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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

antigamente e agora


Tiroteio em universidade nos EUA fez 13 mortos e 20 feridos - Atirador já foi morto.

por DN.pt

Atirador foi morto pela polícia. Universidade foi encerrada pelas autoridades.
As autoridades de DouGlas County, no Oregon, contabilizaram já 13 mortos, além de 20 feridos num tiroteio na universidade de Umpqua que aconteceu esta tarde. O atirador acabou por ser morto, segundo o procurador geral daquele estado norte-americano.
"Quando chegámos encontrámos muitos feridos em várias salas de aulas", referiu à CNN Ray Shoufler, o chefe dos bombeiros de Douglas County. Acrescentou que as autoridades retiraram os residentes das suas casas num raio de 2,5 quilómetros em redor da universidade, enquanto procuravam o atirador.
O alerta foi dado às 10:30 locais (menos oito horas do que em Lisboa).



A universidade terá cerca de três mil estudantes a tempo inteiro e 16 mil em part-time. A localidade onde fica a universidade, Roseburg, tem 22 mil habitantes.
Durante o incidente, os edifícios foram encerrados, com os estudantes e restantes pessoas que estavam no local a sair segundo instruções policiais. Alguns dos feridos foram assistidos no local.
A agência federal do álcool, tabaco, armas de fogo e explosivos escreveu no Twitter que enviou agentes para o local.

vídeo



video


LISBOA - HISTÓRIA - Lisboa nasceu de uma "citânia" localizada a norte do atual castelo de S. Jorge. Este seria um dos muitos núcleos humanos desenvolvidos no período pré-histórico.

PERÍODO ROMANO, BÁRBARO E MUÇULMANO

Cruzados
Cerco de Lisboa

























































Lisboa nasceu de uma "citânia" localizada a norte do atual castelo de S. Jorge. Este seria um dos muitos núcleos humanos desenvolvidos no período pré-histórico. Através da acção povoadora dos romanos (195 a.C.) e inerente desenvolvimento socioeconómico, em breve lhe seria atribuída a classificação de "município",  usufruindo do seu equipamento urbano:  monumentos, teatros, termas. Existia um cruzamento de quatro estradas da rede viária romana : três para Mérida e uma para Bracara (Braga). A sua característica de "opidum", onde os romanos centram a sua defesa estratégica, resulta do reflexo do terreno por um lado, e da protecção natural perante o estuário do Tejo e o braço deste rio que então se desenvolvia a ocidente e penetrava profundamente no território.

Olisipo (começou assim por se designar a cidade) caracterizava-se pela existência de um núcleo de população fixa defendida pela soldadesca.  Nos seus arrabaldes foi-se agregando um bom número de famílias cultivadoras da terra que, em troco de pão, fruta, vinho, legumes e gado, recebiam proteção e defesa.  

A  crise do séc.III, que minava e fragilizava a sociedade romana, tem os seus reflexos em toda a Península Ibérica. As sucessivas invasões de novos povos, quer germanos em 500 d.C. (visigodos, suevos), quer árabes em 700 d.C., transformam a fisionomia da população. Devido ao clima de insegurança e de guerra, a cidade adquire uma feição muito peculiar: fortaleza onde se refugiam os habitantes fugidos do avanço dos exércitos cristãos. É uma população de ricos proprietários agrícolas e comerciantes, que se transferem para o interior das muralhas e constroem uma cidade  opulentíssima pelo trato e mercancia dos portos de África e Ásia. 

No período da Reconquista Cristã , a Lisboa muçulmana é uma cidade cobiçada e várias vezes atacada e ocupada pelos exércitos cristãos (ocupação por Castela em 1000 d.C.).

Lisboa era então o mais opulento centro comercial de toda a África e de uma grande parte da Europa. É abundante de todas as mercadorias;  tem ouro e prata. Não faltam ferreiros.  Nada há nela inculto ou estéril; antes, os seus campos são bons para toda a cultura...os seus ares são saudáveis, e há na cidade banhos quentes. ... o alto do monte é cingido por uma muralha circular, e os muros da cidade descem pela encosta, à direita e à esquerda, até à margem do Tejo.

