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domingo, 18 de outubro de 2015

O império do caos e o mentiroso Obama (inclúi vídeo - a verdadeira origem do ISIS)

O império do caos e o mentiroso Obama

O império do caos e o mentiroso Obama

por Valter Xéu*
"É comum os EUA alardearem que bombardearam posições do EI, quando na verdade estão usando seus aviões para enviarem mais armas e suprimentos para este grupo e contam, para tanto, com a cumplicidade da imprensa-empresa, grande parte dela dominada por grupos judaicos.

Aviões da força aérea iraquiana que ousam bombardear as posições do Exercito Islâmico, são abatidos por caças dos Estados Unidos."
"Quem acredita que Israel não esta por trás do Estado Islâmico, é só ver, que durante todo esse tempo, nunca dispararam um tirinho sequer contra as forças israelenses, coisa muito difícil em se tratando de um grupo que se diz islâmico."
Já estamos quase no final do ano de 2015 e o titulo de campeão absoluto de maior mentiroso do planeta cairia muito bem ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Obama já vem mentindo descaradamente desde o seu primeiro mandato presidencial e nesta segunda-feira na ONU, com certeza atingiu o seu ápice de maior mentiroso do planeta quando afirmou que os problemas da Síria tem um único culpado que é o presidente sírio Bashar Al Assad.
O crime de Assad, que chegou a ser chamado de tirano por Obama, é pelo fato dele ter ousado enfrentar os grupos terroristas treinados e armados pelos Estados Unidos, Qatar, Arábia Saudita, Turquia, União Europeia e Israel, que têm um único objetivo a destruição total da Síria.
Mas o mentiroso mor esquece que, enquanto Assad foi reeleito presidente em eleição direta, em junho de 2014, na Arábia Saudita que é aliada dos EUA, eleição nunca existiu, não há respeito aos diretos humanos e é um dos regimes mais repressores do planeta.
O simples fato de uma mulher ser pega dirigindo, coisa proibida no país, exige como punição com algumas dezenas de chibatadas e se for reincidente, alguns anos de cadeia. Este é um exemplo simples das severas leis aplicadas contra as mulheres neste país, aliado dos americanos.
Isto sem falar nos outros aliados, como o regime do Qatar e do regime da Turquia, outros aliados dos americanos, que assumiram, de forma flagrante, em vários fóruns internacionais, apoiar os grupos terroristas, chamando-os de ‘oposição armada’.
Depois do Fracasso no Afeganistão, as forças ocidentais foram para o Iraque, mataram Saddam e dai para a Líbia onde fizeram o mesmo com Kadaffi.
Bush e Obama conseguiram levar o caos ao Iraque e a Líbia. Os dois eram prósperos países do Oriente Médio. A Líbia tinha um dos maiores IDH da região e hoje tanto o primeiro quanto o segundo, são dois países destroçados, onde grupos rivais lutam para serem os donos do poder.
Nos dois países, empresas norte americanas, como a Haliburton do ex-vice-presidente do governo Bush, Dick Cheney, é a principal exploradora do petróleo enquanto os diversos grupos, armados pelos Estados Unidos, que fornece material bélico tanto para um quanto para o outro, se matam entre si, enquanto a riqueza do país vai sendo usurpada pelas empresas norte americanas.
A bola da vez passou a ser à Síria, só que os americanos não esperavam uma resistência do exercito sírio, comandado pelo presidente Assad.
Derrotados no Conselho de Segurança da ONU pelos votos contrários da Rússia e da China para uma invasão nos moldes da Líbia, criaram, armaram e treinaram o famigerado Exército Islâmico que é formado por mercenários do Kosovo, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e de vários países da União Europeia, na esperança de varrer Assad do comando da Síria.
É comum os EUA alardearem que bombardearam posições do EI, quando na verdade estão usando seus aviões para enviarem mais armas e suprimentos para este grupo e contam, para tanto, com a cumplicidade da imprensa-empresa, grande parte dela dominada por grupos judaicos.
Aviões da força aérea iraquiana que ousam bombardear as posições do Exercito Islâmico, são abatidos por caças dos Estados Unidos.
Na região das colinas de Golan, território sírio ocupado ilegalmente por Israel, o governo sionista construiu um hospital somente para cuidar dos feridos do Estado Islâmico, ao mesmo tempo em que a força aérea israelense sempre ataca os jatos da Síria que ousam bombardear as posições do EI.
Tanto Israel quanto o ocidente fornecem, através dos seus satélites, informações ao EI sobre as posições sírias e assim, os terroristas vão atacando as cidades, destruindo monumentos históricos que datam de mais de sete mil anos e levando o terror a todo o país.
Quem acredita que Israel não esta por trás do Estado Islâmico, é só ver, que durante todo esse tempo, nunca dispararam um tirinho sequer contra as forças israelenses, coisa muito difícil em se tratando de um grupo que se diz islâmico.
Não há nada de islâmico neste grupo terrorista que age cumprindo ordens dos americanos e dos países que giram em sua órbita.
Rússia e o Irã, que já vinham apoiando Assad, agora se fazem mais presentes com o fornecimento de armas e apoio militar. A China está a caminho.
Afinal, como diz o jornalista brasileiro Pepe Escobar, especialista em Oriente Médio, “O Império do Caos é especializado em destruir, não em construir nações”.
*Valter Xéu é jornalista e editor do Pátria Latina e Irã News
Vídeo - A verdade sobre a criação do ISIS - Estado Islâmico
Fonte: Pátria Latina

