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terça-feira, 29 de setembro de 2015

VÍDEO - E DEPOIS DO ADEUS - REPORTAGEM SIC - Reportagem da SIC sobre o balanço dos últimos quatro anos na vida de quem vive ou saiu de Portugal.







VÍDEO

AJUDE-NOS

FALSOS, MENTINDO, COM TOTAL AUSÊNCIA DE VERGONHA NA CARA ANDAM A PEDIR AJUDA A QUEM ROUBAM E DESTROEM A VIDA.


NUNCA DEVERÍAMOS DE DEIXAR DE SER CRIANÇAS E ESTE VÍDEO É A PROVA CONTUNDENTE DISSO



Nestes dias é fácil se sentir inseguro com a aparência, seja porque alguém fez um comentário contingente ou pelo Photoshop que inunda o mundo da moda e da beleza. Provavelmente todos temos algo que gostaríamos de mudar em nosso corpo. Essa foi precisamente a pergunta que fizeram a várias pessoas, alguns adultos e outras crianças. É impressionante ver a diferença abismal que há nas respostas de uns e de outros.

Isto só nos indica que conforme vamos crescendo, a vida  vai nos impondo certos padrões aos quais achamos que temos que nos adequar. Isto não só causa frustração e insegurança (já que vivemos tratando de igualar padrões criados por um programa de computador), senão que mata a criatividade e o espírito.

Quando somos crianças nos sentimos cómodos, não temos preconceitos, não nos incomoda nossa própria pele. Quem disse que devíamos mudar? Por que prestamos atenção a isso?

vídeo

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Governo gasta 250 mil euros a divulgar eleições


Administração Interna adjudica publicidade eleitoral a uma agência. Até aqui este trabalho custava zero ao Estado.
Governo gasta 250 mil euros a divulgar eleições
O Ministério da Administração Interna pagou 248.291 euros a uma empresa de comunicação para publicar anúncios alusivos à realização destas legislativas em vários meios de comunicação como televisão, rádio e imprensa.
O Jornal de Notícias avança hoje que o Ministério de Anabela Rodrigues ainda não esclareceu o porquê de ter recorrido à ‘Media Gate' que foi contrata "para aquisição de espaço publicitário em vários órgãos de Comunicação Social (televisão, rádio e imprensa), tendo em vista a divulgação dos meios disponíveis aos cidadãos para conhecerem antecipadamente o seu número de eleitor e local de voto".
Esta empresa, segundo o Jornal de Notícias, por sua vez, recorreu a outra para levar a cabo esta função, subcontratando a ‘Nova Expressão". Até aqui eram os funcionários do próprio MAI a desempenhar este papel sem qualquer custo adicional para o Estado.
Ao JN, Pedro Loureiro da ‘Media Gate' assumiu que "foi a primeira vez que a empresa entregou uma proposta ao MAI", assumindo eu esta empresa não tem dimensão e peso para a execução deste contrato o que levou à subcontratação da ‘Nova Expressão', uma agência, segundo Pedro Loureiro, com "enorme prestígio e conhecimento do mercado".

