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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"ÚTIL É NÃO NOS DEIXARMOS ENGANAR PELA ENÉSIMA VEZ" POR JOANA MANUEL QUARTA-FEIRA, 30 DE SETEMBRO DE 2015


No meio cultural e artístico há uma esperançazinha transversal de que, mesmo que não ganhe a alternativa mas apenas a alternância, ou seja, se tivermos um governo PS depois das eleições legislativas do próximo domingo, regresse no meio do nevoeiro essa saudosa entidade que levava por nome “Ministério da Cultura”. 

Como todos sabemos, a Cultura foi um dos primeiros sectores a ver os seus ramos serem podados às cegas, numa lógica perfeitamente antidemocrática que se pode resumir numa citação directa do anterior secretário de Estado, Francisco José Viegas — o qual teve a sensatez de ficar doente a meio da legislatura e assim retirar com pés de lã o seu nome e o seu rosto das políticas inenarráveis que têm sido aplicadas nos últimos anos. E dizia o anterior secretário de Estado em reunião com uma estrutura artística no início da legislatura que agora termina: “mas que parte de 'não há dinheiro' é que não entendem?”.

Continuamos, na CDU, a responder a essa pergunta. Que parte de “não há dinheiro” é que não entendemos?

A parte BPN. A parte Velho Novo Banco. 

A parte financiamento de turmas do ensino particular mesmo quando há oferta da escola pública na proximidade dos colégios, que é como quem diz, desvie-se as verbas do ensino público para o privado, todos pagamos, alguns aproveitam. 

A parte só para o Banif foram 3 milhões de euros por dia enquanto se quadruplicava o preço das taxas moderadoras. A parte pagamos em juros de uma dívida obscura praticamente o mesmo que gastamos no Serviço Nacional de Saúde. A parte a facturação dos hospitais privados mais do que duplicou na última década, notícia de ontem. 

A parte a TAP pode ser oferecida e nós a vermos. 

A parte a EDP pode ser privatizada ao mesmo tempo que as pessoas passam a pagar 23% de IVA sobre o seu direito básico a ter electricidade em casa. A parte lucros da EDP aumentam 4% em 2014, para 1040 milhões de euros. 

Que parte de “não há dinheiro” é que não entendemos? Todas estas partes. Ou melhor, entendemos: são mentiras. Não são “inverdades”, não são opiniões. São mentiras.

Na última edição do Expresso, Nicolau Santos escreveu este pedaço de prosa delicioso: “Por cá, alguém que não conhecesse o país suporia que foi o PS que esteve no Governo nos últimos quatro anos. Da direita à esquerda só se discute o PS, o programa do PS, as promessas do PS, os cortes na segurança social do PS, o acordo da troika que o PS assinou, o plano secreto que o PS tem para se aliar à CDU e ao BE para não deixar o centro-direita governar. A coligação Portugal à Frente acusa o PS de criar instabilidade e insegurança, a CDU e o BE acusam o PS de subscrever as políticas da direita.”

Mas meu caro Nicolau Santos, a CDU não só acusa, a CDU fundamenta a acusação. 

Este caminho foi efectivamente aberto pelo PS — sim, já sabemos, se os tivéssemos deixado fazer o PEC27 havíamos de ter evitado a vinda da troika —, este caminho foi aberto pelo PS com os cortes nos salários e na função pública, na saúde, na educação, nos apoios sociais, com a precarização e a desvalorização do trabalho, as privatizações, e por aí fora e por aí fora e por aí fora. 

E também na Cultura. Gabriela Canavilhas — ministra — cortou um quarto do financiamento no apoio às artes ao mesmo tempo que dizia que a verba enterrada no Novo Museu dos Coches não lhe dizia respeito. Ora se um ministro não tem peso dentro de um governo para reclamar o que está na sua área de acção, então bem pode ser apenas um secretário.

E é por isto que fugindo à tendência do sebastianismo institucional, o regresso da instituição “Ministério da Cultura” é coisa que nos alegra, com certeza que nos alegra. Mas moderadamente. Por vários motivos.

Porque tínhamos Ministério da Cultura quando começou a senda do cortar, como quem amputa membros saudáveis mas diz que é pelo bem do paciente. 

