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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

TODO O MUNDO VIU ESTE VESTIDO DE NOIVA COM 120 ANOS EXCEPTO UMA PESSOA














Segundo a tradição, um noivo não deve ver o vestido da noiva antes do dia do casamento, mas o que pode ser feito quando a internet está entupida de imagens do vestido de sua noiva? O vestido de noiva de Abigail Kingston, que é uma reliquia familiar de 120 anos de antiguidade, causou sensação nessa semana depois da entrevista que sua dona concedeu a um jornal local da Pensilvânia, nos EUA. Em poucos dias, começaram a entrar em contato com ela numerosas publicações internacionais para pedir uma entrevista e inclusive, através das redes sociais, gente da China e de Taiwan.

















Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa
Pese toda esta atenção que este vestido depertou, ainda há uma pessoa que não o viu: seu noivo. Jason Curtis, o noivo de 32 anos, voltava da África do Sul de uma viagem de trabalho na passada quinta-feira enquanto esta história era compartilhada por toda a rede.

- "Liguei para ele e disse: 'Apague sua conta do Facebook, não responda a nenhuma mensagem, estão acontecendo muitas coisas!'", declarou ela.

Não está sendo fácil para Curtis, que terá que se manter afastado das redes sociais até 17 de outubro. Ele até teve que sair de casa quando transmitiram sua história no programa matinal Today Show  e fecha o navegador rapidamente a cada vez que vê a sua noiva aparecer em algum site.

- "Ele me ligou e disse: 'Bem, você está literalmente na capa de jornais de meio mundo. Como se supõe que vou trabalhar com as pessoas me enviando mensagens e me ligando?'", declarou Abby.

Ela jamais pensou que sua história ficaria tão famosa, ou que uma simples entrevista em um jornal local despertaria o interesse global.

- "Acho que muita gente teve curiosidade pela história, porque que uma filha usar no dia de seu casamento o vestido de sua mãe é algo muito especial, mas é bastante insólito que a noiva use um vestido que foi usado por outras dez noivas da mesma família", afirmou ela.

A noiva, de 30 anos, será a undécima pessoa de sua família em usar este vestido histórico feito a mão por sua tataravó Mary Lowry em 1895. Quando Abby recebeu o vestido após ter sido utilizado em 1991, estava rasgado e descolorido porque tinha passado muito tempo guardado. A desenhista de moda Deborah LoPresti passou mais de 200 horas arrumando-o pára que abby pudesse usá-lo no dia de seu casamento.

Na sequência é possível ver a galeria de fotos da família Kingston usando o vestido ao longo dos anos.
Noiva nº 1: Mary Lowry
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 01

Noiva nº 2: Jane Woodruff
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 02

Noiva nº 3: Virginia Woodruff
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 03

Noiva nº 4: Sara Seiler
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 04

Noiva nº 5: Laird MacConnell
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 05

Noiva nº 6: Leslie Kingston
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 06

Noiva nº 7: Janet Kearns
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 07

Noiva nº 8: Jane Odgen
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 08

Noiva nº 9: Virginia Kearns
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 09

Noiva nº 10: Ann Ogden
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 10

Noiva nº 11: Abigail Kingston
Todo mundo viu este vestido de noiva de 120 anos de antiguidade, exceto uma pessoa 11
Fonte: Huff Post
Fotos: Abigail Kingston.

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AS CHOCANTES EXPERIÊNCIAS NA PRISÃO DE STANFORD

Em 1971, Philip Zimbardo, professor de Psicologia da Universidade de Stanford, desenhou um polêmico experimento. Ele queria entender o que induzia as pessoas a serem seduzidas por atitudes violentas, bem como suas justificativas psicológicas. Zimbardo achava que a linha que todos nós gostamos de traçar entre nós, pessoas boas, e os outros, pessoas malvadas, não era assim tão inflexível e sólida como insistimos em pensar. Mais tarde ele chamou a este impulso que fortuitamente nos impele a cruzar esse tênue limiar de Efeito Lúcifer.


O experimento da prisão de Stanford
No experimento social, um grupo de jovens universitários apresentou-se como voluntário para interpretar durante duas semanas o papel de presos ou de carcereiros, com o objetivo de avaliar como pode influir em nosso comportamento adotar um determinado papel. Eram os anos 70, e a maioria deles, bons garotos hippies cheios de ideais, que lutavam contra um sistema que consideravam cruel e que tinha por norma abusar do mais fraco.

Se pudessem escolher a grande maioria preferia ser preso a carcereiro. As figuras de autoridade como policiais e vigilantes de prisões eram diametralmente opostas aos que eles defendiam.
O experimento da prisão de Stanford
Zimbardo nunca imaginou que um experimento realizado no sótão de uma famosa universidade, onde os participantes eram jovens saudáveis, tanto a nível físico como intelectual, tivesse que ser interrompido poucos dias depois para conter a tremenda crueldade com a qual alguns dos estudantes (que adotaram o papel de carcereiros) estavam tratando seus colegas. 

Há que se levar em conta que os papéis foram repartidos através de um sorteio de cara e coroa. Todos sabiam que não era real, não eram presos perigosos, tão apenas colegas de classe, alguns inclusive amigos, que a casualidade colocou no papel de presos.

