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sábado, 5 de setembro de 2015

MR. BEAN PASSEOU COM O SEU "MINI" NA PASSADA SEXTA FEIRA EM LONDRES ASSINALANDO SOS 25 ANOS DA SÉRIE








Jerónimo de Sousa diz que não está a pensar «fazer favores ao PS»




O líder do Partido Comunista, Jerónimo de Sousa, assegura que o facto de estar disponível para governar não significa que está a antecipar um entendimento com os socialistas, mas que o PCP está preparado para «assumir funções governativas» se o povo entender atribuir-lhe essa responsabilidade.

«Não estamos a pensar em arranjos para formar Governo, muito menos se tal significar fazer favores ao PS», garantiu Jerónimo de Sousa, em entrevista ao semanário Expresso .

Quando questionado sobre se a manifestação de apoio a Sampaio da Nóvoa foi importante para que António Costa desse um sinal à esquerda, o líder do PCP relembrou que há também Maria de Belém e Henrique Neto a considerar.

INTRODUÇÃO À TEORIA DO CAOS


INTRODUÇÃO À TEORIA DO CAOS
por José Goulão
"Em poucas palavras, a “teoria do caos” de Strauss estabelece que a melhor maneira de os Estados Unidos da América impedirem a criação de países ou blocos rivais e beneficiarem de matérias primas baratas e com acesso desregulado é através da instauração de situações de caos governamental e social em diferentes países e regiões, de maneira a que Washington delas possa tirar proveito praticamente exclusivo. Para Leo Strauss, a criação de situações de caos favoráveis aos Estados Unidos deveria ser um fim, nunca um meio."
"Em poucas palavras, a “teoria Wolfowitz – ainda secreta mas parcialmente revelada pelo New York Times e pelo Washington Post em Março de 1992 – estabelece que a supremacia global norte-americana exige o controlo militar, político e econômico sobre a União Europeia, para que esta não se torne uma potência capaz de rivalizar com os Estados Unidos. Aliada sim, mas nunca em plano igualitário."
"A “teoria do caos” será uma miragem, mas o caos real vai provocando os efeitos desejados pelo complexo militar, político, econômico e financeiro que domina o mundo sob as bandeiras dos Estados Unidos e da NATO."
É provável que nenhum dirigente da União Europeia ou de Estados membros tenha alguma vez ouvido falar da “teoria do caos”, lançada e burilada no pós-guerra pelo filósofo Leo Strauss, da elite política judia e do establishment dos Estados Unidos, continuada até hoje pelos seus discípulos - e financiada pelo Pentágono. Raros são também os jornalistas que a integram nas suas investigações e análises, sujeitando-se a ser imediatamente rotulados como seguidores lunáticos das chamadas teorias da conspiração.
Em poucas palavras, a “teoria do caos” de Strauss estabelece que a melhor maneira de os Estados Unidos da América impedirem a criação de países ou blocos rivais e beneficiarem de matérias primas baratas e com acesso desregulado é através da instauração de situações de caos governamental e social em diferentes países e regiões, de maneira a que Washington delas possa tirar proveito praticamente exclusivo. Para Leo Strauss, a criação de situações de caos favoráveis aos Estados Unidos deveria ser um fim, nunca um meio.
A “teoria do caos” de Strauss teve desenvolvimentos no início dos anos noventa do século passado, quando Washington tratou de fazer vingar a unipolaridade disfarçada de multipolaridade a seguir ao desmembramento da União Soviética. Por iniciativa de George Bush pai nasceu então a “teoria Wolfowitz”, que deve o nome a Paul Volfowitz, discípulo de Strauss, igualmente membro da elite judia norte-americana, arquitecto da política externa de George Bush filho e da invasão do Iraque. Também foi presidente do Banco Mundial. Regressou à sombra depois de conhecidos os escândalos através dos quais rateava cargos públicos entre os amigos neoconservadores, familiares e namoradas.
Em poucas palavras, a “teoria Wolfowitz – ainda secreta mas parcialmente revelada pelo New York Times e pelo Washington Post em Março de 1992 – estabelece que a supremacia global norte-americana exige o controlo militar, político e econômico sobre a União Europeia, para que esta não se torne uma potência capaz de rivalizar com os Estados Unidos. Aliada sim, mas nunca em plano igualitário.
Suponhamos então que a teoria de Strauss e a sua sucessora delineada por Wolfowitz não passam de delirantes teorias da conspiração. Suponhamos até que o seu gestor financiado pelo Pentágono, Andy Marshall, não se reformou apenas no ano passado, já com 92 anos, e nunca existiu. Nem foi nomeado em 1973 – sucedendo a Leo Strauss, por morte deste – por Richard Nixon e confirmado por todos os presidentes até Obama.
Ignoremos então esses supostos delírios e olhemos para a Europa, em especial para a União Europeia e respectivo percurso desde o início dos anos noventa do século passado. Reflictamos sobre as consequências do mergulho suicida no neoliberalismo, da submissão à NATO como braço operacional do Pentágono, do envolvimento em guerras desencadeadas pelos Estados Unidos, desde o Afeganistão à Síria e à Líbia, onde aliás as principais aventuras militares foram confiadas à França de Sarkozy/Hollande e ao Reino Unido de Cameron. Observemos o que está a acontecer na Europa, sobretudo na União Europeia, com a tragédia dos refugiados resultante dessas guerras.
Não será disparatado concluir que a hecatombe humanitária, política e econômica dos refugiados resulta das situações de caos criadas no Afeganistão, no Iraque, na Somália, na Líbia, no Mali, na Nigéria, na Síria, no Iémen. Antes destas guerras com a marca do Pentágono, arrastando os mais importantes países da NATO em condições de subalternidade, o problema dos refugiados na Europa não atingira nunca uma dimensão sequer próxima da que agora se regista.
A Europa está há longos anos mergulhada numa crise disparada a partir dos Estados Unidos e que se alimenta a si mesma pelos erros sucessivos cometidos pela União Europeia ao pretender ser um espelho do modelo do lado de lá do Atlântico, mas sem voz própria militar e econômica. Crise essa que se agrava através da submissão reforçada com o acordo de comércio livre (TTIP) e, sobretudo, com o problema dos refugiados decorrente das situações de caos que estão para lavar e durar nas zonas e países atrás citados. A gravidade da crise dos refugiados é o veículo que transporta o caos para o interior das fronteiras europeias, potenciado de maneira desagregadora pelo recrudescimento do terrorismo nazi-fascista.
A “teoria do caos” será uma miragem, mas o caos real vai provocando os efeitos desejados pelo complexo militar, político, econômico e financeiro que domina o mundo sob as bandeiras dos Estados Unidos e da NATO.

