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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

BALHA-ME NOSSA SENHORA DA AGRÉLA QUE ORA FECHA A PORTA ORA ABRE A JANELA ! AQUILO QUE EU TENHO QUE OUVIR ! - O COSTA ATÉ SABE QUE OS REFUGIADOS PERCEBEM DE AGRICULTURA - António Costa quer refugiados a limpar florestas

António Costa quer refugiados a limpar florestas

A ideia que António Costa tem de bom acolhimento e de integração dos refugiados em Portugal é pô-los a limpar as florestas. Segundo o candidato a primeiro-ministro do PS, os refugiados estão "habituados a trabalho agrícola" e têm "capacidade de trabalhar na floresta"; portanto "temos aqui uma grande oportunidade".
"A área florestal da Síria é de 1% a 2,4%. (Só para comparar, a de Portugal é de 35,8%)"
A ideia que António Costa tem de bom acolhimento e de integração dos refugiados em Portugal é pô-los a limpar as florestas.
Segundo o candidato a primeiro-ministro do PS, os refugiados estão "habituados a trabalho agrícola" e têm "capacidade de trabalhar na floresta"; portanto "temos aqui uma grande oportunidade". (ver vídeo)
Então vamos lá ver se nos entendemos. 
  • A esmagadora maioria dos refugiados são sírios que fogem à bárbara guerra civil que devasta o país;
  • .A Síria tem 56% da sua população em áreas urbanas;
  • A área florestal da Síria é de 1% a 2,4%. (Só para comparar, a de Portugal é de 35,8%);
A pergunta óbvia é: de onde, senão de um estereótipo, tirou o secretário-geral do PS esta genial ideia de que isto é gente habituada ao trabalho agrícola e ainda por cima com experiência em florestas?
Em que boas práticas do Alto Comissariado para os Refugiados se baseou para achar "que é uma oportunidade" acolher os refugiados e espalhá-los pelas florestas?
Só para saber...

www.esquerda.net

ESTE GAJO REPUGNA-ME ! Bruno Maçães partilha artigo que desvaloriza emoção com foto de criança morta


Imagem da conta do Twitter de Bruno Maçães com a mensagem que o secretário de Estado partilhou
Imagem da conta do Twitter de Bruno Maçães com a mensagem que o secretário de Estado partilhou

O secretário de Estado Bruno Maçães, dos Assuntos Europeus, partilhou hoje no Twitter um texto da revista britânica Spectator que trata como "pornografia moral" a difusão viral da foto de uma criança síria que surgiu morta numa praia turca.

Com o título "Choro, logo sou bom", Maçães partilha no seu Twitter um tweet com o link de um artigo de Brendan O'Neill intitulado "Partilhar uma foto de uma criança síria morta não é compaixão, é narcisismo".


No artigo, O'Neill desvaloriza a autenticidade de quem mostrou emoção com o caso partilhando de forma viral a fotografia - que hoje fez cobriu as capas dos jornais pelo mundo inteiro.
Para o articulista, estamos perante um caso de "pornografia moral". "Todos conhecemos o problema da pornografia sexual na internet. Mas agora precisamos de falar sobre o problema da pornografia moral. E nada melhor o ilustra do que a foto de Aylan, uma criança síria de três anos, que se afogou com o seu irmão de cinco anos Galip e com a sua mãe e outros enquanto fugia do inferno da Síria".
O secretário de Estado recusou explicar ao DN o que o levou a partilhar o artigo da Spectator.

SAIBA A RAZÃO DOS FRANCO ATIRADORES NAZIS ATIRAREM MAIS NOS SOLDADOS DE BIGODE

Os franco-atiradores do exército alemão haviam melhorado consideravelmente suas armas e sistemas ópticos desde a Primeira Guerra Mundial. Sua excelente preparação e os precisos fuzis Karabiner 98k provocaram o pânico entre os aliados durante os dois primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. Eles literalmente botavam o terror nas linhas inimigas.

Por que os franco-atiradores alemães disparavam nos britânicos com bigode?
Os snipers alemães avançavam com as tropas, cobriam seus flancos e abatiam observadores, ninhos de metralhadoras, casamatas, operadores de artilharia, provocando a desmoralização das tropas, que sentiam que nunca estavam a salvo em nenhum momento.

Uma das táticas desse franco-atiradores durante um avanço inimigo consistia em ferir primeiro os soldados situados nas últimas filas mediante certeiros disparos em seus estômagos. Os pungentes e desesperados gritos dos feridos provocavam o pânico entre seus colegas e então os atiradores alemães aproveitavam o momento de desconcerto para atingir os soldados inimigos mais próximos na cabeça.

Outra técnica similar usada pelos franco-atiradores era a de não matar, senão ferir um inimigo, e quando seus colegas iam socorrê-lo, tiravam proveito para causar um monte de baixas.
Por que os franco-atiradores alemães disparavam nos britânicos com bigode?
Os franco-atiradores alemães também conseguiram semear o pânico e o desarranjo entre as filas aliadas disparando de uma maneira seletiva nos oficiais e comandos inimigos. Em determinado momento, era tão alto o número de baixas entre os oficiais britânicos que chegaram a suprimir todo sinal ou distintivo de patentes de seus uniformes.

Apesar disso, os snipers alemães seguiam identificando e fazendo alvo entre os oficiais. Até que certo dia capturaram um desses atiradores alemães e interrogaram-lhe para saber como conseguiam identificar os oficiais, ele respondeu que:

- "Simples, disparamos nos soldados que usam bigode!"

