restam duas soluções.
Matem-se ou habituem-se.
António Garrochinho

INCRÍVEL O QUUE DEAMBULA POR AÍ ! DE UM JOVEM CONSERVADOR DE DIREITA NO FACEBOOK, ALGUMAS RESPOSTAS E UMA BELA SÁTIRA DE ANTÓNIO BORONHA

Hoje um estagiário daqui do trabalho ousou tratar-me por tu.
Claro que fui tolerante com ele e apenas fiz um e-mail para o seu superior hierárquico a dar conhecimento da situação sem pedir uma punição exemplar.
Se vivêssemos sob a ditadura de um governo de esquerda ninguém precisava de usar gravatas, o uso do “você” desapareceria e passaríamos todos a tratar-nos pelo primeiro nome. Inadmissível!
Se estas barreiras sociais existem são para poder distinguir os que, de facto, atingem o sucesso dos que trabalham em Call Centers ou em hamburguerias.
Na natureza sempre imperou a lei do mais forte. Nunca viram um leão a tratar com cordialidade uma gazela pois não? Ele trata-a como comida porque é assim que deve ser.
Nós na direita somos como os leões e os subsídio-dependentes são como as gazelas que pretendem fugir mas há uma altura em que terão que perceber que têm que ser comidos para existir equilíbrio. Não podemos continuar a pagar a gazelas que simplesmente se recusam a ser comidas mas comem a relva de outros animais que não têm culpa nenhuma.
Que fique bem claro, não tenho nada contra um jovem de direita que trabalha num Call Center para pagar a universidade e as quotas do partido mas nunca o trataria por tu. Existem limites que não devem ser ultrapassados. Ele tem que perceber que o sucesso demora a atingir e que um “você” ou um “Doutor” merece-se.
Eu, na Secretaria de Estado trato o porteiro por Senhor Zé Carlos mas exijo que ele me trate por Senhor Doutor por exemplo. Não tem nada a ver com desrespeito, tem a ver com hierarquia e o Senhor Zé Carlos percebe isto perfeitamente porque sabe quem lhe paga o salário ao fim do mês e que por isso ele é coma a gazela que eu usei como metáfora.
Os comunistas querem pôr-nos todos a conviver comos e fossemos iguais. Mas não somos! Isto é um principio inabalável da natureza, será o fim de tudo se um dia tivermos que nos tratar de forma igual. Chegar a supermercado do corte inglês, na secção gourmet e ter que ouvir um “Tu queres fatura com número de contribuinte?” acham isso admissível? Eu não!
DEVO ESCLARECER QUE ESTA SÁTIRA ESTÁ NA PRÓPRIA PÁGINA DE ANTÓNIO BORONHA, AS DUAS SEGUINTES CRÍTICAS SÃO NA PÁGINA DO JOVEM CONSERVADOR





A PROPÓSITO DE FRANCISCO ASSIS, A PROPÓSITO DE ANGELA MERKEL, (NÃO É A NOVA MADRE TERESA DE CALCUTÁ), A PROPÓSITO DE ALGUNS TEXTOS DE REFLEXÃO QUE IREMOS PUBLICAR


júlio marques mota
Tentámos mostrar qual é a encruzilhada terrível em que se situa Portugal, por decisão do ocupante de Belém a partir dos artigos de Jean-Jacques Sapir, de Ambrose Evans-Pritchard, onde neles se fala da morte da Democracia em Portugal, a partir dos artigos de Philippe Legrain, onde é anedótica a candura com que este fala dos imigrantes, agora por Merkel impostos como refugiados, e de Varoufakis onde neste se fala das tempestades que Schäuble pode estar a gerar, a que acrescentámos depois, em jeito de síntese, as declarações de Macron, um homem até há muito pouco tempo colado a Schäuble. Servir a Troika e continuar a destruir este país, esta é pois o objectivo que está por detrás da decisão tomada pelo ocupante de Belém ao procurar fazer o que os mercados financeiros pretendem que ele faça, ignorar a Democracia, fazendo a opção que acalma Bruxelas e que melhor serve a Alemanha. Deste ocupante não seria de esperar outra coisa mas, porém, não se esperava um discurso que nos faz lembrar obrigatoriamente os tempos negros do fascismo. Mas de fascismos ainda não nos esgotámos. Se politicamente continuarmos a bloquear tudo o que se contrapõe às pretensões da imperial Alemanha ainda corremos o risco de um próximo ocupante de Belém ser o homem que outrora escreveu a Marcelo Caetano o seguinte texto:

“Senhor Presidente do Conselho,

Excelência

Venho agradecer a Vossa Excelência a amabilidade que teve para comigo ao enviar-me, por intermédio da Senhora D. Jenny, alguns livros de Vossa autoria e por Vossa Excelência rubricados.