PRIMEIRA DINASTIA

Muralha Fernandina


























Em 1147, D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal, conquista a cidade. Com a   participação cristã, dá-se a  expansão de Lisboa para além das suas muralhas. Herdados do passado existiram dois arrabaldes - a Baixa e Alfama. O braço do rio desaparece definitivamente no séc.XIII .

D. Fernando, então Rei de Portugal,  perante as ameaças de Castela (Espanha), cria uma nova muralha de defesa designada por "Cerca Nova"(1373-75).

Dos 16 Ha do período mourisco a nova cidade passa para 101,65 Ha ou seja 6,5 vezes maior. A fixação definitiva da capital do reino, e portanto da corte, dá-se no reinado de Afonso III.

Lisboa é então o núcleo de um importante sistema económico de trocas, localizando-se as pequenas propriedades em que predomina a cultura hortícula, na proximidade imediata, facto que poderá ter influenciado a localização dos dois mercados centrais de hortaliças: Praça da Figueira e Praça da Ribeira . 

SEGUNDA E TERCEIRA DINASTIA

Terreiro do Paço
































D. João I , Rei de Portugal, cria a primeira urbanização na colina do Carmo (1400). Pretendia assim dar satisfação às necessidades de uma população sempre crescente, expropriando para tal os campos.

A corte de D. Manuel I abandona o castelo e fixa o Paço Real no Terreiro do Paço, onde se centrou toda a vida comercial da cidade (1500).

Nesta altura surge no Bairro Alto o primeiro loteamento (renascentista) que transforma hortas e pomares em ruas e casario, crescendo repentinamente como bairro popular, embora posteriormente se transformasse numa zona onde a aristocracia viria a construir os seus palacetes.

O Bairro Alto marca a passagem do séc. XVI para XVII na vida urbana de Lisboa e a aquisição de uma consciência urbanística e arquitectónica.

DEPOIS DO TERRAMOTO DE 1755

Linha de incêndio
Planta da zona da Baixa
























































1755 marca para Lisboa a data de um período de desenvolvimento. O terramoto (no dia 1 de Novembro, Dia de Todos os Santos, às 10h), e o incêndio que se lhe seguiu, devastaram dois terços da totalidade dos arruamentos e terão destruido três mil casas das vinte mil existentes.

O terramoto abrangeu toda a zona da Baixa, os bairros do Castelo e a zona do Carmo, ou seja, as zonas mais intensamente urbanas da cidade.

Em sua substituição iria nascer a Lisboa Pombalina, com um urbanismo sujeito a regras fixas e de um cientismo pragmático que provoca admiração em todo o mundo.  O seu principal impulsionador foi Marquês de Pombal, o Primeiro Ministro do Rei D. José, coadjuvado pelos arquitectos e engenheiros, Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel (1755-76).

O plano, sem dúvida inovador, baseia-se numa direcção planificada de ruas alinhadas, cujas opções arquitectónicas assentam em  regulamentos de construção,  tendo em atenção conceitos básicos de resistência às acções sísmicas.

O sistema urbanístico obedecia a traçados de eixos de composição em que a simetria era tema obrigatório, pretendendo-se usualmente destacar nos extremos, monumentos  ou estátuas: a Rua Augusta com o arco triunfal, através do qual, no seu eixo, se colocou a estátua de D. José.

Pombal criou incentivos de interesse à nova classe da burguesia comercial.

A norte do Rossio é aberto o "Passeio Público"(1764),  zona de recreio da burguesia. Era um jardim gradeado, com cascatas, lagos com repuxos e coreto, que  posteriormente foi aberto às novas avenidas e aos futuros bairros construídos por uma burguesia em ascenção. 

A partir de 1780 aparece a iluminação pública da cidade e em 1801 as ruas passam a ter o nome afixado.

EVOLUÇÃO POST-POMBALINA

Avenida da Liberdade

































Após a vitória do Liberalismo e desde o termo da administração pombalina  a grandiosidade arquitectónica acompanha os edifícios públicos: Basílica da Estrela , Ópera de S. Carlos, Palácio da Ajuda. Os limites da cidade são então sucessivamente alargados sempre em "círculos" com centro na zona da Baixa.  O traçado das ruas obedecia a critérios resultantes da procura de habitação.