E por que os oficiais britânicos usavam bigode? Segundo a Ordem número 1.695 do Regulamento Real de 1860:
"O cabelo deverá ser mantido curto. O queixo e a parte inferior dos lábios deverão ser barbeados, mas não a parte superior..."
No começo da Primeira Guerra Mundial os soldados começaram a obviar aquele obsoleto regulamento porque em muitas ocasiões os bigodes impediam que as máscaras de gás se ajustassem perfeitamente, com o potencial perigo de inalar o veneno.
Por que os franco-atiradores alemães disparavam nos britânicos com bigode?
Em 6 de outubro de 1916 o general Sir Nevil Macready revogou a obrigação do bigode. Mesmo assim, muitos oficiais que usavam o bigode desde que eram soldados rasos decidiram mantê-lo. Mal sabiam que estavam assinando a sua própria sentença de morte.


 http://www.mdig.com.br

BAPTISTA BASTOS - A VELHA MULHER SÍRIA


A velha mulher síria 

Ela é um desses muitos milhares de seres humanos que todos temem ou desprezam.  A velha mulher síria tenta escapar por uma fenda da cerca de arame farpado húngaro, que se estende ao longo de quilómetros. É uma velha mulher possante, e segue o caminho de centenas daqueles que fogem das misérias nacionais. 

Fica tomada numa pua e um familiar socorre-a, um pedaço de roupa prende-se, ela tenta reavê-lo, o familiar adverte-a de que não podem perder tempo, lá vêm os guardas, pressurosos e inclementes. Uma luz da tarde ilumina o rosto da velha mulher síria: um rosto sulcado por mil rugas, mil sóis e mil dores. 
Ela é um desses muitos milhares de seres humanos, velhos e velhas, homens, mulheres e miúdos sírios, afegãos, turcos, iraquianos, líbios, iranianos, outros, caminhantes de países hostis, afogados no Mediterrâneo, que todos temem ou desprezam, e que o discurso oficial orna de frases bonitas e intenções nobres. 

A Alemanha já disse que só recebe perseguidos políticos; perseguidos da fome e da miséria, não. Fogem de guerras que não provocaram, de terrores que não fomentaram, de infortúnios que não acenderam. Agora, passa um grupo de miúdos, e fazem, com os dedos, o V da vitória. Que vitória? Aquela, modesta e dramática, de passarem de um país para o outro? Os adultos, quase todos, desejam ir para a Alemanha, ou para o Reino Unido. Uns caminham num desespero que os não cansa nem estanca. Outros estacionam em Calais, na vã esperança de escapulirem pelo túnel da Mancha. 

São muitos milhares. Quem provocou esta miséria? Alguém é criminosamente responsável; isso sabe-se. E estou a rever Saddam Hussein a ser minuciosamente vistoriado, na boca, nos olhos, na nuca, nos sovacos, antes de ser enforcado à vista de todos. E revejo, também, W. Bush a sorrir muito feliz, e Donald Rumsfeld a negociar a reconstrução do Iraque, numa bandalheira sem recurso nem punição. E o Afeganistão com seu cortejo de mortos. E a Síria? E o resto do Mundo? A Operação Condor na América Latina, eu estava lá e assisti aos crimes cometidos em nome da liberdade. 

Mas que valem as palavras numa época que as perdeu porque nelas tripudiou, sem o mínimo pudor, sem o mais módico respeito pela dignidade humana pela verdade das coisas e dos sentimentos; que valem? Lá vai a velha mulher síria a correr e a fugir dos guardas húngaros, que a querem prender e recambiar. Lá vai ela, perseguida pelo ódio.

http://www.cmjornal.xl.pt

O CONSELHO DE REDAÇÃO DA LUSA QUESTIONA A MUDANÇA DE DIRECTOR DE INFORMAÇÃO NO PERÍODO PRÉ ELEITORAL





Conselho de redação da Lusa questiona mudança de diretor em período pré-eleitoral

Teresa Marques, presidente da agência Lusa respondeu que "é fundamental que a Lusa se mantenha autónoma e independente".

Teresa Marques, presidente da agência Lusa respondeu que "é fundamental que a Lusa se mantenha autónoma e independente".Fotografia © JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
A um mês das eleições, o diretor de informação da agência de notícias foi substituído, o que preocupa os jornalistas.
O Conselho de Redação (CR) da Lusa questionou hoje a presidente do Conselho de Administração da agência de notícias sobre a mudança de diretor de informação no período pré-eleitoral e se o momento "não poderá ter uma leitura política".
O CR da Lusa esteve hoje reunido com a presidente do Conselho de Administração da empresa, Teresa Marques, que pediu um parecer sobre a nomeação do novo diretor de informação (DI) da agência de notícias, Pedro Camacho.
Em comunicado, o CR refere que, durante a reunião, questionou Teresa Marques sobre o que a levou a mudar o diretor de informação no período pré-eleitoral e os motivos que estão na base dessa decisão, tendo "insistido na questão de o momento da escolha de mudança de DI poder ter uma leitura política (a um mês das eleições)".
Teresa Marques respondeu aos elementos do CR que "é fundamental que a Lusa se mantenha autónoma e independente" e que "não é fundamental é ouvir que a DI muda quando muda o Governo".
A presidente do Conselho de Administração acrescentou que "é um momento difícil mas não político", porque momento político seria se a mudança fosse a seguir às eleições, garantindo que "não vai haver um mínimo de alteração em relação à forma como vai ser feita a cobertura das eleições".
Teresa Marques disse também ao CR que a Lusa tem de "aumentar receitas e reduzir custos e isso vai ser tudo menos reduzir pessoal", sublinhando que a agência de notícias tem "capacidade interna para criar uma nova direção de informação".
"Não vejo que seja necessário que o novo DI chegue e vá buscar pessoas de fora", adiantou.
Teresa Marques explicou ainda ao CR que decidiu fazer uma reorganização da Lusa em simultâneo, abrangendo todas as áreas da Lusa e criando uma Direção Comercial e de Marketing.
Segundo Teresa Marques, tratou-se de "uma decisão de gestão", na qual se englobou a mudança do atual DI, Fernando Paula Brito, que se mantém em funções até 4 de outubro.
"Não queremos ser colados à ideia de fazer mudanças porque houve uma mudança de Governo. Com este Conselho de Administração isso não acontece seguramente. Quem ganhar (as eleições) sabe que o Conselho de Administração tem um DI na Lusa", disse Teresa Marques.
O CR da Lusa vai dar parecer sobre a destituição de Fernando Paula Brito e a nomeação de Pedro Camacho dentro de cinco dias.
A direção de informação da Lusa demitiu-se, depois de o Conselho de Administração da agência ter decidido afastar o diretor de informação, Fernando Paula Brito, em funções desde 2011, que se vai manter em funções até 4 de outubro.
O jornalista Pedro Camacho foi o escolhido pelo Conselho de Administração da Lusa para diretor de informação da agência de notícias, devendo assumir funções a 5 de outubro.