NOVA IORQUE ONTEM E HOJE










Evan Joseph, um dos principais fotógrafos da arquitetura da cidade de Nova Iorque, está preparando um livro chamado New York Then and Now, que logo deve ser lançado para o público, mas por enquanto ele publicou em seu site esta amostrinha do que há nesta obra, onde o fotógrafo, com um misto de criatividade e técnica fotográfica, meticulosamente clica locações para coincidir com as tomadas no século anterior da cidade.


Evan confirma que cada imagem no livro foi tirada a partir do ângulo exato da imagem histórica que está sendo comparada. Além disso, ele foi tão longe a ponto de esperar várias horas até que pudesse coincidir com a mesma iluminação.

Comparar fotos antigas e novas é uma maneira maravilhosa de experimentar a beleza da diversidade, progresso e mudança de qualquer lugar. É bastante interessante ver como lugares emblemáticos mudaram, apresentando uma história visual que nos diz que, enquanto os arranha-céus das urbes vêm e vão, a sensação dinâmica da cidade parece viver para sempre
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http://www.mdig.com.br

UM AVALIADOR

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A entrevista a Jerónimo de Sousa tem um Avaliador. Após a entrevista, o Avaliador decide se Jerónimo de Sousa tem ou não tem razão. Qual é o quadro ideológico por que se guia esse Avaliador? É ele um conhecedor do comunismo, do socialismo, da revolução portuguesa e da história do PCP e dos Verdes, para julgar a "prestação" do representante da CDU, para avaliar se se "espalhou", se defendeu bem as suas ideias, se foi rigoroso? Não, o Avaliador do PCP é um representante da ideologia dominante e revela, simpaticamente, o que devia Jerónimo de Sousa pensar, dizer ou defender. E até adiantar alguns temas, sobre os quais não se falou...