Sobre o experimento em questão Zimbardo disse mais tarde:

- "Se a pessoa usa uma máscara o tempo suficiente, ela perde a identidade e se transforma na máscara".
O experimento da prisão de Stanford
Ao finalizar de maneira precipitada o experimento, todos foram entrevistados:
  • Os presos disseram que em poucos dias já não recordavam que eram estudantes e que não tinham por que se submeterem ou se sentirem culpados. Apenas eram um número, nada restava da pessoa que dias antes achou bacana em participar do que parecia um inocente jogo de personagens.
  • Os carcereiros assustaram-se ao ver no que tinham se tornado. Nunca acharam que fossem capazes de dar rédeas soltas a comportamentos tão sádicos (despiram os presos, amarraram os pés, deram banho de água gelada, humilharam, insultaram, cobriram suas cabeças com sacos...)
  • O próprio Zimbardo, ao ver as imagens, assustou-se ao se dar conta de que se tinha se transformado no diretor da prisão, passeando orgulhosamente erguido, com as mãos entrelaçadas às costas, com o mesmo gesto altivo que tantas vezes vimos em personagens que se consideram superiores ao restante.
Por sorte, ele convidou uma amiga para ver o experimento, como forma de ter uma segunda opinião e ela começou a chorar horrorizada pelo que estava acontecendo a esses jovens, e foi quando Zimbardo percebeu o que estava acontecendo e interrompeu o experimento, semanas antes do que tinha programado.
O experimento da prisão de Stanford
Tudo isto ocorreu em apenas cinco dias, no sótão de uma universidade, agora tentem imaginar o que não deve acontecer pelo mundo afora com pessoas que assumem um cargo de autoridade sem estarem preparadas para tal.

Desde meu ponto de vista, o herói é aquele que podendo ser cruel decide se comportar de maneira bondosa.


VÍDEO




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TEM RAZÃO NO TEXTO QUE ESCREVEU MAS NÃO DE TODO. ESQUECEU-SE DA CDU (CLARO QUE PROPOSITADAMENTE) A VESPA FICA SEMPRE COM RESERVA DE VENENO QUANDO NÃO PICA OU SEJA QUANDO NÃO FALA - OUR BOYS

OUR BOYS

(Clara Ferreira Alves, in Expresso, 02/10/2015)
Clara Ferreira Alves
                    Clara Ferreira Alves
Uma mulher raramente é levada a sério, e, se é, arranja dez vezes mais inimigos do que um homem. Neste país está tramada.
Há água em Marte. Em verdade vos digo que é mais fácil encontrar água em Marte do que mulheres na campanha eleitoral dos maiores partidos. Sob certas condições, água pode correr em Marte, mas as mulheres não podem concorrer na Terra. Isto é um país de homens. E um país onde as mulheres não são muito solidárias com as mulheres. Pondo de lado a política correta sobre estas coisas, as mulheres neste país estão tramadas. Uma mulher raramente é levada a sério, e, se é, arranja dez vezes mais inimigos do que um homem. É mais escrutinada, discriminada, combatida, facilmente eliminada. É mais mal paga. Uma mulher ganha metade ou um terço a menos do que um homem. Numa lista de “prestígio”, digamos, de 100 pessoas, 90 são homens e o resto é quota.
O problema das mulheres que odeiam mulheres é antigo. Remete para a biologia reprodutora e o darwinismo, remete para um meio de recursos escassos onde a competição aumenta exponencialmente, remete para a dominação patriarcal, remete para a mesquinhez que se aloja nos cérebros humanos. E se as mulheres não odeiam mulheres, ou fazem um esforço para não odiar mulheres, alinham na prevaricação comum, criticar o aspeto físico das mulheres. Ou a situação psicológica. Uma mulher pode ser feia, velha, maluca. Um homem pode ser interessante, maduro, inteligente. Um canalha torna-se um tipo complicado. Uma ambiciosa torna-se uma megera.
Assisti a isto toda a minha vida.
Não espanta que não haja mulheres nas campanhas eleitorais, com exceção das mulheres dos pequenos partidos da extrema-esquerda. Ana Drago no Livre, um partido votado pelos jornalistas ao esquecimento, as manas Mortágua, sobretudo Mariana Mortágua, e Catarina Martins. E Joana Amaral Dias, que forneceu pretexto para a piada machista. Um homem nu é um acontecimento histórico numa capa de revista e um regalo para os olhos. Uma mulher nua e grávida é um atentado à moral. Ninguém olharia para um homem nu à procura da flacidez.
Os partidões não têm saias, aqui usadas como símbolo diferenciador de sexo. No seio varonil do PSD não se vê um rabo de saia (expressão misógina). É o partido dos rapazes. Our boys. O PSD só tem homens com vozes para a cantoria e o talento para ganhar a maioria. A câmara de televisão passa pelas mesas dos repastos eleitorais, onde florescem caciques com calças e, como dizia o Eça, cheios do talento das calças, e não se avista uma mulher com exceção das groupies. Os homens aplaudem calorosamente os homens como no futebol. É provável que as mulheres estejam na cozinha, ou a servir às mesas, empregos que correspondem ao talento feminino. Alguma vez viram um homem nas casas de banho masculinas sentado ao lado de um pires com moedas? Quando foi a última vez que viram um líder político ter um secretário?
No CDS há umas mulheres, mais raras do que água em Marte, mas só aparecem como as do PSD, untadas pela devoção ao líder e nunca se esquecendo de agradecer a sua posição ao líder reafirmando a sua lealdade ao líder. Deus as livrasse de tentarem derrubar o líder. Uma mulher simplesmente não faz isso.
No vetusto PS, a coisa não melhora. António Costa carrega o partido às costas e se há mulheres estão noutro lugar. Os jornais noticiaram com gosto que uma série de homens se ia juntar a Costa e Passos Coelho nos comícios, Marcelo, Rangel, Assis, e até o defunto Nogueira, de quem ninguém se lembra neste país. Uma mulher? Algures? Em compensação, semana sim semana não, uma mulher é assassinada em Portugal. Nessas notícias não falta o elemento feminino.
A culpa é nossa. A desunião e a incapacidade de atacar enleiam as mulheres em Portugal. Não se trata de sermos discriminadas, trata-se de consentirmos em ser discriminadas e concordarmos com a discriminação. No fundo, achamos que não somos capazes, não seremos capazes, não merecemos ser capazes. Consentimos em desaparecer.
Sou contra as quotas e a favor do mérito. Nunca consegui nada com base na quota e não acredito que as mulheres precisem de quotas. Agustina, Sophia, Maria Barroso e Natália Correia nunca precisaram de quotas. As mulheres precisam de autoconfiança e tempo livre, precisam de uma vida intelectual, que a maternidade, a dependência financeira e a vida doméstica não autorizam. Em Portugal, tem havido um claro retrocesso em matéria de direitos das mulheres e da participação das mulheres na vida pública. Num meio dominado por homens como é a política, o acesso está condicionado e representa-se como uma intimidação.
As mulheres têm instintivamente medo da ascensão porque sabem que implica um cortejo de insultos e ofensas físicas e morais propagadas por mulheres que odeiam as mulheres e por homens que não respeitam as mulheres. As correntes sociais e os seus entusiastas emocionais respiram este ar venenoso. As mulheres são a maioria da população universitária e a minoria no poder político, económico, financeiro e social. E não vejo por aí uma mulher política disposta a mudar o estado das coisas.


