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terça-feira, 20 de outubro de 2015

DECO chumba a forma como cinco dos . principais bancos aconselham os clientes



Face aos resultados, a DECO questiona se os funcionários estão mal informados sobre os produtos que recomendam.

Os bancos falham nas recomendações aos clientes que procuram soluções de poupança para a reforma, detectou a DECO através de um estudo que envolveu 50 balcões das cinco principais instituições financeiras a operar em Portugal.
 .

O estudo, que vai ser publicado na próxima edição da revista PROTESTE INVESTE, recorreu a um “cliente-mistério” de 40 anos que pediu, em Setembro, sugestões de produtos para aplicar 5.000 euros para a reforma juntos dos balcões da Caixa Geral de Depósitos, BPI, Millenium BCP, Novo Banco e Santander Totta, em dez cidades.

Os bancos deveriam aconselhar a subscrição de um Plano Poupança Reforma (PPR) sob a forma de fundo com componente de acções ou optar por um fundo imobiliário misto ou de acções no caso de aceitação do risco, aconselhando ainda a aplicação de uma pequena parte em liquidez como fundo de emergência.

Mas todos sugeriram produtos desadequados, segundo a associação de defesa dos consumidores.
O conselho mais comum foi um depósito normal, cujas taxas de rendimento actuais são de zero ou próximas de zero, o que leva a DECO a considerar tal recomendação “no mínimo, desastrosa”, para um investidor com 40 anos.

Outro erro detectado pela DECO foi a sugestão de colocar o dinheiro em produtos financeiros complexos que podem ter acções, matérias-primas ou índices bolsistas e “exigem um bom conhecimento do perfil do cliente”, de acordo com as directivas comunitárias.

O BPI foi o banco que mais vezes recomendou os PPR sob a forma de fundo, adequados à faixa etária do “cliente mistério”, mas tentou também vender um fundo que não era indicado.

A Caixa Geral de Depósitos tentou vender indiscriminadamente produtos complexos, uma prática seguida igualmente pelo Millenium BCP, que recomendou também produtos de capital garantido e baixo risco.

O Novo Banco apresentou “uma estratégia comercial bastante defensiva”, propondo apenas produtos com capital garantido desadequados a uma poupança de longo prazo e o Santander Totta recomendou essencialmente depósitos em campanha, de curto prazo ou depósitos indexados para o médio prazo.

Face aos resultados, a DECO questiona se os funcionários estão mal informados sobre o tema da reforma e os produtos que estão a recomendar ou, “na pior das hipóteses têm de cumprir metas nas instituições onde trabalham”, e pede mais atenção ao Banco de Portugal.

* É óbvio que os funcionários bancários se não quiserem perder o emprego obedecem e obedecer é, neste caso, vender o produto que dê mais lucro ao banco. Os interesses dos clientes vêm depois.


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

A Idade Heróica da Exploração Antárctica em fotos perdidas há um século


Negativos encontrados num bloco de gelo reportam-se à expedição de Ernest Shackleton, decorrida entre 1914 e 1917.
As paisagens que as imagens preservam não serão tão diferentes das que podemos ver hoje, um século depois de terem sido tiradas, como o comprova, aliás, a recente odisseia para o salvamento dos passageiros de um navio russo preso no Pólo Sul. São-no as condições em que foram registadas, são-no os retratados, homens como o cientista Alexander Stevens, que vemos a encarar a objectiva a bordo do Aurora, um dos navios da expedição à Antárctida capitaneada por Ernest Shackleton entre 1914 e 1917.
A foto com Alexander Stevens estava entre os 22 negativos em nitrato de celulose recuperados pelo Antarctic Heritage Trust, com sede em Christchurch, Nova Zelândia. Foram encontrados num bloco de gelo no interior da câmara escura criada num abrigo construído pelos exploradores da Antárctida no início do século XX. Descobertas no início de 2013, foram restauradas num processo meticuloso que se prolongou por quase um ano. Ei-las agora reveladas ao mundo, novo tesouro de uma cápsula do tempo conservada nos gelos do Pólo Sul. De acordo com o Antarctic Heritage Trust, o abrigo preserva 10 mil objectos de um tempo que parece hoje incrivelmente distante – mas muito semelhante em alguns aspectos: há três anos, foram ali descobertas três caixas de whisky escocês, e algumas garrafas mantinham ainda intacto o precioso líquido.