Alemanha. Quando o negócio combate a hostilidade aos refugiados


Migrantes esperam para requerer asilo na Alemanha. Foto: Bernd Thissen/EPA





Merkel pediu esta semana tolerância e "flexibilidade". Mas muitos alemães já se tinham adiantado, criando projectos que vêem nos refugiados pessoas a precisar de ajuda e até mais-valias económicas.


A cidade alemã de Heidenau, na Saxónia, foi palco de confrontos, no final de Agosto, entre a polícia e manifestantes de extrema-direita que contestavam a abertura de um centro de acolhimento de refugiados. Foi o momento mais evidente da hostilidade de muitos alemães em relação à vaga de migrantes e refugiados – a pior na Europa desde a II Guerra Mundial.

A chanceler alemã disse na segunda-feira que a crise de refugiados é um "desafio" que se vai "prolongar no tempo", pedindo aos cidadãos paciência, tolerância e "flexibilidade".

Já antes do recado de Merkel muitos alemães já tinham demonstrado esses atributos. Três exemplos: uma empresária lançou uma aplicação para "smartphones" para quem procura asilo; um outro empresário quer dar alojamento e formação a cerca de 900 refugiados em profissões que tenham falta de trabalhadores; e há ainda o projecto de um hotel em que a maioria dos trabalhadores serão refugiados;

A aplicação que diz: "Bem-vindo a Dresden"
Envergonhada pela ascensão do grupo anti-islâmico e antimigrantes PEGIDA (Europeus Patriotas contra a Islamização do Ocidente, em português), em Dresden, uma empresária local resolveu mostrar que nem todos os alemães são hostis aos estrangeiros.
OViola Klein, responsável pela empresa de "software" Saxonia Systems, falou com os seus funcionários: o que podemos fazer para contrariar a ideia de que os alemães não querem imigrantes?

Depois de ter organizado cursos de alemão para os recém-chegados, Klein reparou que 80% tinham "smartphone". Aproveitando a experiência da sua empresa e com a colaboração de um técnico de outra, desenvolveram uma aplicação gratuita que visa ajudar quem chega a lidar com a burocracia alemã.

A "app" "Bem-vindo a Dresden" está disponível em cinco línguas. Permite saber como requerer asilo, usar os transportes públicos ou ter acesso a cuidados médicos.

A Alemanha, um dos principais destinos europeus de refugiados, prevê atingir este ano um recorde de 800 mil pedidos de asilo. Esta vaga tem causado apreensão, especialmente no Leste do país, onde os ataques a centros de acolhimento de refugiados têm crescido.

Aproveitar a mão-de-obra qualificada
Outros empresários vêem a chegada destas pessoas como uma oportunidade para o país, onde se prevê que a população activa seja reduzida em cerca de seis milhões de pessoas até 2030.

"Estamos a envelhecer e a falta de trabalhadores qualificados é gigante. Não vamos conseguir enfrentar o futuro sem imigrantes", afirmou Gerd Ellinghaus, cuja empresa opera em centros de refugiados por todo o país, sendo subsidiada pelas autoridades locais.

Ellinghaus prepara-se para lançar em Berlim um projecto-piloto que vai dar alojamento e formação a cerca de 900 refugiados em profissões que tenham falta de trabalhadores. Existem cerca de 27 mil vagas para cursos técnicos especializados.

Para acelerar o processo de acesso ao mercado de trabalho, o Governo alemão reduziu o tempo que as pessoas à procura de asilo têm de esperar para poderem procurar trabalho e suspendeu a necessidade de estas pessoas precisarem de ter uma aprovação das autoridades de trabalho antes de começarem qualquer formação.

Inverter papéis
"Prinzip Heimat", um projecto criado para auxiliar migrantes, tem como primeiro desafio arranjar financiamento para criar um hotel com cem camas, no centro de Berlim. Dois terços dos empregados vão ser migrantes.

A empresa procura um edifício ou terreno para o hotel e está em negociações com operadores de hotelaria e arquitectos. O objectivo é abrir portas no início de 2017.

Catherine Daraspe, responsável por este projecto, que vai ser gerido como um negócio e não como caridade, assume que o objectivo é levar a uma mudança completa na forma como os migrantes e refugiados são vistos: "Queremos que estas pessoas que tiveram de abandonar as suas casas e deixar os seus países se tornem anfitriões."

a modernaça censura , o regresso dos coronéis, os demo cratos, barretos, coelhos e etc., etc., etc.


