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terça-feira, 27 de outubro de 2015

A migração estratégica engendrada como arma de guerra

A migração estratégica engendrada como arma de guerra
por Leonid Savin
"O que vemos agora é a implementação prática de cálculos teóricos com uma natureza estratégica. Tais estratégias têm estado a desenvolver-se durante longo tempo. Uma delas é um estudo do Belfer Center for Science and International Affairs da Universidade de Harvard que tem o nome de "Migração estratégica engendrada como uma arma de guerra" (" Strategic Engineered Migration as a Weapon of War "), que o autor também utiliza como título deste artigo. O estudo foi publicado pela primeira vez em 2008 no Civil Wars Journal . Utilizando uma combinação de dados estatísticos e análises de estudos de casos, o autor do trabalho, Kelly Greenhill, apresenta resposta para as seguintes perguntas: podem refugiados ser um tipo específico de arma, pode esta arma ser utilizada só em tempo de guerra ou também em tempo de guerra, e quão exitosa pode ser a sua exploração? Na generalidade, Greenhill responde a estas perguntas pela afirmativa. "
"Tanto quanto se pode julgar a partir de um documento interno recentemente revelado, um relatório especial ao Congresso dos EUA para o ano financeiro de 2014 sobre a questão da migração, preparado pelo US Department of Homeland Security, declara que em 2014 os Serviços de Cidadania e Imigração aplicaram 1.519 isenções a solicitantes individuais concedendo status de refugiado, status de residente e a proteção oficial do governo. E a coisa mais interessante é que de um modo ou de outro todas estas pessoas têm ligações com grupos terroristas e vasta experiência de atividades subversivas. "
Depois de ler o título, pode-se pensar que se está a descrever o fenômeno com que a Europa se confronta ultimamente: as centenas de milhares refugiados, tanto as vítimas das agruras de guerras civis como os oportunistas, os quais estão a invadir os Balcãs por terra e mar e então a seguir mais adiante, tentando alcançar países mais ricos como a Alemanha, França e Escandinávia por quaisquer meios possíveis. 
Aparentemente este fluxo de refugiados tem razões objectivas: conflitos armados e guerras têm decorrido na Líbia, Síria e Iraque durante muitos anos, ao passo que a situação também é turbulenta na Palestina e no Afeganistão. Na Tunísia e no Egito, em que ambos experimentaram a Primavera Árabe, a situação também deixa muito a desejar. Dificilmente alguém está a reparar no Bahrain, onde protestos da oposição são brutalmente reprimidos há anos, ao passo que no Iêmen são executados ataques aéreos a festas de casamento. A localização destes dois estados não é muito conveniente, contudo – simplesmente não há lugar para onde fugir. Há também um pormenor importante: estão a ser construídos campos para refugiados muçulmanos na Arábia Saudita, mas por alguma razão ninguém está a ir para lá. Como último recurso, eles permanecem na Jordânia e na Turquia. 
Haverá alguma razão geral para este desejo frenético de fugir da sua pátria? Parente ricos já estabelecidos na União Europeia, talvez? Ou notícias acerca de benefícios assistenciais com os quais eles poderiam viver com conforto? Afinal de contas, para fazer uma tal jornada eles têm de pagar pelos serviços de passadores. Segundo algumas notícias, estes passadores levam US$4000 a US$10 mil para transportar um único refugiado da Síria ou da Líbia para a Europa. Mesmo que essa pessoa tenha parentes ricos no estrangeiro, receber dinheiro através de transferência bancária é impossível na Síria devastada. Organizar transportes a crédito envolve claramente certas garantias, considerando em especial que muitas vezes os barcos afundam no Mediterrâneo. 
Quem está a proporcionar garantia que encorajam centenas de milhares de pessoas a correrem de outros continentes para a Europa e por que? 
Investigadores descobriram um facto muito interessante relativo à utilização de redes sociais. Veio à luz que apelos no Twitter para que refugiados viajem para a Alemanha procedem principalmente dos EUA . O tempo gasto a praticar em outros países não foi em vão – desde o Irão durante as eleições presidenciais de 2009 até o Egito e a Tunísia, onde o papel desempenhado pelas redes sociais na mobilização da população foi considerável. 
O que vemos agora é a implementação prática de cálculos teóricos com uma natureza estratégica. Tais estratégias têm estado a desenvolver-se durante longo tempo. Uma delas é um estudo do Belfer Center for Science and International Affairs da Universidade de Harvard que tem o nome de "Migração estratégica engendrada como uma arma de guerra" (" Strategic Engineered Migration as a Weapon of War "), que o autor também utiliza como título deste artigo. O estudo foi publicado pela primeira vez em 2008 no Civil Wars Journal . Utilizando uma combinação de dados estatísticos e análises de estudos de casos, o autor do trabalho, Kelly Greenhill, apresenta resposta para as seguintes perguntas: podem refugiados ser um tipo específico de arma, pode esta arma ser utilizada só em tempo de guerra ou também em tempo de guerra, e quão exitosa pode ser a sua exploração? Na generalidade, Greenhill responde a estas perguntas pela afirmativa. 
