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terça-feira, 8 de setembro de 2015

A CEIA DO POETA (Soneto em decassílabo heróico)



A CEIA DO POETA
(Soneto em decassílabo heróico)
O verso ardendo ao lume, a mesa posta,
a toalha das rimas bem estendida
e um prato de silêncios, sem lagosta,
aguardando, expectante, essa comida
Que o nutre, que o sustenta, de que gosta
e que está quase pronta a ser servida
pela mão do poeta, numa aposta
em resistir, fintando as leis da vida...
Apaga o lume e serve-se à vontade
de imagens, de palavras, de conceitos
expurgados da excessiva quantidade
Dos "ais", dos gongorismos, dos trejeitos
em que, alguns, julgam estar a qualidade,
e a qualidade sempre achou defeitos...
Maria João Brito de Sousa - 08.09.2015 
Imagem - "A Refeição Frugal" - Pablo Picasso (água forte)

PUBLICAÇÃO ESPECIAL NO DESENVOLTURAS & DESACATOS - Desfile anual do Corso de Zundert homenageia van Gogh com carros alegóricos monumentais adornados com flores












FESTIVAL CORSO DE ZUNDERT












Outro ano, outro Festival Corso de Zundert, o lendário desfile de carros alegóricos gigantes adornados com milhares de dálias que cruzam as ruas estreitas de Zundert, na Holanda. Este ano, 19 equipes se inspiraram  no trabalho de Vincent van Gogh, que nasceu ali mesmo em Zundert 162 anos atrás. Os carros alegóricos imponentes emprestaram as cores, motivos e imagens da pintura do grande mestre do pós-impressionismo, incluindo várias interpretações de auto-retratos do artista.


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Desfile anual do Corso de Zundert homenageia van Gogh com carros alegóricos monumentais adornados com flores 01
Iniciado em 1936, o desfile comemora a reputação da região como um fornecedor global de flores da dália, uma área que agora cobrem 33 hectares de 600.000 bulbos de dálias de cinqüenta espécies diferentes. Os primeiros desfiles Corso de Zundert foram modestos em tamanho com carrinhos ou bicicletas cobertas de flores puxadas por cavalos, mas o evento desde então cresceu dramaticamente. Os carros alegóricos agora mesclam aspectos mais ambiciosos da arte contemporânea urbana com a tradicional como parte de uma competição anual amigável entre diversas equipes.
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Desfile anual do Corso de Zundert homenageia van Gogh com carros alegóricos monumentais adornados com flores 11
Fonte: BN DeStem.


http://www.mdig.com.br

MANIFESTAÇÃO DOS TAXISTAS NO PORTO






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CMTV

CINEMA PORTUGUÊS - O GRANDE ELIAS - FILME COMPLETO








O GRANDE ELIAS

















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Porque vai Marcelo à Festa do "Avante!"?



por PEDRO TADEU
O professor Marcelo foi à Festa do Avante!. Comprovei, in loco, que é uma simpatia. Vislumbrei, ainda, isto: se o católico descontraído acaso desse em comunista teria, mesmo assim, muitas dificuldades em ser militante do PCP. Já explico.
Talvez o comentador/político tenha ido desta vez à Quinta da Atalaia para marcar pontos a favor da candidatura à Presidência da República. Não me interessa. Interessa-me isto: o próprio Marcelo diz que foi pelo menos uma dezena de vezes ao evento. Fico a matutar: porquê?
Desde os anos 80 o que pude ler, ano após ano, na maioria dos jornais sobre a Festa do Avante! ou foi nada ou foram monótonas reportagens, sempre iguais, a queixarem-se do pó, das filas para comer, dos bêbados. As fotografias faziam uma busca obcecada por marcas de estalinismo, de velhos que ilustrassem a decadência do PCP, de bandeiras vermelhas gastas pelo tempo, de proselitismo nos cartazes. Os relatos e as opiniões transcreviam diálogos caricaturais de fanatismo ideológico temperados pela ridicularização daqueles três dias para o nível de um piquenicão do Continente, sem relva de plástico (vá lá!...).
Nunca li a explicação para o fenómeno que leva três gerações de milhares de portugueses, desde 1976, a tirarem anualmente férias para irem trabalhar, de borla, na Festa do Avante!. Nunca li a explicação para o único concerto regular de música clássica em Portugal, que atrai uma plateia de 30 a 50 mil pessoas, ser o da Festa do Avante!. Nunca li a explicação para a existência perene da multidão "ecuménica" (palavras de Marcelo) que enche, ao sábado, até ao sufoco, a Festa do Avante!.
Este ano gostaria de ter lido alguém contar como se juntou, no mesmo espetáculo, a banda Expensive Soul com o Grupo Coral "Os Mineiros de Aljustrel". Ou uma crítica, talvez justamente negativa, à bienal de artes plásticas ou à exposição política. Gostaria, em suma, que houvesse jornalismo cultural ou, melhor, jornalismo culto, mesmo que desse porrada na festa, mas que fosse para lá do resumo do discurso de Jerónimo de Sousa.
Talvez seja por isso que Marcelo Rebelo de Sousa vai ao Seixal: se ficar à espera dos jornais nunca perceberá o que se passa ali. Por isso, jantou com os mineiros de Aljustrel, no self-service atrás do Palco 25 de Abril, numa mesa onde, no meio, estava escrito: "Amigo, não te esqueças de levar o tabuleiro, s.f.f."
No final da refeição Marcelo despediu-se dos mineiros com contagiante boa disposição. Esqueceu-se, porém, de levar o seu tabuleiro para a zona de despejos, coisa que nenhum militante comunista português falharia... Marcelo bem o estuda, mas teria mesmo muitas dificuldades em pertencer a um coletivo com a cultura do PCP.

