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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A PINTURA DOS NATIVOS AMERICANOS PELO PINTOR HOWARD TERNPNING



Howard Terpning nasceu em 1927) é um pintor e ilustrador americano mais conhecido pelas suas suas  dos nativos americanos.

























O PINTOR HOWARD TERNPNING




HOWARD TERPNING

A OPINIÃO PUBLICADA


Andei este fim de semana pelas páginas de opinião dos três diários portugueses e do semanário de “referência”. Movia-me a curiosidade de saber quem eram os colunistas residentes, por um lado, mas por outro confirmar uma impressão que tinha: não há gente do PCP a escrever nos jornais com colunas regulares. Não me enganei. Não há mesmo.
Na televisões, a mesma coisa. Apenas se convidam uns deputados para uns frente a frente, em especial na SIC Notícias, na RTP 3 e na TVI 24, canais do cabo, e pouco mais do que isso. Nos canais abertos nem sombra de debate plural… Isto para não falar da circunstância verdadeiramente extraordinária de continuarmos a ter dois ex-presidentes do PSD a fazer comentário político nas televisões. Já foram três…
Na Antena 1, rádio pública, havia, antes das nove da manhã, um espaço chamado “Conselho Superior” com deputados do Parlamento do Europeu eleitos de cada uma das força políticas representadas. Acabaram com o espaço antes do verão. Em substituição dão-nos com um painel de colunistas em que cada um fala do que muito bem lhe apetece, mas onde a pluralidade partidária deixou de existir, embora tenhamos que levar com aquele senhor de extrema-direita que se chama Rui Ramos e que fala disfarçado de historiador. Além disso, levamos com o Nicolau Santos durante uma semana a fazer comentário económico ao centro (menos mau…) e, na semana a seguir alterna a Helena Garrido, que nos últimos dias nos tem servido doses monumentais de catastrofismo perante o horror de um governo de esquerda.
Perante esta pequena amostra que acabo de aqui deixar, percebe-se bem que a pluralidade e isenção dos órgãos de comunicação social em Portugal é um verdadeiro mito.
Os painéis de comentadores do Expresso, do Diário de Notícias, do Correio da Manhã ou do Público não mentem…

pracadobocage.wordpress.com

REUTILIZAÇÃO DE BOMBAS NÃO DETONADAS QUE OS AMERICANOS DEIXARAM NO VIETNAME

A Guerra do Vietnã terminou há 40 anos, mas deixou um legado mortal, especialmente no Laos. Os militares dos EUA despejaram mais de 2 milhões de toneladas de bombas sobre o país durante a guerra entre 1964 e 1973, tornando Laos o país mais fortemente bombardeada no mundo em uma relação per capita. Foram mais de 580.000 missões de bombardeio sobre o Laos, o equivalente a uma missão de bombardeio a cada oito minutos, 24 horas por dia, durante nove anos. Nem todas essas bombas EXPLODIRAM. Estima-se que 30% das bombas não explodiram, permanecendo vivas nos anos depois da guerra.

Bombas não detonadas encontram uso diário nas aldeias do Laos

Elas continuam a detonar de forma e em lugares inesperados, às vezes bem próximas aos lugares onde as crianças estão brincando. Uma das principais causas de mortes, no entanto, são os aldeões que tentam abrir as grandes bombas para vender o metal e os explosivos para sucateiros. As carcaças das bombas de alta qualidade pesando até 1.000 kg podem render mais de 400 reais. Carcaças de bombas vazias que já contiveram explosivos mortais são visíveis em todo o país, em novas formas, desde canoas escavadas até suportes que mantém casas acima da inundação.

Quando o fotógrafo Mark Watson fez uma viagem de bicicleta por todo o país, ele ficou surpreso ao ver esses dispositivos letais sendo reutilizados de maneiras extraordinárias.

- "A sucata do bombardeio generalizado foi e está sendo utilizado em casas e aldeias", disse Mark. - "Eles usam para tudo, desde as fundações das casas,vasos de flores, baldes, copos e chocalhos".

Recolher as bombas é uma ocupação mortal, mas as pessoas foram forçadas a sair catando bombas para comercializar seu material por causa da pobreza local.

