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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AS BARBAS E OS BIGODES MAIS EXCÊNTRICOS DE 2015

Todos os anos, o Campeonato Mundial de Barba e Bigode  proporciona uma concorrida exibição visando encontrar os donos dos pelos faciais mais estapafúrdicos e notáveis, em um evento que celebra a masculinidade por meio da tendência heteróclita, que serve para lembrar que a vaidade e o bom humor podem se dar muito bem, desde que a primeira não tenha níveis hipsterísticos. A mais recente edição da competição aconteceu na pequena Leogang, Áustria, de 2 a 4 de outubro.

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Este curioso e tradicional  concurso escolhe os estilos de velo facial mais atraentes e criativos em mais de 18 categorias. Neste ano participaram mais de 300 pessoas de todas as partes do mundo competindo nas várias categorias dos três grupos principais: bigodes, barba parcial e barba completa.
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As barbas e bigodes mais excêntricos de 2015 25
Fonte: Mashable.


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ESCULTURA MECÂNICA - O GALOPE DO CAVALO



Uma das peças mais surpreendentes no Mundial deste ano Criador Faire é o cavalo mecânico, trazido pelo artista Adrian Landon. O cavalo se move em um movimento de galope enquanto suspenso por fios. É feito inteiramente de aço inoxidável, que consiste em chapas soldadas  
Sobrepondo uma série de membros ligados por correntes  personalizadas, rodas dentadas de corte a laser. Um único motor elétrico impulsiona o cavalo em movimento com o premir de um botão.
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 O primeiro protótipo do cavalo foi projetado completamente com caneta e papel, mas não funcionou de forma confiável o suficiente. Voltando à prancheta de desenho, Landon redesenhou o cavalo em software CAD, resultando na bela exibição que reuniu multidões no Faire. Com mais de 100 rolamentos, 30 pés de cadeia e 23 juntas de articulação, Landon disse que a peça durou quase dois anos para ser concluído, e foi o seu projeto mais desafiador .
Para Landon, o trabalho representa a culminação de seu extenso conhecimento e paixão por cavalos, sua experiência com projetos mecânicos . A família de Landon tem uma longa tradição equestre, e com esta escultura ele quis capturar a beleza e elegância do cavalo galopante. Dado que esta é a sua primeira grande peça cinética, eu diria que ele tem um futuro brilhante pela frente.
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Enquanto Landon diz que este modelo de trabalho atual do cavalo ainda tem alguns problemas que ele gostaria de aperfeiçoar ele pretende continuar a melhorar a versão atual, e pode projetar um novo que usa polias de ferro fundido e correias de borracha na transmissão dos mecanismos. 

makezine.com

Castelo de Óbidos - Óbidos (Portugal).



 
Castelo de Óbidos - Óbidos (Portugal).