Uma força política apresenta-se a votos com as suas propostas próprias, profundamente contrárias à política vigente. Mas na comunicação social dominante há um Avaliador que classifica as propostas dessa candidatura. Sem contraditório, sem confronto. No conforto do lar.

Pedro Penilo (facebook)

Estado dispensa concursos em metade dos negócios


Estado dispensa concursos em metade dos negócios
Fotografia © JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Entre janeiro e agosto, Estado fez ajustes diretos de oito mil milhões - metade dos contratos públicos.
Motivos como urgência, interesse público e preço alinhado com o mercado estão previstos na lei e são invocados em casos como o tratamento da hepatite C (5,2 milhões) ou a compra de gasóleo com desconto pela Câmara do Barreiro (4,2 milhões).
Esta forma de contratação prevista na lei, muito mais rápida, mas menos amiga da concorrência e do mercado livre, tem vindo a ganhar importância, superando já o valor adjudicado por concurso público. É, na verdade, o expediente dominante, o novo normal na contratação pública.
O Tribunal de Contas, por exemplo, costuma criticar bastante este tipo de procedimento direto por representar riscos para a despesa pública atual e futura, não otimizando as ofertas disponíveis no mercado.

Reino Unido Instala telões “Big Brother” para Vigiar os Cidadãos






Os telões estão localizados em três acessos da nova estação de trem da cidade e utilizam tecnologia de reconhecimento facial para identificar os transeuntes e oferecer-lhes anúncios personalizados segundo sua idade ou gênero.


Além disto, os anúncios em forma de olho, registram todos os movimentos dos pedestres.




Os olhos estão formados por mais de 500 telas de televisão individuais, que atuam como “câmeras ocultas que vigiam de maneira efetiva as pessoas a medida que entram e saem da estação”.
As câmeras são o suficientemente sofisticadas como para determinar o sexo, a idade e o grupo demográfico dos indivíduos.





Já falamos disto há umas semanas, mas o que realmente surpreende nestes telões é como foi projetado, descaradamente orwelliano.
Algumas pesquisas demonstraram que a maioria das pessoas do Reino Unido nunca ouviram falar de George Orwell, e muito menos leram sua aterradora novela “1984″ que sem dúvida inspirou o conceito contemporâneo dos programas de espionagem de “Big Brother” e de tecnologias como a que está começando a ser utilizada em Birmingham.
Fontes:
 - Caminho Alternativo - Reino Unido instala telões “Big Brother” para vigiar os cidadãos
 True Activist: UK City Installs ‘Giant Eyes’ To Spy On Citizens; Public Thinks It’s A Great Idea

 http://www.anovaordemmundial.com

PIZZAS, SÓCRATES E NEM UMA LINHA SOBRE A FESTA DO AVANTE - Momento de excepcional bom humor...

Momento de excepcional bom humor...

A comunicação social em peso faz a cobertura da tentativa entrega de uma pizza a Sócatres!..
São 6 minutos e 9 segundos completamente surrealistas.
Não percam, vejam aqui.







Cada vez mais são necessárias duas condições para continuar a viver em Portugal: ser maluco e ter um imenso sentido de humor...
Em tempo.

Ontem, como sabemos, abriu as portas a edição de 2015 da Festa do Avante, que é a 39 º.Nem uma linha saiu na primeira página nos jornais nacionais sobre a tradicional reentré do Partido Comunista Português, que leva à Amora, no Seixal, centenas de milhares de pessoas para um fim de semana de música, cinema, teatro, desporto e artes plásticas.

Todo este espectáculo em torno de Sócrates não chega para explicar este silenciamento sobre uma festa que abriga todos os movimentos progressistas e onde se trocam experiências e onde se discute sobre os principais problemas da actualidade. 