A construção do Teatro Nacional D. Maria II ( 1843-46), do Arqto. F. Lodi, em pleno Rossio Pombalino, com características neo clássicas, é uma ruptura com o período anterior. Surge um novo espírito de renovação e novos ideais estéticos. Aparecem jardins novos: S. Pedro de Alcântara, Estrela, Princípe Real, bem como a plantação de árvores no Rossio. Surge assim uma visão naturalista. O "Passeio Público"  gera uma avenida e o rompimento das perspectivas de desenvolvimento da cidade de uma forma nuclear radio concêntrica, é absolutamente inovador.

Um novo eixo de desenvolvimento seguir-se-ia à Avenida da Liberdade. A abertura da Rua Fontes Pereira de Melo que levou a expansão da cidade desde o Parque da Liberdade (hoje Eduardo VII) até ao Campo Grande, passando pela Rotunda de Picoas, Avenida Ressano Garcia (Av. República) e toda a planificação das ruas adjacentes, paralelas e perpendiculares num desenvolvimento ortogonal. Era o plano Frederico Ressano Garcia, engenheiro do município. Nascem as  designadas "Avenidas Novas", que definem o grande desafogo urbanístico da cidade de hoje.

ÉPOCA CONTEMPORÂNEA

Alameda Dom Afonso Henriques





































Depois da Iª Guerra Mundial, preenchem-se as malhas vazias resultantes dos traçados dos eixos das novas avenidas. A Avenida da Liberdade apresenta-se inequivocamente como eixo primordial da nova cidade. Aparecem então edifícios como o Hotel Palace e o Palácio de Castelo Melhor (Foz). O estilo Arte Nova (tardio) revela-se em obras como o Cinema Tivoli do Arquiteto Raul Lino, o Eden Teatro e o Hotel Vitória do Arquiteto Cassiano Branco.  Surgem novos bairros com imóveis de rendimento, ocupados por uma classe média em expansão. O equipamento de lazer constitui-se por logradouros ajardinados.

A partir da década de 30 o arquitecto começa a ter uma maior intervenção na construção de edifícios novos. É desta época a abertura da Alameda Dom Afonso Henriques.

É o período Duarte Pacheco, Presidente da Câmara e posteriormente Ministro das Obras Públicas (1930-43).  Constroem-se novos bairros assumidamente desenhados pelos novos urbanistas de ruas largas e homogeneidade do desenho das fachadas, (vulgarmente designados de estilo Português Suave).

Sob a orientação de Duarte Pacheco, o Município  decide-se pela criação de um parque verde em Monsanto. Atravessado por uma auto-estrada que liga Lisboa ao Estádio Nacional é feita a arborização do parque instituindo um sistema jurídico de expropriação dos terrenos especialmente para esse efeito.
Reconhecia-se então que um plano de urbanização para a cidade teria de envolver um programa de criação de parques e jardins, não só como fundamento de beleza e aprezamento dos seus frequentadores, mas também como reserva de ar puro imprescindível à vida na cidade. 

São criados novos bairros (Encarnação e Alvalade) antecessores do aparecimento e desenvolvimento da urbanização de Olivais e Chelas, numa aplicação dos princípios preconizados na Carta de Atenas.

É a época dos grandes blocos residenciais livres e separados por zonas verdes, procurando uma maior exposição solar e melhor arejamento segundo os modelos já ensaiados noutros países. É também desta época o arranjo ajardinado das praças que resultam da composição urbanística,  com o objectivo de criar zonas de lazer e jogos infantis.

Mais recentemente aparecem iniciativas municipais de conjunto coabitando com urbanizações privadas localizadas aqui e ali, que preenchem os espaços "ainda livres", das zonas limítrofes da Lisboa Cidade.


www.cm-lisboa.pt

A pedido de várias famílias, vamos lá repor a verdade. O PS não consegue libertar-se da mentira e da farsa. É uma pena.