Com uma dimensão de 15x7,7 metros, o abrigo foi construído num dos locais mais inóspitos do planeta, no cabo Evans, ilha de Ross, na Antárctida. Foi construído precisamente para tornar um pouco menos inóspita a estadia daqueles que, durante a chamada "Idade Heróica da Exploração Antárctica", na passagem do século XIX para o século XX, se lançaram em expedições para conhecer e cartografar, enfim para vencer, o gigante continente gelado e assim cobrir de glória o seu nome e o do seu país. Um dos mais famosos, o inglês Robert Falcon Scott, perderia a corrida ao Pólo Sul (o norueguês Roald Amundsen, que o atingiu a 14 de Dezembro de 1911, venceu-o por 33 dias) e perderia também a vida, juntamente com os quatro homens que o acompanhavam na viagem de regresso à base, devido a uma combinação letal de exaustão, fome e frio intenso. Foi sob o seu comando que o abrigo, pré-fabricado em Inglaterra, foi erigido na ilha de Ross em 1911. E foi do abrigo que Scott partiu à conquista do Pólo Sul no desafio que lhe custaria a vida. Três anos depois, o rival britânico de Scott, o irlandês Ernest Shackleton, um dos maiores aventureiros do período, usaria o abrigo para acolher parte dos envolvidos numa das mais célebres expedições à Antárctica, aquela em que foram registados os negativos descobertos em 2013.

O Pólo Sul já havia sido alcançado. Shackleton chegara bem perto, anos antes, mas desistira, quando se tornou evidente que continuar seria fatal para si e para os homens que liderava. Porém, faltava ainda um desafio. A travessia da Antárctida. Foi com essa missão que Ernest Shackleton se lançou na aventura baptizada como "Expedição Imperial Transantárctica". Tendo em conta os propósitos iniciais, a expedição foi um rotundo fracasso. Considerando todas as peripécias que os envolvidos viveram e o heroísmo que revelaram, foi um jornada épica, iniciada na alvorada da I Grande Guerra, e que figura até hoje na História do século XX.

O plano de Shackleton consistia em navegar no navio Enduranceaté ao mar de Weddell, na costa atlântica, durante o Inverno, iniciando a travessia por terra na Primavera. Uma segunda equipa estaria no mar de Ross, nas proximidades do cabo Evans, na costa do Pacífico, a partir de onde iria depositando alimentação e outros bens essenciais para que a equipa de Shackleton completasse com sucesso a travessia. Acontece que oEndurance acabaria por ficar preso no gelo, sendo esmagado pela pressão do mesmo. E acontece que, no outro extremo da Antárctida, o Aurora, o navio da segunda equipa, que serviria de base de apoio, viu a âncora destruída numa tempestade e afastou-se para alto mar com a maioria dos mantimentos. Estávamos em Janeiro de 1915.

Sem possibilidades de comunicação, a equipa de dez homens que ficara para trás aquando do desastre do Aurora (aquela cuja actividade foi registada nas fotos agora descobertas, presumivelmente da autoria do capelão da expedição, fotógrafo amador, Arnold Spencer-Smith) continuou o trabalho como planeado, racionando os seus mantimentos de forma a, como planeado, depositar nos locais combinados os indispensáveis à sobrevivência de Shackleton e da sua equipa de 28 homens. No decorrer desse trabalho, três deles acabariam por morrer (incluindo o fotógrafo Spencer-Smith). Ernest Shackleton, por sua vez, vivia outro drama – e nunca chegaria a necessitar dos mantimentos que, com tanto sacrifício, a outra equipa fora depositando no terreno.