O "peru em vésperas de Natal" que não tem "moral" para pedir votos


Jerónimo de Sousa afirma que PS, PSD e CDS querem tornar o memorando da troika num "filho de pai incógnito". CDU acredita que poderá eleger em Aveiro o deputado que lhe escapou há 30 anos.
O humor e a crítica mordaz andaram de braço dado no comício de Jerónimo de Sousa desta segunda-feira à noite em Santa Maria da Feira. Por ali se falou de perus acabrunhados em véspera de Natal; de pais, mães e padrinhos do enjeitado memorando da troika; dos alinhamentos da corrupção; daqueles que podem andar na rua com grande à vontade; e de um deputado CDU em Aveiro que demora a voltar.
Terá sido a arruada de fim de tarde em Gondomar ou a passagem por um ambiente menos habitual como cooperativa artística Árvore, no Porto, que deram incentivo a Jerónimo, ou, tão simplesmente, a euforia da contagem decrescente para o fim da campanha. Sim, porque faltam apenas quatro dias e há ainda muito chão por palmilhar.
Numa biblioteca municipal apinhada de militantes e simpatizantes, Jerónimo de Sousa quase sangrou as orelhas dos socialistas. Pelo que fizeram e pelo que não fizeram. “Nestes quatro anos, quando muitos desertaram do combate, designadamente o PS, que andava ali, nos primeiros tempos, em que mais parecia um peru em vésperas de Natal, com tristeza, a sujeitar-se – lembram-se? – àquelas… como é que era? Ah! abstenções violentas, porque perante uma moções de censura do PCP, lá estava a abstenção violenta tendo em conta os seus [do PS] compromissos. E desapareceram do combate na altura em que as populações sofriam ofensivas tremendas” recordou Jerónimo de Sousa.
A falta de "moral" do PS
Continuou: “O que é curioso é que o PS diga que ‘em vez de combaterem o governo, combatem-nos a nós’. Então o que andámos a fazer durante quatro anos, camaradas, senão a combater este Governo e a sua política de direita? O que é estranho é o PS não se lembrar que não esteve em nenhum destes combates." Mais: alem dessa ausência, o PS procura hoje “capitalizar o descontentamento, o desespero, o sentimento de injustiça”. Um aproveitamento censurado pelo líder comunista. “Pode o PS capitalizar mas não tem moral nenhuma, por aquilo que fez e não fez, de estar a apelar e a pedir o voto aos portugueses.”
A situação indefinida em que o Governo se apresenta nas sondagens é também resultado dessa luta da CDU. “Se este Governo está socialmente isolado e politicamente condenado, isto não caiu do céu. Era nos tempos em que diziam ao povo ‘aguentem-se’. ‘Ai aguentam, aguentam’”. Mas o PCP e Os Verdes, perante a ideologia da “inevitabilidade” sempre disseram “não, não tem de ser assim”.
Com um humor certeiro, Jerónimo pegou numa imagem que é agora recorrente nos seus discursos. “Quando nos perguntam, 'mas vocês estão sempre a atacar o PS?' Bom, então, não chamem ataques; chamem pedidos de esclarecimento, vamos pedir esclarecimentos ao PS", enfatizou.
Quem é o pai da criança?
No distrito de Aveiro, onde a CDU aposta no estreante eurodeputado Miguel Viegas como cabeça de lista para recuperar o deputado que deixou fugir em 1987 – e Jerónimo diz agora acreditar que a eleição é possível -, a coligação de direita não podia ficar sem umas bicadas do secretário-geral do PCP. Contrariando a ideia do memorando da troika ser uma “ajuda”, como Governo queria fazer crer, Jerónimo defendeu que convém saber quem é “o pai da criança”.
“Usava-se antigamente uma expressão, felizmente banida, que era 'filho de pai incógnito'... pois esse pacto de agressão não tinha pai, não tinha mãe, nem tinha padrinho – a gente tem que arranjar aqui um espaço para o CDS... pronto podia ser padrinho, naturalmente", gracejou sob risos da plateia. E não venham empurrar uns para os outros a responsabilidade, como andaram a fazer na última semana da pré-campanha. "Não podem acusar-se uns aos outros porque as responsabilidades são comuns", resumiu.
Houve ainda tempo para alfinetadas para os que partidos que se colocam “do lado dos poderosos” em dos vez do lado do ”capital monopolista e grandes grupos económicos, dos poderosos”, Na política, disse, “é fácil ficar do lado dos que mais têm e mais podem”, como sempre fizerem os últimos Governos.
A opção de PS, PSD e CDS foi sempre “encostarem-se ao poder económico, permitindo até a promiscuidade entre a política e os negócios, levando até à descaracterização de um princípio fundamental da Constituição: o poder político deve sobrepor-se ao poder económico. O que se assistiu em Portugal foi a essa subversão em que quem manda é o capital financeiro”, disse Jerónimo de Sousa.

HERANÇAS DO FASCISMO - Reminiscências do caciquismo local

Sobre destruição de propaganda da CDU - Coligação Democrática Unitária em Stª Mª da Feira














Uma vez mais e no espaço de pouco mais de uma semana, a CDU / Feira vê-se confrontada com actos de vandalismo sectário, perpetrados certamente por energúmenos, que selvaticamente destruíram estruturas fixas desta Coligação, usadas na campanha para estas legislativas em pleno centro de Stª Mª da Feira.
Os cidadãos conhecem-nos e sabem que sempre fomos respeitadores das regras democráticas, pelo que não se tratando de qualquer manobra de retaliação, só podemos entender este acto como um acto de desespero daqueles que sabem que vão ser derrotados no próximo dia 4 de Outubro.
Contra o vandalismo responderemos sempre com a serenidade e a força da razão que nos assiste!
Stª Mª da Feira, 28 de Setembro de 2015
Comissão Coordenadora da CDU / Feira

