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sábado, 3 de outubro de 2015

Você é sócio do Automóvel Clube de Portugal?


Quando aqui há dias se descobriu a golpada da Volkswagen, logo ouvi na rádio as declarações de um «distinto patareco» do Automóvel Clube de Portugal que afirmava perentoriamente que em Portugal não tinha entrado nem um único carro com aquele dispositivo que iludia as quantidades de emissão de gases poluentes para a atmosfera e que isso era facílimo de comprovar através dos números de registo e não sei quê, não sei que mais.

Com o ”feitiozinho” que já me vão conhecendo, deu-me logo vontade de rir do que o distinto senhor dizia e da certeza com que o afirmava e lembrei-me, ato contínuo, de quando lá nos idos de 50-60, muitos outros distintos senhores afirmavam que fora por intercessão da Nossa Senhora de Fátima que Portugal não tinha passado pelos horrores da Guerra, a Segunda…

Logo de seguida, no mesmo programa da rádio, falou outro senhor, não me lembro de que organismo, que afirmou que era difícil calcular os danos em Portugal porque cá nem existia o instrumento que permitia avaliar se os carros tinham o dito problema. (Mais vontade de rir…)

Dias depois, li no jornal que são mais de 94 mil carros portugueses com aquele softwareenganoso…

Mentem-nos de toda a maneira… E já não é de agora. Nem vale a pena lembrar do tempo da ditadura em que as mentiras, as ocultações das realidades e as «lavagens ao cérebro» eram diárias. Mas nesse tempo não havia internet e as pessoas eram mantidas na máxima ignorância e na maior ausência de instrução para mais facilmente acreditarem docilmente no que a Igreja e a informação nacional divulgavam. Agora já assim não é, se bem que desse jeito a … … (ai, estamos em período de reflexão…)

 Mas, a propósito do “distinto senhor” do Automóvel Clube de Portugal de quem me ri, acho que ainda ri mais porque me lembrei de uma anedota dos bons velhos tempos das anedotas pré-net contadas ao vivo nas rodas de amigos e que era assim:

Uma bela noite, um senhor viajava sozinho Alentejo abaixo quando o carro parou recusando-se a continuar viagem. Atrapalhado, ali no meio de nada e sem possibilidade de comunicar com ninguém (ainda não havia telemóveis…) começou a andar até que encontrou uma quinta. Bateu, bateu e lá apareceu uma senhora a quem explicou o sucedido pedindo que o deixasse passar lá a noite. A senhora disse que vivia sozinha, que a casa era pequena, mas que poderia ficar na sala. O homem agradeceu dizendo que ela podia ficar descansada porque ele era um homem sério, até era sócio do Automóvel Clube de Portugal. E lá se deitaram. Com todo o respeito.

No outro dia de manhã, o homem levantou-se e foi dar uma volta pelo quintal onde havia muitas galinhas lindas, gordas, bem cuidadas, mas só viu um galo também ele grande e vistosos, bem vaidoso do seu galinheiro. Quando a dona da quinta o convidou a tomar o pequeno-almoço, observou:  

«Vi que andou pelo quintal a ver as minhas galinhas…»

«Sim, de facto. E que belas galinhas! Mas admirei-me porque vi apenas um galo e… como pode ele ser o único para tantas galinhas?...»


«Sabe – disse a quinteira – é que o meu galo não é sócio do Automóvel Clube de Portugal…»

(daqui)

Líder da Esquerda francesa, Jean-Luc Mélenchon analisa o cenário político de Portugal!


Jean-Luc Mélenchon, líder do Parti de Gauche, que obteve 11,1% dos votos na eleição presidencial francesa de 2012. 
Texto de Jean-Luc Mélenchon sobre a eleição em Portugal (04/10/2015).

VOTAÇÃO EM PORTUGAL neste domingo

Este domingo, 4 de outubro seraõ realizadas as eleições parlamentares de Portugal.

Isso é importante porque esta eleição vai ser um episódio político que também está ligado ao Velho Mundo. O novo Parlamento será eleito pelos círculos regionais proporcionais.

O primeiro-ministro, atualmente, é Pedro Passos Coelho. Ele comanda um governo de direita desde 2011. O partido no poder é chamado de "social-democrata", mas tal denominação é uma mera relíquia do período após a queda da ditadura de Salazar, onde ninguém se atreveu dizer abertamente que era de Direita em Portugal.