Por Paula Simões
https://paulasimoesblog.wordpress.com

Em Julho passado, a comunicação social fez saber que o Secretário de Estado da Cultura tinha promovido negociações entre a Inspecção Geral das Actividades Culturais (IGAC), Sociedades de Gestão Colectiva (SGC), representantes de titulares de direitos, Operadores de Telecomunicações (ISPs), entre outras entidades, das quais resultou um memorando de entendimento, em que as SGC enviariam à IGAC uma lista de sites, que a IGAC por sua vez remeteria aos ISPs para que estes bloqueassem os referidos sites.

Este processo é assim realizado entre entidades privadas e uma entidade pública (IGAC), que tenho vindo a perceber como parcial e com parco conhecimento nas questões de direito de autor, nos vários contactos que tenho tido com a IGAC.

É um processo extremamente perigoso. Não há um juiz, não há uma acusação, nem um processo em tribunal. O que significa que se o leitor tem um site ou um blog onde escreve regularmente e as SGC e a IGAC não gostarem da sua opinião, nada os impede de enviar o link do blog do leitor para os ISPs bloquearem no prazo máximo de 15 dias.

O blog/site é bloqueado e o autor nem sequer se pode defender. [Lembrem-se que é sempre boa ideia terem backups dos vossos sites e blogs]

Numa leitura rápida do memorando, podemos concluir que:
As SGC estão cheias de dinheiro (comprometem-se a compensar os custos que os ISPs tenham, bem como a indemnizá-los, caso as SGC decidam para além do bloqueio levar o caso a tribunal e sejam condenados);
Um site é considerado “pirata” se for possível aceder através dele a mais de 500 obras cuja disponibilização não foi autorizada, ou que permita o acesso a mais de dois terços de obras cuja disponibilização não foi autorizada;
A IGAC quer criminalizar os links, que são a base da Internet, uma vez que os sites serão bloqueados, mesmo que não disponibilizem as obras.

Há um mês atrás, tendo em conta que a comunicação social não disponibilizou o texto do memorando, solicitei à IGAC acesso ao documento. Responderam-me que iriam dar mais informação em breve, mas não disponibilizaram o memorando. Voltei a contactar a IGAC indicando que apesar de agradecer toda a informação que quisessem disponibilizar, queria era aceder à informação já existente (o texto do memorando). A IGAC não respondeu.

Em meados de Agosto, contactei a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos(CADA), explicando que tinha pedido à IGAC o referido memorando e que este não tinha sido disponibilizado no prazo de 10 dias como estipula a lei. Devo deixar aqui um agradecimento à CADA, que tratou desta questão com enorme eficiência, e alertar o leitor que é a esta comissão que se deve dirigir, se uma entidade pública lhe recusar o acesso a documentos administrativos.

Hoje, a IGAC enviou-me cópia do texto do Memorando de Entendimento [PDF 366Kb], que disponibilizo por saber que há várias pessoas interessadas.

Até agora, apenas o Bloco de Esquerda questionou o Secretário de Estado da Cultura sobre este memorando. As questões podem ser consultadas aqui.

Por último, no dia 4 de Outubro lembrem-se que este memorando foi promovido pelo Governo de PSD/CDS.


ouropel.blogspot.pt

AVIVAR A MEMÓRIA

AVIVAR A MEMÓRIA
José Ferreira (facebook)

VÍDEO - AS LENDÁRIAS ONDAS DE THEAHUPO´O























As lendárias ondas de Teahupo'o, no 
Taiti, Polinésia Francesa, foram pródigas este 
ano, segundo a visão dos fotógrafos 
Brent Bielmann e Eric Sterman que capturaram 
com seus drones algumas cenas de tirar o fôlego 
das belíssimas ondas taitianas e surfistas que 
as desafiam. Com câmeras HD acopladas aos 
drones eles conseguiram filmar um ângulo 
que apresenta Teahupo'o de uma perspectiva 
nunca vista antes. Certamente, depois de 
ver o vídeo, muitos irão atestar que esta 
edição, realizada por Sean Benik, é uma 
das mais bacanas feitas até hoje.


Infelizmente, alguns comentadores do 
Youtube já chegaram ao Vimeo e há uma 
discussão de porquê o título do vídeo, 
"Teahupo'o, Du Ciel" está em francês. 
Também algumas críticas recaem sobre 
a trilha sonora (dizem que irritante) da 
canção "Le Goudron" por Brigitte Fontaine.

VÍDEO

 http://www.mdig.com.br

DEPUTADOS DO PCP - Trabalho Parlamentar

Trabalho Parlamentar
Festa Avante 2015_3
Os deputados do PCP tiveram a maior produção legislativa na Assembleia da República:
  • 458 Projectos de Lei
  • 105 Apreciações Parlamentares
  • Cerca de 500 Projectos de Resolução
  • 30 Audições Parlamentares sobre vários temas
  • Mais de 5.000 Perguntas e Requerimentos
Os deputados do PCP intervieram em todas as áreas da vida colectiva do País.
Quantos mais deputados tiver a CDU mais enfraquecidos ficam PS, PSD/CDS e menos condições têm estes partidos de impor as políticas de direita e mais força terá a CDU para a derrotar e impor uma política patriótica e de esquerda.

ocastendo.blogs.sapo.pt

Candidatos da CDU – Gente de verdade, trabalho, honestidade e competência (inclúi vídeo)