AS MÁQUINAS - JÁ VIU COMO FUNCIONA UMA IMPRESSORA DE RUA !? - VÍDEOS

Já viu como funciona uma “impressora” de rua?












Que bonitas  são as ruas de algumas cidades antigas, com aqueles calçamentos de paralelepípedos tão perfeitamente assentados, dando lugar a composições geométricas extraordinárias para a vista. Este trabalho é realizado por um profissional solitário que coloca manualmente as peças uma a uma, em geral, com a ajuda de um auxiliar que carrega as pedras. Um trabalho de formiguinha que pode durar semanas dependendo da extensão da via. Mas hoje é possível realizar este trabalho de uma forma muito menos pesada e bastante mais rápida e eficaz.







Este sistema consiste em, basicamente, comprar  uma máquina que se encarregará de colocar e distribuir os paralelepípedos ou blocos de concreto da forma que o operador indique. A primeira vista, o aparato parece uma impressora gigantesca. Esta semelhança não está muito distante de sua utilidade real já que se encarrega de "imprimir" as ruas.


Como mostrado no vídeo, o modo de trabalho desta maquina é bem simples. Os blocos vão sendo colocados na forma de malha escolhida e aparecem já juntos e prontos para fazer parte do solo. Existem vários modelos deste aparelho e seu preço varia entre os 45.000 e 60.000 dólares.




 http://www.mdig.com.br

NÃO ESTARÁ PRESENTE

NÃO ESTARÁ PRESENTE NO 5 DE OUTUBRO.
TUDO DEPENDE DOS PORTUGUESES ACABAR COM ESTE JOGADOR TRAIÇOEIRO E RANCOROSO QUE TEM COMANDADO O REGRESSO DO FASCISMO A PORTUGAL.
OU ESTARÁ BORRADO POIS TERIA QUE PAGAR PELAS VIGARICES E CAMBALACHOS QUE FEZ E QUE BRANQUEOU AOS SEUS AMIGOS OLIVEIRA E COSTA, DIAS LOUREIRO, DUARTE LIMA E AO GOVERNO PSD/CDS, OU ESTARÁ A TRAMAR DIAS AINDA MAIS CINZENTOS PARA O POVO PORTUGUÊS.


COP21 da ONU Planeia Apoderar-se da Soberania sobre a Amazónia



No marco da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, reunir-se-á de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015 em Paris a denominada COP21 (Conference of the Parties).

Ela reunirá as delegações oficiais de quase todos os países do mundo com vistas a aprovar um projeto de governo planetário para combater o aquecimento global e outros espantalhos considerados inexistentes por cientistas objetivos.

O plano já foi tentado em algumas das reuniões anuais precedentes, mas não teve sucesso. As COPs são conferências eminentemente políticas, e em Paris os movimentos ambientalistas e socialistas pretendem fazer aprovar uma mal definida “governança mundial”.

Essa “governança” visaria assumir o controle do mundo corroído pela corrupção e instalar um regime de tipo científico cooperativista com o pretexto de “salvar o planeta” do “aquecimento global gerado pelo homem”. 

Com algumas tarefas já definidas nos cenáculos ativistas verdes, nessa “governança” destaca-se prioritariamente o plano de submeter toda a região amazônica a uma administração “científica”, incluindo o território dos países que detêm soberania sobre ela.


Em poucas palavras, o Brasil perderia a soberania sobre uma parte essencial e imensa de seu território.

Essa soberania vem sendo sorrateiramente minada por múltiplas iniciativas nacionais promovidas pelas esquerdas tupiniquins, mas muito aplaudidas pelas esquerdas ambientalistas do mundo inteiro.

Sobre uma dessas recentes iniciativas falou o comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, em audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. O objetivo primário da audiência foi analisar o controle de fronteiras e o combate ao tráfico de drogas e armas na região.

A imensa dimensão do 'Corredor Biológico Andes - Amazonas - Atlântico' ou AAA.

Na ocasião, o general destacou a necessidade de se prestar maior atenção na atuação das ONGs internacionais que operam no País. Com grande conhecimento de causa, ele ressaltou a ameaça representada pelo projeto do “corredor ecológico” proposto pelo governo da Colômbia.