- "Grandes lotes de terrenos agrícolas não podem ser utilizadas pela população por causa da presença de artefatos explosivos não detonados, e este é o principal problema. Isso acaba estendendo a pobreza porque as pessoas não podem fazer o que é necessário. Se eles sabem que há explosivos não detonados no local, não podem lavrar a terra o suficiente para conseguir um cultivo de boa qualidade", disse David Hayter, do Grupo Mines Advisory, uma ONG que trabalha para detectar e remover minas e bombas.

Mas o progresso é lento e seu orçamento limitado. Enquanto isso, as pessoas continuam sendo feridas e morrendo por detonações acidentais de explosivos. Desde 2012, pelo menos 29.000 pessoas morreram devido a esses acidentes.


Barcos feitas de tanques de combustível em uma vila no Laos.
Bombas não detonadas encontram uso diário nas aldeias do Laos 01
Crédito da fotot: Mark Watson
Crianças posam perto de bombas não detonadas recuperadas em uma aldeia.
Bombas não detonadas encontram uso diário nas aldeias do Laos 02
Crédito da fotot: Mark Watson
Uma casa na aldeia usa um invólucro de bomba como uma decoração de jardim.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Carcaça d bomba usada como um vaso de flores.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Invólucros de bombas usados para sustentar uma casa em uma área ribeirinha.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Carcaças de bombas como recipientes de água.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Metal reciclado de carcaças de bombas em sinos de vaca.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Escorando taperas.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Um monumento simples, mas muito representativo.
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Crédito da fotot: Mark Watson
A carcaça de uma bomba usada como um barco.
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Crédito da fotot: Mark Watson
Bombas não detonadas jogadas na margem de uma rua.
Bombas não detonadas encontram uso diário nas aldeias do Laos 11
Crédito da fotot: Mark Watson


http://www.mdig.com.br

Tudo bons rapazes. O julgamento do maior assalto da história dos EUA







Scorcese filmou o maior de todos os golpes da máfia, mas esqueceu-se dele. A justiça, não. Quase quatro décadas depois, Vincent Asaro pode tornar-se o primeiro cabecilha a ser condenado pelo “Assalto da Lufthansa”.



Longe dos dias de glória vividos à margem da lei e imortalizados no grande ecrã, uma lenda da velha guarda da máfia nova-iorquina sentou-se esta semana no banco dos réus para enfrentar uma antecipação do juízo final na cidade que assistiu à sua ascensão e declínio, num arco que se estende ao longo de quatro décadas, com uma carreira criminosa que culminou em 1978, naquele que foi o maior assalto de sempre em solo norte-americano.


Aos 80 anos, Vincent Asaro corre o risco de passar o resto dos seus dias atrás das grades. Na declaração inicial, a procuradora Lindsay Gerdes explicou como o homem ali sentado foi um dos responsáveis pelo golpe no aeroporto John F. Kennedy no qual se aliou ao temível James Burke (Jimmy, o Cavalheiro, como era conhecido), que terá sido o mentor da operação. 

Líder da família rival, Luchese, Jimmy morreu de cancro na prisão em 1996, não sem ter visto Robert De Niro encarnar a personagem em si inspirada no filme de Martin Scorsese, “Tudo Bons Rapazes”, de 1990.


Na noite de 11 de Dezembro, seis homens envergando máscaras de esqui conseguiram infiltrar-se no armazém da Lufthansa, onde esperavam encontrar 2 milhões de dólares. Afinal, deram com mais de 6 milhões em dinheiro e jóias, o equivalente a 18,4 milhões de euros nos valores actuais, e que nunca foram recuperados. 

O assalto tornou-se lendário depois de Burke ter decidido que o melhor era não deixar pontas soltas e mandou matar alguns dos homens que encarregou do assalto. 
Asaro, que 36 anos depois pode vir a ser o primeiro dos cabecilhas a ser condenado pelo golpe, não teve direito a figurar naquele que é considerado um dos melhores filmes de crime na história do cinema. 

Mas está acusado de ter ordenado, com Burke, o homicídio de Paul Katz, estrangulado com a trela de um cão em 1969, depois de terem recaído sobre si as suspeitas de ser um informador da polícia, estando a colaborar numa investigação. 

O cadáver foi enterrado sob o piso de cimento da cave de uma casa vazia.


As estrelas da acusação são personagens de segunda ordem na hierarquia da família Bonanno, uma das cinco que dominaram o crime em Nova Iorque, e de que Asaro alegadamente era um dos chefes. 