 estatuadesal.com

SERÁ O PAPA !!!????

 




VÍDEO 

TOMÁ LÁ QUE JÁ ALMOÇASTE !!!!




VÍDEO

video

Medley Rei Leão - Contraponto (a cappella) - O Contraponto é um grupo musical a cappella formado por jovens que se conheceram na Academia de Música de Viana do Castelo, em Portugal. Eles ficaram conhecidos em seu país quando realizaram um medley do Coldplay, cantando a cappella os maiores hits da banda. Agora eles estão de volta com um medley de canções do Rei Leão. Muito bem produzido e musicalmente arranjado, o clipe é uma pérola.

CONHEÇA AQUI O AKHAL-TEKE O CAVALO DOURADO, UM DOS MAIS BELOS CAVALOS DO MUNDO

























Conheça o cavalo Akhal Teke dourado
UM DOS MAIS BELOS



CAVALOS DO MUNDO








O Akhal-Teke é um dos mais belos cavalos no mundo. É uma raça relacionada com o extinto cavalo turcomano criada na atualidade na Rússia e Turcomenistão, onde eles são considerados um emblema nacional. A denominação Akhal-Teke deriva de uma zona geográfica, Akhal, e de uma etnia turcomana, os teke. O Akhal-Teke é um cavalo esbelto e bem alto. O aspecto geral mostra um animal de linhas alongadas com um pescoço longo e delgado. A musculatura é mais densa que volumosa. A pele é muito fina e a pelagem é sedosa.


As origens dos cavalos Akhal-Teke parecem estar relacionadas com os cavalos que existiam na região há 3.000 anos conhecidos por diversos nomes. A denominação mais famosa é a de cavalos Niseus. De qualquer maneira as origens remotas são difíceis de precisar por falta de provas concludentes. Até o século XVII o conceito de raça no sentido moderno não existia. As raças eram identificadas por zonas geográficas e tipos definidos por conformação, prestações e utilidade.

Pese que sua pelagem pode apresentar até quatro cores, o maior destaque e o que torna este cavalo um dos mais bonitos do mundo são os baios e palominos que com frequência mostram uma tonalidade metálica que faz que os pelos do corpo pareçam dourados e por isso são conhecidos como "golden horses". Nos cavalos alazões esta característica faz com que os pelos pareçam prateados.


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HÁ VÁRIOS PROBLEMAS COM O VOTO DOS EMIGRANTES. - SIM ! O ACTUAL DESGOVERNO TEM PROBLEMAS COM O VOTO DE QUEM FOI OBRIGADO A EMIGRAR !



HÁ VÁRIOS PROBLEMAS COM O VOTO DOS EMIGRANTES.



Pergunta:

Há problemas no envio dos votos dos emigrantes?


Resposta:

Sim. E o que está na base dessa dificuldade no envio dos factos é quase caricato: os envelopes que foram enviados para os eleitores recenseados nos círculos da emigração, que têm a morada da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, não têm a palavra "Portugal".