Taxistas ameaçam com novos protestos caso a Uber não acabe


Centenas de carros desfilaram em Lisboa, Porto e Faro numa longa marcha lenta que lançou o caos no trânsito. Em Lisboa houve agressões a quem não aderiu. Na loja portuguesa de aplicações da Apple, a aplicação da Uber subiu ao primeiro lugar na lista das mais populares.
Santo Tirso, Viana do Castelo, Valença, Santa Maria da Feira. Foram mais de 800 os táxis que circularam na manhã e tarde desta terça-feira nas principais ruas e avenidas da cidade do Porto — auto-estradas incluídas — para sensibilizar a população para uma luta que, diz José Monteiro, vice-presidente da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), é de toda a justiça: “Só queremos que se cumpra a lei”.
Em Lisboa terão sido perto de 3000, segundo a principal associação de taxistas do país, com o protesto a terminar pelas 16h30 depois de os representantes da ANTRAL se terem reunido com a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz.
Dirigindo-se aos taxistas no Terreiro do Paço, o líder da ANTRAL, Florêncio de Almeida, manifestou-se satisfeito com o encontro, mas avisou que, se as coisas não forem resolvidas a favor do sector do táxi, haverá novos protestos.
Florêncio de Almeida diz que a contestação dos taxistas “nada tem a ver com a campanha eleitoral” mas, caso a Uber não acabe, vão surgir protestos durante a campanha para legislativas de 4 de Outubro.
As manifestações desta terça-feira em Lisboa, Porto e Faro e a marcha lenta de centenas de veículos lançaram o caos no trânsito à medida que o cortejo de táxis ia passando pelas cidades. A situação não era melhor nos aeroportos de Lisboa e Porto, onde os turistas se foram acumulando desde a manhã sem táxis que os levassem aos locais de destino.
Ao contrário do que se passou em França, onde as manifestações contra a Uber degeneraram em violência, os protestos desta terça-feira em Portugal decorreram quase sem incidentes. Apenas na capital se registaram pequenas escaramuças, com agressões a taxistas que não aderiram ao protesto e o arremesso de ovos aos carros dos profissionais que não se manifestaram.
A adesão no Porto “foi muito elevada”, como vaticinou o vice-presidente da ANTRAL, ainda antes do primeiro carro, o dele, sair escoltado pela Divisão de Transito da PSP (que mobilizou para esta operação praticamente todo o seu dispositivo) da Praça Gonçalves Zarco para começar a subir a Avenida da Boavista. “Tanto os patrões de táxi como os funcionários sabem que esta luta é justa”, disse José Monteiro.
O primeiro carro saiu às 9h20. O graduado da PSP da Divisão da Trânsito, que tinha como função fechar a coluna, começou a subir a Avenida da Boavista já passava das 9h45. Foram 20 minutos de buzinões e o troço norte da Avenida da Boavista a encher-se nas duas faixas, rumo ao centro da cidade.
A expectativa era não criar confusões. “Não somos arruaceiros”, dizia Aníbal Dias. “Viemos lutar pelo que é nosso”, resumia João Polónia, motorista de táxi “desde 1969”.
O percurso previsto, com início na Avenida da Boavista, passagem na Avenida dos Aliados e no Aeroporto Francisco Sá Carneiro e fim na Praça Gonçalves Zarco, tomou toda a manhã desta terça-feira. Um forte dispositivo policial foi mobilizado para acompanhar o cortejo de protesto dos taxistas. Para além da Divisão de Trânsito da PSP e da Brigada de Trânsito da GNR (que acompanhou o percurso nas auto-estradas A4, A28 e VRI), também o corpo de intervenção da PSP mobilizou várias unidades móveis. O aeroporto do Porto foi um dos locais onde foi montado um forte dispositivo de agentes em prevenção.
Ovos contra taxistas em Lisboa