De facto, investigadores do Belfer Center, bem como investigadores de outros departamentos da Universidade de Harvard, têm trabalhado na concepção de estratégias para a gestão de conflitos no contexto de questões mais vastas de política externa durante muitos anos. O director do Belfer Center, Graham Allison, foi secretário da Defesa Assistente na administração Clinton. Além disso, o Belfer Center também financia a investigação de uma força tarefa especial dedicada à Rússia. 
Os EUA estão apenas a pretender que simpatizam com a Europa, a qual está a ser duramente atingida pela onda migratória. Num artigo recente de Richard Haass, presidente da influente organização globalista Council on Foreign Relations que trata de questões europeias, a utilização da palavra "gestão" ("managing") em relação à crise de migração na União Europeia não foi casual. Saboreando os problemas que estão a ser enfrentados pela Europa em consequência do influxo de refugiados, Haass nota que os EUA têm tanto a obrigação de ajudar a União Europeia como interesses estratégicos em relação à Alemanha e à Europa como um todo. Apesar desta "obrigação de ajudar", contudo, não tem havido nenhuma ajuda dos EUA nem no controle da infiltração ilegal de países europeus nem em termos de abrigo temporário de refugiados. 
Há também um outro facto interessante. Em 15 de Setembro, Barack Obama assinou uma ordem executiva sobre a utilização de técnicas de ciência comportamental na administração pública. O ramo mais recente da ciência comportamental, conhecido como "Nudge", é nada mais do que o meio mais actualizado de manipular pessoas. A mão de Cass Sunstein, que anteriormente trabalhou no Office of Information and Regulatory Affairs durante a administração Obama, pode ser vista claramente aqui. Juntamente com um colega britânico, ele foi co-autor do livroNudge: Improving Decisions about Health, Wealth and Happiness , no qual técnicas de manipulação psicológica no contexto da vida diária são ocultadas por trás de palavras bonitas. (Por acaso, a esposa de Sunstein é Samantha Power, embaixadora dos Estados Unidos na ONU.) Não há dúvida de que a técnica "nudge" será utilizada para além das fronteiras dos EUA. 
Contudo, a arma mais eficaz, tanto metaforicamente como literalmente, podem ser aqueles migrantes capazes de estabelecer um pequeno grupo de guerrilha para executar actos terroristas subversivos sobre o novo território. É de certa forma interessante que os EUA estejam não só a actuar como hospedeiros daqueles que parecem mais "prometedores" para isto como também estejam a conceder-lhes status de refugiados e residente bem como a protecção oficial do governo estado-unidense. 
Tanto quanto se pode julgar a partir de um documento interno recentemente revelado, um relatório especial ao Congresso dos EUA para o ano financeiro de 2014 sobre a questão da migração, preparado pelo US Department of Homeland Security, declara que em 2014 os Serviços de Cidadania e Imigração aplicaram1.519 isenções a solicitantes individuais concedendo status de refugiado, status de residente e a proteção oficial do governo. E a coisa mais interessante é que de um modo ou de outro todas estas pessoas têm ligações com grupos terroristas e vasta experiência de atividades subversivas. 
A lista inclui velhos aliados de Washington, desde exilados cubanos, militantes do Kosovo Liberation Army que por alguma razão não podem viver bem no seu próprio estado criado artificialmente, e muitos outros aliados encobertos e abertos dos EUA. Há membros da Aliança Republicana Nacionalista de Salvador, muito provavelmente aqueles que disparavam sobre opositores políticos durante a Guerra Fria e estão agora a esconder-se da justiça. Há combatentes do Movimento Democrático para a Libertação da Kunama Eritréia – etno-separatistas que se opunham ao governo eritreu. Há a Frente de Libertação do Povo Tigray da Etiópia e a Frente de Libertação Oromo do mesmo país. 
A lista também inclui activistas da Chin National Front da Birmânia e sua ala militar, o Chin National Army, os quais são membros da chamada Organização das Nações e Povos Não Representados (Unrepresented Nations and Peoples Organization, UNPO). Membros da Karen National Union, incluindo militantes do Karen National Liberation Army (um grupo étnico que vive na Birmânia e na Tailândia) também receberam de imediato uma quota para viverem nos EUA. 
O status de refugiado foi dado a 49 antigos cidadãos iraquianos do Iraqi Democratic Party, do Kurdish Democratic Party e da Patriotic Union of Kurdistan. A lista das "1.519 isenções" também inclui membros de outras organizações que se dedicaram durante muitos anos a conflitos armados. 
Pode-se apenas especular sobre a espécie de guerras futuras que os EUA têm em mente se planeiam utilizar tais migrantes como arma. 
O original encontra-se em www.strategic-culture.org/...
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

