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sábado, 12 de setembro de 2015

NO MEIO DA FESTA


XIX BIENAL





Este ano a Bienal da Festa do Avante! Realizou a sua décima nona edição. Da primeira, realizada no Jamor, a esta na Atalaia, a Bienal tem variado no tipo de participação na base de um formato que, no essencial, se tem mantido com participação aberta e artistas convidados. A diferença entre a primeira e a XIX, está na selecção por júri dos participantes. Uma inovação que, salvo erro, foi introduzida na terceira Bienal. Com o decorrer do tempo uma nova secção passou a integrar as bienais, a de atribuir um dos seus espaços a uma disciplina específica das artes. A primeira foi preenchida por jovens escultores da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, a deste ano pela Arte Urbana.
A grande diferença entre a Bienal da Festa do Avante! e as bienais de artes que se realizam por todo o mundo é a da Festa do Avante! se excluir da órbita do capitalismo cultural, em que as bienais, feiras de arte e variantes se inscrevem, que é dominado pelos museus, galerias, onde as cotações das obras de arte e dos artistas são determinadas, posteriormente afinadas nos leilões. Revistas de arte de referência, a maior parte propriedade desses agentes do mercado, fazem anualmente listas dos quinhentos artistas mais cotados e das cem pessosa mais influentes no mundo das artes. Refira-se que nos últimos anos alguns portugueses têm figurado nessas listas. Na primeira lá se encontra Joana Vasconcelos, na segunda já lá esteve o comendador Berardo, o que diz muito e quase dispensa comentários. Esse sistema, em tudo semelhante ao sistema bancário, colocou o mercado das artes num nicho do mercado de artigos de luxo. Os espaços dos museus e galerias são espaços com uma aura de sacralidade onde as obras se tornam intemporais. Uma aura que O’Doherthy, artista e teórico, comparou ao das igrejas medievais e que vale dinheiro. A Bienal da Festa do Avante! tem tudo o que as outras bienais têm, menos o ser um espaço com essas características. Vai ao encontro das pessoas, muitas delas, provavelmente a maioria, não são ou não eram frequentadores habituais de galerias. Isso altera não as obras de arte, mas a visão das obras de arte. A mesma obra de arte que já esteve exposta numa galeria é outra obra de arte quando é exposta na Bienal da Festa do Avante!
A surpresa que constituiu a realização da I Bienal diluiu-se com o tempo. Nos dias de hoje os visitantes da Festa do Avante! sentiriam a sua ausência. Numa Festa que todos os anos não é sempre a mesma, que se renova e rejuvenesce sem fadiga, a Bienal deve corresponder a essa legítima expectativa, o que tem procurado fazer nas suas sucessivas edições. A próxima, a vigésima, tem a obrigação de ser um salto qualitativo, como é usual nos números redondos dos calendários.
Este ano a Bienal acolheu o que se designa universalmente por Arte Urbana. Aparentemente uma contradição porque a Festa do Avante! sempre foi uma grande e variada mostra de arte urbana na multiplicidade dos seus espaços, em que a imaginação se solta para os animar visualmente. Devem ser lembrados os grandes paineis, realizados por artistas, dos mais destacados no nosso panorama artístico, que iluminaram a Festa na Ajuda. Anos atrás, na Atalaia, quando se homenageou Malangatana, foi exposto um grande painel por ele pintado expressamente para a Festa do Avante! São ainda de recordar os paineis pintados por Rogério Ribeiro que, além de durante muitos anos deixar o seu risco sempre inovador em todo o recinto da Festa, os pintou com a genialidade que transparece em toda a sua obra.
Hoje a Arte Urbana entrou no léxico universal depois de muitos anos ser olhada de lado pelo sistema artístico. Artistas como o britânico Bansky ou o português Vhils têm obra espalhada pelo mundo. São solicitados para realizarem intervenções nas mais distantes cidades. São objecto de exposições em galerias e museus. Têm estilos que os fazem reconhecer rapidamente, com a facilidade com que reconhecemos Goya ou Vieira da Silva. Depois de muitos anos em que os grafitis, os precursores da Arte Urbana, serem considerados transgressores e perseguidos, os poderes instituidos perceberam que a Arte Urbana enriquecia cultural e artisticamente os seus espaços, as paredes degradadas das suas cidades. Começaram a usá-los para os ornamentarem e taparem feridas. Os artistas que praticam Arte Urbana ultrapassaram essa função ornamental, criando verdadeiras obras de arte.
Portugal sempre foi um espaço particular na ocupação das paredes degradadas. Há que lembrar os murais que invadiram o país no pós 25 de Abril em que, por vias muito diferentes, se distinguiram os murais do PCP e do MRPP, as forças mais activas e criativas. O PCP pela convocação de artistas seus militantes ou ideologicamente próximos que pintavam colectivamente os murais. O MRPP, na base de um trabalho prévio de desenho depois transposto para as paredes por grupos especializados. Na altura, essa actividade causou escandalo na Europa reaccionária que via nos murais um sinal da “anarquia” provocada pela Revolução de Abril. Outros tempos. Como outros tempos são os de hoje em que na mesma cidade, Lisboa, que se orgulha e exibe pelo mundo a sua galeria de Arte Urbana, se incentiva essa actividade e se prendem, identificam e humilham jovens da JCP que pintam murais com mensagens políticas. A Arte Urbana também é usada para domesticar as paredes.
A inclusão da Arte Urbana na Bienal da Festa do Avante! traduz o reconhecimento dessa realidade e as obras que foram produzidas em directo, antes e durante a Festa, são uma radiografia não só do que ela é mas do que ela está a ser. A diversidade das obras representa bem os novos caminhos que os artistas que se dedicam, com êxito, a essa nova categoria artística estão a explorar. De como se estão a libertar de um processo conceptual originariamente muito ligado à banda desenhada e à arte pop. Depois desta primeira intervenção é bastante provável, mesmo desejável, que a Arte Urbana adquira outra expressão no contexto geral da Festa.


pracadobocage.wordpress.com

LOGO SE VÊ ....LOGO SE VÊ !!!!!