Eu, como simples aluno do primeiro ano liceal, acho que é demasiado valiosa para mim a oferta de Vossa Excelência, pois o dever do aluno e filiado [sic] da M.P. é tentar melhorar-se e educar-se a si próprio por sucessivas victórias da vontade.

E para certificar a afirmação feita bastam os versos de Fernando Pessoa:

“Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”.

E Senhor Presidente, para terminar esta pequena e modesta carta, desejo a Vossa Excelência muitos anos de vida, para bem da Nação Portuguesa e de todos nós.

Com o mais profundo respeito e a mais sentida gratidão, subscreve-se o vosso humilde servo,

XXXXXX ( adivinhem quem terá escrito este texto?

Lisboa, 7 de Abril de 1960”

[Fonte: Torre do Tombo – Arquivo Salazar]

Portugal está pois apertado pela Troika interna, Passos Coelho, Paulo Portas, Cavaco Silva, Portugal está pois apertado pela Troika externa, BCE, Comissão Europeia, FMI, Portugal eventualmente suspenso da capacidade da Coligação à esquerda conseguir impor a sua investidura no poder, o que face às poderosas forças de direita coligadas, externas e internas, tem agora que enfrentar os candidatos a Troika interna do futuro, encabeçados por um homem inteligente, muito mesmo, muito ambicioso, muito mesmo, tão ambicioso quanto inteligente igualmente, Francisco Assis.

Num momento destes, em que o governo que tomou posse se mostra ser um insulto ao povo português, e se dúvidas há, vejam-se, por exemplo, as declarações “divinas” do actual ministro da Administração Interna, João Calvão da Silva, ilustre catedrático da Universidade de Coimbra que o povo de Albufeira envergonha e de que a Universidade deveria igualmente sentir-se envergonhada, neste mesmo momento, eis que se pretende obstruir a que essa maioria que votou contra as políticas de austeridade se torne realidade, procurando-se entretanto criar uma divisão no interior do PS e enfraquecer brutalmente o seu Secretário-Geral. Fazê-lo significa, quer se queira quer não, que a actual coligação pode continuar a reinar e neste caso significa que pode continuar a destruir o país. Simplesmente, uma coisa é certa: mesmo que a coligação à esquerda seja má, hipótese de Francisco Assis mas não a minha, uma má ordem que esta institucionalizaria seria sempre melhor que a continuação da desordem económica e social promovida pela actual coligação. Vem nos manuais, é assim, uma má ordem é sempre melhor que a ausência de qualquer ordem, a menos que essa desordem, que corresponde à ordem pretendida pela Troika, seja a vocação de Francisco Assis, a de a assumir mais tarde como primeiro ministro, como um verdadeiro Quisling. Forçada, esta hipótese? Não creio. Se aceitarmos que a Alemanha está a conseguir pela força da arma da dívida e da austeridade o poder sobre a Europa que Hitler não conseguiu e   que Joseph Goebbels num artigo publicado na  revista “DAS Reich”, em 25 de Fevereiro de 1945 previu que seria alcançado no ano 2000  (uma diferença de 15 anos!) não é então forçado considerar que esta manobra de Assis se insere numa prática à Quisling.  Deixem-me não ser educado ao menos uma vez face a demagogias deste teor,  eu que passei muita fome na minha adolescência,  fome que hoje sinto em muitas caras com que me cruzo na rua, a lembrar até uma amiga minha que encontrei à saída do supermercado muito contente, porque o salmão estava em promoção e levava duas postas para os seus filhos. E para si, perguntei incrédulo? Ah, eu não gosto, foi a resposta que ouvi. Necessidades, pensei, mas calei. Necessidades que sinto em gente que não tem sequer dinheiro para comprar o Nasomet, o Vibrocil, o Aérius, os antibióticos para curar uma simples gripe. A este senhor que pelos vistos só vive da política, sugiro-lhe que compre um bilhete numa viagem de metro ou de autocarro em Lisboa, à hora em que as pessoas entram ou saem dos seus empregos e que tenha os ouvidos bem atentos para os lamentos quase silenciosos do povo. Perceberia, se tivesse ouvidos para eles, o drama surdo que vai na alma de cada um dos portugueses que não pertença à classe média alta e perceberia também que todos nós temos direito à esperança, à esperança que poderia nascer com esta coligação à esquerda. E com tudo isto, depois de tudo isto, não nos venha dizer que um programa mesmo que mínimo de estimulo á economia e que é o máximo que a coligação de esquerda poderá fazer  não seja “ nada de novo e [nem] verdadeiramente relevante pode trazer ao país”. Diga isso aos jovens deste país, diga isto a gerações de licenciados e com mestrados, que já têm mais de dez anos de trabalho precário, onde se ganha a tempo parcial (5 horas/dia) menos do que o subsídio de desemprego, diga isso aos desempregados em fim de linha, diga isso aos reformados que alimentam filhos e netos, diga isso aos desempregados de longa duração que só encontrarão, quando encontrarem, trabalhos precários, onde um após outro emprego os seus salários nominais, vão descendo, descendo… diga isso nas fábricas, nos hospitais, nas escolas, nas ruas… ou até nas prisões mesmo. Faça um outro exercício bem diferente, vá a uma prisão sobrelotada, fale com os guardas prisionais, inteire-se das suas condições de vida e de trabalho e, sobretudo, procure saber as razões pelas quais os prisioneiros lá estão e descobrirá, se o não sabe ainda, o senhor que é um político, que com as políticas de austeridade em Portugal, semelhantes em muito às aplicadas pelos seus amigos Macron e Renzi, que se está a fazer da sociedade portuguesa uma pequena selva, onde as pessoas reagem, e cada vez mais, não pela lógica, não pelo respeito para com os outros, reagem cada vez mais na base dos seus instintos primários. E digam-me então que é ser mal-educado apontá-lo como um potencial Quisling português!