Porque temos Ministério das Finanças, e o resultado é aquele que tão bem conhecemos.

Porque temos Ministério da Educação, com um ministro que sabe bem que 1+1=2 e por isso não é por incompetência que corta no Ensino Público para investir no Ensino Privado; que esvazia a escola pública como instrumento para ultrapassar desigualdades, como terreno de formação, experimentação e aprendizagem para a liberdade e a cidadania, e a transforma num centro de burocracia e de instilação da cultura do exame nacional — como se uma criança quebrada na quarta classe viesse mais tarde a ser um membro mais válido da sociedade só pelo facto de saber inglês suficiente para passar num exame. 

Porque temos um ministério que já foi do Trabalho e que, agora que não há emprego senão uma fraca imitação precária, se chama “do Emprego”. Aliás, este tem, de entre todos, a minha designação preferida: Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. E o resultado é a mascarada dos números do desemprego, o resultado é mais de um quarto dos portugueses no limiar da pobreza, o resultado são os reformados mais pobres da Europa e os jovens mais precários da história da nossa democracia.

Porque temos um Ministério da Agricultura e do Mar que liberaliza a plantação de eucaliptos e reza por chuva. 

E falando em rezar, porque temos um vice irrevogável que em campanha vai visitar os estaleiros de Viana — que são um dos maiores símbolos da política de saque a que temos estado submetidos — e faz uma prece a Santa Luzia para que ilumine os trabalhadores e os leve a votar na PAF, no PSD/CDS. Cito Pacheco Pereira esta semana no Público: “Portas visitou-os com os patrões ao lado e grande cópia de jornalistas e câmaras, com o habitual chapéu de função, desta vez um capacete, batendo com os pés no chão de metal, como se fosse um general dum exército de ocupação. Mas quem é que quer saber?” 

Nós, na CDU, queremos saber. Este mesmo Portas que num debate televisivo chamou “imposto” à inflacção, denunciando o que um imposto é para si e para os seus companheiros de ideologia: uma forma de saque aos cidadãos, em vez de um mecanismo de distribuição de riqueza, de fortalecimento do Estado como instituição que serve as populações e lhes garante direitos e serviços inalienáveis em democracia. 

Ideologia. Por muito que tentem convencer-nos do contrário, é ideologia. Do primeiro corte à última reza a Santa Luzia.

E é por isso que dizemos, aos decididos e aos indecisos: útil é não nos deixarmos enganar mais uma vez. Útil é não nos deixarmos enganar pela enésima vez. Útil é votar na Coligação Democrática Unitária. Votar útil é votar CDU.

Em 1932, com 75 anos, uma quase cega Clara Zetkin discursou na abertura da primeira sessão do parlamento alemão depois da vitória eleitoral do Partido Nazi. Subiu à tribuna na sua qualidade de deputada mais velha do Reichstag, sob pateada geral, e disse-nos, também a nós, os de hoje, entre tanto mais, o seguinte:

“Para o governo, os que precisam de ajuda social e os que a ela têm direito são os grandes agrários endividados, os industriais falidos, os tubarões da finança, os armadores, os especuladores e os traficantes sem escrúpulos. Toda a sua política fiscal, aduaneira e comercial consiste em tirar às largas camadas do povo trabalhador para dar a pequenos grupos de favorecidos e agravar a crise, restringindo ainda mais o consumo, as importações e as exportações.

(...)
Não é o Estado que detém a economia, é a economia que detém o Estado.
(...)

Esta decadência deve-se, inteiramente, à social-democracia reformista, que se coloca, em teoria e na prática, no terreno podre da ordem social vigente. A política do governo Papen-Schleicher não é mais do que a continuação aberta da política do governo Brüning, tolerada pelos sociais-democratas, precedida ela própria pela política de coligação da social-democracia que lhe tinha aberto a via.”

A “terceira via”, atrevo-me a acrescentar. Em 1932.

Deixa-nos um pouco tontos, esta sensação de que estamos sempre a voltar ao princípio, sempre em círculos, num movimento vicioso. E estes círculos são traiçoeiros, é verdade, alimentam-se de si mesmos, é verdade, mas podem ser quebrados. Como qualquer ciclo vicioso, podem ser quebrados. Devem ser quebrados. E este é o momento para os quebrar. Este é o momento para romper. Romper com a alternância, romper com a resignação. E recomeçar a construir. Com a CDU. Para uma verdadeira alternativa, para encontrarmos soluções para um Portugal com futuro, mas primeiro que tudo para o Presente do nosso país. Para o nosso Presente. 