20150824_apresentacao_lista_cdu__legislativas_almada_01

VEJA O VÍDEO NA PARTE FINAL

Estamos aqui hoje, dia em que termina o prazo para a apresentação das listas de candidatos a deputados à Assembleia da República para as eleições de 4 de Outubro próximo, após a apresentação das listas da CDU, Coligação Democrática Unitária, PCP-PEV, em todos os círculos eleitorais do continente, das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira e da emigração, na Europa e Fora da Europa, para dar a conhecer a composição global e as características das nossas listas.
Divulgamos a composição das listas de candidatos da CDU a deputados na Assembleia da República no seguimento de uma acção rigorosa e confiante.
O PCP e o PEV prestaram contas sobre o trabalho desenvolvido pelos seus grupos parlamentares na Assembleia da República, um trabalho notável e sem paralelo com qualquer outra força política.
Uma prática que, também na Assembleia da República e mais uma vez, comprova que o que dizemos e propomos para o futuro não são palavras que o vento leva, são compromissos que valem pelo seu valor próprio e valem porque correspondem ao compromisso de uma força política que faz o que diz e diz o que faz.
Caracterizámos a situação actual e apresentámos o nosso Programa, as soluções para o País, para uma vida melhor, para um Portugal com futuro. O povo português, todos os que queiram conhecer que existe um caminho de futuro para Portugal têm essa oportunidade. O PCP divulgou o seu Programa Eleitoral “Política patriótica e de esquerda – Soluções para um Portugal com futuro”, o PEV divulgou o seu Manifesto Eleitoral evidenciando que a Alternativa Ecologista é na CDU.
As listas que apresentamos não são apenas pessoas, são pessoas que assumem uma política e um projecto para o País, com compromissos e com valores.
Quando PSD, CDS-PP e PS que conduziram o País à degradação em que se encontra com a política de direita, agravada com os PEC e o Pacto de Agressão, procuram agora esconder as consequências da sua política de declínio nacional.
Quando o País está marcado por essa política de destruição do aparelho produtivo e da produção nacional, de corte no investimento público, de desemprego massivo, de emigração forçada, de aumento da exploração, de empobrecimento, de aprofundamento das injustiças e desigualdades sociais. Uma política de privatizações, de cortes na Administração Pública e nos serviços públicos, de ataque ao poder local, de subversão do regime democrático e de comprometimento da soberania nacional.
Quando PSD, CDS-PP e PS querem iludir o pacote de medidas de aprofundamento desta política que preparam após as eleições legislativas, caso tenham votos para isso, mais exploração, precariedade e ataque aos direitos dos trabalhadores, um brutal ataque aos reformados e pensionistas, às funções sociais do Estado e aos serviços públicos, à Segurança Social, ao Serviço Nacional de Saúde, à Escola Pública, à Cultura, ao Poder Local democrático, ao regime democrático e à soberania nacional.
Quando uns e outros tentam através de avaliações quantitativas dos seus falsos programas credibilizar uma política que rotundamente falhou e arruinou o País.
Quando tudo isto é a verdade da realidade do País que se opõe à encenação dos partidos responsáveis pela actual situação, a CDU, Coligação Democrática Unitária, PCP-PEV, assume a necessidade da ruptura com o rumo de declínio nacional e aponta a solução.
A solução de uma política alternativa patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril, dando expressão e força ao projecto que está consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Uma política e uma alternativa patriótica e de esquerda baseada: na renegociação da dívida, dos seus montantes, juros e prazos; na promoção e valorização da produção nacional e na criação de emprego; na recuperação para o controlo público de sectores e empresas estratégicas, designadamente do sector financeiro; na valorização dos salários, pensões e rendimentos dos trabalhadores e do povo; na defesa dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, designadamente dos direitos à educação, à saúde e à protecção social, e à cultura; numa política fiscal que desagrave a carga sobre os rendimentos dos trabalhadores e das micro, pequenas e médias empresas e tribute fortemente os rendimentos e o património do grande capital, os lucros e a especulação financeira; na defesa do regime democrático e no combate à corrupção; na rejeição da submissão às imposições do Euro e da União Europeia, recuperando para o País a sua soberania, económica, orçamental e monetária.
Uma política de libertação dos trabalhadores, do povo e do País do domínio dos grupos monopolistas e da dependência externa. Possível e realizável com determinação e firmeza e com a força do povo.
Os candidatos das listas da CDU comprometem-se com este projecto de futuro para o País.
As listas da CDU, Coligação democrática Unitária, PCP-PEV, combinam experiência, provas dadas, renovação, rejuvenescimento e ligação à realidade do País.
Destaca-se a sua composição política em que, além dos membros do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista «Os Verdes», os partidos que dão suporte à coligação, e da ID, Associação Intervenção Democrática que a integra, se contam 36 candidatos sem filiação partidária.
Destaca-se a participação de operários e outros trabalhadores oriundos das empresas e locais de trabalho, pescadores, agricultores, intelectuais e quadros técnicos, micro, pequenos e médios empresários, estudantes, garantindo a participação na Assembleia da República da expressão directa dos trabalhadores e seus interesses de classe, bem como de outros sectores e camadas sociais.
Destaca-se na composição etária das listas, a participação das várias faixas etárias, uma importante presença de jovens, com a maioria dos candidatos com menos de 50 anos, mas também com a participação de reformados, pensionistas e idosos.
Valoriza-se a renovação e o rejuvenescimento, já aliás expresso nos deputados eleitos em exercício na Assembleia da República, combinado com o caldeamento de experiências, um processo que poderá contar na próxima legislatura com mais deputados jovens na futura Assembleia.
Destaca-se a presença de mulheres nas listas. Desde logo como primeiras candidatas, as listas da CDU são encabeçadas por mulheres em oito círculos eleitorais, 36,4 % do total. Mas também nos primeiros lugares das listas com reflexos no número de mulheres deputadas e ainda na composição geral das listas em que as mulheres representam 42,7% dos candidatos.
Destaca-se a participação de quadros do movimento sindical e das comissões de trabalhadores, do movimento juvenil, do movimento dos reformados e pensionistas, das pessoas com deficiência, do movimento das mulheres, do movimento dos utentes dos serviços públicos, das comissões de utentes, do movimento associativo popular.
Destaca-se a participação de deputados eleitos na Assembleia da República e de muitos quadros eleitos autárquicos, testemunho do trabalho realizado que constitui um exemplo a valorizar.
Quadros experientes e dedicados, quadros capazes para fortalecer o Grupo Parlamentar do PCP e o Grupo Parlamentar do PEV. Quadros capazes pela sua experiência e capacidade para exercer todas as responsabilidades na Assembleia da República, no Governo se assim o povo português o entender para romper com a política de direita e concretizar uma política patriótica e de esquerda.
Temos provas dadas, como se vê nas autarquias locais e quem tem tantas provas dadas não só é capaz, como tem um contributo essencial a dar ao País.
Quadros preparados com capacidade, com experiência, com dedicação, com uma orientação e um compromisso exclusivo com os interesses dos trabalhadores e do povo.
Com o conhecimento dos problemas, a sensibilidade sobre eles e a determinação de agir para os resolver, para enfrentar com solidez e determinação a acção daqueles que querem continuar a promover a exploração, o empobrecimento, a destruição dos serviços públicos e o afundamento do País.
Quadros que assumem um compromisso com o interesse público. Que dizem a todos, olhos nos olhos, que não querem e não têm nenhum benefício material pelo facto de serem deputados, que assumem o princípio de não serem beneficiados nem prejudicados pelo exercício de cargos públicos, porque estão lá para servir os trabalhadores, o povo e o País e não para terem benefícios próprios. Que diferença! Que valor! Que força ética e política!
As eleições legislativas de 4 de Outubro são isso mesmo, eleições para deputados à Assembleia da República, em que vão ser eleitos 230 deputados, o voto de cada pessoa vai contar, cada voto na CDU contribui para eleger mais deputados que defendem os interesses dos trabalhadores e do povo e para reduzir o número de deputados eleitos pelo PSD, CDS-PP e PS.
O voto na CDU é o voto numa candidatura com provas dadas, assente numa política de verdade, trabalho, honestidade e competência, num projecto de futuro.
O voto que contribui para impor uma das maiores derrotas de sempre ao PSD/CDS-PP, para penalizar em conjunto PS, PSD e CDS-PP, os partidos responsáveis pela degradação da situação do povo e do País, para impedir as maiorias absolutas que alguns querem para prosseguir e aprofundar a política de exploração, empobrecimento e declínio nacional.
O voto que contribui para eleger mais deputados que na Assembleia da República dirão não a todas as malfeitorias contra os trabalhadores e o povo, que apresentarão e dirão sim às soluções necessárias à melhoria dos direitos e das condições de vida, que serão base de apoio à ruptura com a política de direita e à concretização da política patriótica e de esquerda que Portugal precisa.
Apresentámos as listas e bem podemos dizer:
Gente de verdade, trabalho, honestidade e competência
Gente de confiança
Gente séria
Por um Portugal com futuro