O contrário, o que Assis e os seus colegas críticos de António Costa defendem, como dizem os gregos seria, quanto à mudança desejada, que “é já um bocado cedo e está  sobretudo com muito atraso” ou seja, o que pretendem Assis e os seus amigos, afinal, é que deixemos as coisas como elas agora estão, porque não se mudaram desde há muito tempo como deveria ser feito, porque não se podem agora mudar também, porque as circunstâncias não estão maduras para tal.

Mas as coisas mudam, mudam muito, sobretudo ao nível das tensões sociais que são a fogueira onde estes senhores irão arder. Não será por acaso que o próprio Der Spiegel já vem com a seguinte ilustração:

Angela Merkel - der spiegel

A Europa está em pânico, esta Europa que tem a senhora Merkel como chanceler, tem agora necessidade de a transformar em santa através duma das revistas de maior prestígio internacional, der Spiegel e vir-nos falar em impedir uma guerra nos Balcãs!

Ora os nossos Assis, candidatos à formação de uma ala crítica no PS a António Costa ou eventualmente candidatos à formação de um outro partido nas verdadeiras tradições do PS, bem poderiam assumir enquanto grupo, para nos mantermos em paralelo com a tragédia grega, o nome Potami de Portugal, homónimo do Potami da Grécia, partido este criado a partir de Bruxelas para servir a Troika. Com um discurso bem calibrado, bem polido, podemos perceber que se trata de verdadeiros Leopardos, em que é preciso que alguma coisa mude para que tudo possa ficar na mesma, quando Assis afirma[1]:

 “ Sou frontal e absolutamente contra a ideia de constituição de um qualquer Governo assente numa hipotética maioria de esquerda” (…)

“se o PS fizer um acordo com BE e PCP “renuncia à sua dimensão de partido transformador e reformista”. Os partidos de esquerda com que António Costa tem negociado (“a extrema-esquerda”, como lhe chama Assis) são defensores, segundo o eurodeputado, de “soluções” que terão como “inevitável consequência a albanização” de Portugal.”

“Insistirão os mais fanáticos defensores de uma frente de esquerda que há vantagens em ignorar todas as divergências [entre PS, BE e PCP], em nome da possibilidade do afastamento da direita do poder” (…)

“um acordo de ocasião nada de novo e verdadeiramente relevante pode trazer ao país”

(continua)
________

[1] Declarações publicadas pelo jornal Expresso.

aviagemdosargonautas.net

JP Simões & Luanda Cozetti - Se Por Acaso

















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HAVERÃO AINDA MAIS TRAIÇÕES MAS O POVO VENCERÁ !