HISTÓRIA, SIM !

Grande luneta pintada por Veloso Salgado existente na Sala das Sessões da Assembleia da República e que representa as Cortes Constituintes de 1821 – que elaboraram a Constituição de 1822, a primeira da história constitucional portuguesa – reunidas na biblioteca do Palácio das Necessidades em Lisboa.
Sendo certo que a coligação PSD-CDS foi a lista mais votada nas eleições de 4 de Outubro, também é certo que ela não reúne a maioria dos deputados no parlamento. Numa democracia representativa o governo deve ser entregue à vontade da maioria. A haver no parlamento um conjunto de forças políticas que assegure essa maioria e confirmando-se que subscrevem um programa, então os aparentes vencedores passam a vencidos. Qual é o drama? Não é assim nas mais avançadas democracias europeias?
A governação dos últimos quatro anos ficou marcada pelo flagelo social que se abateu sobre um grande número de portugueses. Sujeitos às condições draconianas do “resgate” financeiro, o governo de P. Coelho, para além de ter adoptado o “memorando de entendimento” como programa, fez questão de ser mais troikistaque a troika. Mais preocupado em ultrapassar as exigências dos credores do com o sofrimento do povo que lhe confiou a governação. Retirou rendimentos e direitos sociais, vendeu património ao desbarato e empurrou para a pobreza largas camadas da população.
O diálogo entre os partidos da esquerda parlamentar, visando a sustentação parlamentar de um governo, constitui uma importante alteração no modelo de funcionamento da política portuguesa. Haja ou não governo da esquerda, está aberto um novo ciclo. O sistema político passa a dispor de novas opções e as consequências serão certamente profundas.
Uma mudança estratégica na política portuguesa e na esquerda em particular.
Apesar da elevada resistencia dos seus principais protagonistas ao longo das quatro décadas de regime democrático, o sistema partidário português tem mantido uma fragilidade evidente – as forças genericamente classificadas como da esquerda, que facilmente dialogavam e acordavam matérias do chamado foro de consciência, revelavam-se incapazes do mesmo diálogo quando se tratava de abordar soluções de governação. Bem ao invés dos partidos da direita.
A concretizar-se um acordo parlamentar ou uma coligação PS-BE-PCP-PEV, tal significará um facto radicalmente novo na política portuguesa. Uma primeira vez que pode contribuir para ultrapassar traumas nascidos com o período revolucionário post 25 de Abril e que separou os partidos de esquerda por muitos e longos anos. Esse sistema cristalizou tornando o PS um partido central do sistema, posição que agora se acentua, mas que só admitia alianças à sua direita – com o CDS em 1978 e com o PSD entre 1983 e 1985.
A vaga conservadora iniciada na Europa por M. Tatcher nos anos oitenta (com R. Reagan nos EUA) associada ao colapso da URSS e do pacto de Varsóvia, abriram caminho à globalização néo-liberal. Disso foram demonstração a massiva desregulamentação dos mercados financeiros e das relações de trabalho ou a privatização generalizada de serviços públicos.
Grande parte dos socialistas europeus, capitaneados pelo New Labour de T. Blair, alinhou na tese do “fim da história” (F.  Fukuyama), a vitória do capitalismo como consequência da queda do bloco do leste europeu. Esse movimento conduziu à rápida descaracterização da origem trabalhista dos socialistas, capturando-os para estratégias e opções da direita dos interesses económicos e financeiros, que na União Europeia viriam a ser plasmados, anos mais tarde, em documentos como o tratado orçamental.
Um novo pragmatismo na esquerda – que se aproxima do que sempre existiu à direita.