Com a destruição do Endurance, Shackleton e a restante equipa acamparam no gelo. Quando a placa de gelo se quebrou, embarcaram nos salva-vidas e enfrentaram tempestades e um oceano temível durante cinco dias, até atracarem em Elephant Island. O que se seguiu tornaria Shackleton, então já um herói nacional no Reino Unido por expedições anteriores, num verdadeiro mito. Elephant Island, inóspita e distante de quaisquer rotas de navegação, teria de ser abandonada. Usando o maior dos salva-vidas disponíveis, reforçado pelo carpinteiro da expedição, Shackleton lançar-se-ia com cinco companheiros numa viagem até às estações baleeiras de South Georgia, a cerca de 1500 quilómetros de distância. Estávamos a 24 de Abril de 1916.

Que 15 dias depois tenham conseguido chegar a South Georgia é, só por si, um feito. Mas a aventura não acabou aqui. Um furacão impossibilitou a atracagem. Fugindo à tempestade, Shackleton e os restantes acabaram por desembarcar em terras bem mais distantes do que desejariam das estações baleeiras. Contra o receio de enfrentar o mar novamente, o explorador decidiu tentar a sua sorte por terra. Com dois companheiros, demorou 36 horas a percorrer 51 quilómetros de terreno montanhoso gelado sob condições atmosféricas naturalmente adversas, seguindo uma rota nunca tentada até então (e apenas repetida em 1955).

A partir de South Georgia, organizou o resgate dos companheiros deixados nas proximidades e dos 22 que havia quatro meses e meio permaneciam em Elephant Island. Quanto àqueles presos no abrigo de Scott, seriam salvos pelo Aurora, recuperado por Shackleton na Nova Zelândia, onde conseguira atracar depois de lutar durante meses para se libertar do gelo em Discovery Bay. Os sete sobreviventes só abandonariam as terras inóspitas documentadas nas fotos agora reveladas ao público dois anos depois de verem o Aurora desaparecer na tempestade.

Eugene Shackleton morreria de ataque cardíaco a 5 de Janeiro de 1922, no início de uma nova expedição à Antárctida. O cientista Alexander Stevens, que morreria perto dos 80 anos em 1965, reapareceu agora, um século depois de ter sido fotografado entre a imponente paisagem inóspita do continente gelado.

Que pensariam eles do salvamento por helicóptero desta quinta-feira dos passageiros a bordo do navio russo Akademik Shokalsky, presos desde a véspera de Natal naquela mesma latitude? Que a evolução tecnológica tornou o mundo mais pequeno e deu ao Homem mais protecção perante as forças da natureza. Pensariam também no tanto que mudou desde essa Idade Heróica da Exploração Antárctica – que terminou precisamente com aquela expedição –em que homens de várias nacionalidades (houve expedições britânicas, norueguesas, francesas, alemãs, belgas ou japonesas) arriscavam a vida num misto de espírito de missão, fervor patriota anterior ao pesadelo da I Guerra Mundial, sede de aventura e desejo de expandir as fronteiras do conhecimento humano. As fotos recuperadas e agora divulgadas são um retrato desse tempo e desses homens.












www.publico.pt

A HISTÓRIA DO CIRCO




No mundo do entretenimento, o circo ocupa uma posição privilegiada entre todas as formas de diversão existentes. Mesmo em tempos de rádio, TV e internet essa antiga arte ainda atrai a atenção de muitos espectadores. Circulando por espaços da cultura erudita e popular, a arte circense impressiona pela grande variabilidade de atrações e o rico campo de referências culturais utilizado.
De fato, o circo demorou muito tempo até chegar à forma sistematizada por nós hoje conhecida. Somente no século XVIII é que o picadeiro e as mais conhecidas atrações circenses foram se consolidando. Na China, vários contorcionistas e equilibristas apresentavam-se para as autoridades monárquicas chinesas. Em Roma, o chamado “Circo Máximo” era o local onde as massas plebéias reuniam-se para assistir às atrações organizadas pelas autoridades imperiais.