O PCP TERÁ QUE SAIR REFORÇADO DESTE POSSÍVEL ACORDO OU ENTÃO ESTARÁ EM CAUSA TANTA LUTA E SOFRIMENTO DO POVO PORTUGUÊS.
TODO ESTE PROCESSO TAMBÉM SERVIU ATÉ HOJE PARA DEMONSTRAR O ÓDIO, A RAIVA, A MENTIRA QUE SEMPRE FOI PRATICADA PARA DENEGRIR OS COMUNISTAS PORTUGUESES.
HOJE À DIREITA JÁ HOUVE QUEM ASSUMISSE AS MENTIRAS E A SUJEIRA COM QUE SEMPRE FORAM ABORDADAS AS LUTAS DO PCP.
SÓ OS IGNORANTES, OS PIDESCOS, A GENTE DE MÁ FÉ, NÃO QUER VER A VERDADE.
O PCP É UM PARTIDO RESPONSÁVEL SÉRIO, HONESTO E COM GENTE PREPARADA PARA A GOVERNAÇÃO SE NÃO FOR AGORA MAIS TARDE TERÁ QUE SER. MAS OS COMUNISTAS TAMBÉM SABEM DOS PERIGOS QUE DAÍ PODEM ADVIR POR PARTE DE QUEM SEMPRE ODIOU A LIBERDADE E A JUSTIÇA.
AS TRAIÇÕES NÃO VÃO ACABAR, MAS O POVO VENCERÁ !
António Garrochinho

A DIREITA DESVAIRADA


O trecho digitalizado foi extraído da crónica doPúblico de hoje (6/11/2015) assinada por Francisco Teixeira da Mota. É uma peça digna de estudo, não indigna, preocupa. São estas mentes doentias que alimentam o germe do fascismo que pode levar à loucura coletiva. Estar vigilante é o mínimo que se pode exigir a qualquer democrata.
Via: as palavras são armas http://ift.tt/1MoNvXM