De acordo com Villas Bôas, os militares estão apreensivos com situações que restringem a autoridade do País sobre seu território, bem como sobre questões estratégicas para o desenvolvimento da região, fundamental para atender às aspirações dos brasileiros – em especial os da população da Região Amazônica.

A proposta denunciada é conhecida como “Corredor Triplo A” e foi apresentada pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ao Congresso de seu país.

Ela visa a criação de uma zona de preservação ecológica que iria dos Andes até o Oceano Atlântico. Se implementada, poderá “esterilizar” 1,35 milhão de quilômetros quadrados dos territórios da Colômbia, Brasil e Venezuela.

A intenção é apresentar o projeto para análise da COP-21 acima mencionada, já podendo ter como garantida sua aprovação por lobbies de pressão ambientalista que trabalham ativamente para esse fim.

O general lembrou que a Amazônia representa 62% do território brasileiro e a eventual criação do “corredor” inviabilizaria a exploração de recursos naturais avaliados em mais de 23 trilhões de dólares, como reservas de minérios raros e biodiversidade.

Como há décadas afirmou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, lembra nosso blog, a soberania é plena ou não é soberania. Não existe soberania parcial, ou condicionada. 

Se um outro país, ou um conjunto de países, vem dizer o que o Brasil tem que fazer em mais de 60% de seu território, não adianta que eles apresentem distingos jurídicos ou científicos sofisticados: atentam contra a soberania brasileira.

Se eles conseguirem essa meta, vão amputar o Brasil. E isso é totalmente inadmissível.


Vilas Bôas aproveitou para se posicionar contra as propostas de manter os recursos naturais amazônicos “congelados” para sempre e disse que é possível conciliar a preservação ambiental com o uso racional das riquezas da região.

Para ele, tal condição configura um “déficit de soberania” produzido por ONGs misteriosas: “Esse déficit de soberania, esse processo todo é como combater fantasmas, porque a gente não sabe de onde vêm, o que são, o que fazem e quais são os seus objetivos, mas o resultado geral a gente pode verificar (Agência Senado, 16/07/2015).”

Como explicou o comandante do Exército, a proposta do “Corredor Triplo A” foi concebida pela ONG britânica Gaia International, cuja filial colombiana é a Fundación Gaia.

Além disso, Villas Bôas também criticou o modelo atual de demarcação de terras indígenas na Amazônia, inclusive em áreas com forte concentração de riquezas minerais:

Não sou contra unidades de conservação em terras indígenas. (…) mas temos que compatibilizar esse objetivo com a exploração dos recursos naturais”, disse

E observou que a falta de projetos permitindo que a exploração das riquezas naturais amazônicas seja feita de forma organizada e com fiscalização tem provocado o contrabando ilegal desses mesmos recursos.

Como exemplo, citou o caso da exploração ilícita de diamantes cor-de-rosa em terras indígenas de Rondônia, que continuam sendo extraídos e exportados sem qualquer controle.

Isso é uma hemorragia; são riquezas que o país perde, que saem pelas estruturas de contrabando, e o país não se beneficia em nada com isso”, questionou.

O comandante também expôs a situação do narcotráfico na região amazônica, e observou que o Brasil é usado como corredor de passagem de cocaína para o exterior, por fazer fronteira com os três maiores produtores da droga no mundo: Colômbia, Peru e Bolívia.

Villas Bôas informou que foram identificadas e destruídas pequenas plantações de coca no interior de nosso território, e que há informações da ação de traficantes brasileiros e mexicanos na Amazônia:

Já foi detectada a presença de cartéis mexicanos, aqui, na Colômbia e no Peru. O cartel mexicano tem um modus operandi extremamente violento, e essa violência já começa a transbordar para o nosso lado.”

Logo da COP-21 sob enganosos véus científicos 
poderá ser vibrado um golpe de morte à soberania brasileira.

Já o tráfico de armas é mais presente em fronteiras no Sul do país, afirmou.