Viva a CDU! 

*Autora Convidada
Joana Manuel, actriz, candidata da CDU pelo Circulo Eleitoral de Lisboa
Intervenção proferida no Jantar-Comício realizado na Voz do Operário, 29 de Setembro

Foi um PaF que lhes deram em Portugal

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Num país cuja saída da crise económica em que se meteu desde que Cavaco optou por usar os fundos comunitários para criar uma burguesia cavaquista inútil, preguiçosa e desonesta a única saída está em romper com um modelo económico e social que gera miséria para exportar baixos salários. Para isso a aposta na qualificação e fundamental, mas este governo optou por sugerir aos jovens quadros que partissem, por cá deveriam ficar apenas os Relvas, gente sem qualificações ou com cursos da treta. Foi um Paf! que deram nos nossos melhores quadros.
  
Apesar de todos os sacrifícios impostos aos grupos profissionais odiados pelo traste as contas públicas têm armários cheios de esqueletos, como sucede com o empolamento das receitas fiscais à custa de retenções abusivas de reembolsos de IVA u do IRS, tudo para criar a falsa ilusão do reembolso da sobretaxa, para enganar a troika com falsos sucessos para ludibriar os portugueses. Agora soube-se que martelaram os prejuízos da Parvalorem, foi um Paf! que deram no défice de 2012.
  
Tanto cortaram na saúde, tanto eliminaram camas dos hospitais, tanto promoveram a emigração de enfermeiros e médicos, tanto estimularam os lucros da saúde privada, tanto penalizaram a qualidade nas urgências que acabaram por serem responsáveis pela morte ao abandono de vários doentes. Foi um Paf! que deram na vida dos utentes do Serviço Nacional de Saúde.
  
Tato cortaram nos apoios sociais, tanto cortaram nas comparticipações os medicamentos, tantos foram os idosos excluídos nos apoio à aquisição de medicamentos, tantos foram os cortes nas pesões, que muitos idosos e doentes deixaram de tomar a medicação, vão aos hospitais, voltam para casa com as receitas mas optam por se tratar com copos de água na torneira, praticando homeopatia caseira. Foi um Paf! que deram na saúde dos hospitais.

Prometeram acabar com a impunidade, como se ode ver agora com o escondido Marco António, dera benesses a todos os grupos corporativos da justiça, até prometeram uma praia na Messejana exclusiva ara magistrados, mas no fim apenas fizeram uma reforma incompetente dos tribunais, puseram o sistema informático de pantanas e na hora de assumirem as culpas foram cobardes e tentaram sacrificar dois funcionários, Foi um Paf! que deram na justiça.

O país está muito pior do que estava, produz menos riqueza, perdeu quadros e muitos milhões investidos na sua formação, tem menos empresas, tem menos empregos, tem menos professores universitários, tem menos médicos, enfermeiros, engenheiros ou arquitectos, tem menos qualidade nas urgêcias hospitalares em menos camas nas enfermarias. Tem mais dívida, tem mais desemprego, tem um sistema financeiro falido, tem mais degraça. Foi um Paf! que deram em Portugal!




jumento.blogspot.pt

DO DESPUDOR


Ministério da Saúde promete médicos de família para 450 mil pessoas nas próximas semanas


Ministério da Saúde aumenta salários a 11 mil enfermeiros


De acordo com os manuais da governança política, em período pré-eleitoral e apesar de um "que se lixem as eleições" proclamado pelo Primeiro-ministro existem procedimentos incontornáveis.
Em véspera de eleições multiplicam-se promessas, “resolvem-se” alguns problemas e desempata-se o que se empatou durante quase quatro anos. Alguns destes problemas com consequências sérias na qualidade de vida dos cidadãos como é o caso da saúde.
Não há governante ou candidato a governante que não estude a cartilha
Depois do anúncio recente sobre passagem na zona de Lisboa, de apenas 2 clínicas convencionadas com o SNS que realizavam colonoscopias motivando atrasos imensos e filas constituídas de madrugada, se passa de imediato para 37., tivemos mais dois anúncios sobre medidas imediatas, o aumento dos vencimentos dos enfermeiros e o aumento do número de médicos de família. Em tão pouco tempo, é obra e, provavelmente, até ao fim da campanha teremos mais alguma “generosidade".
É assim. Aproximam-se as eleições e o financiamento surge, é milagre senhores.
Nada de novo, só variam os actores os procedimentos são os mesmos.
Assim se escreve o manual do despudor.