A Direita é considerada favorita e o Partido Socialista Português está em segundo lugar, mas a diferença entre as duas forças políticas continua reduzida. 

Obviamente, o PS centrou sua campanha insistindo no chamado "voto útil".

Isso também soa oco por aqui. "Útil para o quê? ". Pois esse é o Partido Socialista que chamou a Troika e implementou as primeiras medidas de austeridade em 2010-2011. Desde então, a linha política do governo continua sendo a liberal. E o Partido Socialista não oferece nenhuma ruptura com esta política, é claro. O balanço da mesma é, no entanto, terrível.

A riqueza produzida (assumindo que é uma referência real para nós como é para os produtivistas) ainda é menor do que em 2009, após 3 anos de recessão entre 2011 e 2013. Há mais 300 mil desempregados e o desemprego entre jovens chega a 40%. 

Assim, 500.000 portugueses fugiram para o exílio em 5 anos. E da população que permaneceu no país 20% são de pobres.

Portugal é muitas vezes apresentado como sendo o "bom aluno da Troika", alegando que o país não está mais sujeito a "pacotes de resgate". Sabemos que um "plano de resgate" é uma privatização, um sangramento, que promove inúmeros cortes nos gastos públicos, feitos para o Governo poder emprestar "no mercado diretamente.". 

Os defensores da "única política possível" usam de muita retórica, a realidade é bem diferente.

A pequena recuperação da qual a economia portuguesa desfrutou não se deveu à asfixia das políticas impostas pela Troika, mas ao seu oposto. 

Taxa de desemprego em Portugal está em 12,4% (Agosto de 2015). Entre os jovens a taxa chega a 31,8%, o que levou muitos jovens portugueses a procurar trabalho em outros países. 
A "Recuperação" tímida que tivemos em 2014-15 coincidiu com a flexibilização do liberalismo ortodoxo, isto é, se ela ocorreu é porque tivemos uma atenuação da política de austeridade, promovida devido ao medo de quebrar a corda segurando o enforcado.

O FMI diz claramente: "O ajuste do Orçamento abrandou." E, ao mesmo tempo, este foi resultado de um declínio do Euro, promovido pelo BCE, que agiu contra o dogma do Euro forte. 

E é também devido à intervenção do BCE que ocorreu uma diminuição das taxas de juros nos mercados financeiros a partir do qual o governo de Portugal pode agora "comprar diretamente". Em suma, foi adotando medidas totalmente opostas às exigidas pelo catecismo ultraliberal que a situação econômica tornou-se um pouco menos cruel. 

Mas todo esse discurso em torno de uma suposta "recuperação portuguesa" não deve perder de vista que isso é muito pouco. Seguindo no ritmo atual, apenas em 2020 o PIB de Portugal voltará aos níveis de 2009! No longo prazo, a economia portuguesa é desfigurada pela receita que tem sido aplicada. O modelo alemão fez o seu trabalho.

Ele agora se baseia em exportações: elas representam 40% do PIB português contra 27% antes da crise. Em outras palavras, já na primeira inversão da tendência global, zás, Portugal voltará à Idade da Pedra. 

E ultimamente temos tido apenas más notícias, com a OMC (Organização Mundial do Comércio) anunciando que o comércio internacional vai diminuir, pelo quarto ano consecutivo.

O nível da atividade econômica portuguesa, portanto, está alinhado com a taxa de crescimento global. 

Mas podemos dizer adeus ao tempo divino quando o comércio mundial progrediu duas vezes mais rápido que a produção, porque o comércio de bens está definhando. 

Assim, a "recuperação econômica" é fundamentalmente insustentável. A exportação aumenta com base no dumping social, ou seja, devido ao menor custo do trabalho e à desvalorização do Euro, que são dois parâmetros que sempre passam por fortes flutuações sociais e políticas.

Dívida Pública de Portugal teve um crescimento expressivo após o estouro da crise neoliberal global de 2008. 
Em qualquer caso, não é claro que a manipulação de uma moeda e a regressão social irão melhorar o nível de qualidade ou o desempenho dos produtos comercializados. A produção portuguesa não é mais competitiva do que era no início da crise. Seu valor de uso é o mesmo e seu valor de troca é manipulado.

Enquanto isso, os salários diminuíram 6% entre 2010 e 2013 e, portanto, não é o consumo popular que vai compensar a lenta expansão da exportação. E em qualquer caso, a dívida pública permanece como insustentável, tal como ocorre com a Grécia e com os países de todo o arco do Mediterrâneo.