A PINTURA DE LOUIS TRESERRAS- (BANHO)

 pintor Louis Treserras


Artista francês. 
Louis Treserras afirma ser um autodidata . Por 30 anos ele tem pintado jovens
 e modelos nuas . Sua abordagem rigorosa na composição artística 
 quase se pode comparar a uma ciência, a matemática. Seu estilo permanece no entanto poético e intimista,
 Com uma gama muito distinta e suave de cores o artista contemporâneo com uma alta  qualidade clássica surpreende-nos
 . 














danceswithcolors.blogspot.com

Crónicas na Corda Bamba: É por isto que vou votar no PCP


Catarina Beato
MARTA DREAMAKER
28/09/2015  Dinheiro Vivo


Tinha 14 anos e, como qualquer adolescente, considerava-me detentora da razão e da verdade absoluta. Cresci numa casa onde se ouvia música de intervenção e se lia o Avante e o Diário. O meu pai, um militante calmo, e a mãe sempre activista. Ainda assim, os dois contra o meu insistente pedido para me juntar à JCP (Juventude Comunista Portuguesa). O argumento era muito simples: a escola era o mais importante.
Naquela idade, ligeiramente irritante, em que os meus pais eram uns chatos e os meus avós uns velhos, achei que contrariá-los e juntar-me à JCP era o melhor dos dois mundos.
Quando temos 14 anos achamos que sabemos tudo, mas somos também ligeiramente parvos. Naquela tarde de setembro pensei que, se ninguém me visse a chegar à concelhia, a minha mãe não saberia que me tinha inscrito na JCP.
Da mesma forma que vivi uma vida inteira a achar que tirava notas de 500 escudos ao meu pai sem que ele desse por isso (contou-me a rir, antes de morrer, que se não passasse de 1000 escudos por mês não me dizia nada), acreditei, durante alguns meses, que pertencia a uma juventude partidária em segredo.
Cheguei à JCP adolescente, com a mania que sabia tudo e os mais velhos coisa nenhuma.
E foi na JCP que aprendi que os mais velhos sabem sempre mais do que eu e que, para ter certezas absolutas, tinha que estudar muito.
Foi na JCP que aprendi a ouvir cada palavra que os camaradas tinham para me contar e a agradecer a luta para que vivêssemos numa democracia.
Guardo, para sempre, a imagem da mão da Maria, a quem faltavam os dedos perdidos na guilhotina guardada à pressa com a PIDE a bater à porta.
Foi na JCP que aprendi a argumentar cada frase e ter verdadeiras certezas antes de as tornar afirmações próprias.
Foi na JCP que aprendi a não ter medo de dizer o que penso, mesmo que as minhas ideias fossem diferentes daquelas que estavam sobre a mesa.
Foi na JCP que conheci pessoas brilhantes, com capacidades de trabalho e entrega únicas.
E foi na JCP que consolidei as certezas da casa em que cresci: era aquele o partido em que queria votar.
Há neste partido dois problemas inegáveis: é duro para qualquer comunista eleito ter uma vida pessoal - trabalha-se muito, estuda-se muito, há muitas pessoas para ouvir e dossiers para consultar antes de afirmar seja o que for. Não há política de secretária, nem de vez em quando.
Pior ainda: nenhum comunista chega a rico, não é esse o objetivo daquilo que faz (tenho que conseguir escrever este texto sem dizer "tarefa").
Não sou militante, chamam-me "comunista emocional", mas voto PCP com certezas absolutas de adulta. Voto PCP pelos valores, pela capacidade de trabalho e pela honestidade daqueles que o meu voto irá eleger. Com certezas tão fortes como uma adolescente irritante, mas devidamente fundamentadas.
E que cada um, com as suas histórias, os seus valores, as suas certezas, zangas e esperanças, vá votar no próximo domingo.
Escritora e autora do blog Dias de Uma Princesa

Foi descoberto um perigoso “terrorista” no Alentejo!


Em pleno Alentejo a RTP encontrou um sírio que trocou o país em guerra por ajudar a salvar vidas em Portugal. Mohammad Al Uattar é médico e coordena o Centro de Saúde de Estremoz. Às segundas-feiras salva vidas ao serviço do INEM.