Há uma relação de afectividade neo-romântica para quem visita a vila de Óbidos. Serão poucos os casos no país onde a busca deliberada de um ideal cenográfico de Idade Média foi tão efectivo, razão da aparente atemporalidade das ruas do conjunto intra-muralhas, que, na sua sinuosidade, nas suas fachadas brancas e no vislumbre das inventadas ameias, nos transportam para um tempo mítico de um Portugal em formação.
São ainda obscuras as origens da fortaleza. Ao que tudo indica, a sua posição dominante em relação à extensa lagoa a ocidente, favoreceu a instalação de um primitivo reduto fortificado de origem romana. A Alta Idade Média não deixou vestígios aparentes da sua presença, e será, apenas, na viragem para o século XII que Óbidos voltará a merecer referências documentais precisas. No mesmo impulso expansionista que levou as fronteiras de Portugal até à linha do Tejo, em 1147, a vila passou para a posse de D. Afonso Henriques, ficando para a posteridade uma tradição de tenaz resistência por parte dos muçulmanos (PEREIRA, 1988, pp.19-21). Anos mais tarde, na sequência das investidas almóadas de final do século, coube a D. Sancho I reconquistar a localidade, dotando-a, então, de condições mais efectivas de povoamento e de organização.
1210 é uma das datas mais marcantes da vila. Nesse ano, foi doada às rainhas, passando a figurar como uma importante localidade da casa das soberanas nacionais. Com presença assídua dos casais régios ao longo das Idades Média e Moderna, Óbidos floresceu e foi sucessivamente enriquecida por obras de arte. O mecenato artístico patrocinado por D. Leonor (século XV) e, especialmente, por D. Catarina (século XVI), marca, ainda hoje, a paisagem arquitectónica da vila.
O castelo e as muralhas de Óbidos evocam a importância da localidade na Baixa Idade Média. Apesar de, em grande parte, serem obra inventiva do século XX, asseguram a todos os que se dirigem à vila a identidade daquele passado emblemático. Desconhecemos a configuração do perímetro amuralhado inicial, contemporâneo da acção dos nossos primeiros monarcas. A torre do Facho, no limite Sul das muralhas e ocupando um pequeno monte, tem vindo a ser atribuída à reforma de D. Sancho I, mas a verdade é que os vestígios materiais inviabilizam uma análise mais pormenorizada. A ser assim, a ligação deste espaço ao monte do castelo ter-se-á dado logo no século XII.
Mais consensual é a expansão urbana verificada na viragem para o século XIV. Com D. Dinis, Óbidos cresceu para fora das muralhas, ocupando o espaço em torno da igreja de São Pedro (SILVA, 1994, p.23). Paralelamente, deu-se a reforma do sistema defensivo, e consequente actualização do dispositivo militar, campanha que deverá ter conferido a actual configuração ao perímetro amuralhado. Anos mais tarde, D. Fernando terá patrocinado novas obras, tendo a torre de menagem ainda o seu nome.
Dividido em duas zonas essenciais (o castelejo, onde séculos mais tarde se instalou a Pousada, e o bairro intra-muros), a cerca define um perímetro bastante irregular, de feição rectangular e não oval, como seria mais frequente na castelologia gótica nacional. Entre o castelo propriamente dito (a Norte) e a Porta da Vila (a Sul), a Rua Direita estabelece a comunicação e aparece como o eixo de circulação privilegiado dentro da vila. Sensivelmente a meio, a Praça de Santa Maria é o principal largo do conjunto, ocupando um espaço quadrangular que corresponde ao adro da igreja tutelar da vila.
A reinvenção do castelo deu-se na década de 30 do século XX. Por acção da DGEMN, que visava reverter o conjunto à sua imagem medieval, todos os parapeitos foram dotados de ameias, assim como se reedificaram torres e troços que, entretanto, haviam sido destruídos. No final dos anos 40, construiu-se a pousada, no local do antigo paço, e toda a vila foi dotada de uma homogeneidade estética que passou pelo revestimento de cal das fachadas e pelo pavimento uniforme de todas as ruas.

[Fonte: PAF - DGPC].

+Foto de autor não identificado+








VÍDEO - Laura Sumrall, 23 anos, tomou os amantes de equinos como tempestade depois de participar no Reining Cup 2015 em Kentucky, nops EUA.

Incrível rotina com temática ”Frozen” vence Mundial de Rédeas















Laura Sumrall, 23 anos, tomou os amantes de equinos como tempestade depois de particiapr do Reining Cup 2015 em Kentucky, nops EUA. A performance, inspirada por "Frozen" da Disney e acompanhada de "Let It Go", permitiu que Laura ganhasse otítulo  mundial de Freestyle Reining. Depois que ela tira a capa roxa misteriosa para revelar o vestido esvoaçante, Laura e seu cavalo, Wimpys Top Model, deixam o público atônito. Ela não só lida com o belo animal com destreza, suavidade e confiança, mas juntos eles exibem uma linda harmonia entre cavalo e amazona.









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Banco CTT já tem todas as autorizações . do Banco de Portugal



















O Banco CTT já obteve do Banco de Portugal o registo especial imprescindível ao seu lançamento. A instituição financeira conclui assim o processo de autorização prévia, mantendo intenção de abrir portas até ao final do ano.