Segundo o FMI, "O peso da dívida pública e privada é capaz de reduzir as perspectivas de crescimento a médio prazo.". Isto é dito claramente.

Porque, como é tradicional, a dívida pública aumentou com as políticas de austeridade e as outras maravilhas do tratamento aplicado para reduzí-la. Ela aumentou de 84% do PIB português em 2009 para 130% em 2014. E este é um "detalhe" que os comentaristas entusiastas do "bom aluno português" deixam de mencionar. Em qualquer caso, em 2015, o pagamento da dívida absorveu quase 5% da produção total do país.

E os bancos adoram isso! Especialmente porque eles não estão muito bem. A bolha de dívida privada representa claramente uma ameaça aos bancos portugueses. Os números devem deixar os mercados com muito medo, os mesmos "mercados" que são tão exigentes quando se trata de dívidas do Estado. A dívida privada tem diminuído um pouco, mas ainda representa 237% do PIB! 

Quanto aos bancos privados portugueses, a sua situação cheira mal mesmo a milhares de quilômetros de distância.

Em 2014 o Estado Português já salvou o Banco Espirito Santo, oferecendo-lhe um resgate de 5 bilhões de euros. E, neste momento, a inadimplência dos bancos portugueses ainda está muito alta, em 12% do total, sendo que os bancos marcam os mesmos em seus balanços como sendo ativos.

De acordo com o FMI, essa situação está piorando, ameaçando o sistema financeiro português, enquanto a imensa dívida pública torna impossível viabilizar uma injeção maciça de capital público. 

Apenas no final, é claro, isso será feito, tal como aconteceu na Grécia e em outros lugares. As dívidas privadas dos portugueses não serão pagas e os seus bancos entrarão em colapso em questão de tempo.

E nós? Onde estamos nesta eleição? O espaço cultural da esquerda em Portugal é ocupado por mais dois blocos.

O primeiro é constituído pela aliança dos Verdes e do Partido Comunista, o segundo é uma coalizão mais eclética, mas perene, que é o "Bloco de Esquerda". As suas intenções de voto, somadas, estão em torno de 15% do total. 

Mas, é claro, estamos divididos. 
Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda, que está com 9% das intenções de voto. Somando com as intenções de voto do PS (Partido Socialista) e da CDU (PCP-Verdes) isso dará maioria absoluta aos partidos de Centro-Esquerda e de Esquerda no Parlamento. 
Sob estas condições nós não somos percebidos como uma alternativa real e, portanto, não somos uma alternativa viável. Nós conseguimos catalisar um sentimento de grande insatisfação por parte da sociedade. Mas esta divisão permite que o Partido Socialista aproveite esta situação para defender a tese do voto útil, visto que não somos (obs: as Esquerdas) capazes de criar uma maioria governista.

Mas o descrédito do Partido Socialista é suficiente, ao que parece, para fazer com que esta chantagem leve muitas pessoas a não acreditar nele.

Eu sou o mais próximo que eu posso dos meus camaradas portugueses. No Parlamento Europeu eu adoto a mesma linha que os comunistas portugueses e eu não escondo que estamos a votar, muitas vezes, da mesma maneira, exceto em questões de pesca.

E o diálogo é sempre bom com o 'Bloco de Esquerda', cujos eleitos tornaram-se amigos pessoais com quem eu falo francamente e de forma relaxada. Na Europa, os pontos de vista são semelhantes após o episódio grego. Certamente, o PCP, aliado com os Verdes na "Coligação Democrática Unitária" (CDU) tem uma linha muito dura contra a União Europeia. E, além disso, o PCP não é um membro do Partido da Esquerda Europeia. E agora, o Bloco de Esquerda reviu a sua posição sobre o Euro após a assinatura do acordo por Tsipras.

O Bloco não critica Tsipras, mas adota uma posição quase idêntica à do Partido da Esquerda (Obs: Parti de Gauche, da França, liderado por Mélenchon).