VÍDEO




cdu.pt

UM VÍDEO ENGRAÇADO E AGRADÁVEL

Grupo de cães em um adorável e fofo flashmob
Este vídeo hilariante e adorável terá que ser assistido e revisto por dias! Com a sua música cativante, mensagem útil, e para não mencionar as estrelas adoráveis; não é de admirar que todo mundo está falando sobre este vídeo na Internet. Nós certamente gostamos de ver um bom flashmob, mas quando você adiciona animais de estimação adoravelmente fofos na celebração é possível ter um dos vídeos mais divertidos dessa semana.







A música em si é uma paródia da canção popular "Everybody Talks" da banda Neon Trees, e aborda a importância da castração dos animais de estimação. Se você não planeja ter filhotes, é definitivamente algo a ser considerado, já que procriam com muita facilidade e, devido ao grande número deles, há dificuldade para conseguirem humanos para chamarem de seus para sempre!

Apesar de que pareça um grande facto  que o Brasil tenha mais cães do que crianças, em realidade é um número que revela uma triste verdade: o Brasil tem 30 milhões de animais abandonados. Nos EUA há também este problema e para enfrentá-lo, várias cidades estão proibindo a venda de filhotes em pet shops.

No Brasil, desde o começo do ano, está proibida em todo o território nacional a exposição de cães e outros animais de estimação em vitrines e gaiolas.







VÍDEO


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socorro, estou a ser bombardeado!


As boas notícias surgem em imparável catadupa: ora é o emprego que sobe, ora é o défice que desce.  Ele é a economia que está fulgurante e as exportações que somam e seguem espampanantes. E há os novel papás que já podem ficar mais tempo em casa assim que o rebento nascer. E os velhos que vão ficar mais amparados. E o IRS que vai em parte ser devolvido, todos os dias um nadinha mais. E a Justiça que pôs a casa em ordem e até já prende rivais políticos. E a Saúde. E a Educação. E a Segurança Social. Tudo boas notícias a chegarem-nos sempre que abrirmos a goela da rádio, folheamos um jornal, vemos um telejornal.

Antes de Abril, apesar da censura, muitos jornais e jornalistas mantinham a dignidade. Agora, entregues os jornais a angolanos e a escrita a tarefeiros, temos pior informação e a mais escandalosa e massiva propaganda.