ALDRABÕES, VIGARISTAS E CORRUPTOS NUM PAÍS COM UM GOVERNO DE MALUCOS - Governo deu indicações para esconder prejuízos do BPN

por DN.pt com Lusa

A então Secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, na Comissão Parlamentar de Inquérito ao Processo de Nacionalização, Gestão e Alienação do BPN
A então Secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, na Comissão Parlamentar de Inquérito ao Processo de Nacionalização, Gestão e Alienação do BPN

A Parvalorem adiou o impacto dos créditos em risco de incumprimento do BPN, reduzindo o valor das imparidades de 577 para 420 milhões de euros.
O Governo terá dado indicações à Parvalorem para esconder prejuízos do antigo BPN com o objetivo de não agravar as contas do défice de 2012. A notícia é avançada pela Antena 1, que diz que a empresa pública, que ficou com os ativos tóxicos do banco, ocultou uma parte das perdas registadas com o crédito mal parado a pedido da atual ministra das Finanças: cerca de 150 milhões de euros.
Maria Luís Albuquerque era Secretária do Tesouro quando foi confrontada com as perdas de 577 milhões de euros em créditos em risco de incumprimento. Segundo a investigação da Antena 1, pediu para mexer nas contas e exprimir as contas melhores possíveis. Assim, esse impacto foi adiado para exercícios futuros.
À Antena 1, a administradora da Parvalorem Paula Poças admite que lhes foi pedida "a melhor expectativa relativamente à informação" e às garantias que tinham no momento e consideraram que não fazia sentido "estar a agravar no momento" as imparidades.
Assim, a empresa adiou o impacto para exercícios futuros, reduzindo o valor das imparidades de 577 para 420 milhões de euros. Para Paula Poças, trata-se de uma operação normal quando se tem uma carteira de cobranças difíceis. Segundo a Antena 1, a empresa mudou as contas já auditadas.
Fonte da empresa, que falou à rádio sob condição de anonimato, chama-lhe "uma martelada nas contas empresa", em que as ordens vinham de cima.
Segundo um documento enviado à tutela, a Parvalorem anuncia: "após o trabalho cirúrgico conseguimos reduzir o valor das imparidades de 577 milhões de euros para 420 milhões de euros".
De acordo com a investigação, no mesmo dia, a empresa recebeu um agradecimento de Maria Luís Albuquerque, referindo que queria uma redução ainda superior, mas a admitir que talvez "não fosse possível melhor".

Os Dassanech são uma tribo semi-nómada com cerca de 50.000 pessoas que vivem no Vale do Omo, no sul da Etiópia.

Os Dassanech são uma tribo semi-nómada com cerca de 50.000 pessoas que vivem no Vale do Omo, no sul da Etiópia. No passado, a tribo vagava de um lugar para outro pastoreando gado em áreas abertas de acordo com as estações do ano e as variações na disponibilidade de água. Mas ao longo dos últimos cinquenta anos, eles perderam a maior parte de suas terras, e também ficaram dependentes da agricultura. Como muitas tribos da região, os Dassanech se mudaram para áreas mais próximas ao rio Omo, onde tentam cultivar o suficiente para sobreviver.

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Tribo etíope recicla descartes do mundo moderno em acessórios de moda 01
O genial fotógrafo francês Eric Lafforgue passou vários anos documentando a vida e a cultura dessas pessoas, e como elas mudaram sob a influência de bens modernos manufaturados. Uma tendência de moda interessante entre os Dassanech é o seu elaborado enfeite de cabeça, que eles fazem dos mais estranhos materiais, como tampinhas de garrafa, relógios de pulso, grampos e outras peças descartadas de plástico e metal.

Os Dassanech passam meses coletando tampas de garrafa e relógios quebrados, que as mulheres transformam em jóias e nessas estranhas perucas, que são usadas por homens e mulheres, jovens e velhos indistintamente.

  - "As meninas mais jovens e crianças usam a versão mais básica da peruca, enquanto as mulheres mais velhas se enfeitam com enfeites mais pesados e intrincados por serem considerados mais belos e atrativos", escreveu o Daily Mail.

Os homens só podem usar as perucas até que se casem, depois disso, eles criam pequenos paramentos também para a cabeça feitos de couro e barro que são decorados com um padrão arlequim e com uma pena em cima, embora esta última só seja permitida após uma caça ou um confronto bem sucedido com um inimigo.