Assim, esta justiça que tanto tarda só não falha porque o FBI paga, e bem, para contar com a colaboração de bufos como Salvatore Vitale, um subchefe que se declarou culpado de 11 homicídios na vida que deixou para trás, ou Gaspare Valenti, primo de Asaro, que nunca foi mais que um dos capangas da família. 


Foram apenas as primeiras testemunhas a serem ouvidas. 

No caso de Valenti, a advogada de defesa, Elizabeth Macedonia, obrigou-o a relatar em detalhe os homicídios em que participou e de que se deu como culpado no acordo de cooperação que assinou com o governo, e fez questão de frisar como foi pago por todas as vezes – e foram quase dez – em que foi chamado a tribunal para tramar ex-parceiros, recebendo por uma dessas aparições 250 mil dólares. Por mais que o tenha evitado, não se livrou do olhar penetrante do seu próprio filho, Anthony Valenti (Sammy Gordo), um dos duros que garantem até aos dias de hoje que quem violar a omertà – código de silêncio pelo qual se regem os membros da máfia – passará o resto dos dias a olhar por cima do ombro.


Na sua declaração inicial, a advogada de Asaro, Diane Ferrone, defendeu a fragilidade do caso que foi montado contra o seu cliente, sublinhando que as testemunhas do governo são criminosos a quem foi dado “um motivo para mentir”. Ferrone acusou Valenti, hoje com 68 anos, de ser um burlão que viu que tinha a vida feita se aceitasse entrar na folha de pagamento do governo como informador e que aceitou, em 2008, usar um microfone e gravar as conversas com o primo. 

Lembrou que Valenti tinha um longo historial de dívidas de jogo e sugeriu que este não teve alternativa senão fazer tudo o que lhe fosse pedido pelo governo de forma a conseguir a sua protecção.


Por sua vez, a procuradora Gerdes, ainda antes de chamar Valenti ao banco das testemunhas, explicou como Asaro tinha recrutado Valenti para o golpe no aeroporto mas, no fim, cedeu à ganância e ficou com a parte que tinha prometido ao primo. Terá sido este tipo de atitudes que levou Valenti a traí-lo e gravar centenas de horas de conversas incriminadoras sem sentir grandes remorsos.


Asaro foi detido pelo FBI em Janeiro do ano passado, na sequência de uma série de rusgas que levaram também à prisão o seu filho Jerome e outros três membros da família Bonanno – Jack Bonaventure, Thomas de Fiore e John Ragano. Segundo a acusação, em meados da década de 1980, Asaro deu instrução ao filho e a outro dos homens que tinha às suas ordens para desenterrarem o corpo de Katz e lhe darem sumiço. Em 2013, o FBI recuperou a mão direita e pulso, cabelos, dentes e a roupa, que um teste de ADN confirmou pertencerem a Katz. 

O piso de cimento debaixo do qual foi sepultado era o da cave de uma casa da família Burke em Queens.


Além do envolvimento neste homicídio e no assalto da Lufthansa, Asaro é ainda acusado de pôr fogo num edifício também em Queens, de roubar um milhão de dólares em sais de ouro de uma carrinha de transporte de valores e de encomendar a morte de um primo. 

Tudo isto nos anos 80. De lá para cá, os esquemas terão perdido audácia, e o crime mais recente que o velho que apareceu no tribunal de Brooklin em roupas modestas e a mascar chiclete viu ser-lhe imputado é agiotagem, em 2013.


Na quarta feira da semana passada, naquele que foi o segundo dia do julgamento, e depois de no dia anterior o testemunho de Sal Vitale ter aclarado a organização interna da família e a sua estrutura de poder, com Valenti, os jurados puderam ter uma visão do que é o dia-a-dia dos mafiosos à medida que envelhecem, tentanto manter alguma da sua capacidade de persuasão, recorrendo ao uso da força já não para obterem grandes dividendos e levarem vidas de ostentação e luxo, mas simplesmente para conseguirem pagar as contas e viver com relativa descontracção os anos que lhes restam.

jornal i

OS PRESSTITUTOS A ACTUAREM - Os media Os ocidentais têm apenas duas ferramentas. Uma é a mentira ultrajante


