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terça-feira, 22 de setembro de 2015

NOVA ZELÂNDIA RECONHECE LEGALMENTE OS ANIMAIS COMO SERES SENCIENTES

Por Jonathan Carson / Tradução de Marli Vaz de Lima
NZ sentientbeings1Animais tem sentimentos também. Olhe para este boxer da SPCA de Nelson. Por Marion van Dijk
Uma mudança na lei da Nova Zelândia reconheceu o que os tutores de animais e os cientistas já sabem há anos - que os animais têm sentimentos.
A alteração da Lei do Bem-Estar Animal, que teve sua leitura final na terça-feira, afirma que os animais, assim como seres humanos, são seres “sencientes ".
"Dizer que os animais são sencientes é afirmar explicitamente que eles podem experimentar emoções positivas e negativas, incluindo dor e angústia", disse Virginia Williams, presidente da Comitê Consultivo Nacional de Ética Animal (National Animal Ethics Advisory Committee).
"A explicitação é nova e marca mais um passo ao longo da jornada do bem-estar animal."
O projeto de lei também proíbe o uso de animais para testes de cosméticos.
Dr. Williams disse que o reconhecimento legal de senciência animal fornece um apoio mais forte às exigências da Lei do Bem-Estar Animal.
A gerente da SPCA (Sociedade Para a Prevenção da Crueldade aos Animais, do inglês Society For The Prevention Of Cruelty To Animals) da cidade de Nelson, Donna Walzl, disse que as mudanças foram "maravilhosas".
"É muito bom vê-lo finalmente trazido para a legislação. É impressionante."
Ela disse animais que vieram para os cuidados da SPCA muitas vezes exibiram emoções como os humanos.
"Você pode ver que eles têm ansiedade de separação e que aquilo está mostrando emoção. É quase uma emoção humana", disse ela.
"É o mesmo com os animais que vemos que são negligenciados e têm problemas de bem-estar reais e verdadeiros. Eles sofrem por isso. Você pode ver em seus olhos. É realmente muito triste"
Em uma apresentação do projeto de lei pela SPCA de Auckland, foi dito ser necessária uma declaração de senciência "porque a maioria das leis da Nova Zelândia trata os animais como "coisas " e " objetos " e não como seres vivos".
Walzl disse que esperava que o reconhecimento dos animais como seres sencientes acrescentaria "mais peso" aos casos de abuso e negligência no tribunal.
"Espera-se que haja algumas penalidades mais severas e que, obviamente, crie-se um impedimento maior para as pessoas fazerem essas coisas."
O projeto também prevê um sistema de sanções que permite tratar níveis baixos a médios de agressão de forma mais eficaz, e dê aos fiscais do bem-estar animal o poder de emitir notificações de conformidade, entre outras medidas.
O Presidente da Associação Veterinária da Nova Zelândia, Dr. Steve Merchant, disse que o projeto de lei dá maior clareza, transparência e aplicabilidade às leis de bem-estar animal.
"As expectativas sobre o bem-estar animal têm mudado rapidamente, e práticas que antes eram comuns para animais de estimação e de criação em fazendas já não são aceitáveis ou toleradas. O projeto de lei traz a legislação em consonância com a mudança de atitude da nossa nação sobre a condição dos animais na sociedade."
O projeto de lei foi apresentado ao parlamento pelo ministro das indústrias de base Nathan Guy em maio de 2013.
NZ sentientbeings2Que tal estes gatinhos fofos da SPCA de Invercargill? 
NZ sentientbeings3Julio, o ouriço de Timaru. 
NZ sentientbeings4Richard, a ovelha de estimação de Otaki que pensa ser um cão, parece sentir-se muito bem sobre essa situação.
NZ sentientbeings5Um destes está se sentindo mais seguro sobre isto que o outro
NZ sentientbeings6Flo, o coelho e Yoyo, o gato, de Taranaki, parecem dividir sentimentos mútuos sobre esta sessão de lambidas. 
NZ sentientbeings7Wusif Rashedi, 4, e Roxy Heart. É assim que um cachorro sorrindo se parece? 
NZ sentientbeings8Aqueles olhos, no entanto… 
NZ sentientbeings9Este jovem filhote na SPCA de Hamilton é agora legalmente reconhecido como possuidor de sentimentos. 
http://www.olharanimal.org/