POLÍCIA JÁ NÃO VIGIA E RETIROU AGENTES FARDADOS DA EMBAIXADA DO EQUADOR EM LONDRES MAS AUMENTOU A VIGILÂNCIA À PAISANA



A polícia britânica anunciou esta segunda-feira que vai deixar de vigiar 24 horas por dia a embaixada do Equador em Londres, onde o fundador do Wikileaks, Julian Assange, está refugiado desde 2012. Apesar disso, diz que vai reforçar o número de acções não fardadas para impedir uma eventual fuga do país.
 .
"O Serviço Metropolitano de Polícia retirou hoje a presença física de agentes do exterior da embaixada", informou a polícia num comunicado.

"Embora nenhuma medida garanta o êxito [de uma operação] caso Julian Assange deixe a embaixada, a polícia vai mobilizar uma série de acções visíveis e ocultas para o deter", acrescentou.

O comunicado refere que "não há uma perspectiva iminente de uma resolução diplomática ou legal" da situação do fundador do portal Wikileaks, pelo que, tendo em conta os "recursos finitos" da polícia e as "tantas ameaças diferentes" à segurança de Londres, a presença permanente de agentes "é desproporcionada".

Segundo o 'site' govwaste.co.uk, criado pelo Wikileaks para denunciar "o desperdício" de fundos do governo britânico com a vigilância de Assange, a presença policial junto à representação diplomática já custou 12,59 milhões de libras (16,96 milhões de euros).

Assange, 44 anos, é alvo de um mandado de detenção europeu, tendo-se refugiado na embaixada do Equador em Londres em Julho de 2012 por recear que a Suécia o extradite para os Estados Unidos, que o querem julgar pela divulgação de milhares de documentos diplomáticos e militares confidenciais.





Pôr anónimos «dirigentes comunistas» a usar um dos argumentos da direita

CONFESSO QUE DESTA NÃO ME TINHA LEMBRADO

Pôr anónimos «dirigentes 
comunistas» a usar um dos 
argumentos da direita

Mas logo depois já se pode ler esse anónimo e completamente desconhecido Jerónimo de Sousa a dizer isto :

A PINTURA DE FRANCESCA STRINO - A jovem artista italiana Francesca Strino formou-se na Accademia Belle Arti de Nápoles com honras tendo-se especializado nas áreas de retratos e esculturas.