MEMÓRIAS DO PASSADO REPETIDAS NO PRESENTE
Passos Coelho ao dizer que assinaria e contribuía pessoalmente (não como primeiro ministro) numa subscrição pública para arranjar dinheiro para que os LESADOS DO BES mostrou mais uma vez a ausência de vergonha na cara.
Desconhece o 1º ministro que todos os cidadãos têm direito a defesa nos tribunais pois é para isso que pagamos impostos.
A campanha eleitoral tem destas coisas, voltam as promessas, as aldrabices e até o bizarro acontece.
Há muitos anos aqui na minha aldeia (Santa Bárbara de Nexe) um outro vendedor de banha da cobra mais precisamente o Mário Soares fez aqui na aldeia um comício (como se chamava na altura) e é à saída do comício que um meu conterrâneo, figura castiça de nome Sebastião mais conhecido pelo LAPÂO ou LAPANITO pediu-lhe alguma ajuda para comprar uns sapatos ao que Soares respondeu....logo se vê. logo se vê !
Até hoje poderia esperar o Lapanito se infelizmente não tivesse já falecido.
Os lesados do BES uns por "gulosice" e na mira de grandes negócios e outros que perderam as suas poupanças por confiaram em gente dos bancos e na corja que até hoje nos domina bem podem esperar sentados para verem o que lhes foi roubado.
Com esta gente o melhor é deixar a carteira em casa mesmo que já não tenha mais que uns cobres para as sopas.
António Garrochinho

O VENDEDOR DE BANHA DA COBRA

O JUMENTO....





O VENDEDOR DE BANHA DA COBRA
(In Blog O Jumento, 11/09/2015)

Os debates podem não servir para nada, podem terminar empatados, podem não dar resposta aos grandes problemas, podem não esclarecer as dúvidas dos portugueses, podem não ter importância como se desdobraram em explicações muitos comentadores da direita no dia seguinte ao curto-circuito de Passos Coelho no Museu da Electricidade, mas fazem milagres. Quando foi questionado durante o debate sobre o desemprego e sobre a forma como criaria emprego Passos Coelho embatocou.

Mas os seus assessores não devem ter dormido e no dia seguinte já era um novo Passos Coelho, já não deixou a campanha eleitoral ao esganiçado do CDS. Bastou um dia para que Passos encontrasse a solução para o desemprego jovem, anunciou-a num comício, foi num jantar de lombo assado e só não sabemos se a inspiração veio do lombo ou do tinto. A verdade é que Passos sabe como resolver os problemas que ele próprio ajudou a criar e garante que "Sabemos muito bem como é que devemos atacar o desemprego no futuro, como é que devemos apostar na ciência e no conhecimento no futuro, como é que podemos ter uma economia ao mesmo tempo mais azul e mais verde, isto é, mais ligada ao mar e às tecnologias limpas".

Quando não havia maneira de ver os famosos sinais da retoma Durão Barroso, então primeiro-ministro e antes de desertar, também saia como resolver o problema. Organizou uma grande encenação em Óbidos, onde reuniu o Conselho de Ministros inteiramente dedicado à Ciência. Eram mais de 2000 milhões de euros que iam ser investidos e poucos dias depois ate anunciava medidas que iriam levar os quadros que tinham saído a regressar ao país.

O problema é que tal pai, tal filo, só se lembram de investir na ciência para enganar o país porque estão em dificuldades. O problema é que no caso de Passos Coelho a mentira é óbvia. Passos Coelho provocou um aumento brutal dos impostos sobre os rendimentos da classe média, ao mesmo tempo que cortava os vencimentos dos quadros do Estado. O objectivo era óbvio, promover a desvalorização fiscal dos nossos melhores quadros e cientistas e ao mesmo tempo empobrecer as universidades, os hospitais e os centros de excelência do Estado.

O modelo de desenvolvimento económico de Passos e Gaspar não passava pelo investimento na ciência e daí a desvalorização dos quadros ao ponto de os professores universitários terem sido equiparados financeiramente a serventes de pedreiros e os médicos a empregadas domésticas, com o objectivo de os empurrar para a emigração, como veio a ocorrer.

O modelo de Passos e Gaspar é um modelo assente na miséria, nos baixos salários e na ausência de direitos laborais, um modelo em empresas de mão-de-obra intensiva e com baixo perfil tecnológico. Por isso entregaram a pasta da Ciência ao cretino Crato e passaram a defender que o investimento na ciência era uma questão e ainda o ano passado Pires de Lima dizia opor-se "alimentar um modelo que permita à investigação e à ciência viverem no conforto de estar longe das empresas e da vida real", uma forma de justificar o desinvestimento do Estado na investigação. E acrescentava que "uma boa parte da investigação é financiada por dinheiros públicos e não chega à economia real. Não chega a transformar o conhecimento em resultados concretos que depois beneficiem a sociedade como um todo". E assim que eles pensavam e vão continuar a pensar.

Um dia saberemos se esta política de expulsão dos quadros foi resultado de uma opção ideológica ou uma consequência de uma vingança pessoal de gente que só arranjou emprego nas empresas do padrinho ou que tiram cursos fazendo cadeiras com requerimentos. Para não falar dos problemas psicológicos de Passos em relação a Sócrates que não se perece ser de amor, de ódio ou de inveja, a verdade é que tudo o que o seu antecessor escolheu como bandeiras Passos Coelho destruiu. Passos Coelho destruiu de forma sistemática, do ensino do inglês ao Magalhães, da aposta na ciência às renováveis, do investimento na formação profissional à modernização das escolas, tudo por uma mera questão de ódio pessoal, um ódio que chega a lembrar os extremistas que destruíram Palmira
.