"A secretaria geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) detectou, no pré-preenchimento dos envelopes de retorno destinados aos votos dos cidadãos nacionais residentes no estrangeiro, a omissão expressa a 'Portugal' após a morada, 'Lisboa' e o código postal da SGMAI", indica um comunicado emitido pelo gabinete de imprensa de Anabela Rodrigues esta terça-feira, 22 de Setembro.
Os cidadãos portugueses recenseados no estrangeiro só podem votar por correspondência, podendo fazê-lo até 4 de Outubro, embora o boletim tenha de ser enviado antes disso.


SIM ! O ACTUAL DESGOVERNO TEM PROBLEMAS COM O VOTO DE QUEM FOI OBRIGADO A EMIGRAR !

Televisões farão sondagens à boca das urnas no domingo


Televisões farão sondagens à boca das urnas no domingo

A cobertura da noite eleitoral das televisões inclui a divulgação de sondagens à boca das urnas, uma projeção da abstenção às 19:00 pela RTP e emissões especiais da "Quadratura do Círculo" (SIC Notícias) e do "Governo Sombra" (TVI24).

Estas são algumas das novidades avançadas pelas três televisões generalistas - RTP, SIC e TVI, contactadas pela agência Lusa.
Na RTP, a operação de cobertura das eleições legislativas de domingo será conduzida pelos apresentadores José Rodrigues dos Santos, João Adelino Faria e Carlos Daniel, numa emissão especial com início às 18:00 e que irá prolongar-se até cerca da meia-noite, em simultâneo na RTP1 e RP Informação e no 'site', de acordo com a estação pública.
A emissão especial arranca às 18:00 com "A Hora Decisiva", que apresentará os desenvolvimentos do dia e irá acompanhar o encerramento das urnas eleitorais e os primeiros diretos às sedes partidárias, incluindo os partidos sem assento parlamentar que podem vir a eleger deputados.
Às 19:00, a RTP avançará com uma projeção sobre a taxa de abstenção, que conta com a participação de Pedro Magalhães, especialista em sondagens.
Uma hora depois, será divulgada a sondagem à boca das urnas feita pela Universidade Católica.
A operação da RTP conta com um painel político composto por Nuno Morais Sarmento (PSD), Augusto Santos Silva (PS), João Oliveira (PCP), Marisa Matias (BE) e Adolfo Mesquita Nunes (CDS-PP), moderado por Carlos Daniel, para interpretar os resultados e desenvolvimentos.
A partir das 22:45, a RTP avança com a emissão "A Hora Seguinte", conduzido por João Adelino Faria e onde serão analisados os resultados eleitorais com Viriato Seromenho Marques, André Macedo, José Manuel Fernandes e Miguel Pinheiro.
Uma das novidades é que o 'site' da RTP vai ter câmaras em direto nas sedes da coligação PSD/CDS-PP, PS, CDU e Bloco de Esquerda.
Na SIC, a emissão eleitoral arranca com o resultado de uma grande projeção da Eurosondagem, às 20:00, de acordo com a estação de Carnaxide.
Esta projeção avançará com a composição do parlamento e quem será o vencedor.
Rodrigo Guedes de Carvalho irá conduzir a emissão, que terá diretos nas sedes partidárias, e contará com Clara de Sousa a moderar o painel de comentadores Marques Mendes (PSD), António Vitorino (PS) e Miguel Sousa Tavares, onde será feita a análise de todos os resultados, e com Bento Rodrigues, que irá explicar os resultados oficiais.
A SIC e a SIC Notícias terão emissão em simultâneo a partir das 19:45.
Uma das novidades é que a SIC Notícias vai ter uma emissão da "Quadratura do Círculo" especial, a seguir à emissão simultânea.
Na TVI, a emissão contará com os apresentadores José Alberto de Carvalho, Judite de Sousa e Pedro Pinto e terá uma projeção à boca da urna feita pela Intercampus.
Nos comentários à noite eleitoral, além de Marcelo Rebelo de Sousa, conta-se ainda com um painel composto por José Eduardo Moniz, Constança Cunha e Sá e Sérgio Figueiredo, de acordo com a estação de Queluz.
Do lado partidário, os comentadores são Miguel Relvas (PSD), António Pires de Lima (CDS-PP), Francisco Assis (PS), João Ferreira (PCP) e Fernando Rosas (BE).
A transmissão da cobertura eleitoral arranca cerca das 18:00 na TVI24, canal onde terá lugar uma emissão especial do "Governo Sombra" à meia-noite.
As eleições legislativas estão marcadas para 04 de outubro.
Diário Digital com Lusa

Coligação levada ao colo pelas sondagens mas sem onda de rua


Passos e Portas tiveram pavilhões cheios aos jantares mas também hostilidade nas ruas.