Fernando Rosas, co-fundador do Bloco de Esquerda disse: "Em primeiro lugar, não pode se pode adotar uma a política anti-austeridade, enquanto se faz parte da Zona do Euro. Em segundo lugar, a Zona do Euro é uma espécie de ditadura que não permite as escolhas democráticas dos países europeus. Por isso, queremos renegociar a dívida e, se necessário, estamos preparados para deixar o Euro. Não vamos cometer o erro de Alexis Tsipras, que foi para as negociações sem um Plano B. Mas sem fazer negociações não vamos criticar publicamente o Syriza. Nossa posição oficial é que temos de estar prontos para deixar o Euro, se as negociações da dívida são mal sucedidas. "

Aqui tudo isso é tratado como sendo "populista". Há dois anos, o PCP assinalou em cartazes de 4X8 metros: "Basta de ladrões e mentirosos - Renúncia do governo"! 

E no início deste ano, o Bloco de Esquerda acusou o primeiro-ministro português de ser "mais alemão do que Angela Merkel" em sua obsessão com o déficit orçamentário.

JLM
Bandeiras da coligação CDU (Comunistas e Ecologistas), que defende a saída de Portugal da Zona do Euro.
Links:

Texto de Jean-Luc Mélenchon:

https://www.facebook.com/JLMelenchon/posts/10153683328378750

Portugal: A Revolta Silenciosa e Individualista:

http://pt.euronews.com/2015/10/02/portugal-a-revolta-silenciosa/

Crise levou à saída de 485 mil portugueses:

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/portugal_lidera_emigracao.html

Taxa de desemprego em Portugal subiu para 12,4% em Agosto:

http://www.rtp.pt/noticias/economia/taxa-de-desemprego-em-portugal-subiu-para-124-em-agosto_v862603

CDU: Portugal tem que sair da Zona do Euro:

http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4793066

Nível de pobreza em Portugal chega a 20% e recua uma década na área social:

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-voltou-aos-niveis-de-pobreza-de-ha-dez-anos-1684583

Obs: A tradução do texto foi feita por mim, com a ajuda do 'Google Tradutor'. Depois, fiz alguns ajustes para tornar o texto mais compreensível ao leitor. Se alguém identificar algum erro e quiser ajudar a corrigir o mesmo, fique à vontade. Deixei de traduzir um pequeno paragráfo do final do texto devido ao fato de que a tradução ficou incompreensível para mim. 

guerrilheirodoentardecer.blogspot.pt

Governo quis guardar números de emigrantes para o pós-eleições

Em maio de 2012 um grupo de 24 enfermeiros portugueses emigrou para o Reino Unido, o que foi visto como uma saída emblemática dos recém-formados sem trabalho no país
Em maio de 2012 um grupo de 24 enfermeiros portugueses emigrou para o Reino Unido, o que foi visto como uma saída emblemática dos recém-formados sem trabalho no paísFotografia © Pedro Correia / Global Imagens

110 mil deixaram o país 

em 2014, tantos como 

em 2013. Governo diz que não divulga relatório, entregue em julho, porque faltam dados. 