Obama renova mais um ano o bloqueio a Cuba


O presidente dos EUA Barack Obama na sexta-feira renovou por mais um ano, a chamada Lei de Comércio com o inimigo , um estatuto de 1917 que suporta o bloqueio económico imposto a Cuba.
 Numa declaração à agência de notícias EFE, disse um alto funcionário do governo sob condição de anonimato que a extensão significa que Obama continua a manter sua autoridade e "flexibilidade" para relaxar o bloqueio a Cuba por decreto executivo.
Obama teve que decidir antes próxima segunda-feira, 14 de setembro  se prorrogava o embargo a Cuba sob a chamada Lei de Comércio with the Enemy, um estatuto de 1917 que o então presidente John Kennedy recorreu em 1962 para impor embargo económico à ilha que desde então tem sido renovado ano após ano pelos nove presidentes.
Cuba é actualmente o único país do mundo sancionada nos termos da lei, que autoriza o presidente dos EUA a impor e manter as restrições económicas consideradas aos estados hostis.
Em um memorando enviado hoje aos secretários de Estado e do Tesouro, Obama explicou que a sua decisão de prorrogar por mais um ano a lei até que o 14 de setembro de 2016, é "de interesse nacional" dos EUA
"Renovação" da Lei sobre Comércio com o Inimigo "O presidente maximiza a flexibilidade para gerenciar o embargo a Cuba e autorizar certas operações", disse o alto funcionário disse à EFE em um comunicado.
Acrescentou que a flexibilidade "é essencial" para "compromisso" da administração Obama para ajudar o povo cubano "a determinar livremente seu próprio futuro."
Por outro lado, Peter Boogaard, um porta-voz do Conselho de Segurança Nacional (NSC) na Casa Branca, disse à EFE que outra afirmação de que Obama "continua a acreditar que o Congresso deveria levantar o embargo a Cuba" e já tomou uma série de medidas para "normalizar as relações" com a ilha.
Boogaard explicou que, "até que o Congresso decida, o governo continuará a tomar medidas prudentes e responsáveis ​​para permitir que o comércio e as viagens" com Cuba dentro das "limitações" impostas pelo embargo.
LibreRed / Cubadebate

O MISTERIOSO DESAPARECIMENTO E MORTE DE ELISA LAM

Elisa Lam era uma jovem canadense que estudava na universidade de Vancouver. A estudante desejou viajar aos Estados Unidos a passeio. Sua trajetória passou por San Diego e Los Angeles, com o destino final na cidade de Santa Cruz, porém Elisa não chegou lá.
Elisa havia parado em Los Angeles e se hospedado no Hotel Cecil, onde simplesmente desapareceu, no dia 31 de Janeiro de 2013.
O tempo passou e a Polícia de Los Angeles não tinha nenhuma pista de Elisa, além de um misterioso, bizarro e intrigante vídeo, no qual Elisa age de maneira estranha, apertando vários botões do painel sem que o elevador suba, olhando para um lado e para o outro do corredor freneticamente, escondendo-se no canto do elevador, e fazendo gestos estranhos com as mãos, como se estivesse conversando com alguém:


Observe:
Enquanto a procura se procedia, hóspedes do Hotel Cecil começavam a reclamar ao gerente sobre a água que saía das torneiras e chuveiro ter agora uma cor e sabor desagradáveis.
Quando uma equipe foi verificar o reservatório de água por ordem do gerente, a pedido dos hóspedes do hotel encontraram numa das quatro caixas d'água o corpo da jovem Elisa Lam completamente nua, que havia se afogado misteriosamente e estado naquela caixa durante 19 dias.
A polícia de Los Angeles então fez todos os exames no corpo com o objetivo de descobrir se Elisa Lam estava alcoolizada, sob efeito químico ou qualquer coisa parecida. O resultado dos exames revelou que Elisa Lam não estava alcoolizada, nem sob efeito de drogas. A jovem estava em perfeita consciência.
A conclusão policial foi de que Elisa Lam simplesmente havia se afogado acidentalmente por ser bipolar.

Então, não aceitando a declaração da polícia, foram feitas diversas pesquisas, investigações e perguntas questionadoras desta conclusão que precisavam de resposta:

Que comportamento estranho era aquele? Por que a porta do elevador não fechou? Com quem Elisa falava, se falava com alguém?

Como Elisa chegou à caixa d'água, considerando que a porta no fim da escada que levava até o topo do prédio era trancada e possuía um alarme, para que ninguém tivesse acesso àquele lugar?

Se Elisa não estava alcoolizada ou drogada, então por que ela foi até o topo do prédio, tirou as roupas e caiu "acidentalmente" na caixa d'água? E sendo assim, quem fechou a porta da caixa após ela cair?

Os investigadores amadores não encontraram respostas para todas essas perguntas, mas encontraram informações importantes:

O Hotel Cecil é famoso por ter sido palco de suicídios e por ter hospedado serial killers, como o caso Dália Negra, um mistério sem explicação até hoje.