Embalada pelas sondagens favoráveis, a campanha da coligação Portugal à Frente andou animada entre as suas hostes, mas não teve apoio popular nas ruas. Nem teve sequer Passos Coelho e Paulo Portas saíram muitas vezes à rua. Preferiram visitas a fábricas e instituições. Assim se evitou alguma hostilidade entre os populares e sobretudo os lesados do BES.
A mensagem foi quase sempre a mesma: o Governo recuperou a economia do país e agora é possível iniciar um ciclo de crescimento. Na segunda semana foram suavizados os ataques a António Costa. Era preciso conquistar os indecisos com um tom de moderação.
Com estilos pessoais diferentes, Passos e Portas também geriram à sua maneira as críticas que foram ouvindo nas ruas. O líder da coligação PSD/CDS tende a demorar-se com quem se queixa e dá explicações detalhadas sobre questões fiscais ou sobre as pensões. É até compreensivo quando lhe dizem que os impostos são altos. Os sacrifícios que foram feitos pelos portugueses estiveram muitas vezes nos discursos como custos incontornáveis do ajustamento.  
A coligação compreende até a hostilidade nas ruas, mas pouco a terá sentido. Passos e Portas estiveram sempre rodeados de seguranças e de elementos das juventudes populares. Eram simpatizantes e apoiantes os que mais se aproximavam dos líderes e era quem estava mais ao longe que insultava a caravana. À noite, os jantares-comício enchiam pavilhões gigantes, com a organização sempre a falar em recordes. À porta havia autocarros estacionados, mas também muitos automóveis particulares.
Numa atitude que contrasta com a de Passos Coelho, Paulo Portas aposta no cumprimento rápido e segue em passo rápido quando percebe que vem aí uma crítica incómoda. O candidato a primeiro-ministro só se afastava quando havia agressividade. Ou quando considerou que os protestos eram organizados e que se repetiam.
Os lesados do antigo BES fizeram mossa no distrito do Porto, onde apareceram em duas acções de campanha no mesmo dia. Em Paços de Ferreira, os manifestantes obrigaram os dois líderes a desviar-se para outro ponto do jardim, naquele que foi um dos maiores momentos de tensão da campanha.
As ruas nunca se encheram para ver passar os líderes da coligação. Nem Viseu, o chamado Cavaquistão pelo seu domínio social-democrata, atraiu pessoas para a tradicional arruada do partido. O próprio Passos Coelho justifica a fraca mobilização para comícios com uma tendência geral de há vários anos e não apenas destas eleições. Se as sondagens apontam para uma vitória da coligação PaF, ela não se sente nas ruas.
Em toda a campanha oficial, a mensagem forte dos discursos manteve-se, sofrendo apenas algumas variações. A ideia da herança da bancarrota socialista e a recuperação económica por parte deste governo foi o eixo central, que é facilmente entendível e aí pode estar um dos pontos fortes da campanha.
Na segunda semana, Passos Coelho tentou virar-se mais para os proximos quatro anos, mas nada de promessas nem de euforias. Foi repetir até à exaustão a ideia de que foram lançadas as bases para um crescimento económico sustentável, que foi restaurada a confiança. E que um governo socialista – encostado à esquerda radical – pode deitar tudo a perder.
A aposta foi claramente tentar conquistar o eleitorado ao centro. Passos sempre com um discurso mais institucional, Portas com uma mensagem de ataque ao PS. Nos últimos dias, abrandou e só nos últimos dois voltou a ter gás contra Costa. Os votos ao centro não se conquistam “aos berros”, como se diz na coligação. 

Fim da inocência: crianças são vítimas de pedofilia online nas Filipinas


Meninas de apenas cinco anos têm sido vítimas de abuso infantil online; pedófilos geralmente estão a quilômetros de distância e parece que nada pode ser feito para impedi-los


Aos 11 anos Jessica foi forçada a ficar em pé em frente a uma câmera enquanto um homem assistia uma transmissão ao vivo dela na tela de seu computador. "Certa vez ele me pediu para ficar nua por 500 pesos filipinos (US$ 11 dólares)", disse Jessica, que agora tem 18 anos.
A história de Jessica não é única. Todos os dias nas Filipinas, meninas de até cinco anos são levadas a realizar atos para o prazer de usuários da internet via webcams. Elas nunca veem o rosto de seus abusadores virtuais, nem sabem de onde são, e muitas das vítimas mais novas não compreendem plenamente o que estão sendo forçadas a fazer.