Na Idade Média, vários artistas saltimbancos vagueavam pelas cidades demonstrando suas habilidades ao ar livre em troca de algumas contribuições. O primeiro a sistematizar a idéia do circo como um show de variedades assistido por um público pagante foi o inglês Philip Astley. Em 1768, ele criou um espaço onde, acompanhado por um tocador de tambor, apresentava um número de acrobacia com cavalos. Nesse período, o crescimento das populações urbanas garantiu um bom número de espectadores ao seu espetáculo.

Com a expansão de seu empreendimento, Astley passou a contar com vários outros artistas. Dado o sucesso de suas atrações, sua companhia passou a apresentar-se em Paris. Nessa época, o domador Antoine Franconi ingressou na companhia de Astley. A instabilidade causada com os arroubos da Revolução Francesa, em 1789, forçou Astley a abandonar a França. Com isso, Franconi se tornou um dos maiores circenses da França. Com o passar do tempo, a tradição itinerante dos artistas circenses motivou a expansão das companhias de circo.

No século XIX, o primeiro circo atravessou o oceano Atlântico e chegou aos Estados Unidos. O equilibrista britânico Thomas Taplin Cooke chegava com seu conjunto de artistas na cidade de Nova Iorque. Com o passar dos anos, sua companhia transformou-se em uma grande família circense que, ao longo de gerações, disseminou o circo pelos Estados Unidos.

A grande estrutura envolvendo o espetáculo circense, trouxe o desenvolvimento de novas tecnologias ao mundo do circo. As constantes mudanças de cidade em cidade incentivaram a criação de técnicas logísticas que facilitavam o deslocamento dos espetáculos. Tais técnicas, devido sua grande eficácia, chegaram a despertar o interesse dos altos escalões militares que se preparavam para os conflitos da Primeira Guerra Mundial.

Na Europa, até metade do século XX, o circo sofreu um período de grande retração. As guerras mundiais, ambas protagonizadas em solo europeu, e as crises econômicas da época impuseram uma grande barreira às artes circenses. Ao mesmo tempo, o aparecimento do rádio e da televisão também inseriu uma nova concorrência no campo do entretenimento.

Mesmo com o advento das novas tecnologias, o circo ainda preserva a atenção de multidões. Reinventando antigas tradições e criando novos números, os picadeiros espalhados pelo mundo provam que a criatividade artística do homem nunca estará subordinada ao fascínio exercido pelas máquinas. Talvez por isso, podemos dizer que “o show deve continuar”.
www.historiadomundo.com.br





Circo

A palavra também descreve o tipo de apresentação feita por esses artistas, normalmente uma série de actos coreografados à músicas. Um circo é organizado em uma arena - picadeiro circular, com assentos em seu entorno, enquanto circos itinerantes costumam se apresentar sob uma grande tenda ou lona.Um circo (do latim circus, "circunferência") é comumente uma companhia em coletivo que reúne artistas de diferentes especialidades, como malabarismopalhaçoacrobaciamonociclo,contorcionismoequilibrismoilusionismo, entre outros.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

História


Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. "Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro".
Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos mil anos, todavia, o circo como se conhece hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 mil pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo. Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma. A Roma por sua vez, tem papel muito importante na história do circo.
Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições equestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista.
O sucesso foi tamanho que, cinquenta anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos da Terra.



http://articulo.mercadolibre.com.ar/

A diferença entre Xiitas e Sunitas


 