Em Lisboa, o presidente da ANTRAL, Florêncio de Almeida, apelou a um protesto pacífico, referindo ao PÚBLICO que os taxistas iriam “dar uma lição de moral aos profetas que disseram” que a classe é “violenta”. Aos manifestantes, através de um megafone, o dirigente pediu “que a manifestação decorra de uma forma ordeira e pacífica”. No protesto em Lisboa terão participado perto de três mil profissionais, estima a ANTRAL.
A marcha começou na zona Norte do Parque das Nações, às 8h em ponto, e chegou por volta das 10h à Portela. Cerca das 12h30 o desfile seguia pela Avenida da República, com muitos buzinões mas tudo a decorrer de forma ordeira. Após uma passagem pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), na Avenida das Forças Armadas, os taxistas rumaram depois ao Ministério da Justiça, no Terreiro do Paço. Questionados sobre o que poderá acontecer se o Governo alterar a lei a favor da Uber, os profissionais respondiam de forma peremptória: “Se o Governo mudar a lei vai haver mortos”, atirou um taxista apoiado por vários outros.
José Augusto Brandão, 44 anos e 25 ao volante de um táxi, conta ao que veio: “Esta manifestação é para contestar as medidas que o Governo não tomou. Há problemas nos transportes em geral, mas este é muito grave para o sector”, dizia o taxista junto a um cartaz onde se lia “Contra o transporte à margem da lei e por uma concorrência justa”. Zico Lampreia, 32 anos de idade e seis de táxi, concordava: “Queremos parar a cidade. Isto está acabar com o nosso negócio. É preciso as pessoas saberem o que se passa”.
Já no Terreiro do Paço, os representantes da ANTRAL recusaram ser recebidos pelo chefe de gabinete do Ministério da Economia e esperavam às primeiras horas da tarde chegar ao contacto directo com a ministra da Justiça, a quem pretendiam entregar umdossier com todo o processo na justiça contra a Uber. O presidente da associação disse logo nessa altura ao PÚBLICO que a manifestação fora um sucesso e tinha cumprido o seu objectivo.
Os serviços UberX e UberBlack, pedidos através de uma aplicação móvel que estabelece ligação entre o cliente e um motorista privado ou ao serviço de empresas parceiras da Uber, opera em Lisboa há um ano e há nove meses no Porto. Numa reacção que não é exclusiva a Portugal, a empresa criada nos Estados Unidos e com actividade em mais de 70 países tem enfrentado processos judiciais que contestam a forma como desenvolve a sua actividade.
Uber responde na Internet
Os taxistas de Faro também se manifestaram nesta terça-feira, num protesto que visava alertar a opinião pública para estas questões. Nas últimas semanas, têm-se registado casos de insultos de taxistas a motoristas que transportam passageiros que usaram a aplicação móvel.
No mesmo dia em que os taxistas portugueses se manifestaram a Uber lançou o #WHYIUBER, um projecto em formato vídeo onde utilizadores e motoristas podem partilhar as suas experiências de utilização da plataforma móvel. Segundo a empresa, foram recolhidos até agora mais de 700 testemunhos, muitos dos quais estão reunidos numa série de vídeos que também já estão disponíveis no YouTube.
A empresa enviou também um e-mail a todos os seus utilizadores em Portugal alertando-os para o acréscimo de pedidos de viagens com a Uber neste dia em que muitos táxis estiveram parados, o que poderia “limitar a disponibilidade de veículos em certos períodos” e “prolongar o tempo de circulação dos veículos nas cidades”.
Na loja portuguesa de aplicações da Apple, a aplicação da Uber subiu esta esta terça-feira ao primeiro lugar na lista das mais populares. Não figura, contudo, na lista das mais populares para telemóveis com Android. A empresa, como habitual, escusou-se a revelar números. "A Uber não desvenda valores e números de utilizadores e carros parceiros por questões concorrenciais", afirmou, em resposta a um pedido do PÚBLICO. 