Outra informação importante deste caso é sua ligação misteriosa (dando até um clima profético espantoso) com o filme Água Negra, feito em 2005 (8 anos antes do acontecimento).
Dark Water (ou Água Negra) é um remake americano de 2005, do filme de terror japonês Honogurai mizu no soko kara de 2002, dirigido pelo cineasta brasileiro Walter Salles.
O filme pode não ter ligação alguma com o caso que ultrapasse os limites da coincidência, mas não deixa de ser um fato curioso e intrigante.
As ligações são as seguintes:

1. A personagem principal, interpretada por Jennifer Connelly, se chama Dália, transcrita pro inglês como Dahlia (isso lembra o caso citado anteriormente: Dália Negra).
2. Dália tem uma filha que se chama Ceci (lembrando o Hotel Cecil).
3. Dahlia se incomoda com uma água negra que escorre das paredes e torneiras. Ela vai então descobrir a fonte de toda essa aflição e encontra, no reservatório de água do hotel para onde se mudou com sua filha o corpo de uma estudante.
4. Precisando sair do prédio, Dahlia aperta os botões do elevador e este não funciona, assim como o vídeo dos últimos momentos de Elisa Lam.

As diversas questões, que vão além das citadas acima, nunca foram respondidas por completo. O misterioso caso de Elisa Lam ainda é estranho e intrigante, mas as pessoas não mais se propõem a investigar o mistério, pois afirmam que o Hotel Cecil é assombrado por causa dos crimes e suicídios que ali ocorreram.




terrorcurioso.blogspot.pt

VÍDEO - Ronaldo marca 5 golos em vitória do Real Madrid - Cristiano Ronaldo fez um hat-trick em apenas 20 minutos

Ronaldo marca 5 golos em vitória do Real Madrid




Português afasta seca com três golos em apenas 20 minutos.



Cristiano Ronaldo fez um hat-trick em apenas 20 minutos, este sábado, no jogo entre o Espanhol e o Real Madrid. Mas não se ficou por aqui. 

Além destes três golos, voltou a assaltar as redes de Pau Lopez por mais duas vezes: ao minuto 62 e 81 marcando, ao todo, cinco golos. Com esta excelente exibição, o internacional português coloca um ponto final na maior seca de golos que atravessou nos últimos cinco anos, uma vez que ainda não tinha marcado qualquer golo em jogos oficiais esta época. Os cinco golos que marcou este sábado diante do Espanhol fizeram de Ronaldo o melhor marcador da história dos merengues. 


O português passou a somar 231 golos na liga espanhola e ultrapassou as marcas de Raúl (228 golos) e Di Stéfano (227), também duas estrelas do Real Madrid. CR7 é agora o quarto melhor marcador da história do campeonato espanhol e apenas tem de ultrapassar Hugo Sánchez (234 golos), Telo Zarra (251) e Lionel Messi (286) em 317 jogos. Veja os 5 golos de Ronaldo contra o Espanhol O Real Madrid acabou por vencer a partida frente ao Espanhol por 0-6 e assim alcançar a liderança provisória da liga espanhola. 


O Celta de Vigo, que ocupava o primeiro lugar antes deste jogo dos merengues, joga no domingo, às 17h15, contra o Las Palmas. Cerca de uma hora após o final do jogo, o madeirense publicou uma foto nas redes sociais a festejar a vitória.



VÍDEO


video



http://www.cmjornal.xl.pt

CMTV

Líbano: Partido Comunista cria guerrilha para combater Estado Islâmico

aOpera
(Foto: RT)
por Pedro Marin | Revista Opera*

O histórico Partido Comunista do Líbano, fundado em 1924, decidiu participar da guerra aos grupos terroristas Estado Islâmico e Frente al-Nusra. Para isso, os comunistas formaram um grupo de guerrilha, atualmente operando nas cadeias montanhosas da fronteira com a Síria.
“Até agora não houveram batalhas diretas com o EI ou com a al-Nusra. Nós estamos aqui como um apoio por trás das linhas do exército libanês. É claro que existem alguns pequenos grupos de soldados que conseguem passar pelas montanhas, e estamos aqui para detê-los e achá-los”, disse um dos guerrilheiros em entrevista à RT.
    Para o jovem Wizzam, de 23 anos, o conhecimento é uma arma primordial. “A prioridade sempre é a educação e não estamos lutando apenas com nossa arma, mas também com nossa educação. Eu quero ver meu futuro como um técnico de computadores, não como um guerrilheiro. Eu não gosto de lutar, mas somos obrigados a fazê-lo para proteger nossos vilarejos e cidades”, disse o jovem, que vai ao campo de batalha depois de suas aulas na universidade.
    *com informações da RT

    revistaopera.com

    DOCUMENTO MAIS ANTIGO DA TORRE DO TOMBO

    Data de 882 e trata-se da Carta de Fundação da Igreja de Lardosa que teve origem no Mosteiro de São Pedro de Cete
    Documento mais antigo da Torre do Tombo é de Paredes
    Entre os documentos mais curiosos guardados no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) está um que se destaca para a região. O documento mais antigo, datado de 882, é a Carta de Fundação da Igreja de Lardosa, que teve origem na Ordem de São Bento e no Mosteiro de São Pedro de Cete, em Paredes.

    O documento é um dos que consta nas exposições virtuais e pode ser consultado através do arquivo digital disponibilizado pelo Arquivo Nacional em: http://antt.dglab.gov.pt/exposicoes-virtuais-2/doc/.

    É o documento "original latino mais antigo" conhecido
    Um artigo recentemente publicado no jornal Diário de Notícias dava conta que no Arquivo Nacional há cerca de cem quilómetros de documentos, sendo que muitos retratam os momentos mais marcantes da história do país e estão classificados como Património da Humanidade pela UNESCO.
     