Do Islã, fundado pelo profeta Maomé, duas corretes principais nasceram: Sunitas e Xiitas
Por Me. Cláudio Fernandes
Após a morte do profeta Maomé (ou Mohammed), o fundador do Islamismo e autor do livro sagrado Alcorão, houve um processo de disputa para decidir quem deveria sucedê-lo, já que o Islã não consistia apenas em uma religião desconectada do poder político. O Islã, em si mesmo, está estruturado em uma proposta de civilização que articula princípios religiosos e políticos.
Da disputa pelo direito de sucessão legítima do Profeta, duas correntes tornaram-se majoritárias: os xiitas e os sunitas. Tal disputa teve seu início em 632 d.C., quando os califas (sucessores de Maomé), que também eram sogros de Maomé, Abu Bakr e Omar, tentarem organizar a transmissão do poder político e da autoridade religiosa. Essa tentativa logrou êxito até o ano de 644 d.C., quando um integrante da família Omíada, também genro de Maomé, chamado Othmã, tornou-se califa e passou a ter sua autoridade contestada por árabes islamizados que viviam próximos à Medina. Othmã acabou sendo assassinado.
Ao assassinato de Othmã esteve associada a figura de Ali, primo de Maomé que sucederia ao califa assassinado. Os muçulmanos contrários a Ali declararam guerra ao califa e seus simpatizantes. A figura mais proeminente que contestou a autoridade de Ali foi o então responsável pelo poder da Síria, Muhawya. Esse último decidiu apurar o assassinato de Othmã e averiguar a participação de Ali no caso. Isso foi o bastante para que outro grupo muçulmano conspirasse contra Ali, que acabou também assassinado.
Além do livro sagrado do Alcorão, os sunitas também pautam-se pela Suna, livro dos feitos de Maomé, o que acentua sua diferença com os xiitas
Além do livro sagrado do Alcorão, os sunitas também pautam-se pela Suna, livro dos feitos de Maomé, o que acentua sua diferença com os xiitas
Muhawya, então, tornou-se um califa poderoso e transferiu a capital do califado de Medina para Damasco, atual capital da Síria. Seus oponentes, que defendiam a sucessão do califado pela hereditariedade, isto é, pelos descendentes da família de Maomé, ficaram conhecidos como xiitas, um grupo ainda hoje minoritário e que se caracteriza por ser tradicionalista, conservando as antigas interpretações do Alcorão e da Lei Islâmica, a Sharia.
Já os membros do outro grupo, muito maior em número de adeptos ainda hoje, constituindo cerca de 90% da população islâmica, ficaram conhecidos comosunitas, primeiro por divergirem da concepção sucessória dos xiitas e, segundo, por sempre atualizarem suas interpretações do livro sagrado do Alcorão e da Lei Islâmica, levando em consideração as transformações pelas quais o mundo passou e valendo-se de outra fonte além das citadas, a Suna — livro onde estão compilados os grandes feitos e exemplos do profeta Maomé. Daí deriva o nomesunita.

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MAIS UM BOCADINHO DE CERA…


Tem-se gasto muita cera com o ruim defunto que ainda dá pelo nome de António Barreto. Embora não quisesse contribuir para tal “cerimonial”, uma leitura meteu-me o “falecido” ao caminho, e não resisto a transcrever. 
Aí vai, de O Radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista (1970), de Álvaro Cunhal, in Tomo IV de Obras Escolhidas, mostrando a nota que se trata de A Carta Aberta aos Militantes do PCP e Revolucionários Portugueses (de 15 de Julho de 1970) e que o primeiro dos “cinco trânsfugas” que a assinaram é esse António Barreto (e não por ordem alfabética, embora esta talvez seja a dos pseudónimos usados):
“… Mostrando, a um tempo, o seu desconhecimento da realidade portuguesa e a sua ignorância do marxismo (de que leram algumas formulações sem perceberem o sentido), consideram incompatíveis o elevado grau de desenvolvimento das relações de produção capitalistas e o fraco desenvolvimento das forças produtivas («curioso sistema», chamam alguns depreciativamente a essa conclusão – Carta Aberta de cinco trânsfugas, p. 7 (298))”

A PINTURA DE ALEX ALEMANY



Alex Alemany, pintor espanhol, nasceu em Valência. Estudou Belas Artes entre 1961 e 1966 no "Real Academia de Bellas Artes de San Carlos" em Valência. Francisco Lozano, Enrique Ginesta, Genaro Lahuerta e Felipe Mª Garin, entre outros, foram os seus professores.
O PINTOR