Esta gente, a que nos governa e pretende continuar a governar, é capaz de tudo. Da mentira mais abjecta ao estratagema mais ignóbil. Tenho medo de viver num país assim, onde a ditadura voltou. Em pezinhos de lã. Matreira. Desumana. Com ares de marialva de subúrbio ao engate de matrafonas. Videirinho e sátrapa. Habilíssimo trapaceiro. Em enganar, o primeiro.

ouropel.blogspot.pt


NÃO SOU COMUNISTA, NÃO, MAS QUEM ME DERA



Maria Batista (facebook)

“NÃO SOU COMUNISTA,NÃO.QUEM ME DERA”
Já não é a primeira vez que a propósito de um ou outro comentário que eu faço, mais ou menos pertinente, sempre incisivo e pleno de oportunidade, indirectamente me apelidam de comunista.


A este propósito queria dizer o seguinte: Não, não sou comunista. Quem dera que o fosse. E não sou comunista porque, para o ser , eu teria que ter um perfil que se coadunasse com esta excelente doutrina filosófica. Os comunistas, em regra mas, sobretudo, em Portugal, são as pessoas mais impolutas da sociedade, as pessoas que servem as causas mais nobres e as que, sempre estão nas primeiras fileiras do combate. Foi assim no passado, quando doía, é agora, no nosso quotidiano de democracia balofa. Por isso, descanse quem pensa que me insulta com esse título. Pelo contrário, enche-me o peito de orgulho, pela comparação e, quando muito, posso aceitar ser "aprendiz de comunista". É que, todos podemos ser contra o governo e todos podemos e devemos ter causas. Sem dúvida. Mas, não é comunista quem quer.Não, de todo. É preciso ser homem e mulher de valores, de causas, de princípios. É preciso ter interiorizada a ideia firme de que se necessário for teremos que dar a vida por essas mesmas causas e valores. É necessário pautar a vida e a sua conduta pela lisura, ter sentido ético, ser solidário em todos os momentos e não apenas no Natal. Ajudar os outros, repartir, contribuir voluntariamente, ser fiel e ser amigo, não discriminar, fomentar a concórdia entre todos e promover a paz entre nós próprios e entre os povos. Enfim, ser comunista é ser diferente e sobretudo, ser exemplo. Basta olhar á nossa volta e ver o trabalho exemplar, abnegado e sério que os comunistas fizeram, fazem e sempre farão em prol das pessoas e do país. Em todas as instituições que dirigem ou em que integram esses órgãos, os comunistas dão o melhor que têm e o seu trabalho fala por si. Esse termo do "comunista" foi incutido no tempo do fascismo, para caracterizar todos os revolucionários que se opunham á ditadura e era, uma honra ser assim baptizado. Mas o termo era aplicado a todos, embora a maioria fossem efectivamente, comunistas. Tal era a força dos comunistas que, desarmados e só com a razão da sua luta, fazia tremer a ditadura. Hoje esse "papão" caiu em desuso mas ainda há gente que pensa pequeno. É por isso que, mesmo perante um governo que destrói o pais e a nossa esperança de uma vida digna cada vez mais se esfuma, os portugueses, segundo as sondagens, voltam a premiar os mesmos, os de hoje e os de ontem. Haja paciência!

ONDE O MUNDO CHEGOU

ONDE O MUNDO CHEGOU.
DESTRUIRAM-SE PAÍSES SOBERANOS COM CARNIFICINAS E MORTANDADE, ERGUERAM-SE MUROS (HOJE QUASE 70), OCUPAM-SE PAÍSES RECONHECIDOS E ASSASSINAM-SE EM MASSA OS SEUS LEGÍTIMOS HABITANTES, REMETE-SE PARA A MISÉRIA E PARA O DESEMPREGO MILHÕES DE PESSOAS QUE DEPOIS TÊM QUE VIVER NA RUA E MUITAS SE SUICIDAM ATINGIDAS PELO DESESPERO E PELA FOME, PRATICA-SE TODO O TIPO DE EXPLORAÇÃO QUE SUPLANTA OS TEMPOS ANTIGOS DA ESCRAVIDÃO, AUMENTA A VIOLÊNCIA DERIVADO À FALTA DE TRABALHO QUE LEVAM AS PESSOAS À MARGINALIDADE, SÃO CENTENAS DE MILHARES AS PESSOAS INCLUSIVE AS CRIANÇAS QUE NÃO TÊM TECTO E VIVEM COMO CÃES NA RUA, EXECUTAM-SE FRIAMENTE CIDADÃOS QUE LUTAM CONTRA AS INJUSTIÇAS OU POR TEREM POSICIONAMENTOS IDEOLÓGICOS E RELIGIOSOS DIFERENTES, DESTROEM-SE MONUMENTOS E ESPAÇOS DE GRANDE VALOR HISTÓRICO, ASSASSINAM-SE NAS ESCOLAS, NOS SUPERMERCADOS, NA RUA, GENTE INOCENTE QUE CAI VÍTIMA DE FANATISMOS E VINGANÇA.
MENTE-SE, TROCAM-SE OS NOMES DAS COISAS, ESCONDEM-SE AS REALIDADES E VIVEMOS NUM MUNDO QUE MAIS PARECE UM FILME DE MORTOS VIVOS ESPALHANDO O MEDO E O TERROR PELAS CIDADES.
UM MUNDO REPLECTO DE REFUGIADOS, DE MIGRANTES E EMIGRANTES, UM MUNDO ONDE OS SENHORES DA GUERRA SE DIVERTEM ASSASSINANDO, UM MUNDO DE AGIOTAS, DE BANQUEIROS, DE POLÍTICOS CORRUPTOS SEM QUALQUER RESPEITO PELO SER HUMANO E QUE PAGAM A GUARDA COSTAS E MERCENÁRIOS PARA VIVEREM NA OPULÊNCIA, NA LUXURIA E NO DEBOCHE.
TUDO ISTO PARA QUE ALGUMAS DEZENAS DE FAMÍLIAS PODEROSAS TENHO NA MÃO O DOMÍNIO DO MUNDO E FORTUNAS ASTRONÓMICAS DE QUE NÃO PRECISAM.
É A BESTIALIDADE DO CAPITALISMO.
António Garrochinho





Polémica com chuveiros em Auschwitz


Para fazer frente ao calor que invadiu a Polónia nos últimos dias, o antigo campo de concentração nazi de Auschwitz tem instalados aspersores de água que fizeram muitos relembrar as câmaras de gás do Holocausto.
 