A PINTURA DE AHGELO BATTI (SEXI SECRET)

 Sexy Secret - Painter Angelo Batti


 1933 | Itália 
Ahgelo Batti nasceu em Sora (Frosinone) em 1933. Depois da escola de arte, freqüenta o ateliê dell'acquerellista alemão John Brasch, onde formou na Academia. Em Berlim O conhecimento que ganhou com professor Michele Giordano Striccoli aluno favorito da Academia de Belas Artes deNápoles refina a técnica até à sua primeira exposição na galeria "Vanvitelli" de Nápoles. 








Especializando-se em retratos e nus femininos, completos com o seu tema  marinhos, paisagens e naturezas-mortas, a maioria pintados a óleo, mas também com outras técnicas. 











  
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Mais de 4.000 militantes do Estado Islâmico penetraram na Europa sob a capa de refugiados



4.000 militantes do Estado Islâmico penetraram na Europa sob a capa de refugiados

© AP Photo/ STR

4.000 militantes do Estado Islâmico penetraram na Europa sob a capa de refugiados

© AP Photo/ STR
MUNDO

O jornal britânico Sunday Express, alegando um agente do Estado Islâmico, escreveu que mais de 4.000 combatentes do Estado Islâmico penetraram na Europa sob a capa de refugiados.

Segundo a fonte, os membros da organização terrorista infiltram-se no fluxo de migrantes nas cidades turcas, a partir das quais através do mar Mediterrâneo estes chegam à Itália e depois disso à Alemanha e Suécia.   
O agente do Estado Islâmico contatado pela edição afirmou que a infiltração dos militantes é o início de vingança pelos ataques aéreos contra as posições do grupo efetuados pela coalizão internacional liderada pelos EUA. 
“Nós queremos estabelecer o califado não somente na Síria, mas também no mundo inteiro”, sublinhou a fonte.
A Sputnik falou com o diretor do Instituto russo de Estudos Políticos Aplicados, Grigory Dobromelov, que em primeiro lugar disse que, segundo ele, a atual crise migratória na Europa é um fenômeno artificial:
“A situação no Oriente Médio não piorou durante os últimos meses tão radicalmente para que na fronteira com a União Europeia se concentrasse tal número de refugiados. É absolutamente óbvio que esta crise é artificial. É absolutamente óbvio que o problema é exagerado e hipertrofiado. É absolutamente óbvio que atrás disso está uma disposição geopolítica séria”.
Segundo o cientista político, a ameaça descrita pelo Sunday Express é bastante real:
“Com certeza, existe uma ameaça séria de que terroristas do Estado islâmico penetrem no território da UE sob a capa de refugiados. Porque o caos que reina agora na fronteira com a União Europeia contribui para a penetração descontrolada de ilegais e nenhuns serviços secretos podem detectar neste mar de migrantes os alvos que eles vigilam”.
O grupo terrorista Estado Islâmico, anteriormente designado por Estado Islâmico do Iraque e do Levante, foi criado e, inicialmente, operava principalmente na Síria, onde seus militantes lutaram contra as forças do governo. Posteriormente, aproveitando o descontentamento dos sunitas iraquianos com as políticas de Bagdá, o Estado Islâmico lançou um ataque maciço em províncias do norte e noroeste do Iraque e ocupou um vasto território. No final de junho de 2014, o grupo anunciou a criação de um "califado islâmico" nos territórios sob seu controle no Iraque e na Síria.


 http://br.sputniknews.com/mundo

CINEMA PORTUGUÊS - DEUS, PÁTRIA, AUTORIDADE - FILME COMPLETO








DEUS, PÁTRIA, AUTORIDADE

















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CINEMA PORTUGUÊS - MARIA PAPOILA - FILME COMPLETO







MARIA PAPOILA






















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O PAI TIRANO - FILME COMPLETO






O PAI TIRANO




















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