Miguel Macedo e o negócio de 46 milhões dos helicópteros


Ex-ministro Miguel Macedo terá enviado caderno de encargo do concurso ao antigo sócio Jaime Gomes, semanas antes da sua publicação.
O Ministério Público e a Polícia Judiciária estão a investigar no âmbito do chamado processo dos vistos gold o concurso para um privado assegurar a operação e manutenção dos seis helicópteros pesados do Estado, os Kamov comprados em 2006 pelo Ministério da Administração Interna.
A informação foi avançada quinta-feira pelo Correio da Manhã e confirmada pelo PÚBLICO, que apurou que o inquérito está perto de ser finalizado já que a acusação terá que ser proferida até meados deste mês para que o único arguido que ainda está em prisão preventiva, o antigo presidente do Instituto dos Registo e Notariado, António Figueiredo, não seja libertado.
Na origem da suspeita está um e-mail que o ex-ministro da Administração Interna Miguel Macedo terá enviado ao seu antigo sócio Jaime Gomes, ambos arguidos na referida investigação, com o caderno de encargos do concurso público internacional, semanas antes da publicação do mesmo, em Julho de 2014.
Isso mesmo é assumido pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal, que dirige esta investigação, no pedido de levantamento da imunidade parlamentar de Miguel Macedo enviado à Assembleia da República em Junho. Na informação é referido que o então ministro da Administração Interna disponibilizou ao empresário e ex-sócio o caderno de encargos do concurso antes da sua publicitação, sem referir o negócio em causa.
O concurso foi adjudicado em Dezembro do ano passado à Everjets, uma empresa que à época era detida pelo empresário de Vila Nova de Famalicão, Pedro Silva, dono de um importante grupo textil, o grupo Ricon. Houve quatro empresas que apresentaram propostas ao concurso, tendo a Everjets apresentado o valor mais baixo: 46.077.120 euros.
Na altura, contudo, vários concorrentes estranharam o comportamento dos responsáveis da empresa, já que estes não chegaram a levantar o caderno de encargos do concurso, não foram inspeccionar os aparelhos que queriam operar, nem tiveram qualquer dúvida sobre as regras do concurso.
O presidente da Heliportugal, Pedro Silveira, que concorreu através de uma empresa em que tem uma participação, estranhou o comportamento. “Nós fizemos mais de 100 perguntas, a ENAER terá feito cerca de 80 e os búlgaros à volta de 60. Eles nem sequer levantaram o caderno de encargos, nem foram inspeccionar as aeronaves que estavam obrigados a operar se ganhassem”, afirma o empresário ao PÚBLICO.
As duas empresas têm aliás um longo historial de litígios, tendo Pedro Silveira apresentado uma queixa-crime, que ainda está a ser investigada pelo Ministério Público, por falsificação de documentos no âmbito de um outro concurso público, neste caso para o fornecimento de 25 helicópteros de combate a incêndios.
Em Julho, o empresário fez uma outra de denúncia à Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) que envolvia a Everjets no âmbito da operação dos Kamov. Em causa estava o facto de administrador responsável pela Heliavionicslab, a empresa que a Everjets subcontratou para assegurar a manutenção dos helicópteros, ter alegadamente falseado as habilitações para obter uma licença de manutenção em aeronaves.
A Everjets emitiu esta quinta-feira um comunicado onde garante que, “no referido concurso, como em outros em que participou, sempre cumpriu escrupulosamente todas as regras e normas legais”. A empresa diz que concorreu “em condições de igualdade com todos os outros concorrentes” e, realça, “sem recorrer à intervenção do Jaime Couto Alves [Gomes]”, pessoa que o conselho de administração da empresa diz “não conhecer e com quem não tem relações”.
Há que referir, contudo, que os administradores da empresa foram entretanto substituídos, havendo novos responsáveis. Pedro Silva deixou a administração da empresa em Fevereiro, segundo o site do Ministério da Justiça que publica os actos societários on-line. O director operacional da empresa, o comandante José Pereira, manteve-se na empresa. O PÚBLICO contactou esta quinta-feira Pedro Silva, mas este alegou estar ocupado e nunca mais atendeu o telefone. Também o comandante José Pereira se disse impossibilitado de falar com o PÚBLICO, devido a alegadas más condições na ligação porque se encontrava no estrangeiro.
Na nota, a Everjets esclarece ainda “não é obrigada a levantar o caderno de encargos” e diz ser alheia a “quaisquer movimentações ou interesses de ordem político-partidária ou eventuais ajustes de contas entre quem quer que seja”.
A empresa garante que “nada tem a ver com os processos referidos nem com quaisquer alegadas irregularidades e lamenta que o seu bom nome esteja a ser prejudicado na praça pública”. Não responde, no entanto, à pergunta do PÚBLICO, sobre se algum dos profissionais da empresa foi ouvido ou constituído arguido no âmbito da investigação conhecida como vistos gold.
Fonte: Público

Acordo à esquerda. Salário mínimo de 530 euros no próximo ano

Acordo à esquerda. Salário mínimo de 530 euros no próximo ano



Entendimento prevê fasquia dos 600 euros 
no final da legislatura
O salário mínimo no próximo ano será de 
530 euros, caso a esquerda seja governo. 
De acordo com informações recolhidas pelo 
DN, o acordo prevê essa meta já para para 
2016, inserindo-se no objetivo traçado por 
PS, BE e PCP de que no final da legislatura 
sejam alcançados os 600 euros.
Para 2017, soube o DN, o valor também 
já foi fixado pelas três forças políticas: 557 euros.
Já em relação a 2018, socialistas, bloquistas 
e comunistas ainda não fecharam o valor.

TATUAGENS PELA TATUADORA CANADIANA NAOMI CHI

A tatuadora canadense Naomi Chi desenha surpreendentes tatuagens que emulam desenhos feito a lápis sobre a pele de seus clientes. A vancouveriana consegue isto através de um estilo muito próprio, que lembra muito esboços ou rascunhos, daquele tipo que utiliza linhas guias e formas para compor desenhos técnicos. Mas em vez de um cadernos de esboços ela utiliza costas, braços ou qualquer outra parte do corpo para realizar estes surpreendentes desenhos. É um tipo de tatuagem diferente, forte e marcante, que não deve ser adotado por pessoas de comportamento muito volátil.

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As tatuagens que parecem esboços de desenhos a lápis, por Nomi Chi 01
Aliás, qualquer tatuagem deve passar longe de pessoas que são um pouco inconstantes em suas escolhas, por motivos óbvios. Para estas está chegando ao mercado uma startup sediada na Filadélfia, chamada "Momentary Ink", que criou um conceito de tatuagens temporárias altamente realistas, que se assemelham mesmo a uma tatuagem real e que dura entre uma e três semanas, dependendo do local de aplicação. Assim a pessoa pode experimentar e se gostar fazer uma tatuagem permanente como as de Naomi.