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Fãs de “Mad Max” constroem seu próprio mundo pós-apocalíptico no meio do deserto

A franquia "Mad Max" tem uma base de fãs hardcore das mais fieis da cena cinematofráfica, já que o filme original foi lançado em 1979. A segunda e terceira sequências saíram em 1981 e 1985, respectivamente. Foram necessários mais de 30 anos para a quarta, "Mad Max: Estrada da Fúria", chegar aos cinemas. Ela estreou em maio de 2015 e recebeu aclamação quase unânime por parte da crítica, sendo descrita pela revista Forbes como "uma obra-prima do cinema de ação".


Fãs de “Mad Max” constroem seu próprio mundo pós-apocalíptico no meio do deserto
Por todo este sucesso o filme deu uma sacudida no pó da franquia e provocou uma nova geração de super-fãs de "Mad Max". Centenas deles se uniram recentemente para um evento anual de quatro dias chamado Wasteland Weekend. Realizado no deserto de Mojave da Califórnia, o fim de semana deu aos fãs a chance de celebrar o cinema e até mesmo construir seu próprio mundo pós-apocalíptico.


Wasteland Weekend começou em 2010 e a cada ano fica maior desde então.
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O fã de "Mad Max" Byron Priore monta um cavalo motorizado através do acampamento.
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Há atividades durante todo o dia e noite, incluindo jogos de caça e recompensa, música ao vivo, passeios de carro, competições de tiro com arco e jogos de cartas no cassino temporário.
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As sociedades pós-apocalípticos estão se tornando cada vez mais populares no mundo do entretenimento. Aqui, dois entusiastas de "Mad Max" estão amarrados à frente de um carro e conduzidos ao redor do acampamento.
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O objetivo do Wasteland Weekend é viver dentro dos filmes "Mad Max". Todos os participantes são obrigados a vestir trajes pós-apocalíptico durante todo o evento. Este é Jake McKinnon vestido como "Pez, irmão de Wez".
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O evento engloba outros filmes e jogos de vídeo dentro do gênero pós-apocalíptico, mas seu coração repousa em "Mad Max". Aqui, alguns fãs luta, em um Thunderdome que foi erguido apenas para o fim de semana.
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No site do evento, o co-fundador e diretor do evento Jared Butler diz que ele e sua equipe estavam preparando o evento deste ano, já que a produção de "Mad Max: Estrada da Fúria" começou em 2009.
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Jared fala muito do co-criador de "Mad Max" George Miller na descrição do evento. - "Ele estabeleceu o padrão no gênero há 30 anos. Agora, ele veio com uma visão totalmente nova que irá definir o padrão para os próximos 30 anos", acredita Jared.
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O planejamento para o evento deste ano incluiu a incorporação de elementos e estruturas do novo filme na configuração existente.
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O evento é sempre um processo colaborativo. Não é apenas o que já está lá quando os participantes chegam, mas também o que todos eles levam para o evento.
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Os fãs às vezes passam muitos meses por ano entre o Wasteland Weekend trabalhando em seus carros, trajes, e tralhas de campismo, muitas vezes em grupos que participarão do evento.
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- "A quantidade de habilidade e criatividade lá fora, quando se trata de reaproveitamento de objetos descartados e enferrujado de metal é simplesmente incrível", diz Adam Chilson, diretor de arte do Wasteland Weekend.
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Wasteland Weekend 2015 viu mais de 100 carros e motos diferentes, concebidos no estilo "Mad Max". Todos foram construídas pelos fãs.
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As pessoas vem de todos os cantos para participarem do evento.
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A multidão varia de construtores de automóveis a cosplayers como Desirae Hep, que contribui para um ambiente intimidativo como "Immortan Joe".
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- "Não há nada como a sensação de andar em um carro que você trabalhou durante todo o ano para construir e vendo 50 ou mais carros "Mad Max" rodando ao lado do seu no deserto escancarada, sem civilização à vista", diz Adam no site do Wasteland Weekend.
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Eles se mantêm seguros, dirigindo a velocidades razoáveis. Ainda assim, quando todos os motores rugem e a torcida é grande, não é difícil para todos imaginarem que são uma parte do filme.
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Os coordenadores do evento Wasteland Weekend não querem que ele tome proporções desproporcionadas rápido demais. Manter o caráter do fim de semana é importante para eles.
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Veteranos que vieram para o evento desde o início compõem a maioria dos participantes. Eles ensinam os novos fãs como fazer para manter o bom nível em Wasteland.
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- "Nós temos as mais bonitas, mais acolhedoras e loucas pessoas que você já conheceu em um evento", diz Jared.
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Zanzibar - A ilha das especiarias (inclúi vídeo)