- "As pessoas mais jovens parecem bem andróginas", diz o fotógrafo.   - "Os rapazes gostam de usar colares e brincos, enquanto as meninas têm mais músculos que os homens, porque elas fazem todo o trabalho pesado como carregar água".

Para evitar que seus adereços estraguem enquanto dormem -aparentemente, nunca tiram-, eles usam travesseiros para o pescoço especialmente feito de madeira.

- "Estes looks demoram semanas para serem feitos", disse Eric Lafforgue. - "Então eles jamais deixam que uma soneca possa arruinar seus belos acessórios".
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Tribo etíope recicla descartes do mundo moderno em acessórios de moda 13
Fonte: Daily Mail.

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15 FALÁCIAS PARA NÃO VOTAR CDU

15 FALÁCIAS PARA NÃO VOTAR CDU

Volvidos 39 anos de retrocessos sociais marcados pela continuada aleivosia de três partidos (PS, PSD e CDS-PP) que se alternam, ufanos, no poder, muitos portugueses parecem presos, na hora de votar, a velhos preconceitos. Extraordinariamente, mesmo diante de uma força política diferente e com décadas de provas dadas, há quem aposte por castigar a austeridade do PS votando no PSD, para, no acto eleitoral seguinte, punir o PSD votando no PS, (que desta vez é que vai ser diferente, não é?). A má notícia é que as arreigadas (mas espúrias) crendices sobre a exequibilidade política da CDU têm vaticinado o país a prosseguir o mesmo caminho de pobreza e injustiça. A boa notícia é que os argumentos de quem se recusa apaixonadamente a ver o óbvio são, regra geral, fáceis de compilar e desmontar.

1- «Os políticos são todos iguais»
Quem diz isto está secretamente a pensar nos três partidos em que andou a votar este tempo todo. É normal que depois de percorrer a cruzinhas os três partidos dos patrões, se descubra que têm ‘todos’ a vocação de reduzir salários, aumentar a carga de trabalho e cortar direitos. Por outro lado, aos 25 homens mais ricos do país que, no ano transacto, viram a sua fortuna aumentar para 14 mil milhões de euros num ano, convém que se acredite que «é tudo a mesma merda». Mas não é, como também não é igual taxar ou não taxar as grandes fortunas; como não é igual aumentar ou não aumentar o salário mínimo. É na prática e não em juramentos que se vê de que é feita cada força política. Ninguém, em honestidade, pode afirmar que os últimos governos têm defendido os interesses dos trabalhadores. Por outro lado, ninguém é capaz de dar sequer um exemplo de uma traição da CDU aos interesses de quem trabalha. Logo, iguais não são.

2 – «É um partido de protesto sem hipótese de ser governo»

Se acreditamos que existe alternativa ao empobrecimento e à austeridade, é porque acreditamos que é possível uma alternativa política. Não serão nunca os mesmos partidos políticos que nos puseram no buraco a tirar-nos dele. O nosso voto pode ser justificado pelas propostas de cada partido, pela nossa experiência enquanto eleitores, mas nunca por empresas privadas de sondagens com amostras de 300 pessoas nem por comentadores pagos para pensarem por nós e que escondem, dentro de anafadas carteiras sob os seus rabos prolixos, o cartão de militante do PS/PSD/CDS-PP. Mais ainda, ao contrário da mentira amplamente difundida na comunicação social, nestas eleições não vamos eleger um primeiro-ministro, mas deputados que se candidatam por cada círculo eleitoral. Já basta do Sócrates, do Passos Coelho, do Armando Vara, do Cavaco Silva, do Duarte Lima, do Paulo Portas e do Dias Loureiro.

3 – «Mais vale votar no PS para não ganhar o PSD»

Votar útil no PS é como assinar um cheque em branco que termina sempre em arresto de bens. E se dúvidas sobrassem, veja-se a sintomática a recusa de António Costa em comprometer-se com um aumento do salário mínimo nacional: se o PS ganhar as eleições, atira o assunto para cima da mesa da improfícua «concertação social» e faz figas que os patrões decidam subir os salários. Se não o fizerem, é lá com eles. Querer que o PS ganhe para não ganhar o PSD é querer levar um pontapé na canela para não levar um murro no estômago. Foi o PS que criou as taxas moderadoras nos hospitais, as propinas nas universidades, os recibos verdes e metade de todos os cortes aos direitos dos trabalhadores desde 1975.