SOARÁ O GRITO

A CDU CHEGARÁ
ONDE A LIBERDADE NÃO HÁ
PARA O POVO ESQUECIDO
E O GRITO TRIUNFANTE SOARÁ
E DE VEZ LIBERTARÁ
QUEM NA ESCURIDÃO TEM VIVIDO
António Garrochinho

O valor facial das “tracking-polls”


tracking poll tviAs  tracking-polls são a novidade desta campanha, sobretudo pela sua amplificação através das parcerias entre televisões, rádios e jornais, acrescentadas pela sua repercussão nas redes sociais. Os responsáveis das empresas que as realizam multiplicaram-se em explicações sobre as suas limitações, metodologia, particularidades da amostra, margens de erro, tentando refrear os exageros de alguns anúncios de resultados feitos pelos pivôs das televisões e por títulos de rádios e jornais.
Ora, as tracking-polls, como outras formas de auscultação  da opinião pública, constituem  um dos “pratos” fortes das notícias, além de serem também importantes fontes de informação para as estratégias partidárias. Os partidos não as comentam em público, antes as desvalorizam com a frase-feita – “valem o que valem”.
Convém contudo não menosprezar o  valor facial das sondagens, em particular dastracking-polls. É que, o importante não é, como dizem os responsáveis, ver a evolução das intenções de voto, embora elas possam fornecer esse elemento. O importante é a influência que exercem sobre as percepções dos cidadãos, cujo interesse se resume a saber quem vai à frente e quem vai atrás.
Se conjugarmos esta  “corrida de cavalos” diária com uma cobertura jornalística baseada em arruadas e comícios, feita de picardias, ataques e demagogia temos uma campanha muito pouco esclarecedora.
As tracking-polls favorecem a manipulação fácil dos eleitores porque, em geral, estes  não se interessam por conhecer a amostra ou outros detalhes técnicos e não compreendem situações como a que se verificou na primeira tracking-poll da TVI, em que cerca de 7 pontos de diferença entre a coligação e o PS foi depois explicada pelo responsável da própria sondagem como um “empate técnico”, num debate sobre sondagens noutro canal (a RTP Informação).
As televisões e os jornais que encomendam essas sondagens e por elas pagam elevado preço estão interessados em rentabilizá-las e por isso as exploram empolando os seus resultados. Não estão interessados em sublinhar as limitações dos números que vão obtendo. Sacrificam o rigor da informação favorecendo a rentabilização do investimento que fizeram.
Não deixa, porém, de ser chocante perceber que em algumas dessas tracking-polls a amostra é muito limitada porque aumentá-la teria custos muito elevados. Isto é, manipula-se a opinião pública com sondagens cuja fiabilidade é próxima do zero.

vaievem.wordpress.com

Não contem com Merkel

balhorn - I

Não contem com Merkel

Loren Balhorn, Don’t Count on Merkel – The German left must fight for a solution to the refugee crisis that doesn’t involve more fences, border guards, or racist demagoguery.

site Jacobin, 4 de Setembro de 2015

(CONCLUSÃO)

Construindo uma alternativa na Alemanha

Por uma questão de princípio político, toda a gente tem o direito de viver, trabalhar e viajar para onde queiram. Este pilar de longa data da política da esquerda europeia (“não há fronteiras, não há nações, pare-se com as deportações”) é reforçada pela implicação da NATO e da Alemanha em muitas das crises sociais, das quais os refugiados fogem. A esquerda alemã tem uma responsabilidade política e moral para lutar por esse direito.