Desde 1976 que os comunistas e outros sectores da esquerda desde 2000 representados no BE se encontram afastados de quaisquer “jogos de poder”. Uma exclusão incompreensível quando somam agora cerca de 20% dos votos e quase um milhão de votos.
O diálogo entre os partidos do lado esquerdo do espectro partidário não esconde(rá) as profundas divergências entre as partes. Elas são conhecidas e centram-se em algumas das opções de fundo que determinaram o percurso do país nas duas últimas décadas, sobretudo as relativas aos condicionamentos impostos pela pertença ao euro e que derivam dos critérios do tratado orçamental e da união monetária.
A lição grega parece estar a ser aprendida com uma boa dose de pragmatismo. E qual é essa lição? Um (pequeno) país, mesmo que escudado em toda a legitimidade político-eleitoral da sua liderança, tem capacidade para enfrentar os poderes europeus dominantes! A menos que tenha a coragem e a capacidade operacional para abandonar o euro. Abandono que não parece, contudo, recolher a simpatia da maioria dos eleitores.
O ressurgimento dos papões do anti-comunismo.
A possibilidade de o PCP aceder à esfera do poder, ou de o influenciar, forçou a direita a recorrer ao seu velho e desactualizado arsenal de artilharia anti-comunista.
Argumentos de um atavismo incompreensível que nos remetem para os tempos da guerra fria. Tanto mais que utilizados contra uma força política que é, desde há décadas, um importante protagonista na administração local, onde tem gerido centenas de autarquias, e noutras instâncias regionais, para além das posições que ocupa na generalidade das organizações e movimentos sociais.
Inconsequente ainda porque não existe já, nem União Soviética, nem Pacto de Varsóvia. Em 1974/75, no período que se seguiu ao 25 de Abril, vivia-se uma fase crítica de estabilização da guerra fria (Acordos de Helsinquia) e disputavam-se zonas de influência através de vários conflitos. Mas, mesmo então, tinha-se consciência que Portugal, membro da OTAN, se encontrava na zona ocidental e dificilmente de lá sairia. Hoje que o mundo é diametralmente diferente, quem é que pode considerar relevante colocar a saída daquela organização politico-militar na mesa das negociações?
Cavaco Silva, presidente de fracção.
Cavaco Silva foge de dar posse a um governo de esquerda como o diabo foge a cruz. Poder-se-ia esperar dele uma postura diferente? Creio que não. Cavaco Silva é coerente com o que sempre foi. Um presidente de fracção, eleito com os votos da direita e que parece preferir soluções penosas para o país (um governo de gestão por oito ou nove meses) a entregar a governação a partidos que são contra o tratado orçamental. Como se fosse inconstitucional tal posição, aliás sufragada por quase 20% do eleitorado.
Uma liderança no PS que ultrapassou tabus com 40 anos.
Colocam alguns  em questão a “moral” da decisão de A. Costa disponibilizar o PS para outras soluções, que não as habituais alianças à direita.
Esquecem-se do aviso que o eleitorado enviou ao partido socialista. Apesar de ser o maior partido da oposição, apesar do flagelo austeritário e do empobrecimento que se abateu sobre o país, apesar de a maioria de o país ter votado contra o governo de P. Coelho e as suas políticas, é certo que o PS não obteve a vitória eleitoral. Porque ao factor Sócrates na cadeia se somou e sobrepesou a conivência e cor-responsabilização dos socialistas no episódio do resgate de 2011 e das soluções acordadas com a troika.
O fantasma do esvaziamento dos partidos socialistas paira sobre a Europa. A opção da liderança de A. Costa pode também ser vista sob o ângulo da necessidade de contrariar uma trajetória de declinio eleitoral e perca de influência politica.