Cartoon de Ranworship.
por Paul Craig Roberts
Os media Os ocidentais têm apenas duas ferramentas. Uma é a mentira ultrajante. Esta ferramenta demasiado abusada já não funciona, excepto junto a americanos tolos.
A precisão absoluta dos mísseis de cruzeiro e dos ataques aéreos russos abalou o Pentágono. Mas segundo os presstitutosocidentais os mísseis russos caíram do céu sobre o Irão e nunca chegaram aos seus alvos do ISIS.
De acordo com os relatos presstitutos, os ataques aéreos da Rússia só mataram civis e explodiram um hospital.
Os presstitutos enganam-se a si próprios e a americanos tolos.
A outra ferramenta utilizada pelos presstitutos é discutir um problema sem se referir às suas causas. Ontem ouvi uma longa discussão na NPR , um órgão de propaganda corporativa e israelense, acerca do problema migrante na Europa. Sim, migrantes, não refugiados.
Estes migrantes surgiram do nada. Eles decidiram procurar uma vida melhor na Europa, onde o capitalismo, que proporciona empregos, liberdade, democracia e direitos das mulheres a uma vida plena. Só o Ocidente proporciona uma vida plena, porque ele ainda não se bombardeia a si próprio.
As hordas que invadem a Europa simplesmente e subitamente decidiram irem para lá. Isto nada tem a ver com 14 anos de destruição de sete países por Washington, permitida pelos europeus tolos, os quais proporcionaram cobertura para os crimes de guerra sob slogans como o da "coligação de vontades", uma "operação NATO", "levar a liberdade e a democracia".
A partir dos media presstitutos do Ocidente você nunca saberia que os milhões que fogem para a Europa estão a fugir de bombas americanas e europeias que indiscriminadamente massacraram e deslocaram milhões de muçulmanos.
Nem mesmo o pequeno remanescente de revistas conservadoras, as únicas que os neocon nazis não capturaram ou exterminaram, encontrou a coragem para ligar os refugiados com a política dos EUA no Médio Oriente.
Srdja Trifkovic, por exemplo, escrevendo no número de Outubro de Chronicles: A Magazine of American Culture, encara os refugiados como "a terceira invasão muçulmana da Europa". Para Trifkovic, os refugiados são invasores que provocarão o colapso do que resta da Civilização Ocidental e Cristã.
Trifkovic nunca menciona que os próprios europeus provocaram os milhões de refugiados muçulmanos, porque os seus corruptos patrões políticos são vassalos bem pagos de Washington e permitiram as guerras de Washington pela hegemonia que deslocaram milhões de muçulmanos. Para Trifkovic e todos os outros conservadores, só muçulmanos podem errar. Tal como Trifkovic entende, o erro que o Ocidente comete é não defender-se contra muçulmanos.
Trifkovic acedita que em breve a Europa viverá sob a lei da sharia. Ele pergunta se a América terá "os recursos para empunhar a tocha".
A maioria dos americanos vive num mundo falso criado pela propaganda. Eles estão desconectados da realidade. Tenho frente a mim um jornal local da Geórgia do Norte datado de Outubro a noticiar que "uma missa do Dia do Patriota foi efectuada na sede dos bombeiros do município de Dawson em 11 de Setembro para recordar os ataques terroristas que chocaram a América 14 anos atrás". Várias autoridades locais pediram aos presentes para recordar "todos aqueles que morreram não só naquele dia, mas a partir daquele dia no combate para manter a América livre".
As autoridades não disseram como assassinar e deslocar milhões de muçulmanos e sete países nos mantêm livres. Sem dúvida, a pergunta nunca lhes ocorreu. A América continua nas platitudes de rotina.
Os presidentes da Rússia e da China observam com assombro a estupidez imoral que se tornou a característica definidora da América. Em algum momento os russos e chineses perceberão que não importa quão pacientes sejam, o Ocidente está perdido e não pode ser redimido.
Quando o Ocidente entrar em colapso devido à sua própria perversão, a paz retornará ao mundo.
24/Outubro/2015
Ver também:
Intervenção de Vladimir Putin no Clube de Discussão Internacional de Valdai "If We Don’t Find A Solution Today, It’s The End Of The European Union" – Refugee Crisis Hits Tipping Point O original encontra-se emhttp://www.strategic-culture.org/news/2015/10/24/presstitutes-at-their-work.html Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

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