 Mas a crise de refugiados também apresenta uma oportunidade para expandir esta plataforma, tanto em termos quantitativos, trazendo milhares de requerentes de asilo, para não mencionar os cidadãos até aí passivos, para a actividade política em torno da situação imediata apresentada pelos refugiados que chegam, e num certo sentido qualitativo, incorporando discussões em torno das ideias de imperialismo, globalização, bem como da natureza da própria UE.

Afinal, as centenas de milhares de refugiados a fluírem para a Alemanha simplesmente não aparecem vindas do ar – elas estão a ser levadas para o país por situações desesperadas no exterior que não podem mais ser ignoradas. O apoio da Alemanha para a ocupação do Afeganistão e o seu papel fundamental para sustentar o regime das fronteiras europeias estará potencialmente em debate nos círculos mais largos do que era pensável apenas há alguns meses atrás. E a culpabilidade alemã fornece uma abertura para se ligar a crise dos refugiados na Europa com as contradições e as crises geradas pelo capitalismo global, especialmente para aqueles que vivem no Sul Global.

A crise também é uma oportunidade para a esquerda alemã aprofundar as suas ligações com os grupos de imigrantes e discutir a dinâmica racista dentro da sociedade alemã de uma forma mais ampla. As centenas de milhares de requerentes de asilo que devem chegar à Alemanha este ano vão elas próprias encontrar-se num lugar onde as minorias e as pessoas de cor estão desesperadamente sub-representadas na vida pública.

Apesar de mais de quatro milhões de muçulmanos considerarem a Alemanha como a sua casa, há apenas um punhado de muçulmanos no parlamento e nos media e menos ainda quanto aos afro-alemães ou outras pessoas de cor.

Embora haja cada vez mais políticos alemães a serem levados a admitir que a Alemanha está-se a tornar um país de imigrantes, a narrativa dominante continua a enquadrar o país como uma nação europeia, uma nação cristã,  (pelo menos no sentido cultural) com várias minorias a residirem no seu interior. Os debates sobre o hijab ou a ameaça representada pelos salafistas (uma incrivelmente pequena minoria dentro da população muçulmana) são características regulares do discurso público e servem para intimidar e isolar os grupos minoritários, relegando-os a um status de “marginais” o que lhes dá poucas possibilidades de desempenharem um papel activo na vida política do país.

Estas divisões estão, infelizmente, também reproduzidas dentro da própria esquerda. A esquerda radical alemã esforça-se por integrar os imigrantes e as pessoas de cor nas suas estruturas, particularmente as populações turcas e curdas, cuja própria esquerda é altamente organizada numa variedade de organizações de trabalho e comunistas, mas com muito menos frequência integrados em organizações de esquerda mais amplas.

 A Alemanha está a mudar. Mesmo a revista do mainstream dos média na Alemanha  Der Spiegel referiu que um afluxo de 800.000 requerentes de asilo em 2015 irá alterar a composição da sociedade alemã em grande forma, mudando a paisagem cultural e étnica das suas grandes cidades.

O movimento anti-racista não se pode dar ao luxo de se limitar  às exigências de fornecimento imediato de alojamento e de concessão aos requerentes de asilo do direito de trabalhar na Alemanha, mas deve desenvolver exigências para a sua integração total – não no sentido de obrigar os imigrantes a se tornarem “alemães”, mas sim na sentido de uma maior abertura cultural da própria Alemanha, com mais oportunidades para os imigrantes e para as pessoas de cor num país cuja face pública continua a ser predominantemente branca e europeia.

Como é que exactamente estas exigências devem ser vistas é algo que deve ser desenvolvido em diálogo com as pessoas afectadas pelas próprias políticas. Não é a tarefa da esquerda alemã explicar aos imigrantes o que as suas reivindicações políticas devem ser ou no que é que as suas organizações devem participar. Ao contrário, é nossa responsabilidade assumir as exigências que formulam, convidá-los a participar na esquerda existente, e fazer tudo o que pudermos para construir um movimento diversificado de lutas em que se articulem as exigências de todos os povos explorados e oprimidos numa visão coerente de uma sociedade socialista.