- "Meu interesse pela arte visual foi estimulado pela animação, de modo que captar o movimento é importante para mim", disse Naomi ao Brown Paper Bag. - "Também me esforço para implicar uma espécie de imediatismo em minha minhas tatuagens, de modo que há muita improvisação, o que mantém o processo fresco e divertido para mim e também para o cliente."


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As tatuagens que parecem esboços de desenhos a lápis, por Nomi Chi 02
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As tatuagens que parecem esboços de desenhos a lápis, por Nomi Chi 11
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As tatuagens que parecem esboços de desenhos a lápis, por Nomi Chi 12
Fonte: Design Taxi.


http://www.mdig.com.br

BILHETE POSTAL - O IDIOTA - Conta-se que numa povoação do interior, nos tempos da monarquia, um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.


 Conta-se que numa povoação do interior, nos tempos da monarquia, um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de recados e de pequenas esmolas.
 Diariamente chamavam o “idiota” à feira onde se reuniam e ofereciam-lhe a escolha entre duas moedas: uma grande, de 400 reis, e outra menor, de 2.000 reis.
 Ele escolhia sempre a moeda maior, a menos valiosa, o que era motivo de risota para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
 – Eu sei – respondeu o tolo – que ela vale cinco vezes menos, mas no dia em que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e nunca mais irei ganhar a minha moeda.
 VÁRIAS CONCLUSÕES:
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre o é.
A segunda: Quem são os verdadeiros idiotas?
A terceira: Se formos gananciosos, acabamos por estragar a nossa fonte de rendimentos.
A quarta: É gratificante a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Assim, o importante não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.
Lição de bom proveito: O maior prazer da pessoa inteligente é fazer-se de idiota, diante do idiota que se julga inteligente.



tempodeaposentado.blogspot.pt

O QUE ELES FAZEM PARA TENTAR NOVAMENTE ENGANAR E BURLAR O POVO - Prova de Avaliação de Professores .desaparece do programa do executivo

Prova de Avaliação de Professores
.desaparece do programa do executivo

A obrigatoriedade de os professores realizarem a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC), que estava prevista no programa eleitoral da coligação PSD-CDS/PP, não consta do Programa de Governo hoje entregue no parlamento.

 .
"ADEUS Ó VAITE EMBORA"
 A polémica realização da PACC, obrigatória para todos os docentes com menos de cinco anos de serviço, desapareceu no documento hoje entregue pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, que, em alternativa, defende a necessidade de "melhorar o actual sistema de avaliação docente".


No programa eleitoral, a coligação Portugal à Frente (PàF) defendia que a qualidade dos profissionais de educação devia ser assegurada por várias medidas, entre as quais através do "processo de selecção por prova de avaliação de conhecimentos e capacidades (PACC)".

O documento hoje entregue no parlamento deixa de fazer referência à prova: "O Estado tem a obrigação de assegurar a valorização profissional e a qualidade formativa dos seus docentes e demais profissionais da educação. Essa exigência deve ser extensível às diferentes etapas dos desenvolvimento profissional, a começar na formação inicial, passando pelo processo de selecção, de profissionalização, de recrutamento e de progressão nas respectivas carreiras".

Em alternativa, o programa de Governo defende a necessidade de melhorar o actual modelo de avaliação docente.

"Melhorar o actual modelo de avaliação docente, em diálogo com todas as partes interessadas relevantes, focando o processo sobre o trabalho desenvolvido pelo docente nas suas diversas facetas, nomeadamente na sua vertente pedagógica e organizacional; sobre o conhecimento por este demonstrado acerca do currículo e do modo de o pôr em prática; bem como sobre o seu contributo para o projecto educativo em que está inserido. Articular o modelo de avaliação com a formação contínua que incida na superação das dificuldades eventualmente identificadas nessa avaliação", lê-se no documento.

Outra das novidades é a promessa de "tornar os manuais escolares menos onerosos para as famílias, revendo e simplificando o processo da sua aprovação e incentivando a sua reutilização, mantendo a liberdade de escolha".

As medidas para a área da educação do Programa do XX Governo Constitucional, um documento de 138 páginas, ocupam 16 páginas e repetem as propostas conhecidas durante a campanha eleitoral.