4 – «São um partido de protesto»

Ao longo dos últimos 39 anos, todos os governos têm contribuído para a destruição do país. Neste quadro, os partidos que se recusaram a juntar-se à pilhagem a troco de poleiro e tachos não são «de protesto», são de classe e de gente séria. A CDU tem um programa de governo detalhado, com respostas concretas para os problemas do país. PCP e PEV concorrem a estas eleições com um projecto que valoriza o trabalho e os trabalhadores, afirmando o papel social do Estado na economia e restituindo o governo e os serviços públicos ao serviço de quem trabalha. É um programa corajoso para taxar as grandes fortunas e devolver aos trabalhadores o que foi roubado, recuperando a necessária soberania nacional e exigindo a renegociação de uma dívida que, nestes moldes, é impagável.

5 – «É preciso um partido novo com ideias modernas»

A conclusão de que falta mais um partido modernaço é um clube esotérico a que se chega por quatro vias, a saber: a) através de boas intenções e desconhecimento dos partidos que já existem; b) pelos preconceitos expostos nesta lista; c) num concurso para ser o Paulo Portas do António Costa (sim, estou a olhar para ti, Rui Tavares); d) por meio de uma devastadora vaidade extrema e de um desejo burlesco e traiçoeiro de um dia ser chefe (p.f. não digam ao Gil Garcia onde eu moro). A crença de que são precisos novos partidos é fruto da incapacidade de compreender que em política a forma é sempre acessória do conteúdo. A prova provada é que no fim, os «novos partidos» soem acabar com «velhos problemas»: a fazer copy paste das propostas dos outros e à bulha para ver quem é que fica com o mítico mandato de Lisboa.

6 – «Se saíssemos do Euro estávamos perdidos»

A CDU, o PCP e o PEV, foram as únicas forças políticas portuguesas que se opuseram inequivocamente à entrada de Portugal na moeda única, alertando para as devastadores consequências económicas que o presente se encarregou de comprovar. Cada vez mais, o euro é sinónimo de estagnação, recessão, desinvestimento, desemprego, endividamento, descontrolo orçamental, precariedade, redução dos salários e aumento da exploração. Porque aceitar cegamente a chantagem do euro só beneficia o chantagista, a CDU propõe que se estude e prepare a saída da moeda única de forma a garantir que essa solução, cada dia mais inevitável, possa ser gerida por um governo que proteja os interesses dos trabalhadores. Aqueles que, irresponsavelmente e diante do drama da Grécia, se benzem quando ouvem falar de uma saída do euro, preparam-se já para ser os carrascos de uma saída precipitada, e talvez forçada, que serviria para agudizar ainda mais a exploração.

7 – «Eu voto nos mais pequenos»
O problema não é a dimensão dos partidos, é o que eles defendem e quem eles representam socialmente. Votar num partido só porque ele é pequeno é o mesmo que ir uma farmácia e beber «só um bocadinho» de um frasco escolhido aleatoriamente.

8 – «O capital fugia do país»

Se a CDU fosse governo no dia quatro de Outubro, homens como Américo Amorim, Belmiro de Azevedo ou Soares dos Santos não ficariam, certamente, divertidos com a notícia, mas mesmo assim não tirariam o dinheiro. Porquê? Primeiro porque mesmo em menor escala, continuariam, a médio prazo, a conseguir grandes lucros. Por outro lado, porque parte do capital é extremamente difícil de deslocalizar: sobreiros, hipermercados, fábricas e aparelhos empresariais que só valem fortunas se bem implantados e com mercados estabelecidos. Finalmente, o Estado é soberano para nacionalizar, confiscar, expropriar ou deter quaisquer capitais indispensáveis ao interesse nacional.

9 – «Não é possível na UE»

Este é um argumento verdadeiro mas que esconde uma falácia. Efectivamente, é muito provável que não fosse possível construir um país mais justo dentro das amarras e imposições de uma União Europeia controlada por potências estrangeiras que não estão interessadas no bem-estar dos trabalhadores portugueses. Mas, nesse caso, a escolha não é só entre a soberania e a UE, é entre a possibilidade de uma vida melhor e a sentença a que nos votou a UE: sermos uma estância turística de mão-de-obra barata, sem fábricas, sem pescas, sem agricultura, com poucos serviços públicos e muitos miseráveis. Nesse caso, a CDU escolhe um país livre, soberano e ao serviço dos trabalhadores.