pracadobocage.wordpress.com

Como Passos e Maria Luís manipularam a devolução da sobretaxa


nicolau
Não foi sério. O que o governo cessante fez no caso da devolução da sobretaxa sobre o IRS tem um nome suave (manipulação) e outro menos suave (falcatrua).
Recordemos o que se passou na altura em que foi elaborado o orçamento do Estado para 2015. Paulo Portas queria um corte na sobretaxa de 3,5% sobre o IRS, criada ainda pelo anterior ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Mas tanto Passos Coelho como Maria Luís Albuquerque opuseram-se. E no final da noite dessa longa reunião, o primeiro-ministro propôs então uma devolução da sobretaxa que obedeceria à evolução das receitas cobradas em sede de IRS e de IVA, desde que ficassem acima do previsto no Orçamento do Estado.
Mais: para que os contribuintes pudessem saber quanto iriam receber se a isso tivessem direito, o Governo comprometia-se a revelar mensalmente as estimativas da evolução daqueles dois impostos. Mas não foi o que aconteceu. Apesar de dispor dessas estimativas desde fevereiro, o Governo só as revelou em julho e agosto. Porquê? Eis a questão. É que, pelos vistos, o Ministério das Finanças já tinha a comprovação de que, de mês para mês, as oscilações eram muito significativas. Por exemplo, em fevereiro a estimativa de devolução era de 37,%, mas em março caiu para 7,9%.
Perante isto, o Governo calou-se, guardou os dados para si e começou a soltá-los no Verão: 12%, 20%, em agosto ultrapassava os 35% e, com a euforia no ar e as eleições a aquecer, os “spin doctors” foram fazendo chegar às redações a mensagem de que, por este andar, seria mesmo possível devolver 50% da sobretaxa no próximo ano devido à espetacular recuperação da economia.
Azar. Em setembro, a quebra na cobrança do IRS colocou a devolução do IRS em apenas 9,7%, o que significa que em vez de os contribuintes continuarem a suportar uma sobretaxa de 3,5% ela poderá reduzir-se para apenas 3,2%. Mas claro que este valor, por uma enorme coincidência, só foi conhecido depois das eleições de 4 de outubro.
Não há duas formas de classificar o comportamento do Ministério das Finanças e do Governo: manipularam deliberadamente a informação para captar o voto dos eleitores. E receberam a discreta ajuda de empresas como a Somague e a Unicer, que só fizeram os despedimentos coletivos que já tinham previstos na semana a seguir às eleições. É bom recordar estes comportamentos quando vierem falar ao país de ética.

Eurodeputados suspensos e multados por apologia nazi



Saudação nazi de italiano e polaco castigada pelo Parlamento Europeu O Parlamento Europeu (PE) ratificou hoje uma multa e uma suspensão de dez dias de atividade parlamentar a um eurodeputado italiano e outro polaco por apologia do nazismo, nomeadamente por terem feito a saudação nazi na sessão plenária. 
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DEPUTADO NAZI
As sanções contra o italiano Gianluca Buonanno e o polaco Janusz Korwin-Mikke tinham já sido decididas no dia 14 e foram hoje ratificadas pela Mesa do PE, composta pelo presidente, Martin Schulz, e os 14 vice-presidentes.

A suspensão de atividade parlamentar por dez dias consecutivos não inclui o direito a votar em plenário e os eurodeputados têm ainda que pagar uma multa de 3.060 euros.