A jovem artista italiana Francesca Strino formou-se na Accademia  Belle Arti de Nápoles com honras tendo-se especializado nas áreas de retratos e esculturas. Seu pimyura é na sua maioria de mulheres, mais especificamente belas mulheres jovens. Em seus retratos íntimos Francesca captura uma beleza efémera que é especial para as mulheres à beira da idade adulta.  Francesca pinta com grande confiança e virtuosismo, algo que deve ser admirado em um jovem artista .








































Francesca Strino

A vida clandestina de Domicília - Deputada eleita à Assembleia foi peça importante nas casas clandestinas do PCP, antes da revolução.





A vida clandestina de Domicília 

Deputada eleita à Assembleia foi peça importante nas casas clandestinas do PCP, antes da revolução. 

Desde a infância que se habituou a mudar de casa como quem se desfaz da roupa que já não serve e a deixar tudo para trás. Na verdade, não deixava muito: quando se vive a evitar que os outros nos conheçam, os laços são fáceis de desatar porque não chegaram a transformar-se em nós. 

Domicília ainda não tinha aprendido a ler mas já sabia que aquilo que visse ou ouvisse entre quatro paredes não era para sair pela porta. Que se lhe perguntassem quem era o senhor que frequentava a(s) casa(s) onde vivia com os pais responderia que era um "primo". 

Esse primeiro "primo" desapareceu e ao longo dos anos foram aparecendo outros primos e tios de quem nem à família poderia falar. 

Por lá ficavam algumas horas ou dias inteiros, em conversas em surdina à volta da Rádio Moscovo. Eram na maioria das vezes os controleiros – todas as casas tinham de ter um – "que faziam a ligação" entre a direção do partido e os pais de Domicília. Lembra-se de que com quatro anos já tinha "noção de que alguma coisa importante se tratava" mas terá sido mais tarde, "aos 11, 12 anos", que começou a de­senvolver o que se pode hoje chamar de consciência política. 

Domicília Costa nasceu e cresceu no seio do Partido Comunista – de que os pais eram militantes convictos – mas foi pelo Bloco de Esquerda (embora como independente) que se viu agora eleita deputada aos 69 anos de vida e dois filhos e três netos no currículo genealógico. 

Clandestinidade 

A mudança de Vila Nova de Gaia para Lisboa não será por isso uma novidade na vida da doméstica, que ainda antes de ter idade para entrar na terceira classe já tinha mergulhado na clandestinidade. "O meu pai mudou de nome, a minha mãe não porque era Maria e muitas havia naquela época, cortámos completamente com a família, desaparecemos pura e simplesmente". 

De algumas casas saíram por ordem, "e conveniência" do partido, de outras por descobrirem ter como vizinhos agentes da Pide que tinham de evitar se queriam escapar a um cenário certo de prisão e tortura. "Para mim, era natural viver assim. 

O mais complicado terá sido para pessoas como os meus pais, que tiveram uma vida normal antes disso", com bailes e jogos de futebol no caso do patriarca. "À minha mãe, o que custou mais foi não poder contactar com a avó que a criou." 

As "tarefas" de que o partido incumbia a família não foram as mesmas ao longo do tempo. "Aos nove anos, foi para nossa casa uma tipografia clandestina, mais uma coisa de que eu não podia falar a ninguém. Comecei pouco depois a dar pequenas ajudas aos meus pais. 

Os controleiros levavam escritos à máquina os textos que era preciso os meus pais comporem e imprimirem. Depois, o meu pai entregava-os a outros militantes que trabalhavam no campo ou em fábricas para eles fazerem a respetiva distribuição. 

Em casa, fazíamos dois jornais clandestinos: um para os operários corticeiros, outro para os operários agrícolas do Alentejo e do Ribatejo e outros pequenos panfletos. 