Fosse um dos mais importantes festivais de Verão patrocinados pelas cervejeiras e esta lacuna certamente  não teria acontecido e haveria lugar para a sua divulgação nas primeiras páginas dos jornais portugueses -  desde os apelidados "pasquins" até aos ditos de "referência".

Para ver melhor as imagens das primeiras páginas dos jornais, basta clicar em cima das mesmas.


outramargem-visor.blogspot.pt

Heloísa Apolónia responde a três perguntas sobre a crise migratória na Europa,formuladas pela equipa de redacção do "DIÁRIO ECONÓMICO"


HELOÍSA APOLÓNIA


LÍDER DO PARTIDO  ECOLOGISTA
OS VERDES

  Responde a três perguntas sobre a crise migratória na Europa,formuladas pela equipa de redacção do "DIÁRIO ECONÓMICO":


1- Portugal devia fazer um maior esforço no acolhimento de migrantes nesta crise migratória?


2- A resposta a este êxodo deve ser europeia ou nacional? Quais as medidas que Portugal deve propor para a existência de uma resposta europeia?


3- A pressão migratória pode pôr em risco o espaço Schengen na Europa?
1-Para o PEV, Portugal deve fazer o maior esforço possível porque não falamos de números mas sim de pessoas. Os governos europeus têm sido incapazes de dar resposta a este fluxo migratório e Portugal e todos os Estados Membros devem dar uma resposta solidária e de cooperação. É fundamental resolver também na origem as causas que levam as pessoas a fugir do seu país. É inaceitável que o nosso país pactue com a União Europeia e a NATO, também responsáveis pelo êxodo em massa de migrantes que fogem da guerra, em acções militaristas e que haja orçamentos ilimitados para a guerra e que para salvar vidas tenha que haver medidas para conter os migrantes que a UE não quer.

2-A resposta deve ser concertada no sentido de se criar meios legais e responder, de forma humanitária, às necessidades atuais dos migrantes e refugiados.
Portugal deve reger-se e pugnar no seio da UE por políticas migratórias e de asilo solidárias que sejam respeitadoras da vida e da dignidade humanas. Simultaneamente, Portugal deve empenhar-se, com a maior urgência, para que a Europa pugne por uma política de paz e estabilidade naquela zona, nomeadamente usando todos os esforços diplomáticos, no quadro da ONU.
O PEV opõe-se a qualquer operação que seja contrária aos princípios da Constituição da República Portuguesa.
 .
3-Os Verdes sempre foram contra o espaço Schengen. A situação atual demonstra a sua inutilidade e o seu cunho desumano.
Reafirmamos mais uma vez que o maior travão à crise migratória atual, não consiste em manter uma Europa de condomínio fechado, mas antes em fomentar uma Europa que promova a paz dentro dela e à sua volta. E a paz promovesse também pelo fim da venda de armas que alimentam aqueles conflitos.
Os Verdes receiam ainda que a União Europeia, a propósito da situação atual, queira implementar mais medidas desumanas e militaristas, medidas estas que desde já recusamos. Esta pressão migratória não pode fazer com que se implementem medidas que ponham em causa as liberdades e direitos constitucionalmente consagrados. Reiteramos a necessidade de haver políticas sociais europeias que erradiquem os problemas sociais e qualquer situação de desigualdade e de exclusão.


apeidaumregalodonarizagentetrata.blogspot.pt

UM PAÍS DE BRUXOS E MAGOS DA TRAPALHICE.