O eurodeputado polaco fez a saudação nazi na plenária de julho em protesto contra uma proposta de bilhete de transporte europeu e em setembro referiu-se aos migrantes como "lixo humano".

Já o italiano decidiu vestir, no dia 06, uma camisola com a cara da chanceler alemã, Angela Merkel -- que interveio na plenária juntamente com o Presidente francês, François Hollande -, misturada com imagens de Hitler e fez também a saudação nazi.

* Em Estrasburgo um deputado europeu compra por 3060 aéreos o direito a ser nazi, em Portugal mil euros de dívida ao fisco dá para arrestar bens, JUSTIÇA!



apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

PARA QUEM GOSTA DE BALLET AQUI ESTÁ UM BOM MOMENTO





























VÍDEO








É preciso ter tomates para fazer um investimento destes !




Dinis Manuel Alves (facebook)

Uma forma diferente de caça


Já ouviu falar da frase: o búfalo saltou para o precipício?
O que significava. Esta foi realmente uma técnica de caça real, usada pelos nativos norte-americanos para matar búfalos. Uma vez que os nativos eram quase inteiramente dependentes do bisonte búfalo para se alimentar eles tiveram que matá-los por  a cada dia para para sobreviver. Matá-los poco ferramentas  (armas) foi bastante difícil naqueles tempos e então eles usaram esta técnica inovadora onde atraiam uma grande quantidade de búfalos para a beira do precipício,. Os nativos usaram a carne para a alimentação e a pele para roupas. 
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"Dirigir Buffalo Over the Cliff", uma pintura de Charles Marion Russell. 
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Um diorama  num museu em Montana. 
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Um modelo de Vore Buffalo Jump em Crook County Museum. 
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Ossos de búfalo  numa escavação em Vore Buffalo,  Crook County Wyoming. 
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Cabeça-Smashed-In Buffalo Jump no Canadá. 
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Madison Buffalo Jump State Park. 
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Ulm Pishkun Buffalo Jump. 
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William R. Leigh (1866-1955). "Buffalo Drive," Óleo sobre tela 1947. Crédito da foto
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Mármore : sonho de escultor! (incúi vídeos)



Os artistas  utilizavam ou utilizam,ao longo dos séculos,  materiais mais duradouros para perpetuar suas Obras de Arte.
Dentre os materiais utilizados (Mármores, pedras, calcário, granito, bronze, ouro, Prata, madeira, etc), um dos materiais que mais se destacam pela beleza e durabilidade é o mármore.
Em vários museus ao redor do mundo vemos magníficas estátuas que na maioria das vezes representam o ser humano.
Como dar expressão e vida a uma pedra? Essa é a grandeza dessas obras, como essa feita em 1501 e admirada até os dias atuais, tendo lugar privilegiado de exibição.

O próprio artista admirado da beleza de sua obra lhe implora que fale.
Em uma de suas cartas Michelangelo comparou a escultura com o ato de Deus tirando o Homen do barro.
Como não apreciar essas obra que são os verdadeiros “Tesouros da Humanidade”
David ou Davi, é mais uma das obras primas de Michelangelo. A escultura retrata o herói bíblico e seu realismo anatômico impressiona.
[Michelangelo+David+escultura.jpg]
Pietá (1499) é uma das mais famosas esculturas feitas pelo artista e representa o corpo de cristo morto nos braços da Virgem Maria. Não existe um consenso sobre a obra prima de Michelangelo.
Quando vemos o detalhes de perto desssas obras ficamos mais impressionados ainda com suas feições e grau de perfeccionismo.
David  (1501 – 1504)
Moisés  (1513 – 1515)
David  (1501 – 1504)
Pietá (1499 – 1500)
Pietá  (1499 – 1500)
O Escravo moribundo (1513 – 1515)
Não podemos esquecer que essas como tantas outras maravilhosas esculturas foram feitas de blocos de Mármore.( Tema de inspiração dessa Semana).
Sugiro uma visita ao  Museu do Louvre e do Vaticano para completar a visita a essas maravilhas. (via Internet)

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