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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

QUANDO, COMO E COM QUEM !? - Catarina Martins está certa, porém, de que até à próxima terça-feira haverá uma “solução forte e credível” de Esquerda.

Catarina Martins está "certa" de que haverá acordo de Esquerda

Catarina Martins está certa, porém, de que até à próxima terça-feira haverá uma “solução forte e credível” de Esquerda.


Em entrevista à SIC Notícias, a líder do Bloco de Esquerda afirmou estar “certa” de que haverá um acordo de Esquerda até à próximaterça-feira, data da apresentação e votação do programa do Executivo formado por PSD/CDS.
“O Bloco colocou a hipótese em cima da mesa há muito tempo, sempre dissemos que se houvesse alternativa ao governo PSD/CDS, cá estaríamos para essa alternativa”, reiterou Catarina Martins, frisando que sabia do que estava a falar quando disse que a indigitação de Passos Coelho para primeiro-ministro era uma “perda de tempo”.
“Julgo que há um acordo político em que estamos todos a trabalhar, um acordo muito complexo”, afirmou a bloquista, assumindo porém que há “divergências com o PS que são claras” e que as três forças políticas de Esquerda “têm entendimentos diferentes sobre a forma e o ritmo” com que se deve governar.
A líder do Bloco de Esquerda admitiu também, na antena da SIC Notícias, que “é preciso muito mais do que o PS está disposto a fazer”, dando como exemplo a “reestruturação da dívida e a rejeição o tratado orçamental".
Ainda assim, tem-se conseguido encontrar pontos de convergência, com Catarina Martins a elencar algumas condições básicas defendidas pelo Bloco que o PS aceitou: “que as pensões não fossem ainda mais cortadas, que se parasse com a descapitalização da Segurança Social pela redução da TSU patronal e que não se facilitasse ainda mais os despedimentos em Portugal”.
Restando ao Bloco de Esquerda a possibilidade de “ser intransigente e deixar a Direita ser governo”, os elementos do partido optaram por negociar com o Partido Socialista. Desta feita, o que está em cima da mesa é, segundo a bloquista, uma “solução forte e credível”, construída “dentro do quadro macroeconómico do PS”.
Sem avançar mais detalhes, Catarina Martins rematou dizendo que há “que esperar por o acordo ser todo público, é isso que se exige, até por lealdade”, com uma garantia: “os três partidos vão comprometer-se”.

NEM O CÃO VADIO OS OUVIU



UM CORDÃO HUMANO MICROSCÓPICO DA DIREITA FOI O QUE ACONTECEU HOJE DEPOIS DE TANTA CAGANÇA NO FACEBOOK, NOS JORNAIS, RADIO E TELEVISÃO.
ÁS TANTAS OUVIU-SE UM PALERMA GRITAR : UM MOMENTO HISTÓRICO NA DEMOCRACIA.
NEM O CÃO VAGABUNDO QUE ALI DORMIA ACORDOU !

CUIDADO !

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DÊEM-LHE MAIS QUE ELE PRECISA - Pensão de Ricardo Salgado vai triplicar para 90 mil euros


A pensão de reforma de Ricardo Salgado vai triplicar para 90 mil euros, depois de um parecer da entidade reguladora ter dito que o teto imposto às pensões por Vítor Bento não tinha "cabimento legal".
 
ÁLVARO ISIDORO/GLOBAL IMAGENS
Ricardo Salgado

A TVI 24 avança que o mesmo vai acontecer a mais de uma dezena de ex-gestores do antigo Banco Espírito Santo e que esta reposição implica o pagamento de retroativos, a contar desde setembro do ano passado, altura em que Vítor Bento colocou um teto máximo às reformas dos ex-membros da comissão executiva do BES.
Ricardo Salgado recebe atualmente 29 mil euros por mês do fundo de pensões do BES, mas, se se cumprir o parecer que afirma não existirem "razões para diferir o pagamento aos ex-membros da comissão executiva", virá a receber 90 mil euros, revela a TVI 24
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I´ TS PARADISE






VÍDEO


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VÍDEOS/IMAGENS - PROTESTOS VIOLENTOS DE ESTUDANTES EM LINDRES





Brigas  entre a polícia e manifestantes, incluindo alguns vestindo capuzes negros e lenços que cobrIAM seus rostos.Houve cenas de violência durante um protesto no centro de Londres por milhares de estudantes que exigem educação gratuita ea abolição das propinas.