Para proporcionar um monitoramento mais efetivo das fronteiras, principalmente na Amazônia, está sendo implantado o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército e composto de sistemas de comunicação, radares e veículos aéreos não tripulados (Vants), com 70% de tecnologia nacional.

O sistema começou a ser implantado em Mato Grosso, com previsão de conclusão em todo o País para 2023, embora possa haver atrasos, devido aos cortes orçamentários do governo federal, observou Villas Bôas.

O sistema pode recuperar o investimento realizado em dez anos, contribuindo para uma economia de mais de R$ 13 bilhões em gastos com segurança, nesse período.

É de extrema relevância que uma autoridade com a responsabilidade do comandante do Exército venha a público para denunciar o caráter danoso do radicalismo ambientalista-indigenista de ONGs internacionais que há mais de duas décadas colocaram o Brasil na sua alça de mira.

Entrementes, o dano causado pela atividade delitiva dos carteis do contrabando e do narcotráfico pode ser largamente agravado por decisões no sentido do plano denunciado e que circulam não só na ONU, no CIMI e nas ONGs, mas na cúpula do governo federal.

Todas essas instâncias verde-vermelhas preparam propostas que serão apresentadas na COP-21, talvez sonhando colocar o Brasil entre a espada e a parede.

Mas eles não sabem com quem estão lidando.

http://www.anovaordemmundial.com

Atirar beata para o chão dá multa de 68 euros em Paris


A partir desta quinta-feira custará mais dinheiro deitar a ponta do cigarro para o chão de Paris. Quem desrespeitar a lei sujeita-se a pagar agora uma multa de 68 euros.
 

Em Paris, beatas só no cinzeiro

A capital francesa reforçou a multa para os fumadores que deitarem as beatas dos cigarros para o chão. A coima passa a ser de 68 euros, quase o dobro dos 35 euros de multa até este dia 1 de outubro.
Segundo o jornal francês "Le Monde", a polícia municipal vai multar os "parisienses indelicados", depois de no mês de setembro as autoridades terem distribuído falsas multas como forma de prevenção.
Todos os anos, 4900 funcionários públicos de Paris apanham cerca de 350 toneladas de beatas de cigarro, segundo o jornal francês "Le Figaro". Uma beata é o suficiente para poluir 500 litros de água e demora quatro a 12 anos a decompor-se.
"Além de serem poluição visual, estas beatas são poluidoras significantes no ambiente por conterem produtos tóxicos que vão para a terra e água", disse o comunicado da câmara, segundo o jornal britânico "The Guardian".
O problema agravou-se desde que, em 2006, tornou-se proibido fumar em locais públicos. Os franceses viram-se obrigados a fumarem na rua, fora dos cafés e bares
.

ALGARVE - Grande incêndio lavra em Monchique



Um grande incêndio florestal deflagrou no sítio do Tojeiro, em Marmelete, Monchique, e está ser combatido por sete meios aéreos e todas as corporações de bombeiros do Algarve.
 

De acordo com o Centro Distrital de Operações de Socorro de Faro, o fogo deflagrou às 12.32 horas, tinha três frentes ativas pelas 15 horas e consome mato e eucaliptos.
O presidente da Câmara de Monchique, Rui André, disse à Lusa que "o fogo está incontrolável" e "poderá ameaçar algumas casas dispersas pela serra".
Rui André acrescentou que as chamas se dirigem para várias zonas, incidindo o combate na zona norte, local onde existem mais habitações.
Na operação estão envolvidos três helicópteros e quatro aviões, dois médios e dois pesados, e as 15 corporações de bombeiros do Algarve. Foi ainda acionada uma equipa da Força Especial de Bombeiros.

MUITO IMPORTANTE ESTE VÍDEO, NÃO PERCA ! - A RELIGIÃO É UM CABRESTO ALUCINÓGENO - NEM DESENHANDO !!!! Porque o proletário não se revolta com tanta exploração? Brilhante exposição do Prof. Clóvis de Barros Filho sobre a relação entre religião e dominação sócio-económica.













VÍDEO

ANTIGAS FACHADAS ALGARVIAS - FOTOGALERIA
























































(Pinterest)