    A Torre do Tombo encetou um processo de digitalização de documentos para que possam estar acessíveis através da internet.
    Entre os já disponibilizados online está o documento mais antigo guardado pelo Arquivo Nacional. Trata-se da Carta de Fundação da Igreja de Lardosa, que actualmente integrará o concelho de Penafiel. O documento é do Mosteiro de São Pedro de Cete, que integrava a Ordem de São Bento. Está escrito em latim e data de 27 de Junho de 882. "Contém a doacção de dinheiro para a fundação da Igreja de Lardosa, feita por Muzara e Zamora", refere o Arquivo. "É considerado o documento original latino mais antigo que se conhece em Portugal e que está guardado na Torre do Tombo", acrescenta a informação disponibilizada pela Torre do Tombo que pode ser consultada aqui: http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=1461566.
    O Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT) é um arquivo central do Estado que guarda documentos originais desde o séc. IX até à actualidade. Os seus objectivos passam pela promoção da salvaguarda, valorização, divulgação, acesso e fruição do património arquivístico e do património fotográfico, garantindo a gestão de acervos à sua guarda.


     www.verdadeiroolhar.pt

    Professora de Paredes já percorreu mais de 830 mil quilómetros de mota

    No mês passado percorreu 20 mil quilómetros e 19 países numa viagem até à Rússia
    Professora de Paredes já percorreu mais de 830 mil quilómetros de mota
    A vida de Gracinda Ramos é vivida em duas rodas. É assim que se desloca para trabalhar e para viajar há vários anos. Diz, no entanto, que não é apaixonada por motas, é apaixonada pela sensação de as conduzir. Nos últimos anos, o gosto pelas viagens levou esta professora de Artes a percorrer de mota 39 países. Na bagagem traz sempre muitas fotografias, desenhos e estórias para contar. Estórias essas que vai, em breve, colocar em livro.


    Sem procurar recordes, Gracinda Ramos já percorreu de mota mais de 830 mil quilómetros. Só neste mês de Agosto fez mais 20 mil quilómetros numa viagem que a levou de Portugal até à Rússia.

    Odeia andar de carro desde criança
    "Aos pássaros Deus deu duas asas, a mim … deu-me duas rodas!". A frase mostra a todos ao que vão quando acedem ao blogue "Passeando pela Vida" onde, há vários anos, Gracinda Ramos se habituou a colocar as memórias dos sítios que percorre. As memórias eram mais para ela própria do que para os outros, mas foi ganhando seguidores e amigos, que passaram a recorrer a ela quase como se de uma agência de viagens se tratasse. Fazem perguntas sobre os países, acompanham as suas viagens e querem sempre mais. Esta professora da Escola Secundária de Paredes, natural de Leça da Palmeira, criou então uma página de Facebook, com o mesmo nome, onde continuou a documentar as suas viagens.
    Nada começou por uma grande paixão por motas. Gracinda diz mesmo que não é apaixonada pelas duas rodas, têm sim "uma paixão por conduzir motas". O problema é que desde muito pequena nunca gostou de andar de carro. Enjoava, frequentemente, sempre que ia com a família em passeio. "Chegava a suplicar para não ir e para me deixarem ficar com a minha avó", recorda. Por isso, ao contrário dos outros adolescentes, a ideia de tirar carta e de ter um carro nunca lhe agradou.
    As duas rodas surgiram como uma opção. Pegou numa mota pela primeira vez aos 13 anos, quando mal tinha aprendido a andar de bicicleta. "Gostei tanto da experiência que, muitas vezes, passei a conduzir mota nos meus sonhos", conta a docente. A partir daí, sempre que podia, dava uma voltinha nas motas dos amigos.
    Como ainda não tinha idade para andar de mota, comprou uma bicicleta. Nela, passou a escapar-se para todo o lado. "Fazia 900 a 1000 quilómetros por mês de bicicleta", garante. Até que o pedalar já não era suficiente. Queria ir mais longe. Aos 21 anos comprou a primeira mota, uma Vespa 50 que a acompanhou quase 10 anos. Os horizontes abriram-se. Começou a explorar o país.
    Em Moscovo