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O Banco CTT já obteve o registo especial para poder funcionar. Segundo um comunicado dos Correios, o Banco de Portugal informou esta quinta-feira, 8 der Outubro, a empresa da "conclusão do registo especial" do Banco CTT, informam os CTT em comunicado publicado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Com a aprovação do registo especial fica concluído o processo de autorização prévia do Banco CTT junto do Banco de Portugal, pelo que o banco postal fica na posse de todos os registos do supervisor para iniciar actividade. Os Correios mantêm a intenção de lançar a instituição financeira até ao final deste ano, ainda que não tenha ainda data definida. "A data de início de actividade ainda não foi definida, sendo oportunamente comunicada ao Banco de Portugal e ao mercado."

A decisão da entidade liderada por Carlos Costa foi tomada depois de uma equipa do Banco de Portugal ter avaliado a documentação e os procedimentos da instituição, o que implicou ainda a realização de uma acção de verificação em que foram escrutinados os sistemas e os colaboradores do Banco CTT.


ai mana, estou tão fartinha da diligência" ou a síndrome das manas catatuas




Cá vai Cavaco, que me está a dar a filoxera. 

Cavaco já sabia o que havia de fazer antes das eleições fosse qual fosse o resultado. Mesmo assim, precisou do dia 5 inteirinho para reflectir. E deu nisto: não indigitou o chefe do seu partido para formar governo mas para providenciar diligências. Despromoveu Coelho de primeiro a carroceiro, fez dele reles timoneiro da mala-posta pejada de recados e de presentes envenenados para quem ele não gosta, de Costa à contracosta que o homem é azedo como sopa velha. Quem se mete com Cavaco leva, diria outro Coelho que não vem à colação. E se bem conhecemos Cavaco, mesquinho e vingativo, bem pode o PS arengar que talvez, por enquanto talvez aceite ser governo com o apoio da esquerda à sua esquerda. Cavaco escavacará Costa. Declarará o estado de sítio, decretará o recolher obrigatório, determinará o retiro aos desobedientes, a reclusão aos insubmissos. Pedirá ajuda à amada Merkel, ao abençoado Junker, à querida Lagarde, ao diabo que o carregue se preciso for, tudo o que for preciso para suster este Período Revolucionário em Curso com o concurso de toda a esquerda e a deriva de Costa que, em vez de lamber Silva e Coelho, carniça e erva fresca, fel sem mel, visita a sede do PCP e deixa-se fotografar ao lado de um cartaz que diz A Força do Povo. Cruzes credo, canhotos! Pois fiquem a saber, se não o sabem já, que força é o que Cavaco mais tem, sobretudo anímica, ao contrário de Relvas a quem esta faltou quando mais era precisa, que andou uns tempos a vitaminas e injecções de dinheiro no cu e na conta bancária e, agora, está de volta tal como o Marco António marco da lusopátria e, qualquer dia, o Dias Loureiro, esse paradigma do empresariado arguto que faz deste país o grande país que é, um paraíso para proxenetas e rameiras da política, dos negócios, da vidinha, que cada um faz por ela o que pode e é por isso que se juntam ali à Lapa, e no Caldas por arrasto, para fornicar Portugal e os portugueses com a tal força anímica que anima Cavaco e as cavacadelas, cavem cadelas de Passos agora ocupado a diligenciar diligências muito bem diligenciadas sob os auspícios do patrono da Pátria que vai fazer de Portugal um orgulhoso Cavacal onde procriaremos que nem Coelhos dos piores que há em nós, os egoístas encartados, os capitalistas desalmados, os pulhas desencabrestados, os merdas feitos deputados, directores disto, presidentes daquilo, oportunistas, chupistas do pirilau do Estado - menos o Rodrigues dos Santos que esse é muito homem! - e das tetas da Nação, badamecos, bardamerdas, palavrões com pernas, escarros com barriga, alforrecas, amibas, ratazanas, baratas tontas e tanta outra bicheza a que urge fazer limpeza, exterminar, expurgar, expulsar do governo e das instituições onde sendo já velhos são boys, bois de cobrição, vacas de estimação, alimárias sem perdão. Isto ainda pode dar a volta e, volta não volta, é preciso fazer as limpezas da Primavera. Nem que seja no tempo das castanhas, da água-pé, da jeropiga, dos cravos que não viraram cravas e não dos parvos que viraram escravos, dos homens e mulheres que querem ser isso, só isso, homens e mulheres e não vermes de encher, e não lesmas, e não avantesmas. Rua a Passos largos que Portas são para serventia da casa e a casa precisa de ser limpa e arrumada, chega de badalhoquice, arredem as diligências, comprem sabão-macaco, creolina, lixívia, palha d'aço e água, água a rodos que chegue para todos antes que seja privatizada.