Finalmente, para além de um projecto de integração mais amplo, o movimento deve incorporar as exigências sociais por melhores condições de melhor habitação pública, salários mais altos e de aumento dos gastos sociais nas áreas mais necessitadas da Alemanha, para assegurar que a extrema-direita deixe de ser  capaz de atrair os descontentes e marginalizados do leste.

Isto não é um apelo para se mostrar compreensão para com o racismo – como discutido acima, o clima anti-refugiados não se limita aos desempregados alemães de leste mas é sim um problema de grande dimensão na Alemanha e não se pode expressar correlações directas entre um elevado desemprego e as atitudes racistas. A recente intervenção de Jakob Augstein apelando para uma nova forma de “populismo de esquerda” como uma resposta à crise é oportuna e bem-vinda, mas também é ultra-simplificada. Embora seja verdade que a maioria dos alemães orientais que participam em manifestações racistas realmente deveriam estar a protestar contra os bancos como Augstein argumenta, é uma ilusão imaginar que a resposta é assim tão fácil.

Um trabalhador racista pode objectivamente estar a lutar contra os seus próprios interesses por se aliar com a direita contra os imigrantes, mas a Direita representa uma ameaça objectiva para a classe trabalhadora e para a sociedade como um todo e deve ser combatida sem nenhum compromisso. Uma das lições mais importantes que podem ser extraídas da história do movimento socialista é que os racistas são adversários políticos que devem ser derrotados, não acomodados.

Refrear a retórica anti-racista ou esperar que a esquerda possa simplesmente explicar aos trabalhadores racistas que o seu verdadeiro inimigo é o capital e nunca o trabalho – devemos combinar anti-racismo militante com as exigências sociais realistas que abrangem a classe trabalhadora como um todo.

Um movimento anti-racista forte pode mudar o ambiente público numa direcção progressista, marginalizar as organizações de direita existentes, e talvez convencer muitos daqueles alemães que se encontram na proximidade dos debates enquanto as pretensões sociais mais amplas possam garantir que o desespero das pessoas pobres alemães brancas seja menos facilmente canalizado para a adesão aos sentimentos racistas.

O problema não é a Alemanha. O problema é um sistema econômico e político na Europa que destrói países inteiros na sua busca pelo poder e pelos lucros enquanto separa simultaneamente as populações de precários e marginalizados da sua própria população e, em seguida, coloca-as contra os recém-chegados numa tentativa de desviar a raiva social.

Na construção de um forte movimento anti-racista e anticapitalista, muita dessa responsabilidade cai sobre Die Linke, o parido da esquerda reformista da Alemanha, que é particularmente forte a leste. Os comentadores foram rápidos em apontar que em Heidenau, o cenário de alguns das mais violentas manifestações nas últimas semanas, o NPD recebeu 9 por cento dos votos nas últimas eleições regionais. Isso é verdade, mas Die Linke recebeu o dobro, o que indica que há uma base social significativa que pode e deve ser mobilizada contra a direita.

Die Linke no leste é tanto uma força hegemónica, comandando a lealdade política para cerca de um terço do eleitorado em algumas áreas, como é também um alvo da violência da extrema-direita: as instalações regionais do Die Linke, assim como muitos de seus membros, estão com frequência sob ataques dos neo-nazis.

No entanto, embora muitos indivíduos de Die Linke, incluindo algumas das suas figuras mais proeminentes, tenham desempenhado um papel exemplar na construção do movimento, Die Linke como uma organização tem sido quase invisível nas manifestações em Dresden e noutros lugares. Isto é em parte devido à orientação da direcção do partido respeitando a autonomia dos movimentos sociais, bem como uma certa relutância em alienar alguns dos seus eleitores rurais mais velhos, mais conservadores.