Quando os responsáveis pelo memorial de Auschwitz (um campo de concentração transformado em museu, na Polónia) instalaram chuveiros para fazer face ao calor, pensaram estar a dar mais conforto aos seus visitantes... mas acabaram por gerar polémica, especialmente entre a comunidade judaica.
Diversos visitantes judeus, de visita ao espaço este fim de semana, ficaram chocados com os chuveiros, que os relembraram dos horrores do Holocausto, e acabaram por fazer queixa do caso aos meios de comunicação social israelitas.
Recorde-se que, durante a Segunda Guerra Mundial, estima-se que mais de milhão de judeus perdeu a vida, sendo que muito dos quais foram exterminados com recurso, precisamente, a chuveiros, instalados em câmaras de gás.

A equipa responsável pela gestão do museu já respondeu à polémica, garantindo que não era sua intenção despoletar memórias desagradáveis. "Por causa da onda de calor que temos sentido na Polónia em agosto, instalamos dispositivos que descarregam sprays de água e ar à entrada do museu", explicaram,via Facebook.
E aproveitaram para dar uma lição de História aos seus seguidores: "É muito difícil, para nós, comentar as supostas referências históricas feitas nos últimos dias, tendo em conta que os dispositivos que instalamos não se parecem com chuveiros e os falsos chuveiros que foram instalados pelos alemães no interior de algumas câmaras de gás não eram usados para gasear. O gás que era lá inserido entrada de uma forma totalmente diferente - através de buracos no teto e nas paredes", justificam.
Apesar disso, a instalação dos equipamentos perto do ponto de venda do museu foi o suficiente para gerar comentários. "Todos os israelitas [de visita ao museu] sentiram que aquilo era de mau gosto. Como um judeu que perdeu muitos familiares no Holocausto, os equipamentos lembraram-me dos banhos de chuveiro que os judeus eram obrigados a tomar antes de entrar nas câmaras de gás", contou um dos queixosos, ao Jerusalem Post.

Portugal. DESEMPREGO, PRECARIEDADE E BAIXOS SALÁRIOS NÃO SÃO SOLUÇÃO


Paula Santos – Expresso, opinião
1 - Assistimos a declarações do PSD e do CDS-PP de enorme regozijo pelos mais recentes dados divulgados sobre o desemprego, procurando iludir com um suposto caminho de recuperação, o que não tem qualquer tradução na realidade concreta da vida das pessoas e procurando esconder a verdadeira natureza do programa e das orientações políticas que prosseguem, com mais desemprego, mais precariedade e mais empobrecimento.
Quando se fala dos números do desemprego, dever-se-ia também falar do meio milhão de portugueses que emigraram nos últimos anos, dos 250 mil inativos que desejam trabalhar e que não são considerados nas estatísticas e de mais de 240 mil que não trabalham a tempo inteiro. Se juntarmos ainda os mais de 160 mil trabalhadores que se encontram em formações do IEFP ou os que estão em estágios, certamente os números do desemprego seriam bem diferentes.
O Governo não se coíbe de introduzir mecanismos que mascaram a real dimensão do desemprego no nosso país, sacudindo as suas responsabilidades desta matéria.
O desemprego no nosso país atinge enormes proporções. São milhares de trabalhadores e de jovens que têm as suas vidas suspensas, sem qualquer perspetiva de futuro.
Os partidos do Governo falam da criação de emprego. Mas que empregos são estes? São estágios profissionais, contratos emprego inserção, ou contratos com a duração de seis meses, três meses ou um mês, que não garantem estabilidade na vida dos trabalhadores.
A par do desemprego, os trabalhadores e os jovens estão hoje confrontados com a precariedade e os baixos salários. Em agosto ficámos a saber que o número de trabalhadores a receber o salário mínimo nacional subiu 73,6%, passando de 11,3% para 19,6%. Hoje um em cada cinco trabalhadores ganha o salário mínimo nacional.
2 - A política de direita imposta ao país nas últimas décadas, muito agravada pelos PEC e o Pacto de Agressão, é a responsável pela degradação das condições de vida e pela retirada dos direitos dos trabalhadores.
Os partidos da política de direita, PS, PSD e CDS-PP o que têm para oferecer aos trabalhadores e aos jovens é o desemprego, a precariedade e os baixos salários - correspondem à política que praticaram quando assumiram funções governativas e é o que consta dos respetivos programas eleitorais.
Desemprego, precariedade e baixos salários não são solução para os trabalhadores, nem para o país. A solução que o povo aspira passa por romper com este caminho e com esta alternância entre PS e PSD com a presença ou não do CDS. A solução passa por uma política alternativa, patriótica e de esquerda, que defenda os direitos dos trabalhadores e garanta condições de vida dignas, que combata o desemprego e a precariedade e valorize os salários, repondo tudo o que foi retirado.