Observatório da 

Emigração nega pedido



Os portugueses continuam a deixar o país e em grande número, 110 mil em 2014, tantos como em 2013. Dados do Observatório da Emigração (OE) e que foram entregues à secretaria de Estado das Comunidades em julho, já que, habitualmente, o relatório é apresentado na Assembleia da República antes das férias. O governo justifica o atraso com a falta de informação, nomeadamente do Observatório, ao qual pediram um quadro da evolução da emigração portuguesa comparada com outros países. Mas o coordenador nega o pedido de elementos adicionais.
"Ainda estamos à espera de dados, nomeadamente um quadro comparativo da emigração dos portugueses e dos restantes europeus. E há outros dados que falta reunir, também da Direção-Geral dos Assuntos Consulares. O Relatório da Emigração é muito vasto e não o podemos divulgar só com um quatro ou dois", justifica o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, para não ter publicado o relatório em julho, como aconteceu o ano passado. Em viagem pelo Canadá, acrescenta que o documento será apresentado quando regressar a Portugal, depois das eleições legislativas.
O argumento surpreende Rui Pena Pires, coordenador do Observatório, que nega o pedido de novos quadros. "O relatório foi entregue em julho e, até agora, não foram pedidos elementos adicionais. Aliás, este ano até alargámos o número de países com informação mais desenvolvida sobre o destino dos portugueses." E que, quando o entregaram, foi na presunção que fosse apresentado antes das férias parlamentares.
O Observatório só pode divulgar o relatório depois do governo, por ser este último quem encomendou o estudo. E questionada tutela para o atraso na sua apresentação, foi-lhes dito para esperarem por meados de setembro e, depois, para depois das eleições. Acabaram por publicar esta semana o quadro-geral da evolução da emigração, com base nas estatísticas dos países de destino, principalmente os organismos equivalentes ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, mas também da Segurança Social e dos municípios. "O relatório não o podemos divulgar, mas os dados estão todos disponíveis no site", argumenta o sociólogo.
Os portugueses que emigraram em 2014 foram tantos como em 2013. O número tem subido desde 2011, quando diminuiu entre 2008 e 2010 para valores "só observados nos anos 1960-1970", sublinha Rui Pena Pires. Para concluir: "O que estes dados demonstram é que há uma componente da crise que persiste e que tem que ver com a não recuperação de emprego; que temos um problema com a criação de emprego."
A opção para muitos é ir para o estrangeiro, 30 546 dos quais o fizeram o ano passado para o Reino Unido, o país que mais portugueses recebeu e mais do que no ano anterior. Em segundo lugar está a Holanda, 18 080 (mais 714 do que em 2013), e em terceiro a Suíça, 15 221 (menos 4818). Angola e Espanha receberam na ordem dos cinco mil, registando um aumento.
José Cesário entende que aqueles números não podem ser analisados sem comparar com os outros países. Estudo que não se fez o ano passado, mas que achou "mais sério" incluir este ano. Justifica que tanto o Eurostat como a OCDE indicam uma diminuição dos emigrantes permanentes. A fonte dos organismos estrangeiros é o Instituto Nacional de Estatística, que indica uma diminuição de 7,8% de emigrantes permanentes de 2013 para 2014, ano que estima terem saído 49 572 pessoas por um período superior a um ano. Ao mesmo tempo, houve um aumento de 14% de emigrantes temporários, 85 053, o que dá quase 135 mil, isto com base nas estimativas do Inquérito ao Emprego. Os dados do Observatório da Emigração baseiam-se em entradas nos países de destino, permanentes.

.. VERIFICANDO .... CONTANDO .... EVOLUÇÃO DOS VOTANTES DESDE 2005



2005

PARTIDO
VOTOS
DEPUTADOS
%
PSD + PP
2.069.676
87
36,01%
PS
2.588.312
121
45,03%
BE
364.909
8
06,35%
CDU
433.243
14
07,54%

 2009

PARTIDO
VOTOS
DEPUTADOS
%
PSD + PP
2.246.443
102
39,54%
PS
2.077.238
97
36,56%
BE
557.306
16
09,81%
CDU
446.279
15
07,86%

2011

PARTIDO
VOTOS
DEPUTADOS
%
PSD + PP
2.813.069
182
50,37%
PS
1.566.347
74
28,05%
BE
288.923
8
05,17%
CDU
441.147
16
11,71%

 2015

PARTIDO
VOTOS
DEPUTADOS
%
PSD + PP
 
 
 
PS
 
 
 
BE
 
 
 
CDU
 
 
 
 
 
 
 

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 “simplesmente” o  


jose-pires-um-ser-livre.blogspot.pt

IMAGENS DA CIDADE ANTIGA HOI AN NO VIETNAME

Hoi An é uma cidade antiga, conhecida pela sua beleza tranquila. Não só é conhecida pelas suas  paredes amarelas tradicionais, Hoi An também tem extensas praias e campos verdes ao longo das trilhas. Para desfrutar o pôr do sol em Hoi An, a estação mais ideal é de maio a setembro.

Panda Bored também menciona a aldeia de Tra rica em horticultura  - um dos poucos lugares no Vietname que ainda mantêm a forma tradicional de crescimento, com métodos orgânicos.
As pessoas que visitam Hoi An não podem esquecer a sua 

antiga e tranquila beleza, pessoas amigáveis ​​e as 

especialidades desta terra.


Estes fotos foram tiradas pelo fotógrafo francês Rehahn, publicados em Panda Bored.

Hoi An cidade vista de cima



A imagem simbólica de Hoi An, uma mulher vestida com o manto tradicional "ao dai" e chapéu cônico a  pé na margem do rio Thu Bon



Amarelo uma parede pintada, numa cor muito familiar de Hoi An 



Um pequeno barco no rio tranquilo Thu Bon



O sorriso  "mais bonitP do mundo" a avô Rehahn



  O pôr do sol na praia de Cua Dai 





Um bairro decorado com lanternas coloridas, uma imagem típica de Hoi An



Um camponês em seu jardim, na aldeia de Tra  horticultura tradicional 





O sorriso de um casal de idosos em Tra Que



Uma manhã quieta no rio




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