Aos nove, dez anos, lembro-me de fazer um folheto com umas dezasseis páginas sobre a reforma agrária." Em meados de 1959, mudaram de morada e deixaram a tipografia. "A nossa casa passou a ser um ponto de apoio do comité central. Tanto que a 3 de janeiro de 1960, quando foi a fuga de Peniche de onde saíram o Álvaro [Cunhal] e muitos outros – os chamados Dez de Peniche fugiram de uma prisão de alta segurança naquele que foi um dos episódios marcantes de oposição ao regime salazarista – alguns deles reuniram-se na casa do Alto de Santo Amaro, onde nós morávamos, incluindo o Álvaro." Por essa altura, o pai de Domicília – que antes da clandestinidade tinha sido operário numa fábrica – começou a trabalhar como carpinteiro em oficinas, "para dar um ar normal à casa e alguma verba para o partido que nos sustentava: alimentava, vestia, calçava, pagava o médico, o que fosse preciso. 

E embora nós tivéssemos gostado da tipografia, não era muito fácil de esconder, porque o meu pai estava uma semana inteira sem poder aparecer aos vizinhos, sempre falando baixinho para não se aperceberem de que estava em casa." Casamento a fingir Com 17 anos feitos, foi "trabalhar de costura" porque os camaradas entenderam que devia contactar com patrões, ela que até então "nunca tinha aturado patrões, só camaradas". 

Também nunca tinha namorado e quando aos vinte anos o partido lhe fez novo pedido respondeu que sim sem hesitar: "Pediu-me para deixar os meus pais e gerir uma outra casa clandestina, viver com uma pessoa que eu não fazia ideia se era velho, se era novo, bonito ou feio, simpático ou antipático. 

Tinha de me fazer passar por mulher dele. A ideia não me foi assustadora porque tudo o que era clandestinidade para mim era natural. Se é para fazer, faz-se. Os pedidos do partido não eram ordens, mas só não fazíamos se não pudéssemos." O camarada com quem simulou a aliança tinha mais sete anos. Dormiam separados – ela no divã da sala, ele no quarto do casal – mas partilhavam todas as refeições, a rádio que se ouvia, a máquina de escrever, os ideais do partido. Para justificar a ausência de Domicília, que por estar a fazer um tratamento demorou a chegar à casa da Baixa da Banheira, o ‘marido’ inventou ao senhorio que tinha sofrido um aborto e estava em recuperação. 

Juntos também moraram em Viseu, num quarto alugado em Lisboa e até passaram uma temporada nas termas de São Pedro do Sul. 

Ela a manter a aparência de uma casa normal: "varrer, passar, cozinhar", mostrar-se sem se mostrar aos vizinhos, mantendo conversas de circunstância. Os dois a tentarem não se apaixonar. "O convívio estreita as relações, não foi tiro e queda mas aconteceu", diz sem querer dizer muito mais, deixando no ar aquele que terá sido o seu primeiro amor. 

Depois de quatro anos de vida em comum, quando o camarada entrou em rutura com o partido, Domicília solidarizou- -se e fugiu para Paris. 

À noite, num quarto alugado depois do bulício dos dias, sentia saudades do partido e dos pais. Na capital francesa conheceu aquele que viria a ser seu marido de verdade, também ele um exilado político, de quem enviuvou. Após 25 de Abril, quando regressaram a Portugal, instalaram-se naquela que foi a última casa clandestina gerida pelos seus pais, comunistas clandestinos até à Revolução. Por lá viveu nos últimos 40 anos, o período mais longo com a mesma morada. 

Segue-se agora Lisboa e a Assembleia da República. Domicília não tem medo de mudar. 

Toda a vida o fez. 

http://www.cmjornal.xl.pt

Você acha que já viu de tudo? Acho que não! Confira esse desfile no deserto do Sahara.

Você acha que já viu de tudo? Acho que não! Confira esse desfile no deserto do Sahara.

Você acha que já viu de tudo? Acho que não! Confira esse desfile no deserto do Sahara.