    Foi à Suíça sozinha e sem nada planeado
    Por volta dos 28 anos, Gracinda Ramos ganhou uma bolsa de estudo e foi para a Suíça. "Há um antes e um depois da Suíça na minha vida", diz a professora que tem um ateliê de Pintura em Penafiel, onde reside. Foi lá que decidiu que a sua vida seria sobre duas rodas e que não ia tirar carta de carro, como toda a gente queria. Lá, conheceu muita gente com motas, experimentou várias, recolheu informações.
    Quando voltou a Portugal comprou uma nova Vespa. Em oito meses fez 14 mil quilómetros… Tinha cerca de 30 anos quando decidiu que estava na hora de comprar uma "mota das grandes", de maior cilindrada. Escolheu uma Transalp 600 e não lhe dava descanso. Com ela esta professora de Educação Visual e Artes percorreu todo o país e também Espanha e Andorra. Sempre sozinha, sem dizer nada a ninguém. "O medo dos outros enfraquece-nos", acredita. E estava farta de ouvir falar de medos e perigos. 
    Num ano e meio já tinha feito 76 mil quilómetros. Teve um acidente, mas não perdeu o gosto pelas duas rodas. Acabou por comprar uma Africa Twin e decidiu que queria ir mais longe, queria ir até à Suíça visitar os amigos que lá tinha deixado. Não pensou logo em ir de mota até lá, mas queria ter um transporte para se movimentar dentro do país. Tentou enviar a mota, mas era difícil na altura, e o local mais próximo para o fazer acabava por ser Barcelona. "Pensei: 'Quem faz 70 mil quilómetros num ano também faz 2000 até à Suíça", recorda a professora.
    Em Janeiro desse ano começou a dizer "em Agosto vou à Suíça!". "Lembro-me que quatro ou cinco pessoas disseram logo que iam comigo, mas há medida que a data se aproximava todos desistiam", conta Gracinda Ramos. Desenhou o caminho num mapa e quando acabaram as aulas e os exames da Escola Secundária de Penafiel, onde leccionava na altura, acordou uma manhã e, sem nada planeado, achou que era um bom dia para partir. Meteu algumas coisas na mala, agarrou no cartão Visa, encheu o depósito e seguiu em direcção a Vilar Formoso. "Pelo caminho dizia sempre à minha mãe que estávamos todos bem. Nunca disse que ia sozinha. E em dois dias cheguei lá", diz a docente.
    "Passei a ter saudades de viajar"
    Quando regressou, em Setembro, a mota, com dois meses e meio, já tinha 15 mil quilómetros. E Gracinda percebeu que o desejo pelas viagens aumentou. "Essa minha primeira viagem foi para matar saudades daquele local, mas depois passei a ter saudades de viajar", explica.
    A Suíça tornou-se, nos anos seguintes, como ponto obrigatório de passagem, enquanto ia conhecendo outros países à volta. Depois começou a ponderar outros destinos. "A Suíça não podia ser a minha prisão", frisa.
    Começou a fazer viagens de 10 a 15 mil quilómetros, sempre no mês de Agosto e sempre que o dinheiro o permitia. Os medos iniciais deixaram de fazer sentido. "Quando fui à Roménia, há dois anos, toda a gente me falava em perigos. Fui e adorei", argumenta.
    Nos últimos anos, trocou de mota várias vezes, sem nunca deixar de ser fiel à Honda, pela fiabilidade e resistência. Teve uma Varadero e já vai na terceira PanEuropean 1300. E não, não julgue que Gracinda tem uma garagem cheia de motas. "A mota para mim é para andar. Somos uma equipa e ela não me pode deixar ficar mal. Não sou colecionadora", refere. Às contas da vida em duas rodas desta professora juntam-se ainda as duas Vespas e cinco bicicletas.
    Só nas seis motas de maior cilindrada que teve nos últimos anos percorreu cerca de 830 mil quilómetros… Viajou por 39 países (38 na Europa e passou por Marrocos).

    Rússia era sonho antigo
    O sonho de ir até à Rússia e conhecer a antiga Leninegrado (hoje São Petersburgo) existia há muito. "Pensei que havia de ir lá um dia de mota", conta. Este ano decidiu que tinha chegado a altura. Depois de alguns contratempos e da dificuldade em conseguir o visto para entrar no país, arrancou para mais uma aventura no início de Agosto. Percorreu 19 países e regressou 36 dias depois.
    "Vi beleza em tudo o que encontrei, mas o que mais me maravilhou foi o lado humano desta viagem", admite a docente. "Na Rússia não são muito sorridentes, mas são prestáveis, acontece o mesmo com os alemães. Os romenos e os gregos são muito parecidos connosco. Os polacos também são calorosos", dá como exemplo. Além das belas paisagens e monumentos que conheceu, do gosto pela viagem, ficou-lhe a simpatia e o calor humano com que é sempre recebida em toda a parte.
    "As pessoas são muito prestáveis quando encontram uma mulher de mota sozinha", refere. "Chegar a Belgrado (na Sérvia) e ver que tinham seguido o meu nome até ao blogue e tinham uma foto minha com a mota que mostravam a dizer que estavam à minha espera foi uma surpresa", conta Gracinda. "Na Roménia, depois de algum tempo à procura do alojamento, pedi ajuda a um grupo de jovens romenos e um fez questão de ir à minha frente a indicar-me o caminho. A dona da estalagem estava preocupadíssima porque eu não tinha chegado e já eram 22h30. Ela e o marido ainda me arranjaram comida e conversamos durante muito tempo, em várias línguas, como se fossemos amigos de longa data", dá como exemplo. E histórias como estas sucederam-se em vários países. Relatos que vai deixando no seu blogue (http://passeandopelavida.com/) e página do Facebook. "Nestas viagens vê-se tanta coisa que, se não escrevo e tiro fotos, esqueço-me", confessa.
    "Não sou muito aventureira. O que me faz viajar é o que quero ver"
    Para onde vai para o ano ainda não sabe. Nunca pensa no destino com muita antecedência e sonha à medida do dinheiro que tem. Mas sabe que vai, algures.
    Aos fins-de-semana vai continuar a andar pelo país, nas férias lectivas da Páscoa arranja sempre tempo para uma viagem pela Península Ibérica e, em Agosto, a Europa.
    "Não sou muito aventureira. O que me faz viajar é o que quero ver. Não tenho interesse em ir a sítios só para dizer que fui", garante. "Tenho vontade de ir a países nórdicos como a Noruega ou a Islândia e também gostava de ir ao Azerbaijão ou à Turquia", dá como exemplo. À Rússia também gostava de voltar.
    "Depois de fazer uma viagem destas a escala em que vemos as coisas fica diferente. Quando se está a 200 quilómetros de casa é perto", brinca.
    Blogue vai dar origem a um livro
    Há já cerca de 12 anos que Gracinda Ramos alimenta o blogue "Passeando pela Vida" com imagens e relatos das viagens que ia fazendo. "Para avivar a memória", confessa. E também há muito tempo que muitos a incentivam a transformar parte desses relatos num livro.
    "Até que recentemente um amigo me disse 'escreve que eu publico'. E eu decidi-me a escrever", adianta a professora da Escola Secundária de Paredes. 
    Por isso, partiu para esta viagem à Rússia ainda mais atenta. Recolheu, como é hábito, milhares de fotos e desenhou vários dos locais por onde passou.
    Não pretende fazer um livro de crónicas. O objectivo é que cada capítulo conte uma história ou uma experiência pela qual passou.