* Durante quatro anos o governo atirou-se com arrogância desmedida sobre a classe, numa posição de força que a existência da maioria facilitava. Agora, depois de perder 1 milhão de votos, agacha-se tão cobardemente que se lhe vê as "almorróidas".


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

CARNE E OSSO - DOCUMENTÁRIO COMPLETO DA DURA VIDA DE QUEM TRABALHA NO DESMANCHO DE CARNE E NOS FRIGORÍFICOS NO BRASIL


















CARNE E OSSO





VÍDEO





HOTLINE – COMO ISRAEL RECEBE OS REFUGIADOS


Foi dos documentários mais difíceis (chamemos-lhe assim) desde que frequento o doclisboa. Demorei demasiado tempo a processar toda a informação que se recolhe quando a câmara se transforma nos nossos olhos e estamos nós diante de alguém que foi brutalmente torturado para chegar a um país e, aí chegado, só deseja voltar. O Estado de Israel mata. Não só na Palestina. Não só em Israel. Desumaniza. Priva. Tortura. E há quem combata esta realidade, com a certeza do seu lado da barricada, mesmo que a maioria das vezes embata violentamente contra os muros da intolerância e do racismo. Um documentário sobre Hotline for Refugees and Migrants – Israel que vale a pena ser visto.
Não envolve imagens explícitas (daquelas que têm feito as capas dos jornais sobre o tema e depois ganham prémios de fotografia), não envolve grandes organizações, não envolve ninguém conhecido.
A tarefa documental é simples, observar o trabalho de uma organização – a Hotline – em Telavive, numa zona mais complicada da cidade de Israel. Então, durante 99 minutos, Silvina Landsmann, a realizadora, guia-nos pelo dia-a-dia dos trabalhadores desta associação. E, pela primeira vez, do papel dos advogados que se envolvem, genuinamente, nas causas. Destaco e sublinho esta parte do documentário por moto próprio, por saber exactamente até onde alguns advogados vão (e são obrigados a ir) para defender direitos humanos e como essa parte da história nunca é relatada.
Pois bem, o Doclisboa’15 decidiu mostrar também esta parte da história.
Chade, Eritreia, Sudão, Egipto, ei-los que chegam a Israel à procura de uma vida melhor. E procuram-na porque nos seus países há fome, morte, guerra, perseguição. Algo que os israelitas supostamente deveriam conhecer bem e perceber ainda melhor (da Alemanha à Palestina, a história de Israel é feita de gente que ocupa e de ocupações). Para chegarem a Israel, suportam tudo – incluindo as torturas brutais no Monte Sinai – e estima-se, de acordo com os números da Hotline que sejam 57000 os refugiados.
O documentário inicia-se com uma sessão pública de esclarecimento, numa espécie de Assembleia Municipal, aos moradores da zona de Telavive onde estão a concentrar os refugiados, na sua maioria negros. Sigal Rozen, a porta-voz da Hotline, explica como não se pode, simplesmente, expulsar as pessoas da cidade, que são necessárias medidas urgentes para o acolhimento (e onde já ouvimos isto), intervenção imediata do Ministro do Interior para garantir que as comunidades vivem em harmonia.
Não os queremos cá.

São ladrões, bem vemos, têm todos iphones.

Temos medo de andar nas ruas.

Eles violam as nossas filhas.

Eles ficam com os nossos empregos.

Eles não podem ficar cá, que vão para a terra deles.