É uma das ilhas mais paradisíacas do planeta, com praias que fazem capa de qualquer revista e temperatura da água a conjugar-se na perfeição com a do corpo. Mas não pode ser só isso. Ir a Zanzibar é também descobrir um passado de glória.
Foram muitas as culturas que passaram por esta ilha de especiarias e de escravos, a meio caminho entre África e a Ásia, na rota de corsários, comerciantes e conquistadores. Assírios, sumérios, egípcios, fenícios, indianos, chineses, persas, portugueses, omanitas, holandeses e ingleses quiseram, ao longo dos séculos, tomar conta de Zanzibar. Conseguiram-no, mas sempre a prazo.
Hoje, o arquipélago formado pelas ilhas de Zanzibar (Unguja, no original) e Pemba é uma região semiautónoma da Tanzânia, mas o desejo independentista não morreu no coração dos seus habitantes. Principalmente dos mais antigos. Falam-nos do sonho de voltarem a ter um país só seu, como aconteceu até 1964, quando a Tanzânia anexou o arquipélago. Falam-nos das riquezas da ilha. Das actuais e das de antigamente. Hoje, a praia e os resorts chamam visitantes de todo o mundo, tal como as especiarias e os escravos serviram de chamariz noutros tempos. E quando se está a chegar a Stone Town, a capital, percebe-se melhor esta ligação eterna entre mar e história. É na cidade que tudo se passa. O mercado de Darajani é um local a que não se pode fugir, mas atenção: a área dedicada a peixe e carne não é aconselhável a visitantes mais sensíveis. Já na fruta e nas especiarias, os momentos podem ficar devidamente recordados a cores, nas fotografias, e pelo cheiro, na mente. Do outro lado da estrada fica a principal estação rodoviária, a Dala-dala, outro ponto de encontro, cujo nome vem da denominação das carrinhas que todos os dias transportam os habitantes pela ilha.





