Imagens de TV mostraram confrontos entre policiais e um número de manifestantes, incluindo alguns vestindo capuzes negros e lenços que cobriam seus rostos.
Alguns dos distúrbios ocorreram quando o protesto parou ao pé de um prédio do governo que lida com bolsas de estudo. 
Um grupo de manifestantes tentaram entrar no Departamento de Negócios, Inovação e Habilidades (BIS), mas foi parado por policiais.
Alguns manifestantes soltaram foguetes e um foi arremessado em direção a polícia. Scotland Yard junto com bombas de fumaça e ovos.
Um número de pessoas conseguiu romper um cordão de colocar-se através de uma estrada e em seguida, correu centenas de metros na Victoria Street, gritando e agitando bandeiras.
Dezenas de policiais perseguiram  os manifestantes que corriam pelo centro de Londres cantando: "O que nós queremos é educação grátis 

Estimou-se  que haviam cerca de 2.000 oficiais a acompanhar a manifestação que foram postados em diferentes partes do percurso protesto.

Vários jovens foram presos e foram levados em vans da polícia quando o protesto parou perto da estação Victoria.
Scotland Yard disse que houveram 12 detenções por ofensas à ordem pública, dizendo que um "pequeno grupo de manifestantes" tinha jogado tinta para o Home Office.
Os alunos estavam pedindo propinas 

A multidão estava torcendo e gritando que a educação é "um direito humano básico" que deve ser protegido.
Jeremy Corbyn líder trabalhista também apoiou os estudantes em comunicado lido na reunião.
VÍDEOS

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news.sky.com

CUIDADO ZÉ POVINHO


Primeiro-ministro romeno renuncia ao cargo - Decisão após incêndio em discoteca.




Primeiro-ministro romeno renuncia ao cargo 

Decisão após incêndio em discoteca. 

O primeiro-ministro romeno, Victor Ponta, renunciou esta quarta-feira ao cargo, após uma manifestação de cerca de 20.000 pessoas, na terça-feira, a exigir a sua demissão devido à morte de 32 pessoas num incêndio numa discoteca na sexta-feira. 

"Estou a renunciar ao cargo de primeiro-ministro. Espero que a renúncia satisfaça as pessoas que vieram para as ruas", disse Ponta a um canal televisivo. 

Na terça-feira, milhares de pessoas saíram à rua para protestar contra o Governo e exigir a demissão de Victor Ponta por causa do incêndio numa discoteca de Bucareste, ao ser usado fogo-de-artifício, incidente que provocou pelo menos 32 mortos e 184 feridos. 

Com cartazes em que se podia ler "a corrupção mata", as cerca de 20 mil pessoas desfilaram nas ruas de Bucareste denunciando a forma como as autoridades passam autorizações para que discotecas e outros estabelecimentos abram portas, sem a existência de inspeções. Protestos alastraram 

Os protestos alastraram às cidades de Brasov e Ploiesti, na Roménia Central, tendo sido convocadas através da rede social Facebook outras manifestações para os próximos dias, em vários outros locais. De acordo com declarações de testemunhas ouvidas pela EFE, havia um pequeno artefacto pirotécnico na discoteca, utilizado com frequência nas celebrações de aniversários na Roménia, que soltou faíscas e que fizeram com que um pilar começasse a arder. Segundos depois, as chamas chegaram ao teto, o que provocou o pânico entre as 400 pessoas que estavam no clube e levou a que a multidão tentasse sair do espaço. 

No domingo, um responsável pelos serviços de emergência do país precisou que ainda havia 140 pessoas hospitalizadas, das quais mais de 30 em estado crítico, razão pela qual as autoridades não descartam a possibilidade de o número de mortos continuar a aumentar. 

O fogo no 'Club Colectiv', no centro da capital romena, teve início perto das 23:00 de sexta-feira (21:00 em Lisboa), numa altura em que centenas de pessoas se encontravam no interior do espaço noturno para assistir à promoção do novo álbum do grupo de rock local 'Goodbye to Gravity'.

http://www.cmjornal.xl.pt

Começou a luta na Unicer - Os trabalhadores da Unicer deram inicio à luta pela defesa dos seus postos de trabalho e contra o encerramento da unidade de produção em Santarém


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Os trabalhadores da Unicer deram inicio à luta pela defesa dos seus postos de trabalho e contra o encerramento da unidade de produção em Santarém, com o consequente despedimento de 70 trabalhadores, a que acresce o despedimento de mais 70 trabalhadores em Leça do Balio.

Como primeira forma de luta, os trabalhadores da Unicer em Santarém pintaram faixas de protesto que fixaram junto à fábrica da Unicer e junto à fábrica da Drinkin, onde supostamente vai ficar localizada a produção da fábrica que administração pretende encerrar.

ESTAMOS EM NOVEMBRO ! LEMBRAM-SE DESTA ENTREVISTA ? EDMUNDO PEDRO EM NOVEMBRO DE 2012.

Edmundo Pedro revela que recebeu armas por ordens directas de Eanes

As armas foram distribuídas por razões políticas perante a iminência de uma guerra civil em 1975 LUÍS VASCONCELOS/ARQUIVO
É o 3.º volume das Memórias de Edmundo Pedro, que relata em pormenor, sem esconder nomes, a sua prisão em 1978.