    Vida sobre rodas em números
    830.000 quilómetros percorridos, no nas seis motas de maior cilindrada
    20.000 quilómetros feitos, nesta que foi a viagem mais comprida, até à Rússia
    16.549 fotos recolhidas, só nesta última viagem
    110 gigabytes de informação, entre fotografias e vídeos (desta ida à Rússia)
    39 países já visitados
    6 motas
    5 bicicletas
    2 Vespas

    www.verdadeiroolhar.pt

    ESPECTACULAR E CHOCANTE FOTOGALERIA NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - A ODISSEIA DOS MIGRANTES E REFUGIADOS

    A Jornada do Migrante: 1 Semana, 30.000 pessoas, 2.500 Milhas

    O número de refugiados que chegaram às costas europeias este ano já superou 380 mil, segundo a ONU. Isto bem à frente dos que 215 mil que chegaram em 2014 e ainda há quatro meses restantes do ano. Dezenas de milhares de migrantes, principalmente sírios, estão agora por toda a Europa do sudeste, fazendo uma perigosa viagem em autocarros, de trem, em pequenas balsas de borracha, e a pé. Eles estão atravessando as fronteiras, pulando cercas, fugindo centros de detenção, esquivando-se as forças policiais, e implorando por ajuda à medida que a esperança aumenta de chegar à Alemanha, Áustria, Dinamarca, Suécia e outros países acolhedores, à procura de uma vida melhor, mais segura. As imagens abaixo são de apenas a semana passada, como mais de 30.000 pessoas entraram na Europa pelo mar 

    • Um refugiado da Síria reza depois de chegar às margens da ilha grega de Lesbos-a bordo de um bote inflável em frente ao Mar Egeu da Turquia-on 7 de setembro de 2015. Grécia enviou tropas e reforço policial a 6 de Setembro .Houve confrontos entre a polícia e os migrantes, de acordo com relatos da mídia, enquanto refugiados sírios na ilha, foram alvo de ataques de    coktail Molotov. Mais de 230.000 pessoas terão desembarcado nas costas gregas deste ano, e os números subiram nas últimas semanas, com as pessoas que procuram  tirar partido do clima de verão e mar calmo
    • Um oficial da polícia bate num homem com um bastão procurando   manter a ordem enquanto migrantes esperam por trens num acampamento temporário próximo de Gevgelija, Macedônia, em 7 de setembro de 2015. Vários milhares de migrantes em Macedónia embarcaram em trens para viajar para o norte depois de passar uma noite  num acampamento provisório. Macedónia organizou comboios duas vezes por dia para a fronteira norte onde os imigrantes cruzaram para a Sérvia para depois fazer o seu caminho para a Hungria. Desde junho, as autoridades macedónias disseram que mais de 60.000 migrantes principalmente-refugiados da Sérvia tinham entrado no país, e cerca de 1500 entrou apenas em um dia. #

    • O gesto do menino migrante enquanto olha para um agente da polícia perto de um acampamento improvisado para os requerentes de asilo em Röszke, sul da Hungria, em 9 de Setembro de 2015. #

    • Centenas de migrantes e refugiados continuam a atravessar a fronteira da Sérvia para a Hungria ao longo dos trilhos da ferrovia perto da aldeia de Röszke em 6 de setembro de 2015, em Szeged, Hungria. #

    • Refugiados a andar num campo de girassóis perto da fronteira greco-macedônio, perto da aldeia de Idomeni no norte da Grécia em 8 de setembro de 2015. #

    • Migrantes dormem sobre os trilhos de trem perto da fronteira da Macedônia da Grécia em 06 de setembro de 2015. #

    • Um homem local  faz gestos para refugiados sírios  numa jangada que se aproxima das costas da ilha grega de Lesbos em 4 de setembro de 2015. #

    • Um homem carrega uma criança de entre os migrantes e os refugiados que  chegam numa balsa depois de atravessar da Turquia para a ilha de Lesbos, na Grécia, em 8 de setembro de 2015. A pequena ilha foi transformada pela nova população repentina de cerca de 20.000 refugiados e migrantes, em sua maioria da Síria, Iraque e Afeganistão. #
    • Uma família síria reage depois de chegar, com outros, na ilha de Lesbos a bordo de uma balsa da Turquia em 07 de setembro de 2015. #

    • Esta foto, tirada em 08 de setembro de 2015, na ilha grega de Lesbos, mostra coletes salva-vidas deixados na costa por refugiados que chegam. #

    • Migrantes alinhardos enquanto esperam por um processo de registo no porto de ilha grega de Lesbos nordeste em 5 de setembro de 2015. Guarda costeira da Grécia diz que salvou centenas de refugiados e migrantes do mar perto das ilhas do mar Egeu oriental. Tais salvamentos são uma ocorrência diária com os milhares fogem da guerra e da pobreza no Oriente Médio, África e Ásia. #

    • Um migrante salta sobre uma cerca de proteção de estrada depois de deixar um ponto de coleta no município de Röszke, Hungria, em 9 de Setembro de 2015. #

    • Um policial macedônio está entre migrantes e refugiados que esperam para cruzar a fronteira da Grécia e Macedónia perto da cidade de Idomeni, norte da Grécia, em 7 de Setembro de 2015. #

    • Migrantes correm em numa estrada a partir de um ponto de recolha que tinha sido criado para transportar pessoas para os campos em 9 de Setembro, 2015, em Morahalom, Hungria. As pessoas tornaram-se impacientes com a falta de informação, instalações e transporte no ponto de coleta e decidiram i passar as linhas policiais, fazendo o seu caminho em todas as direções. #