10 – «Vocês gostam de ditaduras»

O PCP não se limita a defender, no seu programa, uma democracia mais plural, participativa e verdadeira, tem um projecto e um modelo concretos de democracia: a Constituição da República Portuguesa. Essa democracia por que luta a CDU não se extingue nas urnas de voto, estendendo-se ao acesso à saúde, à cultura e à educação, traduzindo-se na liberdade de intervir e de mudar. Mais ainda, não há partido em Portugal com credenciais democráticas superiores às do PCP: foi ele que durante quase meio século arriscou tudo para derrubar a ditadura fascista; Enquanto os militantes comunistas se dispunham a perder a liberdade e a vida no combate pela democracia, uma geração inteira de futuros Presidentes da República, comentadores, ministros e vendedores de banha da cobra aninhavam-se nas instituições fascistas afiançando estar «integrados no regime».

11 – «Estivemos a consolidar as contas com sacrifícios»

Que contas são essas? O défice aumentou para 7,2%, a dívida pública cresceu para 130% do PIB(qualquer coisa como oito milhões de euros por dia) e os salários caíram, pelo menos, 10% desde que a «crise» começou. As únicas contas que, com os nossos sacrifícios, ficaram melhor consolidadas são as contas da Jerónimo Martins na Holanda e a do Cavaco no BPN. A consolidação é para as contas privadas deles, o desgoverno, a crise e a austeridade são para as nossas. Não é possível equilibrar as contas sem um aparelho produtivo forte, salários dignos, soberania económica e financeira e justiça fiscal.

12 – «Abstenção, voto nulo ou branco»

Consideremos uma amostra de 100 pessoas. Destas, 60 optam por nem ir à mesa de voto, outros dez votam em branco e cinco preferem inutilizar o voto. Ficamos com 75% de não-votos. Contudo, os outros 25% vão votar. Suponhamos então que o PS arrecada 10 votos, a PàF conta 8 votos, a CDU 4 votos e, por fim, 3 para o BE. Consequentemente, este parlamento hipotético seria formado com base nos seguintes resultados: PS – 40%; PàF – 32%; CDU – 16% e BE – 12%. Quando a CDU apresentasse, nesta assembleia, um projecto para aumentar os impostos sobre os produtos de luxo ou devolver os subsídios roubados, a imensa maioria dos deputados voltaria a fazer o que sempre faz: defender os mais ricos. Os três partidos da troika iam continuar a governar a seu bel-prazer apesar de 75% dos eleitores terem optado por deixar a decisão na caneta de apenas 25%. A nossa força está no voto consequente, no voto que não se verga perante os podres poderes instituídos. E se os não-votos equivalessem a cadeiras vazias, o resultado era o mesmo: as cadeiras ocupadas continuavam a decidir. Não votar, votar em branco ou votar nulo é não ter opinião formada sobre a nossa casa ser assaltada, é votar tacitamente nos mesmos que nos arruínam a vida.

13 – «Mas não há dinheiro»

Se o problema é receita e despesa, a CDU tem soluções: poupe-se 6,7 mil milhões de euros renegociando a dívida; tribute-se os lucros e dividendos das super-fortunas, aumentando a receita fiscal em 9,3 milhões; ataque-se evasão fiscal , arrecadando 3,5 mil milhões de euros; corte-se em 50% as contratações de serviços externos ao Estado, encaixando mais 600 milhões; renegoceie-se as Parcerias Público-Privadas e os ruinosos contratos swap. Mas, no essencial, a proposta do PCP para aumentar a receita centra-se na valorização do trabalho. Por exemplo, uma redução de cem mil desempregados permitiria um acréscimo directo de 900 milhões às receitas da segurança social, a par de um aumento da receita fiscal de 1,1 mil milhões de euros. Os partidos que dizem que não há dinheiro falam em nome de quem o tem todo guardado.

14 – «Voto na PàF para não ir para lá o PS outra vez»

Ver número 3, só que ao contrário.

15 – «Lobby gay!!!! Eu lembro-me de quando a minha mãe me pariu e não era nada assim!!!!»

Ninguém estava a falar contigo, Marinho e Pinto.