ouropel.blogspot.pt

RICARDO ARAÚJO PEREIRA - ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS ELEITORAIS

http://entreostextosdamemoria.blogspot.pt/








Praxes em Lisboa

LUCY PEPPER

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Praxes em Lisboa

Em Lisboa, os estudantes dedicam-se às praxes como se a universidade fosse o exército e os alunos precisassem da coesão de uma unidade de combate.

O ano lectivo universitário já começou… e com o novo ano lectivo, veio a praxe, a grande “tradição” supostamente instituída para integrar o novo estudante na universidade e o ajudar a sentir em casa.

Embora a primeira onda de humilhação nas ruas de Lisboa tenha diminuído nestes últimos dias, a praxe, como o futebol, tem arranjado maneira de se espalhar através do ano inteiro. Espero poder dormir um par de noites descansadas antes que tudo comece de novo, a partir do nada, por capricho de uns “doutores” carentes do 2º ano (e uns ainda mais carentes do 3º e 4º, para além daqueles tipos esquisitos que continuam a andar por lá anos depois), os quais provavelmente só precisam de encontrar um amigo. O que já aguentei e ainda vou aguentar são gangues de “caloiros” na rua, aos 30 e 40 de cada vez, por baixo da janela do meu quarto, a cantarem como se estivessem a sofrer um ataque de histeria em massa. O líder, vestido com uma farda à Hogwart’s, fica em cima de uma caixa, a abanar uma grande colher de pau. Tem o ar de quem gosta de ser adorado pelas massas, à Mussolini.

No meu tempo, na Grã-Bretanha, chegávamos à universidade como coelhos frescos para abater. Éramos todos forasteiros, porque a tradição britânica era ninguém estudar na sua própria cidade. Lá nos tentávamos safar. Colocadas as caixas de tralhas e o edredão no nosso novo quarto, fosse lá onde fosse, chorávamos um bocado e depois começávamos o processo lento de perceber como as coisas funcionavam. Em muitas universidades, a primeira semana chamava-se “Semana dos Caloiros”, e havia eventos e festas para os caloiros se conhecerem uns aos outros e aos estudantes carentes do 2º ano que organizavam os eventos da semana.

Tive a sorte de não ter de assistir a nenhuma Semana de Caloiros. Estudei numa faculdade de belas-artes, e os estudantes de artes eram demasiado “cool” (“cool” como o Fonz, ou seja, nada “cool”) para serem vistos a organizar ou a assistir a tais festas e eventos. Estávamos concentrados em exercitar o nosso ennui e em procurar absinto.

Semana de Caloiros ou não, acabávamos por conhecer os colegas de casa, embebedávamo-nos, tentávamos não engravidar ou apanhar sífilis ou morrer, e íamos às aulas, até que um dia nos sentíamos em casa.

Aqui, parece que os costumes são outros. Em vez de se habituarem lentamente à sua nova situação, os “caloiros” são arrebanhados pela cidade toda, obrigados a atividades estúpidas e sofrendo rituais humilhantes, bullied por “doutores” carentes do 2º ano. Como se a universidade fosse o exército, e os estudantes precisassem da coesão de uma unidade de combate. É verdade: alinhar com a praxe não é obrigatório. Mas para quem vem de longe, intimidado pela estranheza de tudo, sob a pressão dos colegas, haverá real liberdade de escolha?