Devíamos marcá-los com sinais visíveis para toda a gente saber e ter cuidado. 
[Devíamos marcá-los com sinais visíveis para toda a gente saber e ter cuidado. Devíamos marcá-los com sinais visíveis para toda a gente saber e ter cuidado. Devíamos marcá-los com sinais visíveis para toda a gente saber e ter cuidado.]
E, logo assim, um povo que se sabe perseguido, marcado e torturado, propõe exactamente o mesmo aos povos que chegam ao sítio onde eles moram. Que por esse simples facto já se torna seu. Sigal Rozen não se resigna e vai a jogo até ao fim, sem nunca perder a calma, sem nunca deixar de perceber as razões do medo e as reacções que ele provoca, tentando sempre explicar porque é que o povo judeu deve acolher os outros povos, mesmo que a sua religião e a sua cor de pele seja diferente.
Ali, naquele local, a raiva nascia e manifestava-se contra a cor e contra a religião.
No Parlamento, a questão é diferente (e já lá iremos): dinheiro.
Desta cena partimos para o atendimento e o apoio diário que é possível dar aos refugiados em Telavive: ajuda com obtenção de documentos para poder permanecer no país, casas onde possam ficar, uma luta pelo direito a abrir contas em seu nome (apenas conseguida por decisão do Supremo Tribunal), para poderem trabalhar (outra, apenas conseguida por decisão do Supremo Tribunal). Alguma dificuldade, por vezes, na comunicação, e um sentimento que sai da tela de tão forte que é: a impotência total perante um estado que não quer refugiados e tudo fará para os expulsar.
Rapidamente se percebe que mal chegam os refugiados – chamados no Parlamento Israelita de infiltrados – obtido o visto, as autoridades não cumprem a decisão judicial e proíbem-nos de trabalhar, logo, todo o trabalho é ilegal e motivo de expulsão do país ou de prisão imediata.
No documentário vemos uma prisão: Saharonim. É lá onde está a maior parte dos refugiados. Não nos bairros, não em centros de acolhimento: na prisão. E nenhum fala sobre o tempo passado na prisão. A Hotline, com voluntários e advogados, visita regularmente a prisão para tentar libertar o maior número de pessoas possível. Então, as medidas agravam-se e é-lhes cada vez mais vedado o acesso.
Qualquer tentativa de libertação é um inferno burocrata em que os advogados recorrem a todos os meios para furar os esquemas (ilegais) montados para dificultar a libertação das detenções ilegais, até chegar a tribunais superiores (processos que demoram anos) e conseguir sentenças que, quando favoráveis, impõem cauções impossíveis e condições de uma quase prisão domiciliária. O motivo? Ser nacional da Eritreia, do Sudão, do Chade. Este é o crime destas pessoas.
A via institucional da luta pela alteração legislativa demonstra um parlamento e um ministro que não têm vergonha de assumir o que seja: Nós decidimos que Israel não cumpre a lei, afirma o Ministro do Interior. A lei e as convenções que obriga à atribuição do estatuto de refugiado. Em 57000, o estatuto terá sido atribuído a 20 pessoas.
Os outros, infiltrados, são proibidos de trabalhar e de ter contas bancárias (contra as decisões judiciais). Implementa-se um plano de encorajamento à saída: pagam os bilhetes de avião e podem sair com o dinheiro vivo que tiverem consigo. Para voltar à morte, tortura, fome e prisão certas.
A estratégia está de tal forma bem montada que ouvimos muitos refugiados a dirigirem-se à associação e a pedir para regressarem aos seus países. Porquê? Porque estiveram presos (e nada dizem sobre o que se passa em Saharonim), porque não podem ter uma conta bancária e assim não podem enviar dinheiro à família, porque não têm direito a trabalhar. Enfim, não têm direito sequer a existir, a ser pessoa.
É um documentário cru, real, sem manipulações. Ver o que nunca deveria ser visto, ouvir o que não deveria ser ouvido. Particularmente quando os sujeitos reproduzem os mesmíssimos comportamentos e pensamentos dos tempos mais ignóbeis da história do mundo. É sobretudo esclarecedor da natureza humana – dos limites que se ultrapassam em nome da vida, dos limites que se ultrapassam em nome do indivíduo, dos limites que não existem em nome da cor da pele, da religião e do dinheiro.
Texto originariamente publicado na webzine Arte-Factos.
Via: Manifesto 74 http://ift.tt/1S3DNdz

A ESCULTURA E PINTURA DE ARISTIDE MAILOLL






Aristide Maillol (1861-1944), foi um escultor e pintor francês.
Nasceu em Banyuls-sur-Mer, nos Pirenéus orientais. Estudou pintura em Perpignan  graças a École des Beaux-Arts, em Paris, tendo como mestres Jean-Léon Gérôme e Cabanel. Esteve naquela escola de 1882 a 1886, quando abandonou a pintura pela tapeçaria e pela gravura em madeira.Sofreu a influência de Gauguin e de Maurice Denis. No começo do séc. XX, passou a dedicar-se exclusivamente à escultura. Uma viagem à Itália e à Grécia levou-o a uma reapreciação da escultura arcaica, afastando o seu estilo da influência, então poderosa, de Auguste Rodin. Morreu em desastre de automóvel nas vizinhanças de sua terra natal.













ARISTE MAILOLL





















 ARISTIDE MAILOLL
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