Em comunidade pobre, garotas ganham mais que a renda mensal familiar
Protegido pelo anonimato da internet, qualquer um com o conhecimento e a inclinação pode comprar gratificações sexuais ao pagar pelos serviços com cartões de crédito pré-pagos e não rastreáveis. Às vezes, as meninas e mulheres recebem pedidos para se despirem, em outros casos são forçadas a realizar atos mais obscenos.
De acordo com a mídia local de Cebu, uma ilha e província das Filipinas, pelo menos 30 crianças foram abusadas dessa forma durante mais de sete anos dentro da velha casa de madeira compensada de Eileen Ontong, apelidada pela imprensa de “rainha da ciberpornografia”. Até ser presa no ano passado, Ontong supervisionava o abuso de crianças via webcam em troca de pagamentos feitos por transferências bancárias internacionais.
A polícia estima que Ontong, que se declarou inocente das acusações de abuso infantil, pornografia infantil e tráfico humano, ganhou “cerca de US$ 200 mil ao longo dos anos. Imagens de crianças nuas eram vendidas a US$ 50, a nudez em frente a webcam a US$ 100 e um show de sexo ao vivo entre crianças custava por volta de 500”, reportou a agência Bloomberg.
Os lucros de Ontong também atraíram a atenção de seus vizinhos na vila de Ibabao, que rapidamente copiaram o seu negócio. “Tornou-se uma indústria caseira na região, pois [os outros] viam Ontong ganhando dinheiro”, disse Abdul Jamal Dimaporo, um agente da Agência de Investigação Nacional das Filipinas, para a Bloomblerg. “É mais fácil ganhar dinheiro fazendo isso do que trabalhando. Eles não pensam que estão fazendo algo errado.”
Desde 2010, a economia de Cebu tem crescido mais rápido do que a média nacional, em grande parte devido ao crescimento nos setores de novas tecnologias da comunicação e do turismo. Mas, às sombras dos reluzentes edifícios de escritórios da ilha, um comércio global de sexo prospera. Há tempos, a província tem sido fonte, destinação e lugar de passagem para o tráfico infantil do país e, ao lado dos inúmeros “bikini bars” (um tipo de bar de striptease), há um grande número de crianças morando nas ruas, algumas das quais são forçadas a se tornarem prostitutas para os estrangeiros e locais.
Nas ruelas, lotadas de casas de penhor, padarias e açougues, cibercafés estão se proliferando ao lado de estabelecimentos que oferecem serviços de transferência de dinheiro como Western Union. É em áreas como esta que o negócio da exploração sexual de crianças online acontece.]
[Pais muitas vezes acham que não estão fazendo nada de errado ao expor filhas
Há três anos, Nicole de 16 anos foi vítima de abuso sexual online. Sua mãe contou à Southeast Asia Globe que, no início, ela não entendeu como sua filha voltou para casa um dia e deu-lhe mil pesos filipinos (US$ 22). A mãe de Nicole produz e vende cordas de abacá por US$ 17 por mês, enquanto seu marido ganha US$ 4 por dia como pescador. Com apenas US$ 55 por mês para sustentar a família de quatro, Nicole envolvia-se em sessões três vezes por semana com conversa suja ou dança nua, dobrando, assim, o rendimento mensal de seus pais.
Nicole trabalhou no ramo do sexo online até sua família decidir visitar a Fellowship for Organising Endeavours (Forge, na sigla em inglês, ou Comunidade de Organização de Empreendimentos), uma organização local que oferece alternativas para as famílias urbanas de baixa renda em Cebu. Mais de 25% da população da região vive abaixo da linha de pobreza de acordo com o Conselho Nacional de Coordenação Estatística.
No entanto, não são apenas os filhos das famílias pobres que são arrastados para dentro do mundo da ciberpornografia. Crianças oriundas de situações financeiras relativamente boas também podem estar sob pressão para ganhar o que é visto como um dinheiro fácil, especialmente quando as crianças têm idade escolar e seus pais precisam pagar itens essenciais como uniforme, livros didáticos e transporte.
Um estudo recente conduzido pela Forge descobriu que 300 crianças que foram abusadas sexualmente online “viam o trabalho na área do sexo cibernético como uma 'promoção' da prostituição tradicional por causa do anonimato, e a percepção deles é que há um risco menor de violência física”. Além disso, “alguns pais que estão envolvidos no sexo cibernético online afirmam que não faz mal nenhum aos seus filhos, pois não há contato físico com os agressores sexuais, que geralmente são estrangeiros”.
Definido pela ONU como “turismo sexual infantil via webcam”, a prática é reconhecida, agora, como um crime na maioria dos países. No ano passado, a Suprema Corte das Filipinas aprovou a constitucionalidade da Lei de Prevenção do Crime Cibernético de 2012 e foram criadas divisões dentro da polícia com a tarefa de combater esse tipo de abuso.
 


No entanto, o turismo sexual infantil via webcam é considerado na maioria das vezes um crime realizado pelo fornecedor – o produtor, distribuidor ou possuidor do material. “Já os consumidores são considerados fora de alcance, pois não cometem esses crimes. É por esse motivo que a Terre des Hommes está militando pela inclusão da "facilitação" nos atos ilegais [também como um crime]", explicou Arnie Fernandez Arquiza, agente de comunicação e defesa na Terre des Hommes dos Países Baixos, uma ONG dos direitos da criança.De acordo com a ONU e com o FBI, cerca de 750 mil pedófilos estão online a qualquer momento. A Terre des Hommes estima que pelo menos 10 mil crianças foram vítimas de agressores sexuais online apenas nas Filipinas.
[Turismo e desenvolvimento regional contrasta com situação de pobreza de meninas levadas a se expor na internet
Em 2013, pesquisadores da organização desenvolveram uma menina filipina virtual de 10 anos de idade chamada Sweetie. Então, rastrearam mais de mil abusadores de 63 países diferentes usando Sweetie como isca. Três pessoas foram condenadas devido a essa armação e mais três acusadas por conversarem online sobre sexo com a criação virtual.
A dificuldade em processar supostos criminosos é que eles precisam ser pegos em posse das imagens e dos vídeos do abuso infantil. Entretanto, a maioria dos agressores tendem a consumir o abuso via transmissão ao vivo, muitas vezes usando sites de bate-papo legítimos e reconhecidos, por isso raramente possuem material incriminador em sua posse. O Centro Europeu de Crimes Cibernéticos confirma que o uso de sites não-comerciais, como Skype, é o método de comunicação preferido.
Apesar disso, parece que os consumidores e os fornecedores estão migrando dos sistemas tradicionais de pagamento e de sites legítimos para novas e amplamente não-reguladas redes e formas de economia digital. No ano passado, os investigadores encontraram o abuso infantil sendo vendido exclusivamente via bitcoin pela primeira vez. Com os criminosos constantemente um passo à frente da investigação policial usando a última tecnologia em criptografia e a darknet, uma grande parte da internet que é anônima e indetectável por ferramentas de busca, as redes de abuso infantil estão se tornando ainda mais difíceis de monitorar e erradicar.
O Relatório sobre Tráfico de Pessoas de 2015, publicado recentemente pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirma que “os esforços do governo [filipino] em reduzir a demanda pelos atos sexuais comerciais foram desprezíveis”, apontando para a “corrupção generalizada” como um dos fatores que impedem os esforços em combater o fenômeno. O relatório exortou o governo filipino a “aumentar os esforços para responsabilizar administrativamente e criminalmente as autoridades do governo pelo tráfico e pelos crimes relacionados a ele através de ações penais, condenações e sentenças rigorosas”.
“Há modos de desencorajar, advertir e afastar [os criminosos] antes de cometerem os crimes”, disse Stefan Bogaerts, um psicólogo forense da universidade holandesa Tilburg, que trabalha junto com a Terre des Hommes. “Eles consideram-se imunes, intocáveis e anônimos, então a polícia deve conseguir um mandato para patrulhar as áreas públicas da internet assim como precisam para espaços públicos como as ruas. A internet deve permanecer livre, mas não sem lei.”
Texto publicado originalmente pelo site Southeast Asia Globe Magazine
Tradução: Jessica Grant