Die Linke tem de mudar de ritmo. Não pode e não deve procurar assumir ou homogeneizar o movimento – isso seria um suicídio político – mas pode mobilizar os seus imensos recursos, tanto financeiros como em termos de adesão, para ajudar na construção de um amplo movimento contra a xenofobia e o racismo e a construir  uma Alemanha mais humana e socialmente justa, tanto a Leste como a Ocidente. O racismo e o desemprego não são questões separadas, mas fazem parte de um mal-estar social mais amplo que é inseparável do capitalismo. O capitalismo  só pode ser seriamente questionado  se lutarmos em todas as frentes.

O tempo passa. A resposta do governo alemão não se vai manter e já estão a ser desenvolvidos planos para a marinha alemã aumentar a sua participação no regime de fronteiras da UE enviando canhoneiras para o Mediterrâneo, e está para ser confirmado se os milhares de refugiados que chegaram à Alemanha nos últimos dias vão realmente ser autorizados a permanecer na Alemanha.

Tanto quanto os olhares da população estiverem condicionados  a olharem para Merkel ela vai continuar a falar em termos de empatia e de solidariedade, mas, a longo prazo as elites europeias não vão permitir que este afluxo de refugiados se possa manter.

Cabe aos movimentos sociais, à  esquerda  e à auto-organização dos próprios refugiados,  transformar este movimento numa resposta política coerente que aborde as causas profundas da crise e coloque  uma pressão real sobre a classe política para que se desenvolva uma solução – uma solução que não envolva mais redes de arame farpado, mais muros, mais guardas de fronteira, ou mais demagogia  racista vinda de cima ou de baixo.

  Loren Balhorn, site Jacobin, Don’t Count on Merkel. Texto disponível em:

https://www.jacobinmag.com/2015/09/european-union-refugee-crisis-germany/

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Para ler a Parte II deste texto de Loren Balhorn, publicada ontem em A Viagem dos Argonautas, vá a:

cdu! cdu! CDU! CDU! C D U ! C D U !








CDU



CDU



CDU















Manuel Rocha (Coimbra)


Alma Rivera (Lisboa)

Povo no Porto



cris-sheandbobbymcgee.blogspot.pt

TUDO O QUE FAÇO OU MEDITO



PORQUE É QUE A SÍRIA É UM ALVO A ABATER POR PARTE DA NATO E DO ESTADO ISLÂMICO?


Síria - I

A Síria é um alvo a abater, tanto pelo auto-proclamado Estado Islâmico, como pela NATO, a União Europeia e demais. Porquê é que um pequeno país prospero se tornou alvo de todos os males?

Syria_-_Location_Map_(2013)_-_SYR_-_UNOCHA_svg

Vamos ver alguns números que fazem deste pequeno país uma singularidade incómoda:

A família Assad pertence ao Islão tolerante da orientação Alawid.

As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à saúde e à educação.

Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca.

A Chária (lei Islâmica) é inconstitucional.

A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera os movimentos extremistas islâmicos.

Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.

A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.

A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum outro país árabe.

Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria.

Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras nem conflitos internos.

A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.

A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos sem nenhuma discriminação social, política ou religiosa.

Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.

Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto interesse da guerra civil na Síria e de quem a patrocina.



Measure
Measure
aviagemdosargonautas.net

Estes «empates técnicos» já cheiram a merda!


Grécia2 2015-06-26
Desculpem qualquer coisinha, mas a «coisa» cheira mesmo mal.
Toda, repito, toda a comunicação social dominante noticiava a uma só voz «empate técnico» entre o sim e o não no referendo na Grécia de 5 de Julho passado. Os resultados são os que se conhecem  - o “Não” conquistou 61.31% dos votos e o “Sim” 38.69%. Para «empate técnico» não está mal...
Agora, a propósito das eleições de ontem, os cabeçalhos foram os mesmos - «Sondagens apontam para empate técnico nas eleições gregas». E quais foram os resultados REAIS?
  • Syriza: 35,46%/ 145 deputados.
  • Nova Democracia: 28,10%/ 75 deputados.
  • Aurora Dourada: 6,99%/ 18 deputados.
  • PASOK: 6,28%/ 17 deputados.
  • Partido Comunista: 5,55%/ 15 deputados.
  • To Potami: 4,09%/ 11 deputados.
  • Gregos Independentes: 3,69%/ 10 deputados.
  • União dos Centristas: 3,43%/ 9 deputados.
  • 6 outros partidos: 5,94%/ 0 deputados.