UM PAÍS DE BRUXOS E MAGOS DA TRAPALHICE.
ELES DIZEM TUDO O QUE SIRVA PARA ILUDIR O POVO, TUDO O QUE POSSA CONFUNDIR O ZÉ POVINHO E PASSADAS HORAS, DIAS , MESES, NEGAM E DIZEM QUE NÃO FOI BEM ISSO QUE QUERIAM DIZER.
MENTEM COMPULSIVAMENTE E QUANDO SÃO APANHADOS NAS CONTRADIÇÕES, NAS MENTIRAS, NA VERBORREIA JÁ GASTA E CONHECIDA, DESCULPAM-SE COM OS JORNALISTAS QUE NA MAIOR PARTE SÃO TAMBÉM UNS ALDRABÕES E ESCREVEM MENTIRAS ATRÁS DE MENTIRAS . ESTÃO TODOS CAGANDO PARA O POVO E SÓ RECONHECEM POR AMIGOS OS COMPARSAS DE CARTEIRA RECHEADA PARA LÁ DE SE DIGLADIAREM MESMO ENTRE ELES QUANDO ESTÃO AFORRALHADOS DE DINHEIRO EM CONTAS ESCONDIDAS NO ESTRANGEIRO E EM NOME DE FAMILIARES.
SÃO TRAPALHÕES, FALSOS PROFETAS, RELES VENDEDORES DE BANHA DA COBRA E O QUE QUEREM VENDER AO POVO É A ESCURIDÃO ATÉ AO CANSAÇO FAZENDO CRER QUE NÃO HÁ ALTERNATIVA AOS SEUS SUCESSIVOS (DES)GOVERNOS.
SE NÃO APROVEITAMOS ALGUMAS ARMAS QUE TEMOS INCLUSIVE O VOTO PARA CORRER COM ESTA CANALHA BEM PODEREMOS DIZER QUE "ESTAMOS FEITOS E CONDENADOS A VIVER UMA VIDA DE ESCRAVOS".
MARCELO REBELO DE SOUSA, DUARTE MENDES, SANTANA LOPES, ANTÓNIO COSTA, COMPLETADOS POR DEZENAS DE ARTICULISTAS, JORNALISTAS DA VOZ DO DONO, ECONOMISTAS CAMILESCOS E OUTROS TANTOS OPORTUNISTAS ANDAM HÁ ANOS A MOLDAR O PENSAMENTO DOS PORTUGUESES.
LIBERTA-TE DESTA CORJA SE QUISERES RECUPERAR A DIGNIDADE.
António Garrochinho

Os bancos centrais engendraram este colapso financeiro


Os bancos centrais engendraram este colapso financeiro


por James Corbett*
"Foram os bancos centrais que criaram esta desordem e, mais ainda, eles criaram esta desordem com pleno conhecimento de que as suas atuações levariam ao desastre. E agora, podemos estar certos, os mesmos banqueiros centrais e os políticos fantoches seus porta-vozes utilizarão esta crise para continuar a construção da ” Nova Ordem Mundial“,​ que haviam pedido na sequência do colapso de 2008.