Os padrões de beleza e os critérios não são tão diferentes de um concurso beleza típico, exceto o fato de que na tribo nômade Wodaabe do Níger, é tarefa das garotas julgar os caramadinhas. E eles se montam valendo, hein!
Se é do senso comum ( e chato) dizer que todas as mulheres demoram muito para se arrumar,  não imagina a quantidade obscena de tempo e energia que os homens da tribo empregam para se preparar.
deserto, só beldades
Seus trajes levam cerca de um ano para ficarem prontos: coloridos, bordados e decorados com objetos brilhantes e acessórios que chamam a atenção. Amarelo ocre e o Kohl são usados como maquiagem contornar o rosto, alongar o nariz e clarear a pele.aeeeeeeeeehooooooooooo
Quando eles estão finalmente pronto, o “concurso” começa e os homens, guerreiros antigos por tradição, desfilam, dançam e cantam sob o sol do deserto para impressionar as mulheres da tribo- que também acontecerá a ser os juízes do concurso.
Pic: Copyright Timothy Allen  http://www.humanplanet.com
As mulheres estão procurando o rosto mais bonito, o mais alto e mais gracioso, a mais bem vestido e sorriso mais branco.
concurso beleza africa
A tribo Wodaabe é conhecida por valorizar três coisas na vida: beleza, gado e familiares. Eles são um povo ferozmente leal dentro de seus clãs e trabalham como pastores de gado, que fornecem carne para centenas de moradores das cidades ao longo do  lago Chade atéa costa atlântica do Senegal . Elees também estão a ser conhecidos por serem “obsessivamente vaidosos”.
concurso beleza
africa beleza
belezura de africa
No final da estação chuvosa, em setembro, antes do início da sua migração anual, os clãs nômades se reúnem no deserto com seu gado para comemorar, mas também para competir. O festival de uma semana de duração conhecido como Gerewol é uma rica cerimônia cultural do namoro que envolve reuniões de clan, corridas de camelo, dança, canto, habilidade para negociar o casamento, mas o mais importante, o concurso para o melhor homem da tribo.
mulher africa beleza desfile
As mulheres Wodaabe, consideradas as mais belas da África Ocidental, observam e julgam a distância, fingindo uma certa timidez,  avaliando o competidor mais desejável para ser coroado o próximo “Senhor Wodaabe”.
peitin durin
As juízas são solteiras, logo, analisam também o escopo dos potenciais maridos.
Virgemaria
(Este jovem, capturada pela fotógrafa Rosemary Sheel), ganhou o concurso de beleza. Os vencedores do Gerewol são lembrados por várias gerações)
virgeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Assim como as candidatas a Miss Mundo que tentam mostrar seus sorrisos brancos e olhos brilhantes, os homens Wodaabe reviram os olhos  e assobiam enquanto mostram os dentes para enfatizar as características altamente desejadas entre a tribo. Para manter sua resistência durante a análise das juízas por horas a fio no sol do Sahara, os concorrentes muitas vezes bebem um cocktail feito de cascas fermentadas, com alto efeito alucinógeno
tenso
Durante a tradicional dança Yaake, os homens são julgados pela sua graça e elegância, o que não é tão fácil quando se está com uma alta dose de entorpecentes natural na cabeça.
wodabbe
No entanto, os competidores levam o concurso de beleza muito a sério e se esforçam para fazer uma boa impressão. Alguns dos homens são tão bons na maquiagem e nos gestos elegantes que fica difícil diferenciá-los dos membros femininos da tribo.
vainele
(Nessa foto, Steve McCurry jurava estava olhando para uma mulher, mas percebeu que se tratava de um jovem guerreiro Wodaabe)
Em seu livro de 2001, Nômades Que Cultivam Beleza, Mette Bovin confronta esses estereótipos, notando que muitos associam frequentemente os homens Wodaabe a “homossexuais ou travestis.” Mas fica claro que os homens Wodaabe dão um show para atrair as jovens moças em um festival dedicado ao encontro e ao namoro.
é isso ai
A tribo, cuja religião ainda tem traços vagos do islamismo, está desafiando estereótipos de gênero de normas de beleza. Parece apropriado então, que em sua língua nativa, Wodaabe, se traduz literalmente como “povo de tabu.”
www.elcuiabano.com.br