A cidade foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade em 2000. Uma visita ao Forte Árabe e à Casa das Maravilhas confirma-o, apesar de apenas cerca de 15% dos edifícios de Stone Town estarem em boas condições para visitas. Os restantes estão em ruína ou degradados. O forte foi construído em 1780 pelos árabes que vieram de Omã, pensado como ponto de defesa para os ataques oriundos do continente, mas já serviu também de prisão e de quartel. Dentro das suas muralhas existem ainda vestígios de uma antiga igreja portuguesa. Esta fortificação é o espaço escolhido todos os anos para o Festival de Música de Zanzibar, um dos maiores eventos de música étnica à escala mundial – o Sauti za Busara (Sons da Sabedoria, numa tradução livre) decorre em Fevereiro e junta artistas africanos das mais variadas proveniências, numa demonstração de vitalidade cultural.
A viagem pela história de Zanzibar continua mesmo ali ao lado, na Casa das Maravilhas, Beit-el-Ajaib, mandada construir pelo sultão Bargash em 1883. Ganhou o nome por ter sido a primeira casa do arquipélago a usufruir de iluminação eléctrica e o primeiro edifício da África Oriental a possuir um elevador eléctrico. É a maior construção da ilha, por isso não é difícil de encontrar. A torre do relógio, virada para o mar, e a enorme varanda em estilo colonial são outras das suas imagens de marca. Vagueando pelo centro é fácil entender o passado de entreposto da ilha. Aqui todos podemos ser mercadores e regatear até à exaustão em busca de recordações que passam pelos tecidos, pelas especiarias, pelas pinturas, por chás ou ímanes de frigorífico. Há de tudo. Até boas surpresas, como a de uma casa que passa despercebida, restaurante à primeira vista e local de culto para muitos melómanos de todo o mundo. Na Rua Kenyatta nasceu, a 5 de Setembro de 1946, Farouk Bulsara, filho de pais de origem indiana imigrantes em Zanzibar. Farouk viveu aqui até aos 9 anos, altura em que se mudou para a Índia. Foi estudar e nunca mais voltou. Chegou a Londres nos anos 1970 e formou uma banda que viria a deixar marcas na música contemporânea. Por esses anos, Farouk já respondia por outro nome: Freddie Mercury. A casa não é um local glamoroso, como poderia pretender o vocalista dos Queen, mas faz parte da história da música e é mais um dos muitos pontos de interesse de uma cidade peculiar onde 51 mesquitas, duas igrejas católicas e seis templos hindus coexistem de forma pacífica. E onde se encontra sempre algum tempo livre para um banho persa nos tradicionais hammams.O ponto de – indiscutível – interesse que leva mais gente a voar até Zanzibar é a praia. Fica difícil passar para palavras a visão de sonho que se tem no primeiro encontro com a costa do Índico. A maré baixa permite andar centenas de metros mar adentro até haver profundidade suficiente para um mergulho como mandam as regras. Até que se chegue a esse ponto, há uma longa caminhada entre corais e vegetação subaquática, rochas e areia branca como farinha. A água, essa, é quente. Suficientemente quente para não se sentir diferença. Os barcos tradicionais de madeira, com velas triangulares, passam junto à costa em busca dos melhores locais para a faina.Dá-se um e outro mergulho, umas braçadas contra a corrente e fica-se a ver o céu azul e, em terra, as palmeiras que balançam. É um daqueles momentos em que não apetece estar noutro local senão na praia Bwejuu, já considerada uma das trinta melhores do mundo. O apelo do mergulho e do snorkeling em Zanzibar é uma realidade. Este é um dos melhores destinos mundiais para quem não passa sem o fundo do mar. Há peixes de todas as cores à mistura com corais de dimensões espantosas. O barco de apoio é todo em madeira e os conselhos dos instrutores são seguidos à risca. Não tocar, não pisar, não trazer nada para o barco. É como se estivéssemos num museu, mas cheio de vida. Ao fim do dia, a temperatura ainda é alta, a rondar facilmente os trinta graus. O Sol baixa a uma velocidade impressionante, formando a tal bola de fogo alaranjada de que se fala quando se pensa em África. Mas Zanzibar é muito mais do que África, é um ponto de encontro do mundo.


VÍDEO





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VÍDEO - CELTIC WOMEN - YOU RAISE ME UP



















grupo Celtic Women  realmente tomou o mundo como tempestade desde seu lançamento, em 2004. Mas quando você ouve as suas vozes angelicais, facilmente entende por que elas conseguiram vender mais de 8 milhões de seus álbuns e DVDs de suas performances ao longo dos anos. Com uma missão simples de cantar música bonita, inspiradora e edificante, essas mulheres só aumentam a sua base de fãs. A formação de jovens irlandesas mudou ao longo dos anos desde que o grupo começou, mas o seu belo canto manteve-se sempre o mesmo.

A canção "You Raise Me Up" pode soar como um hino antigo, mas foi realmente composta no início de 2000 por Rolf Løvland, do Secret Garden, com letra de Brendan Graham. Curiosamente a canção foi composta originalmente para ser instrumental, mas depois de ler um livro do romancistairlandês Brendan, Rolf pediu para ele escrever a letra.

A música se tornou popular, mas não se converteu no grande sucesso que é hoje até que Josh Groban gravasse uma versão que estourou nas paradas.

Com fogos de artifício em expansão, vocais crescentes, e o belo cenário proporcionado pelo castelo roxo iluminado, este vídeo realmente vale a pena ser assistido e compartilhado mais de uma vez!