DISCURSO DIRECTO - NÃO SOU BRUXO COMO O MANOBRADOR, RANCOROSO" E TRAIÇOEIRO GOLPISTA CAVACO SILVA

DISCURSO DIRECTO
NÃO SOU BRUXO COMO O MANOBRADOR, RANCOROSO, TRAIÇOEIRO E GOLPISTA CAVACO SILVA QUE JÁ SABE O QUE FAZER APÓS AS ELEIÇÕES DESPREZANDO A VONTADE SOBERANA DO POVO PORTUGUÊS.
ERA BOM QUE SE ENGANASSE MAS O TERRENO QUE O NOSSO POVO PISA ESTÁ COMPLETAMENTE MINADO PELO CAPITAL, PELOS LACAIOS, BOYS, CACIQUES, PELA IGREJA, E SOBRETUDO PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL ONDE ARGUMENTISTAS, OPINADORES POLÍTICOS, JORNALISTAS, LOCUTORES DE RÁDIO E TELEVISÃO E TODO UM EXÉRCITO DE LAMBEDORES DE CUS COM EMPREGOS LIBERAIS SERVEM VERGONHOSAMENTE A DIREITA JÁ QUE O EMPREGO LHES SORRI, E ESSA COISA DO POVO TRABALHADOR PARA ELES É UMA COISA DESPREZÍVEL QUE CHEIRA MAL E O QUAL NÃO LHES MERECE RESPEITO EMBORA NA MAIORIA SEJAM PAGOS COM O DINHEIRO DA "CLASSE BAIXA" EXTORQUIDO PELOS PATRÕES A QUEM SÃO SERVIS.
TUDO NESTA CAMPANHA FOI DIFERENTE, ONDE OS VERDADEIROS PROBLEMAS DO POVO ESTIVERAM AUSENTES E ONDE A "CACA" QUE SE DISCUTIU FOI À VOLTA DO PaF e do PS.
AS SONDAGENS SUCEDERAM-SE SEMPRE A DAR VITÓRIA AO PaF E A FORMA DE SONDAR O POVO RAIOU A DESONESTIDADE E PODEREI DIZER O CRIME. FORAM MESES A TENTAR MOLDAR A "CABEÇA DO POVO".
TAMBÉM DE MANEIRA HÁBIL SE TEM PROJECTADO O BLOCO DE ESQUERDA E OUTROS PARTIDOS PEQUENOS COM ENTREVISTAS SUCESSIVAS E MAIOR COBERTURA, PENALIZANDO OS QUE SÃO RESPONSÁVEIS E ÍNTEGROS COMO A CDU.
A TÁCTICA É SEMPRE A MESMA...DIVIDIR QUEM NÃO SE DEIXA COMPRAR E QUEM É REALMENTE A ÚNICA FORÇA QUE DESMASCARA E NÃO SERVE OS INTERESSES DO CAPITALISMO, DA BANCA E DAS MULTINACIONAIS.
QUALO CENÁRIO FACE AO RESULTADO DAS ELEIÇÕES CASO GANHE O PaF OU O PARTIDO XUXA SEM QUE QUALQUER DELES OBTENHA MAIORIA ABSOLUTA !?
CAVACO PODERÁ AUSCULTAR OS SEUS "AMIGOS" E FORMAR UM GOVERNO DE INICIATIVA PRESIDENCIAL, CAVACO PODERÁ NOMEAR COMO PRIMEIRO MINISTRO O PARTIDO QUE TIVER MAIS VOTOS E CONVOCAR ELEIÇÕES AO FIM DE UM ANO ONDE HAVERÁ MAIS TEMPO PARA CONTINUAR MANOBRANDO NO SENTIDO DE PERPECTUAR A DIREITA NO PODER.
A SOLUÇÃO, A ÚNICA QUE PODE TRAVAR O AVANÇO ESCANDALOSO DO NEO-LIBERALISMO FASCISTA É UM VOTO CLARAMENTE DE ESQUERDA E ESSE VOTO É SEM SOMBRA DE DÚVIDAS NA CDU.
SE O POVO ACORDAR, SE O POVO VOTAR EM QUEM DÁ PROVAS DE HONESTIDADE E TRANSPARÊNCIA MUITO PODERÁ MUDAR.
António Garrochinho