O mais engraçado é que, em Lisboa, nada disto corresponde sequer a uma tradição genuína. Um dia, uns estudantes carentes do 2º ano olharam para Coimbra e pensaram “olha, vamos fazer uma coisa igual!” É estúpido. E ainda parece mais estúpido quando temos em conta que tem havido mortes relacionadas com a praxe, mortes que nunca vão ser realmente resolvidas por causa do código de silêncio da tribo. Tudo por causa dos egos de uns doutores carentes do 2º ano (e do 3º e do 4º) que querem abanar as suas colheres e passear na cidade com as suas capas tolas.

IN "OBSERVADOR"
04/10/15 

VÍDEO (em inglês) - USA - LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA - ÚLTIMA LOJA DE ARMAS EM SÃO FRANCISCO FECHA AS PORTAS





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vídeo do canal Aljazeera recolhido do Twitter por António Garrochinho

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Alfredo Marceneiro - É tão bom ser pequenino









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EDGAR SILVA - CANDIDATO ÀS PRESIDENCIAIS - AFÁVEL, DE BOM TRATO MAS FIRME NAS SUAS IDEIAS E SEMPRE DO LADO DOS MAIS DESFAVORECIDOS E MARGINALIZADOS PELA SOCIEDADE. FOI PRESO POR DEFENDER CRIANÇAS POBRES. ALBERTO JOÃO JARDIM CHAMOU-LHE O "AGITADOR" DENUNCIOU CASOS DE PEDOFILIA.






EDGAR SILVA - CANDIDATO ÀS PRESIDENCIAIS

AFÁVEL, DE BOM TRATO MAS FIRME NAS SUAS IDEIAS E SEMPRE DO LADO DOS MAIS DESFAVORECIDOS E MARGINALIZADOS PELA SOCIEDADE.

FOI PRESO POR DEFENDER CRIANÇAS POBRES.

ALBERTO JOÃO JARDIM CHAMOU-LHE O "AGITADOR"

DENUNCIOU CASOS DE PEDOFILIA.



Natural do Funchal, onde nasceu em 1962, Edgar Silva partiu em 1980 para o continente, onde, primeiro, frequentou o seminário e, depois, fez a licenciatura e o mestrado na área da Teologia.

De regresso à Madeira em 1987, começa por lecionar, mas foi o trabalho no Movimento do Apostolado das Crianças, que fundou e através do qual denunciou a exploração sexual e o trabalho infantil na região, que lhe conferiu visibilidade… e, também, uma detenção junto ao cais da capital da região.

Corria o ano de 1993, e o padre Edgar trabalhava com vários grupos de crianças desfavorecidas dos concelhos do Funchal e de Câmara de Lobos.

Um ano antes, Edgar Silva e outros jovens sacerdotes da Madeira subscreveram o manifesto “Mais democracia, melhor democracia”, tornado público em agosto, dois meses antes das eleições regionais de 1992.

O documento terá contribuído para que a Conferência Episcopal Portuguesa nomeasse o sacerdote para o cargo de assistente nacional do Movimento Católico de Estudantes no final de 1993, fazendo Edgar Silva regressar a Lisboa.

Convocado, depois, para cumprir serviço militar, alegou objeção de consciência e através do serviço cívico retoma o trabalho no Movimento do Apostolado das Crianças, retornando à ilha em 1995.

Da pena de Edgar Silva e dos mesmos padres, sairia, ainda nesse ano, um novo documento — “O futuro pertence à democracia” -, no qual se lia que “no exercício do poder político, ao lado da necessária competência e eficiência, é fundamental a superação de certas tentações, tais como o recurso à deslealdade e à mentira, o desperdício do dinheiro público em vantagem de uns poucos e com miras de clientela”.