VÍDEO

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"O PEDRO E PIVETES POLÍTICOS"


A resposta acobardada dos sondageiros



Os sondageiros trafulhas decidiram alterar o gráfico das suas "sondagens". Anteontem o gráfico fazia aparecer mais 11,9% de portugueses:



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Agora autonomizaram os indecisos e fizeram aparecer os votos em branco e nulos.



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Até acrescentaram uma nota informando que a "TSF faz hoje um acerto na forma como tem representado graficamente este estudo da Intercampus para TVI/Público/TSF. Passamos a apresentar o número de inquiridos que declara votar Branco/Nulo, e separamos do gráfico principal a evolução do número de indecisos". A ideia é insinuar que quem tinha lido o gráfico teria sido induzido em erro porque duplicava os indecisos, mas como isso voltava a dar um desvio optaram poor informar que esse desvio corresponde às projecções para os votos brancos e nulos. Só não explicaram o porquê desta mudança pois os nossos trafulhas é gente que não erra, nem mente, o mais longe que vai é na mudança dos critérios de apresentação, nem explicaram, nem pediram desculpa porque os infalíveis nunca falham.

Agora temos um fenómeno novo que os sondageiros se esqueceram de analisar, o mais espectaclar nesta "sondagem" não está nem nos votos do PAF nem no milagre do BE, está no facto de os bancos e nulos que em 2011 foram de 4,09% aparecerem nesta "sondagem" com 9,4%, o que é quase um recorde digno do Guiness. em 1985 esta percentagem foi de 3,44%, em 1987 foi de 2,18%, em 1991 foi de 1,94%, em 1995 foi de 1,92%, em 1999 foi de 2%, em 2002 foi de 1,97%, em 2005 foi de 2,94%, em 2009 foi de 3,09% e em 2011 foi de 4,08%. Estes sondageiros esperam que os brancos e nulos aumentem para mais do dobro, isto com pequenos partidos para todos os gostos, sem haver anteconhecimento de situações de boicote e sem ninguém apelar ao voto em branco ou nulo. Sejamos honestos!

Temos, portanto, uma sondagem a que só responderam 54,8% dos inquiridos (num universo de 1008 entrevistas), dos que responderam 21,4% dizem-se indecisos e 9,4% votam branco ou nulos e em cima disto o intervalo de confiança é de 95% com uma margem de erro de 3,1%!. Enfim, mais um pouco e teria bastado fazerem entrevistas na sede dos sondageiros e aposto que mais 1%, menos 1% no PAF e os resultados seriam os mesmos.

Em ternos de análise estatística este trabalho não tem um mínimo de fiabilidade, a sua honestidade é duvidosa e a sua qualidade técnica é uma pouca de merda! Uma empresa honesta mandaria ara o lixo uma sondagem com estes resultados e principalmente com quase 10% de brancos e nulos, nenhum órgão de comunicação social credível publicaria esses resultados em nome do respeito pelos cidadãos que os ouvem.

O desvio martelados nos brancos e nulos, mais os indecisos dá ara martelar a sondagem e conseguir qualquer resultado! Se nos meus tempos de estudante tivesse feito um trabalho destes na cadeira de Estatística nunca teria conseguido acabar o curso de Economia e ainda teriua acabado por ser colega do Miguel Relvas na Independente.

Aditamento:

O facto de uma sondagem prever os votos nulos é, no mínimo, divertido. Podemos imaginar o entrevistado a dizer que vai votar mas por engano em vez de uma cruz vai inscrever uma bolinha no boletim de voto!



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O artista chinês chamado Hua Tunan, possui trabalhos magníficos, que alguns o definem como “explosivo”.



O artista chinês chamado Hua Tunan, possui trabalhos magníficos, que alguns o definem como “explosivo”. Sua conta no Instagram possui mais de 44 mil seguidores.

Suas obras dão sensação de movimento, ele utiliza cores vibrantes ou não, ele faz com que suas pinturas dessem a sensação de sair do quadro.

Ele tem a característica de misturar a pintura tradicional com o grafite no estilo ocidental, fazendo com que sua arte seja única. Ele vai pintando suas artes no muro, e com o tempo vemos o seu belíssimo trabalho.


















Para entender mais sobre o artista, veja o vídeo abaixo.



www.curiosidadesdomundo.info