A HIENA DA GESTAPO - UMA MULHER MALVADA FORA DO SEU TEMPO

Violette Morris foi a francesa mais temida do serviço dos soldados nazistas. Do casamento e trabalho como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial passou a ser uma atleta única e piloto de corrida de carros que optou por fazer uma mastectomia e não esconder sua bissexualidade -uma transgressão para a época, quando quase ninguém saía do armário-, antes de ser cooptada pela Alemanha nazista para se dedicar a torturar a sangue frio seus próprios compatriotas. A mulher literalmente botava o terror.

A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Caçula de seis irmãs, Violette nasceu em 18 de abril de 893 em Paris e passou sua adolescência estudando no convento da Assunção, na cidade de Huy. Alguns dias depois do começo da Primeira Guerra Mundial se casou. Durante a guerra aprendeu a dirigir e foi responsável pela ambulância durante as batalhas mais longas da guerra: a batalha do Somme e a batalha de Verdun.

Antes do término da guerra começou a se dedicar ao desporto. A mulher fazia de tudo e fazia bem: lançava peso e disco, atirava com arco, realizava mergulhos ornamentais, levantava peso, jogava tênis e montava a cavalo. Ademais jogava polo aquático ainda que não existisse nenhuma equipe feminina neste esporte na sua época. Jogava com os homens e foi convocada para a seleção. Também jogava futebol masculino em dois times parisienses. Violette também fazia luta greco-romana, boxe e surrou muito marmanjo.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Mas sua verdadeira paixão eram as corridas de bicicletas, de motocicletas e de carros. Começou a participar em corridas automobilísticas em 1922 e chegou a ganhar a corrida de 24 horas Bol d'Or em 1927. Inclusive fez uma mastectomia para caber melhor nos pequenos carros de corridas. Seu lema era "Tudo o que um homem pode fazer, Violette também pode!".
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Nessa época já tinha se separado do marido e seu estilo de vida era bastante diferente do tradicional papel das mulheres durante os anos 1920. Além de suas amplas atividades atléticas, fumava desalmadamente e mantinha abertamente relações com homens e mulheres, motivo pelo qual foi privada de participar nos Jogos Olímpicos de 1928, decisão que apelou sem sucesso, pois a imprensa foi muito cruel com ela.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Então decidiu abrir sua própria loja de acessórios para automóveis, mas avariou durante a Grande Depressão e foi a falência. Nos anos seguintes viveu uma vida mais discreta, antes de ser recrutada pela Sicherheitsdienst (Serviço de Segurança), uma ala da infame SS da Alemanha nazista para ser sua espiã.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Violette foi convidada a participar dos infames Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim. Ao regressar a França conseguiu passar à Alemanha informação importante sobre a Linha Maginot, que protegia a França de seu vizinho oriental, bem como sobre o principal tanque francês, o Somua S35.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Após a invasão alemã na França, a atleta se infiltrou nas redes da resistência apoiadas pelo Reino Unido e ganhou uma grande fama por torturar suas vítimas, enquanto trabalhava no mercado negro, contrabandeando carne e bebidas e dirigindo rápido pelas ruas de Paris. Ela tornou-se uma mulher tão temida, mas tão temida, que foi apelidada de "Hiena da Gestapo" e no fim da guerra foi condenada a morte tanto na França como no Reino Unido.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Ela acabou sendo morta a tiros em 26 de abril de 1944, em uma emboscada, pelas mãos do grupo de resistência francesa Maquis Surcouf ao volante de seu Citroen turbinado. Não há dúvidas de que ela merecia a bala, mas também merecia morrer fazendo algo que amava, dirigindo como uma louca. Seu corpo, crivado de balas, nunca foi reclamado, e foi sepultado em uma cova comum.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
Violette Morris é uma daquelas pessoas que nos lembram como a vida e o ser humano podem ser confusos e contraditórios. Ela foi uma pioneira admirável, tanto como uma piloto quanto atleta vivendo a identidade de gênero com ousadia e sem vergonha, mas, vamos falar a verdade, a mulher também foi bruta e monstro.
A Hiena da Gestapo: uma mulher malvada fora de seu tempo
A pergunta que não quer calar é: "Por que nunca ninguém fez um filme sobre ela?" Que diabos mais um espectador poderia querer? Perseguições de carro, guerra, nazistas, lesbianismo, sexo, esporte, porrada, intriga, assassinato, ação... enfim um filme que, bem contadinho, poderia vislumbrar várias estatuetas douradas.
Fonte: Jalopnik


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2 DE OUTUBRO DE 1869: NASCE MAHATMA GANDHI

Mahatma Gandhi Online

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Gandhi e Nehru em 1942

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Caligrafia de Gandhi "God is Truth. The way to Truth lies through Ahimsa 



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