    • Um homem é confrontado por um oficial de polícia húngaro com um cão e segura a filha enquanto migrantes partem numa estrada em Morahalom, Hungria, em 09 de setembro de 2015. Desde o início de 2015, o número de migrantes usando o chamado "  Rota dos Balcãs  explodiu, com os migrantes que chegam na Grécia da Turquia e, em seguida, viajam para a Macedônia e Sérvia antes de entrar na UE através da Hungria. O número de pessoas deixando suas casas em países devastados pela guerra como a Síria marca a maior migração de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial. #

    • Um trabalhador humanitário distribui pão e suprimentos para os migrantes num acampamento de transição em Magyarkanizsa, Sérvia, em 07 de setembro de 2015. #

    • Migrantes cozinham milho

    • Refugiados a aquecer suas mãos nas cinzas quentes de uma fogueira em um ponto de coleta migrante perto da aldeia de Röszke na fronteira húngaro-sérvio em 8 de setembro de 2015. #

    • Um migrante chega durante a chuva pesada na fronteira húngaro-austríaca em Nickelsdorf, na Áustria, em 5 de setembro de 2015.
    • Refugiados são contrabandeados através de campos e florestas em uma tentativa de fugir da polícia húngara próximo da fronteira com a Sérvia em 08 de setembro de 2015 em Röszke, Hungria. Muitos migrantes temem ser forçados a registar-se oficialmente e ter suas impressões digitais tiradas, isso irá impedi-los de serem capaz de se mover livremente para fora da Hungria e a Europa. 
    • Refugiados  através de campos e florestas em uma tentativa de fugir da polícia húngara perto da fronteira com a Sérvia em 08 de setembro de 2015, em Röszke, Hungria. #

    • Refugiados e migrantes esperam para atravessar a fronteira a partir da aldeia grega do norte de Idomeni para o sul da Macedónia em 7 de setembro de 2015. #
    • (1 de 4) Um oficial de polícia húngaro pára migrantes porque eles tentam escapar  num campo perto de um ponto de coleta no município de Röszke, Hungria, em 8 de setembro de 2015. #

    • vemos aqui na imagem a repórter húngara de extrema direita que fotografava e agredia ao mesmo tempo os refugiados

    • (4 de 4) Um migrante cai sobre uma criança depois de  tropeçar perto da aldeia de Röszke, Hungria, em 8 de setembro de 2015. #

    • Refugiados sírios atravessam para a Hungria por baixo da cerca da fronteira, húngara-sérvia perto Röszke, na Hungria, em 26 de agosto de 2015.
    • Um refugiado sírio ferido caminha por uma linha ferroviária que liga Sérvia na Hungria perto Horgos em 1º de setembro de 2015. #

    • Pessoas acolhem os refugiados com uma bandeira leitura "Welcome to Germany" em Dortmund, Alemanha, em 06 de setembro de 2015, onde milhares de migrantes e refugiados chegaram de trem. #

    • Um menino jovem migrante tenta calçar sapatos doados pelo povo da Hungria na estação de Keleti, em Budapeste, em 07 de setembro de 2015, em Budapeste, Hungria. #

    • Uma família síria chega na estação de trem em Saalfeld, Alemanha, em 5 de setembro de 2015. #

    • Policiais húngaros garantem o autocarro que vai levar imigrantes perto da fronteira entre a Sérvia ea Hungria em Röszke, Hungria, no dia 9 de setembro de 2015.
    • Policiais húngaros aproximam-se de uma família de imigrantes quando eles tentam fugir na estação ferroviária na cidade de Bicske, na Hungria, em 3 de setembro de 2015. #

    • Tendas dos migrantes são sopradas pelo vento perto de um ponto de coleta no município de Röszke, na Hungria, em 09 de setembro de 2015. #

    • Um homem sírio carregando uma criança (à esquerda) briga com um nacionalista húngaro na frente da estação de comboios Keleti, em Budapeste, na Hungria, em 4 de setembro de 2015. As pequenas escaramuças eclodiram sexta-feira na estação de trem Keleti, onde centenas de migrantes e refugiados estavam acampados. #

    • Migrantes correm para atravessar a Macedônia depois da polícia macedónia permitir que um pequeno grupo de pessoas passa-se através de uma passagem
    • Polícia húngara escolta os migrantes de volta para um ponto de coleta no município de Röszke, Hungria, em 9 de Setembro de 2015. Hungria encerrou a sua auto-estrada M5 depois de grupos de migrantes romperem um cordão policial em Röszke na fronteira com a Sérvia
    • Um jovem  faz palhaçadas enquanto atravessa a fronteira húngaro-sérvio com sua família perto de Röszke, na Hungria, em 09 de setembro de 2015. #

    • Os migrantes se reúnem fora da Estação Ferroviária Oriental fechada em Budapeste

    • Migrantes tentam romper as linhas policiais antes entrar numa auto-estrada a partir de um ponto de recolha que tinha sido criado para transportar pessoas para os campos em 9 de Setembro, 2015, em Morahalom, Hungria. #

    • Uma criança migrante brinca com bolhas na estação ferroviária Keleti, em Budapeste, na Hungria, em 06 de setembro de 2015. #

    • Os migrantes que haviam cruzado a fronteira com a Sérvia para a Hungria lutam para entrar em num autocarro  
    • Uma criança refugiada chora enquanto se senta em num autocarro superlotado
    • Migrantes saem de Budapeste, Hungria, em 4 de setembro de 2015. Mais de 150 mil pessoas que procuram entrar na Europa chegaram a Hungria este ano, a maioria vindo através da fronteira sul com a Sérvia
    • Um migrante aquece-se com o filho pelo fogo em um acampamento improvisado em um ponto de coleta no município de Röszke, Hungria, em 8 de setembro de 2015. #

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