Lá como cá a realidade é mesmo uma «chata» e a maioria das sondagens uma enorme manipulação...

ocastendo.blogs.sapo.pt

Aumentar salários, por o país a produzir para trazer de volta os portugu...





















VÍDEO



VÍDEO - PARECE IMPOSSÍVEL MAS NINGUÉM SE ALEIJOU COM GRAVIDADE




VÍDEO

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Abóboras na administração interna

A MINISTRA DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA SOUBE-SE AGORA QUE A SUA DIFICULDADE EM FALAR E RACIOCINAR DEVEU-SE A TER ENGOLIDO UMA LARANJA INTEIRA DA QUAL AINDA NÃO CONSEGUIU FAZER A TOTAL DIGESTÃO A PENSAR QUE PODE PERDER O TACHO EM BREVE.
ASSIM FICA EXPLICADO TUDO O QUE ELA ENQUANTO ANDOU A ENCHER OS BOLSOS NÃO CONSEGUIU DIZER AOS PORTUGUESES.

VEJA VÍDEO - Marinho e Pinto vai fazer queixa de programa da TVI Sátira de Ricardo Araújo Pereira a líder do PDR.












O presidente do Partido Democrático Republicano (PDR) anunciou esta terça-feira que vai fazer uma participação à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre o programa de Ricardo Araújo Pereira na TVI. "Queria começar esta declaração por manifestar-me absolutamente chocado e pessoalmente transtornado pelas imagens que vi ontem [segunda-feira] na TVI no final do Jornal das 8. 

Eu sou o presidente do Partido Democrático Republicano, eu sou candidato por Coimbra à Assembleia da República e o que vi no final desse espaço informativo foi uma pessoa desconhecida a urinar na minha imagem, a urinar numa fotografia minha", afirmou Marinho e Pinto, no final de uma visita à feira de Leiria. Dizendo ser das pessoas que "mais se bateu, bate e baterá em Portugal pela liberdade de expressão", considerou, todavia, que esta deve ter "limites". 


Ricardo Araújo Pereira satiriza Marinho e Pinto "Não vale tudo em matéria política, não vale tudo em matéria de humor, não vale tudo, sobretudo, quando se ofendem tão desnecessariamente e tão cobardemente outras pessoas, outras instituições e a própria política portuguesa", declarou, adiantando que vai participar esta situação à CNE e à ERC. Marinho Pinto rejeitou, contudo, a possibilidade de dar "ao autor dessa infâmia o privilégio de ser réu ou arguido nos tribunais portugueses, porque, infelizmente, a generalidade dos tribunais portugueses não está à altura da responsabilidade que a Constituição lhes comete". Vídeo já se tornou viral nas redes sociais Ricardo Araújo Pereira satirizou Marinho e Pinto no programa da TVI Isso é tudo muito bonito, mas, que agora apresenta com os humoristas Miguel Góis e José Diogo Quintela. 


O vídeo tornou-se viral nas redes sociais. "Os partidos são penicos e o voto é xixi, urinar é um direito e um dever cívico. Durante 48 anos o direito de urinar foi-nos sonegado com um grave prejuízo para os nossos rins e agora que conquistámos o direito de urinar não podemos fazer retenção", ironizou Ricardo Araújo Pereira depois de o líder do PDR ter usado a expressão "mijem fora do penico" para incentivar os jovens a não votar nos cinco partidos com assento parlamentar.



VÍDEO





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