"É como uma catarse em relação aos momentos difíceis"

"é uma libertação", foram as duas formas usadas por Edmundo Pedro, o histórico resistente antifascista, ex-tarrafalista e antigo dirigente do PS, para explicar a importância que para si tinha a publicação do 3.º volume das suas Memórias - Um Combate pela Liberdade, onde aborda o período após o 25 de Abril, que ontem foi lançado na Assembleia da República.

Perante um anfiteatro do Edifício Novo cheio que nem um ovo, numa sessão que foi também uma homenagem aos seus 94 anos, Edmundo Pedro acabou por fazer uma curta intervenção com voz embargada e que foi, mais de uma vez, cortada pela emoção. Em causa estava o conhecido processo que o levou à prisão durante seis meses sem culpa formada em Janeiro de 1978, quando, em Setúbal, num armazém de uma empresa a que estava ligado, a GNR encontrou armas.

Avisado por uma sobrinha, Edmundo Pedro deslocou-se ao local, sendo aí preso. Uma atitude que ainda hoje considera que foi a correcta, pois era responsável pelas armas, apesar de ter sido então desaconselhado de o fazer: "Fui-me entregar no acto da apreensão, ao contrário do que pensava Mário Soares."

O facto foi noticiado como contrabando e chegou a ser escrito nos jornais que em causa estava também o tráfico de electrodomésticos, em particular frigoríficos. Edmundo Pedro nunca falou perante a polícia, ou seja, nunca assumiu que aquelas armas estavam a ser por si recolhidas e entregues de volta às Forças Armadas, de quem as tinha recebido, no processo do 25 de Novembro de 1975, por ordens directas de Ramalho Eanes.

Ontem, Edmundo Pedro explicou que, de facto, "bastava ter dito que Eanes as tinha dado", mas acrescentou que optou por não o fazer porque sentiu que "não o devia fazer" em relação a alguém que era então Presidente da República. E acrescentou: "Podia ter falado de outras pessoas. Mas recusei-me. Nunca tinha falado perante a polícia". E pouco mais disse, para além de explicar o que pode ser lido em pormenor no livro: que as 150 armas foram distribuídas por razões políticas perante a iminência de uma guerra civil em 1975: "Foi combinado na minha casa entre mim, Eanes e Manuel Alegre."

No livro, Edmundo Pedro relata os factos em que a sua prisão de seis meses poderia não ter durado mais de um mês, se Eanes tivesse autorizado o general Galvão de Figueiredo a testemunhar que ele estava a recolher as armas e a entregá-las.

Com uma sala repleta de figuras do PS, como Almeida Santos, Eduardo Pereira, João Cravinho, Fernando Pereira Marques, Mário Lino, Raimundo Narciso e o coronel Vasco Lourenço, o livro foi apresentado pelo vice-presidente da Assembleia da República, Guilherme Silva, pelo jornalista Luís Osório e pela antiga deputada e fundadora do PS, Maria Barroso.

E NINGUÉM LHE ENFIOU UMA BOTA DE BORRACHA PELA CABEÇA PARA QUE SE CALASSE ! SECRETÁRIO DE ESTADO DIZ QUE A CHEIA EM ALBUFEIRA FOI UMA CHEIA "CENTENÁRIA"






Secretário de Estado do Ambiente fala em "cheias centenárias" no Algarve


Luis Forra/Lusa

Não havia forma de evitar o que aconteceu.


CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA VER VÍDEO


Secretário de Estado do Ambiente fala em "cheias centenárias" no Algarve




http://www.rtp.pt

Desemprego real atinge valores bem mais altos


desemprego
Os números do INE apontam para a manutenção de um elevado nível de desemprego no 3º trimestre. A taxa de desemprego oficial mantém-se nos 11,9%, mas na verdade o desemprego atinge valores bem mais altos. Considerando os trabalhadores subempregados, os inactivos disponíveis para trabalhar e os desempregados ocupados nas chamadas medidas activas de emprego, como os Contratos Emprego-Inserção ou os Estágios, a taxa real de desemprego e subocupação é de 22,1%, correspondendo a mais de 1 milhão e 200 mil trabalhadores.
Entre os jovens até aos 25 anos a taxa (oficial) de desemprego é de 30,8%, mas juntando os inactivos disponíveis e indisponíveis e os subempregados, a taxa real de desemprego e subocupação é de 49%.
Estes números seriam bastante mais elevados se não se tivesse verificado um significativo aumento da emigração durante a governação do PSD/CDS. Cerca de meio milhão de portugueses emigraram entre 2011 e 2014, sendo 2014 o ano em que maior número saiu do país (mais de 134,6 mil). São meio milhão de trabalhadores que o nosso sistema produtivo perdeu e que poderiam dar um grande contributo ao desenvolvimento da economia e à superação dos bloqueios estruturais com que que o país se debate. Note-se que mais de ¼ dos que emigraram em 2014 tinham completado o ensino superior e entre 16% e 19% o ensino secundário[1] e que mais de metade eram jovens (55% tinham idades entre os 15 e os 34 anos).
As causas desta situação radicam na destruição do aparelho produtivo levada a cabo nas últimas décadas no nosso país por sucessivos governos que desenvolveram políticas de direita, e em especial pelo anterior, e num modelo de desenvolvimento baseado na exploração dos trabalhadores, onde grassa a precariedade e os baixos salários. A precariedade do emprego voltou a aumentar no 3º trimestre do ano, atingindo mais de 832 mil trabalhadores, o que corresponde a 22% dos assalariados, mas entre os jovens alcança proporções escandalosas (70% até aos 25 anos e 34% dos 25 aos 34 anos). Cerca de 1 milhão e 200 mil dos trabalhadores têm um salário inferior a 600 euros, ou seja, 1/3 do total.
Há que inverter esta situação, pôr o país a produzir e criar emprego de qualidade. O desemprego atingiu um nível estrutural que não diminuirá a menos que se ponha em prática outra política que altere o modelo desenvolvimento para que este passe a assentar não em trabalho mal pago e precário como até agora, mas sim em produções de maior valor acrescentado, valorização do trabalho e dos trabalhadores, aumento das qualificações e emprego de qualidade.
A CGTP-IN reivindica uma política de desenvolvimento criadora de emprego de qualidade e a implementação de um Plano de Combate à Precariedade, o que passa também por:
Revogar a legislação que facilita os despedimentos e reduz as indemnizações;Acabar com o uso abusivo e ilegal dos contratos a termo e dos falsos recibos verdes e regularizar os trabalhadores nessas situações;Revogar as normas do Código do Trabalho que discriminam os jovens à procura do primeiros emprego e os desempregados de longa duração.
Combater o desemprego estrutural constitui uma urgência nacional!
Lisboa, 04.11.2015
DIF/CGTP-IN

Como e quando foi construída a cidade de Veneza?


mundoestranho.abril.com.br

Todas as imagens foram extraídas da net por António Garrochinho


Tudo começou no ano 452, quando habitantes do nordeste italiano se refugiaram nas ilhas de uma grande lagoa de água doce, à beira do Mar Adriático, para escapar das invasões bárbaras que puseram fim ao Império Romano. Nesse local, parte de uma região chamada Veneto, havia 120 ilhotas, cortadas por 177 canais, e os primeiros moradores ocuparam justamente as áreas secas, de terra firme. Quando as ilhas já estavam completamente tomadas, a cidade começou a avançar sobre as águas. Foram construídas passarelas suspensas ao lado das fachadas e 40 canais deixaram de existir, conforme os moradores foram construindo anexos às suas casas. Os aterros tornaram-se comuns, com os canais ficando cada vez mais estreitos, à medida que a cidade crescia. O crescimento desordenado em aterros revelou-se, inclusive, responsável pelo maior problema que a cidade enfrenta hoje: as enchentes.
Essa etapa inicial de construção foi excepcionalmente lenta, devido à dificuldade em firmar fundações em solo tão instável; à escassez de materiais de construção, trazidos de longe; e à incapacidade de manter os trabalhadores fixos nas obras em circunstâncias tão desfavoráveis. No princípio, a cidade foi toda edificada em madeira, com as fundações das casas fincadas entre 2 a 5 metros de profundidade. Alguns séculos depois, as pedras passaram a ser o principal material de construção, utilizadas também, a partir do século X, para forrar as margens dos canais. Essa medida foi especialmente útil para dar maior estabilidade às fundações das casas e facilitar o embarque e o desembarque nos barcos. Até então, esse era o único meio de transporte da população e quase não havia pontes. As raras existentes eram apenas tábuas suspensas sobre pilares, unindo uma ilha à outra.
As primeiras pontes feitas de pedra surgiram em 1170, mas até o século XIII a cidade tinha apenas 11 delas. Em 1500, entretanto, já contava com 166.Devido à sua posição geográfica estratégica, Veneza lucrou muito com o comércio entre Oriente e Ocidente, tornando-se, a partir do século XIII, a principal potência comercial da Europa. Mas, com a descoberta, por Vasco da Gama, de outra rota de navegação para as Índias, a cidade começou a perder importância e a sofrer derrotas em seguidas guerras. Em 1797, Veneza acabou sendo conquistada por Napoleão e, em 1866, passou a pertencer ao reino da Itália.
Retratada pelo pintor suíço Joseph Heintz, a Veneza do século XVI já deixava de ser uma potência comercial para se tornar uma das maiores atrações turísticas do planeta

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