Em 1996, começa estreitar-se a ligação de Edgar Silva à CDU, culminando, em outubro desse ano, com a sua candidatura, como independente, às eleições regionais, concorrendo, pela primeira vez, contra o presidente do Executivo madeirense e recandidato ao cargo, Alberto João Jardim, que lhe chamara “agitador”.

Nessas eleições, Edgar Silva consegue o melhor resultado de sempre para a CDU, somando mais um deputado àquele que a coligação já tinha no Parlamento regional.

Para Edgar Silva, que se desvincularia mais tarde do ministério sacerdotal e assumiria a liderança do PCP na região, “a política não é um fim”.

“É um meio para atingirmos possibilidades de transformação da História”, disse, acrescentando: “Apesar de todas as contradições, eu creio que nós, enquanto cidadãos, para conseguirmos transformar a vida e a História precisamos de nos juntar com outros que acreditem nos mesmos valores, nestas possibilidades de transformação”.

VÍDEO - Conspiração:UE privatiza água em Portugal, secretamente.



Conspiração:UE privatiza água em Portugal, secretamente.
Uma TV alemã denunciou o que as TVs e políticos de Portugal escondem

Este vídeo é aterrador. NÃO DEIXEM DE VER O ESCÂNDALO. É PARA ISTO QUE SERVE A COMISSÃO EUROPEIA. CAMBADA DE BANDIDOS! ESTÃO A PRIVATIZAR A ÁGUA E PORTUGAL SERVE DE COBAIA PORQUE SOMOS OS BANANAS DA UE? 

Os preços da água privatizada disparam, veja no video os relatos dos utentes-

É preciso desmascarar esta situação a todo o custo.- partilhem
"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água
Já existem em Portugal vários exemplos, (relatados no video) do quanto esta privatização, pode lesar os cidadãos
Na Argentina privatizaram as águas e o resultado foi catastrófico, não cumpriram os contratos nem as obras necessárias, e 800 mil pessoas ficaram sem água potável e 1 milhão sem esgotos. Quando os bens essenciais são privatizados, deixam de ser essenciais, e passam apenas a ser mantidos em zonas lucrativas.


VÍDEO


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OLHÓ AVANTE - REFLEXÃO




QUEM É EDGAR FREITAS GOMES SILVA - CANDIDATO ÀS PRESIDENCIAIS

Eleições Presidenciais 2016 – Edgar Freitas Gomes Silva

Edgar Silva

Natural do Funchal onde nasceu em 25 de Setembro de 1962.
Licenciado em teologia pela Universidade Católica Portuguesa.
Exerceu as funções de Padre católico.
Foi responsável por diversos projectos como o “Arco”, na Madeira, e por iniciativas sociais e de desenvolvimento local em bairros marcados pelos problemas da ultra- periferia social.
Da obra publicada contam-se livros sobre questões de desenvolvimento humano e social como “Instrangeiros na Madeira” (2005), “Madeira-Tempo Perdido” (2007), “Os bichos da corte da ogre usam máscaras de riso” (2010), “Pontes de Mudança – Sociedades Sustentáveis e Solidárias” (2011).
Foi membro fundador do MAC – Movimento de Apoio à Criança e da Escola Aberta, integrou movimentos de apoio às crianças de rua, entre 1987 e 1992.
Foi professor na Universidade Católica do Funchal entre 1987 e 1992.
Foi Assistente Nacional do Movimento Católico de Estudantes (MEC), entre 1992 e 1995.
Deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira desde 1996. Foi membro da Assembleia Municipal do Funchal e da Assembleia de Freguesia de Santo António.
Membro do PCP desde 1998. Membro do Comité Central desde o XVI Congresso.
É responsável pela Organização do PCP na Região Autónoma da Madeira.



«No sentido de corresponder à necessidade e objectivos que estão colocados, o Comité Central decidiu, por unanimidade, que o candidato do PCP a Presidente da República seja o camarada Edgar Silva, membro do Comité Central e deputado do PCP na Assembleia Legislativa Regional da Madeira.»

Via: O Castendo