Alguém que não possa ver agora a finalidade do jogo – governo global pelos banqueiros, dos banqueiros e para os banqueiros – ou é cego ou deliberadamente ignorante.
É especialmente importante declarar estas verdades óbvias agora, porque já podemos ver que uma falsa narrativa está a caminho. Esta narrativa tem dois impulsos principais: um é pintar a China como a culpada pela retração global e a outra é assumir que apenas bancos centrais podem salvar a situação (com ainda maiores injeções de liquidez e cortes de taxas ainda mais profundos)."
Boas notícias para toda a gente! Os mercados estão a subir outra vez ! Sim, tivemos apenas um pequeno solavanco na estrada, mas não se preocupem, agora tudo voltou ao normal.
Deveremos esquecer o fim da semana passada e a Segunda-feira Negra desta semana? Não prestem atenção às desconfortáveis luzes mortiças dos destroços das ações globais:
Os estarrecedores US$5 milhões de milhões em promessas de “riqueza” representadas por contrafacções de dinheiro (funny money) desde que começou a deflação do yuan (US$2,7 milhões de milhões só na segunda-feira). 
recorde de todos os tempos do índice de volatilidade (também conhecido como “Índice do Medo”). 
mergulho de 1.000 pontos do Dow logo que tocou o sino de abertura na manhã de segunda-feira. 
A suspensão de todos os índices importantes dos EUA durante a desordem do mercado. 
Os 4500 eventos de mini-crashes que forçaram índices de todo o mundo a serem suspensos e des-suspensos a um ritmo vertiginoso. 
admirável ato de levitação mágica , cortesia dos nossos amigo do Plunge Protection Team, que provocou a maior viragem no mesmo dia da história do Dow.
Não, não há nada a ver aqui. E agora que este aumento temporário no preço das ações (dead cat bounce) está a caminho, certamente não haverá mais deflação das commodities ou redução da atividade económica global ou guerra de divisas à escala mundial ou bolhas de títulos historicamente sem precedentes que causem preocupação, certo?
Basta, chega de sarcasmo. Os leitores desta coluna saberão que a conversa fiada dos mercados de ações, manipulados como são desde o topo até a base e ativados como são pela heroína da Quantitative Easing (QE) do Fed, já não refletem mais a realidade económica. A única pergunta é quão longe o aumento temporário deste mercado perdurará e se ele será ajudado por mais doses de heroína do Fed.
Mas já há uma conclusão vitalmente importante a retirar destes acontecimentos. Os media independentes devem articulá-la desde já, antes que seja demasiado tarde. Nomeadamente: esta crise foi engendrada pelos bancos centrais. É por culpa deles.
Deixe-me repetir isso outra vez,​ caso não tenha prestado atenção: Esta crise foi engendrada pelos bancos centrais.
De fato, analista após analista e sabichão após sabichão – incluindo a mais reputada das publicações de referência – estiveram a tocar o alarme acerca da bolha no mercado de ações durante grande parte do ano passado.
Isto nos conta duas coisas: a atual destruição do mercado era perfeitamente previsível (e prevista) e os bancos centrais não só mantiveram a rota como realmente duplicaram-na com mais injecções de QE.
Foram os bancos centrais que criaram esta desordem e, mais ainda, eles criaram esta desordem com pleno conhecimento de que as suas atuações levariam ao desastre. E agora, podemos estar certos, os mesmos banqueiros centrais e os políticos fantoches seus porta-vozes utilizarão esta crise para continuar a construção da ” Nova Ordem Mundial“,​ que haviam pedido na sequência do colapso de 2008.
Alguém que não possa ver agora a finalidade do jogo – governo global pelos banqueiros, dos banqueiros e para os banqueiros – ou é cego ou deliberadamente ignorante.
É especialmente importante declarar estas verdades óbvias agora, porque já podemos ver que uma falsa narrativa está a caminho. Esta narrativa tem dois impulsos principais: um é pintar a China como a culpada pela retração global e a outra é assumir que apenas bancos centrais podem salvar a situação (com ainda maiores injeções de liquidez e cortes de taxas ainda mais profundos).
A narrativa da China-como-vilão-económico vai desde a versão suave (“China’s ‘Black Monday’ sends markets reeling across the globe“) até a desavergonhada (“Chinese Economy Causes Markets to Fall“) e à imbecil (“Don Yuan Causes Heartbreak“), mas todas elas transportam a mesma mensagem: a China causou isto ao mundo por si mesma. Não se trata da China a reagir ao ambiente monetário global criado pelo Fed e promovido por outros bancos centrais, ou de uma retração económica global que está a agarrar com os dentes uma economia fortemente orientada para a exportação, ou de pressões conflituosas sobre o país quando ele tenta navegar rumo ao status de divisa de reserva global.
Nada disso, trata-se apenas de um touro numa loja chinesa (ou será que a China está num bull market?) a golpear coisas e provocar desordem (Trump estava certo!).
A narrativa de que só-bancos-centrais-nos-podem-salvar é ainda mais infantil, mas também mais perigosa. Dizem-nos que o crash aconteceu porque o banco central da China deixou de atuar . Dizem-nos que é agora o banco central da Turquia a promover a lira em perigo. Dizem-nos que o colapso do Lehman verificou-se devido à demasiado pequena intervenção do banco central. Dizem-nos que só o Banco Central Europeu é capaz de “montar o resgate” e impedir um descalabro do mercado.
Por outras palavras, as mesmas instituições que engendraram esta crise são as únicas que podem nos salvar.
Isto constitui tamanha insanidade que ninguém acreditaria neste contra-senso, mas por outro lado o mundo aceitou esta ideia após o Lehman e provavelmente a aceitaria outra vez. A menos que divulguemos as palavras corretas.
Os bankster fizeram isto. Se não descarrilarmos a sua agenda farão o mesmo outra vez.
Editor do Corbett Report .
O original encontra-se em www.corbettreport.com/…
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/.